Netflix promete 2ª temporada de Lupin ainda neste semestre
A Netflix anunciou a volta de “Lupin”, que ganhará uma 2ª temporada até “o fim do semestre”, segundo comunicado. Mas não é “ligeireza”, como a plataforma sugere. Ao contrário. A série, que se tornou o maior sucesso de língua francesa da plataforma, teve 10 episódios originalmente gravados. Entretanto, a Netflix dividiu a exibição desses capítulos em duas partes, disponibilizando apenas cinco deles em 8 de janeiro. Por isso, no anúncio nas redes sociais, a empresa assumiu que “a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar” (sic). A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem do astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. O cara é tão ligeiro que a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar. Logo mais ela chega no meu site. pic.twitter.com/NLL7VzNx5F — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 28, 2021
Netflix oficializa Tom Sturridge como Sandman e Gwendoline Christie como novo Lúcifer
A Netflix divulgou o elenco dos primeiros episódios de “The Sandman”, série que adapta a famosa história em quadrinhos escrita por Neil Gaiman nos anos 1980. O próprio Gaiman está à frente do projeto, que terá Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”) como protagonista. O nome do ator londrino já circulava extraoficialmente há meses, por cortesia do site Collider, que adiantou a escalação em setembro do ano passado. Ele vai viver o personagem-título, também conhecido como Morfeu e Sonho (Dream), um dos Perpétuos. Em inglês, todos os Perpétuos tem nomes começados pela letra D – como Death (Morte), Destiny (Destino), Desire (Desejo), etc. A principal novidade da lista coube à Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), que vai interpretar Lúcifer, Rei do Inferno. O personagem aparece brevemente na trama, mas foi uma participação tão impactante que acabou gerando um spin-off nos quadrinhos – que, por sua vez, deu origem à série “Lucifer”. A escalação de Christie significa que “Sandman” não terá crossover com “Lucifer”, apesar de as duas produções serem exibidas pela Netflix. Trata-se de uma oportunidade perdida para apresentar a origem da famosa série. Mas também reflete o fato de que “Lucifer” não tem absolutamente nada a ver com a versão do personagem nos quadrinhos. A escalação de uma mulher para o papel, por sua vez, compartilha uma decisão tomada no filme “Constantine”, quando o anjo Gabriel foi (maravilhosamente) vivido por Tilda Swinton. Aliás, o próprio John Constantine aparece no primeiro volume de “Sandman”, que está sendo adaptado pela Netflix… De todo modo, Lúcifer tem uma participação pequena na trama de “Sandman”, de um ou no máximo dois episódios. Os outros atores apresentados pela plataforma seguem a mesma linha. Vão viver personagens que não passam de figurantes/easter eggs na longa história de “Sandman”. A exceção é Vivienne Acheampong (“Convenção das Bruxas”), que será a versão feminina e negra de Lucian, o chefe da livraria dos Sonhos e mais leal seguidor de Sandman, com presença recorrente nos quadrinhos. Além disso, o pesadelo encarnado por Boyd Holbrook (“Logan”), o Coríntio, destaca-se na trama como antagonista inicial. O detalhe é que o vilão faz parte do Volume 2 da saga. E é nesta altura que surge a irmã favorita do Sonho, a Morte, sugerindo que a personagem deve aparecer ainda na 1ª temporada da série. Sua escalação é uma das mais aguardadas, já que seus desenhos originais foram inspirados pelo visual da cantora Siouxsie Sioux. O elenco divulgado também traz Sanjeeve Bhaskar (“Yesterday”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”) como Caim e Abel. Embora sejam referências bíblicas, os personagens são parte do universo da DC Comics desde os anos 1950, tendo apresentado antologias de terror – e até encontrado Batman, entre outros heróis. Eles são os anfitriões, respectivamente, das histórias da Casa dos Mistérios e da Mansão dos Segredos. A lista se completa com Charles Dance (“Game of Thrones”), que viverá o mágico Roderick Burgess, responsável por capturar o Sonho por equívoco no começo do século 20, dando início aos eventos da série. O próprio Neil Gaiman (“American Gods”) está trabalhando na adaptação com o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”). A produção também inclui David S. Goyer (roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”) como executivo pela Warner Bros. Television. “Nos últimos 33 anos, os personagens do Sandman respiraram, andaram e falaram na minha cabeça”, disse Gaiman, em comunicado. “Estou incrivelmente feliz que agora, finalmente, eles podem sair da minha cabeça e entrar na realidade. Mal posso esperar para que as pessoas possam ver o que temos visto, conforme Sonho e o resto dos personagens ganham carne e osso de alguns dos melhores atores que existem. Isso é surpreendente, e eu sou muito grato aos atores e a todos os colaboradores de ‘The Sandman’ – Netflix, Warner Bros., DC, a Allan Heinberg e David Goyer, e as legiões de artesãos e gênios na série – por transformar o mais louco de todos os meus sonhos em realidade.” Com 11 episódios encomendados, a série de “Sandman” será uma das mais caras adaptações da DC Comics já produzidas. Motivo pelo qual a HBO desistiu de sua produção, deixando a Netflix ficar com a joia dos quadrinhos adultos da WarnerMedia. Ainda não há previsão de estreia. Parece até um sonho… O elenco de Sandman, minha nova série que está sendo produzida com o @neilhimself, já está entre nós. pic.twitter.com/zX15DhRDPv — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 28, 2021
HBO Max estaria desenvolvendo série animada de Game of Thrones
A Warner estaria desenvolvendo uma série de animação baseada em “Game of Thrones”. A revelação foi feita pela revista Variety, que ouviu de suas fontes que o projeto está nos estágios iniciais de desenvolvimento e será lançado na HBO Max. Apesar da notícia, a publicação não traz maiores detalhes, sem descobrir qual será o foco da série ou que produtores estariam envolvidos no projeto. Caso saia do papel, a animação vai se juntar a “House of the Dragon”, prólogo live-action de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, no passado distante de Westeros, que tem previsão de estreia para 2022. Desenvolvida por Ryan Condal (criador de “Colony”) e com produção e direção de Miguel Sapochnik (diretor de vários episódios de “Thrones”), a série destaca em seu elenco Matt Smith (“The Crown”), Paddy Considine (“The Outsider”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”) e Emma D’Arcy (“Hanna”). As publicações de entretenimento dos EUA também apuraram que a HBO ainda desenvolve extraoficialmente outra série live-action “em segredo”. Trata-se de “Tales of Dunk and Egg”, adaptação de uma trilogia literária de George R.R. Martin, passada no mesmo universo de “Game of Thrones”. Os três volumes contam a saga de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Trata-se de uma história mais próxima da época original de “Game of Thrones” que “House of the Dragon”, situado três séculos antes do nascimento de Daenerys.
Elenco de iCarly se reencontra em foto dos bastidores do revival
O revival de “iCarly” já começou a ser produzido. A atriz Miranda Cosgrove, protagonista da série, publicou nesta quarta uma foto no Instagram em que aparece ao lado de Jerry Trainor, intérprete de seu irmão mais velho, Spencer, e de Nathan Kress, o amigo Freddie. Embora a imagem não tenha legenda, é possível observar que a reunião acontece em um cenário onde há escrito “iCarly Set 1”, confirmando os trabalhos da produção, que vai estrear em breve na plataforma de streaming Paramount+ (Paramount Mais, no Brasil). A mesma foto foi compartilhada pelos outros dois atores e Trainor acrescentou: “Preparam-se”, A informação tinha sido divulgada em dezembro passado pela ViacomCBS, empresa que é dona da Nickelodeon, canal que exibia o programa entre 2007 e 2012, e também da Paramount. O trio que aparece na imagem foi justamente o elenco confirmado na continuação. Os novos episódios serão escritos e produzidos por Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”) para a Nickelodeon Studios. Um dos maiores sucessos da Nickelodeon, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” acompanha a reformulação do serviço de streaming da ViacomCBS. A CBS All Access vai virar Paramount+ nas próximas semanas e recentemente adicionou 800 episódios de séries populares da Nickelodeon, incluindo “Patrulha Canina” (Paw Patrol) e “Dora, a Aventureira (Dora the Explorer). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miranda Cosgrove (@mirandacosgrove) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathan Kress (@nathankress) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)
The Bold Type vai acabar na 5ª temporada
O canal pago americano Freeform anunciou que a 5ª temporada de “The Bold Type” será a última da série. Além disso, será a menor temporada de todas. Prevista para ir ao ar neste ano, a despedida será composta por seis episódios. Isso é menos da metade dos 16 capítulos da temporada anterior e menos até que os 10 episódios exibidos em cada uma das três primeiras temporadas. A série, que gira em torno de mulheres jovens que trabalham para uma revista feminina em Nova York enquanto equilibram suas ambições de carreira e vida pessoal, encerrou sua 4ª temporada em julho passado. Embora a audiência tenha caído ano após ano, a ponto de se torná-la uma das séries menos vista do canal, “The Bold Type” ajudou a definir a identidade do Freeform. O drama inspirado na revista Cosmopolitan (Nova, no Brasil) foi desenvolvido pela ex-chefe de originais do canal, Karey Burke, como parte do esforço de direcionar sua programação para o público formado por jovens adultos. Mas os bastidores foram agitados desde o começo. A criadora da série Sarah Watson (criadora também da cancelada “Pure Genius”) já tinha sido substituída após diferenças criativas com os executivos da produtora Universal TV no começo da série. Em seu lugar, entrou Amanda Lasher (produtora de “Gossip Girl”), que também foi trocada por Wendy Straker Hauser, roteirista da atração desde a 1ª temporada. Hauser comentou o fim da série em nota divulgada pelo canal. “‘The Bold Type’ foi um presente que realmente mudou minha vida. Passei meus 20 anos na cidade de Nova York trabalhando em revistas, então, em muitos aspectos, o programa parece muito próximo das minhas experiências. Eu realmente amei escrever esta série e viver neste mundo. Sentirei muita falta, mas estou muito grato pela oportunidade e feliz em saber que tem sido um conforto para tantas pessoas lá fora.” A nova presidente do Freeform, Tara Duncan, também se pronunciou, dizendo que “‘The Bold Type’ é um dos meus programas favoritos e estou orgulhosa de estar dando à série a despedida que Wendy, o incrível elenco e equipe, e os amados fãs merecem.” O elenco inclui Katie Stevens (série “Faking It”), Aisha Dee (série “Sweet/Vicious”) e Meghann Fahy (série “Necessary Roughness”) como as protagonistas, além de Sam Page (série “Switched at Birth”), Matt Ward (série “Remedy”) e Melora Hardin (série “The Office”), que vive a editora-chefe da revista Scarlet.
Sombra e Ossos: Netflix revela fotos e data de estreia de nova série de fantasia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone), série de fantasia baseado na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha. A plataforma anunciou que a produção será lançada em 23 de abril. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal será desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”. O resto elenco ainda destaca Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Ben Barnes (“Justiceiro”). Veja abaixo as primeira fotos oficiais da atração.
Kong – Ilha da Caveira e Tomb Raider vão virar séries animadas na Netflix
A Netflix anunciou duas novas séries animadas de ação, derivadas dos universos dos monstros da Legendary e dos videogames. As produções, que terão estilo de anime, são “Skull Island”, baseada no filme “Kong – Ilha da Caveira” (2017), e “Tomb Raider”, adaptação do game da Square Enix. “Skull Island” acompanhará um grupo de náufragos que tenta sobreviver na ilha misteriosa e perigosa, repleta de criaturas pré-históricas e ameaças gigantescas. O projeto da Legendary Television é uma criação de Brian Duffield, roteirista dos divertidos filmes “A Babá”, “Ameaça Profunda” e “Amor e Monstros” (Love and Monsters), e terá animação produzida pela Powerhouse Animation, o estúdio por trás de “Castlevania”. Já “Tomb Raider” será uma sequência da trilogia mais recente do videogame Tomb Raider, que foi lançada entre 2013 e 2018. O projeto está a cargo da Crystal Dynamics e Eidos Montréal, e não tem nenhuma relação com os filmes que trazem Alicia Vikander como Lara Croft – a continuação do longa de 2018 foi confirmada nesta semana. A produção é escrita e comandada por Tasha Huo, responsável pelo spin-off de “The Witcher”, “The Witcher: Blood Origin”. Nenhuma das duas séries tem previsão de estreia.
Netflix diz que Bridgerton é sua série de maior audiência em todos os tempos
A Netflix agora está dizendo que “Bridgerton” se tornou sua série mais assistida em todos os tempos. Mas, para isso, precisou admitir que seu anúncio anterior da audiência da série era o que sempre pareceu: um chute. O streamer havia estimado anteriormente que 63 milhões de assinantes assistiriam ao drama de época produzido por Shonda Rhimes em 28 dias após o lançamento. Agora que já se passou mais de um mês da estreia do programa em 25 de dezembro, os números se provaram muito diferentes. Muito mesmo, a ponto de desacreditar a suposta estimativa da empresa. Ou colocar em dúvida os novos números não auditados. Segundo a Netflix, a contagem “oficial” aponta que “Bridgerton” foi vista por 82 milhões de contas da plataforma. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações em 28 dias que pertencia a “The Witcher”. O site The Hollywood Reporter questionou suas “fontes” (leia-se assessoria de imprensa) sobre a diferença gritante entre os números da projeção de “Bridgerton” e o anúncio desta quarta (27/1). Veio uma explicação simplista. A diferença nada desprezível de 19 milhões a mais se deveria apenas ao fato de a série ter superado as expectativas da Netflix. Segundo as “fontes”, os padrões de exibição típicos para programas da Netflix tendem a apresentar um grande pico na primeira metade da janela de 28 dias antes de começar a cair. Mas essa desaceleração simplesmente não teria acontecido com “Bridgerton”. A empresa, portanto, errou na projeção, divulgada 11 dias após a estreia da série. Embora os números sejam impressionantes, é importante notar que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera que uma série inteira foi visualizada se um assinante assistir a pelo menos dois minutos de um determinado capítulo – que podem ser apenas os créditos de abertura. Na verdade, o anúncio significa que 82 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” durante um mês. Em termos de público total da plataforma, e a se acreditar no novo anúncio da empresa, isso significa que 40,3% de todos os assinantes da Netflix viram “Bridgerton”. Ajustando os números para refletir a passagem de tempo, isto ainda mantém “Bridgerton” atrás de “The Witcher”, visto por 45% dos membros da Netflix há dois anos, quando a plataforma somava 169 milhões de assinantes em todo o mundo. A Netflix agora tem mais de 200 milhões de assinantes. Já o conteúdo mais assistido na plataforma em todos os tempos teria sido o filme de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth. A empresa diz que 99 milhões de contas assistiram ao thriller em 28 dias desde o lançamento.
The Walking Dead pede para fãs homofóbicos largarem a série
O Twitter oficial da franquia “The Walking Dead” postou uma mensagem forte nesta semana, deixando claro sua postura contra a homofobia, após um de seus atores sofrer ataques nas redes sociais. “Se personagens LGBTQIA+ na televisão (ou outros lugares) te causam desconforto ou raiva, por favor, deixe de nos seguir. Embora também encorajemos você a olhar para seu interior e ser mais receptivo, saiba que não há lugar em nosso fandom para discriminação odiosa ou ignorância intencional. Obrigado.”. A série original é repleta de personagens gays, como Aaron (Ross Marquand), os falecidos Jesus (Tom Payne) e Tara (Alanna Masterson), além do casal Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Mais recentemente, o final da 1ª temporada de seu novo spin-off, “The Walking Dead: World Beyond”, celebrou o reencontro do casal formado por Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) com um beijo apaixonado. Por conta disso, trolls da internet resolveram atacar o intérprete negro do par, somando dois preconceitos numa mesma mentalidade intolerante. Durante o episódio de 25 de janeiro do podcast “Talk Dead to Me”, Jelani Alladin discutiu a representação LGBTQIA+ no programa, junto com o relacionamento de seu personagem com o Felix de Nico Tortorella. E virou imediatamente alvo de ódio dos fãs homofóbicos da série. “Não consigo curtir os personagens gays de um programa de TV, sinto muito, cara, não posso fazer isso”, comentou um deles. A conta de “The Walking Dead” no Twitter não perdeu tempo para reagir, com a mensagem que indica preferir ter menos público a ter um público odioso. Jelani Alladin ficou impressionado com o apoio e retuitou a mensagem, acrescentando um comentário próprio. “Isso aqui, para sempre. Orgulho de trabalhar em ‘The Walking Dead: World Beyond’, dando vida a este relacionamento LGBTQIA. Vamos dar a eles algo para comentar!”, ele escreveu. E ainda conclamou seu seguidores a retuitarem o post. “RT para irritar os homofóbicos.” Veja os posts abaixo. Hi, hello. If LGBTQIA+ characters on television (or anywhere) make you uncomfortable or angry, please unfollow us. While we also encourage you to look within and be more accepting, know that there is no place in our fandom for hateful discrimination or willful ignorance. Thank you. — The Walking Dead (@TheWalkingDead) January 26, 2021 Forever this. Proud to be back at work on @TWDWorldBeyond and bring this LGBTQIA relationship to life. LETS GIVE EM SOMETHING TO TALK ABOUT @NicoTortorella https://t.co/xtiY0ZHktk — JelaniAlladin (@JelaniAlladin) January 26, 2021
O Grande Gatsby vai virar série do criador de Vikings
Grande clássico da literatura americana, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, vai virar uma série limitada pelas mãos de Michael Hirst, o criador de “The Tudors” e “Vikings”. O projeto está sendo desenvolvido numa coprodução da A+E Studios e ITV Studios e é descrito como uma versão reimaginada da obra de 1925. Em vez de retratar brancos milionários, a trama mergulhará na comunidade afro-americana de Nova York da década de 1920, explorando a vibrante subcultura musical da época – a era do jazz. A série irá explorar as vidas ocultas de seus personagens pelo prisma fragmentado do sonho americano, ao mesmo tempo em que pretende capturar toda a maestria da visão atemporal de Fitzgerald. “Parece que vivi com ‘Gatsby’ a maior parte da minha vida, lendo-o primeiro quando era um garoto, depois ensinando-o em Oxford na década de 1970 e relendo-o periodicamente desde então”, disse Hirst, em comunicado. “Como o crítico Lionel Trilling escreveu uma vez: ”O Grande Gatsby’ ainda está tão fresco como quando apareceu pela primeira vez, ele até ganhou em peso e relevância’. Hoje, enquanto a América busca se reinventar mais uma vez, é o momento perfeito para olhar com novos olhos para esta história atemporal, para explorar seus personagens famosos e icônicos através das lentes modernas de gênero, raça e orientação sexual. A visão profundamente romântica de Fitzgerald não o impediu de examinar e expor o ponto fraco da experiência americana, e é por isso que a história fala tanto da tragédia quanto da esperança, e por isso continuar ressoar até hoje”. A produção conta com o apoio e aprovação de Blake Hazard, bisneta de Scott e Zelda Fitzgerald e curadora do espólio do escritor, que também atua como consultora produtora. “Há muito tempo tenho sonhado com uma versão mais diversa e inclusiva de Gatsby que reflita melhor a América em que vivemos, uma que possa permitir que todos nós possamos nos ver no texto extremamente romântico de Scott”, disse Hazard. “Michael traz uma profunda reverência pelo trabalho de Scott para o projeto, mas também um destemor em trazer uma história tão icônica à vida de uma forma acessível e renovada. Estou muito feliz por fazer parte do projeto.” Hirst vai escrever o piloto e assumir a produção-executiva, com supervisão de Farah Jasmine Griffin e William B. Ransford, pesquisadores de temas afro-americanos na Universidade de Columbia. “O Grande Gatsby” já teve diversas adaptações para as telas, inclusive uma lançada em 1926, um ano após sua publicação. As versões mais conhecidas são as de 1974, estrelada por Robert Redford, e a de 2013, com Leonardo DiCaprio no papel-título. Este filme, dirigido por Baz Luhrmann, ganhou dois Oscars, por Melhor Figurino e Design de Produção (cenografia).
Bruce Kirby (1925 – 2021)
O ator Bruce Kirby, que viveu policiais em muitas séries da TV dos anos 1970, morreu no domingo (24/1) em Los Angeles, aos 95 anos. A causa da morte não foi especificada, mas seu filho disse no Facebook que ele “faleceu pacificamente” no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Nascido Bruno Giovanni em Nova York, ele teve uma longa carreira, iniciada na década de 1950 com aparições em teleteatros. Kirby se tornou uma presença familiar na TV durante os anos 1960 e 1970, aparecendo em tudo quanto é tipo de série, incluindo “The Patty Duke Show”, “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Jeannie É um Gênio”, “Arquivo Confidencial”, “Missão: Impossível”, “M*A*S*H”, “Mod Squad”, “Bonanza” e “Os Defensores”. Seu primeiro personagem recorrente foi um policial na série de comédia “Car 54, Where Are You?”, entre 1961 e 1963, e ele se saiu tão bem que acabou se especializando nesse tipo de papel em várias produções – viveu o sargento Al Vine em “Kojak” (de 1973 a 1976), o capitão Harry Sedford em “Holmes and Yoyo” (1976-1977), o detetive George Schmidt em “Shannon” e especialmente o sargento George Kramer em “Columbo” (de 1973 a 1995). Em “Columbo”, seu personagem marcou época como o detetive que geralmente acreditava na historinha do criminoso, apenas para vê-lo desmascarado pelo protagonista, vivido por Peter Falk, no final dos episódios. Mais recentemente, ele ainda interpretou o promotor público Bruce Rogoff em “L.A. Law”, entre 1986 e 1991. Suas aparições finais ainda incluem participações em “Família Sopranos” (The Sopranos), “Numb3rs” e “Scrubs”, na metade dos anos 2000. Embora papéis na TV tenham dominado sua carreira, Kirby fez várias aparições no cinema, sempre pequenas. Algumas, minúsculas, como o papel de um guarda em “Muppets: O Filme” (1979). Em “Conta Comigo” (1986), de Rob Reiner, ele interpretou o dono do mercadinho que diz a Gordie (Wil Wheaton) que ele se parecia com seu irmão mais velho e falecido. Ele também foi um detetive em “Jogue a Mamãe do Trem” (1987) e o pai do policial vivido por Matt Dylan em “Crash”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2006. Kirby interrompeu a carreira após a morte de um de seus filhos, Bruno Kirby, que também era ator (“O Poderoso Chefão 2”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro”, “Amigos, Sempre Amigos”). Bruno morreu de leucemia em 2006 aos 57 anos.
The Blacklist é renovada para 9ª temporada
A rede NBC renovou a série “The Blacklist” para sua 9ª temporada. O anúncio não menciona o final da série e foi feito após a exibição dos três primeiros episódios da 8ª temporada, que registraram as médias mais baixas de audiência da atração nos EUA. Com 3,2 milhões de telespectadores ao vivo, o capítulo mais recente teve o pior desempenho de toda a série. Apesar da perda de público ao vivo, a série liderada por James Spader e Megan Boone se recupera em multiplataformas, com média total de 7,2 milhões de espectadores – quando se contabiliza visualização atrasada (DVR) e streaming do canal. Isto significa que mais do que o dobro dos espectadores assistem a série fora do horário da transmissão televisiva. O programa também é muito popular na Netflix. De acordo com a consultoria Nielsen, “The Blacklist” foi a 9ª série mais vista da plataforma em 2020, com quase 14,5 bilhões de minutos de exibição no serviço. Com a renovação, a série vira a terceira mais duradoura na programação atual da NBC, atrás apenas de “Law & Order: SVU” (renovada até a 24ª temporada) e “Chicago Fire” (atualmente na 9ª temporada, mas já renovada até o 11º ano). Criada por Jon Bokenkamp, em associação com a Sony Television, “The Blacklist” também inclui em seu elenco .
Apple TV+ renova Teerã para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou a renovação de “Teerã” (Tehran) para sua 2ª temporada. Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série israelense é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). A renovação ocorre cerca de três meses após o programa encerrar sua 1ª temporada na Apple TV+. Como outros streamers, a Apple não fornece dados de visualização de seus programas, mas “Teerã” recebeu críticas muito positivas, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.












