Atriz de Sabrina será vilã da 3ª temporada de Patrulha do Destino
A atriz Michelle Gomez, que viveu a vilã Madame Satã em “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix, entrou em “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para viver outra Madame dos quadrinhos. Ela viverá Madame Rouge, que nos publicações da DC Comics é integrante da Irmandade Negra, grupo de vilões arquiinimigos da Patrulha do Destino. Laura De Mille, a versão live-action da elástica Madame Rouge, aparecerá como uma personagem excêntrica e complicada, que chega à Mansão do Destino com uma missão muito específica… só que não consegue se lembrar qual era. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas primeiras temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. No Brasil, a série da HBO Max é exibida pela HBO tradicional.
Calls: Série sem imagens do diretor da franquia Millennium ganha teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Calls”, série comandada pelo cineasta uruguaio Fede Álvarez (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”). A prévia é uma coleção de ligações telefônicas nervosas sem imagens do elenco. A proposta parece ser exatamente esta. Com nove episódios, “Calls” vai apresentar tramas complexas em que o público apenas ouve os atores, em conversas e ligações telefônicas. “Em Hollywood, você costuma ouvir as pessoas dizerem que estão fazendo algo que nunca foi feito antes, mas é ótimo quando é 100% verdadeiro”, disse Álvarez sobre o projeto, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Claro que a declaração é 100% falsa, afinal “Calls” é um remake. O original é uma produção francesa, criada por Timothée Hochet para o Channel+ (Channel Plus) em 2017. Apesar de não mostrar seu elenco, “Calls” conta com atores famosos, como Pedro Pascal (“The Mandalorian”), Rosario Dawson (“Luke Cage”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Aubrey Plaza (“Legion”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Riley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Lily Collins (“Emily em Paris”), entre outros. A estreia (do podcast disfarçado) acontece em 19 de março com episódios curtos, de cerca de 15 minutos cada.
Central Park é renovada para 3ª temporada antes da estreia do segundo ano
A série animada “Central Park” foi renovada para seu terceiro ano de produção pela Apple TV+ três meses antes do lançamento da 2ª temporada. O anúncio foi feito nas redes sociais por Loren Bouchard, um dos criadores, escritores e produtores executivos da atração. “As pessoas que fazem este show me deslumbram com seu talento, ambição e vontade absoluta. E a Apple e a 20th mostraram sua vontade também! Estou honrado em fazer parte de algo com tanta ousadia”, acrescentou Bouchard. Bouchard, que também é o criador de “Bob’s Burgers”, desenvolveu “Central Park” em parceria com Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (o LeFou de “A Bela e a Fera”). A série acompanha uma família de zeladores, que vivem e trabalham no Central Park. Na trama, os Tillerman lutam para salvar o parque nova-iorquino – e o mundo – de planos imobiliários sinistos. E, de quebra, ainda cantam vários números musicais. O próprio Josh Gad é uma das vozes principais, junto com Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”) e Kathryn Hahn (“WandaVision”). Mas a 2ª temporada traz uma substituição no elenco original. Kristen Bell (“The Good Place”) pediu para sair após a 1ª temporada, após refletir sobre o fato de ser uma atriz branca dublando uma jovem de cor. Ela tomou a decisão logo após Jenny Slate anunciar que estava se afastando da voz de um personagem no programa “Big Mouth” da Netflix por razões semelhantes. No lugar de Bell, entrou Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”). Os novos episódios estreiam em 25 de junho.
Minissérie baseada no cult Ipcress: Arquivo Confidencial ganha primeiras fotos
O canal britânico ITV divulgou as primeiras fotos de “The Ipcress File”, minissérie de espionagem baseada no popular romance homônimo de Len Deighton, que ganhou uma famosa e cultuada adaptação cinematográfica estrelada por Michael Caine em 1965 – batizada no Brasil como “Ipcress: Arquivo Confidencial”. Filmada em Liverpool e na Croácia, a minissérie traz Joe Cole (“Peaky Blinders”, “Gangs of London”) no papel de Harry Palmer, o espião que Caine imortalizou no filme original e em duas continuações nos anos 1960 (papel tão marcante que o ator o retomou 30 anos depois, em dois telefilmes da década de 1990). O elenco da minissérie também destaca Lucy Boynton e Tom Hollander, que trabalharam juntos em “Bohemian Rhapsody”. Ambos aparecem com Cole nas fotos divulgadas. Veja abaixo. A adaptação é assinada pelo roteirista John Hodge (“Transpotting”) e a direção está a cargo de James Watkins (“Black Mirror”). “The Ipcress File” é o primeiro livro do icônico espião britânico Harry Palmer, que chegou a ser considerado a versão intelectual de James Bond, embora essa fama seja parcialmente derivada de um estereótipo: Palmer usava óculos. O livro original, que tem como pano de fundo a Guerra Fria europeia, vendeu 10 milhões de cópias no mundo inteiro desde sua publicação em 1962. A trama se passa entre Berlim e Londres durante os anos 1960 e envolve a busca por um cientista nuclear. “Estou emocionado por trazer a adaptação brilhante de John Hodge de um romance tão icônico para a ITV. Harry Palmer é um personagem incrível e isso teria sido impossível sem o ator certo, por isso estamos todos maravilhados com o fato de Joe Cole assumir o papel”, disse a chefe de drama da ITV, Polly Hill. Watkins, que dirige cada um dos seis episódios, disse que mal pode esperar “para levar a teia inebriante de espiões de Len Deighton – mais sexy do que o pessoal de Smiley, mais real do que Bond – para um público de televisão mais amplo”. Hodge ainda salientou que a série representa uma “oportunidade maravilhosa de retratar uma época em que o mundo do pós-guerra estava se transformando na forma como vivemos agora, quando a mobilidade social, os direitos civis e o feminismo moderno forçavam seu caminho para a consciência pública.” Ainda não há previsão para a estreia.
Superstore: America Ferrera voltará para final da série
A atriz America Ferrera vai reaparecer na série “Superstore”, que ela protagonizou até o início da atual 6ª temporada. A série durou só mais 13 episódios sem ela e vai chegar ao fim na rede americana NBC no dia 25 de março com um episódio especial de duas horas, que contará com o retorno da antiga gerente da Cloud 9. Detalhes sobre o retorno de Amy Sosa, a personagem de Ferrera, estão sendo mantidos em segredo, mas a NBC já divulgou a primeira foto da participação, em que ela aparece vestindo o familiar colete azul dos funcionários da Cloud 9. É a imagem abaixo. Na trama, Amy foi promovida a um emprego corporativo na empresa-mãe da Cloud 9. Originalmente, ela deixaria a série no final da 5ª temporada, mas quando a pandemia de coronavírus impediu a gravação da despedida, Ferrera concordou em aparecer nos dois primeiros episódios do 6º ano para encerrar seu arco de história. Pouco depois, a rede NBC decidiu cancelar a série. Embora Ferrera não tenha comentado as razões que a levaram a deixar a série, ela mencionou a família em seu comunicado de despedida. A atriz teve seu primeiro filho em 2018, enquanto gravava “Superstore”, e recentemente deu à luz ao segundo filho. Ela também lançou sua primeira série apenas como produtora, “Gentefied”, na Netflix, e se tornou diretora de filmes com “I Am Not Your Perfect Mexican Daughter”, que também chega em breve na Netflix. “Superstore” foi sua segunda série de sucesso, após estrelar a divertida “Ugly Betty” (2006-2010) na rede ABC. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Grey’s Anatomy pode acabar na atual temporada
A showrunner de “Grey’s Anatomy”, Krista Vernoff, revelou ao site da revista americana The Hollywood Reporter, que o final da atual temporada de “Grey’s Anatomy” pode encerrar a série. “Estou planejando um desfecho que pode funcionar como um final de temporada ou final de série”, disse Vernoff na terça-feira (9/3). “Estou planejando para as duas possibilidades, o que é difícil e não é o ideal. Não é onde eu gostaria que estivéssemos”, acrescentou. O destino da série estaria nas mãos da atriz Ellen Pompeo. A atual temporada é a última do contrato assinado pela intérprete de Meredith Grey no final de 2017, que a tornou a atriz mais bem-paga da TV. A renovação para que ela continue à frente da série está sendo negociada há meses pela Disney, proprietária da rede ABC, mas esbarra num novo pedido de aumento salarial substancial da estrela. Por causa disso, a série está chegando pela primeira vez ao final de uma temporada sem saber se voltará no ano seguinte. Vernoff disse ao THR que pediu aos executivos da ABC lhe informarem o destino da série antes de começar a gravar o final da 17ª temporada. “Eu disse a eles que precisava saber antes de chegar ao final para definir o desfecho”, disse ela. “Porque há algumas linhas de diálogos que podem mudar. Tenho planos para ambas as situações. Ou haverá um encerramento ou vamos construir algo que gere um pouco de suspense e uma trama para a próxima temporada.” O drama médico criado por Shonda Rhimes está atualmente em sua 17ª temporada. E apesar dessa longevidade, continua a ser a atração mais vista da rede ABC. Além disso, a série é um fenômeno global, transmitida para todo o mundo, e rende muito dinheiro para a Disney e seus produtores (entre eles a própria Pompeo) num rico negócio de streaming com a Netflix. Além de estrelar “Grey’s Anatomy”, Pompeo também é creditada como produtora da série e de seu spin-off focado em bombeiros, “Station 19”. Os dois dramas são as últimas produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes, que restam na ABC após a produtora assinar um contrato para desenvolver novas séries na Netflix – a primeira foi o fenômeno “Bridgerton”. Escolhida pessoalmente por Rhimes para comandar sozinha “Grey’s Anatomy”, Vernoff pode encontrar uma alternativa no lançamento de um novo spin-off da série. Ela confirmou que existem conversas a este respeito, mas que os desafios de gravar durante a pandemia pausaram estas discussões. “Estamos ansiosos. Eu realmente não tenho espaço criativo para imaginar o que pode acontecer no próximo ano; estou tentando passar por esta temporada. Assim que eu souber se esta é a última temporada ou não, posso começar a tentar imaginar outras coisas. Mas tentar planejar simultaneamente o fim da série e o fim da temporada é o mesmo que desenvolver dois programas diferentes”.
Langdon: Personagem de O Código Da Vinci vai ganhar série na plataforma Peacock
A NBCUniversal aprovou a produção da série “Langdon”, baseada nos romances de Dan Brown. O famoso simbologista, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes, será vivido por Ashley Zukerman (da série “Succession”) na adaptação televisiva. Mas a série não irá mais para a rede NBC, conforme planejamento inicial. Em vez disso, servirá de chamariz para a plataforma do grupo, chamada de Peacock. “A equipe ficou maravilhada com este piloto e seu enorme potencial para se tornar um grande sucesso, e nossa nova estrutura nos permite movê-lo para Peacock e dar-lhe todas as oportunidades para que isso aconteça”, disse Susan Rovner, presidente da NBCUniversal Television and Streaming. “Nossa capacidade de escolher um grande programa não é mais limitada pelos padrões da programação de uma rede, o que nos dá a liberdade de dizer ‘sim’ aos programas que amamos e, em seguida, encontrar o lar perfeito em nosso portfólio.” Hanks interpretou Robert Langdon em “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), todos dirigidos por Ron Howard. A série marca a primeira vez que o personagem é interpretado por outro ator. A trama da atração será baseada em “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do personagem, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”. A trama gira em torno de um novo desafio para o professor de arte e “simbologia” de Harvard: desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma) conspiração global. O escritor Dan Brown, autor dos livros, está envolvido no projeto como produtor executivo, mas o roteiro e produção do piloto estão nas mãos da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”.
CEO da Disney sobre demissão de Gina Carano: “Defendemos valores universais”
Durante a reunião de mercado em que comemorou os 100 milhões de assinantes da Disney+ (Disney Plus), o CEO da Disney, Bob Chapek, também abordou a demissão da atriz Gina Carano da série “The Mandalorian”. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, o executivo respondeu uma pergunta sobre o destino da intérprete de Cara Dune na assembleia de acionistas da empresa. Ele apontou que a inclinação atual da Disney não é de esquerda nem de direita, mas a favor da valores positivos. O tema veio à tona porque Carano é uma republicana convicta, engajada em posts de teor político nas redes sociais. Mas vários artistas de esquerda não sofrem censura por se envolver em temas polêmicos. Chapek negou a existência de uma lista de “atores proibidos” no estúdio. E explicou onde se dá o corte. “Defendemos valores que são universais. Valores de respeito, valores de decência, valores de integridade e valores de inclusão”, ele apontou. “Procuramos ter um conteúdo que seja reflexo da rica diversidade do mundo em que vivemos. E acho que esse é um mundo em que todos devemos viver em harmonia e paz”, completou o executivo. A demissão de Gina foi anunciada pela produtora Lucasfilm no dia 10 de fevereiro, após vários deboches sobre medidas de proteção contra o coronavírus, ataques à movimentos civis, questionamento das eleições e investimento numa narrativa de vitimização de conservadores. O estúdio chegou a advertir a atriz, que era reincidente, antes dela comparar um suposto preconceito contra a direita americana ao sofrimento dos judeus na 2ª Guerra Mundial. Foi a gota d’água que levou à sua demissão.
Josh Holloway fará nova série do criador de Lost
Onze anos após o final de “Lost”, série que o tornou conhecido, o ator Josh Holloway vai voltar a trabalhar com o criador daquela atração, o produtor J.J. Abrams. O encontro vai acontecer em uma nova série da produtora de Abrams, a Bad Robot. Intitulada “Duster”, a série vai acompanhar um motorista de fuga que trabalha para um sindicato do crime durante os anos 1970. Holloway terá o papel principal. Abrams criou a série com LaToya Morgan, roteirista-produtora da sci-fi “Into the Badlands”. “Duster” é uma das várias séries que a Bad Robot está desenvolvendo para a plataforma HBO Max, após Abrams fechar um contrato milionário de exclusividade com a WarnerMedia. Entre outros projetos, ele também trabalha em séries de “Constantine” e “Liga da Justiça Sombria”, baseadas em quadrinhos da DC Comics, e no terror “Overlook”, derivada do filme “O Iluminado” (1980). Recentemente, Holloway estrelou a boa série sci-fi “Colony”, cancelada antes da conclusão, e integrou a 3ª temporada de “Yellowstone”, da Paramount Network. Ele também pose ser visto num episódio do revival de “Amazing Stories”, recém-lançada na Apple TV+. A Warner Bros. TV está produzindo Duster . Morgan ( Into the Badlands, The Walking Dead ), que tem um contrato geral com o estúdio, e o produtor executivo de Abrams com Ben Stephenson de Bad Robot. Rachel Rusch Rich, deste último, é um co-EP.
Alec Baldwin ataca série documental da HBO em defesa de Woody Allen
O ator Alec Baldwin resolveu defender Woody Allen nas redes sociais, no momento em que o cineasta é alvo de ataques semanais de uma série documental da HBO. O ator gravou um vídeo de 14 minutos em que criticou a cultura do cancelamento e lembrou que Allen foi inocentado do crime do qual é acusado. “Vi algumas pessoas me atacando por defender pessoas que foram acusadas de crimes… Bem, eu não estou defendendo alguém que é culpado de algo. Estou escolhendo defender alguém que não foi provado que ser culpado de algo”, ele disse. Allen foi acusado de ter cometido abuso sexual contra a filha adotiva Dylan Farrow nos anos 1990, quando ela tinha sete anos. O documentário “Allen vs Farrow” se centra na denúncia deste crime, estendida por quatro episódios semanais. Na época, duas investigações diferentes o consideraram inocente, sugerindo que Dylan teria sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow. A série oferece outra visão da história, ao mesmo tempo em que apresenta um vídeo gravado por Mia, em que Dylan recita as acusações aos sete anos. Baldwin criticou o trabalho feito pelos documentaristas em sua conta do Twitter, ironizando: “Quem precisa de tribunais quando podemos ter julgamento pela mídia?”. “Não me importa quantos documentários de merda que você faz, você tem que provar isso em um tribunal. Se fosse provado, além de qualquer dúvida razoável, que essa pessoa era culpada, eu certamente mudaria de opinião e até mesmo pediria desculpas às vítimas”. Por fim, o ator concluiu o assunto dizendo: “Eu sou totalmente a favor de leis rígidas sobre pessoas que assediam ou abusam sexualmente, mas o crime tem que ser provado.” Não é a primeira vez que Baldwin defende Allen de ataques relacionados ao caso. Quando Dylan retomou as acusações em 2017, aproveitando-se do movimento #MeToo para lançar uma bem-sucedida campanha de cancelamento contra o diretor, ele tomou as dores do cineasta nova-iorquino. “Woody Allen foi investigado por dois estados e nenhuma acusação foi formalizada. A renúncia a ele e ao seu trabalho, sem dúvida, serve a algum propósito. Mas é injusto e triste pra mim. Eu trabalhei com ele três vezes e foi um dos privilégios da minha carreira”, disse Baldwin na ocasião. Para defender Allen, ele também já atacou Dylan Farrow, antes mesmo de saber que ela dispõe de um vídeo para repetir e manter suas acusações sempre iguais. Em janeiro de 2018, duas semanas após o twitter original em defesa de Allen, o ator escreveu: “Uma das armas mais eficientes que Dylan Farrow tem em seu arsenal é a ‘persistência da emoção’. Como Mayella em ‘O Sol É Para Todos’, suas lágrimas e apelos são feitos para constranger você a acreditar na história dela. Mas eu preciso mais do que isso antes de destruir alguém, independentemente da sua fama. Preciso de muito mais. Dizer que Dylan Farrow está falando a verdade é dizer que Moses Farrow [irmão dela] está mentindo. Qual dos filhos de Mia herdou o gene da honestidade, e qual não?” Moses Farrow, único filho adotivo com idade suficiente para dar uma testemunho crível dos fatos, jura que o abuso nunca aconteceu e que Mia Farrow, sua mãe adotiva, ensaiou os filhos para mentirem sobre Allen. Alec Baldwin estrelou os filmes “Alice” (1990), “Para Roma, com Amor” (2012) e “Blue Jasmine” (2013), dirigidos por Woody Allen.
The Equalizer: Série baseada em O Protetor é renovada
A rede CBS renovou “The Equalizer”. O anúncio foi feito após a exibição dos primeiros quatro episódios da temporada inaugural. Graças à estreia após o Super Bowl, o episódio de estreia foi visto por um público impressionante, 20,4 milhões de espectadores, e ajudou a produção a manter números sólidos, com episódios assistidos por cerca de 11,5 milhões desde então. “‘The Equalizer’ provou ser mais do que previsto na tarefa de engajar espectadores e acumular vitórias na noite de domingo”, disse a presidente da CBS Entertainment, Kelly Kahl. “Estamos extremamente orgulhosos de ver este drama excelente, liderado por Queen Latifah, bater a competição e retornar para uma 2ª temporada.” A série é reboot de uma atração homônima, exibida nos anos 1980, em que o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. Mas seu retorno se deve, na verdade, ao sucesso de recentes adaptações cinematográficas, em que o personagem foi encarnado por Denzel Washington – em dois filmes batizados em português de “O Protetor”. Na nova série, além de se manter negra como Denzel, a personagem também mudou de sexo, trazendo a atriz Queen Latifah (“Star”) como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, aposentada de uma agência secreta, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também busca sua própria redenção. O elenco ainda destaca Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”) como filha da protagonista e Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA, além de Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. Já a produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”).
Atrizes de Agents of SHIELD serão As Meninas Superpoderosas adultas
A rede americana The CW revelou o elenco do projeto da série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. E duas das estrelas já foram mulheres superpoderosas na TV, na série “Agents of SHIELD”. Para começar, Chloe Bennet, conhecida como a heroína Tremor/agente Daisy Johnson, viverá a doce e sensível Lindinha (Blossom). Embora mais lembrada como Mal de “Descendentes”, Dove Cameron também participou da série da Marvel, como a vilã Ruby na 5ª temporada, e interpretará a líder Florzinha (Bubbles). Quem completa o trio, como a rebelde Docinho (Buttercup), é Yana Perrault, estreante nas telas, que participou recentemente do musical “Jagged Little Pill” na Broadway. Perrault é uma atriz e cantora negra, o que significa que, além de aparecerem adultas, as Meninas Superpoderosas também sofrerão transformação racial – e poderão cantar. Vale lembrar que o reboot dos desenhos introduziu uma quarta Menina Superpoderosa negra em 2017, chamada Estrelinha (Bliss), mas a nova série não inclui esta personagem. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. A segunda versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, como jovens adultas ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. O piloto, que precisa ser aprovado para virar série, será dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DOVE (@dovecameron) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Yana Perrault (@yanaperrault)
Léo Rosa (1984 – 2021)
O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.












