Top 10: A volta de “The Handmaid’s Tale” e as melhores séries da semana
A 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” começou a ser disponibilizada na plataforma Paramount+ simultaneamente ao lançamento nos EUA. Além dos novos episódios da série distópica, as novidades da semana incluem três estreias: a adaptação de quadrinhos “O Legado de Júpiter”, a animação “Star Wars: The Bad Batch” e o drama brasileiro “Onde Está Meu Coração”. Em seu retorno, “The Handmaid’s Tale” apresenta um salto temporal para mostrar June (Elisabeth Moss) já recuperada de seus ferimentos sangrentos, consequências da reação à sua artimanha para embarcar dezenas de crianças num avião em fuga do governo opressor dos antigos EUA. Agora, ela está pronta para instigar uma insurreição, mudando o tom da história, que inicialmente era um relato de opressão, para ação de resistência. No entanto, não espere que a guerra termine tão cedo. A série criada por Bruce Miller, que adapta o romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, já foi renovada para uma 5ª temporada. Portanto, a batalha continuará por pelo menos mais um ano. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens, na tentativa de provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais. O lançamento é o primeiro resultado da compra da Millarworld pela Netflix em 2017. O objetivo da aquisição era lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming. Mas “O Legado de Júpiter” não acrescenta nada nas tramas de super-heróis que os fãs do gênero já conhecem de atrações melhores, rendendo a série mais fraca do Top 10. “Star Wars: The Bad Batch” mantém o nível de excelência das animações da Lucasfilm. A primeira série animada de “Star Wars” exclusiva da Disney+ é uma continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars) e faz uma ponte inesperada com “Star Wars Rebels”. A trama acompanha o chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Como se recusam a seguir ordens genocidas do Imperador Palpatine, a falha do grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigosa por permitir decisões independentes e o Grand Moff Tarkin (vilão clássico do primeiro “Star Wars”) ordena sua destruição. Em fuga, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. “Onde Está Meu Coração” é a opção mais adulta e dramática. Gravada em 2019 e adiada em meio à pandemia de coronavírus, a minissérie gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. Com 10 episódios, a atração tem roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014), e também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Confira abaixo a seleção completa (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. The Handmaid’s Tale | EUA | 4ª Temporada (Paramount+) O Legado de Júpiter | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Star Wars: The Bad Batch | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Onde Está Meu Coração | Brasil | 1ª Temporada (Globoplay) Garota de Fora | Tailândia | 2ª Temporada (Netflix) Mystic Quest | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) The Girlfriend Experience | EUA | 3ª Temporada (Starzplay) Selena: A Série | México, EUA | 2ª Temporada (Netflix) The Good Doctor | EUA | 4ª Temporada (Globoplay) Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração | EUA | 1ª Temporada (Netflix)
Claire Foy vai estrelar nova série britânica
A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II nas duas primeiras temporadas de “The Crown”, vai estrear uma nova série. Ela será a protagonista de “Marlow”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming britânica BritBox. A trama gira em torno de duas famílias que vivem em clima de guerra na região onde o rio Tâmisa encontra as águas do Mar do Norte, na Grã-Bretanha. Foy viverá Evie Wyatt, que retorna para sua terra natal após a morte do pai, em busca de respostas e vingança. A série é um projeto do roteirista Tony Grisoni, que venceu o prêmio Bafta TV (o Emmy britânico) por “The Unloved” em 2010, em parceria com o escritor e produtor Simon Maxwell (“Deep State”). “Estou muito feliz por fazer parte deste thriller envolvente. Os roteiros de Tony e Simon são tão sugestivos desse lugar e as reviravoltas e mistérios no centro deste drama são totalmente envolventes”, disse Foy, em comunicado sobre a produção. “Evie Wyatt é uma personagem cativante, complexa e sedutora. Mal posso esperar para entrar em seu lugar.” As gravações estão previstas para começarem no outono europeu, entre setembro e dezembro para um lançamento em 2022.
Netflix cancela “Os Irregulares de Baker Street”
A Netflix cancelou a série “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars) após apenas uma temporada. Lançada em 26 de março, a série tinha ligação com o universo de Sherlock Holmes, mas não trazia o detetive como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado. O grupo não era invenção recente como “Enola Holmes”, mas personagens do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887) e ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. Só que a atração da Netflix tomou grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente eram investigados por Holmes. Além disso, os jovens assumem os papéis de detetives e não apenas de fonte de informações, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança levada adiante, cada vez mais comum nas produções atuais, foi a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, era interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco trazia Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. Como é costume, a Netflix não emitiu comunicado sobre o final da série, mantendo a preferência de não alardear seus fracassos. Mesmo assim, seria curioso saber o que motivou o fim da produção, já que em sua estreia ela chegou a aparecer no Top 10 das atrações semanais mais vistas da consultoria Nielsen – à frente de “Falcão e o Soldado Invernal”.
Stranger Things: Eleven volta ao laboratório do Dr. Brenner em teaser da 4ª temporada
A Netflix divulgou a primeira prévia da 4ª temporada de “Stranger Things”. Após um vídeo misterioso, postado na quarta (5/5) nas redes sociais, o novo material ressalta a referência de bunker vigiado, mostrando um laboratório secreto em que crianças paranormais são testadas pelo Dr. Brenner (Matthew Modine), vilão da 1ª temporada. A sequência parece um flashback de pesadelo, situação reforçada por terminar com um close de Eleven (Onze, em português, interpretada por Millie Bobby Brown) despertando assustada. A prévia sugere a volta do Dr. Brenner, apesar de o personagem ter sido supostamente morto pelo Demogorgon. O vídeo, porém, não diz quando esse mistério será revelado. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas, atrasando a estreia dos novos episódios e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.
Stranger Things: Vídeo misterioso inicia divulgação da 4ª temporada
A Netflix começou a divulgação da 4ª temporada de “Stranger Things”. A produção ganhou um vídeo misterioso, que foi postado nesta quarta (5/5) nas plataformas oficiais da série – inclusive no YouTube. Veja abaixo. O vídeo é identificado como “HNL (Hawkins Nacional Laboratory) Control Room” (sala de controle do laboratório nacional de Hawkins, em tradução literal) e mostra alguns monitores de TV que transmitem imagens bastante enigmáticas: tabuleiro de xadrez, objetos ensanguentados e arco-íris. A descrição ainda acrescenta: “Devido a dificuldades técnicas, o Laboratório Nacional de Hawkins será fechado até nova ordem. Nós voltaremos ao serviço amanhã às 9:00 ET (10:00 no Brasil)”. Os fãs acreditam que o horário se refere à revelação de um primeiro teaser/trailer dos novos episódios. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas, atrasando a estreia dos novos episódios. Apesar disso, os irmãos Duffer, criadores da série, comemoram as possibilidades propiciadas pelo hiato maior, que lhes permitiu refletir mais sobre os caminhos que querem dar para o enredo. Ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos.
Adrien Brody entra na série “Succession”
O ator Adrien Brody, vencedor do Oscar por “O Pianista” (2002), entrou no elenco da 3ª temporada de “Succession”. O ator viverá Josh Aaronson, descrito como um “bilionário ativista” que será importante na batalha pela Waystar, o conglomerado de mídia controlado pela família dos protagonistas da série da HBO. Ele se junta a Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”), Sanaa Lathan (“The Affair”), Linda Emond (“Lodge 49”) e Jihae (“Máquinas Mortais”) entre as novidades do terceiro ano da produção, que está atrasado devido às paralisações da pandemia. Criada pelo inglês Jesse Armstrong (de “Fresh Meat” e “Quatro Leões”) e produzida pelo cineasta Adam McKay (de “A Grande Aposta” e “Vice”), a série gira em torno da disputa pelo controle de um império de mídia controlado pela rica e poderosa família Roy. A 3ª temporada vai trazer o protagonista Logan Roy (o veterano Brian Cox) em uma posição perigosa, após ser emboscado por seu filho rebelde Kendall (Jeremy Strong) no final da 2ª temporada. Lutando para garantir alianças familiares, políticas e financeiras, ele se prepara para uma amarga batalha corporativa, que deve se transformar em uma guerra civil em sua própria família. As duas primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Go – que vai virar HBO Max em junho.
Loki: Tom Hiddleston anuncia antecipação da estreia da série
A Disney+ adiantou a estreia de “Loki” em dois dias e encarregou o astro da série, o ator Tom Hiddleston, para contar a novidade. “Quartas são as novas sextas”, ele diz num vídeo divulgado pela plataforma, que destaca a nova data do lançamento em 9 de junho. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), a série vai mostrar que Loki foi preso pela TVA (não confundir com a antigo provedor de TV paga), abreviatura em inglês da Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico/Tesseract (em “Vingadores: Ultimato”) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido por um agente temporal vivido por Owen Wilson (“Zoolander”) a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. “Loki” tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) no elenco.
Documentário vai retratar Ronaldo “Fenômeno” como dirigente de futebol
A nova fase do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário como presidente do time espanhol Real Valladolid vai virar uma série documental de seis episódios, que será lançada no dia 20 pela plataforma de streaming DAZN. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5/5) pelos perfis de Ronaldo e da equipe espanhola, que publicaram nas redes sociais um trailer da produção, batizada de “El Presidente”. Além de Ronaldo, a obra contará com participações de outros ex-colegas do jogador e técnicos, como Pep Guardiola, Roberto Carlos e Javier Zanetti, e aprofundará o relacionamento do campeão do mundo de 2002 com jogadores, dirigentes e funcionários do clube. O brasileiro chegou ao Valladolid em setembro de 2018 e está há dois anos e meio no comando do clube castelhano. A produção também pretende mostrar seu sofrimento durante as partidas do time, quase querendo entrar em campo. A transmissão no Brasil ainda está sendo negociada. Além desse projeto, a DAZN pretende produzir mais duas atrações sobre o lendário jogador brasileiro, apelidado de Fenômeno. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ronaldo (@ronaldo) Fue uno de los mejores jugadores de todos los tiempos. Ahora es 𝗘𝗹 𝗣𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲, nuestro Presidente. La historia de las primeras dos temporadas de @ronaldo frente al Pucela llega a @DAZN_ES el 20 de mayo 🔥#ElPresidente | #RealValladolid | #DAZN | #Ronaldo pic.twitter.com/pZaa6QVKwr — Real Valladolid C.F. (@realvalladolid) May 5, 2021
Vídeo de “Elite” apresenta novatos da 4ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo para introduzir as novidades do elenco da 4ª temporada de “Elite”. A prévia apresenta quatro novos intérpretes: Manu Ríos, Carla Díaz, Martina Cariddi e Pol Granch. Eles aparecem trajando roupas negras, em clima de fim de festa, e não no tradicional uniforme do colégio Las Encinas. Desta lista, Carla Díaz tem a carreira mais longa. A atriz de 22 anos atua desde a infância e já apareceu em 19 atrações diferentes na Espanha, entre elas as séries “Tierra de Lobos” (2010-14), “El Príncipe” (2014-16) e a recente “La Caza. Monteperdido” (2019). Já Manu Rios fazia parte do elenco da comédia “Chiringuito de Pepe” (2014-16). Martina Cariddi é a única com carreira cinematográfica, tendo aparecido em “O Guardião Invisível” (2017) e no premiadíssimo “Mientras Dure la Guerra” (2019), enquanto Pol Granch é o menos experiente. Cantor revelado pelo concurso de calouros “X Factor” espanhol em 2018, ele faz sua estreia como ator. Um teaser anterior revelou que o personagem de Manu Rios vai se meter entre o relacionamento de Omar (Omar Ayuso) e Ander (Arón Piper). Ele chega para balançar o casal original e aumentar a temperatura LGBTQIA+ da série espanhola. Mas ainda há poucas informações sobre os demais. Embora a série criada por Carlos Montero e Darío Madrona esteja ganhando novidades, a atração também perdeu integrantes de seu elenco. A próxima temporada não terá as voltas de Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) e ainda perderá mais dois ao longo dos próximos capítulos. Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que saem da produção no quarto ano. A série espanhola retorna em 18 de junho e já se encontra renovada para a 5ª temporada – que introduzirá ainda mais personagens, um deles interpretado pelo brasileiro André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”.
Lupin: Veja as primeiras fotos da segunda parte da série
A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª parte de “Lupin”, que vão acompanhar a luta do protagonista para recuperar seu filho raptado. A série, que se tornou o maior sucesso de língua francesa da plataforma, teve 10 episódios originalmente gravados. Entretanto, a Netflix dividiu a exibição desses capítulos em duas partes, disponibilizando apenas cinco deles em 8 de janeiro. Por isso, a empresa assumiu que “a segunda parte já estava confirmada antes mesmo da primeira lançar” (sic). A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. A estreia dos novos episódios vai acontecer neste ano, mas a Netflix ainda não confirmou a data. Só que não vai ficar nisso. O sucesso foi tanto que o criador da série, George Kay, disse à Variety que planeja mais temporadas e que os dez primeiros episódios “são o primeiro capítulo de uma série maior”. Lupin Part 2 is coming … soon In the meantime, here's your first look at Part 2. pic.twitter.com/CE96cqKtAE — Netflix (@netflix) May 5, 2021
House of the Dragon: Série derivada de “Game of Thrones” ganha primeiras fotos oficiais
A HBO divulgou as primeiras fotos oficiais de “House of the Dragon”, série passada no universo de “Game of Thrones”. São três imagens que destacam alguns dos personagens centrais. A primeira reúne dois membros da família real: o príncipe Daemon Targaryen (irmão do rei), vivido por Matt Smith (“Doctor Who”) e a princesa Rhaenyra Targaryen (filha do rei), na pele de Emma D’Arcy (“Truth Seekers”). A segunda traz o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos) Otto Hightower, encarnado por Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), e sua filha Alicent Hightower, em atuação de Olivia Cooke (“Bates Motel”). Já a última registra Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar, interpretado por Steve Toussaint (“It’s a Sin”). Centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a série se passará muitos anos antes da série original, e ainda traz Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente A trama foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, autor da saga literária que inspirou “Game of Thrones”, e é baseada num livro do escritor, “Fogo & Sangue”. A produção começou na semana passada e também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirige o piloto e capítulos adicionais. Ainda não há previsão para a estreia. Princess Rhaenyra Targaryen & Prince Daemon Targaryen. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/uK0FigUbhq — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021 Alicent Hightower & Otto Hightower. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/QI3Bl9pZyJ — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021 The Sea Snake. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/mSmqhz1Fkb — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021
Paulo Gustavo (1978-2021)
O ator Paulo Gustavo, um dos maiores nomes da nova safra do humor brasileiro, morreu aos 42 anos por complicações relacionadas à covid-19. Internado com sintomas da doença desde o dia 13 de março, ele foi entubado oito dias depois e continuou a apresentar piora do quadro respiratório, precisando sofrer intervenções cirúrgicas e broncoscópicas e ser submetido à terapia por ECMO, uma técnica também conhecida como pulmão artificial que auxilia na oxigenação do sangue. Seu estado de saúde se agravou definitivamente no domingo passado (2/5), em decorrência de uma fístula bronquíolo-venosa (uma abertura entre os pulmões e as veias), permitindo a passagem de bolhas de ar na corrente sanguínea. Isto causou uma embolia, que atingiu seu sistema nervoso central, tornando o quadro irreversível. O falecimento foi anunciado no começo da noite desta terça (4/5). “Às 21h12 desta terça-feira, lamentavelmente o paciente Paulo Gustavo Monteiro faleceu, vítima da covid-19 e suas complicações. Em todos os momentos de sua internação, tanto o paciente quanto os seus familiares e amigos próximos tiveram condutas irretocáveis, transmitindo confiança na equipe médica e nos demais profissionais que participaram de seu tratamento”, disse a equipe do ator, em nota enviada à imprensa. “A equipe profissional que participou de seu tratamento está profundamente consternada e solidária ao sofrimento de todos”, completou o comunicado. Natural de Niterói, Paulo usou a cidade como cenário dos filmes de “Minha Mãe é uma Peça” e encontrava inspiração em várias histórias de sua vida, baseando-se em sua mãe para criar sua personagem mais conhecida, Dona Hermínia, protagonista da mais famosa trilogia cinematográfica do Brasil. Dona Hermínia surgiu pela primeira vez em 2004 na peça “Surto”, que Paulo estrelou ao lado de Samatha Schmütz. “A primeira vez que minha mãe viu, ela brincou: ‘quero 10% da bilheteria, sou eu que estou ali!”, o ator contou no “Programa do Jô” em 2007. A personagem ganhou ainda mais destaque em 2006, com a estreia de “Minha Mãe é uma Peça”, com a qual Paulo Gustavo ganhou o Prêmio Shell de Melhor Ator. Dona Hermínia entrou para a História do teatro num grande monólogo, escrito e interpretado pelo comediante, representando a personalidade de uma típica dona de casa brasileira, sempre à beira de um ataque de nervos. Antes de adaptar a peça para os cinemas, o ator começou a fazer pequenas participações na TV, aparecendo na novela “Prova de Amor”, da Record, e nas séries “Minha Nada Mole Vida” e “A Diarista”, da Globo. Ele integrou até o “Sítio do Picapau Amarelo”, num longo arco de 2007 como delegado de polícia, ocasião em que começou a chamar atenção por sua capacidade de se conectar com o público infantil. Conexão que também foi explorada no cinema, em “Xuxa em O Mistério de Feiurinha” (2007). Seu primeiro destaque nas telas foi o cabeleireiro Renée do filme “Divã”, de 2009, que voltou a aparecer na série homônima da Globo de 2011, roubando as cenas da protagonista, vivida por Lilia Cabral. No mesmo ano, a personalidade expansiva e divertida fez a Globo apostar em Paulo Gustavo para encabeçar vários projetos, visando uma guinada do canal pago Multishow rumo ao humor. O primeiro sucesso foi o humorístico “220 Volts”, seguido, dois anos depois, por “Vai que Cola” e, mais adiante, “A Vila”. Ele levou a divertida e resmungona Dona Hermínia para o cinema em 2013, no primeiro “Minha Mãe é uma Peça – O Filme”, que foi seguido por “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014) e “Vai que Cola – O Filme” (2015), todos campeões de bilheteria. Depois do sucesso de “Minha Mãe é uma Peça 2” (2016), que arrecadou surpreendentes R$ 123,8 milhões, Paulo Gustavo tornou-se tão conhecido que apareceu como ele mesmo pela primeira vez no cinema, na comédia teen “Fala Sério, Mãe” (2017), com Larissa Manoela. O ator soube equilibrar o sucesso comercial com o sucesso pessoal. Em meio ao estouro de seus filmes, ele se casou com o médico Thales Bretas, com quem teve dois filhos, Gael e Romeu, através de uma barriga de aluguel. Os meninos nasceram em agosto de 2019. Entre as festividades, Paulo Gustavo estrelou as continuações “Minha Vida em Marte” (2018) e “Minha Mãe é uma Peça 3” (2019), quebrando recordes de bilheteria. Em 2020, seu terceiro filme da Dona Hermínia se tornou a maior bilheteria do cinema brasileiro de todos os tempos, com faturamento de R$ 143,9 milhões. Prestigiado como fenômeno cinematográfico, ele passou a ser tratado como grande estrela da Globo, que resolveu exibir um especial de fim de ano de “220 Volts” em sua programação, permitindo a Paulo Gustavo apresentar aos espectadores do canal seus vários personagens, incluindo Senhora dos Absurdos, Maria Enfisema, o Palyboy, e outros, no final de 2020. O canal também trouxe as primeiras temporadas de “Vai que Cola” para a TV aberta e planejava produzir uma série inédita em torno de Dona Hermínia. Ao mesmo tempo, o ator não escondia sua preocupação com o coronavírus. Em maio do ano passado, chegou a se definir “paranoico” com a pandemia. “Estou porque tenho problema respiratório. A medicina não sabe como esse vírus reage dentro de cada pessoa”. Ele contou que estava cumprindo à risca o isolamento por pavor de se contaminar. “Tenho medo de pegar isso, a pessoa não saber o que usar em mim e eu morrer. Tenho medo”, explicou, em entrevista a Ingrid Guimarães, no canal de YouTube do programa “Além da Conta”. Apesar de todos os cuidados, ele acabou contraindo o vírus e mesmo lutando muito não conseguiu resistir. Um boletim médico divulgado na segunda (3/5) revelou que ele chegou a readquirir consciência no fim de semana e interagir com a equipe e com seu marido, conseguindo se despedir.
“Big Sky” é renovada para 2ª temporada
A rede americana ABC anunciou a renovação de “Big Sky”, uma das séries estreantes mais bem-sucedida da TV americana em 2020. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. Na série de suspense rural, a detetive é vivida por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e faz parceria com a ex-policial Jenny Hoyt, interpretada por Katheryn Winnick (“Vikings”). As duas se juntam em uma busca por jovens que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Mas logo a investigação revela que as garotas não são as únicas desaparecidas e que a região tem um longo histórico criminal. “Big Sky” foi a segunda série renovada pela ABC na temporada, após o anúncio da continuidade de “The Good Doctor” na segunda-feira (3/5). Produzida pela 20th Television em associação com a A+E Studios, a série ainda é inédita no Brasil, mas deve chegar em breve pela plataforma Star+ (Star Plus), a “Hulu brasileira” da Disney.












