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    Michael K. Williams (1966-2021)

    6 de setembro de 2021 /

    O ator Michael K. Williams, um dos protagonistas da premiada série “Lovecraft Country”, foi encontrado morto em seu apartamento em Brooklyn, Nova York, nesta segunda-feira (6/9). O jornal New York Post relatou que o corpo do ator de 54 anos foi descoberto por seu sobrinho ao visitá-lo às 14 horas desta tarde. O jornal também informou que, ao ser chamada ao local, a polícia não se deparou com sinais de arrombamento, mas teria encontrado drogas, o que faz a investigação considerar a hipótese de overdose e também de suicídio. Michael Kenneth Williams começou a carreira artística como dançarino de hip-hop e chegou a participar de turnês de Madonna e George Michael. Seu primeiro registro em vídeo explorou seu lado sexy, numa aparição sem camisa no clipe da música “Secret”, de Madonna, em 1994. Mas essa atividade não pegou bem na sua vizinhança barra pesada. “Enquanto crescia, fui alvo de muitas perseguições”, ele relatou à revista Time em 2017. “Eu não era popular com a turma, nem com as mulheres. Em uma comunidade de machos alfa, ser sensível não é considerado uma qualidade.” A reprovação culminou numa briga violenta num bar, que o deixou com uma cicatriz permanente, cortando seu rosto de ponta a ponta. O ataque visava acabar com sua carreira com uma deformidade, mas, na prática, aumentou a propensão de Hollywood para lhe dar papéis que envolviam atividades violentas. Sua transformação em ator ocorreu por intermédio de outro ídolo musical, ninguém menos que o rapper Tupac Shakur, que convenceu o diretor Julien Temple a escalá-lo como seu irmão no thriller criminal “Bullet”, de 1996, justamente por causa da cicatriz em seu rosto. Williams deu sequência ao papel com outros thrillers criminais e uma pequena participação em “Vivendo no Limite” (1999), de Martin Scorsese, antes de ser escalado como Little Omar na série “A Escuta” (The Wire), produção da HBO sobre o submundo do tráfico em Baltimore, EUA, que durou cinco temporadas e lhe deu grande visibilidade. Em 2008, o então senador Barack Obama declarou Omar seu personagem favorito da TV americana. “Omar se tornou um alter ego”, disse ele na entrevista da Time. “Um gay que não gosta de roupas chiques ou carros chiques, não usa drogas, nem pragueja e rouba a maioria dos traficantes gangster da comunidade. Ele é um pária, e me identifiquei imensamente com isso. Em vez de usá-lo como uma ferramenta para talvez me curar, me escondi atrás disso. Ninguém mais reparou em Michael nas ruas. Tudo era Omar, Omar, Omar. Eu confundi essa admiração. Estava bem. Mas as reverências não eram para mim. Eram para um personagem fictício. Quando aquela série acabou, junto com aquele personagem, eu não tinha ideia de como lidar com isso. Eu desmoronei.” Mas o ator não ficou tempo nenhum parado. O sucesso da série abriu as portas para várias outras produções importantes, desde filmes como “Medo da Verdade” (2007), “Atraídos Pelo Crime” (2009), “A Estrada” (2009) e “12 Anos de Escravidão” (2013), a inúmeras participações em séries. Na própria HBO, ele voltou a se destacar no papel de Chalky White em “Boardwalk Empire”, outra produção criminal, desta vez passada durante a era da Lei Seca, exibida de 2010 a 2014. Ele também teve pequenos papéis nos blockbusters “O Incrível Hulk” (2008) e “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014), além de arcos importantes nas séries “Alias” (em 2005) e “Community” (em 2011 e 2012), sem esquecer atuações em “RoboCop” (2014), “O Mensageiro” (2014), “Vício Inerente” (2014), “O Apostador” (2014), “Bessie” (2015), “Caça-Fantasmas” (2015), “Assassin’s Creed” (2016), “Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe” (2019), etc. Entre seus últimos trabalhos, estão as séries “The Night Of” (2016) na HBO, “Hap and Leonard” (2016-2018) na Amazon, “Olhos que Condenam” (2019) na Netflix, e “Lovecraft Country” (2020), novamente na HBO. Três delas lhe renderam indicações ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, categoria em que também foi reconhecido pelo telefilme “Bessie”, da HBO. Embora não tivesse vencido anteriormente, era forte a expectativa para sua primeira premiação da Academia de Televisão por “Lovecraft Country”, graças ao emocionante desempenho como Montrose Freeman, o pai do protagonista Atticus (Jonathan Majors) e um homem gay que escondia sua verdade do próprio filho. A premiação vai acontecer em duas semanas, no dia 19 de setembro.

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  • Série

    Star+ lança episódio inédito de “The Walking Dead” na noite de domingo

    5 de setembro de 2021 /

    A plataforma Star+ (Star Plus) começou a liberar os episódios inéditos da 11ª e última temporada de “The Walking Dead”. Com estreia simultânea à exibição na TV americana, os capítulos vão chegar sempre aos domingos, às 23h. Era o que fazia o antigo canal pago Fox. A diferença é que, no streaming, o assinante pode escolher se vai assistir dublado em português ou no idioma original com legendas, além de parar, voltar, adiantar e rever as cenas. Lançada na terça-feira (31/8), a plataforma estreou com os dois primeiros episódios da temporada e incluiu neste domingo (5/9), pontualmente às 23h, o terceiro capítulo. O próximo será disponibilizado no dia 12. O fim de “The Walking Dead” terá um total de 24 episódios, a quantidade de toda a série. Mas a exibição será dividido em três partes, com duas grandes interrupções. Apenas oito capítulos fazem parte da atual leva, enquanto as demais ficaram para o ano que vem.

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  • Série

    The Sinner: Bill Pullman investiga novo mistério no trailer da 4ª temporada

    5 de setembro de 2021 /

    O canal pago americano USA divulgou o trailer da 4ª temporada de “The Sinner”, que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A prévia dos novos episódios mostra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) tendo que desvendar um novo mistério na ilha de Hanover. Tudo começa quando ele vê uma mulher caminhando em direção a um penhasco perto do oceano antes de desaparecer. Esta mulher é Percy Muldoon (Alice Kremelberg, de “Orange Is the New Black”), filha de uma família abastada da ilha. Após seu testemunho, autoridades vasculham as águas ao redor, mas não encontram sinais de um corpo. Na verdade, uma testemunha afirma ter visto Percy ir embora após a ligação inicial de Harry para o 911, forçando-o a questionar se ele realmente viu o que pensa que viu. Meg (Frances Fisher, de “Watchmen”), a matriarca da família Muldoon, também não acredita que Percy teria se matado. Mas a jovem talvez tenha se escondido, com medo de uma ameaça real a sua vida, mantida em segredo pela família. Além de Pullman, a continuação também terá a volta de Jessica Hecht como Sonya, a parceira do detetive, e a mesma equipe de bastidores comandada pelo criador-showrunner Derek Simonds, incluindo a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada e é produtora executiva da atração. A estreia da 4ª temporada está marcada para 13 de outubro nos EUA.

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  • Série

    Veja nova cena da versão live-action de “Rick and Morty” com Christopher Lloyd

    5 de setembro de 2021 /

    O Adult Swim divulgou mais um vídeo curto com Christopher Lloyd, o eterno Doc Brown de “De Volta Para o Futuro”, como a versão live-action do cientista maluco de “Rick and Morty”. O ator aparece ao lado de Jaeden Martell (“It – A Coisa”), intérprete de Morty, numa cena que evoca um famoso episódio da série animada, em que eles são transformados em pickles. A versão live-action deve se materializar num dos dois episódios finais da 5ª temporada da animação, previstos para ir ao ar neste domingo (5/9) nos EUA. Os criadores de “Rick and Morty”, Dan Harmon e Justin Roiland, nunca esconderam que se inspiraram em Doc Brown para criar Rick Sanchez, nem que a própria animação nasceu como uma paródia de “De Volta para o Futuro”. O detalhe é que Lloyd já havia dito que era fã e adoraria interpretar um papel na série. O episódio com a participação especial poderá ser visto no Brasil pela HBO Max, que tem disponibilizado a série simultaneamente à exibição americana. C-1.21 #rickandmorty pic.twitter.com/wQAjqnXO5T — adult swim (@adultswim) September 5, 2021

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  • Filme

    Estreia de “Shang-Chi” só perde pra “Viúva Negra” nos EUA

    5 de setembro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” está comemorando a segunda maior estreia do ano nos EUA e Canadá, atrás apenas de outra produção da Marvel, “Viúva Negra”. Faturou US$ 71,4 milhões em 4,3 mil salas, enquanto o filme de Scarlett Johansson fez US$ 80,3 milhões. Mas a diferença entre as duas produções é maior. “Viúva Negra” foi distribuída simultaneamente nos cinemas e na Disney+ – e a atriz abriu processo contra o estúdio por causa disso – , somando ainda mais US$ 60 milhões em valores digitais. Já o primeiro longa com protagonistas asiáticos do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi “um teste” para verificar como o mercado reagiria a um lançamento da Marvel exclusivo do circuito cinematográfico em meio a mais uma onda da pandemia. Além de dar à Disney uma comparação para levar aos tribunais contra Johansson, o desempenho se mostrou bastante positivo para o mês de setembro, que geralmente recebe poucos blockbusters e por isso costuma ser dominado por filmes de terror. Não por acaso, apenas dois outros títulos tiveram estreia melhor nesse mês que o longa estrelado pelo pouco conhecido Simu Liu, “It – A Coisa” (2017) e sua continuação de 2019. Como na segunda-feira (6/9) é feriado do Dia do Trabalho nos EUA, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” também deve estabelecer um recorde em sua estreia. A expectativa é que ele chegue a US$ 83,5 milhões no período de quatro dias, mais que o dobro da marca de melhor fim de semana do Dia do Trabalho anterior, que pertencia ao remake de “Halloween” com US$ 30,6 milhões ao longo de quatro dias em 2007. “Ao quebrar os recordes de bilheteria do Dia do Trabalho com uma história de origem nova para muitos fãs, ‘Shang-Chi’ deu uma declaração enfática: as pessoas realmente querem voltar ao cinema”, disse Rich Gelfond, CEO da Imax, em um comunicado. “É claro que uma ótima produção somada a um lançamento cinematográfico exclusivo segue sendo uma fórmula vencedora de bilheteria, e este filme inovador lançou com sucesso uma nova e excitante jornada cinematográfica para a Marvel e um grande sucesso de bilheteria para a indústria”, completou. O interesse do público no filme foi estimulado por críticas positivas, que chegaram a 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, e comentários ruidosos nas redes sociais a respeito das cenas pós-créditos, com participações especiais que colocam Shang-Chi à frente dos próximos acontecimentos do MCU. E o sucesso não foi restrito à América do Norte. O lançamento internacional também impulsionou o primeiro super-herói asiático da Marvel ao 1º lugar de vários países, especialmente no Reino Unido, onde seus US$ 7,7 milhões representaram a maior bilheteria de estreia de toda a pandemia na região. Outros mercados em que a abertura foi notável incluem Coreia do Sul (com US$ 6,5 milhões), França (US$ 4,3 milhões), Rússia (US$ 3,2 milhões) e Japão (US$ 2,8 milhões). Ao todo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou US$ 127,6 milhões em todo o mundo, marca que também ficou abaixo dos US$ 149 milhões de arrecadação global de “Viúva Negra” em seu primeiro fim de semana nos cinemas. O resto das bilheterias manteve-se bem distante desses valores. Ao perder a liderança, o terror “A Lenda de Candyman” fez US$ 10,44 milhões, seguido por “Free Guy – Assumindo o Controle” com US$ 8,7 milhões, “Patrulha Canina – O Filme” com US$ 4 milhões e “Jungle Cruise” com US$ 3,9 milhões. E vale reparar que neste bolo há mais duas produções da Disney.

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  • TV

    Rafael Portugal vai estrelar série no Multishow

    4 de setembro de 2021 /

    O humorista Rafael Portugal, que fez bastante sucesso à frente do “CAT BBB”, quadro do “Big Brother Brasil” lançado em 2020, vai ganhar uma série no Multishow no ano que vem. De acordo com informações adiantadas pela colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, será uma mistura de reality com ficção. Na atração, ele ficará desesperado depois de perder o emprego no “BBB” e tentará outra vaga na Globo. O projeto está sendo desenvolvido junto à equipe de Boninho, o produtor do “Big Brother Brasil”. A ideia é exibir logo após a próxima edição do reality show, no começo de 2022. Antes do quadro no “BBB”, Rafael Portugal já tinha uma carreira consolidada no teatro e chamava a atenção em vídeos do Porta dos Fundos.

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  • Série

    Dead Boy Detectives: Criação de Neil Gaiman na DC Comics vai virar série

    4 de setembro de 2021 /

    A HBO Max está desenvolvendo uma adaptação de “Dead Boy Detectives”, personagens de quadrinhos da DC Comics criados por Neil Gaiman. Introduzidos originalmente nas páginas de “Sandman” em 1991, os detetives mirins mortos são Edwyn e Charles, fantasmas de dois garotos que, após suas mortes, decidiram permanecer na Terra para investigar crimes sobrenaturais. Edwyn e Charles fizeram tanto sucesso que acabaram retornando dois anos depois no crossover “A Cruzada das Crianças” (Children’s Crusade), que juntou vários personagens da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, antes de ganhar sua própria minissérie em 2001, uma graphic novel em 2005 e uma série mensal em 2014, entre várias participações em outras publicações. Sua trajetória live-action também vai começar no título de outros personagens. Os dois já vão aparecer na 3ª temporada de “Patrulha do Destino”, que estreia dia 23 de setembro, interpretados por Ty Tennant (“War of the Worlds”) e Sebastian Croft (“Game of Thrones”). O roteiro do piloto está sendo escrito por Steve Yockey, criador de um dos maiores sucessos da HBO Max, “The Flight Attendant”. Ele também será um dos produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (criador de “Patrulha do Destino”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). A expectativa é de que o piloto seja gravado em novembro. O resultado precisará agradar aos executivos da HBO Max para virar série. Veja abaixo algumas capas da publicação original da DC/Vertigo.

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  • Série

    “Rick and Morty” ganha versão live-action com Christopher Lloyd e Jaeden Martell

    4 de setembro de 2021 /

    O Adult Swim divulgou no Twitter um curto vídeo que traz Christopher Lloyd, o eterno Doc Brown de “De Volta Para o Futuro”, como a versão live-action do cientista maluco de “Rick and Morty”. O ator aparece ao lado de Jaeden Martell (“It – A Coisa”), intérprete de Morty, numa cena que deve fazer parte de um dos dois episódios finais da 5ª temporada da animação, previstos para ir ao ar neste domingo (5/9) nos EUA. Os criadores de “Rick and Morty”, Dan Harmon e Justin Roiland, nunca esconderam que se inspiraram em Doc Brown para criar Rick Sanchez, nem que a própria animação nasceu como uma paródia de “De Volta para o Futuro”. O detalhe é que Lloyd já havia dito que era fã e adoraria interpretar um papel na série. O episódio com a participação especial poderá ser visto no Brasil pela HBO Max, que tem disponibilizado a série simultaneamente à exibição americana. C-132 #rickandmorty pic.twitter.com/oq54C9C5TW — adult swim (@adultswim) September 3, 2021

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  • Série

    “Law & Order: SVU” vai perder dois integrantes de seu elenco

    4 de setembro de 2021 /

    A duradoura “Law & Order: SVU” vai perder dois integrantes de seu elenco. Jamie Gray Hyder, que vive a oficial Kat Tamin, e Demore Barnes, intérprete do subchefe Christian Garland, estão deixando a série. Segundo o site Deadline, suas saídas vão acontecer durante a estreia da 23ª temporada, que irá ao ar, com a exibição de dois episódios, no dia 23 de setembro nos EUA. Os dois personagens não tem longa história na atração, que começou a ser exibida no século passado. Ambos foram introduzidos no 21º ano da produção como recorrentes e acabaram promovidos a regulares na temporada passada. A personagem Kat foi a primeira oficial lésbica da série e o segundo personagem LGBTQIAP+ desde o Dr. George Huang, interpretado por BD Wong, que saiu na 12ª temporada. O elenco da atração também inclui Mariska Hargitay, Ice T, Peter Scanavino e Kelli Giddish. Série mais antiga da TV americana, “Law & Order: SVU” segue a Unidade de Vítimas Especiais do Departamento de Polícia de Nova York, um esquadrão de elite de detetives que investiga crimes de agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica. A 23ª temporada vai começar poucas horas depois das últimas cenas exibidas em junho passado, quando Catalina Machado (Zabryna Guevara) foi presa por tráfico de mães solteiras que viviam em abrigos, em um complexo esquema de moradia para sexo. Ela agora quer atacar seus superiores em troca de um acordo com os federais e nomeia um poderoso congressista como o peixe grande. É um caso decisivo para o NYPD e coloca uma enorme pressão sobre todo o time da SVU para obter uma condenação. A atração já está renovada para sua 24ª temporada

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    Yellowstone: Trailer da 4ª temporada mostra atentados contra protagonistas

    4 de setembro de 2021 /

    A Paramount divulgou o trailer impactante da 4ª temporada de “Yellowstone”, série mais vista da TV paga americana. Além de retomar a história após o personagem de Kevin Costner ser baleado e deixado para morrer na beira de uma estrada no final da temporada anterior, a prévia mostra mais atentados e novos integrantes da trama com risco de vida. Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”), além de Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) a partir da 3ª temporada. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A série faz tanto sucesso que vai ganhar spin-off, um prólogo chamado “Y: 1883”, focado na origem da fortuna da família Dutton no Velho Oeste. “Yellowstone” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.

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  • Série

    “Only Murders in the Building” vira série de comédia mais vista da Hulu

    4 de setembro de 2021 /

    A série “Only Murders in the Building”, estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short, tornou-se a comédia mais assistidas da Hulu desde o lançamento da plataforma. Apesar de não revelar nenhum número de visualização específico, como é praxe nos streamings da Disney, a Hulu informou que o resultado vem do “número total de usuários distintos e individuais que assistiram a qualquer episódio da série” em sua estreia, disse um porta-voz. “Only Murders in the Building” estreou na terça passada (31/8) e junta os comediantes veteranos Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez nos papéis de três vizinhos obcecados por documentários criminais que, quando um morador de seu prédio é assassinado, veem-se em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”) e além do trio famoso também inclui Amy Ryan (“The Office”), Aaron Dominguez (“Shaft”), Nathan Lane (“Modern Family”) e até o cantor Sting no elenco. Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. O lançamento no Brasil também aconteceu na terça-feira com a inauguração da plataforma Star+, que é a equivalente nacional da Hulu. Veja abaixo o trailer oficial legendado da série feito para o novo serviço de streaming.

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  • Filme

    Críticos elogiam visual de “Duna”, mas reclamam da narrativa hermética

    3 de setembro de 2021 /

    A première mundial de “Duna” aconteceu nesta sexta (3/9) no Festival de Veneza, fora de competição, diante de 8 minutos de aplausos efusivos. Integrante do júri do festival, a cineasta Chloe Zhao, vencedora do Oscar por “Nomadland”, resumiu a impressão geral causada pelo épico de ficção científica ao correr pelos corredores da histórica Sala Grande para cumprimentar o diretor Dennis Villeneuve com um grande abraço após a sessão, gritando “fantástico!”. O filme também recebeu suas primeiras críticas internacionais. Algumas resenhas já preveem que “Duna” será indicado à várias categorias técnicas do Oscar, como Fotografia, Som e Efeitos Visuais, mas não deve ir muito além disso, porque se o visual é impressionante, há problemas de roteiro. Mesmo dividindo o livro de Frank Herbert em dois filmes diferentes, Villeneuve teve dificuldades para adaptar a história, sem superar os problemas já detectados na tentativa anterior de adaptar a obra em 1984: a parte arrastada no deserto de Arakis e a quantidade de personagens e nomes citados na trama. “A menos que você esteja suficientemente informado sobre o clássico da ficção científica de Frank Herbert de 1965 para distinguir seus Sardaukars de suas Bene Gesserit, é provável que você não vá não muito longe em ‘Duna'”, observou a revista The Hollywood Reporter. “Apesar de ser parte jornada do herói e parte história de sobrevivência, o filme continua jogando detalhes misteriosos em você, o que pode emocionar os geeks de Herbert, mas fará com que quase todo o resto desista”. “Se você já está mergulhado na mitologia de Herbert, vai se emocionar com cada palavra sussurrada. Mas se entrar sem saber a diferença entre um escudo Holtzman e um buraco no chão, é uma caminhada mais longa”, concordou a revista Entertainment Weekly, numa crítica que deu ao filme uma nota “B”. Não é à toa que Villeneuve reclamou tanto do lançamento híbrido, que levará o longa ao cinema e à HBO Max simultaneamente nos EUA. Segundo as críticas, o forte de “Duna” são as imagens e não a narrativa. “‘Duna’ é um filme que ganha cinco estrelas por sua construção de mundo, mas duas estrelas e meia pela narrativa”, pontuou a revista Variety. Já o visual foi elogiado de forma unânime. O jornal britânico The Guardian estampou que a produção é “cinema blockbuster no seu melhor, estonteante e deslumbrante”. “Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida, às vezes plausivelmente enervante”, reforçou o Los Angeles Times. “Tecnicamente brilhante, visualmente maravilhoso, com um elenco de primeira categoria e conceitos profundos de ficção científica. Pena que se arraste tanto em sua segunda metade”, considerou o site IGN. Vale lembrar que, no passado, muitos desistiram de filmar “Duna” porque consideraram impossível condensar o livro de Herbert num único filme. Responsável pela primeira tentativa em 1975, Alejandro Jodorowsky concluiu que a adaptação teria que ter 15 horas. O estúdio, claro, queria um filme de no máximo 1h50. Nove anos depois, David Lynch tentou fazer o que podia com esta limitação de tempo, mas acabou estourando a duração exigida. Por isso, sua obra sofreu vários cortes durante a edição, a mando do produtor Dino De Laurentiis, o que dificultou o entendimento da trama complexa e causou seu fracasso nas bilheterias. Villeneuve acreditava ter encontrado a solução ao dividir a história em duas partes, de modo a apresentar a trama completa com cinco horas de duração. A crítica, pelo visto, achou que isso não ajudou tanto quanto ele imaginava. “Talvez o material base, com o seu interminável glossário de termos que descrevem lugares, pessoas, tradições religiosas e sistemas políticos, seja denso demais para ser traduzido em algo cinematograficamente ágil. O filme de Villeneuve parece apressado e arrastado ao mesmo tempo, com muitos diálogos expositivos e de preparação em torno de seus sets monolíticos”, descreveu a revista Vanity Fair. Apesar de interromper a história antes do fim, a continuação ainda não está confirmada. Por isso, o lançamento acontece sob uma condição preocupante, como lembrou a revista Empire: “Será uma pena se a parte 2 nunca acontecer.” Para quem não conhece, a história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Aqueles que controlam a Especiaria têm uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), entre outros. Após a première em Veneza, “Duna” terá sua primeira exibição na América do Norte no próximo fim de semana, durante o Festival de Toronto, no Canadá. O longa também vai passar pelo Festival de Nova York no começo de outubro, antes de estrear em circuito comercial. O lançamento nos cinemas do Brasil está marcado para 21 de outubro, um dia antes dos EUA. Veja abaixo o trailer mais recente da produção.

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  • Série

    Pode chorar. “La Casa de Papel” derruba maior teoria dos fãs

    3 de setembro de 2021 /

    A chegada da Parte 5 de “La Casa de Papel” à Netflix nesta sexta (3/9) está causando comoção nas redes sociais. Os primeiros cinco episódios da reta final – que será concluída só em dezembro – derrubaram a maior teoria dos fãs. E é um spoiler que quem não viu não vai querer saber. Não leia abaixo de jeito nenhum. Spoiler monstro: trata-se simplesmente da morte de Tóquio, a personagem icônica de Úrsula Corberó. Narradora da série desde a 1ª temporada, Tóquio era a grande protagonista feminina de “La Casa de Papel”. Por ser quem conta a história, era a única personagem que todos acreditavam que sobreviveria. Mas a sequência que encerra a nova leva de episódios não deixa dúvidas sobre o seu destino, enquanto outros personagens têm a definição de vida e morte suspensa no momento da interrupção da temporada. O episódio 5 é praticamente todo dedicado a ela, com muitos flashbacks, a vingança da morte de sua melhor amiga, Nairóbi (Alba Flores), e uma cena de despedida comovente com Rio (Miguel Herrán). Inconsoláveis, os fãs inundaram as redes sociais de lamentos, memes e spoilers. Veja alguns abaixo. Ainda não tinha superado a Nairobe e agora… I'm devastated #lacasadepapel pic.twitter.com/Dws1iJDDRl — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Como eu fiquei depois desse final da primeira parte:#LaCasaDePapael#LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/Ok26MHQzAW — Mayara (@comentmayy) September 3, 2021 Netflix, de seus pulos pra reviver ela…. #lacasadepapel pic.twitter.com/DX5lHC3swS — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Selfie de quem achou que por narrar a história, a Tokio não ia morrer #LaCasaDePapel pic.twitter.com/KRRODRbLTU — deek (@Carlus_Cs7) September 3, 2021 Teoria: a tokio foi a única sobrevivente e está narrando a série da cadeia Diretor resolve matar a tokio Eu: pic.twitter.com/kkouFgiyHG — Mr Fedr (@MrFedr) September 3, 2021 Estou a chorar 🥲Terminei a 1° da 5° Temporada de La Casa de Papel pic.twitter.com/YI5DjcEHGA — Potatin (de volta) (@MrPotatinBR) September 3, 2021 Este último episódio da temporada 5 da la casa de papel é só uma tortura!!#LCDP5 — 💥𝔅𝔢𝔞𝔱𝔯𝔦𝔷💥 (@la_piquinina) September 3, 2021 ELA FAZIA MERDA? FAZIA! MAS ELA MERECIA MAIS, EU NÃO TO ACREDITO, ERA PRA ELA CASAR E TER FILHOS COM O RIO, EU VIM NESSA VIDA DESTINADA A SOFRER? #LaCasaDePapel #LCDP5 / tokio pic.twitter.com/45jUz2h6wC — tvdxuniverso (@tvdxuniverso) September 3, 2021 Por isso n vou mais assistir, n tem a Tóquio, perdeu a graça — Mari 🌛 (@iStilesgf) September 3, 2021 Eu não tiro dinheiro do meu 🆒️ ,pra pagar Netflix e assistir #LaCasaDePapel e passar pela mesma coisa que eu passei em Ultimato não… pic.twitter.com/0bBqfbnxs8 — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Eu passei só 5 episódios inteiros torcendo pra q não morresse ninguém ,ao menos q matassem os fdp do Gandia e do Arturo ,poderia morrer qualquer um pra matar eles dois ,menos a Tóquio Netlfix ,menos ela…. eu não passo esse pano #LaCasaDePapel #LCDP #tóquio pic.twitter.com/yiX6SpGzmb — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Tomou 17162673 tiros e a mulher ainda ficou viva, pra matar o Gandia e a cambada, vcs podem até não gostar da Tóquio, mas falar que ela não é foda tmlc. Te amo Tóquio! Obrigada por tudo 😭 #LCDP4 pic.twitter.com/Xy6ib10k9J — lu 🌈 (@faxxfa3) September 3, 2021 Que “final” foi esse????????Tokio a melhor. Ninguém acima dela. Tokio pra sempre. Tokio eternamente heroína. #LaCasaDePapel pic.twitter.com/hSrGOw3dr3 — ris (@rismsl) September 3, 2021 quero saber como vai ser a serie agora sem a narração da toquio #LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/x0sTPKxWmD — fel¡pe៹ lcdp spoilers (@lovzblake) September 3, 2021

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