“Outer Banks” é renovada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Outer Banks” para a 3ª temporada. Publicado nesta terça (7/12) nas redes sociais da plataforma, o anúncio demorou cinco meses, deixando os fãs tensos desde julho passado, quando o segundo ano foi lançado em streaming. Não há explicação para a demora, já que “Outer Banks” foi um sucesso da Netflix desde a sua estreia. A 2ª temporada ocupou o 1º lugar global na lista de Top 10 da Netflix nas quatro semanas seguintes ao seu lançamento. O título da série é nome de uma sequência de ilhas estreitas da Carolina do Norte, nos EUA. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. Tudo muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. “Outer Banks” é uma criação dos irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (criadores de “Surface”), em parceria com o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”), e seu elenco inclui Chase Stokes (“Between Waves”), Madelyn Cline (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”), Madison Bailey (“Black Lightning”) Jonathan Daviss (“Age of Summer”) e Rudy Pankow (“Solve”), respectivamente nos papéis de John B, Sarah, Kiara, Pope e JJ, além de Caroline Arapoglou (“The Resident”), Adina Porter (“The 100”) e Charles Esten (“Nashville”) como o vilão da história. Além destes, a atriz Carlacia Grant (“Greenleaf”), intérprete de Cleo na trama, foi promovida ao elenco fixo da nova temporada, que ainda não tem previsão de estreia. CADÊ O FANDOM DE OBX? 🗣️🗣️🗣️ SIM! Cheguei com A NOTÍCIA que vocês estavam esperando. Outer Banks está oficialmente renovada para 3ª temporada! 🤙☀️ pic.twitter.com/CUdlwmeHq4 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 7, 2021
Passaporte para Liberdade: Produção internacional da Globo ganha data de estreia
A Globo divulgou uma foto oficial de Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”) e Rodrigo Lombardi (“Carcereiros”) como Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa em “Passaporte para Liberdade” para anunciar a data de estreia de sua primeira coprodução internacional falada em inglês. Feita em parceria com a Sony, a minissérie de oito capítulos vai mostrar a saga de Aracy, funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo durante a 2ª Guerra Mundial, que teria ajudado famílias judias perseguidas pelo regime nazista a escaparem para o Brasil. Aracy Moebius de Carvalho (1908-2011) trabalhava com o vice-consul brasileiro, o escritor Guimarães Rosa, com quem posteriormente se casou. Ela teria usado sua posição como funcionária da embaixada brasileira em Hamburgo para conceder vistos a judeus entre os anos de 1938 até 1939, permitindo sua fuga para o Brasil, salvando cerca de 200 famílias da prisão e da morte na Alemanha nazista. Entretanto, a história é controversa e, após questionamentos sobre a extensão do papel de Aracy, que não era diplomata, mas funcionária contratada, historiadores apontaram que ela não tinha poder de emitir vistos nem condições de adulterá-los. Além disso, um levantamento minucioso mostrou que o consulado de Hamburgo, neste período, não emitiu vistos irregulares e apenas cumpriu as determinações do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Por conta disso, a minissérie optou por trocar seu título, que originalmente seria “O Anjo de Hamburgo”, evitando assim uma “canonização” exagerada da personagem. A produção também deve se assumir como uma ficção inspirada em personagens reais. O projeto começou a ser desenvolvido em 2018, mas só saiu do papel no início de 2020, quando começaram as gravações em Buenos Aires. Entretanto, com a chegada da pandemia logo em seguida, os trabalhos tiveram que ser suspensos e só foram concluídos em maio deste ano. O elenco também destaca Tarcísio Filho (“Deus Salve o Rei”) e atores estrangeiros, como o britânico Tomas Spencer (“Ninfomaníaca”) e o alemão Stefan Weinert (“O Fotógrafo de Mauthausen”). O roteiro é escrito por Mário Teixeira, autor da novela “Liberdade, Liberdade”, e a direção-geral está a cargo de Jayme Monjardim, que filmou “Olga” (2004), sobre Olga Benário Prestes, morta em 1942 justamente em um campo de extermínio nazista. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
Isis Valverde viverá Ângela Diniz no cinema
O assassinato de Ângela Diniz vai virar filme estrelado pela atriz Isis Valverde (“Simonal”). A produção será o próximo longa de Hugo Prata (“Elis”), mas o crime também deve render duas minisséries – uma assinada por Bruno Barreto (“O Hóspede Americano”) para a Globoplay e outra em desenvolvimento pela Conspiração Filmes. A boa notícia é que a existência dos demais projetos dificulta negociações para transformar o filme de Prata numa série, como aconteceu com “Elis” – iniciativa que costuma render produtos híbridos, sem foco e com montagem aos trancos, por tópicos. A morte da socialite voltou a despertar interesse devido ao sucesso do recente podcast “Praia dos Ossos”, que, por sinal, será adaptado nas séries. O crime cometido por Doca Street tornou-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento do assassino, que deu quatro tiros no rosto da companheira em dezembro de 1976, no auge de uma discussão na Praia dos Ossos, em Búzios, Rio de Janeiro, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, referindo-se à estratégia da defesa de culpabilizar Ângela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a nova Constituição, elaborada ao fim da ditadura, acabou com essa desculpa para o feminicídio. O famoso crime dos anos 1970 se junta a outras produções de “true crime” brasileiros, que ganharam impulso com o sucesso dos filmes sobre Susanne von Richthofen, vivida por Carla Dias nos lançamentos da Amazon Prime Video.
Série inédita sobre família de Gilberto Gil garante 2ª temporada
A Amazon Prime Video vai realizar uma 2ª temporada da série documental sobre a família do imortal Gilberto Gil. Atualmente em fase de pós-produção, a 1ª temporada acompanhou a família ao longo de 20 dias, isolada num sítio em Araras, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, para preparar o show “Nós, A Gente”, que junta Gil e sua família no palco – Preta, Bela, Flor, Flora, Bem, José, João, Francisco, Nara, Marília, Maria e outros Gils. Já a 2ª temporada vai acompanhar a turnê pela Europa, onde estão previstas 12 apresentações por diferentes países. Idealizada e dirigida pelo cineasta Andrucha Waddington (“Sob Pressão”) com roteiro de Hermano Vianna (“Esquenta!”) e produção da Conspiração Filmes, a série tem lançamento marcado para julho.
Fernanda Nobre será vítima de feminicídio em série da Star+
A atriz Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”) vai estrelar uma série sobre feminicídio na plataforma Star+. Intitulada “Não Foi Minha Culpa”, a atração mostrará Fernanda como uma atriz que se casa com um colega de trabalho. Mas conforme ele começa a fazer sucesso, tenta impedi-la de exercer sua profissão. Depois, a afasta da família e dos amigos. Até matá-la. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), a trama é supostamente inspirada em acontecimentos reais. Além da série brasileira, dirigida por Susanna Lira (“Rotas do Ódio”), outros casos de feminicídio também inspiraram produções similares da Star+ na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – diferenciando-se assim de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México”. A produção nacional já foi totalmente gravada em São Paulo, com produção da Cinefilm, e se passa durante o carnaval, acompanhando dez personagens diferentes. O elenco destaca Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Daniel Blanco (“Totalmente Demais”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), César Mello (“Bom Dia, Verônica”), Enrico Cardoso (“Escola de Gênios”), João Baldasserini (“Haja Coração”), Felipe Kannenberg (“Menos que Nada”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”), Marcello Airoldi (“A Vida da Gente”), Robson Nunes (“Tim Maia”), Rômulo Braga (“Sangue Azul”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”). A série terá 10 episódios, e as primeiras fotos podem ser vistas abaixo. Ainda não há previsão de estreia.
“A.P. Bio” é cancelada após quatro temporadas
A plataforma “Peacock” cancelou a série de comédia “A.P. Bio”, que não retornará após exibir sua 4ª temporada em setembro. A notícia foi compartilhada pelo criador da série, Michael Patrick O’Brien (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”), nas redes sociais. “Estou triste em anunciar que ‘A.P. Bio’ não será renovada para uma 5ª temporada”, ele escreveu. “Mas, principalmente, estou me sentindo grato agora. A todos os fãs que assistiram ao show e lutaram para que ele voltasse após o cancelamento! E ao Peacock e à UTV (Universal TV) por nos dar mais duas temporadas depois disso!” A série foi originalmente lançada em 2018 pela rede americana NBC, que a cancelou após sua 2ª temporada. Graças à falta de conteúdo inédito na Peacock, plataforma do mesmo conglomerado, os produtores entraram num acordo para retomar a atração numa 3ª temporada curta de 8 episódios em streaming, que não só salvou “A.P. Bio” como lhe rendeu mais um ano de produção. Os episódios de “A.P. Bio” giravam em torno de um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que após perder o trabalho dos seus sonhos se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. O elenco também incluiu Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”), Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”), Jean Villepique (“Objetos Cortantes”) e Paula Pell (“Love”).
Kevin Feige diz que Charlie Cox ainda é o Demolidor no MCU
O produtor Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, afirmou em entrevista ao site Cinema Blend que não tem planos de mudar o intérprete de Matt Murdock, o Demolidor. Ele disse que Charlie Cox, protagonista da série do herói na Netflix, continua a ser o Demolidor no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Se você fosse ver o Demolidor em produções futuras, sim, Charlie Cox seria o ator interpretando o Demolidor”, disse Feige. “Onde veríamos isso, como veríamos isso, quando veríamos isso, resta aguardar para saber”, completou, tentando ser vago. Apesar da evasiva, a afirmação indica que o ator será visto em breve numa produção da Marvel. O Demolidor tem sido especulado em várias produções do estúdio, incluindo no vindouro filme “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, que estreia na próxima semana no Brasil, em 16 de dezembro. Além disso, são fortes os indícios de que Vincent D’Onofrio retornará como o maior inimigo do herói, o chefão do crime Wilson Fisk, na série “Gavião Arqueiro”, atualmente em exibição na Disney+.
“Battle Chasers” vai virar série do criador de “John Wick”
Os quadrinhos de “Battle Chasers”, criados por Joe Madureira, vão virar série live-action. A produção está a cargo de Derek Kolstad, roteirista e criador de “John Wick”, para a Alcon Television. Inspirado no visual dos mangás, os quadrinhos se passam num universo mágico, repleto de monstros, magia e guerreiros poderosos, e acompanham a jovem Gully, dona de poderosas luvas que lhe conferem a força de 100 homens, numa jornada em busca de seu pai, um lendário guerreiro desaparecido. Ao longo da história, a menina recebe a ajuda de estranhos companheiros, como o golem de guerra Calibretto, o espadachim Garrison e o mago Knolan. Lançada em 1998, a publicação da Image Comics chegou a superar a vendagem de muitos títulos da Marvel e da DC Comics nos EUA, mas acabou cancelada pela dificuldade que Madureira encontrou em seguir um cronograma de lançamentos em meio a vários outros projetos. A sétima edição chegou a demorar 16 meses! Com tantos atrasos, a publicação foi interrompida na nona edição em 2001, finalizada num cliffhanger. Com a negociação para a série, também surgiram planos para completar a história. Artes inéditas da publicação foram divulgadas no primeiro semestre por Madureira nas redes sociais. No Brasil, “Battle Chasers” foi publicado pela editora Mythos.
Simu Liu comemora sequência de “Shang-Chi” com ironia
O ator Simu Liu, intérprete do herói Shang-Chi no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), não deixou passar batido a torcida pelo fracasso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas redes sociais, ao comemorar a oficialização da produção da sequência da produção. No Twitter, Liu compartilhou a novidade em tom de deboche. “Flopou tanto que vai ter uma sequência!”, ironizou. Feito na tarde de segunda (6/12), o anúncio na verdade foi duplo. Além de confirmar que a continuação voltará a ser dirigida por Destin Daniel Cretton, a Disney fechou um contrato de desenvolvimento com o diretor, para a criação de novas atrações para as plataformas Disney+ e Hulu. Maior bilheteria dos EUA em 2021, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” também foi estrelado por Tony Leung (“O Grande Mestre”), Awkwafina (“A Despedida”) e Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), entre outros astros. Flopped so hard we got a sequel!! https://t.co/69yPeuX2ma — Simu Liu (刘思慕) (@SimuLiu) December 6, 2021
Vídeo mostra entusiasmo do elenco da versão live-action de “One Piece”
O site oficial do mangá “One Piece” divulgou um vídeo com o elenco da adaptação live-action com apresentações individuais e entusiasmadas do elenco da série, que está sendo desenvolvida para a Netflix. A trama dos quadrinhos de Eiichiro Oda, lançados no Brasil pela editora Conrad e atualmente publicados pela Panini, gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo seu maior segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançaram a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Publicada desde 1997 no Japão, a trama acompanha um grupo desses aventureiros, os Piratas de Chapéu de Palha, liderado por Monkey D. Luffy, que além buscar o tesouro também quer se consagrar como o rei dos piratas. A história também virou desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. A a adaptação está a cargo de Steven Maeda, que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”, e o elenco inclui o mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”) e Taz Skylar (“Villain”). Ainda não há previsão de estreia.
Colin Farrell vai estrelar série do Pinguim na HBO Max
O ator Colin Farrell, que vive o Pinguim no novo filme de Batman, fechou contrato para estrelar e produzir uma série baseada no personagem para a HBO Max. Segundo a revista americana Variety, que deu a notícia, a trama será um prólogo focado na ascensão do vilão no submundo do crime de Gotham City, antes do período retratado no filme estrelado por Robert Pattinson. O projeto já é comentado desde setembro passado, mas na época Farrell ainda não tinha sido convencido a entrar a bordo. A roteirista Lauren LeFranc (de “Agents of SHIELD”) está a frente da série como roteirista e showrunner, trabalhando na produção também com o diretor Matt Reeves, responsável pelo novo “Batman”. A série do Pinguim se juntaria a outro conteúdo derivado de “Batman”, uma série centrada no GCPD, o Departamento de Polícia de Gotham City, que está há bastante tempo em desenvolvimento. Ambas as atrações revisitariam período e personagens abordados recentemente na boa série “Gotham”, exibida entre 2014 e 2019 na rede americana Fox – e no canal pago Warner no Brasil. O estúdio Warner Bros. não comentou a informação, mas já implementou essa sinergia antes com a produção de “Pacificador”, série derivada do filme “O Esquadrão Suicida”, prevista para janeiro. “Batman” chega aos cinemas em março de 2022, mas suas séries derivadas ainda não têm previsão de estreia.
“Succession” lidera indicações televisivas no Critics Choice 2022
A associação dos críticos norte-americanos de TV divulgou nesta segunda (6/12) os indicados ao prêmio Critics Choice Awards Television 2022, com destaque para a série “Succession”, da HBO, que liderou a lista com oito nomeações. A HBO também emplacou a segunda atração com o maior número de indicações: “Mare of Easttown”, empatada com “Evil”, da Paramount+, com cinco. Graças ao desempenho das duas séries, o canal pago se manteve à frente da Netflix, disputando 20 prêmios ao todo, contra 18 de seu principal rival. Mas a Netflix conseguiu um feito histórico. O sucesso de suas séries internacionais, em particular o fenômeno “Round 6”, inspirou a criação de uma nova categoria na premiação: Melhor Série Estrangeira. Não por acaso, cinco dos seis indicados da categoria são produções da plataforma. O Critics Choice Awards também vai premiar os melhores do cinema, mas o indicados das produções cinematográficas só serão anunciados na próxima segunda (13/12). A entrega dos prêmios de cinema e televisão acontecerá conjuntamente em 9 de janeiro, no Fairmont Century Plaza na cidade de Los Angeles. Melhor Série – Drama Succession (HBO) Evil (Globoplay no Brasil, Paramount+ nos EUA) The Good Fight (Amazon Prime Video no Brasil, Paramount+ nos EUA) Round 6 (Netflix) Pose (Star+) This Is Us (Star+) Yellowjackets (Paramount+) For All Mankind (Apple TV+) Melhor Ator em Série – Drama Sterling K. Brown – This Is Us Mike Colter – Evil Brian Cox – Succession Lee Jung-jae – Round 6 Billy Porter – Pose Jeremy Strong – Succession Melhor Atriz em Série – Drama Uzo Aduba – In Treatment Chiara Aurelia – Cruel Summer Christine Baranski – The Good Fight Katja Herbers – Evil Melanie Lynskey – Yellowjackets MJ Rodriguez – Pose Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Nicholas Braun – Succession Billy Crudup – The Morning Show Kieran Culkin – Succession Justin Hartley – This Is Us Matthew Macfadyen – Succession Mandy Patinkin – The Good Fight Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Andrea Martin – Evil Audra McDonald – The Good Fight Christine Lahti – Evil J. Smith-Cameron – Succession Sarah Snook – Succession Susan Kelechi Watson – This Is Us Melhor Série – Comédia Hacks (HBO Max) The Great (Starzplay) Insecure (HBO) Only Murders in the Building (Star+) The Other Two (HBO Max) Reservation Dogs (Star+) Ted Lasso (Apple TV+) What We Do in the Shadows (Star+) Melhor Ator em Série – Comédia Iain Armitage – Young Sheldon Nicholas Hoult – The Great Steve Martin – Only Murders in the Building Kayvan Novak – What We Do in the Shadows Martin Short – Only Murders in the Building Jason Sudeikis – Ted Lasso Melhor atriz em Série – Comédia Elle Fanning – The Great Renée Elise Goldsberry – Girls5eva Selena Gomez – Only Murders in the Building Sandra Oh – The Chair Issa Rae – Insecure Jean Smart – Hacks Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Ncuti Gatwa – Sex Education Brett Goldstein – Ted Lasso Harvey Guillén – What We Do in the Shadows Brandon Scott Jones – Ghosts Ray Romano – Made for Love Bowen Yang – Saturday Night Live Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Hannah Einbinder – Hacks Kristin Chenoweth – Schmigadoon! Molly Shannon – The Other Two Cecily Strong – Saturday Night Live Josie Totah – Saved By the Bell Hannah Waddingham – Ted Lasso Melhor Minissérie Dopesick (Star+) Dr. Death (Starzplay) It’s a Sin (HBO Max) Maid (Netflix) Mare of Easttown (HBO) Missa da Meia-Noite (Netflix) The Underground Railroad (Amazon Prime Video) WandaVision (Disney+) Melhor Telefilme Come From Away (Apple TV+) List of a Lifetime (Lifetime, inédito no Brasil) The Map of Tiny Perfect Things (Amazon Prime Video) Robin Roberts Presents: Mahalia (Lifetime, inédito no Brasil) Oslo (HBO) Zoey’s Extraordinary Christmas (Ruku, inédito no Brasil) Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Olly Alexander – It’s a Sin Paul Bettany – WandaVision William Jackson Harper – Love Life Joshua Jackson – Dr. Death Michael Keaton – Dopesick Hamish Linklater – Missa da Meia-Noite Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Danielle Brooks – Robin Roberts Presents: Mahalia Cynthia Erivo – Genius: Aretha Thuso Mbedu – The Underground Railroad Elizabeth Olsen – WandaVision Margaret Qualley – Maid Kate Winslet – Mare of Easttown Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett – The White Lotus Zach Gilford – Missa da Meia-Noite William Jackson Harper – The Underground Railroad Evan Peters – Mare of Easttown Christian Slater – Dr. Death Courtney B. Vance – Genius: Aretha Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Jennifer Coolidge – The White Lotus Kaitlyn Dever – Dopesick Kathryn Hahn – WandaVision Melissa McCarthy – Nove Desconhecidos Julianne Nicholson – Mare of Easttown Jean Smart – Mare of Easttown Melhor Série em Língua Estrangeira Acapulco (Apple TV+) Call My Agent! (Netflix) Lupin (Netflix) La Casa de Papel (Netflix) Narcos: Mexico (Netflix) Round 6 (Netflix) Melhor Série Animada Big Mouth (Netflix) Bluey (Disney+) Bob’s Burgers (Star+) The Great North (Star+) Q-Force (Netflix) What If…? (Disney+)
“Fear the Walking Dead” é renovada e terá volta de Kim Dickens
O canal pago americano AMC renovou “Fear the Walking Dead” para sua 8ª temporada. E os produtores aproveitaram para anunciar o retorno de Kim Dickens à atração. Dickens vai retomar o papel de Madison Clark, vista pela última na 4ª temporada (exibida em 2018), ao se sacrificar em meio a uma horda zumbi para salvar vários refugiados num antigo estádio de esportes, entre eles sua filha Alicia (Alycia Debnam-Carey). Tida como morta desde então, ela vai voltar já na segunda metade da 7ª temporada. A atração entrou em hiato após a exibição do episódio de domingo (5/12) e só voltará a ser exibida nos Estados Unidos no dia 17 de abril. A pausa aconteceu após um momento dramático da atração, relacionado a Alicia, que pode estar ligado ao motivo do reaparecimento de Madison. “Se houvesse um Monte Deadmore, o rosto de Kim Dickens estaria nele. Madison Clark é uma personagem fundamental para a série – heróica, complexa, uma pessoa comum que se torna uma guerreira e então uma força de benevolência”, disse o produtor Scott M. Gimple. “O talento bruto, a força e o brilho de Kim irão eletrificar ‘TWDU’ mais uma vez e não poderíamos ter mais sorte de tê-la de volta”, completou o chefe do universo de “The Walking Dead”. A renovação de “Fear the Walking Dead” acontece após o final de “The Walking Dead: The World Beyond”, concebida como uma série limitada de duas temporadas, que apesar de completar sua história deixou várias pontas soltas. Além disso, a atração vai se posicionar como o principal título desse universo após o fim de “The Walking Dead”, que vai encerrar sua 11ª e última temporada em 2022. Após a conclusão da atração original, duas novas séries farão companhia a “Fear the Walking Dead”: uma produção estrelada por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) e a antologia “Tales of the Walking Dead”, que contará uma história completa por episódio, sempre com personagens diferentes. “Fear the Walking Dead” é disponibilizada no país pelo canal pago AMC Brasil e pela Amazon Prime Video.












