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    Melissa O’Neil e Nathan Fillion vão estrelar nova série policial

    9 de fevereiro de 2018 /

    A comandante da nave espacial Raza vai se juntar ao capitão da nave Serenity (classe Firefly) numa nova série. Pena que não se trata de um crossover de foras-da-lei do espaço. Nem sequer é uma produção sci-fi. Melissa O’Neil (Portia “Dois” Lin em “Dark Matter”) e Nathan Fillion (o capitão Malcolm “Mal” Reynolds de “Firefly”) vão trabalhar juntos em “The Rookie”, nova série de procedimento criminal da rede ABC. A trama terá o tom leve de outra atração estrelada por Fillion, a recém-encerrada “Castle”. Os produtores executivos, inclusive, são os mesmos: Mark Gordon e Alexi Hawley. Na nova série, Fillion vai interpretar John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan deve lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com mais de 40 anos. O’Neil terá o principal papel feminino, como Lucy, que apesar de também ser novata é inteligente, confiante, durona e compassiva. Ela vem de uma família de foras-da-lei, mas optou por escolher um caminho honesto e respeitável. A 1ª temporada prevê o desenvolvimento de um romance entre os dois protagonistas. Ainda não há uma data prevista para o lançamento de “The Rookie”.

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    Raul Esparza deixa a série Law & Order: SVU

    9 de fevereiro de 2018 /

    O ator Raul Esparza deixou o elenco da longeva “Law & Order: SVU”. O ator viveu por seis anos o promotor Rafael Barba na série da rede NBC. Sua última participação foi exibida na noite de quarta-feira (7/2) nos EUA. Barba saiu da história depois de se envolver em um incidente pelo qual foi acusado de homicídio. Em seu lugar, entrará um novo promotor, interpretado por Philip Winchester (“Chicago Justice”). Em comunicado, Esparza disse que a decisão de sair da trama foi sua. “Eu fiz seis temporadas, senti que era hora de ir. Eu senti que era hora de seguir em frente. O meu papel foi mudando ao longo dos anos de uma maneira que foi uma experiência interessante para mim. O processo de aprendizagem com cada personagem avança ao longo de um período de tempo e senti que cheguei ao fim do que eu queria explorar com o que os roteiristas estavam escrevendo”. Contudo, o ator disse que não descarta um retorno algum dia ao programa. “Isso nem sempre acontece quando você trabalha com pessoas, mas eu me tornei amigo de Mariska [Hargitay] e ela agora faz parte da minha vida. Eu não só sentirei falta do papel, eu sentirei falta dela, então qualquer oportunidade de voltar ao set com ela será valiosa para mim”. Michael Chernuchin, roteirista de Law & Order: SVU, elogiou o tempo em que trabalhou com Esparza e disse que as portas seguem abertas. “Realmente foi uma honra escrever para Raúl. O poder, a sensibilidade e a moral que ele trouxe ao personagem nunca deixaram de melhorar nossos roteiros. Raúl é da família e estamos ansiosos para vê-lo brilhando em novos projetos. Quanto a Barba, os fãs de SVU poderão vê-lo novamente em breve”. Nos últimos anos, vários membros do elenco abandonaram o programa. Christopher Meloni saiu na 12ª temporada, os membros do elenco original Richard Belzer e Dann Florek deixaram a atração na 15ª temporada, e Danny Pino, que se juntou à série na 13ª temporada, saiu na 16ª. Criada por Dick Wolf em 1999, “Law & Order: SVU” é a série dramática mais antiga ainda em produção na TV americana, já tendo ultrapassado seu 400º capítulo. Apenas Mariska Hargitay permanece na atração desde o primeiro episódio, como a detetive, ou melhor, a agora tenente Olivia Benson. Atualmente na metade de sua 19ª temporada, a série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.

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    Série policial Instinct será primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay

    6 de janeiro de 2018 /

    A rede CBS confirmou que sua nova atração policial “Instinct” será a primeira série de drama da TV aberta americana com um protagonista gay. O trailer divulgado sugere a inclinação sexual do personagem vivido por Alan Cumming (da série “The Good Wife”). Mas coube ao próprio ator, que é gay na vida real, ressaltar a orientação do protagonista durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). “Foi uma das razões pelas quais eu quis fazer a série”, disse Cumming, que também é produtor executivo do drama. “Por ser o primeiro drama de rede [com um protagonista gay] de TV dos EUA, é uma coisa incrível e uma coisa terrível ao mesmo tempo. Social e politicamente, enquanto as pessoas gays estão sendo perseguidas e nossos direitos sendo removidos, e o presidente tolera a perseguição contra os homossexuais com seu silêncio, tornou-se importante ter um personagem com um casamento saudável com alguém do mesmo sexo na TV. Eu aplaudo todos na CBS por terem a coragem de produzir isso agora, num clima em que talvez não seja o melhor para isto. Mas acho que, justamente por isto, é o momento perfeito para fazê-lo”. “Instinct” é baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”) e gira em torno do Dr. Dylan Reinhart, um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa é bastante convencional: mais uma trama policial alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um profissional e um amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Roteiros e produção de “Instinct” estão a cargo do showrunner Michael Rauch (criador de “Beautiful People”), que tomou algumas “liberdades” com o livro de Patterson, trocando o sexo de alguns personagens masculinos – para “subverter a dinâmica tradicional”, em suas palavras, embora na prática isso tenha tornado a série ainda mais parecida com “Castle”. O elenco inclui Bojana Novakovic (série “Satisfaction”), Sharon Leal (série “Supergirl”), Daniel Ings (série “The Crown”), Naveen Andrews (série “Sense8”) e Whoopi Goldberg. A série estréia em 11 de março nos Estados Unidos. Confira o trailer abaixo.

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    Produtores processam a Weinstein Company por cancelamento de série após escândalo sexual

    6 de dezembro de 2017 /

    Dois produtores de uma série encomendada pela Amazon e posteriormente cancelada em pleno desenvolvimento, devido ao escândalo sexual de Harvey Weinstein, abriram um processo contra The Weinstein Company, exigindo uma compensação de no mínimo US$ 2 milhões. O casal Scott Lambert e Alexandra Milchan estava trabalhando numa série sem título do diretor David O. Russell (“Trapaça”, “Joy”), que seria estrelada por Robert De Niro (“A Família”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”), mas uma semana após o jornal The New York Times publicar a reportagem que denunciou o comportamento abusivo de Harvey Weinstein, a Amazon decidiu romper seu relacionamento com a TWC, cancelando a produção. A série tinha um orçamento megalômano: US$ 160 milhões. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a plataforma já havia investido US$ 40 milhões no projeto, que estava na fase de finalização de roteiros, quando o cancelamento foi confirmado. Segundo o THR, Milchan e Lambert deram entrada na judicial na segunda-feira (4/12) no tribunal superior da LA, alegando que têm direito a receber pelo trabalho desenvolvido e taxas como produtores do projeto. O processo afirma que a TWC era uma “bomba relógio”, e que a empresa não conseguiu proteger a si mesma e a seus parceiros de negócios do dano maciço causado pelo comportamento de Harvey Weinstein. “Os réus tinham inúmeros sinais de alerta de que tal escândalo estava se preparando”, afirma o processo. “Nos anos anteriores, a TWC recebeu numerosas denúncias de abuso sexual e assédio envolvendo Weinstein. Essas queixas, se investigadas com razoável diligência, teriam revelado que Weinstein não poderia manter sua posição na TWC”. O processo exige compensação por perdas e danos, negligência, violação de contrato e fraude. A Weinstein Company não fez comentários.

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    Fox vai lançar série policial brasileira dos diretores de Faroeste Caboclo e Operações Especiais

    4 de dezembro de 2017 /

    A Fox prepara uma nova série brasileira, que deve estrear em 2018. Com o nome provisório de “Ouro Branco”, a produção vai explorar o conflito entre narcotráfico e polícia no Rio de Janeiro. Dirigida por René Sampaio (“Faroeste Caboclo”) e Tomás Portella (“Operações Especiais”), “Ouro Branco” contará a história de Evandro (Raphael Logam, de “Tá no Ar”), um jovem da periferia do Rio que, logo após entrar para o Exército, perde seu irmão, morto no meio de uma negociação do tráfico. Com sede de vingança, ele acabará à frente de uma das maiores organizações criminosas do mundo. Por conta disso, chamará a atenção de Morello (Rui Ricardo, de “Lula, o Filho do Brasil”), um policial veterano e autodestrutivo. O elenco também conta com André Gonçalves (novela “Império”), Fernanda Machado (“Confia em Mim”), Cyria Coentro (“Entre Irmãs”), Sérgio Malheiros (novela “Totalmente Demais”) e Mussunzinho (novela “Caminho das Índias”), além do uruguaio César Troncoso (“Infância Clandestina”) e os argentinos Jean Pierre Noher (“Sol Naciente”), Germán Palacios (“La Fragilidad de los Cuerpos”) e Julieta Zylberberg (“Relatos Selvagens”). As gravações já começaram e irão durar dois meses, com locações no Rio de Janeiro e no Uruguai. Com dez episódios de uma hora cada, “Ouro Branco” será exibida pelo canal pago Fox Premium e disponibilizada também na América Latina.

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    Netflix vai distribuir sua primeira série chinesa

    1 de dezembro de 2017 /

    A plataforma digital Netflix vai distribuir a sua primeira série chinesa, “Day and Night”, após assinar um acordo com o Youku, equivalente chinês do YouTube, que pertence ao gigante do comércio eletrônico Alibaba. “Estamos orgulhosos de nos associar com a Netflix neste acordo de distribuição inovador”, afirmou Yang Weidong, presidente do Youku, em comunicado divulgado na quinta-feira (30/11). “A indústria cultural está vivendo um forte crescimento na China e acho que a exportação de conteúdo de alta qualidade vai ajudar as pessoas ao redor do mundo a entender melhor o poder de atração da China”, acrescentou. “Day and Night” é uma série de suspense de 32 episódios, que tiveram mais de 4 bilhões de visualizações na China desde sua estreia em 30 de agosto. Agora, a produção chinesa será distribuída em mais de 190 países servidos pela Netflix. A trama gira em torno da investigação de um assassinato complexo. O detetive encarregado da investigação é afastado quando revela que seu irmão gêmeo é o principal suspeito, mas acaba recrutado pelo novo investigador como consultor secreto. O título é uma referência aos papéis dos irmãos gêmeos – um ostensivamente justo como o dia, o outro supostamente mal como a noite. Criada por Gu Xiaobai (roteirista do filme “A Árvore do Amor”), a série é estrelada por Yueming Pan (“The Adventures of Wei Bao Bao”) como os dois irmãos.

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    Wisdom of the Crowd é virtualmente cancelada

    28 de novembro de 2017 /

    A rede americana CBS informou que não vai encomendar mais episódios da série “Wisdom of the Crowd”, além da encomenda inicial de 13 capítulos. Na prática, a decisão da CBS significa o cancelamento do programa. A série até vinha obtendo boa audiência nas noites de domingo, com média de 7 milhões de telespectadores, mas é estrelada por Jeremy Piven, um dos atores envolvidos nas denúncias de abuso sexual que atualmente sacodem Hollywood. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmam terem sido agredidas sexualmente quando figuraram na série “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. O elenco ainda inclui Blake Lee (série “Mixology”), Jake Matthews (série “Bosch”) e Monica Potter (série “Parenthood”). A série seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”.

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    Séries estreantes SWAT e 9JKL garantem temporadas completas

    18 de novembro de 2017 /

    Após anunciar a produção de temporadas completas de seus maiores sucessos de 2017, “Young Sheldon” e “SEAL Team”, a rede americana CBS avalizou a continuidade de mais duas séries, desta vez menos elogiadas e vistas: a policial “SWAT” e a comédia “9JKL” Reboot da série clássica homônima, “SWAT” tem um público razoável e estável. Mais de 6 milhões de telespectadores assistiram cada um dos três episódios já exibidos nos EUA. Entretanto, a demografia dessa sintonia passa longe da ideal. Após estrear com 1,1 na demo, caiu para 0,9 nas semanas seguintes. A avaliação crítica também é medíocre, com 45% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já “9JKL” é a atração novata pior avaliada da temporada, com míseros 13% no Rotten Tomatoes. Após estrear diante de 8,2 milhões telespectadores, perdeu metade do público e atualmente é vista por 4,3 milhões. A demografia também acompanhou a queda, indo de 1,6 pontos para 0,8. Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) e produzida por Shawn Ryan (criador da série policial “The Shield”) e pelo cineasta Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “SWAT” é estrelada por Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, dividido entre a comunidade em que cresceu e seu dever como policial. Mas em vez de considerar isso um problema, esta será sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). “9JKL” é baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que assina os roteiros com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama gira em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco inclui Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”).

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    Episódio 100 de Chicago P.D. será crossover com Chicago Fire

    6 de novembro de 2017 /

    A série “Chicago P.D.” vai atingir a marca de 100 episódios no começo de 2018 e, para celebrar a ocasião, trará uma trama de crossover com “Chicago Fire”. O evento especial será exibido em março nos Estados Unidos, com uma história que começará em “Chicago P.D.” e será concluída na noite seguinte em “Chicago Fire”. A outra série da franquia de “Chicago”, do produtor Dick Wolf, também participará do crossover, mas de forma mais discreta: personagens de “Chicago Med” aparecerão nos dois episódios. Segundo adiantou o showrunner Derek Haas para o site TV Line, a trama dos dois episódios vai mostrar os policiais de “Chicago P.D.” tomando conta da brigada 51 enquanto realizam uma tocaia. No Brasil, as duas séries são exibidas pelo canal pago Universal.

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    Mindhunter é a melhor série da Netflix em 2017

    4 de novembro de 2017 /

    “Mindhunter” chama atenção inicialmente por ter produção executiva do cineasta David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”), que ainda dirige quatro dos dez episódios de sua 1ª temporada. E conquista o espectador mais exigente logo em seus primeiros minutos, embora consiga ficar ainda mais envolvente à medida que se aproxima de seu final. Que não é bem um final (ainda bem), mas vale dizer que a season finale é de dar taquicardia. A série é baseado no livro “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, de John E. Douglas e Mark Olshaker, disponível no Brasil, e a 1ª temporada dá conta de metade da obra. Desenvolvida por Joe Penhall, roteirista do drama pós-apocalíptico “A Estrada” (2009), a trama não tem cenas de violência, perseguição ou outros clichês de thriller americano, apensar da premissa. Traz basicamente investigação e psicologia. E um texto tão bem trabalhado que dá gosto. Os personagens são tão ou mais envolventes que a história, que aborda o início do estudo dos casos de assassinos em série pelo FBI. Baseada na vida real de John E. Douglas, “Mindhunter” relata encontros e entrevistas com assassinos famosos, como Ed Kemper (Cameron Britton, da série “Stitchers”), o sujeito que matou a própria mãe e fez sexo com sua cabeça decepada, e Jerry Brudos (Happy Anderson, de “Quarry”), o assassino do fetiche de sapatos. E a interpretação dos atores que dão vida a esses dois criminosos é admirável. A atmosfera de medo e tensão nas conversas com esses dois, em especial, é de deixar o espectador prendendo a respiração. Mas há outros casos resolvidos pelo protagonista e seu parceiro que também empolgam e instigam. O grupo de investigações é formado aos poucos e sem pressa dentro da narrativa. Antes da união de Holden Ford (Jonathan Groff, de “Glee”) e Bill Tench (Holt McCallany, de “Clube da Luta”), acompanhamos o certinho Ford conhecendo a ousada Debbie (Hannah Gross, de “Quando Eu Era Sombrio”), a mulher que o iniciará no sexo oral e outras delícias da vida. Além de tudo, ela ainda ouve as preocupações que ele faz questão de compartilhar sobre sua profissão. Mais à frente, Bill se une a Holden para dar aula sobre assassinos seriais em diversas cidades dos Estados Unidos. A presença da terceira integrante, Wendy Carr (Anna Torv, de “Fringe”), chega para enriquecer ainda mais o grupo. O fato de a série também apresentar a vida privada de seus personagens principais os aproxima bastante do público. Faz com que o espectador se importe com esses personagens, que sinta e tema verdadeiramente por seus destinos. Um dos melhores exemplos acontece no episódio de número oito, que trata de um diretor de escola infantil que tem o costume de dar cócegas nos alunos. O que parecia um episódio mais fraco diante dos demais acaba sendo um dos mais marcantes, pelo mal estar que provoca, diante das decisões que Holden resolve tomar, seguindo seus instintos, ainda que com muitas dúvidas. É tão marcante que é o único capítulo que termina sem música nos créditos finais. Além de bem escrita, dirigida e interpretada, “Mindhunter” ainda destaca uma direção de arte linda, que recria os anos 1970 e a elegância das roupas, dos carros, dos prédios e casas, e uma fotografia que transmite detalhes importantes, seja para passar uma sensação de bem estar em cenas diurnas com um belo dia de sol, seja para acentuar cenas tensas em interiores sombrios. Na verdade, há tantas qualidades em “Mindhunter” que fica difícil pensar que possa ter qualquer problema. De longe, a melhor produção da Netflix em 2017.

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    Nathan Fillion vai estrelar nova série policial ao estilo de Castle

    28 de outubro de 2017 /

    Nathan Fillion vai estrelar e produzir uma nova série policial ao estilo de “Castle” (2009-2016). A rede americana ABC, que transmitiu “Castle” nos Estados Unidos, encomendou a produção de 13 episódios de “The Rookie”, que vai combinar a estrutura processual de uma trama policial com um leve toque do humor, exatamente como “Castle”. Os produtores executivos, inclusive, são os mesmos: Mark Gordon e Alexi Hawley. Na nova série, Fillion vai interpretar John Nolan, o novato mais velho da Delegacia de Polícia de Los Angeles. Numa idade em que outros atingem o auge das carreiras, ele resolveu recomeçar sua vida, deixando para trás a pequena cidade em que vivia para realizar seu sonho de ser um policial em Los Angeles. Agora, cercado por novatos de 20 anos, Nolan deve lidar com um mundo imprevisível, perigoso, mas também divertido, ao virar um policial novato com mais de 40 anos. Ainda não há uma data prevista para o lançamento de “The Rookie”.

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    Trailer e fotos de Criminal Minds destacam volta de Shemar Moore

    19 de outubro de 2017 /

    A CBS divulgou o trailer do próximo episódio de “Criminal Minds”, que destaca participação do ator Shemar Moore, retomando o papel do agente Derek Morgan na série. No episódio, intitulado “Lucky Strikes”, o agente Morgan retorna para ajudar Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) a lidar com um caso que a afetou emocionalmente – com a volta do serial killer canibal da 3ª temporada, Floyd Feylinn Ferell, vivido por Jamie Kennedy (“Pânico”) em 2007. Mas será apenas uma participação especial, e não uma reintegração ao elenco, como aconteceu com Paget Brewster, que voltou à série de forma definitiva como Emily Prentiss, após cinco temporadas. Moore fazia parte do elenco original e esteve no programa de 2005 a 2016. Oficialmente, ele saiu em busca de novos desafios. Mas a demissão de Thomas Gibson, na temporada passada, teria aumentado sua boa vontade com a produção, facilitando o breve retorno. Os dois eram desafetos. Esta será a segunda participação do ator desde que Gibson foi demitido. Ele também apareceu no final da temporada passada. O episódio vai ao ar na quarta (25/10), uma semana antes do lançamento da nova atração de Moore. Ele protagoniza o remake da série “SWAT”, que estreia em 2 de novembro nos Estados Unidos.

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    Shemar Moore vai voltar a aparecer na série Criminal Minds

    14 de outubro de 2017 /

    O ator Shemar Moore vai voltar a viver o agente Derek Morgan na série “Criminal Minds”. Mas será apenas uma participação especial, e não uma reintegração ao elenco, como aconteceu com Paget Brewster, que voltou à série de forma definitiva após cinco temporadas. Moore aparecerá no quinto episódio da 13ª temporada, que está previsto para ir ao ar no dia 25 de outubro nos Estados Unidos. No episódio, o agente Morgan retornará para ajudar Penelope Garcia a lidar com um caso que a afetou emocionalmente – com a volta do serial killer Floyd Feylinn Ferell, vivido por Jamie Kennedy (“Pânico”) num episódio de 2007. Moore fazia parte do elenco original e esteve no programa de 2005 a 2016. Oficialmente, ele saiu em busca de novos desafios. Mas a demissão de Thomas Gibson, na temporada passada, teria aumentado sua boa vontade com a produção, facilitando o breve retorno. Os dois eram desafetos. Esta será a segunda participação do ator desde que Gibson foi demitido. Ele também apareceu no final da temporada passada. Atualmente, Moore protagoniza o remake da série “SWAT”, que estreia em 2 de novembro nos Estados Unidos.

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