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    Michael Apted (1941 – 2021)

    8 de janeiro de 2021 /

    O diretor britânico Michael Apted, que dirigiu vários filmes famosos, inclusive uma aventura do agente secreto James Bond, e uma série documental ainda mais célebre, morreu nesta sexta (8/1) aos 79 anos. Em seu primeiro emprego depois de se formar na Universidade de Cambridge, Apted virou trainee na Granada Television em 1964 e foi encarregado de encontrar algumas crianças que seriam entrevistadas para um documentário de 40 minutos da ITV chamado “Seven Up!”. Paul Almond, o diretor do projeto, “estava mais interessado em fazer um belo filme sobre ter sete anos, enquanto eu queria fazer um trabalho desagradável sobre essas crianças que têm tudo e essas outras crianças que não têm nada”, disse Apted em uma entrevista de 2012 à RadioTimes. “Seven Up!” foi projetado para ser um documentário “único”, mas a Granada resolveu reencontrar as 14 crianças novamente em 1970, resultando no lançamento de “7 Plus Seven”, que marcou a estreia de Apted como produtor e diretor. O projeto virou uma série contínua – e sem igual – e ele dirigiu todas as edições subsequentes: “21 Up” (1977), “28 Up” (1984), “35 Up” (1991), “42 Up” (1998), “49 Up” (2005), “56 Up” ( 2012) e o derradeiro “63 Up” (2019). Logo depois de “7 Plus Seven”, Apted estreou no cinema, comandando o drama de crossdressing “Trágica Decisão” (1972). Em seguida, mostrou sua paixão pelo rock com o musical “Stardust” (1974), história de uma banda fictícia dos anos 1960 encabeçada pelo cantor britânico David Essex. Ele também fez vários documentários do gênero, como “Bring on the Night” (1985), sobre Sting, que lhe rendeu um prêmio Grammy (o Oscar da música), “The Long Way Home” (1989), sobre Boris Grebenshchikov (uma versão soviética de Bruce Springsteen), e um filme sobre a turnê “Forty Licks” dos Rolling Stones em 2002, que, graças ao veto de Mick Jagger, nunca foi lançado. Sua filmografia ainda destaca “O Destino Mudou sua Vida” (1980), biografia dramática da cantora Loretta Lynn, a garota pobre que virou Rainha do Country. O filme rendeu o Oscar de Melhor Atriz para sua intérprete, Sissy Spacek. Eclético, Apted também se arriscou em tramas de suspense, como “O Mistério de Agatha” (1979) e “Mistério no Parque Gorky” (1983). Suas comédias, com John Belushi (“Brincou com Fogo… Acabou Fisgado!”) e Richard Pryor (“Condição Crítica”) não tiveram o mesmo sucesso. Mas seu drama “Nas Montanhas dos Gorilas” (1988), história da cientista Dian Fossey (Sigourney Weaver) e sua paixão pelos gorilas africanos, foi indicado a cinco Oscars e se tornou um de seus filmes mais conhecidos. Seu projeto mais popular, no entanto, foi mesmo “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999), penúltimo filme de James Bond estrelado por Pierce Brosnan, que resgatou a carreira do diretor após quatro filmes de pouca repercussão. Entre seus últimos longas estão “Enigma” (2001), drama de guerra com Kate Winslet, “Jornada pela Liberdade” (2006), sobre a luta pelo fim da tráfico transatlântico de escravos, e “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), que encerrou a franquia no cinema. Ele ainda completou “Tudo Por Um Sonho” (2012), após a morte de Curtis Hanson durante as filmagens, e se dedicou a produzir e dirigir séries premium na parte final de sua carreira – como “Roma”, “Masters of Sex” e “Ray Donovan”. Além do trabalho como diretor, Apted também foi um membro ativo do sindicato da categoria. Ele serviu três mandatos como presidente do DGA (o Sindicato dos Diretores dos EUA), de 2003 a 2009 – o mais longo serviço presidencial consecutivo desde George Sidney na década de 1960 – e recebeu o prêmio Robert B. Aldrich da entidade em 2013, além de ter sido homenageado com o cargo de membro vitalício honorário cinco anos depois. “Sentimos tristeza em nossos corações hoje, enquanto lamentamos o desaparecimento deste amado diretor”, disse Thomas Schlamme, atual diretor do DGA, em comunicado. “Seu legado ficará para sempre gravado no mundo do cinema e em nossa associação”, acrescentou Schlamme, que chamou seu antecessor de um “visionário destemido” e elogiou sua “sabedoria” e “inteligência”.

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  • Reality,  TV

    Estrela do reality Pesca Mortal morre aos 33 anos

    28 de dezembro de 2020 /

    Nick McGlashan, uma das estrelas do reality documental “Pesca Mortal” (Deadliest Catch), do canal pago Discovery, morreu no domingo (27/12) em Nashville, nos EUA, aos 33 anos. Não há maiores detalhes sobre a causa da morte, porque o legista ainda não liberou seu relatório oficial. “Nossas mais profundas condolências vão para os entes queridos de Nick durante este momento difícil”, disse o Discovery em um comunicado. “Nick veio de uma longa linha de crabbers (pescadores de carangueijos) e era conhecido por seu grande conhecimento. Ele também tinha um senso de humor agudo, mesmo nas condições mais difíceis. A falta dele será profundamente sentida por todos aqueles que o conheceram.” McGlashan apareceu em 80 episódios de “Pesca Mortal”, de 2013 a este ano, trabalhando no navio pesqueiro Summer Bay. Natural na ilha de Akutan, no Alasca, o pescador também travava uma luta particular contra álcool e drogas, o que resultou em sua internação numa clínica de reabilitação em 2017, durante a 13ª temporada do programa.

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  • Música,  Série

    Série documental sobre hits de Paul McCartney ganha trailer

    16 de dezembro de 2020 /

    Paul McCartney publicou um trailer de uma série documental sobre sua carreira, que vai juntá-lo ao produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Red Hot Chili Peppers, Johnny Cash, etc) numa jornada pelos bastidores das gravações de seus maiores clássicos. O vídeo deixa claro que a série é sobre música, o que não impede McCartney de trazer à tona alguns detalhes de sua vida particular no momento das gravações. Serão ao todo seis episódios em que o músico e o produtor discutirão as canções de maior sucesso do ex-Beatle, desde seus dias ao lado do parceiro John Lennon, passando por sua segunda banda, Wings, até a carreira solo. Os comentários giram em torno de uma mesa de som, em que os tapes originais serão tocados, algumas vezes com acompanhamento musical de McCarney – o vídeo o registra no baixo, guitarra e bateria. O projeto não tem título e marcará a primeira vez que as fitas masters originais dos Beatles deixarão Abbey Road. McCartney, claro, continua aumentando sua discografia. Na sexta (18/12), ele lança um álbum novo, “McCartney III”, encerrando sua “trilogia do isolamento”, iniciada há 50 anos.

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  • Série

    Netflix encomenda série baseada em livro do Papa Francisco

    16 de dezembro de 2020 /

    A Netflix encomendou uma série documental baseada em “La Saggezza del Tempo” (“A Sabedoria do Tempo”), livro escrito pelo Papa Francisco. A série tem produção de Simona Ercolani (“Alive: Storie di Sopravvissuti”) e da produtora Stand By Me, e será lançada em 2021. Editado pelo diretor da revista dos jesuítas La Civiltà Cattolica, Padre Antonio Spadaro, o livro publicado em 2018 é uma história coral, que conta com 250 entrevistas realizadas em mais de 30 países, para destacar a importância do encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da mesma família. A adaptação contará com quatro episódios e mostrará mulheres e homens com mais de 70 anos de todo o mundo compartilhando suas histórias com jovens cineastas com menos de 30 de seus respectivos países. Os idosos representarão várias etnias, origens socioeconômicas e religiões. A atração também contará com uma entrevista exclusiva com o Papa Francisco, que apresentará um ponto de vista único.

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  • Série

    Série da Netflix revela que Anitta foi estuprada aos 15 anos

    16 de dezembro de 2020 /

    A nova série documental “Anitta: Made In Honório” estreou à meia-noite desta quarta (16/12) na Netflix e já virou o assunto mais comentado no Twitter. Não apenas por causa dos fãs de Anitta, mas devido a uma revelação bombástica. Na série, a cantora revela pela primeira vez que sofreu um estupro “aos 14 ou 15 anos”. A violência é abordada logo no primeiro episódio, por meio de um depoimento da própria Anitta. Quase sem encarar a câmera, ela conta detalhes da noite de terror que viveu com um homem, que a manipulou e a forçou a fazer sexo ainda menor de idade. “Eu tinha medo dele, ele era autoritário comigo, falava de forma autoritária. Eu era diferente quando eu era adolescente, não era como eu sou hoje em dia”, conta ela. “Ele estava muito nervoso, muito estressado. Eu estava com bastante medo das reações dele e eu acabei perguntando se ele queria ir pra um lugar só nós dois. Rapidamente, na mesma hora, ele parou o estresse dele e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim. Mas hoje eu tenho plena certeza que eu falei que sim, porque eu tinha muito medo do estresse dele”, desabafa. Emocionada, Anitta continua seu relato. “Quando eu cheguei lá, eu realizei que não era certo fazer aquilo por medo e eu falei que não queria mais. Mas ele não ouviu. Ele não falou nada. Ele só seguiu fazendo o que ele queria fazer. Quando ele acabou, ele saiu, foi abrir uma cerveja e eu fiquei olhando pra cama cheia de sangue”, conta. Ela disse que levou alguns anos para tomar coragem e dizer o que aconteceu para a família. No episódio, um dos irmãos dela, Renan, diz que ela pediu que eles não a encarassem enquanto ela relatava o crime. Até hoje ela demonstra desconforto ao falar sobre o assunto. A cantora explica ainda que durante muitos anos conviveu com o drama de achar que aquilo tinha sido culpa sua. “Faz muito pouco tempo que eu parei de achar que isso é culpa minha, que eu causei isso pra mim. Eu sempre tive medo do que as pessoas iam falar: como ela pode ter sofrido isso e hoje ser tão sexual, ser tão aberta, fazer tanta coisa’. Eu não sei. O que eu sei é que eu peguei isso que eu vivi e transformei em uma coisa pra me fazer sair por cima, sair melhor”, continua. A agressão é uma das muitas revelações da série sobre a vida da jovem Larissa de Macedo Machado antes de virar Anitta. Revelações, inclusive, que também ajudam a explicar porque ela virou Anitta. Em “Anitta: Made In Honório”, ela finalmente conta a história por trás do nome artístico. “Pra todos vocês que se perguntam de onde nasceu a Anitta. Nasceu daí. Da minha vontade e necessidade de ser uma mulher corajosa, que nunca ninguém pudesse machucar, que nunca ninguém pudesse fazer chorar, magoar. Que sempre tivesse uma saída para tudo. Foi daí. Eu criei essa personagem aí”, aponta. Já o sucesso de Anitta veio da dedicação, das horas de trabalho sem fim e exigências extremas, que sua equipe precisa se desdobrar para cumprir. Mas que ela própria tem dificuldades para levar a cabo, acontecendo de ter viajar por conta de compromissos em três países no mesmo dia. Por isso, as horas livres são contadas e seus muitos relacionamentos amorosos não duram quase nada. Mostrando os bastidores de seus trabalhos, a cantora ainda dá uma alfinetada no Rock in Rio, onde o show não saiu como ela queria. Para deixar claro o que deu errado, ela fez a reprodução do mesmo show em Honório Gurgel, bairro onde cresceu no subúrbio do Rio e que batiza a série. Cenas dessa apresentação permeiam toda a série e encerram a produção. Assim como “Vai Anitta”, outra série que a cantora lançou na Netflix em 2018, “Anitta: Made In Honório” contém seis episódios de pouco mais de 30 minutos cada. Veja o trailer da série abaixo.

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  • Série

    Will Smith vai aos extremos da Terra em série documental do National Geographic

    11 de dezembro de 2020 /

    O ator Will Smith vai viajar ao redor do mundo para registrar seus limites. Anunciada durante a avalanche de novidades do Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), a série documental “Welcome to Earth”, do canal pago National Geographic, acompanhará o astro de “Independence Day”, “Eu Sou a Lenda” e “Depois da Terra” a locais extremos do planeta. Os episódios já foram gravados. Neles, Will Smith poderá ser visto no interior de um vulcão ativo (foto acima) e até nas profundezas do oceano. A atração está sendo produzida pelo cineasta Darren Aronofsky (“Noé”) e a produtora Nutopia, que foram responsáveis por “One Strange Rock”, no NatGeo. “Welcome to Earth” vai se juntar a outra produção de Aronofsky no canal, a série “Limitless”, apresentada por Chris Hemsworth. E também será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus).

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  • Música,  Reality,  TV

    Ludmilla vai ganhar reality show da Globoplay

    4 de dezembro de 2020 /

    A cantora Ludmilla vai estrelar seu próprio reality show, um projeto da Globoplay em parceria com o Multishow. O programa acompanhará a cantora e contará com a participação de familiares e amigos. As gravações da série documental já estão acontecendo para uma estreia no ano que vem. Ludmilla também fará a sua estreia como atriz em 2021, na série “Arcanjo renegado”, da Globoplay. Na trama, ela interpretará uma policial militar. O papel foi um convite da produção após a cantora comentar nas redes ter adorado a 1ª temporada.

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  • Série

    Disney+ anuncia série documental sobre Mafalda

    1 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) anunciou “Voltar a Ler Mafalda”, série documental sobre a clássica personagem de quadrinhos argentina Mafalda, criada por Quino. A atração ganhou um teaser simpático, que pode ser visto abaixo. Produção original do canal National Geographic, a série vai homenagear a obra de Quino, que faleceu em setembro, mostrando a evolução e a importância de Mafalda ao longo dos anos. Ainda não há previsão para a exibição. O vídeo aponta apenas uma estreia “em breve”.

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  • Série

    Nova série de Anitta ganha trailer da Netflix

    20 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Anitta: Made in Honório”, segunda série documental da plataforma dedicada à cantora Anitta. A prévia acompanha a frenética rotina profissional da estrela, com várias cenas do show (gratuito no Parque de Madureira) que batiza a produção e de seus bastidores, mas também traz um olhar mais íntimo sobre a vida pessoal de Anitta, com cenas de arquivo e flagras do impacto causado pela pressão do sucesso sobre a jovem Larissa – que muitas vezes se mostra menos poderosa que a cantora dos clipes e apresentações fabulosas. “Anitta: Made in Honório” tem direção do cineasta Andrucha Waddington (do filme e da série “Sob Pressão”) e de seus sobrinho Pedro (também da série “Sob Pressão”), e a estreia está marcada para 16 de dezembro.

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  • Série

    Estreias online: The Crown e As Five encabeçam semana de séries imperdíveis

    13 de novembro de 2020 /

    Entre a melhor temporada de “The Crown” e o lançamento de “As Five”, a programação de séries está excepcionalmente caprichada nesta semana, com opções de qualidade para vários gostos. Mas esta qualidade também demanda paciência. Quatro dos títulos da lista estreiam apenas no domingo (15/11). Além disso, metade da lista são produções da Starz Play, Globoplay e HBO Go que chegam a conta-gotas como na TV convencional, no ritmo de um episódio por semana. Confira abaixo mais detalhes do ótimo Top 10 em streaming deste fim de semana. The Crown | Reino Unido | 4ª Temporada A série sobre a família real britânica chega aos anos 1980 de forma impactante, destacando a soberba de Margaret Thatcher, que acredita salvar o Reino Unido enquanto quebra sua economia, e a frustração da princesa Diana ao perceber que seu conto de fadas não termina com um “viveram felizes para sempre”, mas sim com crises de bulimia. Passada entre a ascensão da Primeira Ministra, que chegou ao poder em 1979, e a tragédia da Princesa do Povo, que encanta o país, mas não a monarquia britânica, os novos episódios destacam as estreias de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel de Diana, e voltam a reunir pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles – antes de uma terceira e última troca completa de elenco, para encerrar a série nos próximos dois anos de produção. Disponível em 15/11 na Netflix As Five | Brasil | 1ª Temporada Drama juvenil derivado de “Malhação: Viva a Diferença”, a série retoma os personagens da mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. Concebido pelo cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”), o spin-off é bem mais adulto e mostra o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da trama exibida entre entre 2017 e 2018 – e recentemente reprisada na rede Globo. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e até o bebê que as juntou cresceu. Tina (Ana Hikari) é uma das poucas que continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado. Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Felizmente, com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Disponível na Globoplay, um episódio por semana Gangs of London | Reino Unido | 1ª Temporada Gareth Evans, o cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão” (2011), marco do cinema de ação do século 21, concebeu “Gangs of London” como um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. Só que a série leva a premissa do jogo a um nível mais brutal, mostrando a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A produção causou furor no Reino Unido pelas cenas violentas, a começar pelo assassinato do chefão criminal mais poderoso de Londres. Quando seu filho e herdeiro deixa os negócios de lado para dar prioridade à vingança, tentando descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no submundo inglês. O papel principal é desempenhado por Joe Cole, que ficou conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”, o que rende algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley e David Bradley (que foram inimigos mortais em “Game of Thrones”) e, além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”), ambos especialistas em terrores sangrentos. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana Alex Rider | Reino Unido | 1ª Temporada Baseada nos famosos best-sellers do espião juvenil criado por Anthony Horowitz, a série traz o britânico Otto Farrant (das minisséries “Guerra e Paz” e “The White Queen”) como Alex Rider, substituindo Alex Pettyfer (“Magic Mike”), que viveu o agente secreto juvenil na única vez que o personagem foi levado ao cinema (em “Alex Rider Contra o Tempo”). O personagem é um adolescente de Londres que, sem saber, é treinado desde a infância para fazer parte do perigoso mundo da espionagem. Desenvolvida pelo roteirista Guy Burt (de “Os Borgias” e “Beowulf: Return to the Shieldlands”), a adaptação leva a premissa a sério e trata a trama como um thriller de ação, o que resulta bem melhor que o filme de 2006. Aprovada com 86% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, a atração já foi renovada para sua 2ª temporada. Disponível na Amazon The Liberator | EUA | 1 Temporada A minissérie animada, adulta e realista dá vida ao aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial, em que Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) vive Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA, que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha. A marcha durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, até a liberação do campo de concentração de Dachau, e a minissérie de quatro episódios recria a árdua missão com auxílio de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes de carne e osso em desenho. Trata-se da mesma técnica visual aplicada em “O Homem Duplo” (2006), de Richard Linklater, e na recente série “Undone”, da Amazon. A adaptação é assinada pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Disponível na Netflix Os Favoritos de Midas | Espanha | 1 Temporada O clássico literário “Os Mascotes de Midas” (1901), de Jack London, é trazido para os dias atuais pelo cineasta espanhol Mateo Gil (“As Leis da Termodinâmica”), numa minissérie de suspense sombrio. Na trama, um grupo misterioso passa a matar pessoas desconhecidas e aleatórias para forçar o sentimento de culpa num empresário que é chantageado a pagar US$ 50 milhões em troca da vida dos inocentes. Nem ele nem a polícia tem a menor ideia de quem está por trás desse golpe macabro, mas as mortes se acumulam sem parar. Primeira série criada por Gil após se consagrar como roteirista de filmes cultuados de Alejandro Amenabar – “Morte ao Vivo” (Tesis, 1996), “Preso na Escuridão” (Abre los Ojos, 1997) e “Mar Adentro” (2004) – , a produção é estrelada por Luis Tosar (“Cela 211”, “Enquanto Você Dorme”), três vezes vencedor do Goya (o Oscar espanhol), e também destaca Guillermo Toledo (“Crime Ferpeito”), Marta Belmonte (“Gente que Vai e Volta”), Marta Milans (“White Lines”) e Bea Segura (“O 3º andar – Terror na Rua Malasaña”). Disponível na Netflix Dignidad | Alemanha, Chile | 1 Temporada A série conta a história real da colônia Dignidad, um acampamento alemão comando por um médico nazista, que existiu no Chile durante o governo do ditador Pinochet. As atrocidades cometidas no local já renderam um filme, “Colônia” (2015), estrelado por Emma Watson. A minissérie oferece uma perspectiva diferente, contando a história em dois tempos, durante o auge dos abusos em 1976 e a investigação dos crimes em 1997, quando o líder da colônia, Paul Schäfer, se tornou foragido, acusado de torturar e matar pessoas enviadas ao local pela ditadura e abusar de pelo menos 200 crianças. Criada por Andreas Gutzeit (do vindouro remake televisivo de “Sissi, a Imperatriz”), a produção destaca Götz Otto (“Deu a Louca nos Nazis”) como Schäfer, além de Antonia Zegers (“Uma Mulher Fantástica”) e Marcel Rodriguez (“7 Days Berlin”) como líderes da investigação. Disponível na Amazon Dash & Lily | EUA | 1ª Temporada Comédia romântica juvenil protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”), a atração é baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou o filme “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca, onde propõem desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”), tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries) e produção do cantor Nick Jonas. Não por acaso, a reta final da série inclui um show dos Jonas Brothers. Disponível na Netflix Industry | Reino Unido | 1ª Temporada Focada nos bastidores do mercado financeiro, a série acompanha uma nova geração em busca de sucesso no mundo dos grandes negócios, que sofre pressão e depressão pelo mau desempenho e receio de desemprego. A personagem central é uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold), que acredita que será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados, mas, ao disputar espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros com a elite jovem de Londres, descobre uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. Criada pelos roteiristas Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), com produção e direção de Lena Dunham (criadora de “Girls”), “Industry” é gravada no Reino Unido e conta com atores pouco conhecidos, entre eles Myha’la Herrold (“Modern Love”), Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”) e Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”). Disponível na HBO Go, um episódio por semana Seduced: Inside the NXIVM Cult | EUA | 1ª Temporada Série documental sobre a jornada real e angustiante de India Oxenberg – filha de uma atriz de Hollywood e descendente da realeza europeia – que foi seduzida pela seita de escravas sexuais NXIVM, onde passou sete anos. Mais de 17 mil pessoas, incluindo India, se inscreveram no “Programa Executivo de Sucesso” da NXIVM, uma fachada para a seita e um campo de caça para o seu líder, o guru Keith Raniere. As mulheres que entravam no DOS, círculo mais privado do suposto grupo de autoajuda, acabavam numa sociedade secreta de escravos, virando vítimas de tráfico sexual e marcadas com ferro de cauterização. Ao contrário da série “The Vow”, da HBO, “Seduced” não perde tempo em preâmbulos, focando a sedução, doutrinação e escravidão de India, a luta de sua mãe para resgatá-la e, finalmente, sua fuga. A produção é assinada pelas cineastas Cecilia Peck e Inbal Lessner, que também fizeram “Brave Miss World”, documentário indicado ao Emmy. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana

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  • Reality,  TV

    Neflix anuncia novas atrações com Anitta, Giovanna Lancellotti e Klara Castanho

    6 de novembro de 2020 /

    A Netflix aproveitou seu segundo festival Tudum, que durou cerca de seis horas, transmitidas entre terça e quinta (5/11) pelos canais nacionais do YouTube e Tik Tok da empresa, para anunciar novidades brasileiras de sua programação. A lista consiste, literalmente, de uma série de ficção, uma série documental, um filme e um reality show nacionais. “Temporada de Verão” é a nova série original, passada em Florianópolis, que terá Giovanna Lancellotti como protagonista, além de Jorge Lopez, o Valério da atração espanhola “Elite”. A série documental é a segunda da plataforma focada em Anitta, batizada de “Anitta: Made in Honório”, que, por sinal, já vai chegar aos assinantes no dia 16 de dezembro, acompanhando a frenética rotina profissional da cantora, desta vez com um olhar mais íntimo sobre sua vida pessoal. O filme é uma comédia inspirada em novo best-seller de Thalita Rebouças, “Confissões de Uma Garota Excluída, Mal-Amada e (Um Pouco) Dramática”, que terá no elenco Klara Castanho, Julia Gomes, Kiria Malheiros e Fernanda Concon. Por fim, a apresentadora do evento, Maisa Silva, anunciou os cinco brasileiros que vão comandar a versão nacional reality show “Queer Eye”, prevista para 2021, acompanhada por um vídeo em que os Fab 5 americanos falam gírias em português. Veja abaixo. Ao longo dos três dias de Tudum, a Netflix ainda apresentou fotos e vídeos de futuros programas, além de trazer astros de suas atrações para falar com fãs via videoconferência, entre eles Noah Centineo, de “Para Todos os Garotos”, Joel Courtney, de “A Barraca do Beijo”, Lucas Bravo e Ashley Park, de “Emily em Paris”, Ana Valeria Becerril e Yankel Stevan, de “Control Z”, Alexxis Lemire e Leah Lewis, de “Você Nem Imagina”, Madison Reyes e Charlie Gillespie, de “Julie and the Phantoms”, Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros, de “Sintonia”, etc. A lista – e a concepção visual do Tudum – também deixa claro que a prioridade da plataforma no Brasil é o público teen.

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  • Série

    Estreias online: Séries da Suécia ao Egito para maratonar no fim de semana

    6 de novembro de 2020 /

    A seleção de séries da primeira semana de novembro reúne atrações de quatro continentes, oferecendo alternativas variadas ao trivial americano. A lista inclui comédia picante da Suécia, terror sobrenatural do Egito, suspense policial da Coreia do Sul, drama policial da Inglaterra, comédia dramática do Canadá, sitcom do México e documentário criminal da Argentina. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais destaques do Top 10 do streaming deste fim de semana. Amor e Anarquia | Suécia | 1ª Temporada Comédia sueca safadinha que acompanha a transformação de Sofie (Ida Engvoll), uma consultora dedicada à carreira, casada e mãe de dois filhos, numa fetichista. Incumbida de modernizar uma editora antiquada, ela acaba conhecendo Max, um jovem técnico de informática chamado Max (Björn Mosten), com quem se envolve num inesperado jogo de sedução. Após ele gravá-la se masturbando no trabalho, passa a desafia-la a fazer coisas arriscadas em seu cotidiano. Ela logo percebe que gosta do jogo, mas o que começa com desafios inocentes aos poucos passa a ter maiores consequências. A série foi criada pela cineasta Lisa Langseth (“Euforia”), que lançou a estrela Alicia Vikander no cinema – em “Pure” (2010). Disponível na Netflix Paranormal | Egito | 1ª Temporada Série egípcia de fantasmas baseada na coleção homônima (no original, Ma Waraa Al Tabiaa) de best-sellers do falecido Ahmed Khaled Tawfik (1962-2018), primeiro autor contemporâneo de terror da língua árabe e um dos mais influentes escritores do Egito. Uma comparação possível para situar o público ocidental seria imaginar um Stephen King árabe. Passada nos anos 1960, a trama gira em torno do Dr. Refaat Ismail, que mergulha em eventos supernaturais, conforme tenta resolver os mistérios por trás de cada caso e desvendar os fantasmas de seu próprio passado. Além do egípcio Ahmed Amin (“The Treasure”) no papel principal, o elenco destaca a libanesa Razane Jammal (“Caçada Mortal”), que o acompanha em sua jornada. Disponível na Netflix Entendeu ou Precisa Desenhar? | Canadá | 2ª Temporada Criada e estrelada por Florence Longpré (“A Queda do Império Americano”), a comédia dramática canadense (falada em francês) do canal público Télé-Québec é uma das produções mais escrachadas, cruas e (totalmente) anárquicas do catálogo da Netflix. Na trama, três amigas de um bairro pobre de Montreal tentam encontrar humor e esperança em suas vidas, independente da falta absoluta de dinheiro. Os episódios acompanham o trio nos bons momentos que passam juntas, fortalecendo sua amizade entre bebedeiras, cantorias e pequenos roubos, mas também nas ocasiões em que devem lidar, sozinhas ou não, com os problemas de suas vidas amorosas, suas famílias disfuncionais – que envolvem mães bêbadas, drogadas ou simplesmente ausentes – e, claro, eventuais prisões. Disponível na Netflix De Brutas, Nada | México | 1ª Temporada A produção mexicana, que lembra comédias brasileiras – e foi gravada na Colômbia – , acompanha a história de Cristina (Tessa Ia, de “Narcos: Mexico”), uma mulher que parecia ter a vida encaminhada. Com um bom emprego, um apartamento gigantesco prestes a ser alugado e noiva do homem de seus sonhos, ela acreditava que nada poderia dar errado. No entanto, após flagrar uma traição do noivo na véspera do casamento, Christina vê seu relacionamento acabar e as preocupações financeiras se acumularem: ela não é capaz de arcar sozinha com o aluguel, mas também não quer abandonar o apartamento de seus sonhos. Assim, decide procurar alguém para dividir o imóvel. Após diversas entrevistas desastrosas com uma possível incendiária e uma senhora que não consegue se manter acordada entre uma pergunta e outra, surge Alejandro (Christian Vazquez, de “Sitiados: México”), que é confundido com um gay e passa a dividir o apartamento. Mas quando a amizade se transforma em um sentimento mais forte, a mentira ganha data de validade. Embora esta história pareça caber numa Sessão da Tarde curta, está sendo lançada em nove episódios. Disponível na Amazon Voice | Coreia do Sul | 2ª Temporada Originalmente uma história fechada, “Boiseu” (título original) acabou se tornando um dos programas criminais mais populares da TV sul-coreana e acabou renovada. Enquanto a 2ª temporada chega na Netflix, os espectadores sul-coreanos aguardam o quarto ano da produção. A trama acompanha dois personagens, Moo Jin-hyuk (Lee Jin-wook), um detetive que se sente culpado depois que sua esposa foi assassinada enquanto ele estava no trabalho, e Kang Kwon-joo ( Lee Ha-na ), uma policial durona dotada de habilidades psicoacústicas perfeitas que a torna especialista em perfis de vozes. Ela estava trabalhando no atendimento de chamadas de emergência quando um caso de assassinato brutal ocorreu e, no processo de investigação, seu pai foi morto. Três anos depois, Jin-hyuk e Kwon-joo se juntam para resolver casos juntos, perseguindo o mesmo serial killer que matou seus entes queridos. Disponível na Netflix Luther | Reino Unido | 5ª Temporada Os quatro últimos capítulos da série estrelada por Idris Elba resolve os “assuntos em aberto” do detetive John Luther. Um desses assuntos é o destino de Alice Morgan. A personagem de Ruth Wilson (“The Affair”) não estava tão morta quando se imaginava. Paralelamente, o protagonista passa a trabalhar com uma policial novata para encontrar o culpado de matanças monstruosas e aparentemente indiscriminadas, numa investigação repleta de pistas falsas. Escrita pelo criador da atração, Neil Cross, a última temporada foi exibida em janeiro de 2019 na TV britânica. Disponível na Starzplay Preacher | EUA | 4ª Temporada A última temporada de “Preacher”, inspirada pelos quadrinhos de Garth Ennis (o criador de “The Boys”), revela o destino do pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun), que precisam lidar com profecias celestiais, prisões infernais e a guerra nuclear total, num esforço para impedir que Deus acabe com o mundo. A temporada acelera a história para chegar ao desfecho bem antes da trama original, que durou 66 volumes publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). A versão televisiva foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (produtores também de “The Boys”). Disponível na Amazon FBI | EUA | 2ª Temporada A série policial criada pelo veterano produtor Dick Wolf (“Law & Order”) e estrelada por Missy Peregrym fez tanto sucesso que já virou franquia (com o lançamento de “FBI: Most Wanted” em janeiro), embora esteja apenas na 2ª temporada. A estrela das séries “Rookie Blue” e “Van Helsing” interpreta Maggie Bell, considerada uma das melhores agentes do FBI, que chega à divisão de Nova York após uma tragédia pessoal e se atira no trabalho para não deixar esse incidente descarrilar sua vida. Disponível na Globoplay Modern Family | EUA | 11ª Temporada Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, a série perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que a ideia original de seus criadores, Steve Levitan e Christopher Lloyd, era acabar a série na 10ª temporada. Mas fazer mais uma temporada extra permitiu aos Pritchett-Dunphy exaltar ainda mais a visão otimista de família moderna sugerida pelo título. Centrada em três casais e filhos, todos parentes, a série realmente se tornou uma representação da diversidade das unidades familiares atuais, ao mesmo tempo em que demonstrou ser possível para um casal gay, um casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio, apesar de suas dificuldades, encontrar mais similaridades que diferenças na hora de se mostrar uma mesma família amorosa e indivisível. Disponível na Globoplay Quem Matou María Marta? | Argentina | 1 Temporada Série documental sobre crime real acontecido na Argentina. Uma mulher é encontrada morta na banheira, com uma poça de sangue no chão. A teoria do marido é de que foi um acidente, mas a autópsia revela outra história. Disponível na Netflix

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    Keith Raniere, guru da seita sexual NXIVM, é condenado a 120 anos de prisão

    27 de outubro de 2020 /

    O guru Keith Raniere, líder do grupo de autoajuda e seita sexual NXIVM, foi condenado a 120 anos de prisão nesta terça-feira (27/10), após ter sido acusado de tráfico sexual, extorsão e posse de pornografia infantil no ano passado. Os promotores queriam que o guru recebesse prisão perpétua, enquanto seus advogados defendiam uma pena de 15 anos. “Raniere recrutava pessoas para as organizações que fundou, supostamente para seu próprio benefício, e depois as explorava para obter poder, dinheiro ou sexo. A sentença imposta a Raniere deve refletir o dano imensurável que ele infligiu às suas vítimas”, disseram os promotores em um documento entregue a Nicholas Garaufis, juiz que acompanhou o caso. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu vários adeptos a seu programa de autoajuda, que incluía diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Além da longa sentença, ele também foi multado em 1,75 milhão. No começo deste mês, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada a seis anos e nove meses de prisão por seu envolvimento na seita. E a atriz Allison Mack, de “Smallville”, aguarda sua sentença, após se declarar culpada das acusações de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Na ocasião, ela se defendeu dizendo-se vítima de uma lavagem cerebral realizada por Raniere. “Eu estava perdida”, declarou. A NXIVM, Raniere e seguidores hollywoodianos da seita foram o foco de duas séries documentais recentes: “The Vow”, da HBO, que terá uma 2ª temporada focada no julgamento de seus membros, e “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz.

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