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    The Orville troca o canal Fox pela plataforma Hulu

    22 de julho de 2019 /

    A tripulação de “The Orville” vai se mudar da Fox para a plataforma Hulu. O ator e criador da série Seth MacFarlane fez o anúncio durante participação na Comic-Con International, em San Diego. MacFarlane explicou a decisão dizendo que “à medida que a produção foi ficando maior e mais ambiciosa”, ele percebeu que não conseguiria entregar os episódios no prazo estabelecido pela emissora. A companhia e o criador então entraram em um acordo para acomodar a série em outra plataforma. A série foi renovada em maio para um retorno no começo de 2020. Mas, com a mudança, a 3ª temporada de “The Orville” agora está prevista para estrear apenas no final de 2020. A produção é realizada pela 20th Century Fox Television, que agora pertence à Disney – assim como a plataforma Hulu.

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    Cara Gente Branca: Trailer da 3ª temporada promete mistura de Moonlight com Sex and the City

    22 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dear White People). Com mais 10 episódios, a atração retorna em 2 de agosto. Mas a série promete uma grande mudança em todos os seus personagens. Para começar, Sam (Logan Browning) deixou seu programa de rádio de lado. Enquanto isso, os outros parecem ter novas prioridades. Como Joelle (Ashley Blaine Featherson) mesma diz, “se todo mundo continuasse igual, a vida seria tediosa e previsível… como a 3ª temporada de uma série da Netflix”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Por sinal, uma das frases do vídeo abaixo promete uma mistura de “Moonlight” com “Sex and the City”.

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    Ted Danson vai estrelar nova série de comédia de Tina Fey

    19 de julho de 2019 /

    O ator Ted Danson já definiu seu próximo projeto após o final de The Good Place, previsto para a próxima temporada. A NBC encomendou uma nova comédia escrita e produzida por Tina Fey, que contará com o ator como protagonista. Assim, Danson se mantém na NBC. E Tina Fey volta. Ela criou (com Robert Carlock) e estrelou “30 Rock”, que foi sucesso premiado da rede americana entre 2006 e 2013. Exibida no canal pago Sony no Brasil, acabou virando “Um Maluco na TV” quando chegou na TV aberta. A nova série de 13 episódios acompanhará um homem de negócios rico com ambições de se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua equipe, entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente. “Estamos felizes em voltar para casa na NBC, escrevendo para uma das grandes estrelas de todos os tempos, o marido da Mary Steenburgen, Ted”, disseram em nota Fey e Robert Carlock, que também é produtor da série. E isto é tudo, já que ainda não foi revelado o título da produção, nem sua previsão de estreia.

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    Karatê Kid vai ao Japão na 3ª temporada de Cobra Kai

    19 de julho de 2019 /

    O ator Ralph Macchio revelou, durante entrevista para a revista Entertainment Weekly, que irá ao Japão na 3ª temporada de “Cobra Kai” para abordar uma parte importante do legado da franquia “Karatê Kid”: as origens do Sr. Miyagi. O personagem de Macchio, Daniel LaRusso, o Karatê Kid, vai ao Japão para relembrar o seu antigo mestre. “Nós vamos mergulhar nas origens do Miyagi-Do Karate, e do Cobra Kai”, explicou. “Isso inclui LaRusso indo para Okinawa [no Japão], o que vai acontecer na 3ª temporada”. “Sempre foi importante, para mim, que o Sr. Miyagi fizesse parte da história da série, e da vida de LaRusso”, continuou o ator. “Quando ele precisa se apoiar em algo para se equilibrar, ele volta às lições que aprendeu com Miyagi”. “Na 2ª temporada, filmamos no Miyagi-Do Karate, na casa [em que o primeiro filme foi feito]. Foi muito emocionante, porque muita magia aconteceu nas cenas que gravamos lá, com aquele personagem. Queria manter isso vivo na série”, completou. O ator Pat Morita viveu o Sr. Miyagi em quatro filmes de “Karatê Kid”, entre 1984 e 1994, e foi indicado ao Oscar por sua performance no primeiro deles. Ele morreu em 2005, aos 73 anos.

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    Netflix cancela Ela Quer Tudo, primeira série de Spike Lee

    18 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou o cancelamento da série “Ela Quer Tudo” (She’s Gotta Have It), de Spike Lee, após duas temporadas e 19 episódios. Em um comunicado, Ted Sarantos, diretor de conteúdo da Netflix, afirmou que “Spike Lee é um dos maiores cineastas de todos os tempos e estamos felizes por ele ter trazido ‘Ela Quer Tudo’ para a Netflix. Embora esta seja a nossa última temporada, estamos muito orgulhosos de que ela estará em nosso serviço durante anos”. Mostrando que a decisão de encerrar a série não foi de comum acordo, Spike Lee disse que tentará levá-la para outra emissora. A atração é baseada no filme de mesmo nome de 1986, que foi primeiro longa-metragem da carreira do cineasta, rodado em duas semanas por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os episódios, que estrearam com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não agradaram tanto em sua 2ª temporada, lançada em maio com 67% de críticas positivas.

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    A.P. Bio é “descancelada” por nova plataforma de streaming

    17 de julho de 2019 /

    Dois meses depois de ser cancelada pela rede americana NBC na reta final de sua 2ª temporada, a série de comédia “A.P. Bio” foi resgatada por uma nova plataforma de streaming. A ironia é que se trata do serviço ainda sem nome da Comcast, dona da própria NBC. “A.P. Bio” é a segunda série exclusiva anunciada para a plataforma da Comcast, que vai reunir produções da Universal Pictures, NBC, USA Network, Syfy e Sky, e deve ser lançada em 2020. A outra atração confirmada é “Angelyne”, drama desenvolvido por Sam Esmail (“Mr. Robot”), que será estrelado por Emmy Rossum (“Shameless”). Criada por Michael Patrick O’Brien (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”), “A.P. Bio” gira em torno de um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que após perder o trabalho dos seus sonhos se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. O elenco também incluiu Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”).

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    On Becoming A God in Central Florida: Série de comédia de Kirsten Dunst ganha novo trailer

    17 de julho de 2019 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um novo trailer de “On Becoming a God in Central Florida”, que destaca o humor negro da comédia estrelada por Kirsten Dunst (a Mary Jane da trilogia original do Homem-Aranha). Na prévia, ela tem praticamente um arco completo, transformando-se de vítima de golpistas em alguém capaz de se vingar na mesma moeda. Com produção de George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”), a série criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na região de Orlando no início dos anos 1990. A trama é centrada em Krystal Gill (Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro da Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Além de estrelar, Dunst também divide a produção com Clooney e Grant Heslov, donos da produtora Smokehouse Pictures – responsável, entre outros projetos, pela recente minissérie “Catch 22”. O resto do elenco ainda destaca Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) quase irreconhecível de mullet. Vale lembrar que a série estava sendo desenvolvida para o YouTube Premium, que mudou seu plano de negócios diante da chegada dos estúdios às plataformas de streaming, abandonando o projeto de virar um serviço pago. Com isso, o Showtime trouxe a produção para sua programação. A estreia da série vai acontecer em 25 de agosto.

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    Rip Torn (1931 – 2019)

    10 de julho de 2019 /

    O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.

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    The Righteous Gemstones: Série com Danny McBride e John Goodman ganha trailer legendado

    4 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer legendado de “The Righteous Gemstones”, nova série de comédia criada pelo comediante Danny McBride (“Alien: Covenant”). A série traz McBride, John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, com uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco também inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). “The Righteous Gemstones” é a terceira série criada por McBride para a HBO, após “Eastbound & Out” e “Vice Principals”. A estreia está marcada para 18 de agosto.

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    Globoplay revive a série Cilada, de Bruno Mazzeo

    4 de julho de 2019 /

    A plataforma Globoplay anunciou o revival de “Cilada”, série de comédia criada e estrelada por Bruno Mazzeo. A série original teve seis temporadas, exibidas entre 2005 e 2009 no canal Multishow, e também deu origem ao filme “Cilada.com”, lançado em 2011. A produção, em parceria do serviço de streaming com o Multishow e a Casé Filmes, focará no protagonista com seus 40 anos, passando por situações típicas dos tempos atuais. A previsão de estreia da “7ª temporada” é para 2020.

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    Divorce: Série estrelada por Sarah Jessica Parker vai acabar na 3ª temporada

    1 de julho de 2019 /

    A HBO decidiu se divorciar da série “Divorce”. A atração estrelada por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”) vai acabar em sua 3ª temporada. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna para seus últimos episódios nesta segunda (1/7) nos Estados Unidos. E será uma temporada abreviada, após menos de 500 mil telespectadores assistirem à produção no ano passado. É interessante reparar na contagem regressiva que levou ao cancelamento. A 1ª temporada teve 10 episódios, a 2ª diminuiu para 8 e a 3ª terá apenas 6 capítulos para encerrar a trama. A produção marcou a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. Mas sem o mesmo sucesso. Na nova série, ela interpretava uma mulher recém-divorciada, que precisa lidar com o longo processo de separação do ex-marido (Church) e iniciar uma nova etapa em sua vida. O elenco também incluía Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integra o elenco fixo dos capítulos finais.

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    Mrs. Fletcher: Kathryn Hahn vive fantasias sexuais no trailer da nova série do autor de The Leftovers

    29 de junho de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Mrs. Fletcher”, série de comédia estrelada por Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”). A prévia mostra a atriz no papel-título, fantasiando situações sexuais que viu na internet. Baseada no romance best-seller de Tom Perrotta, autor de “The Leftovers”, a atração vai mostrar como se comporta uma mãe divorciada moderna, após o filho sair de casa para ir para a faculdade. A trama pretende explorar o impacto da pornografia online e das mídias sociais na vida das mulheres da meia idade, acompanhando como Eve Fletcher (Hahn) lida com a descoberta de sua recém-adquirida liberdade em tempos de aplicativos de encontros. Paralelamente, a série também vai mostrar as opções de seu filho Brendan, vivido por Jackson White (da série “SEAL Team”), como calouro na universidade. O elenco também inclui Casey Wilson (“Happy Endings”), Owen Teague (“Bloodline”) e Jen Richards (“Nashville”). Além de ser autor do livro, Perrotta vai assinar os roteiros e trabalhar como produtor ao lado de Jessi Klein (“Inside Amy Schumer”), Sarah Condon (“Looking”) e da cineasta Nicole Holofcener (“Gente de Bem”), que dirigiu o piloto. “Mrs. Fletcher” vai estrear durante o outono norte-americano, entre setembro e novembro, em data ainda não anunciada.

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    Série do YouTube de Kirsten Dunst vai parar no Showtime e ganha primeiro trailer

    17 de junho de 2019 /

    O canal pago americano Showtime surpreendeu a mídia com a divulgação do primeiro trailer de “On Becoming a God in Central Florida”, comédia de humor negro estrelada por Kirsten Dunst (a Mary Jane da trilogia original do Homem-Aranha), que estava sendo desenvolvida para o YouTube Premium. A mudança inesperada de canal confirma o colapso dos planos do YouTube para oferecer um serviço premium pago, com séries exclusivas de ficção. O serviço de assinatura da plataforma de vídeos do Google vai ser trocado por um projeto financiado por anúncios, com mais documentários e YouTubers. Curiosamente, o Showtime é o terceiro lar de “On Becoming a God in Central Florida”, que começou a dar seus primeiros passos no canal pago AMC. Com produção de George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”), a série criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky é descrita como uma comédia sombria sobre o culto da iniciativa privada e a busca incansável de uma jovem mulher pelo sonho americano. Passada na região de Orlando no início dos anos 1990, a trama é centrada em Krystal Gill (Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro da Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Além de estrelar, Dunst também divide a produção com Clooney e Grant Heslov, donos da produtora Smokehouse Pictures – responsável, entre outros projetos, pela recente minissérie “Catch 22”. O Showtime marcou a estreia da série para 25 de agosto.

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