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    Matheus Nachtergaele viverá gêmeos na nova série dos produtores de Arcanjo Renegado

    27 de novembro de 2020 /

    O ator Matheus Nachtergaele viverá gêmeos na nova série “O Jogo que Mudou a História”, sobre a origem da guerra do narcotráfico no Rio. Na produção, que será disponibilizada pelo Globoplay, o ator será um ex-policial, que começará a história na prisão por integrar um grupo de extermínio, e também um respeitado líder comunitário de uma favela, que não se envolve com o crime. Após anos sem nenhum contato, eles se reencontrarão e tentarão reestabelecer os laços familiares. “O Jogo que Mudou a História” é uma criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas do Rio de Janeiro, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. As gravações estão previstas para começar em 2021.

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  • Filme

    Série sobre Marielle Franco tem novas roteiristas

    29 de outubro de 2020 /

    A série de ficção sobre Marielle Franco tem novas escritoras. Duas semanas após quatro roteiristas demitirem-se do projeto, por divergências com orientações da narrativa, a produção da Globoplay definiu Mariana Jaspe e Maria Camargo como responsáveis por desenvolver a história. Como o roteiro de nenhum capítulo tinha sido finalizado, elas vão começar do zero, seguindo as orientações da roteirista Antônia Pellegrino e do diretor José Padilha, idealizadores do projeto. Mariana Jaspe e Maria Camargo já desenvolveram trabalhos anteriores na Globo. Juntas, acabam de escrever um épico escravagista baseado no livro “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, que vai virar série em 2021 na emissora. Mais experiente, Maria Camargo criou as séries “Assédio” (2018) e “Dois Irmãos” (2017), colaborou nas novelas “Lado a Lado” (2012) e “Babilônia” (2015) e ainda assinou o roteiro do filme “Nise: O Coração da Loucura” (2015) e do documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (2019). Em comunicado, a Globo afirmou que “a chegada das duas à equipe é resultado da recomposição da sala de roteiro e de um processo de escuta que garantiu a representatividade da mulher negra também no grupo de liderança criativa do projeto”. “Marielle foi protagonista de sua própria história e será também a protagonista desta série. É por isso que me junto a este projeto: para contar a história de Marielle – pessoa e personagem – com a dignidade e a força que ela exige e merece”, diz Mariana. “Vamos somar forças e mergulhar juntas em busca da melhor forma de contar a história de Marielle, com o cuidado, a responsabilidade e a delicadeza que sua trajetória merece”, complementa Maria. Além dos produtores executivos Antonia Pellegrino e José Padilha, a série também terá Jeferson De (“Bróder”) entre os diretores. Desde que foi anunciada, a produção enfrenta questionamentos de representatividade. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social e contra as ações de extermínio da política em comunidades negras. O que a fez ser assassinada por milicianos. Além de ser concebida por dois brancos, a produção enfrentou muitas críticas pelo envolvimento de José Padilha, responsável pelo filme “Tropa de Elite” (2007), visto como apologia à truculência policial, e a série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011).

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  • Série

    Narcos: Mexico é renovada para 3ª temporada com Wagner Moura

    28 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Narcos: Mexico” para a sua 3ª temporada. Entretanto, Diego Luna, que viveu o traficante Miguel Ángel Félix Gallardo nos dois primeiros anos, não vai retornar nos novos episódios. A saída de Luna se deve a conflito de agenda com seu compromisso com a nova série de “Star Wars” focada em seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor, atualmente em pré-produção na Disney+ (Disney Plus). Mas também reflete a trama, que vai se passar após a prisão de Gallardo e acompanhar uma guerra pelo controle do tráfico, levando à consolidação de um novo chefão: Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda). Apesar da ausência do protagonista mexicano, a série contará com o retorno de outros atores, como Scoot McNairy (Walt Breslin), José María Yazpik (Amado Carrillo Fuentes) e Alfonso Dosal (Benjamín Arellano Félix). A 3ª temporada também incluirá o retorno de Wagner Moura, mas atrás das câmeras. O ator brasileiro, que se tornou conhecido do público internacional ao interpretar Pablo Escobar nas duas primeiras temporadas da “Narcos” original (e que fez uma aparição em “Narcos: México”), vai dirigir dois episódios na próxima temporada. Outra novidade para os próximos capítulos é uma mudança de comando, com a saída do showrunner Eric Newman, que dará espaço ao colega Carlo Bernard, um dos criadores e produtores executivos da franquia “Narcos” desde sua estreia em 2015. Os novos episódios de “Narcos: Mexico” ainda não têm previsão de estreia

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  • Série

    Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco

    24 de outubro de 2020 /

    Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.

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    David Fincher anuncia fim de Mindhunter

    23 de outubro de 2020 /

    O diretor David Fincher confirmou ter encerrado a série “Mindhunter”, que ele produzia para a Netflix. Em entrevista ao site Vulture, o cineasta afirmou que o drama criminal, baseada em fatos reais, sobre a formação de uma unidade do FBI especializada na caça de serial killers, não terá 3ª temporada. Ele justificou o fim da série pelo excesso de trabalho e tempo que demandava sua produção. “Nós vivemos por lá [Pittsburgh] por quase três anos”, disse Fincher. “Não ano após ano, provavelmente seis ou sete meses no ano… Foi muito para mim”. Fincher explicou que fez a 1ª temporada sem um showrunner, “só comigo resolvendo tudo, semana a semana”. E que isso quase implodiu a série já na 2ª temporada. “Começamos a receber os roteiros para a 2ª temporada, e quando vi o que estava escrito decidi que não gostava de nada. Então, jogamos fora e começamos de novo”. Só que, em vez de contratar showrunner experiente, ele preferiu uma assistente de direção, Courtenay Miles, e acabou coproduzindo a série com ela. “Era uma semana de trabalho de 90 horas. A série absorve tudo em sua vida. Quando terminei, estava bastante exausto e disse: ‘Não sei se tenho forças para fazer a 3ª temporada”, continuou. Além do grande esforço, ele considera que a série é muita cara para a audiência que atingiu, e confidenciou ter falado sobre isso com a Netflix. Mas os responsáveis pela plataforma não concordaram imediatamente em encerrar a produção. “Termine ‘Mank’ e depois veja como você se sente”, teriam dito, segundo Fincher. “Mas, honestamente, não acho que conseguiremos fazer a série por menos do que custou a 2ª temporada. E em algum nível, você tem que ser realista quanto ao fato de que os dólares têm que atrair público suficiente”, completou. A declaração de Fincher confirma boatos que circulavam desde janeiro, quando veio à toa que o diretor não tinha agendado o retorno da produção, preferindo se dedicar a outros projetos na própria plataforma de streaming. Anteriormente, Holt McCallany tinha dito que Fincher planejava cinco temporadas de “Mindhunter” e que pretendia continuar na série enquanto o cineasta estivesse envolvido. A 2ª temporada foi disponibilizada em agosto de 2019 e atingiu impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. De acordo com o Vulture, apesar da baixa audiência, a Netflix estaria aberta a retomar e concluir a série. A ideia é deixar Fincher descansar. O diretor vai lançar seu novo filme, “Mank”, pela Netflix em dezembro. E pode muito bem retomar “Mindhunter” mais adiante, já que realmente continua envolvido em outras produções da plataforma. Um porta-voz da Netflix, ouvido pelo site, acrescentou: “Talvez em cinco anos.”

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    La Casa de Papel: Pedro Alonso revela bastidores da temporada final

    1 de setembro de 2020 /

    O ator Pedro Alonso publicou uma foto em seu Instagram em que volta a viver Berlim, personagem de “La Casa de Papel”. Na imagem de bastidores da produção, ele aparece num avião ao lado da atriz Diana Gómez, que vive Tatiana, a misteriosa esposa de Berlim, e Patrick Criado, uma novidade de parte final da série espanhola. O post foi marcado com uma hashtag que identifica a foto como gravação da Parte 5 de “La Casa de Papel”. Mas deve se tratar de uma cena de flashback, devido ao destino de Berlim na trama. A Parte 5 de “La Casa de Papel” retoma o assalto ao Banco da Espanha para encerrar a série, mostrando os destinos finais dos personagens. Os episódios finais da criação de Álex Pina serão lançados na Netflix em 2021. Ver essa foto no Instagram Monty, Python and Diane. (No por ese orden). 🔥⛩ ❤️ #LCDP5 @didigmz @patrick.criado Foto de @lukaperosofficial Uma publicação compartilhada por Pedro Alonso (@pedroalonsoochoro) em 21 de Ago, 2020 às 8:38 PDT

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    Power vai ganhar terceira série derivada

    31 de agosto de 2020 /

    O canal pago Starz encomendou mais uma série derivada de “Power”. Trata-se do terceiro spin-off da atração original, encerrada em fevereiro passado após seis temporadas. A nova atração será chamada de “Power Book IV: Force” e será centrada no personagem Tommy Egan. Na trama, Joseph Sikora voltará a encarnar o papel originado em “Power”, após deixar Nova York e os eventos turbulentos do final da série para trás. A produção é de Courtney Kemp, criadora de “Power”, e Curtis “50 Cent” Jackson, que viabilizou a atração original e seus derivados. Já o showrunner será Robert Munic, criador de “The Cleaner” e produtor-roteirista de “Empire”. “’Power’ foi uma das séries de maior sucesso na televisão paga premium durante seus seis anos, obtendo mais de 10 milhões de visualizações multiplataforma em suas duas últimas temporadas e mal podemos esperar para levar os fãs em uma direção totalmente nova enquanto escolhemos retomar a história de Tommy com ‘Power Book IV: Force’”, disse a presidente de programação da Starz, Christina Davis. A encomenda de “Power Book IV: Force” acontece antes da estreia de “Power Book II: Ghost”, o primeiro spin-off, prevista para 6 de setembro. Além desta produção, a agora franquia também vai lançar o prólogo “Power Book III: Raising Kanan” em 2021.

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    Um Dia Qualquer: Nova série brasileira vai abordar milícias do Rio

    1 de agosto de 2020 /

    O canal pago Space divulgou o pôster e o trailer da sua mais nova série brasileira, “Um Dia Qualquer”. A produção vai abordar as milícias do Rio em cinco episódios, repletos de violência, drama e corrupção, acompanhando a história de diferentes moradores de um subúrbio carioca. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos dois “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série da Amazon “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. O elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino já crescido de “Central do Brasil”). A estreia está marcada para 17 de agosto, às 22h, com exibição diária até 21 de agosto. No dia seguinte, 22 de agosto, o canal programou uma maratona com todos os capítulos – a partir das 18h.

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    José Padilha fará série sobre assassinato de Marielle Franco para a Globo

    6 de março de 2020 /

    A Globo anunciou, de forma surpreendente, a produção de uma minissérie ficcional sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, ativista contra os abusos da polícia e das milícias no Rio de Janeiro, cuja morte teria envolvido policiais, milicianos e gente graúda – até o nome de Jair Bolsonaro surgiu na investigação. E com o seguinte detalhe: a série tem produção do cineasta José Padilha, diretor de “Tropa de Elite”, além de produtor de “Narcos” e “O Mecanismo” na Netflix. O acordo foi revelado nesta sexta (6/3) e é considerado inesperado porque o projeto estava sendo negociado – praticamente encaminhado – pela Amazon. A série será lançada na plataforma Globoplay, com um argumento desenvolvido pela escritora e roteirista Antonia Pellegrino, mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). Intitulada “Marielle”, a série não pretende ser documental, optando por resumir em menos personagens as características de várias pessoas diferentes da história real, como os milicianos envolvidos no crime. Trata-se da mesma fórmula que Padilha adotou em suas séries da Netflix, com mais sucesso em “Narcos” e mais polêmica em “O Mecanismo”. Além de produzir, Padilha vai dirigir o primeiro episódio. No anúncio da produção, a Globoplay assumiu que “atravessou” o negócio da Amazon, cobrindo a oferta para trazer a série para seu serviço de streaming. “A gente soube da negociação, fomos ao Padilha e argumentamos que na Globo ele teria maior alcance. Doía pra gente ver um diretor carioca, brasileiro, um dos mais importantes do cinema nacional, trabalhando para a concorrência”, revelou Erick Bretas, principal executivo do Globoplay, em entrevista coletiva. O blog Notícias da TV, do UOL, especula que a Globo investiu pesado para derrotar a Amazon, tendo pago R$ 2 milhões somente para a viúva de Marielle Franco, Mônica Benício, para permitir a produção. O executivo da empresa nega. Mas a rasteira teria sido estimulada por um avanço da Amazon nos quadros do Globoplay, que no ano passado contratou o ex-Telecine João Mesquita, levando junto muitos segredos estratégicos. A minissérie será gravada no segundo semestre e tem previsão de estreia no primeiro semestre de 2021. Ainda não há elenco definido. Pela negociação, Padilha manteve os direitos internacionais de exibição, que, ironicamente, poderão ser comprados pela própria Amazon ou pela Netflix. Além da produção ficcional, a Globoplay também vai exibir uma minissérie documental sobre a vida de Marielle, que já está pronta. Ela foi produzida durante cinco meses pelo Jornalismo da emissora sob total sigilo. Chamada de “Marielle, o Documentário”, a atração se concentra nas investigações sobre o assassinato de Marielle na noite de 14 de março de 2018. Baseado em entrevistas e investigações jornalísticas, não traz nenhuma revelação bombástica, mas ajuda a entender por que a polícia demorou tanto a descobrir e prender os suspeitos, somente um ano depois da execução, e até hoje não esclareceu quem foi o mandante. O primeiro episódio será exibido na próxima quinta (12/3) pela Globo e estreia no dia seguinte no Globoplay.

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    Giri/Haji: Série criminal britânica com 100% no Rotten Tomatoes ganha trailer legendado

    23 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Giri/Haji”, produção britânica da BBC com astros japoneses, criada por Joe Barton (roteirista de “O Ritual” e “iBoy”). A prévia destaca o clima de tensão, choque cultural e os diversos elogios da crítica à atração. Não é marketing: a série tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, numa rara unanimidade da imprensa do Reino Unido. “Giri/Haji” se traduz como Dever/Vergonha. A trama gira em torno de Kenzo Mori (Takehiro Hira, de “Bushido: O Caminho do Guerreiro”), um detetive de Tóquio, que viaja para Londres em busca de seu irmão Yuto (Yōsuke Kubozuka, de “Silêncio”), acusado de matar brutalmente o sobrinho de um membro da Yakuza, ameaçando iniciar uma guerra entre gangues. Ao adentrar o território desconhecido de Londres para descobrir se seu irmão é culpado ou mesmo se está vivo, ele recebe ajuda da policial britânica Sarah Weitzmann (Kelly Macdonald, de “Boardwalk Empire”) e de Rodney Yamaguchi (Will Sharpe, de “Flowers”), um gigolô mestiço, e entra em contato com elementos perigosos do submundo criminoso de Londres. O elenco internacional ainda destaca Justin Long (“Amor à Distância”), Sophia Brown (“Marcella”), Charlie Creed-Miles (“Silent Witness”), Togo Igawa (“O Último Samurai”) e a estreante Aoi Okuyama. Com oito episódios, “Giri/Haji” estreou na TV britânica em outubro e vai chegar ao streaming da Netflix em 10 de janeiro.

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    Gal Gadot vai produzir remake americano de série criminal israelense

    3 de dezembro de 2019 /

    A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vai produzir um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, seu país de origem. A produção da Endemol Shine Israel conta a história das mulheres da família Malka, que precisam se unir depois que todos os homens de sua família criminosa são assassinados. Levadas a uma vida que não escolheram, elas percebem que podem finalmente controlar seus próprios destinos. A série original está atualmente renovada para sua 2ª temporada. ”Queens’ é uma história complexa sobre ser mulher em nossos dias, e tudo o que acompanha isso do ponto de vista da família, da carreira e do relacionamento”, disse Guy Levy, presidente da Endemol Shine North America, que produzirá a versão americana. “É gratificante ver uma série que trata mulheres com complexidade, mostrando que nossas diferenças são os pontos fortes que nos unem”, completa o executivo no comunicado do projeto. Apesar de ser uma produção “original” israelense, a premissa de “Queens” já teve muitas versões anteriores em inglês. A história realmente original foi criada pela escritora Lynda La Plante para a série britânica dos anos 1980 “As Damas de Ouro” (Widows), que ganhou remake americano em 2002 e filme hollywoodiano no ano passado, ambos batizados de “As Viúvas”. La Plante também assinou uma variação mafiosa da mesma trama no telefilme “Bella Mafia” (1997). Para completar, “Rainhas do Crime” passou batido nos cinemas neste ano ao repetir a fórmula. Em fase de desenvolvimento inicial, o remake de “Queens” ainda não tem canal nem mesmo equipe criativa definida.

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    2ª temporada de Pure ganha trailer violento

    5 de março de 2019 /

    O canal pago americano WGN America divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Pure”, série criminal passada em meio a uma comunidade de crentes menonitas, mostrando seu envolvimento com um cartel de drogas. Este envolvimento aconteceu depois do novo pastor resolver denunciar para a polícia um membro da comunidade que fazia tráfico, o que apenas fez com que o cartel reagisse com violência, pressionando para que todos os menonitas passassem a traficar para evitar uma chacina. Produção canadense criada por Michael Amo (da série “The Listener”), a série destaca em seu elenco os atores Ryan Robbins (“Continuum”), Alex Paxton-Beesley (“Impulse”), Dylan Everett (“Supernatural”), Victor Gomez (“Impacto Mortal”) e Jessica Clement (“Hemlock Grove”). A 2ª temporada ainda terá como novidade a participação de Alyson Hannigan (“How I Met Your Mother”) em papel recorrente. Os novos episódios estreiam em 28 de maio nos Estados Unidos.

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    Dirty John: Eric Bana seduz Connie Britton no trailer legendado da série criminal

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série “Dirty John”, que traz Eric Bana (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como um gatão da meia-idade, que conhece pela internet a mãe solitária vivida por Connie Britton (“9-1-1”). A trama lembra outro sucesso recente disponibilizado na Netflix, “Você” (You), ao mostrar como o vilão seduz a mulher de forma completa, escondendo sua ficha criminal com mentiras, mas nem seu charme afasta a desconfiança das filhas da vítima. Criada por Alexandra Cunningham, que também criou “Chance” e “Prime Suspect”, a série é adaptação de um podcast investigativo sobre casos reais e também inclui em seu elenco Julia Garner (“The Americans”), Juno Temple (“Roda Gigante”), Brent Anderson (“American Crime”), Olivia Grace Applegate (“De Canção em Canção”), David Barrera (“Chance”) e Jake Abel (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”). Assim como “Você”, “Dirty John” passou primeiro pela TV paga americana antes de chegar na Netflix. Produção do canal Bravo, os oito episódios da 1ª temporada foram exibidos de 25 novembro a 13 de janeiro nos Estados Unidos. Por sinal, o Bravo já renovou a série para sua 2ª temporada, que contará uma nova história, num formato de antologia anual. A estreia em streaming vai acontecer em 14 de fevereiro.

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