Caio Junqueira (1976 – 2019)
O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.
Letícia Colin vai estrelar nova série da Globoplay passada em hospital
Após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”, a atriz Letícia Colin vai protagonizar uma nova série de streaming da Globo, “Onde Está Meu Coração”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção e Patrícia Pillar (ambos de “Onde Nascem os Fortes”). “Onde Está Meu Coração” é a décima série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.
Edyr de Castro (1946 – 2019)
A cantora e atriz Edyr de Castro, que fez parte do grupo As Frenéticas e atuou em novelas, morreu na manhã desta terça-feira (15/1) no Rio de Janeiro. Ela começou sua carreira no teatro, na montagem do famoso musical “Hair”, em 1969. Mas só ficou conhecida após ser convocada por Nelson Motta para integrar o sexteto vocal As Frenéticas, juntamente com Sandra Pêra, Regina Chaves, Leiloca Neves, Dhu Moraes e Lidoka Martuscelli. Ao emplacar o tema de abertura da novela “Dancin’ Days” (1978), o grupo virou um fenômeno de popularidade – e ainda bisou o feito com o tema de “Feijão Maravilha” (1979). Com o fim das Frenéticas em 1984, Edyr migrou para a televisão, aparecendo na minissérie “Tenda dos Milagres” (1985) e na novela mais vista da rede Globo, “Roque Santeiro” (1985). Em seguida, ela viveu seu papel mais lembrado, como Doroteia na novela “Cambalacho” (1986). Edyr de Castro ficou na Globo até 2006, participando ainda das minisséries “Anos Rebeldes” (1992) e “Chiquinha Gonzaga” (1999), além de algumas novelas, despedindo-se do canal com “Sinhá Moça” (2006). Depois disso, ainda atuou na série “A Turma do Pererê”, na TVE Brasil, e fez duas novelas na Record – “Amor e Intrigas” (2007) e “Poder Paralelo” (2009). Sua carreira ainda inclui diversos filmes, com destaque para “Menino Maluquinho: O Filme” (1995), “Uma Onda No Ar” (2002), “Proibido Proibir” (2006) e “5x Favela, Agora por Nós Mesmos” (2010). Mas a aposentadoria se tornou incontornável quando descobriu que sofria de Alzheimer. Ela viveu seus últimos oito anos no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro, sem deixar ser abater. “Sou feliz aqui, estou em paz comigo mesma”, disse em entrevista ao jornal Extra em 2015. Lembre abaixo o maior sucesso das Frenéticas.
Filme da série Sai de Baixo ganha primeiro trailer
A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer do primeiro filme de “Sai de Baixo”, que se chama, claro, “Sai de Baixo – O Filme”. E, assim como o título, as piadas também revelam falta de criatividade. O filme reúne boa parte do elenco original da série da Globo, com Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian, Tom Cavalcanti e Luis Gustavo, que contrariou médicos para fazer uma participação. Só Claudia Jimenez decidiu não participar. Em seu lugar, entrou Cacau Protásio. E Tom Cavalcanti, intérprete do porteiro Ribamar, que saiu da série durante a 3ª temporada em 1998, retorna em papel duplo. O longa-metragem tem produção de Daniel Filho, um dos criadores do programa original, e roteiro e direção de Miguel Falabella. Para variar, a trama envolve um trambique, desta vez praticado por Magda (Orth) e não por Caco (Falabella), que começa a história saindo da prisão. Veja abaixo. A estreia está marcada para 21 de fevereiro.
Retrospectiva: As 50 melhores séries de 2018
A lista das melhores séries de 2018 é dominada por produções de streaming, principalmente da Netflix. E não é surpresa. Trata-se da plataforma que mais produz séries no mundo. Tamanha quantidade tem levado, inclusive, a cancelamentos precoces. Não por acaso, até séries que tiveram suas produções interrompidas pela gigante do streaming acabaram entrando na seleção abaixo. Mas não é só quantidade. Outro fator que valoriza as atrações da Netflix, Amazon Prime Video, Crackle, YouTube Premium e Facebook Watch é seu alcance internacional. As séries desses serviços chegam no mundo inteiro de forma simultânea. Este é um dos desafios que ainda enfrentam Hulu e CBS All Access, por exemplo. Por conta da falta de distribuição, a incensada “The Handmaid’s Tale” só chegou por aqui após quase um ano de atraso numa negociação com um canal pago. Não bastasse a acessibilidade, Netflix e Amazon também desbravam fronteiras para garimpar programas do mercado internacional. Séries de impacto local, como “La Casa de Papel”, acabam se tornando fenômenos mundiais ao chegar ao streaming. E a ambição desses serviços ainda gera investimento em novas produções exclusivas globais. Sinal do quanto essa tendência ficou forte é que até a Globo entrou no streaming, dando maior atenção ao Globoplay, tanto no fomento de conteúdo exclusivo quanto na distribuição de séries estrangeiras. Essa mudança de paradigma fez com que, pela primeira vez, a maioria das séries que se destacaram nos Estados Unidos em 2018 puderam ser acompanhadas sem muito atraso no Brasil. O resultado reflete-se na lista das 50 melhores séries e minisséries do ano. Organizada em ordem alfabética e levando em conta apenas programas disponibilizados no Brasil, a relação inclui links que trazem mais informações sobre cada produção – basta clicar nos títulos das atrações para saber mais sobre elas. A Very English Scandal – Amazon Prime Video Altered Carbon – Netflix Atlanta – Fox Premium Babylon Berlin – Netflix Barry – HBO Better Call Saul – Netflix Big Mouth – Netflix Billions – Netflix Black Mirror – Netflix Bodyguard (Segurança em Jogo) – Netflix Brooklyn Nine-Nine – TBS Cobra Kai – YouTube Premium Counterpart – TNT Series Daredevil (Demolidor) – Netflix Derry Girls – Netflix Glow – Netflix Homecoming – Amazon Prime Video Ilha de Ferro – Globoplay Jack Ryan – Amazon Prime Video Killing Eve – Globoplay La Casa de Papel – Netflix Legends of Tomorrow – Warner Maniac – Netflix My Brilliant Friend (A Amiga Genial) – HBO Narcos: México – Netflix Ozark – Netflix Pose – Fox Premium Sharp Objects (Objetos Cortantes) – HBO Sally4Ever – HBO Samantha! – Netflix Sorry for Your Loss – Facebook Watch Watch Succession – HBO The Americans – Fox Premium The Assassination of Gianne Versace – FX The Deuce – HBO The End of the F***ing World – Netflix The Good Fight – Amazon Prime Video The Good Place – Netflix The Handmaid’s Tale – Paramount The Haunting Of Hill House (A Maldição da Casa Hill) – Netflix The Last Kingdom – Netflix The Marvelous Mrs. Maisel (A Maravilhosa Sra. Maisel) – Amazon Prime Video The Oath – Crackle The Terror – AMC The 100 – Warner Travelers – Netflix Trust – Fox Premium Westworld – HBO Wynonna Earp – Netflix You (Você) – Netflix
2018 registra recorde de séries brasileiras em streaming
Este recorde é até ridículo de ser registrado pela facilidade de ser atingido. Mas está anotado. Em 2018, o Brasil superou o número total (dois) de séries produzidas para streaming em relação a todos os anos anteriores. A primeira série brasileira exclusiva de streaming foi lançada em 2016. Mas “Supermax” teve apenas 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, com o último guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi longa. A situação mudou com a estreia da sci-fi “3%” pela Netflix em 2017, sem exibição na TV. Foi o primeiro lançamento brasileiro exclusivo do streaming. E acabou seguido por “Os Carcereiros”, disponibilizada na Globo Play com uma “janela” maior em relação à TV: dez meses antes de chegar na Globo. De apenas uma série em 2016, o número dobrou em 2017. E agora veio o salto. Neste ano, a Netflix lançou a 2ª temporada da “3%”, além de “O Mecanismo”, “Samantha!”, “Vai Anitta” e “Super Drags” (já cancelada), enquanto a Globo Play disponibilizou a comédia “Além da Ilha” e os dramas “Assédio”, “Ilha de Ferro” e a 2ª temporada de “Carcereiros”. Ao todo, são nove séries brasileiras de streaming. Número ainda baixo, mas que deve crescer muito em 2019, com produções já anunciadas. Só a Netflix pretende atingir o número de 10 séries originais brasileiras. Entre as próximas estreias da plataforma, estão “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Spectros”, “Sintonia”, “Ninguém Está Olhando”, “Cidades Invisíveis” e “A Facção”. Além da Netflix e da Globo, a Fox também disponibiliza séries brasileiras em seu serviço de streaming – “Impuros”, “1 Contra Todos” e “Me Chama de Bruna”. Mas a estratégia de lançamento é simultânea à exibição televisiva, num padrão híbrido. De todo modo, a empresa prioriza a plataforma, ao disponibilizar as temporadas completas na Fox Play no dia de estreia, enquanto a programação televisiva agenda a exibição dos demais capítulos de forma semanal.
Após muita polêmica, Super Drags é cancelada pela Netflix
A primeira série animada brasileira da Netflix, “Super Drags”, foi cancelada após apenas uma temporada. O motivo foi o convencional: baixa audiência. Em comunicado enviado ao jornal O Estado de S. Paulo, a Netflix explicou: “‘Super Drags’ não será renovada para uma 2ª temporada na Netflix. A série não teve uma audiência tão grande quanto esperávamos”. As Super Drags eram três jovens que trabalhavam em uma loja de departamentos, mas, durante a noite, se transformavam em super-heroínas transexuais, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Entre os dubladores da atração, estava o cantor Pabllo Vittar. Havia grande expectativa pelo desempenho, após série dar muito o que falar. Apareceu tanto na mídia que parecia um sucesso consolidado. Mas sua projeção foi muito ligada a protestos conservadores. Embora fosse uma produção para maiores de 16 anos, até a Sociedade Brasileira de Pediatria decidiu se manifestar (“em defesa das futuras gerações”), assim como promotores mineiros, que tomaram para si funções do Ministério da Justiça (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”) ao intimar a Netflix a censurar a produção. Houve ainda um abaixo assinado, que reuniu 30 mil assinaturas pedindo seu cancelamento, e uma nota de repúdio da Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e da Família, em que deputados evangélicos afirmaram que o desenho “retrata assuntos de cunho moral de forma obscena e não educativa”. Mas, ao contrário do que houve com “O Mecanismo”, a publicidade negativa não despertou curiosidade no público. Porém, precipitou um processo. Mais revelante que pressão política, uma ação judicial por plágio contra “Super Drags” pode ter sido o proverbial prego no caixão. O ilustrador e desenhista Wil Vasque acusou o estúdio Combo, que produziu a série, e a Netflix de plagiar sua animação “Drag Dragons”, que ele criou em 2010. Em entrevista ao site E+, do Estadão, o ilustrador disse que a plataforma contestou a acusação e o chamou de “lunático”. Mas a juíza do caso pediu para que se juntassem provas visuais e aguarda uma audiência sobre a acusação. Ele comemorou o cancelamento da série como se fosse uma vitória no processo. “Eu estou me sentindo já vitorioso de certa forma, porque o fato de tirar já é uma presunção de culpa”, disse Vasque à publicação. Ele acredita que o cancelamento, apesar da manifestação de grupos que pediam a suspensão da série e a declaração da plataforma sobre a audiência, tenha sido motivado exclusivamente pelo processo. Veja abaixo um esboço da introdução de “Drag Dragons” – ao som do tema de “Thundercats”!
Variety destaca Ilha de Ferro como uma das melhores séries do mundo em 2018
A revista americana Variety publicou nesta quinta-feira (20/12) sua lista de Melhores Séries Internacionais de 2018 e uma produção brasileira apareceu entre as selecionadas. “Ilha de Ferro”, série da plataforma Globoplay protagonizada por Cauã Reymond, impressionou os jornalistas da revista, que a descreveram como “uma grande aposta arriscada de ação e drama”. Foi a única atração latino-americana da relação. Mais que isso: foi a primeira série listada. Não há ranking na seleção, mas esse fato é significativo. A produção feita para streaming é considerada a série mais cara já feita no Brasil. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões e tem 3 mil metros quadrados. Entre os demais destaques internacionais da Variety, destacam-se também a produção alemã “Das Boot”, adaptação do filme “O Barco: Inferno no Mar “(1981), a francesa “Hippocrates”, sobre um hospital em quarentena, a italiana “Il Cacciatore”, dramatização da Operação Mãos Limpas que acabou com a máfia nos anos 1990, a espanhola “Arde Madrid”, sobre os anos finais do franquismo, misturando política, glamour e personagens como a atriz hollywoodiana Ava Gardner e o casal Perón, sem esquecer da britânica “Informer”, thriller sobre terrorismo produzido pelo cineasta Sam Mendes (“007 Contra Spectre”). Confira abaixo a lista completa e aproveite as felizes descobertas de ano novo. “Ilha de Ferro” (Brasil) “The Story of Yanxi Palace” (China) “Herrens Veje” (Dinamarca) “Hippocrates” (França) “Das Boot” (Alemanha) “Autonomies” (Israel) “Il Cacciatore – The Hunter” (Itália) “Lykkeland” (Noruega) “Ślepnąc od Świateł” (Polônia) “Generations: the Legacy” (África do Sul) “Arde Madrid” (Espanha) “Informer” (Reino Unido)
Globoplay planeja versão feminina da série Carcereiros
A plataforma Globoplay prepara uma versão feminina de “Carcereiros”, desenvolvida pela mesma equipe da série original – os roteiristas Marçal Aquino, Fernando Bonassi e Dennison Ramalho. Segundo a colunista Flavio Ricco, do Uol, a série acompanharia o dia a dia e a dura realidade de um grupo de prisioneiras brasileiras. Uma espécie de “Orange Is the New Black” nacional. Ainda não há informações a respeito do lançamento, apenas a confirmação do desenvolvimento do projeto e a opção inicial pelo streaming. Vale observar que a série “Carcereiros” foi inspirada pelo livro homônimo de Drauzio Varella, que faz parte de uma trilogia iniciada por “Carandiru”, levado ao cinema em 2003 por Hector Babenco. O livro que completa a trilogia do médico e escritor chama-se, justamente, “Prisioneiras”, e foi lançado no ano passado. É bem provável que o material seja a inspiração do “spin-off” da Globo. Veja as capas da trilogia abaixo.
Gravações da série Shippados são paralisadas após assassinato de integrante da produção
As gravações da série “Shippados”, produzida para o Globoplay, foram paralisadas devido à morte de Francis Ferreira de Souza, eletricista da equipe de produção, que foi assassinado na noite de segunda-feira (10/12). Segundo comunicado da Globo, Francis foi baleado quando chegava em casa, na cidade carioca de Maricá. Ele havia acabado de sair de um jantar e estava acompanhado do colega Carlos Niedson Faria Adell, maquinista da equipe, que acabou sendo ferido na perna e foi transferido para um hospital na cidade do Rio de Janeiro. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de São Gonçalo. “Shippados” foi uma das novidades apresentadas pela Globoplay na CCXP (Comic Con Experience) 2018. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociais. Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. A série é uma criação de Alexandre Machado e Fernanda Young (o casal responsável por “Os Normais”) e ainda tem no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”), Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”).
Shippados: Nova série dos criadores de Os Normais revela fotos dos personagens
A nova série de comédia dos criadores de “Os Normais”, Alexandre Machado e Fernanda Young, foi oficialmente anunciada na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com direito a painel e divulgação das fotos dos personagens. Apesar da notícia já circular anteriormente, o evento serviu para reunir elenco e criadores e alardear a produção, que vai se chamar “Shippados” e voltará a tratar dos problemas de um casal como na série clássica da Globo. A diferença é que será lançada diretamente em streaming. Estrelada por Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Eduardo Sterblitch (“Os Penetras”), a série vai tratar de relacionamentos na era dos aplicativos e das redes sociaisl Na trama, Rita (Tatá Werneck) é uma funcionária de um supermercado que também é YouTuber e está sempre em busca de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos. Depois de um encontro ruim, ela conhece Enzo (Eduardo Sterblitch) e os dois descobrem que têm muitas coisas em comum, como o azar no amor e os problemas com os aplicativos de encontros. “O que surge no amor [aplicativos de relacionamento] faz parte da trama atual sem excluir o assunto que é o conflito, ciúmes, possessividade. São justamente esses recursos virtuais que são mais risíveis do que nunca. Graças a Deus, sou uma jovem senhora e não tenho acesso a essa palhaçada, porque do jeito que sou ciumenta, possessiva e agressiva, ia dar merda”, afirmou Fernanda Young, autora da série, durante o painel da Comic Con. “A ideia da série veio por causa das nossas filhas mais velhas, as gêmeas de 18 anos. Eu gosto muito do assunto dos casais e do amor, e na minha literatura já tem isso. Na comédia, o casal deve ser dramaturgicamente risível porque o amor é engraçado”, completa. Young também comentou o paralelo da nova série com “Os Normais”, exibido entre 2001 e 2003 na Globo. “Nos ‘Shippados’ são pessoas loucas, que são normais na vida. Já em ‘Os Normais’ eram pessoas normais que eram loucas.” A autora também revelou que gostaria de ter feito uma trilogia da sitcom para o cinema e concluiu que “Os Normais” sempre será uma referência. A atriz Tatá Werneck também comentou sobre a mudança dos relacionamentos da época de “Os Normais” para os dias atuais. “A gente descobre a traição com mais facilidade hoje por causa das redes sociais”, diz Tatá. Com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2019 na Globoplay, a sitcom tem ainda no elenco Clarice Falcão (“Desculpe o Transtorno”) e Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”), que formam um casal que vai aparecer na série sempre nu, e Júlia Rabello (“Alguém Como Eu”) e Rafael Quiroga (“Meu Passado Me Condena: O Filme”). “A gente mostra a nudez real. Nossa realidade, com corpo real. Não é uma nudez Marina Ruy Barbosa”, brincou Tatá.
Paulo Gustavo anuncia que Minha Mãe é Uma Peça vai virar série da Globoplay
O comediante Paulo Gustavo anunciou que “Minha Mãe é Uma Peça” vai virar série no Globoplay. A revelação foi feita pelo Instagram neste domingo (9/11), no perfil do próprio ator e também via conta da Globoplay, com direito à vídeo. Ele gravou o vídeo e compartilhou a novidade diretamente do estande da plataforma na CCXP (Comic Con Experience) 2018, em São Paulo. A Dona Hermínia, personagem vivida por Paulo Gustavo, surgiu como uma peça de teatro, conforme revela o título. Depois virou livro e filmes, chamado “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” e “Minha Mãe é uma Peça 2: O Filme”. Ambos foram recordistas de bilheterias. A série ainda não tem título oficial. Mas se “Minha Mãe é Uma Peça – O Filme” servir de dica, a gente é capaz de prever o nome da produção para o streaming. A previsão de lançamento é apenas para 2020, possivelmente porque vem aí… “Minha Mãe é Uma Peça 3 – O Filme”. Visualizar esta foto no Instagram. @joaoferrazdemesquita amei nosso encontro! Parabéns pelo stand e pela programação @globoplay ! 2020 teremos o seriado da DONA HERMINIA! Minha mãe é uma peça! Que ansiedade! Isso vai ser incrível ! Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 9 de Dez, 2018 às 10:50 PST Visualizar esta foto no Instagram. Spoiler do @paulogustavo31 para 2020: série #MinhaMãeÉumaPeça, exclusivo Globoplay. #ccxp2018 Uma publicação compartilhada por Globoplay (@globoplay) em 9 de Dez, 2018 às 9:05 PST
3%: 3ª temporada da série sci-fi brasileira da Netflix ganha primeiro pôster
A Netflix aproveitou a CCXP, a Comic Con de São Paulo, para divulgar o pôster oficial da 3ª temporada de “3%”, a série brasileira de maior sucesso na plataforma. O cartaz não revela a data de estreia dos novos episódios, mas mostra uma das personagens com um corte no pescoço, sugerindo a introdução de um implante. Confira abaixo. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os episódios mais recentes mostraram que um novo Processo se aproxima, acompanhando ao mesmo tempo as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebeu a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Na 3ª temporada, o Maralto enfrentará uma grave crise, com o Processo prestes a entrar em colapso, e a Causa buscará vingança. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada.









