PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Selena Gomez vai se juntar a Steve Martin e Martin Short numa série de comédia

    7 de agosto de 2020 /

    A cantora Selena Gomez vai contracenar com dois veteranos da comédia em seu próximo projeto como atriz. A popstar será a protagonista feminina de “Only Murders in the Building”, série de comédia da plataforma Hulu, que também contará com a dupla Steve Martin e Martin Short. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três pessoas (Martin, Short e Gomez) obcecadas por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros vão dividir a produção da série com o roteirista e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016) e “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”.

    Leia mais
  • Série

    Selena Gomez aprende a cozinhar em trailer divertido de série de streaming

    6 de agosto de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer do programa culinário de Selena Gomez. Ao contrário dos programas típicos do gênero, em que celebridades ensinam receitas e truques culinários, “Selena + Chef” mostra a cantora e atriz aprendendo a cozinhar. Na prévia, ela confessa que, embora adore comer, não é a melhor cozinheira do mundo. E para aprender decidiu contar com a ajuda de grandes nomes da gastronomia, via participação remota com dicas importantes que ela tenta seguir, nem sempre com o melhor resultado. De fato, se o programa fosse um reality de competição, seria bem curto, devido a eliminação precoce da candidata desastrada, capaz de incendiar a própria refeição e passar mal ao cortar um polvo. Claro que esses detalhes é que tornam a atração diferente e divertida. A sinopse é a seguinte: “Enquanto pratica o isolamento social em casa, Selena tem passado mais tempo na cozinha do imaginava. Mas, apesar de possuir muitos talentos, ainda precisa descobrir se a habilidade culinária é um deles. Em cada episódio deste autêntico passo a passo, Selena terá a companhia remota de um chef diferente. Juntos, eles vão explorar todas as variedades de cozinha, compartilhar dicas e truques valiosos e lidar com todo tipo de coisa, desde fumaça saindo do forno até falta de ingredientes. Cada episódio dará destaque a uma organização de caridade envolvida com alimentação, enquanto essa série casual, divertida e informativa abraçará tanto a dificuldade quanto a alegria de se aprender a cozinhar – enquanto convida o público a fazer o mesmo em casa”. Com 10 episódios, “Selena + Chef” chega no streaming da WarnerMedia em 13 de agosto, nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão para o lançamento da plataforma no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    13 Reasons Why: Netflix encerra uma de suas séries mais faladas

    5 de junho de 2020 /

    A Netflix lançou nesta sexta (5/6) a 4ª e última temporada de “13 Reasons Why”, série que já foi uma das mais comentadas e polêmicas da plataforma. O desfecho tem direito a morte, colapso mental, o resgate das fitas trágicas e até uma nova visão de além-túmulo de Hannah Baker. Mas se despede, em meio à formatura dos personagens, como uma sombra da produção original. Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a atração foi lançada como minissérie em 2017, mas “causou” tanto com suas cenas gráficas de suicídio e espiral de depressão que atraiu muitos curiosos e, graças a essa grande audiência, acabou “renovada”. No final, foram quatro temporadas. A primeira continuação ainda manteve alguma ligação com a carga emocional original, mas a pressão conservadora fez com que a produção fosse, pouco a pouco, suavizando sua abordagem. Até a 1ª temporada ganhou reedição da Netflix, visando eliminar seus aspectos mais controversos, que pudessem ser considerados gatilho de suicídio. No meio do caminho, a HBO lançou “Euphoria”, muito, mas muito mais forte que “13 Reasons Why”, deixando claro que a série de streaming tinha ficado para trás. De fato, a última temporada aproxima-se até de “Pretty Little Liars”. Ainda que seu “eu sei o que vocês fizeram no verão passado” não tenha gerado uma irmã gêmea abandonada que ninguém nunca viu, a conclusão é praticamente a mesma – uma dissociação de personalidade. Mas “13 Reasons Why” deixou um bom legado, ao ajudar a encerrar o tabu em torno da depressão adolescente e chamar atenção para a grande quantidade de casos de suicídio nessa faixa etária. A série também será lembrada por projetar a então novata atriz australiana Katherine Langford, intérprete de Hannah, que, depois de se tornar o pesadelo dos pais americanos, fez “Com Amor, Simon” (2018), “Entre Facas e Segredos” (2019), apareceu na versão de streaming de “Vingadores: Ultimato” (2019) e vai estrelar uma nova série de fantasia da Netflix, “Cursed – A Lenda do Lago”, como principal protagonista. Na prática, porém, o protagonista de “13 Reasons Why” era Dylan Minnette, já conhecido por vários filmes, como “Os Suspeitos” (2013), “Goosebumps: Monstros e Arrepios” (2015) e “O Homem nas Trevas” (2016). Clay, o seu personagem, foi quem realmente e(in)voluiu de forma traumática ao longo da história, quase como garoto-propaganda da terapia psicanalítica. O elenco jovem ainda incluiu Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Brandon Flynn (“True Detective”), Justin Prentice (“Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (“Parenthood”), Christian Navarro (“Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (“Teen Wolf”). O mais curioso é que a produção, desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, deveria ter sido originalmente estrelada pela cantora Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver como produtora, inaugurando uma nova etapa em sua carreira. A atração também teve como destaque a participação do cineasta Tom McCarthy, do filme vencedor do Oscar “Spotlight” (2015). Ele comandou os dois primeiros episódios. E depois sumiu nos bastidores, numa função executiva. Confira abaixo o trailer da temporada final, já disponível em streaming.

    Leia mais
  • Etc

    Selena Gomez vai apresentar programa de culinária na HBO Max

    6 de maio de 2020 /

    A cantora e atriz Selena Gomez vai atacar de Ana Maria Braga em uma nova série da plataforma HBO Max. Ela vai estrear como apresentadora à frente de um programa de culinária. Ao contrário dos programas de culinária tradicionais, a proposta é colocar Selena não para ensinar, mas para aprender um prato novo a cada capítulo, com a ajuda de mestres da cozinha. “Eu sempre deixei muito claro o quanto eu amo comida. Sempre que me perguntam qual outra carreira eu gostaria de ter além da minha, eu digo que gostaria de ser uma chef. Mas eu não tenho o treinamento formal!”, disse Gomez no comunicado que anuncia a produção. No texto, ela ainda cita que tem cozinhado durante o período de isolamento social contra o novo coronavírus. “Como muitos de nós, estou cozinhando muito mais agora que preciso ficar em casa o tempo todo”, revelou. O programa também pretende ajudar as pessoas a variarem cardápios durante o período de quarentena, e deve abordar as culinárias de diferentes partes do mundo, sem esconder os muitos inconvenientes que acontecem quando se está cozinhando em casa. Cada episódio também dará a destaque a uma instituição de caridade que está ajudando a alimentar a população mais carente durante a pandemia. O programa ainda não tem título oficial nem previsão de lançamento. Mas contará com dez episódios disponibilizados pelo vindouro serviço de streaming da WarnerMedia, cuja inauguração está marcada para 27 de maio nos EUA.

    Leia mais
  • Música

    Selena Gomez transforma namorados em sapos no novo clipe

    11 de abril de 2020 /

    Selena Gomez lançou o clipe de “Boyfriend”, música que integra “Rare”, seu novo álbum de estúdio. A gravação inclui notável arranjo eletrônico, que a diferencia do repertório tradicional da cantora. Mas os vocais continuam os mesmos, de estilo resfolegante, que a assemelham a maioria de suas colegas de geração. No vídeo dirigido por Matty Peacock (que trabalhou com Billie Eilish), Selena tem vários encontros. Ela afirma buscar um namorado. Mas transforma todos os candidatos a príncipe encantado em sapos. Lançado em janeiro, o álbum “Rara” liderou as paradas de discos mais vendidos nos EUA, a Billboard 200, e recentemente o primeiro single, “Lose You to Love Me”, tornou-se a primeira música da jovem estrela pop a atingir o topo das paradas americanas. O disco foi lançado cinco anos após o anterior, “Revival”, período em que a cantora enfrentou várias dificuldades relacionadas à saúde.

    Leia mais
  • Etc

    Selena Gomez participa de live de Miley Cyrus e revela ser bipolar

    3 de abril de 2020 /

    Selena Gomez revelou nesta sexta (3/4), em transmissão ao vivo no Instagram, que sofre de transtorno bipolar. Ela contou ter recebido o diagnóstico numa live de Miley Cyrus, encerrando mais de uma década de suposta inimizade entre as duas. Miley perguntou que conselho ela daria para pessoas sobre saúde mental neste momento de isolamento social. E foi quando Selena contou que recebeu o diagnóstico em um hospital psiquiátrico e que isso a ajudou: “Percebi que sou bipolar e então, quando busco mais informações, acaba me ajudando. Não me assusta mais, uma vez que eu sei o que é. Acho que as pessoas têm medo disso.” A conversa das duas mobilizou os fãs, já que elas eram consideradas inimigas há mais de uma década. No momento em que Selena entrou na transmissão ao vivo, o número de espectadores da live pulou de 86 mil pessoas para 165 mil, em menos de um minuto. A hashtag #MileyAndSelenaLive chegou a entrar na lista de assuntos mais comentados do momento no Twitter. As duas, por sinal, fizeram questão de explicar que não há qualquer tensão entre elas. “Eu sempre fui sua fã, eu sempre achei você uma das maiores cantoras de todos os tempos”, disse Selena para Miley. A briga das duas supostamente começou em 2008, quando Selena começar a namorar Nick Jonas, então ex-namorado de Miley. Nick é hoje casado com a atriz Priyanka Chopra. Miley está fazendo um programa de entrevistas no Instagram durante sua quarentena de coronavírus. Intitulado “Bright Minded”, o programa vai ao ar de segunda a sexta também contou com participações do cantor Elton John, da atriz Kerry Washington e o apresentador Jimmy Fallon. Veja o trecho com Selena abaixo.

    Leia mais
  • Música

    Selena Gomez lança clipe etéreo para faixa-título de seu primeiro disco em quatro anos

    12 de janeiro de 2020 /

    Selena Gomez lançou o clipe de “Rare”, faixa-título de seu novo disco, o primeiro em quatro anos, que a apresenta em clima de conto de fadas cintilante. Repleto de cores, filtros e glitter, o vídeo coloca Selena numa floresta etérea de sonhos, entre borboletas, purpurina e bolhas de sabão. Como uma versão onírica e resplandecente de Branca de Neve, a cantora entoa um refrão capaz de reunir romantismo e empoderamento, sem abrir mão do Príncipe Encantado. “Eu sei que sou especial”, Selena canta. “E eu aposto que há alguém por aí para me dizer que eu sou rara”. A obra cor de arco-iris é assinada por BRTHR, dupla nova-iorquina formada por Kyle Wightman e Alex Lee, que já trabalhou com o ex de Selena, The Weeknd.

    Leia mais
  • Filme

    Dolittle ganha segundo trailer, quase igual ao primeiro

    3 de janeiro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Dolittle”, que é quase igual ao primeiro, desde a trilha com “What a Wonderful World” – uma das músicas mais usadas em trailers – até a seleção de cenas, que não explicam a trama, preferindo enfatizar os efeitos e o clima de aventura vitoriana. A fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) traz o intérprete do Homem de Ferro como outro personagem famoso da ficção juvenil: o Dr. Dolittle. médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. Criado por Hugh Lofting há cerca de 100 anos, o personagem já rendeu inúmeras adaptações cinematográficas, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além de Downey Jr., a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que o público brasileiro pode nem perceber, porque a maioria participa da dublagem dos animais falantes e suas vozes serão substituídas por profissionais nacionais – que falam “Dolirou” em português – , na maioria das cópias que devem ser exibidas nos cinemas brasileiros. As vozes célebres cortadas da versão dublada nacional são de Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Já os demais personagens humanos são interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”) – que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 20 de fevereiro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Um Dia de Chuva em Nova York mostra desilusão de Woody Allen com a vida

    15 de dezembro de 2019 /

    Chegará o dia em que os filmes dos anos 2010 de Woody Allen serão revalorizados. Claro que isso só o tempo dirá, mas, a impressão que dá, vendo “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), é que o tom do filme lembra bastante o de algumas obras de Éric Rohmer ou de Hong Sang-soo. Não há um compromisso com o naturalismo nas interpretações, no ritmo das falas. No caso do filme de Allen, a velocidade dos acontecimentos é coerente com a agilidade dos diálogos. Há, como sempre, a projeção da própria persona de Woody Allen em seus personagens, e isso se vê em ambos os protagonistas. Enquanto Timothée Chalamet simboliza aquele aspecto mais amargo e pouco entusiasmado com a vida, ainda que não tanto quanto o protagonista de “Homem Irracional” (2015), que chegava ao niilismo, temos também a personagem entusiasmada, vivida com encanto por Elle Fanning. Ele vem de uma família abastada de Manhattan, embora não fique nada à vontade com suas origens e viva fugindo dos familiares e de uma festa que deveria estar presente; ela também vem de família rica, seu pai é um banqueiro em Tucson, Arizona, mas é alvo de chacota, por causa do lugar de origem, pelos amigos nova-yorquinos de Gatsby (personagem de Chalamet), que a consideram uma caipira. O filme começa com uma narração em voice-over por Gatsby, que confessa estar apaixonado por Ashleigh (Fanning), e isso lhe traz mais prazer de viver. Ela precisa ir a Nova York para entrevistar um famoso diretor de cinema para seu trabalho na faculdade e os dois partem para um par de dias em Manhattan. Gatsby tinha seus planos para o dia com Ashleigh: visitar museus, comer em bons restaurantes, passear bastante. Mas aí surgem alguns empecilhos, já que o diretor (Liev Schreiber), muito provavelmente por parecer atraído pela jovem estudante, decide dar-lhe um furo de reportagem, dizer o quanto está desgostoso com o projeto e ainda por cima mostrar uma prévia do novo filme, ainda em fase de produção. Uma oportunidade dessas Ashleigh não ia perder. E por isso vai adiando o encontro com o namorado, que vai sendo cada vez mais deixado de lado. As trajetórias de Gatsby e Ashleigh vão seguindo por caminhos opostos com relação ao encaminhamento de como ver a vida: enquanto ela parece uma criança em uma loja de doces à frente daquele universo hollywoodiano, com homens mais velhos da indústria bastante interessados sexualmente naquela jovem bela e com um figurino que lembra uma colegial, ela parece totalmente dona da situação, tanto por ser desejada até mesmo por um ator símbolo sexual (personagem de Diego Luna). Enquanto isso, sentindo uma falta enorme da namorada, Gatsby visita um set de filmagens de um amigo estudante de cinema e dá de cara com a irmã de uma ex-namorada, Chan (Selena Gomez), uma personagem atraente. Ele acaba participando do filme e a cena de beijo dos dois, num dos takes, é um dos pontos altos da temperatura erótica do filme. A outra cena boa, sensualmente falando, envolve a chegada de Ashleigh à casa do personagem de Diego Luna. Há quem veja a situação de Ahsleigh, ao final dessa situação, como humilhante, e talvez seja mesmo, mas há também algo de belamente erótico e perverso. Paralelamente, enquanto Ashleigh recebe uma bofetada ao ser exposta ao doce e ao amargo do showbizz hollywoodiano, Gatsby, ao ter uma conversa com a mãe, passa a ter uma ideia melhor de sua vida e de suas origens. Assim, “Um Dia de Chuva em Nova York” se torna um filme que apresenta uma visão agridoce da vida, num clima de desilusão que mistura parte do romantismo visto recentemente em “Magia ao Luar” (2014) com a amargura e a certeza de que a vida é que dá as cartas de “Café Society” (2016). Completando tudo isso, a fotografia linda do mestre Vittorio Storaro, que trabalhou com Allen no anterior “Roda Gigante” (2017), apresenta uma luz tão bela e tão própria do trabalho do cinematógrafo, que só é um pouco suavizada pela presença da chuva, símbolo das situações emocionalmente instáveis da vida de todos os personagens. Além do mais, não deixa de ser um alívio poder compartilhar mais uma vez o universo familiar e delicioso dos filmes de Allen, depois de tanta confusão causada pelas acusações de sua filha adotiva, que quase impediram o lançamento do filme, ao resgatar polêmicas da década de 1990 jamais comprovadas, mas revigoradas nesse momento de caça às bruxas. Mesmo agora, depois de ter entrado em um acordo com a Amazon, “Um Dia de Chuva em Nova York” segue inédito em seu país de origem. Enquanto isso, Allen já tem um novo filme em fase de pós-produção, rodado na Espanha.

    Leia mais
  • Filme

    Dolittle: Robert Downey Jr. faz teste de elenco com animais em vídeo dublado

    10 de dezembro de 2019 /

    A Universal divulgou um vídeo dublado em português com “testes de elenco” de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). Na prévia, o ator testa os candidatos a viver os animais da produção, que têm que interpretar frases famosas do cinema. Filme cheio de efeitos e clima de aventura vitoriana, como os longas de “Sherlock Holmes” estrelados por Downey, “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, sobre um médico que entende a língua dos animais. As obras já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. Além do intérprete do Homem de Ferro, a produção terá vários astros famosos, inclusive outro intérprete de super-herói da Marvel. Só que não no Brasil, já que as participações se dão na dublagem dos animais falantes. As vozes célebres que não estarão na versão dublada nacional são de Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Mas a produção também inclui personagens humanos interpretados por Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”) – que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 16 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Compare abaixo as versões dublada e original dos “testes” de “Dolittle”.

    Leia mais
  • Filme

    Dolittle: Robert Downey Jr. aparece cercado de animais em nove pôsteres de seu novo filme

    27 de novembro de 2019 /

    A Universal divulgou uma coleção com nove pôsteres de “Dolittle”, fantasia estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). As imagens destacam o ator ao lado de diversos animais, identificando quem dubla cada bicho na versão original em inglês. “Dolittle” é baseado nos livros infantis dos anos 1920 de Hugh Lofting, que já renderam inúmeras adaptações, entre elas “O Fabuloso Doutor Dolittle” (1967), que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, e a comédia “Dr. Dolittle” (1998), que teve até sequência em 2001, ambas estreladas por Eddie Murphy. No filme, o intérprete do Homem de Ferro demonstra outro superpoder, na pele de um médico que possui a estranha habilidade de falar com animais. Por isso, os animais aparecem falantes na produção. As vozes célebres, que não estarão na versão dublada nacional, pertencem a Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Selena Gomez (“Um Dia de Chuva em Nova York”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), Craig Robinson (“Ghosted”), John Cena (“Bumblebee”) e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além deles, o elenco também conta com Michael Sheen (“Passageiros”), Antonio Banderas (“Os Mercenários 3”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Jessie Buckley (“Chernobyl”) – que será a jovem Rainha Victoria. A direção e o roteiro estão a cargo de Stephen Gagham, que até então nunca tinha feito um filme infantil. Ele é mais conhecido por épicos político-econômicos como o premiado “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e o recente fracasso “Ouro” (2016). A estreia está prevista para 16 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Woody Allen entra em acordo com a Amazon e encerra processo por quebra de contrato

    9 de novembro de 2019 /

    O cineasta Woody Allen entrou em acordo com a Amazon para encerrar a disputa judicial que travava com a empresa. Na noite de sexta-feira (9/11), Allen retirou o processo que movia contra a produtora por rompimento de um contrato para a produção de quatro filmes e pela recusa em distribuir um filme que ele já havia terminado – “Um Dia de chuva em Nova York”. Os termos do acordo não foram divulgados. Em fevereiro, Allen havia processado duas unidades da Amazon, reivindicando que elas não poderiam ter rompido os planos de distribuição por conta de uma acusação “sem base” de que ele teria molestado sua filha Dylan Farrow. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Allen não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas Dylan aproveitou o movimento #MeToo no final de 2017 para resgatar a história e conseguiu criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Em sua ação, Allen argumenta que a Amazon já sabia da acusação quando fechou o contrato. A Amazon respondeu dizendo que a amplificação da denúncia pelo #MeToo mudou as condições do negócio, pois impedia o estúdio de recuperar qualquer investimento que fizesse no diretor. Numa moção para descartar parte do processo de Allen, os advogados da Amazon afirmaram: “Dezenas de atores e atrizes expressaram profundo pesar por terem trabalhado com Allen no passado, e muitos declararam publicamente que nunca trabalhariam com ele no futuro”. Isto realmente aconteceu. Mas passados dois anos, a maré mudou, aumentando a quantidade de astros que vieram à público defender Allen, dizendo-se dispostos a trabalhar com o diretor quando ele quisesse, como Scarlett Johansson em setembro passado e Jeff Goldblum nesta semana. Isto pôs por terra os argumentos da Amazon. Para completar, a empresa de Allen, Gravier Productions, conseguiu fechar diversos lançamentos internacionais para “Um Dia de chuva em Nova York”, obra que a Amazon bloqueou nos Estados Unidos, e já arrecadou US$ 11,5 milhões em cinemas em todo o mundo. No Brasil, o filme protagonizado Timothée Chalamet, Elle Fanning e Selena Gomez chega aos cinemas no dia 21 de novembro. O acordo deve liberar o filme para ser lançado na América do Norte. Allen também fechou uma parceria com a produtora espanhola Mediapro e já rodou um novo filme na Espanha, “Rifkin’s Festival”, atualmente em pós-produção para um lançamento em 2020.

    Leia mais
  • Música

    Selena Gomez lança novo clipe em menos de 24 horas

    24 de outubro de 2019 /

    Selena Gomez lançou seu segundo clipe em menos de 24 horas. Após lançar “Lose You to Love Me” na quarta (23/10), a cantora liberou de madrugada o vídeo de “Look at Her Now”. As duas músicas soam complementares, com Selena novamente abordando um relacionamento antigo que não deu certo. A diferença é na ênfase para a superação. “É claro que ela ficou triste/ Mas agora ela está feliz por ter se livrado de uma bala/ Demorou alguns anos para secar as lágrimas/ Mas olhem pra ela agora”. Para completar, o clima é oposto ao do vídeo sombrio anterior, com Selena dançando, acompanhada por figurantes, em um cenário colorido e bem iluminado. Mas a diretora e a câmera são as mesmas: Sophie Muller, munida de um iPhone. As duas músicas divulgadas nesta semana devem fazer parte do novo álbum da cantora, que ainda não teve título nem data de lançamento revelados. O último álbum de Selena foi “Revival”, de 2015. A estrela pop também poderá ser vista em breve nos cinemas, no elenco do novo filme de Woody Allen, “Um Dia de Chuva em Nova York”, que tem lançamento marcado para 21 de novembro no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie