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  • Série

    Netflix revela “Pelo Prisma do Amor”, novo anime romântico ambientado na Londres de 1914

    2 de dezembro de 2025 /

    A série da criadora de "Boys Over Flowers" acompanha uma estudante japonesa de arte em romance marcado por orgulho e preconceito

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  • Filme

    Trailer de “Downton Abbey 2” é literalmente cinematográfico

    15 de fevereiro de 2022 /

    A Universal divulgou novos pôster e trailer legendado do segundo filme de “Downton Abbey”. A prévia revela mais detalhes sobre a trama, que é literalmente cinematográfica por incluir a produção de um filme na propriedade de Downton Abbey. Além disso, há cenas do casamento de Thomas Branson (Allen Leech) e Lucy Bagshaw (Tuppence Middleton) e uma viagem de veraneio, após a Condessa de Grantham (Maggie Smith) revelar ter herdado uma villa na Riviera Francesa. Intitulado “Downton Abbey II: Uma Nova Era”, o filme terá a volta do elenco da série que participou do primeiro filme, lançado em 2019, incluindo Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Jim Carter, Brendan Coyle, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Robert James-Collier, Phyllis Logan, Sophie McShera, Allen Leech, Tuppence Middleton, Lesley Nicol, Imelda Staunton e Penelope Wilton. Já as novidades no elenco são Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“White Lines”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) e Dominic West (“The Affair”), boa parte envolvida na produção do filme dentro do filme. O roteiro é de Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) assina a direção. A estreia está marcada para 28 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento no Reino Unido.

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  • Filme

    Casamento e veraneio marcam trailer de “Downton Abbey 2”

    25 de novembro de 2021 /

    A Universal divulgou a versão legendada em português do trailer do novo filme de “Downton Abbey”. A prévia revela que a trama vai se passar em clima festivo, com cenas do casamento de Thomas Branson (Allen Leech) e Lucy Bagshaw (Tuppence Middleton), além de uma viagem de veraneio, após a Condessa Viúva de Grantham (Maggie Smith) revelar ter herdado uma villa na Riviera Francesa Intitulado “Downton Abbey II: Uma Nova Era”, o filme terá a volta do elenco que participou do primeiro filme, lançado em 2019, incluindo Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Jim Carter, Brendan Coyle, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Robert James-Collier, Phyllis Logan, Sophie McShera, Allen Leech, Tuppence Middleton, Lesley Nicol, Imelda Staunton e Penelope Wilton. Já as novidades no elenco são Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“White Lines”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) e Dominic West (“The Affair”). O criador Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, continua à frente do roteiro, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) assina a direção. A estreia está prevista para março de 2022.

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  • Filme

    Trailer mostra continuação de “Downton Abbey” em clima de férias de verão

    15 de novembro de 2021 /

    A Focus Features divulgou o trailer do novo filme de “Downton Abbey”. A prévia revela que a trama vai se passar em clima de férias de verão, após a Condessa Viúva de Grantham (Maggie Smith) revelar ter herdado uma villa na Riviera Francesa. Intitulado “Downton Abbey: A New Era”, o filme terá a volta do elenco que participou do primeiro filme, lançado em 2019, incluindo Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Jim Carter, Brendan Coyle, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Robert James-Collier, Phyllis Logan, Sophie McShera, Tuppence Middleton, Lesley Nicol, Imelda Staunton e Penelope Wilton. Já as novidades no elenco são Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“White Lines”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) e Dominic West (“The Affair”). O criador Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, continua à frente do roteiro, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) assina a direção. A estreia está prevista para março de 2022.

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  • Filme

    Novo filme de “Downton Abbey” ganha teaser e fotos

    10 de novembro de 2021 /

    A Focus Features divulgou quatro fotos e um teaser do novo filme de “Downton Abbey”. A prévia revela cenas de um casamento e ainda anuncia que o trailer será disponibilizado apenas no cinema – uma ironia, considerando se tratar de um anúncio online sobre um derivado de série televisiva. Intitulado “Downton Abbey: A New Era”, o filme terá, além de um casamento, preparativos para uma viagem ao exterior, mas ainda não há maiores detalhes sobre a trama. A atração terá a volta do elenco que participou do primeiro filme, lançado em 2019, incluindo Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Jim Carter, Brendan Coyle, Kevin Doyle, Joanne Froggatt, Robert James-Collier, Phyllis Logan, Sophie McShera, Tuppence Middleton, Lesley Nicol, Imelda Staunton e Penelope Wilton. Já as novidades no elenco incluem Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“White Lines”), Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) e Dominic West (“The Affair”). O criador Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, continua à frente do roteiro, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) assina a direção. A estreia está prevista para março de 2022.

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  • Filme

    “Downton Abbey 2” é confirmado para o próximo Natal

    19 de abril de 2021 /

    A produtora Focus Features anunciou a produção de “Downton Abbey 2”, novo filme baseado na série britânica de sucesso. A série acompanhava a vida da aristocrática família Crowley e seu batalhão de empregados na mansão da família, situada numa região rural da Inglaterra no começo do século 20. E venceu nada menos que 15 Emmys durante sua exibição, que aconteceu entre 2010 e 2015. Lançado em setembro de 2019, o primeiro longa derivado da atração surpreendeu ao superar a competição de “Rambo: Até o Fim” e “Ad Astra”, levando vantagem nas bilheterias dos EUA. Ao todo, faturou US$ 237 milhões em todo o mundo. A nova continuação teve sua estreia marcada já para o Natal deste ano nos EUA e Reino Unido com o retorno do elenco principal, incluindo Hugh Bonneville, Elizabeth McGovern, Michelle Dockery e Maggie Smith, aos seus papéis. Além deles, a Focus revelou que a produção receberá o reforço de Hugh Dancy (“Hannibal”), Laura Haddock (“Guardiões da Galáxia”), Nathalie Baye (“Prenda-Me se For Capaz”) e Dominic West (“The Affair”). Não há notícias sobre a volta de Lily James, que não participou do primeiro filme, mas a presença de Dominic West, com quem ela teve um caso flagrado por paparazzi, praticamente elimina a possibilidade. Ele jurou para a esposa que não voltaria a trabalhar com a atriz. O criador Julian Fellowes, que conduziu a série original entre 2010 e 2015, continua assinando o roteiro, enquanto Simon Curtis (“Sete Dias com Marilyn”) vai assumir a direção. Em comunicado, o produtor Gareth Neame disse que a continuação será o antídoto perfeito para um ano terrível, mergulhado na pandemia de coronavírus. “Depois de um ano muito desafiador, com tantos de nós separados da família e dos amigos, é um grande conforto pensar que tempos melhores estão por vir e que no próximo Natal nos reuniremos com os personagens queridos de ‘Downton Abbey’”, disse ele. Para quem ainda não conhece, todos os episódios da série estão disponíveis no Brasil pela Amazon Prime Video. We're thrilled to announce that Julian Fellowes and the entire Downton cast are back for #DowntonAbbey2, with Hugh Dancy, Laura Haddock, Nathalie Baye and Dominic West joining! See the film in theaters this Christmas. pic.twitter.com/DkEfo8ODzm — Focus Features (@FocusFeatures) April 19, 2021

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  • Série

    George Clooney entra na produção da nova série de Buck Rogers

    29 de janeiro de 2021 /

    George Clooney pode estar indo para o futuro. O ator-cineasta está negociando com a Legendary participar da nova adaptação do herói especial Buck Rogers em múltiplas funções. O projeto está sendo desenvolvido como série limitada, com roteiro de Brian K. Vaughan (criador dos quadrinhos de “Fugitivos”, da Marvel), com planos para lançar um filme e até uma produção animada se a atração inicial for um sucesso. A princípio, Clooney embarcou no projeto como produtor executivo, via sua produtora Smokehouse Pictures, junto com o sócio Grant Heslov. Mas o projeto está sendo desenvolvido de olho numa grande estrela para o papel principal. Segundo o site The Hollywood Reporter, Clooney não descarta a possibilidade, mas atualmente não há um acordo de atuação entre ele e o estúdio Legendary, responsável pela adaptação. Na produção, Clooney e Heslov se juntam a Don Murphy e Susan Montford, da Angry Films, cujos créditos incluem “Transformers” (2007) e “Gigantes de Aço” (2011), e Flint Dille, neto do criador original de Buck Rogers. Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino como Duck Dodgers. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Série

    Criador dos Fugitivos da Marvel fará nova série de Buck Rogers

    10 de dezembro de 2020 /

    O roteirista Brian K. Vaughan, criador dos quadrinhos de “Fugitivos”, transformado em série da Marvel Television, e “Y: O Último Homem”, cuja adaptação estreia em 2021 no canal pago FX, vai desenvolver uma nova série sobre o herói espacial Buck Rogers. Vaughn já tem bastante experiência televisiva. Ele trabalhou como roteirista em “Lost” e foi o showrunner das duas primeiras temporadas de “Under the Dome”, adaptação do livro de Stephen King que perdeu o rumo após sua saída e foi cancelada ao final do terceiro ano – ficando sem fim. Buck Rogers voltará à TV numa série do estúdio Legendary, sob supervisão de Don Murphy e Susan Montford, sócios da produtora Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). A ideia da Legendary é desenvolver vários produtos simultaneamente, incluindo uma série live-action, uma atração animada e um filme de grande orçamento. Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Filme

    Buck Rogers vai virar filme e série

    14 de outubro de 2020 /

    A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Filme

    Radioactive: Rosamund Pike é a cientista Marie Curie em trailer de cinebiografia

    18 de julho de 2020 /

    A Amazon divulgou novos pôster e trailer de “Radioactive”, cinebiografia da cientista Marie Curie estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A prévia destaca o machismo e a ignorância (terraplanistas) que ela enfrentou para ter suas pesquisas científicas reconhecidas, além de mostrar as consequências devastadoras de sua maior descoberta: a radioatividade. Por seu trabalho, Marie Curie se tornou primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. Mas teve que lutar para a glória não ser dada apenas ao marido e parceiro cientista, Pierre Curie (vivido no filme por Sam Riley, de “Malévola”). Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio, que deram início a uma nova era científica e tecnológica – que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear, mas também ao tratamento do câncer com radioterapia. A história é baseada numa graphic novel de Lauren Redniss e foi adaptada pelo roteirista Jack Thorne (de “Extraordinário” e da série “His Dark Materials”), com direção da iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”, “As Vozes”). O elenco também inclui Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”), Simon Russell Beale (“Penny Dreadful”), Jonathan Aris (“Rogue One”) e Corey Johnson (“Fúria em Alto Mar”). “Radioactive” teve première no ano passado no Festival de Toronto, atingiu 70% de aprovação no Rotter Tomatoes e chega ao serviço Amazon Prime Video na próxima sexta (24/7).

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  • Série

    Mahershala Ali viverá lendário campeão de boxe

    1 de julho de 2020 /

    O ator Mahershala Ali, vencedor do Oscar por “Moonlight” e “Green Book”, interpretará o pugilista Jack Johnson, que em 1908 se tornou o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em uma nova minissérie da HBO. Com seis episódios, a minissérie vai se chamar “Unruly” (indisciplinado) e está sendo apresentada como um relato sem filtros sobre a vida de Johnson no começo do século 20. Mahershala Ali já havia interpretado uma versão do personagem na produção teatral de “A Grande Esperança Branca”, em 2000. O papel, porém, é mais lembrado na interpretação do veterano James Earl Jones, que venceu o Tony Award de Melhor Ator pela peça em 1969, além de ter estrelado a adaptação cinematográfica de 1970. A diferença da minissérie é que, ao contrário de “A Grande Esperança Branca”, do dramaturgo Howard Sackler, que mudou detalhes da história (como o nome do boxeador), desta vez a trama será baseada em fatos reais, refletindo o documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, produzido e dirigido por Ken Burns, além do livro homônimo de Geoffrey C. Ward. O roteiro está a cargo de Dominique Morisseau (“Shameless”), que também vai dividir a produção com o próprio Ali, o ator Tom Hanks e o produtor Gary Goetzman (“Mamma Mia!”) pela Playtone, e Ken Burns, Mimi Valdés e Amatus Karim Ali pela Florentine Films. Não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Martin Eden traz o desempenho que ofuscou Joaquin Phoenix como Coringa

    7 de março de 2020 /

    “Martin Eden”, uma fascinante história do escritor norte-americano Jack London (1876-1916) com elementos autobiográficos, deu origem a um filme italiano que discute questões atualíssimas. Essas questões dizem respeito às relações entre as classes sociais refletidas pela literatura, à relação desta com o mercado editorial, à liberdade de expressão, à natureza da criação, ao compromisso ético do escritor consigo mesmo e com suas crenças políticas e responsabilidades sociais, ao papel do indivíduo nas transformações socioculturais e políticas. O veículo para expressar os questionamentos é o personagem-título do filme, o escritor Martin Eden, mostrado na complexidade necessária para abranger as diversas dimensões de sua experiência concreta, de suas angústias, contradições, de seu ativismo inspirado na leitura de Herbert Spencer (1820-1903), de suas relações com anarquistas e comunistas, de seu desenvolvimento como escritor a partir de uma vida de baixa renda, mirando a classe alta, tentando ser como eles. Da forma como lidará com o sucesso tão buscado, mas, ao mesmo tempo, tão massacrante. O contexto histórico é o do período anterior à 1ª Guerra Mundial, de grande efervescência cultural, propício à conquista de espaços e descobertas incentivadoras, mas tenso, conflitivo. O foco do filme, porém, coerentemente com as teses de um chamado darwinismo social de Spencer, está no indivíduo, na sua batalha pessoal frente aos demais e à coletividade. As sociedades se desenvolveriam a partir da realização individual de forma positivamente evolutiva. Isso está no modo de ser do personagem, embora enfatizando mais o mistério do que o progresso inexorável. Mais a crise do que o otimismo. No papel do escritor Martin Eden está Luca Marinelli, um grande ator que surgiu há dez anos em “A Solidão dos Números Primos” (2010) e também esteve no vencedor do Oscar “A Grande Beleza” (2013). Ele mergulhou intensamente na atuação e conseguiu expressar muito bem as muitas faces, fases, sentimentos e pensamentos do personagem. Teve o reconhecimento por essa brilhante performance, conquistando o prêmio de melhor ator no Festival de Veneza, no ano em que Joaquin Phoenix levou tudo pelo papel em “Coringa”. Marinelli foi o único a conseguir vencê-lo, ao menos uma vez. “Martin Eden” foi bem recebido e premiado também nos Festivais de Toronto, Sevilha e do Rio. A direção de Pietro Marcello imprime a “Martin Eden” uma dinâmica e uma força envolvidas por belas sequências que mesclam imagens ficcionais e documentais e, claro, alimentadas pelo desempenho criativo de Luca Marinelli, que está em todas as cenas, garantindo o filme com seu talento. O elenco de apoio também está muito bem dirigido, sustentando a trama. É verdade que o cinema italiano da atualidade não consegue competir com o grande cinema italiano do passado, mas isso não significa que não haja belos trabalhos a apreciar. “Martin Eden” é um deles.

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  • Filme

    Produtor confirma planos para continuação de Downton Abbey

    26 de novembro de 2019 /

    O filme derivado de “Downton Abbey” pode não ter sido a última aparição da família Crawley nas telas. O sucesso inesperado do longa, que superou “Rambo” e “Ad Astra” em sua estreia na América do Norte, motivou a produtora Carnival Films a planejar uma continuação. De acordo com Gareth Neame, presidente da Carnival Films, a equipe do estúdio já está desenvolvendo uma nova história para a sequência do longa. “Nós estamos trabalhando na história e discutindo quando vamos conseguir fazer”, disse Neame ao site da revista The Hollywood Reporter. Ele completou a informação afirmando que, assim como no filme deste ano, o elenco da série precisaria retornar para que o projeto saia do papel. “E isto é bastante desafiador”, completou, referindo-se ao fato de que serão necessárias novas negociações individuais demoradas com cada ator, já que eles não assinaram contratos para múltiplos filmes – o longa de “Downton Abbey” deveria ser uma experiência única. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, “Downton Abbey” foi dirigido por Michael Engler, que trabalhou na atração, e contou com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern, Michelle Dockery e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Com um orçamento estimado entre US$ 13 milhões e US$ 20 milhões, o filme arrecadou US$ 185 milhões em todo o mundo, gerando um lucro significativo para a Carnival Films e o estúdio Focus Features, parceiro na produção.

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