Nicholas Hoult viverá Nikolas Tesla no filme sobre a invenção da eletricidade
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) entrou no elenco de “The Current War”, drama de época sobre a aurora da eletricidade. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele viverá Nikolas Tesla, que foi o pivô da guerra das correntes do título da produção. Considerado um dos gênios mais importantes e menos referenciados de todos os tempos, Tesla já rendeu filmes, minissérie e foi vivido até por David Bowie no cinema, em “O Grande Truque”, de 2006. Ele desenvolveu seu conceito revolucionário de corrente alternada no final do século 19, quando trabalhava para Thomas Edison, o inventor da corrente contínua, depois deste lhe prometer uma fortuna se conseguisse um meio mais veloz e econômico de transportar eletricidade. Após realizar o que deveria ser impossível, Edison disse que estava brincando, mas lhe daria US$ 10 de aumento. Ele se demitiu, tentou criar sua própria empresa, faliu e após muitas reviravoltas acabou vendendo a patente da corrente alternada para George Westinghouse. A entrada em cena deste empresário deu início a uma guerra pública contra Edison, numa disputa por contratos do governo que envolveu até a invenção da cadeira elétrica. Depois da Guerra das Correntes, Tesla criou muitas outras invenções elétricas, registrando mais de uma centena de patentesque iniciaram uma revolução tecnológica, como o motor elétrico, a comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente e até o controle remoto! No filme, Thomas Edison será interpretado por Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e Michael Shannon (“O Homem de Aço”) viverá Westinghouse. A direção está nas mãos de Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”) e o roteiro a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). As filmagens devem começar no início de dezembro, mas ainda não há previsão para a estreia.
Benedict Cumberbatch viverá Thomas Edison em filme sobre a guerra das correntes
O ator Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) vai viver outro gênio histórico, após ser indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação” (2014). Segundo o site da revista Variety, ele irá interpretar Thomas Edison no drama de época “The Current War”. O filme vai girar em torno da rivalidade entre o inventor da eletricidade e George Westinghouse, que, por sua vez, será vivido por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). Os dois travaram uma feroz disputa comercial que ficou conhecida como “A Guerra das Correntes”, em relação às patentes de cada um, a corrente continua de Edison e a corrente alternada de Westinghouse (criada por Nikola Tesla), que concorriam por contratos de eletricidade em cidades e estados no final dos século 19. Para determinar qual das correntes era melhor, até a pena de morte entrou no debate, culminando na invenção da cadeira elétrica. O projeto já tem quatro anos. O cineasta cazaque Timur Bekmambetov (“Ben-Hur”) adquiriu os direitos sobre a trama em 2012. Mas, após seus recentes fracassos comerciais, não vai dirigir o longa, ficando apenas como produtor. A direção está nas mãos de Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”) e o roteiro a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”). As filmagens devem começar no início de dezembro, mas ainda não há previsão para a estreia.
Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha comercial
O canal pago americano FX divulgou um comercial de “Taboo”, nova série de época estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A prévia não aprofunda tanto a trama quando o primeiro trailer, preferindo explorar o olhar intenso de Hardy e seu tom ameaçador. Passada em 1813, a série explora a cobiça que movimentou a colonização britânica, com produção de Hardy e do cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). O ator também é creditado como criador da atração, em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu Hardy no thriller indie “Locke” Na trama, seu personagem retorna da África, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. “A maior luta do protagonista será contra a Companhia das Índias Orientais que, ao longo do século 19, era o equivalente a CIA, a NSA e a maior e pior empresa multinacional da Terra, movida por lucro e também por motivação religiosa”, descreveu Steven Knight em comunicado. A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia ainda não definida.
Ben Kingsley vai estrelar e produzir adaptação internacional de O Primo Basílio para a TV
O ator britânico Ben Kingsley vai adaptar para a TV o romance português clássico “O Primo Basílio”, de Eça de Queirós, publicado em 1878. Segundo o site Deadline, Kingsley vai produzir e também terá um papel de destaque na minissérie, interpretando o pseudo-intelectual Conselheiro Acácio. A atração será coproduzida pelas empresas Lavender Pictures, de Kingsley, e a Nevision. Ainda não há emissora ligada ao projeto. No romance, Eça de Queirós investiga a aparente perfeição de um lar burguês na Portugal do século 19 a partir, acompanhando uma dona de casa entediada, Luisa, e o caso que mantém com seu primo, o Basílio do título. Mas o caso desperta suspeitas, e quando uma de suas empregadas descobre provas, começa a chantagear a patroa, que adoece de preocupação, com medo que seu marido descubra tudo. A história já teve várias adaptações. A mais antiga é da época do cinema mudo, uma produção portuguesa de 1923. Mas o romance também foi encenada no Brasil, numa minissérie da Globo de 1988 e numa versão cinematográfica dirigida por Daniel Filho em 2007.
Rebecca Ferguson contracenará com Hugh Jackman em musical circense
A atriz sueca Rebecca Ferguson entrou no musical “The Greatest Showman on Earth”, que será estrelado por Hugh Jackman (“Wolverine – Imortal”). Segundo o site The Hollywood Reporter, Ferguson irá interpretar a cantora de ópera Jenny Lind, que trabalhou com o empresário P.T. Barnum, papel de Jackman. O filme se passa no universo circense, focando a figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”, o título literal do filme. A produção tem grande elenco e aida inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Michelle Williams (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Zendaya (série “Agente K.C.”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”) e Michael Arndt (“Toy Story 3”), o filme será dirigido por Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. A estreia está prevista para 25 de dezembro de 2017 nos EUA.
Escândalo sexual ameaça tirar The Birth of a Nation da corrida do Oscar 2017
Vencedor do Festival de Sundance 2017, o filme “The Birth of a Nation” passou meio ano recebendo elogios rasgados e críticas extremamente positivas. E, diante da política de buscar maior diversidade na Academia, já havia até quem comemorasse antecipadamente um Oscar para Nate Parker, o diretor negro do filme, sobre uma rebelião de escravos que ele próprio escreveu, produziu e estrelou. Até que veio agosto e a notícia de que uma mulher de seu passado cometera suicídio em 2012. O nome dela não foi divulgado, mas sim o fato de ter acusado Parker e Jean Celestin (amigo de Parker e co-roreirista de “The Birth of a Nation”) de tê-la estuprado em 1999, quando eles estudavam na Universidade Penn State. O caso não foi abafado. Ao contrário, foi parar na justiça, com Parker sustentando que a relação tinha sido consensual e a acusação apontando que a jovem estava embriagada e, portanto, sem condições de se defender. Na época, o diretor foi inocentado, mas Celestin chegou a ser condenado, com um novo julgamento sendo marcado para 2005. Mas a vítima decidiu não voltar ao tribunal, o que oficialmente encerrou o julgamento. Sete anos depois, ela se matou. O escândalo voltou à tona em agosto por ocasião de uma entrevista do irmão da vítima para a revista Variety, contando como o estupro teve um efeito terrível em sua irmã, que entrou em depressão profunda e tentou se matar várias vezes antes de finalmente conseguir. Ele terminou seu relato afirmando que a sociedade não deveria celebrar um predador sexual por conta de um filme. A repercussão da reportagem da Variety foi intensa nos EUA e gerou reações imediatas. O próprio Nate Parker se pronunciou, por meio de um comunicado divulgado nas redes sociais. No texto, o diretor lamentou saber do falecimento da moça e se solidarizou com a família da vítima, explicando que ele próprio é hoje pai de filhas, mas mantendo a afirmação de que não se envolveu em um estupro, e sim em uma relação sexual consensual. Mesmo com a declaração, a história continuou fazendo estragos, passando a impressão de que o diretor tinha se safado de uma condenação apenas por “detalhes técnicos”. Assim, exibições especiais de “The Birth of a Nation” foram canceladas tanto nos EUA quanto no exterior. O American Film Institute, por exemplo, realizaria uma exibição com debate nesta semana, mas ela foi adiada indefinidamente. O Festival de Toronto também fez o longa sumir da sua programação, fato confirmado por uma pessoa envolvida em sua organização. A revista The Hollywood Reporter conversou com alguns membros da Academia sobre o caso, e Maria Nasatir, uma das entrevistadas, afirmou não poder “separar o filme do diretor que atacou uma mulher”, e que, por isso, não assistiria ao longa. Outra votante, Rutanya Alda, afirma que verá o filme porque “vê tudo”, mas que será difícil manter um julgamento neutro após acompanhar o caso e saber dos relatos de que Parker e Celestin ainda perseguiram a vítima de estupro após ela relatar o fato às autoridades na época. Segundo o site Indie Wire, o estúdio Fox Searchlight ainda tentará sustentar a campanha do longa até se definirem os candidatos ao Oscar. Afinal, investiu uma pequena fortuna para adquirir os direitos de “The Birth of a Nation” durante o Festival de Sundance. E o escândalo pode, inclusive, mudar algumas práticas de aquisição de filmes independentes daqui para frente, mesmo diante da empolgação da crítica durante o ciclo das premières em festivais. Se as chances de Oscar para “The Birth of a Nation” parecem cada vez mais distantes, avaliações mais pessimistas garantem que os desdobramentos do caso podem até representar o fim antecipado da carreira do próprio Nate Parker, aplaudido de pé há apenas sete meses. “The Birth of a Nation” tem estreia marcada para 7 de outubro nos EUA e apenas 26 de janeiro no Brasil. Confira o trailer original da produção abaixo.
Mel Gibson e Sean Penn vão estrelar filme sobre o dicionário Oxford
Uma dupla que tem fama de intratável vai se juntar pela primeira vez no cinema. E a imprensa já imagina as entrevistas! Os atores Mel Gibson (“Os Mercenários 3”) e Sean Penn (“O Franco Atirador”) vão estrelar um filme sobre a criação do dicionário Oxford. Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme vai se desenvolver em torno de loucura, genialidade e a obsessão de dois homens que mudaram o curso da história literária. Intitulado “The Professor and the Madman”, o filme é uma adaptação do best-seller homônimo de Simon Winchester, lançado no Brasil como “O Professor e o Louco”, e vai contar como o professor James Murray (papel de Gibson) começou o ambicioso projeto do dicionário Oxford em 1857, tendo como colaborador o Dr. W.C. Minor (Penn), que cuidou de mais de 10 mil verbetes, a despeito de sua condição de interno de um hospício para criminosos. Mel Gibson comprou os direitos de adaptação da obra ainda nos anos 1990, mas o projeto ficou em banho maria, enquanto ele lidava com o turbilhão de escândalos que jogou sua carreira para escanteio. Por conta disso, ele pretende apenas estrelar e produzir o longa, deixando a direção para seu colaborador em “Apocalypto”, o roteirista Farhad Safinia, que vai estrear como diretor. A produtora Voltage Pictures abraçou o projeto e planeja vender “The Professor and the Madman” para distribuidores internacionais no próximo Festival de Toronto, que acontece entre 8 e 18 de setembro. As filmagens têm início previsto para outubro e ainda não há previsão de lançamento.
Eddie Redmayne vai enfrentar Thomas Edison em filme sobre disputa de inventores
O ator Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) vai estrelar o novo drama histórico do diretor Morten Tyldum (“O Jogo da Imitação”). Segundo o site da revista Variety, Redmayne enfrentará Thomas Edison nos tribunais no filme “The Last Days of Night”. O drama gira em torno da disputa entre Edison e George Westinghouse, que competiam pelo mercado da eletricidade e defendiam adoções de tipos diferentes de energia elétrica. A briga deu origem à “guerra das correntes” no final do século 19. Mas o filme vai se concentrar na disputa de patentes, após Thomas Edison registrar os direitos sobre a eletricidade e processar Westinghouse em US$ 1 bilhão por uso indevido de sua invenção. Para fazer frente ao processo, Westinghouse surpreendeu a todos ao contratar um jovem advogado recém-formado na universidade de Columbia, Paul Cravath, personagem que será interpretado por Redmayne. A trama incluirá outros inventores históricos do período, como Nicola Tesla e Alexander Graham Bell, e foi escrita por Graham Moore, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “O Jogo da Imitação”, dirigido por Tyldum. A produção deve começar a ser filmada em janeiro, após Tyldum lançar seu próximo filme, a sci-fi “Passengers”, estrelada por Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) e Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”).
Michelle Dockery vai estrelar série do Netflix passada no Velho Oeste
A atriz Michelle Dockery (série “Downton Abbey”) terá o principal papel feminino na série “Godless”, nova produção do serviço de streaming Netflix, que foi criada pelo cineasta Scott Frank (“Caçada Mortal”). Ela reforça o elenco prestigioso, que também conta com Jeff Daniels (série “Newsroom”) e Jack O’Connell (“Invencível”) como protagonistas masculinos. “Godless” se passa no Velho Oeste, no ano de 1884, e acompanha o bandido Frank Griffin (Daniels), terror das cidadezinhas da fronteira americana, em perseguição a Roy Goode (O’Connell), seu antigo parceiro, que ele criou como um filho antes de se tornar seu inimigo mortal. Enquanto Roy se esconde no rancho de Alice Fletcher (Dockery), a perseguição de Frank o leva à pacata cidade de La Belle, que é misteriosamente habitada apenas por mulheres. Scott Frank vai escrever, dirigir e produzir a série, que também terá produção executiva de outro cineasta, Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”). Michelle Dockery, que já foi indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy por seu papel como Mary Crawley em “Downton Abbey”, também vai estrelar a série “Good Behavior”, que chega ao canal pago TNT norte-americana ainda este ano. “Godless” será gravada durante o verão americano em Santa Fé, no Novo México, e ainda não tem previsão de estreia.
Oscar Isaac vai estrelar próximo filme de Spielberg
O ator Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai estrelar o próximo filme de Steven Spielberg, “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, ao lado de Mark Rylance (“Ponte de Espiões”). O filme é uma adaptação do romance homônimo de David I. Kertzer, por sua vez baseado numa história real. Passado em 1858, gira em torno do rapto de um garoto judeu em Bologna, na Itália, que foi levado à força da família para ser criado como cristão pela Igreja católica. Para conseguir libertar o filho, os pais entram em um duelo político com o Papado da época, durante o período de unificação do país. Com roteiro de Tony Kushner, que escreveu “Lincoln” para Spielberg, a produção está prevista para começar a ser rodada no primeiro trimestre de 2017, após o cineasta terminar a ficção científica “Ready Player One”, seu atual projeto.
The Birth of a Nation: Vencedor do Festival de Sundance ganha pôster impactante
A Fox Searchlight divulgou um pôster impactante de “The Birth of a Nation”, drama escravagista que venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público no Festival de Sundance em 2016. A arte traz o ator, diretor, roteirista e produtor Nate Parker com uma bandeira americana enrolada no seu pescoço, no formato de uma forca. O filme sobre a rebelião de escravos americanos de 1831 já é cotado como forte candidato ao Oscar do ano que vem. E tem tudo para gerar discussões, a começar pelo título, que é o mesmo de um marco cinematográfico, o clássico do cinema mudo “Nascimento de uma Nação”, dirigido em 1915 por D.W. Griffith. O “Nascimento” original descrevia os negros de forma estereotipada, com atores brancos pintados de preto, e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O novo é seu oposto, girando em torno de Nat Turner (o personagem de Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos. O elenco também inclui Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”), Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Penelope Ann Miller (“O Artista”), Aja Naomi King (série “How to Get Away with Murder”) e Mark Boone Jr. (série “Sons of Anarchy”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Veja também o trailer anteriormente divulgado
Zendaya pode virar trapezista em filme circense com Hugh Jackman
A atriz Zendaya (série “Agente K.C.”) está negociando se juntar a Hugh Jackman (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) no filme “The Greatest Showman on Earth”. Segundo o site The Hollywood, ela pode interpretar uma trapezista de circo. Além de Zendaya, a produção também negocia com Zac Efron (“Vizinhos”) e Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”). O filme é uma cinebiografia de P.T. Barnum, que Jackman tenta tirar do papel desde 2009. Barnum começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, revolucionando os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”), o filme vai marcar a estreia no cinema de Michael Gracey, conhecido por seu trabalho com comerciais. A estreia está prevista para 25 de dezembro de 2017 nos EUA.
Michelle Williams negocia estrelar filme circense com Hugh Jackman
A atriz Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”) pode fazer par com Hugh Jackman em “The Greatest Showman on Earth”, cinebiografia de P.T. Barnum, informou o site Deadline. Barnum começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, revolucionando os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. O projeto do filme está em desenvolvimento desde 2009, com Jackman escalado desde então para viver o papel principal. Mas antes de Michelle, a produção também cotou Anne Hathaway (“Interestelar”) como protagonista feminina. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”), o filme vai marcar a estreia no cinema de Michael Gracey, conhecido por seu trabalho com comerciais. A estreia está prevista para 25 de dezembro de 2017 nos EUA.












