Evan Green é astronauta no trailer legendado de A Jornada
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “A Jornada” (Proxima), drama espacial europeu estrelado por Eva Green (“Dumbo”). Escrito e dirigido pela cineasta francesa Alice Winocour (“Cinco Graças”), o filme traz Green como uma astronauta que se prepara para embarcar numa viagem a Marte, mas encontra dificuldades em equilibrar a vida de mãe solteira – de uma criança muito carente – com o árduo treinamento da Agência Espacial Europeia. O elenco conta ainda com o americano Matt Dillon (“A Casa que Jack Construiu”) e a alemã Sandra Hüller (“Toni Erdmann”). Premiado nos festivais de Toronto (Canadá) e San Sebastian (Espanha), “A Jornada” estreou em novembro passado na França e tem 79% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 19 de março.
Star Trek: Próximo filme deve acompanhar nova tripulação espacial
A imprensa americana aproveitou a participação do showrunner e cineasta Noah Hawley (criador das séries “Fargo” e “Legion”) no evento semestral da TCA (Associação de Críticos da TV dos EUA) para descobrir o que vai acontecer no próximo longa-metragem da franquia “Star Trek”. Hawley foi confirmado em novembro passado como roteirista e diretor do quarto filme da saga espacial – desde o reboot de 2009 – , e finalmente deu os primeiros detalhes da produção. Para começar, o longa não deverá ter o número 4 em seu título. Isto porque não será centrado na tripulação da Enterprise introduzida no filme de 2009. Todo o elenco dos três filmes anteriores já está com contratos vencidos e o filme de Hawley deve relançar a franquia com novos atores. Na verdade, ele deve ir além, filmando personagens completamente diferentes. Perguntado especificamente sobre o elenco, Hawley confirmou que pretende escalar novos atores. “Sim, acredito que sim. Ainda estamos no começo do projeto, mas novos personagens costumam implicar novos atores”, disse, sinalizando que o longa pode ser mais um spin-off que uma continuação. “Eu tenho a minha própria visão da franquia, como qualquer fã de longa data”, comentou. Isto não significa o fim da jornada das atuais encarnações do Capitão Kirk (Chris Pine), Sr. Spock (Zachary Quinto), Dr. McCoy (Karl Urban), Scotty (Simon Pegg), Tenente Uhura (Zoe Saldana) e Sr. Sulu (John Cho). Mesmo com a opção por outros personagens, a inclusão de algum(ns) protagonista(s) conhecido(s) pode servir de ponto de intersecção para o lançamento de uma “nova geração” – como aconteceu com Leonard Nimoy, ao interpretar o Sr. Spock original no longa de 2009. Além do “Star Trek” dirigido por J.J. Abrams, a nova versão da franquia cinematográfica também incluiu os filmes “Além da Escuridão: Star Trek” (2013) e “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Recentemente, Quentin Tarantino também esteve entusiasmado com a possibilidade de filmar um exemplar da franquia, mas suas últimas declarações indicam que ele já desistiu da ideia.
Ator de Sense8 entra em Matrix 4
O ator alemão Max Riemelt, que viveu Wolfgang na série “Sense8”, juntou-se ao elenco de Matrix 4. Ele próprio revelou a novidade em sua conta no Instagram. Veja abaixo. Ele não é o único integrante de “Sense8” na produção. Toby Onwumere, intérprete de Capheus na 2ª temporada, também faz parte do elenco. A continuação também terá as voltas de Keanu Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss na pele de Trinity. Curiosamente, os dois personagens morreram em “Matrix Revolutions” (2003). Além deles, Jada Pinkett Smith negocia retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. E as novidades confirmadas incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”). A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do “Matrix” original passava-se no futuro, após uma Inteligência Artificial dominar o mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e liderar uma revolução contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020. Ver essa foto no Instagram #matrix4 #happy #newmovie Uma publicação compartilhada por Max Riemelt (@maxriemelt) em 7 de Jan, 2020 às 12:11 PST
12ª temporada de Doctor Who estreia no Brasil ainda neste mês
A Globoplay anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who”, vai estrear na plataforma no dia 31 de janeiro, um mês após seu lançamento no Reino Unido e nos EUA. O serviço de streaming da Globo informa ainda que a disponibilização dos episódios será realizada de maneira tradicional, com a liberação de um capítulo novo por semana. Produzida pela rede BBC, a atual fase de “Doctor Who” estreou em 1º de janeiro no exterior. A 12ª temporada do revival (iniciado em 2005) também é a segunda a trazer Jodie Whittaker no papel principal.
Avatar 2 revela artes conceituais com novas criaturas e paisagens do planeta Pandora
O Twitter oficial de “Avatar” divulgou artes conceituais da produção do segundo filme da franquia. As artes da continuação do longa de 2009 apresenta novas paisagens do planeta fictício de Pandora, destacando a presença da água no local, que terá função importante na trama, ainda mantida a sete chaves pelo estúdio. Além das paisagens, é possível ver os Na’vi, os alienígenas do planeta. Numa das imagens, os protagonistas Jake e Neytiri aparecem olhando o oceano. Em outra, vários membros da raça alienígena surgem montados em banshees, voando sobre as águas em direção a uma ilha formada por árvores de raízes enormes. Mas a mais curiosa traz os Na’Vi montando criaturas marinhas inéditas na franquia. Com direção de James Cameron, Avatar 2 contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2021, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. In the #Avatar sequels, you won’t just return to Pandora — you’ll explore new parts of the world. Check out these brand new concept art pieces for a sneak peek at what’s to come. pic.twitter.com/bfZPWVa7XZ — Avatar (@officialavatar) January 7, 2020
Dominic Monaghan confirma cortes extensos em A Ascensão Skywalker e pede versão do diretor
O ator Dominic Monaghan, que teve um papel pequeno e sem sentido em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, confirmou rumores que circulam sobre a existência de uma versão muito diferente do filme. Ele afirmou que várias cenas filmadas não chegaram à edição final, exibida nos cinemas. “Como muitos fãs de ‘Star Wars’, espero que haja uma edição do diretor, para que possamos ver mais coisas que foram filmadas”, disse Monaghan em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu não estava lá o tempo todo, mas mesmo no curto espaço de tempo em que estive [no set], havia muitas coisas sendo filmadas que não chegaram à versão do cinema… Ah, cara, foi muita coisa.” Ele revelou que algumas dessas cenas incluíam a personagem Rose Tico, vivida por Kelly Marie Tran. A atriz teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração – , após sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Monaghan descreveu em detalhes uma cena cortada. “Na batalha final, Connix [interpretada por Billie Lourd] fere sua perna. Obviamente, eu e Rose e Connix estamos saindo da batalha, e Rose tem uma arma. Enquanto Rose está ocupada fazendo coisas, eu agarro o braço de Connix e o coloco por cima do ombro para ampará-la e garantir que todos nós possamos escapar ilesos”. Segundo os boatos que surgiram num fórum do Reddit, o filme exibido nos cinemas é muito diferente da versão idealizada pelo diretor J.J. Abrams. As alegações, na base de “fontes” não identificadas, surgiram praticamente como reação às críticas negativas recebidas pelo filme. Com a confirmação de Monaghan, a noção de que existe um “J.J. Cut” deixa de ser teoria de conspiração para ganhar a dimensão de um vazamento calculado de informação confidencial, que teria o objetivo de reverter as opiniões contrárias ao trabalho Abrams e/ou demonstrar – mais uma vez – a precariedade das tomadas de decisões de Kathleen Kennedy à frente da Lucasfilm. Fãs já foram ao Twitter lançar a hashtag #ReleaseTheJJCut, numa iniciativa similar à campanha pelo “Snyder Cut”, a edição de “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder. Quem espalhou a informação do “J.J. Cut” foi um usuário do Reddit identificado como Egoshoppe, que foi bastante claro em sua missão, ao dizer que recebeu os detalhes de uma “fonte que trabalhou na produção” e que “quer que as pessoas saibam o quanto a Disney ferrou J.J. Abrams”. Segundo Egoshoppe, o diretor não teve a liberdade criativa prometida pela Lucasfilm. Ele “ficou arrasado e foi pego de surpresa” com as mudanças feitas pelo estúdio, que incluiriam cortes e regravações de passagens de áudio. Cenas como o desfecho seriam completamente diferentes – maior e sem beijo entre os protagonistas – , além de incluírem mais Rose Tico e a exploração do afeto homoafetivo entre Poe (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega). A versão original que J.J. apresentou ao estúdio em novembro teria 3h02 de duração. Ao contrário da Marvel, que apoiou a exibição de 3h01 de “Vingadores: Ultimato”, que bateu recorde mundial de arrecadação, a Lucasfilm pressionou por cortes e Abrams “hesitantemente” teria concordado em reduzir o filme para 2h37. Mas a edição que chegou aos cinemas foi ainda mais curta, com 2h22. O misterioso Egoshoppe garante que a versão de 3 horas existe completa e pronta para ser divulgada, mas só deve ver a luz se for vazada – ou, de forma subentendida, se houver mudanças no comando da Lucasfilm.
Outlander: Jamie lidera revolução americana no trailer da 5ª temporada
O canal pago americano Starz divulgou os pôsteres e o trailer da 5ª temporada de “Outlander”. A prévia intercala momentos de calmaria e de combates, com Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) tornando-se responsáveis pela fagulha revolucionária que gerou a independência dos Estados Unidos (mas sem a ironia de “Legends of Tomorrow”). Mantendo o costume de adaptar um livro da escritora Diana Gabaldon por temporada, o quinto ano seguirá a história de “A Cruz de Fogo” (2001) e vai encontrar os Frasers finalmente reunidos no século 18, lutando por sua família e pelo lar que eles construíram em Fraser’s Ridge, na Carolina do Norte, em meio às tensões crescentes da guerra da independência dos Estados Unidos, prestes a estourar. A atração estrelada por Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Maria Kennedy Doyle e Duncan Lacroix combina romance, drama de época e viagem no tempo, e figura entre os líderes de audiência da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas. Entre os programas do Starz, a série criada por Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) só tem menos audiência que “Power”, que vai acabar ao final de sua 6ª e atual temporada. A estreia da 5ª temporada de “Outlander” está marcada para 16 de fevereiro nos Estados Unidos e a série já está renovada para seu 6º ano de produção. No Brasil, a atração faz parte do catálogo do Fox Play.
Um Lugar Silencioso – Parte II ganha trailer legendado repleto de tensão
A Paramount divulgou o primeiro trailer completo de “Um Lugar Silencioso – Parte II”, em versões legendada e dublada em português. Bastante tensa, a prévia começa com um flashback, mostrando o começo da invasão alienígena, mas logo retoma a história do ponto em que o primeiro filme parou, ao companhar a mãe vivida por Emily Blunt e seus filhos, interpretados por Millicent Simmonds e Noah Jupe, seguindo uma trilha na floresta com a preocupação de não fazer barulho. A família também inclui um bebê, carregado numa caixa de isopor, e a prévia ainda dá bastante destaque ao novo personagem vivido por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”). O elenco se completa com Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Wayne Duvall (“Pearson”), sobreviventes do mundo pós-apocalíptico dizimado pelas criaturas alienígenas, que reagem com força extrema ao menor barulho. John Krasinski, que vivia o pai, continua na produção e seu personagem é citado no trecho do flashback, mas sua principal função agora é atrás das câmeras. Ele repete seu trabalho como diretor e roteirista na continuação. As filmagens de “Um Lugar Silencioso – Parte II” começaram em julho e duraram um pouco mais de dois meses. Atualmente em pós-produção, o filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.
Syd Mead (1933 – 2019)
O artista visionário Syd Mead, especialista em “visuais futuristas” que materializou os mundos de “Blade Runner”, “Aliens” e “Tron” no cinema, morreu na manhã de segunda-feira (30/12) em sua casa em Pasadena, na Califórnia, aos 86 anos, após uma batalha de três anos contra o linfoma. Formado em artes plásticas e design, Mead chegou a projetar carros para a fábrica Ford, antes de criar sua própria empresa de design nos anos 1970, especializando-se em ilustrações para empresas eletrônicas e projetos arquitetônicos. Seu trabalho chamou atenção de Hollywood, rendendo contratos para produzir ilustrações para filmes, incluindo as artes conceituais que originaram os mundos cinematográficos de “Jornada nas Estrelas: O Filme” (1979), “Blade Runner” (1982), “Tron” (1982), “Timecop” (1984), “Aliens” (1986) e muitos outros. Foi em “Blade Runner” que Mead assumiu o título de “futurista visual”, designação que o acompanhou pelo resto da vida. Entre as visões de futuro mais recentes que ele concebeu incluem-se “Elysium” (2013), “Tomorrowland” (2015) e, apropriadamente, “Blade Runner 2049” (2017). Além de imaginar cenários de sci-fi para o cinema americano, Mead também ilustrou cenários de animes japoneses, como o longa “Yamato 2520” (1994) e a série “Turn-A Gundam” (1999). Ele foi consagrado com homenagens e prêmios de dois sindicatos de artistas de Hollywood. Em 2016, recebeu o troféu Visionário pelas realizações da carreira, em premiação da Visual Effects Society (dos técnicos de efeitos visuais). E, em fevereiro passado, venceu o prêmio de Melhor Design de Produção da Art Directors Guild (dos diretores de arte), compartilhado com a equipe de “Blade Runner 2049”.
The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada
O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019
Outlander: Conheça a abertura da 5ª temporada
O canal pago americano Starz divulgou a abertura da 5ª temporada de “Outlander”. A prévia intercala momentos de calmaria e de combates, com Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) sempre de costas. Mantendo o costume de adaptar um livro da escritora Diana Gabaldon por temporada, o quinto ano seguirá a história de “A Cruz de Fogo” (2001) e vai encontrar os Frasers finalmente reunidos no século 18, lutando por sua família e pelo lar que eles construíram em Fraser’s Ridge, na Carolina do Norte, em meio às tensões crescentes da guerra da independência dos Estados Unidos, prestes a estourar. A atração estrelada por Caitriona Balfe, Sam Heughan, Sophie Skelton, Richard Rankin, Maria Kennedy Doyle e Duncan Lacroix combina romance, drama de época e viagem no tempo, e figura entre os líderes de audiência da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas. Entre os programas do Starz, a série criada por Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) só tem menos audiência que “Power”, que vai acabar ao final de sua 6ª e atual temporada. A estreia da 5ª temporada de “Outlander” está marcada para 16 de fevereiro nos Estados Unidos e a série já está renovada para seu 6º ano de produção. No Brasil, a atração faz parte do catálogo do Fox Play.
Ascenção Skywalker é fanfic que enfraquece a Força da saga Star Wars
No belíssimo plano final de “Os Últimos Jedi”, o diretor Rian Johnson estabelecia três pontos muito claros: a Força não era mais apenas exclusiva de uma família, mas sim estava em toda a galáxia, em todas as pessoas – isso, por si só, definia que qualquer pessoa poderia almejar se tornar um herói. O segundo ponto era de que a esperança havia retornado à galáxia, visto que o sacrifício de Luke Skywalker o transformara em uma lenda ainda maior, o homem capaz de reconhecer seus erros e usá-los a seu favor. O terceiro, e talvez principal ponto, era o de que a saga apontava finalmente para o futuro: o olhar do garoto para um espaço infinito abria também infinitas possibilidades de avanço. O recado era claro: vamos deixar o passado para trás. Deixar de viver eternamente presos a um nome, mas acreditar em uma ideia, em um ideal, em um futuro brilhante no qual todos podemos fazer a nossa parte. Pois é. Pena que nem tudo é perfeito. A ousadia e a coragem de Rian Johson foram vistas por uma pequena – mas barulhenta – parte dos fãs de “Star Wars” como uma heresia. Muitos foram – e ainda são – incapazes de aceitar que Luke Skywalker talvez não fosse o mesmo personagem de 35 anos atrás. Afinal, quem muda em 35 anos?? Como era possível que o herói idealizado por décadas de repente se tornasse um velho ermitão ranzinza que em determinado momento da vida cometeu uma falha que o maculou para sempre (vale aqui lembrar que a ideia de que Luke fosse um sujeito isolado a la Coronel Kurtz veio de ninguém menos que George Lucas)? Como era possível que uma garota qualquer tivesse familiaridade com a Força? Como era possível que o Snoke morresse daquela forma sem sabermos mais sobre ele (um personagem cujo hype foi criado única e exclusivamente pelos fãs)? Tudo isso, alinhado a uma necessidade quase infantil de atender expectativas fez com que J.J Abrams – que havia feito um trabalho dos mais consistentes em “O Despertar da Força”, mesmo remakeando sem firulas o “Episódio IV” – transformasse este “A Ascensão Skywalker” em uma salada indigesta de fan service mesclada com uma trama digna de fanfic com a pior inspiração possível. Desta vez, a história começa com o retorno[!] do Imperador Palpatine, que aparentemente está fazendo um podcast em algum lugar da galáxia e avisando que construiu em segredo ao longo dos últimos 35 anos uma esquadra maligna com centenas de naves para dominar a galáxia. Sim, é isso mesmo. Os rebeldes, cientes dessa ameaça, precisam ir para um lugar achar uma adaga que precisa ser traduzida em outro lugar para que esta indique outro lugar onde estará o sinalizador que indicará o lugar onde está Palpatine. Ou algo assim. Nesse meio tempo, Kylo Ren é orientado por Palpatine a destruir Rey por motivos de ‘porque sim’ mas que no fundo não é bem isso porque ele tem outros planos para a garota. Este roteiro é de J.J escrito em parceria com Chris Terrio, o cara por trás de “Batman v Superman”. O que diz muita coisa. Nitidamente com o objetivo de disfarçar a fragilidade dessa história, J.J. faz uma escolha criativa que se mostra fatal para a trama, criando um filme acelerado, com uma montagem que parece saída de alguma obra de Michael Bay. Não há tempo para que o espectador possa apreciar ou mesmo ser tocado por certas passagens. Nem mesmo os money shots são aproveitados. Pra piorar, o filme usa um recurso vagabundo de morre/não morre várias vezes, o que enfraquece completamente o envolvimento do espectador, tanto que na hora da morte real de uma personagem realmente importante, esta acaba não tendo o menor impacto. As sequências de ação são eficientes, como sempre, mas não há sequer UM momento capaz de maravilhar o público, seja por conta de obviedade de suas escolhas (há um momento em que só faltou Lando Calrissian dizer “on your left” para Poe Dameron) como por uma mis en scène trôpega (como na sequência do sequestro de Chewbacca, em que todo mundo parece perder a visão periférica) e a completa falta de criatividade na criação de novos mundo (sim, temos novamente uma floresta, um deserto e um oceano). Nem mesmo o humor funcional de J.J. dá certo aqui, com C3-PO fazendo o possível para dar um mínimo de alma a essa obra planejada por comitê. A decisão de “esquecer” o que havia sido estabelecido em “Os Últimos Jedi” afeta o próprio desenvolvimento do trio principal de heróis [aqui vamos entrar na área de SPOILERS]. Se no último filme Rey havia finalmente se livrado do peso do passado ao descobrir que seus pais não eram ninguém e estava finalmente pronta para desenvolver seus dons naturais da Força, aqui J.J. dá uma marcha a ré indigna e a coloca como NETA de Palpatine – deixando pelo menos felizes todos os que a acusavam de ser uma Mary Sue, algo que nunca ninguém questionou em Anakin ou Luke. Na visão de Rian Johnson, qualquer pessoa pode ser um herói. Na de J.J. não, apenas quem for descendente de UMA única família. Finn, do mesmo modo, retorna ao seu personagem em busca de um caminho do primeiro filme. Se em “Os Últimos Jedi” ele havia finalmente compreendido – sim, lá em Canto Bight – que sua luta deveria ser em prol de um bem maior e não apenas “cadê a Rey”, aqui ele volta a ser o cara que passa o filme inteiro atrás da Rey. Já Poe Dameron, que, pelo sacrifício da General Holdo, finalmente compreendera a força e a necessidade de uma liderança carismática, aqui volta a ser o aventureiro engraçadão – e o filme ainda inventa um link com Han Solo ao informar aleatoriamente que ele havia sido um contrabandista no passado. Pelo menos, mas pelo menos, Kylo Ren consegue finalizar seu arco de forma digna, ainda que obviamente dentro das expectativas. Nada porém bate a covardia feita com a atriz Kelly Marie Tran e sua personagem Rose Tico, que aqui vira uma coadjuvante irrelevante com menos falas do que Greg Gunberg, amigão de J.J. O mesmo pode ser dito do General Hux, presenteado com um plot twist (mais um) vergonhoso. Maz Kanata (o dinheiro mais fácil ganho por Lupita N´yongo esse ano) entra apenas para explicar ao público o que está acontecendo – “Veja, Leia vai se conectar com seu filho, isso vai sugar toda sua energia vital”… Carrie Fischer, por sua vez, é inserida no filme com sobras de sua participação nos dois filmes anteriores, o que soa tristemente artificial, pois é nítido que os diálogos são adaptados para suas respostas – que na maioria das vezes, porém, não correspondem ao que está sendo conversado. Com truques baratos e soluções facilitadas para os protagonistas (como o fato deles caírem numa areia movediça que – nossa, olha só – leva eles diretamente para o objeto que estão procurando), “A Ascensão Skywalker” poderia se redimir por conta de uma conclusão poderosa – caso de “Retorno de Jedi”, um filme medíocre em seus dois terços iniciais mas com uma conclusão antológica. Nem isso. J.J. cria um clímax que parece saído de alguma produção genérica, que chupa – conscientemente ou não – momentos recentes de “Vingadores: Ultimato” (não falta nem um “Eu sou …. todos os Jedi”), o famigerado raio azul da morte de 90% dos filmes de ação desta década e uma conclusão basicamente igual a de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”. E nem vamos citar aqui a claque de personagens obscuros que fica observando tudo isso em uma arena sem iluminação e sem noção de espaço, dando a impressão de que Palpatine passou os últimos 30 anos criando uma armada invencível e clones para ficarem aplaudindo seus gritos de vilão de terceira. Há momentos emocionantes? Sim, há. Confesso que chorei duas ou três vezes ao longo do filme – ver Chewbacca finalmente ganhar a sua medalha é um fan service muito bacana. A conclusão, em que heróis confraternizam por sua vitória emociona, mas fica claro que essa emoção não vem por causa deste filme em especial, mas por toda a conexão estabelecida há anos pelo público com a saga. O plano final, ainda que lindo, é tão evidente que qualquer pessoa poderia imaginá-lo assim que o filme começa. Talvez seja este o grande problema de “Ascensão Skywalker”: com medo de desagradar o público, J.J. entrega um filme sem surpresas, sem imaginação, com plot twists que variam entre vergonhosos e inconsequentes e com um triste retrocesso nas possibilidades estabelecidas por Rian Johnson no filme anterior. Não é o pior filme de “Star Wars”. “Ataque dos Clones”, “Ameaça Fantasma” e “Han Solo” ainda tem seu lugar cativo. Não é um filme chato ou entediante. Há aqui e ali muito da magia que fez e faz “Star Wars” ser uma das sagas mais amadas de todos os tempos. Mas é triste perceber que a equipe criativa por trás deste novo filme pareceu muito mais preocupada em não ofender um público sensível do que em avançar a história, olhar para a frente. “Star Wars” – ou pelo menos esta saga – termina com um gosto amargo, em um filme que no afã de agradar todo mundo, acabou virando uma obra sem um pingo de personalidade, incapaz de reconhecer seus próprios erros e aprender com eles. Algo que até um personagem fictício como Luke Skywalker aprendeu.
Um Lugar Silencioso – Parte II ganha primeiros teaser, pôster e foto oficiais
A Paramount divulgou os primeiros pôster, foto e teaser de “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que, como se pode ver, também definiu seu título oficial em português. A prévia mostra os personagens sobreviventes do primeiro filme, a mãe vivida por Emily Blunt e seus filhos, interpretados por Millicent Simmonds e Noah Jupe, seguindo uma trilha na floresta com a preocupação de não fazer barulho, provavelmente em busca de um novo refúgio após os acontecimentos do filme original. A família também inclui um bebê, que deve estar na mochila carregada por Blunt. A criança pode ser vista mais claramente na foto e no cartaz, que retrata um momento posterior do passeio visto no vídeo. John Krasinski, que vivia o pai, continua na produção, mas desta vez apenas atrás das câmeras. Ele repete seu trabalho como diretor e roteirista na continuação. Ainda não há detalhes sobre a história da sequência, mas a família de Emily Blunt vai encontrar novos sobreviventes no mundo pós-apocalíptico, dizimado por criaturas alienígenas que reagem com força extrema ao menor barulho. Entre os novos atores confirmados no elenco, destacam-se Cillian Murphy (“Peaky Blinders”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Wayne Duvall (“Pearson”). As filmagens de “Um Lugar Silencioso – Parte II” começaram em julho e duraram um pouco mais de dois meses. Atualmente em pós-produção, o filme vai ganhar seu primeiro trailer completo no Ano Novo e chegará aos cinemas em março.










