Diretor de “WandaVision” vai comandar novo filme de “Star Trek”
Depois de comandar a série “WandaVision”, que conquistou 23 indicações ao Emmy 2021, Matt Shakman fechou contrato para dirigir o próximo filme da franquia “Star Trek”. A produção da Paramount e da Bad Robot, de JJ Abrams, ganhou tração e vai entrar rapidamente em pré-produção para começar a ser filmada na primavera norte-americana (nosso outono) de 2022. Depois de muitas idas e vindas, os produtores têm um roteiro que finalmente agradou a todos. E o detalhe é que se trata do primeiro roteiro cinematográfico da franquia escrito por mulheres: Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”). Desde o lançamento do último longa, “Star Trek: Sem Fronteiras”, em 2016, a veterana saga espacial ensaiou virar filmes de Quentin Tarantino (“Era uma Vez… em Hollywood”) e Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), mas o primeiro desistiu após entusiasmar JJ Abrams e o segundo não teve a abordagem aprovada. A esta altura, não está claro se o elenco do reboot de 2009 voltará na nova produção. A morte do ator Anton Yelchin, após completar “Star Trek: Sem Fronteiras”, pode ter determinado a aposentadoria da formação com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. Além disso, a série “Star Trek: Discovery” lançou um novo intérprete do Sr. Spock, Ethan Peck, que agradou mais que Zachary Quinto no papel. O Spock de Peck será visto a seguir na nova série “Star Trek: Strange New Worlds”, prevista para 2022, que se passa antes dele se juntar com o Capitão Kirk na nave Enterprise. Ainda sem título, o novo filme de “Star Trek” será apenas a segunda incursão de Matt Shakman no cinema. A anterior foi “Cut Bank: Assassinato por Encomenda”, do já distante ano de 2014. O diretor veio do teatro no início do milênio e já comandou várias séries, de “Lances da Vida” (One Three Hill) a “Game of Thrones”. Ele acabou ganhando reconhecimento do Emmy com o piloto de “The Great”, no ano passado, e está novamente na disputa do troféu da Academia de Televisão em 2021 após assinar todos os nove episódios de “WandaVision”.
“A Guerra do Amanhã” terá continuação
A luta continua. “A Guerra do Amanhã” vai ganhar continuação na Amazon Prime Video. O sinal verde veio após o lançamento do longa se tornar a maior estreia dentre todas as produções da Amazon. A afirmação foi feita pelo astro Chris Pratt durante o fim de semana passado. Aparentemente, o filme teria mesmo superado todas as expectativas. Embora – como muitos outros streamers – a Amazon não forneça números de visualizações, Pratt comemorou no Instagram que o filme quebrou vários recordes em suas primeiras 48 horas e virou “o nº 1 do mundo”, liderando o streaming em vários países, incluindo no Brasil, segundo fontes. Em compensação, foi considerado um amontado de clichês pela crítica internacional e obteve teve apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. A trama acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. O personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha, o que o faz lutar ao lado dela própria adulta no futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e também de seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). A sequência vai trazer de volta o roteirista Zach Dead, o diretor Chris McKay e grande parte do elenco original.
Zack Snyder prepara sci-fi espacial na Netflix
Após a relação tensa com a Warner Bros., encerrada após o lançamento de “Liga da Justiça”, o cineasta Zack Snyder está feliz da vida com a Netflix e, de acordo com o site Deadline, já prepara um novo filme para a plataforma. A Netflix também está satisfeita com o sucesso do primeiro filme do diretor em streaming, o terror “Army of the Dead: Invasão de Las Vegas”, e voltou a liberar um grande orçamento para ele realizar sua primeira incursão pela sci-fi espacial, “Rebel Moon”. A história se passa em uma colônia pacífica na orla da galáxia, que se encontra ameaçada pelos exércitos do tirânico Regente Balisarius. Diante do perigo de uma invasão, eles despacham uma jovem com um passado misterioso para alistar guerreiros de planetas vizinhos e ajudá-los a resistir. O roteiro é do próprio Synder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam anteriormente com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead” e “300”. A produção está prevista para começar em 2022.
“A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon
O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)
Will Smith quase foi barrado de “Independence Day” por ser negro
Roland Emmerich e Dean Devlin, diretor e roteirista de “Independence Day”, revelaram que a 20th Century Fox, estúdio responsável pela produção, tentou barrar Will Smith no papel principal do filme de 1996 por ele ser negro. “Eles disseram: ‘Se vocês escalarem um cara negro neste papel, vocês matam as chances do filme fazer sucesso fora dos EUA’. E nós respondemos: ‘Bom, o filme é sobre uma invasão alienígena. Acho que ele vai bem em todo lugar’. Foi uma guerra enorme por causa disso, e Roland foi quem insistiu na escalação de Will”, revelou Devlin em entrevista à revista The Hollywood Reporter, por ocasião dos 25 anos da produção. Até então, Will Smith era mais conhecido como rapper e estrela da série de comédia “Um Maluco no Pedaço” (The Prince of Bel-Air), mas um ano antes tinha estrelado seu primeiro longa de ação, “Bad Boys”, provando-se capaz de encabeçar um filme de sucesso. Emmerich explicou que sempre quis o ator no papel principal. “Ethan Hawke estava na nossa lista também, mas na época achei que ele era jovem demais para o papel. Me parecia muito claro que a dupla principal precisava ser Will Smith e Jeff Goldblum. Era o combo perfeito”, disse. Apesar disso, a disputa com a Fox durou até a véspera das filmagens. “Eu tive que bater o pé e dizer: ‘A Universal está me ligando todos os dias, então escalem Will e Jeff, ou eu vou levar o filme para lá'”, ressaltou o diretor. O cineasta conseguiu o seu “combo perfeito” e o sucesso mostrou que a Fox estava completamente equivocada sobre o público internacional. “Independence Day” arrecadou US$ 810 milhões em bilheterias ao redor do mundo, mas a maior parte desta fortuna, cerca de US$ 511 milhões, vieram de fora dos EUA. O filme também transformou Will Smith num astro mundial. E depois disso, por um longo período, ele chegou até a ser considerado garantia de sucesso para o lançamento de qualquer blockbuster. A ironia é que, quando Emmerich e Devlin resolveram retomar a franquia, com “Independence Day: O Ressurgimento” em 2016, Will Smith se recusou a voltar ao seu papel. A continuação fracassou nas bilheterias.
HBO Max renova “Made for Love” para 2ª temporada
A HBO Max renovou “Made for Love”, série de comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sua 2ª temporada. Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a premissa da atração lembra as distopias tecnológicas da série “Black Mirror”. A trama gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. “A tecnologia melhorou a maneira como vivemos. Por que não melhorar a maneira como amamos?”, justifica Byron, o inventor bilionário da inovação. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Os personagens são vividos por Cristin Milioti (que, por sinal, participou de “Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo). Além deles, Ray Romano (“O Irlandês”) também integra o elenco como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. A 1ª temporada foi lançada 1 de abril nos EUA, mas não está no catálogo nacional da HBO Max, que chega no Brasil nesta terça (29/6). Segundo a assessoria do serviço de streaming, os episódios vão estrear em breve por aqui. Veja o trailer original da série abaixo.
Adaptação do clássico sci-fi “Fundação” ganha trailer épico
A Apple TV+ divulgou um pôster e o novo trailer épico da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia revela a data de estreia da produção, além de se mostrar tão ambiciosa quanto o livro, com a materialização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por David S. Goyer (roteirista de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. O elenco também inclui Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Lou Llobell (“Voyagers”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar o conhecimento humano. A trilogia original teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. A série “Foundation” (o nome da série em inglês) estreia em 24 de setembro.
Roteirista de “Amor e Monstros” vai escrever “Star Wars” de Patty Jenkins
A Lucasfilm anunciou a contratação de Matthew Robinson, roteirista da fantasia “Amor e Monstros”, para desenvolver a trama de “Star Wars: Rogue Squadron”, novo filme da longeva franquia espacial, que terá direção de Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). Robinson também foi roteirista da aventura infantil “Dora e a Cidade Perdida” (2019) e assina o roteiro da sequência inédita de “No Limite do Amanhã”. O projeto de Patty Jenkins foi revelado em dezembro passado, durante um evento da Disney para o mercado. Foi ela quem teve a ideia de contar a história dos ases dos caças espaciais, que lutam contra as naves imperiais da franquia, inspirando-se em seu pai aviador, morto durante o serviço militar. Vale lembrar que “Rogue Squadron” também já batizou um game clássico da Lucasfilm, lançado em 1998. Primeiro filme de “Star Wars” dirigido por uma mulher, “Rogue Squadron” deve começar sua pré-produção em setembro para ser rodado no início de 2022. O lançamento está marcado para 22 de dezembro de 2023.
Netflix não salva “Manifest” e elenco se despede
A Netflix examinou os números e decidiu não salvar “Manifest”, que acabou ficando sem fim ao ser cancelada pela rede NBC. Após a emissora exibir o final da 3ª temporada, deixando o mistério da trama sem resolução, os produtores tentaram uma salvação junto à Netflix, aproveitando que maratonas da atração lideravam o ranking de audiência da plataforma na última semana. Mas os responsáveis pela decisão resolveram não repetir “Lucifer”, salva do cancelamento também após três temporadas. Com a recusa da Netflix, o estúdio Warner Bros. Television desistiu de buscar um lar alternativo para continuar a série. Como os contratos do elenco já tinham expirado e eles se mantinham ligados ao projeto apenas por boa vontade, todos foram notificados de que não há mais chances de a série ser retomada. “Estamos destruídos”, disse Matt Long, intérprete de Zeke, em um post no Instagram, refletindo como os atores reagiram ao cancelamento. A maioria do elenco foi às redes sociais se despedir, entre eles Josh Dallas, que interpretou Ben Stone, o principal protagonista, que agradeceu o apoio dos fãs. “Lamento dizer que é o fim da linha”, ele anunciou. “Estamos muito orgulhosos de ter trazido essa história para vocês ao longo de três temporadas. Gostaríamos muito de poder terminar a jornada com vocês. Mas não estava nas cartas”, explicou. O criador da série, Jeff Rake, disse que jamais esquecerá a devoção dos fãs da série. “Vocês assistiram religiosamente, analisando cada palavra, choraram muito, riram um pouco, resolveram um quebra-cabeças e nunca, jamais, hesitaram em seu apoio. Eu nunca poderei me esquecer disso”, escreveu. Rake nunca escondeu o plano de contar a história em seis temporadas, das quais apenas metade foram produzidas. Veja abaixo alguns dos “manifestos” da equipe de “Manifest” sobre o fim da série. Manifest Gratitude, Final Edition Thank YOU, our fans. You became the Manifesters at Comic-Con 2018. Ever since, you’ve watched religiously, parsed every word, cried a lot, laughed a little, puzzle-solved, and never, ever, wavered in your support. I’ll never forget it. 🙏❤️ — Jeff Rake (@jeff_rake) June 22, 2021 directors, stunning cast and the best damn crew in the business. Thanks to @warnerbrostv and @nbc for giving us a home. And lastly, thank you to the fans who embraced #manifest and these characters and flew with us on #flight828. I love you all… onwards! Ben Stone, out. ♥️♥️♥️✈️ — joshdallas (@JoshDallas) June 22, 2021 Hanging up the Stone hat now. Love Michaela pic.twitter.com/tRtYCf1ugg — Melissa Roxburgh (@melissaroxburgh) June 22, 2021 Honestly I have never been more proud to be part of an ensemble more committed, selfless and honest than these beautiful souls. They have become my family. Thank you @warnerbrostv n @nbc for giving us a platform. Three years isn’t an easy feat in this business so thanks! — JR Ramirez (@JR8Ramirez) June 22, 2021 thank u @jeff_rake for letting me bring olive to life. she will always be a part of me. ❤️ i will be forever grateful. #Manifest ily — luna blaise (@lunablaise) June 22, 2021 I will always be grateful to @jeff_rake for letting me be part of this amazing show. #manifest brought together a group of people, both cast and crew, who became a family. I learned so much and will always be "connected" to them. Thank you to the amazing fans too. You rock. ✈️ — Jack Messina (@theJackMessina) June 22, 2021 These 3 years felt like what I imagine college years feel like. I left home, I explored, I failed, tried new things, pushed myself, found my confidence and found a small crew of people who I could be myself around. I’m closing this chapter with a ❤️ full of gratitude. #manifest pic.twitter.com/DWAv8xnQfC — parveen kaur (@Misspkc) June 22, 2021 I’ve been acting professionally since my 20s. I’ve never worked With a cast or crew like Manifest. I’ve never engaged with fans like manifesters. Clever, supportive, brilliant and kind. I’ll see you all next time 🙂 love you, keep the faith🙏🏿❤️🙂 — Daryl Edwards (@Darylgedwards) June 22, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Long (@realmattlong) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Athena Karkanis (@athenakarkanis)
Joanne Linville (1928-2021)
A atriz Joanne Linville, que se destacou num episódio memorável da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), morreu no domingo (20/6) aos 93 anos de causa não revelada. Ela teve uma longa carreira, com pequenos papéis em filmes como “A Deusa” (1958), “Nasce uma Estrela” (1976), “Scorpio” (1973) e “Sedução e Medo” (1982), além de ter feito várias aparições em séries. Mas nunca se tornou protagonista nem entrou no elenco fixo de nenhuma produção televisiva. Apesar disso, acabou se tornando uma atriz cultuada por fãs de sci-fi. Seu relacionamento com o gênero teve início num episódio de 1961 da série “Além da Imaginação” (1961), em que interpretou a proprietária de uma mansão sulista em ruínas (“The Passersby”). Ela também atuou em dois capítulos de “Os Invasores” antes de interpretar a comandante romulana seduzida pelo Sr. Spock (Leonard Nimoy) em “The Enterprise Incident”, episódio de 1968 da “Star Trek” oficinal. A interação com a personagem de Linville foi a única manifestação da sexualidade de Spock na série, embora a sedução fosse parte de um estratagema para ajudar o Capitão Kirk (William Shatner) a roubar o dispositivo de invisibilidade da nave romulana. Quase 50 anos depois, Linville voltou ao universo trekker para seu último trabalho, como convidada especial da série de fãs “Starship Excelsior”, com participação de Nichelle Nichols (a Tenente Uhura) e Walter Koenig (o Sr. Chekov) em 2016. Ela foi casada com o diretor Mark Rydell (“Num Lago Dourado”) e era bisavó do filho da atriz Billie Lourd (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”).
Shailene Woodley vai estrelar comédia sci-fi do roteirista de “Borat”
A atriz Shailene Woodley vai estrelar uma nova sci-fi após a inconclusa franquia “Divergente”. Desta vez, porém, será uma comédia passada no futuro. Intitulada “Robots”, a produção tem roteiro de Anthony Hines (escritor dos dois filmes de “Borat”), que ainda vai estrear como diretor no projeto. A trama é inspirada num conto de Robert Sheckley (autor do clássico adaptado em “A Décima Vítima”) sobre uma dupla de vigaristas na caça de cópias robóticas de si mesmos. As versões originais estão furiosas após os robôs “mancharem” a reputação dos dois ao se apaixonarem e fugirem juntos para viverem felizes para sempre. O protagonista masculino será interpretado pelo comediante britânico Jack Whitehall, visto recentemente na minissérie “Belas Maldições” (Good Omens). As filmagens começam em agosto, em locações do estado do Novo México, nos EUA. Ainda não há previsão de estreia.
Manifest pode ser salva pela Netflix
O desempenho de “Manifest” em streaming pode salvar a série, que foi cancelada pela rede NBC na terça passada (15/6), após três temporadas, deixando sua história sem fim. A Netflix se tornou o principal alvo da Warner Bros. TV, responsável pela produção, para um resgate de última hora, graças ao sucesso das duas primeiras temporadas da série na empresa. O timing foi bastante oportuno, já que a estreia de “Manifest” aconteceu na quinta-feira retrasada (10/6) no catálogo americano da Netflix, onde subiu rapidamente ao 1º lugar e passou a liderar o ranking como conteúdo mais visto da plataforma por uma semana consecutiva. Segundo o site Deadline, as conversas entre a Warner e a Netflix já teriam começado. A empresa de streaming estaria avaliando a viabilidade e os custos de produzir uma 4ª temporada da atração. Embora muitas produtoras vejam o streamer como salvação, a Netflix não resgatou muitas séries, sendo a mais notável “Lucifer”. Como “Lucifer” é uma produção da Warner Bros. TV, já existe uma base de entendimento entre o estúdio e o serviço sobre como proceder. Outra coincidência é que Netflix também assumiu “Lucifer” após três temporadas e renovou a série por outras três. “Manifest”, que encerrou sua 3ª (e até o momento última) temporada em 10 de junho, também tinha um plano de durar seis temporadas. O criador da série, Jeff Rake, ainda tem esperanças de contar a história completa e tem apoiado o movimento #SaveManifest, que está crescendo visivelmente nas redes sociais. O elenco topou esperar duas semanas pelas conversas com a Netflix, antes de procurar outras opções para suas carreiras. Todos também apoiaram a hashtag dos fãs e, segundo as fontes do Deadline, estariam dispostos a continuar no programa. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.
Alice Braga vai estrelar nova sci-fi da Netflix
A atriz Alice Braga, estrela brasileira da série “A Rainha do Sul” (Queen of South), vai estrelar um novo filme de ficção científica da Netflix. Ela viverá a personagem-título de “Ivy”, uma mãe em recuperação de um acidente brutal, que se muda para um protótipo de casa inteligente. Quando ela começa a se acomodar, ela descobre que a tecnologia inovadora da IA da casa está rapidamente desenvolvendo emoções humanas reais. O filme tem roteiro de Anna Halberg e Spenser Cohen (ambos de “Distant”) e direção de Danis Goulet, que estreou com outra sci-fi, “Night Raiders”, elogiadíssima em sua première mundial no Festival de Berlim deste ano. “Ivy” ainda não tem previsão de estreia.











