Tudo é grandioso e épico no novo trailer de “Duna”
A Warner divulgou um novo trailer legendado do remake de “Duna”, que abre sua narrativa com a “garota dos sonhos” do personagem principal. A prévia começa com Paul Atreides, o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), sonhando com a jovem misteriosa interpretada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que introduz visões de seu futuro como um herói predestinado. Mas o principal vem após o logotipo da produção. A prévia destaca o visual espetacular e épico da produção, com cenas de batalhas grandiosas, que a primeira adaptação da obra não chegou nem perto de materializar, além dos vermes gigantes das dunas do título, uma direção de fotografia de tirar o fôlego e incontáveis efeitos visuais. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) – entre outros. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Já o favorito ao Oscar 2021 de Melhor Direção de Fotografia se chama Greig Fraser, em sua primeira parceria com Villeneuve e após estrear na sci-fi com “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Anos antes da estreia, “Duna” já tinha uma continuação confirmada. Isto sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max, tamanha é a expectativa da Warner para a franquia. O filme terá première internacional no Festival de Veneza, em 3 de setembro, e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro.
Sucesso de “Manifest” em streaming está prestes a render “descancelamento”
Desde que foi cancelada pela rede americana NBC no mês passado, “Manifest” viu seus fãs se multiplicarem. Não apenas em campanhas pelo salvamento da série, mas em audiência mesmo. A atração estreou na Netflix na mesma época do cancelamento e desde então a lidera a audiência da plataforma, consagrando-se por semanas consecutivas como o programa mais visto em streaming dos EUA. Atentos a este desdobramento, o criador da série, Jeff Rake, e a equipe da Warner Bros. TV tentaram convencer a Netflix a salvar a atração. A princípio, a resposta da plataforma foi negativa. Mas os números de audiência não caíram como muitos acreditavam que aconteceria com o cancelamento, que deixou a trama sem fim. Ao contrário, as maratonas aumentaram, mantendo a série na liderança do Top 10 da Netflix por um mês inteiro. Impressionada com esse fenômeno, a Netflix teria voltado à mesa de negociações. Mas enquanto a plataforma ia e vinha, outra reviravolta ainda mais inesperada aconteceu na televisão. A própria NBC teria se arrependido do cancelamento. As informações são do site Deadline, que buscou representantes da Warner, Netflix e NBC para confirmar os rumores, mas todos se recusaram a comentar. Neste caso, a recusa serviu como confirmação tácita da negociação em andamento – negar a história seria bem fácil, se nada estivesse acontecendo nos bastidores. A verdade é que a NBC percebeu tardiamente ter tomado a decisão errada em relação a “Manifest”, seu cancelamento de maior audiência. A ideia era renovar apenas uma das quatro atrações que balançavam no canal e a opção teria sido “Good Girls”. Só que, na hora de assinar os contratos para a 5ª temporada, não houve acerto financeiro com as atrizes da atração, que acabou cancelada apesar de tudo. A NBC também não se animou com um novo derivado de “Law & Order”, chamado “Law & Order: For the Defense”, e anunciou ter desistido do projeto na semana passada. Com isso, ficou com verbas extras de produção e um buraco na programação que não existiam quando “Manifest” foi abandonada. A nova situação teria levado a rede a buscar a Warner para reabrir as conversas sobre a série. Só que, a esta altura, a Netflix já estava em negociações. Um acordo entre as partes interessadas é improvável, porque a Warner vendeu os direitos internacionais de “Manifest” para diferentes empresas, mercado por mercado – por exemplo, para o canal pago Sky no Reino Unido e a plataforma Globoplay no Brasil. Portanto, estaria descartada uma divisão que deixasse uma vindoura temporada inédita na NBC nos EUA e na Netflix no exterior. Os únicos direitos na mesa são para exibição nos EUA. Mas o sucesso de “Manifest” em streaming nos EUA é muito grande para a Netflix ignorar. Enquanto NBC, Netflix e Warner não entram em acordo, o showrunner Jeff Rake voltou a atiçar os fãs com os supostos desenvolvimentos de bastidores. Em 12 de julho, ele começou a retuitar histórias sobre o forte desempenho da série na Netflix, acrescentando legendas como “O caso da renovação” e “O caso da renovação se constrói”, pedindo repetidamente aos fãs que “mantenham a fé”. Até que, na segunda-feira (19/7), publicou: “Vocês estão sendo ouvidos”. E fixou este tuite no topo de seu feed.
Personagens de “Duna” ilustram coleção de pôsteres
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Duna”, que destacam o elenco grandioso da atração em seus respectivos papéis. O filme é um dos muitos adiados pela pandemia e será lançado nos EUA com distribuição simultânea em streaming, na HBO Max. Clássico sci-fi originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e já levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), o filme acompanha a família aristocrática Atreides, que deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que os Atreides enfrentem complôs e sofram um atentado ao chegar no único lugar do universo que a produz: o planeta Arrakis. Mas o integrante mais jovem da família, Paul, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Atreides, o elenco ainda destaca Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como os pais do protagonista, o duque Leto Atreides e Lady Jessica Atreides, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Chani, a “garota dos sonhos” de Paul, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) como Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul, Jason Momoa (o “Aquaman”) como Duncan Idaho, braço direito do duque Atreides, Javier Barden (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Stilgar, líder dos Fremen, uma tribo do deserto, Charlotte Rampling (“45 Anos”) como a Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como Glossu Rabban, mais conhecido como “A Besta”, e Stellan Skarsgard (“Thor”) como o Barão Vladimir Harkonnen, o grande vilão da história – entre outros. Embora não tenha sido oficialmente confirmado, o filme não deve contar a história completa de “Duna”, mas apenas a primeira parte. Por isso, a produção já teria uma continuação confirmada. Além dos filmes, o diretor Denis Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. O filme terá première internacional no Festival de Veneza, em 3 de setembro, e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro.
“Y: O Último Homem” ganha primeiro teaser
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “Y: The Last Man”. Sem imagens da atração, a prévia explica, via animação, a premissa da série, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics), lançados no Brasil como “Y: O Último Homem”. A história vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. O processo da adaptação foi longo. Tudo começou há seis anos, quando o próprio autor da publicação, Brian K. Vaughan, escreveu um roteiro em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”) para o canal pago FX. O primeiro piloto foi gravado em 2018, mas a decisão de produzir a série só foi tomada um ano depois. Nesse meio tempo, Michael Green se demitiu após uma crise criativa com a emissora sobre os rumos da história. Em seu lugar, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) foi encarregada de refazer o piloto. Mas a notícia não agradou parte do elenco. Entre eles, Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), intérprete de Yorik, que preferiu ir filmar “Eternos” na Marvel. Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), assumiu o posto do “Último Homem” na reformulação. Mas a série também perdeu Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) e outras estrelas importantes. Com Diane Lane (“Batman vs Superman”), remanescente do elenco inicial, no papel da cientista capaz de descobrir o que originou a extinção dos homens na Terra, o novo elenco também traz Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”) como Hero Brown, a irmã de Yorick, e a agente 355, respectivamente. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Brian K. Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas na plataforma Hulu. “Y” será lançada no mesmo endereço, na aba “FX on Hulu”, dedicada a produções da FX lançadas diretamente em streaming. A estreia está marcada para 13 de setembro. A série deve chegar no Brasil pela plataforma Star+ (Star Plus, a “Hulu brasileira), que será inaugurada em 31 de agosto.
Netflix celebra cinco anos de “Stranger Things” com fotos do elenco
A Netflix comemorou os cinco anos de “Stranger Things”, completados nesta quinta (15/7), com a divulgação de fotos do elenco mais jovem da atração. Um post publicado nas redes sociais da plataforma trouxe imagens da 1ª temporada e do visual atual dos atores, permitindo comparar como eles mudaram com a passagem do tempo. Apesar de ter cinco anos, a série só lançou três temporadas até agora. Por conta da pandemia, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas, atrasando a estreia dos novos episódios e ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos. Hoje Stranger Things completa 5 anos, eu tô muito nostálgica! A série já entrou em 196 milhões de lares no mundo todo e é aquele ditado: o que o Demogorgon uniu, ninguém pode separar. pic.twitter.com/MBMbg4ggCD — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 15, 2021
Diretor de “WandaVision” vai comandar novo filme de “Star Trek”
Depois de comandar a série “WandaVision”, que conquistou 23 indicações ao Emmy 2021, Matt Shakman fechou contrato para dirigir o próximo filme da franquia “Star Trek”. A produção da Paramount e da Bad Robot, de JJ Abrams, ganhou tração e vai entrar rapidamente em pré-produção para começar a ser filmada na primavera norte-americana (nosso outono) de 2022. Depois de muitas idas e vindas, os produtores têm um roteiro que finalmente agradou a todos. E o detalhe é que se trata do primeiro roteiro cinematográfico da franquia escrito por mulheres: Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”). Desde o lançamento do último longa, “Star Trek: Sem Fronteiras”, em 2016, a veterana saga espacial ensaiou virar filmes de Quentin Tarantino (“Era uma Vez… em Hollywood”) e Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), mas o primeiro desistiu após entusiasmar JJ Abrams e o segundo não teve a abordagem aprovada. A esta altura, não está claro se o elenco do reboot de 2009 voltará na nova produção. A morte do ator Anton Yelchin, após completar “Star Trek: Sem Fronteiras”, pode ter determinado a aposentadoria da formação com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. Além disso, a série “Star Trek: Discovery” lançou um novo intérprete do Sr. Spock, Ethan Peck, que agradou mais que Zachary Quinto no papel. O Spock de Peck será visto a seguir na nova série “Star Trek: Strange New Worlds”, prevista para 2022, que se passa antes dele se juntar com o Capitão Kirk na nave Enterprise. Ainda sem título, o novo filme de “Star Trek” será apenas a segunda incursão de Matt Shakman no cinema. A anterior foi “Cut Bank: Assassinato por Encomenda”, do já distante ano de 2014. O diretor veio do teatro no início do milênio e já comandou várias séries, de “Lances da Vida” (One Three Hill) a “Game of Thrones”. Ele acabou ganhando reconhecimento do Emmy com o piloto de “The Great”, no ano passado, e está novamente na disputa do troféu da Academia de Televisão em 2021 após assinar todos os nove episódios de “WandaVision”.
“A Guerra do Amanhã” terá continuação
A luta continua. “A Guerra do Amanhã” vai ganhar continuação na Amazon Prime Video. O sinal verde veio após o lançamento do longa se tornar a maior estreia dentre todas as produções da Amazon. A afirmação foi feita pelo astro Chris Pratt durante o fim de semana passado. Aparentemente, o filme teria mesmo superado todas as expectativas. Embora – como muitos outros streamers – a Amazon não forneça números de visualizações, Pratt comemorou no Instagram que o filme quebrou vários recordes em suas primeiras 48 horas e virou “o nº 1 do mundo”, liderando o streaming em vários países, incluindo no Brasil, segundo fontes. Em compensação, foi considerado um amontado de clichês pela crítica internacional e obteve teve apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. A trama acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. O personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha, o que o faz lutar ao lado dela própria adulta no futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e também de seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). A sequência vai trazer de volta o roteirista Zach Dead, o diretor Chris McKay e grande parte do elenco original.
Zack Snyder prepara sci-fi espacial na Netflix
Após a relação tensa com a Warner Bros., encerrada após o lançamento de “Liga da Justiça”, o cineasta Zack Snyder está feliz da vida com a Netflix e, de acordo com o site Deadline, já prepara um novo filme para a plataforma. A Netflix também está satisfeita com o sucesso do primeiro filme do diretor em streaming, o terror “Army of the Dead: Invasão de Las Vegas”, e voltou a liberar um grande orçamento para ele realizar sua primeira incursão pela sci-fi espacial, “Rebel Moon”. A história se passa em uma colônia pacífica na orla da galáxia, que se encontra ameaçada pelos exércitos do tirânico Regente Balisarius. Diante do perigo de uma invasão, eles despacham uma jovem com um passado misterioso para alistar guerreiros de planetas vizinhos e ajudá-los a resistir. O roteiro é do próprio Synder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam anteriormente com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead” e “300”. A produção está prevista para começar em 2022.
“A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon
O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)
Will Smith quase foi barrado de “Independence Day” por ser negro
Roland Emmerich e Dean Devlin, diretor e roteirista de “Independence Day”, revelaram que a 20th Century Fox, estúdio responsável pela produção, tentou barrar Will Smith no papel principal do filme de 1996 por ele ser negro. “Eles disseram: ‘Se vocês escalarem um cara negro neste papel, vocês matam as chances do filme fazer sucesso fora dos EUA’. E nós respondemos: ‘Bom, o filme é sobre uma invasão alienígena. Acho que ele vai bem em todo lugar’. Foi uma guerra enorme por causa disso, e Roland foi quem insistiu na escalação de Will”, revelou Devlin em entrevista à revista The Hollywood Reporter, por ocasião dos 25 anos da produção. Até então, Will Smith era mais conhecido como rapper e estrela da série de comédia “Um Maluco no Pedaço” (The Prince of Bel-Air), mas um ano antes tinha estrelado seu primeiro longa de ação, “Bad Boys”, provando-se capaz de encabeçar um filme de sucesso. Emmerich explicou que sempre quis o ator no papel principal. “Ethan Hawke estava na nossa lista também, mas na época achei que ele era jovem demais para o papel. Me parecia muito claro que a dupla principal precisava ser Will Smith e Jeff Goldblum. Era o combo perfeito”, disse. Apesar disso, a disputa com a Fox durou até a véspera das filmagens. “Eu tive que bater o pé e dizer: ‘A Universal está me ligando todos os dias, então escalem Will e Jeff, ou eu vou levar o filme para lá'”, ressaltou o diretor. O cineasta conseguiu o seu “combo perfeito” e o sucesso mostrou que a Fox estava completamente equivocada sobre o público internacional. “Independence Day” arrecadou US$ 810 milhões em bilheterias ao redor do mundo, mas a maior parte desta fortuna, cerca de US$ 511 milhões, vieram de fora dos EUA. O filme também transformou Will Smith num astro mundial. E depois disso, por um longo período, ele chegou até a ser considerado garantia de sucesso para o lançamento de qualquer blockbuster. A ironia é que, quando Emmerich e Devlin resolveram retomar a franquia, com “Independence Day: O Ressurgimento” em 2016, Will Smith se recusou a voltar ao seu papel. A continuação fracassou nas bilheterias.
HBO Max renova “Made for Love” para 2ª temporada
A HBO Max renovou “Made for Love”, série de comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sua 2ª temporada. Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a premissa da atração lembra as distopias tecnológicas da série “Black Mirror”. A trama gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. “A tecnologia melhorou a maneira como vivemos. Por que não melhorar a maneira como amamos?”, justifica Byron, o inventor bilionário da inovação. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Os personagens são vividos por Cristin Milioti (que, por sinal, participou de “Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo). Além deles, Ray Romano (“O Irlandês”) também integra o elenco como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. A 1ª temporada foi lançada 1 de abril nos EUA, mas não está no catálogo nacional da HBO Max, que chega no Brasil nesta terça (29/6). Segundo a assessoria do serviço de streaming, os episódios vão estrear em breve por aqui. Veja o trailer original da série abaixo.
Adaptação do clássico sci-fi “Fundação” ganha trailer épico
A Apple TV+ divulgou um pôster e o novo trailer épico da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia revela a data de estreia da produção, além de se mostrar tão ambiciosa quanto o livro, com a materialização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por David S. Goyer (roteirista de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. O elenco também inclui Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Lou Llobell (“Voyagers”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar o conhecimento humano. A trilogia original teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. A série “Foundation” (o nome da série em inglês) estreia em 24 de setembro.
Roteirista de “Amor e Monstros” vai escrever “Star Wars” de Patty Jenkins
A Lucasfilm anunciou a contratação de Matthew Robinson, roteirista da fantasia “Amor e Monstros”, para desenvolver a trama de “Star Wars: Rogue Squadron”, novo filme da longeva franquia espacial, que terá direção de Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). Robinson também foi roteirista da aventura infantil “Dora e a Cidade Perdida” (2019) e assina o roteiro da sequência inédita de “No Limite do Amanhã”. O projeto de Patty Jenkins foi revelado em dezembro passado, durante um evento da Disney para o mercado. Foi ela quem teve a ideia de contar a história dos ases dos caças espaciais, que lutam contra as naves imperiais da franquia, inspirando-se em seu pai aviador, morto durante o serviço militar. Vale lembrar que “Rogue Squadron” também já batizou um game clássico da Lucasfilm, lançado em 1998. Primeiro filme de “Star Wars” dirigido por uma mulher, “Rogue Squadron” deve começar sua pré-produção em setembro para ser rodado no início de 2022. O lançamento está marcado para 22 de dezembro de 2023.











