“A Guerra do Amanhã” quebra recorde de audiência na Amazon
O filme “A Guerra do Amanhã” teria quebrado o recorde de audiência da Amazon nas primeiras 48 horas de seu lançamento no Prime Video. A notícia foi dada pelo protagonista Chris Pratt em seu Instagram. Ele publicou um vídeo no domingo (4/7) em que agradeceu aos fãs pelo sucesso do longa. “Obrigado a todos que assistiram ‘A Guerra do Amanhã’ no final de semana. As primeiras 48 horas de audiência no Prime Video quebraram todos os recordes. Filme nº1 nos streamings ao redor do mundo!! E não poderíamos ter feito isso sem cada um de vocês”, comemorou o ator. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Eles querem recrutar soldados e civis para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. E o personagem de Pratt é um dos voluntários, um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo com sua filha adulta do futuro (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”). Considerado um amontado de clichês pela crítica internacional, o filme teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt)
Will Smith quase foi barrado de “Independence Day” por ser negro
Roland Emmerich e Dean Devlin, diretor e roteirista de “Independence Day”, revelaram que a 20th Century Fox, estúdio responsável pela produção, tentou barrar Will Smith no papel principal do filme de 1996 por ele ser negro. “Eles disseram: ‘Se vocês escalarem um cara negro neste papel, vocês matam as chances do filme fazer sucesso fora dos EUA’. E nós respondemos: ‘Bom, o filme é sobre uma invasão alienígena. Acho que ele vai bem em todo lugar’. Foi uma guerra enorme por causa disso, e Roland foi quem insistiu na escalação de Will”, revelou Devlin em entrevista à revista The Hollywood Reporter, por ocasião dos 25 anos da produção. Até então, Will Smith era mais conhecido como rapper e estrela da série de comédia “Um Maluco no Pedaço” (The Prince of Bel-Air), mas um ano antes tinha estrelado seu primeiro longa de ação, “Bad Boys”, provando-se capaz de encabeçar um filme de sucesso. Emmerich explicou que sempre quis o ator no papel principal. “Ethan Hawke estava na nossa lista também, mas na época achei que ele era jovem demais para o papel. Me parecia muito claro que a dupla principal precisava ser Will Smith e Jeff Goldblum. Era o combo perfeito”, disse. Apesar disso, a disputa com a Fox durou até a véspera das filmagens. “Eu tive que bater o pé e dizer: ‘A Universal está me ligando todos os dias, então escalem Will e Jeff, ou eu vou levar o filme para lá'”, ressaltou o diretor. O cineasta conseguiu o seu “combo perfeito” e o sucesso mostrou que a Fox estava completamente equivocada sobre o público internacional. “Independence Day” arrecadou US$ 810 milhões em bilheterias ao redor do mundo, mas a maior parte desta fortuna, cerca de US$ 511 milhões, vieram de fora dos EUA. O filme também transformou Will Smith num astro mundial. E depois disso, por um longo período, ele chegou até a ser considerado garantia de sucesso para o lançamento de qualquer blockbuster. A ironia é que, quando Emmerich e Devlin resolveram retomar a franquia, com “Independence Day: O Ressurgimento” em 2016, Will Smith se recusou a voltar ao seu papel. A continuação fracassou nas bilheterias.
HBO Max renova “Made for Love” para 2ª temporada
A HBO Max renovou “Made for Love”, série de comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sua 2ª temporada. Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a premissa da atração lembra as distopias tecnológicas da série “Black Mirror”. A trama gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. “A tecnologia melhorou a maneira como vivemos. Por que não melhorar a maneira como amamos?”, justifica Byron, o inventor bilionário da inovação. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Os personagens são vividos por Cristin Milioti (que, por sinal, participou de “Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo). Além deles, Ray Romano (“O Irlandês”) também integra o elenco como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. A 1ª temporada foi lançada 1 de abril nos EUA, mas não está no catálogo nacional da HBO Max, que chega no Brasil nesta terça (29/6). Segundo a assessoria do serviço de streaming, os episódios vão estrear em breve por aqui. Veja o trailer original da série abaixo.
Adaptação do clássico sci-fi “Fundação” ganha trailer épico
A Apple TV+ divulgou um pôster e o novo trailer épico da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia revela a data de estreia da produção, além de se mostrar tão ambiciosa quanto o livro, com a materialização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por David S. Goyer (roteirista de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. O elenco também inclui Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Lou Llobell (“Voyagers”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar o conhecimento humano. A trilogia original teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. A série “Foundation” (o nome da série em inglês) estreia em 24 de setembro.
Roteirista de “Amor e Monstros” vai escrever “Star Wars” de Patty Jenkins
A Lucasfilm anunciou a contratação de Matthew Robinson, roteirista da fantasia “Amor e Monstros”, para desenvolver a trama de “Star Wars: Rogue Squadron”, novo filme da longeva franquia espacial, que terá direção de Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). Robinson também foi roteirista da aventura infantil “Dora e a Cidade Perdida” (2019) e assina o roteiro da sequência inédita de “No Limite do Amanhã”. O projeto de Patty Jenkins foi revelado em dezembro passado, durante um evento da Disney para o mercado. Foi ela quem teve a ideia de contar a história dos ases dos caças espaciais, que lutam contra as naves imperiais da franquia, inspirando-se em seu pai aviador, morto durante o serviço militar. Vale lembrar que “Rogue Squadron” também já batizou um game clássico da Lucasfilm, lançado em 1998. Primeiro filme de “Star Wars” dirigido por uma mulher, “Rogue Squadron” deve começar sua pré-produção em setembro para ser rodado no início de 2022. O lançamento está marcado para 22 de dezembro de 2023.
Netflix não salva “Manifest” e elenco se despede
A Netflix examinou os números e decidiu não salvar “Manifest”, que acabou ficando sem fim ao ser cancelada pela rede NBC. Após a emissora exibir o final da 3ª temporada, deixando o mistério da trama sem resolução, os produtores tentaram uma salvação junto à Netflix, aproveitando que maratonas da atração lideravam o ranking de audiência da plataforma na última semana. Mas os responsáveis pela decisão resolveram não repetir “Lucifer”, salva do cancelamento também após três temporadas. Com a recusa da Netflix, o estúdio Warner Bros. Television desistiu de buscar um lar alternativo para continuar a série. Como os contratos do elenco já tinham expirado e eles se mantinham ligados ao projeto apenas por boa vontade, todos foram notificados de que não há mais chances de a série ser retomada. “Estamos destruídos”, disse Matt Long, intérprete de Zeke, em um post no Instagram, refletindo como os atores reagiram ao cancelamento. A maioria do elenco foi às redes sociais se despedir, entre eles Josh Dallas, que interpretou Ben Stone, o principal protagonista, que agradeceu o apoio dos fãs. “Lamento dizer que é o fim da linha”, ele anunciou. “Estamos muito orgulhosos de ter trazido essa história para vocês ao longo de três temporadas. Gostaríamos muito de poder terminar a jornada com vocês. Mas não estava nas cartas”, explicou. O criador da série, Jeff Rake, disse que jamais esquecerá a devoção dos fãs da série. “Vocês assistiram religiosamente, analisando cada palavra, choraram muito, riram um pouco, resolveram um quebra-cabeças e nunca, jamais, hesitaram em seu apoio. Eu nunca poderei me esquecer disso”, escreveu. Rake nunca escondeu o plano de contar a história em seis temporadas, das quais apenas metade foram produzidas. Veja abaixo alguns dos “manifestos” da equipe de “Manifest” sobre o fim da série. Manifest Gratitude, Final Edition Thank YOU, our fans. You became the Manifesters at Comic-Con 2018. Ever since, you’ve watched religiously, parsed every word, cried a lot, laughed a little, puzzle-solved, and never, ever, wavered in your support. I’ll never forget it. 🙏❤️ — Jeff Rake (@jeff_rake) June 22, 2021 directors, stunning cast and the best damn crew in the business. Thanks to @warnerbrostv and @nbc for giving us a home. And lastly, thank you to the fans who embraced #manifest and these characters and flew with us on #flight828. I love you all… onwards! Ben Stone, out. ♥️♥️♥️✈️ — joshdallas (@JoshDallas) June 22, 2021 Hanging up the Stone hat now. Love Michaela pic.twitter.com/tRtYCf1ugg — Melissa Roxburgh (@melissaroxburgh) June 22, 2021 Honestly I have never been more proud to be part of an ensemble more committed, selfless and honest than these beautiful souls. They have become my family. Thank you @warnerbrostv n @nbc for giving us a platform. Three years isn’t an easy feat in this business so thanks! — JR Ramirez (@JR8Ramirez) June 22, 2021 thank u @jeff_rake for letting me bring olive to life. she will always be a part of me. ❤️ i will be forever grateful. #Manifest ily — luna blaise (@lunablaise) June 22, 2021 I will always be grateful to @jeff_rake for letting me be part of this amazing show. #manifest brought together a group of people, both cast and crew, who became a family. I learned so much and will always be "connected" to them. Thank you to the amazing fans too. You rock. ✈️ — Jack Messina (@theJackMessina) June 22, 2021 These 3 years felt like what I imagine college years feel like. I left home, I explored, I failed, tried new things, pushed myself, found my confidence and found a small crew of people who I could be myself around. I’m closing this chapter with a ❤️ full of gratitude. #manifest pic.twitter.com/DWAv8xnQfC — parveen kaur (@Misspkc) June 22, 2021 I’ve been acting professionally since my 20s. I’ve never worked With a cast or crew like Manifest. I’ve never engaged with fans like manifesters. Clever, supportive, brilliant and kind. I’ll see you all next time 🙂 love you, keep the faith🙏🏿❤️🙂 — Daryl Edwards (@Darylgedwards) June 22, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Long (@realmattlong) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Athena Karkanis (@athenakarkanis)
Joanne Linville (1928-2021)
A atriz Joanne Linville, que se destacou num episódio memorável da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), morreu no domingo (20/6) aos 93 anos de causa não revelada. Ela teve uma longa carreira, com pequenos papéis em filmes como “A Deusa” (1958), “Nasce uma Estrela” (1976), “Scorpio” (1973) e “Sedução e Medo” (1982), além de ter feito várias aparições em séries. Mas nunca se tornou protagonista nem entrou no elenco fixo de nenhuma produção televisiva. Apesar disso, acabou se tornando uma atriz cultuada por fãs de sci-fi. Seu relacionamento com o gênero teve início num episódio de 1961 da série “Além da Imaginação” (1961), em que interpretou a proprietária de uma mansão sulista em ruínas (“The Passersby”). Ela também atuou em dois capítulos de “Os Invasores” antes de interpretar a comandante romulana seduzida pelo Sr. Spock (Leonard Nimoy) em “The Enterprise Incident”, episódio de 1968 da “Star Trek” oficinal. A interação com a personagem de Linville foi a única manifestação da sexualidade de Spock na série, embora a sedução fosse parte de um estratagema para ajudar o Capitão Kirk (William Shatner) a roubar o dispositivo de invisibilidade da nave romulana. Quase 50 anos depois, Linville voltou ao universo trekker para seu último trabalho, como convidada especial da série de fãs “Starship Excelsior”, com participação de Nichelle Nichols (a Tenente Uhura) e Walter Koenig (o Sr. Chekov) em 2016. Ela foi casada com o diretor Mark Rydell (“Num Lago Dourado”) e era bisavó do filho da atriz Billie Lourd (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”).
Shailene Woodley vai estrelar comédia sci-fi do roteirista de “Borat”
A atriz Shailene Woodley vai estrelar uma nova sci-fi após a inconclusa franquia “Divergente”. Desta vez, porém, será uma comédia passada no futuro. Intitulada “Robots”, a produção tem roteiro de Anthony Hines (escritor dos dois filmes de “Borat”), que ainda vai estrear como diretor no projeto. A trama é inspirada num conto de Robert Sheckley (autor do clássico adaptado em “A Décima Vítima”) sobre uma dupla de vigaristas na caça de cópias robóticas de si mesmos. As versões originais estão furiosas após os robôs “mancharem” a reputação dos dois ao se apaixonarem e fugirem juntos para viverem felizes para sempre. O protagonista masculino será interpretado pelo comediante britânico Jack Whitehall, visto recentemente na minissérie “Belas Maldições” (Good Omens). As filmagens começam em agosto, em locações do estado do Novo México, nos EUA. Ainda não há previsão de estreia.
Manifest pode ser salva pela Netflix
O desempenho de “Manifest” em streaming pode salvar a série, que foi cancelada pela rede NBC na terça passada (15/6), após três temporadas, deixando sua história sem fim. A Netflix se tornou o principal alvo da Warner Bros. TV, responsável pela produção, para um resgate de última hora, graças ao sucesso das duas primeiras temporadas da série na empresa. O timing foi bastante oportuno, já que a estreia de “Manifest” aconteceu na quinta-feira retrasada (10/6) no catálogo americano da Netflix, onde subiu rapidamente ao 1º lugar e passou a liderar o ranking como conteúdo mais visto da plataforma por uma semana consecutiva. Segundo o site Deadline, as conversas entre a Warner e a Netflix já teriam começado. A empresa de streaming estaria avaliando a viabilidade e os custos de produzir uma 4ª temporada da atração. Embora muitas produtoras vejam o streamer como salvação, a Netflix não resgatou muitas séries, sendo a mais notável “Lucifer”. Como “Lucifer” é uma produção da Warner Bros. TV, já existe uma base de entendimento entre o estúdio e o serviço sobre como proceder. Outra coincidência é que Netflix também assumiu “Lucifer” após três temporadas e renovou a série por outras três. “Manifest”, que encerrou sua 3ª (e até o momento última) temporada em 10 de junho, também tinha um plano de durar seis temporadas. O criador da série, Jeff Rake, ainda tem esperanças de contar a história completa e tem apoiado o movimento #SaveManifest, que está crescendo visivelmente nas redes sociais. O elenco topou esperar duas semanas pelas conversas com a Netflix, antes de procurar outras opções para suas carreiras. Todos também apoiaram a hashtag dos fãs e, segundo as fontes do Deadline, estariam dispostos a continuar no programa. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.
Alice Braga vai estrelar nova sci-fi da Netflix
A atriz Alice Braga, estrela brasileira da série “A Rainha do Sul” (Queen of South), vai estrelar um novo filme de ficção científica da Netflix. Ela viverá a personagem-título de “Ivy”, uma mãe em recuperação de um acidente brutal, que se muda para um protótipo de casa inteligente. Quando ela começa a se acomodar, ela descobre que a tecnologia inovadora da IA da casa está rapidamente desenvolvendo emoções humanas reais. O filme tem roteiro de Anna Halberg e Spenser Cohen (ambos de “Distant”) e direção de Danis Goulet, que estreou com outra sci-fi, “Night Raiders”, elogiadíssima em sua première mundial no Festival de Berlim deste ano. “Ivy” ainda não tem previsão de estreia.
“Duna” terá première mundial no Festival de Veneza
O Festival de Veneza confirmou nesta quinta-feira (17/6) que a sci-fi “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), terá première mundial em sua edição de 2021. O longa será exibido fora da competição principal, no dia 3 de setembro, duas semanas antes do lançamento no Brasil. O filme é um dos muitos adiados pela pandemia e será lançado nos EUA com distribuição simultânea em streaming, na HBO Max. A história de “Duna” é bastante conhecida pelos fãs de ficção científica. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e já levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel principal, como Paul Atreides, o elenco grandioso inclui Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Embora não tenha sido oficialmente confirmado, o filme não deve contar a história completa de “Duna”, mas apenas a primeira parte. Por isso, a produção já teria uma continuação confirmada. Além dos filmes, o diretor Denis Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max.
A Guerra do Amanhã: Chris Pratt enfrenta aliens no trailer final
A Amazon divulgou o último trailer da sci-fi “A Guerra do Amanhã” (The Tomorrow War), produção da Paramount estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). A prévia revela pela primeira vez em detalhes os alienígenas da trama. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Os viajantes do tempo querem recrutar soldados e civis do presente para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. Pratt interpreta um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha. Ele se junta a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”) na missão. O elenco também inclui Betty Gilpin (“GLOW”), Sam Richardson (“Veep”), Edwin Hodge (“Bumblebee”), Mary Lynn Rajskub (“24 Horas”), Jasmine Mathews (“The Rookie”) e Seychelle Gabriel (“Falling Skies”). A estreia em streaming está marcada para 2 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer: a disponibilizada no Brasil, que dublagem e legenda em português (igual a ver TV com closed caption ativado), e a internacional, com o idioma original em inglês, mais parecida com uma sessão de cinema, mas infelizmente sem legenda alguma.
Code 8: Sci-fi de Robbie e Stephen Amell vai ganhar continuação na Netflix
A Netflix anunciou que a sci-fi indie “Code 8: Renegados”, estrelada e produzida pelos primos Robbie Amell (“A Babá”) e Stephen Amell (“Arrow”), vai ganhar continuação. A produção se provou um fenômeno, especialmente pela forma como foi feita. Tudo começou como um curta-metragem estrelado e bancado pelos primos em 2016, que eles usaram como “piloto” para lançar uma campanha de financiamento coletivo, visando produzir um longa-metragem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado chegou em diversas plataformas de aluguel digital em dezembro de 2019, inclusive no Brasil, junto de críticas bastante elogiosas – 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quatro meses depois de sua estreia digital, a Netflix incluiu o filme em seu catálogo, disponibilizando-o para seus assinantes em abril do ano passado. E o sucesso só aumentou. “Code 8” se tornou um dos títulos mais vistos da plataforma. Agora, a própria Netflix vai bancar a continuação, que permitirá aos Amell um orçamento maior e mais tranquilidade para realizar as filmagens. Robbie e Stephen Amell retomarão aos papéis na continuação, que também contará com o diretor Jeff Chan e o roteirista Chris Paré atrás das câmeras – os dois trabalharam juntos no curta original e também no terror “O Mistério de Grace” (2014). A trama de “Code 8” se passa num futuro em que cerca de 4% da população nasce com superpoderes. Mas em vez de virarem super-heróis, essas pessoas são discriminadas e acabam se juntando num submundo do crime. Muitos deles por falta de alternativas. A continuação vai introduzir uma jovem que descobre suas habilidades especiais após o assassinato do seu irmão por um grupo de policiais corruptos. Virando alvo dos criminosos fardados, ela vai precisar de ajuda de um ex-presidiário (Robbie) e seu parceiro de crime (Stephen) para escapar da perseguição das autoridades. A premissa também deveria virar série, mas os primes fecharam contrato com a plataforma Quibi, que faliu poucos meses após ser lançada no ano passado. O novo filme provavelmente é baseado na história que seria utilizada na série, uma vez que as produções da Quibi tinham episódios curtos (10 minutos ou menos), cuja duração completa era a mesma de um longa-metragem. Veja abaixo o trailer do longa original.











