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    Elenco de Star Trek diz que Donald Trump é ameaça ao futuro vislumbrado pela franquia

    1 de outubro de 2016 /

    Os diretores J.J. Abrams e Justin Lin, atores, roteiristas e indivíduos envolvidos com a franquia “Star Trek” publicaram uma carta aberta no Facebook contra o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual pedem que os eleitores votem na representante democrata Hillary Clinton. Junto ao Abrams estão os nomes de George Takei, Walter Koenig, Chris Pine, Zachary Quinto, Simon Pegg, Zoe Saldaña, Karl Urban, John Cho, Brent Spiner, LeVar Burton, Will Wheaton, René Auberjonois, Scott Bakula, Denise Crosby, Marina Sirtis, Connor Trinneer, Robert Picardo, Linda Park e Tim Russ, entre outros, assim como parentes de Leonard Nimoy (Spock) e do criador de “Star Trek”, Gene Roddenberry. “‘Star Trek’ sempre ofereceu uma visão positiva do futuro, uma visão de esperança e otimismo e, de maneira grande, uma visão de inclusão, onde as pessoas de todas as raças recebem igual respeito e dignidade, onde as crenças individuais e os estilos de vida são respeitados a ponto de não significarem uma ameaça para outros”, diz o texto. A carta ainda destaca que nunca houve um candidato presidencial tão completamente oposto aos ideais da saga espacial quanto Donald Trump e que, por isso, a franquia não poderia “dar as costas” às eleições presidenciais dos EUA. “Sua eleição levaria este país para trás, talvez de maneira desastrosa. Precisamos escolher um presidente que leve este país para frente, ao tipo de futuro que todos sonhamos, onde as diferenças pessoais são compreendidas e aceitas, onde a ciência prevalece sobre a superstição e onde o povo trabalha em conjunto, e não uns contra os outros”, diz a mensagem. O texto também rejeita os argumentos de que Hillary Clinton e Donald Trump são dois candidatos com falhas iguais, afirmando que se trata, como diria Spock, de um raciocínio “ilógico e impreciso”. “Um (Trump) é um amador com uma ignorância desdenhosa pelas leis nacionais e pela realidade internacional, enquanto o outro (Hillary) entregou sua vida ao serviço público. Vote por um futuro de inclusão, um futuro que algum dia nos leve às estrelas”, conclui a carta. A franquia “Star Trek”, que completou 50 anos em 2016, está atualmente em cartaz os cinemas com o filme “Star Trek: Sem Fronteiras” e se prepara para voltar à TV com “Star Trek: Discovery”, nova série que será lançada em maio de 2017.

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    Attraction: Superprodução russa sobre invasão alienígena ganha trailer

    1 de outubro de 2016 /

    Depois de se lançar no gênero dos super-heróis, o cinema russo prepara uma superprodução sobre invasão alienígena. A destruição revelada pelo trailer de “Attraction” (Prityazhenie) chega a lembrar “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011), mas o uso de noticiários e câmera subjetiva também evoca a estética “found footage” de “Cloverfield” (2008). Dirigido por Fedor Bondarchuk (“Stalingrado: A Batalha Final”), a trama acompanha a repercussão da chegada arrasadora de um objeto voador não identificado na Rússia, cuja destruição é documentada pelos moradores de um bairro residencial de Moscou, que precisam sobreviver enquanto os alienígenas desembarcam na Terra. Com distribuição da divisão russa da Sony, a estreia em seu país está marcada para 17 de janeiro e ainda não há previsão de lançamento no Brasil – nem sequer nos EUA.

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    Novo filme do diretor de Warcraft será uma sci-fi com produção da Netflix

    30 de setembro de 2016 /

    O diretor Duncan Jones vai voltar à ficção científica em seu quarto filme, “Mute”, após explorar a fantasia em “Warcraft”, que dependendo do ponto de vista foi um enorme fracasso ou um grande sucesso. Não só isso, também retornará aos orçamentos mais modestos, com produção da plataforma de streaming Netflix. A revelação do acordo foi feita pelo ator Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), que irá estrelar o novo longa do filho de David Bowie, durante um podcast da revista Empire. “Mute” se passa daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Skarsgård, um bartender mudo, procura sua namorada que desapareceu. “É sobre um cara que sofreu um acidente quando criança. Ele é ex-Amish, então ele vive uma vida muito monástica: ele não tem um celular ou nada disso. Ele deixou a comunidade [Amish] mas ele ainda meio que segue as regras.” O elenco também tem confirmada a participação de Paul Rudd (“Homem-Formiga”) e Gilbert Owuor (série “True Blood”), além de ser provável uma possível participação de Sam Rokwell repetindo seu papel de “Lunar” (2009), o primeiro filme do diretor. “Talvez”, confirma/nega Skarsgård.

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  • Filme

    O Espaço Entre Nós: Novo trailer conta todo o filme do adolescente marciano apaixonado

    30 de setembro de 2016 /

    A STX Entertainment divulgou outro desses trailers que contam o filme inteiro. Trata-se do romance juvenil disfarçado de sci-fi “O Espaço Entre Nós”. A prévia conta detalhes, mostra reviravoltas e possivelmente entrega até o final do filme. “O Espaço Entre Nós” é o filho que “Perdido em Marte” nunca teve com “A Culpa É das Estrelas”, um melodrama romântico de doença sobre o único garoto de Marte, que se apaixona por uma jovem pela internet e resolve conhecer a Terra. Claro que isso cobra um preço alto em sua saúde – mas não devido à atmosfera repleta de bactérias e poluentes, que matou os alienígenas de “Guerra dos Mundos”, e sequer afeta o rapaz que nunca a respirou. A culpa, neste caso, não é das estrelas, mas de outro título de filme: Gravidade. E, claro, da tendência mórbida tão em voga dos romances juvenis de doença. O filme traz Asa Butterfield (“Ender’s Game”) como protagonista, Britt Robertson (“Tomorrowland”) como o interesse romântico, além de Carla Gugino (série “Wayward Pines”) e Gary Oldman (“Mentes Criminosas”) como os cientistas adultos benevolentes que tentam salvar sua vida. O roteiro é assinado por Allan Loeb (“Esposa de Mentirinha”) e a direção é de Peter Chelsom (“Hannah Montana – O Filme”), mais acostumados a trabalhar com comédias e sem nenhuma experiência no gênero da ficção científica. A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Uma Noite de Crime: Franquia vai ganhar quarto filme e virar série de TV

    30 de setembro de 2016 /

    A franquia “Uma Noite de Crime”, que estreou em 2013 e já teve duas ótimas sequências, vai ganhar um quarto filme. E também será adaptada para uma série de TV. O diretor e roteirista James DeMonaco revelou ao site CinemaBlend que as negociações já começaram, e a ideia é uma 1ª temporada com 10 episódios para mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. “Minha ideia é trazer seis ou sete histórias diferentes, mas que no final se entrelacem”, ele afirmou. Já a produção de “Uma Noite de Crime 4” não será uma sequência, mas um prólogo, ambientado antes dos três longas, para mostrar como a situação ficou tão incontrolável que foi preciso criar o dia do Expurgo. “O objetivo é mostrar o que levou os EUA a considerar aceitável cometer todo o tipo de atrocidade por 12 horas. Eu acho que há algo de muito interessante nisso”, afirmou. DeMonaco vai escrever a trama e produzir o longa, mas não voltará à direção para se dedicar ao projeto da série. Rodado por US$ 3 milhões, “Uma Noite de Crime” inaugurou a franquia com arrecadação de US$ 64 milhões nos EUA, em 2013. A sequência, “Uma Noite de Crime: Anarquia”, fez mais, US$ 72 milhões com um orçamente de US$ 9 milhões. O terceiro longa, lançado em julho, foi o mais “caro” de todos, orçado em US$ 10 milhões, e também o que rendeu mais dinheiro: US$ 79 milhões. O lançamento nacional só vai acontecer na semana que vem, em 6 de outubro, quatro meses após a estreia nos EUA e com as cópias em Blu-ray já disponíveis para compra em sites oficiais americanos – sem mencionar a pirataria. Se não bastasse este descaso, a versão nacional ainda ganhou um título que tenta desvincular o longa dos anteriores, sumindo com a referência a “Uma Noite de Crime”. Sabe-se lá porquê, a Universal resolveu lançar o terceiro capítulo como “12 Horas para Sobreviver – O Ano da Eleição”. Os fãs que já foram obrigados a conviver com “Uma Noite Alucinante 2” como continuação de “A Morte do Demônio” tem agora que suportar este novo #fail monumental dos tradutores oficiais. Aproveite e veja o trailer legendado do terceiro “Uma Noite de Crime”. Ou melhor, “12 Horas para Sobreviver – O Ano da Eleição”.

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  • Série

    Perdidos no Espaço: Molly Parker entra no remake da Netflix

    28 de setembro de 2016 /

    A atriz Molly Parker (série “House of Cards”) entrou no elenco do remake de “Perdidos no Espaço”, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Segundo o site Deadline, ela viverá Maureen Robinson, a mãe de Judy, Penny e Will. O caçula e a mais velha já foram escalados. O menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) vai viver Will Robinson e a adolescente Taylor Russell terá o papel de Judy. Com a revelação da mãe, fica claro que Judy, interpretada por uma atriz negra, será adotada nesta nova versão. O marido de Maureen também já está definido. O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, será o patriarca da família, John Robinson. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha era substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.

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  • Filme

    Ficção científica A Chegada vai abrir o Festival do Rio 2016

    28 de setembro de 2016 /

    O filme “A Chegada”, do canadense Denis Villeneuve (“Sicario”), vai abrir o Festival do Rio na próxima quinta-feira (6/10). Elogiadíssimo em sua première no Festival de Veneza, o longa é uma ficção científica de “discos” voadores. Na trama, Amy Adams (“Batman vs. Superman”) vive uma especialista em linguística convocado pelo governo americano para tentar estabelecer comunicação com uma nave que pousou nos EUA, durante a chegada de uma dúzia de veículos espaciais na Terra, buscando entender a intenção dos visitantes. O filme é baseado no conto “Story of Your Life” de Ted Chiang, laureado com os prêmios Hugo e Nebula (as mais importantes premiações da ficção científica), numa adaptação escrita por Eric Heisserer (“Quando as Luzes se Apagam”) e que também inclui Jeremy Renner (“Capitão América: Guerra Civil”) e Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”) em seu elenco. A exibição no Rio acontecerá antes mesmo da estreia comercial americana, prevista apenas para 11 de novembro. O lançamento nacional é ainda mais distante, marcado pela distribuidora para 9 de fevereiro nos cinemas brasileiros. Confira aqui o trailer legendado de “A Chegada” e aproveite para conhecer também os demais filmes da programação internacional do Festival do Rio, entre eles os vencedores dos festivais de Cannes e Veneza deste ano.

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  • Série

    Westworld: Vídeo de bastidores apresenta o elenco e o tema da nova série sci-fi

    27 de setembro de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou um vídeo de bastidores de “Westworld”, a nova série sci-fi produzida por J.J. Abrams (criador de “Lost” e diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”). Ainda sem legendas, o vídeo traz elenco e produtores falando sobre o tema central da trama, que irá bem além da premissa do filme homônimo que a inspirou. Na verdade, a discussão sobre inteligência artificial e robótica remete à outra produção clássica da ficção científica: “Blade Runner” (1982). A série é inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”). O filme original contava a história de um parque de diversões futurístico, em que robôs encenavam situações do Velho Oeste, até um defeito transformar um dos pistoleiros numa ameaça real. A produção é repleta de atores famosos, como Anthony Hopkins (“Thor”), Ed Harris (“Expresso do Amanhã”), Jeffrey Wright (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Evan Rachel Wood (série “True Blood”), Ingrid Bolsø Berdal (“Hércules”), Ben Barnes (“As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”), James Marsden (“X-Men”), Thandie Newton (série “Rogue”), Clifton Collins Jr. (“Círculo de Fogo”), Angela Sarafyan (“Era uma Vez em Nova York”), Simon Quarterman (“Filha do Mal”), Jimmi Simpson (série “House of Cards”) e o brasileiro Rodrigo Santoro (“Ben-Hur”). A adaptação para a TV foi desenvolvida por Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) em parceria com Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e a estreia está marcada para domingo (2/10). Assim como “Game of Thrones”, “Westworld” deve ser exibida no mesmo dia nos EUA e no Brasil.

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  • Série

    Incorporated: Série sci-fi produzida por Matt Damon e Ben Affleck ganha fotos e novo trailer

    27 de setembro de 2016 /

    O canal pago americano SyFy divulgou dez fotos e um novo trailer de “Incorporated”, série sci-fi produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Argo”). A prévia apresenta a sociedade futurista da trama, um mundo altamente competitivo, em que executivos são capazes de tudo para subir na corporação que controla o mundo e evitar sofrer na miséria como o resto da humanidade. A série foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. Considerado um thriller de espionagem futurista, sua trama será centrada nos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também conta com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”), Allison Miller (série “Terra Nova”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). Além de escreverem o episódio inaugural, os irmãos Pastor também dirigiram o piloto aprovado pelo SyFy. Em busca de um nome experiente na indústria televisiva, a produtora Pearl Street Films, de propriedade de Affleck e Damon, também contratou o executivo Ted Humphrey (série “The Good Wife”) para exercer a função de showrunner da atração. A série estreia em 30 de novembro nos EUA.

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  • Toby Stephens
    Série

    Ator da série Black Sails será John Robinson no remake de Perdidos no Espaço

    26 de setembro de 2016 /

    O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, vai comandar outro tipo de nave em sua próxima série. Ele será o capitão da nave espacial Júpiter 2, como o patriarca da família Robinson no remake da série “Perdidos no Espaço”, em desenvolvimento pela Netflix. Stephens irá interpretar John Robinson, personagem que foi vivido por Guy Williams na série clássica dos anos 1960 e por William Hurt na versão cinematográfica de 1998. Junto com Stephens, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) foi escalado como o garoto Will Robinson. A nova família Robinson já contava com a atriz Taylor Russell, contratada na semana passada para o papel de Judy. Havia dúvida sobre se o remake iria trazer uma família Robinson negra, tendo em vista a escalação de Taylor, a primeira atriz contratada. Fica agora a dúvida: ou sua personagem foi alterada de forma a ser adotada ou, dependendo da escalação da mãe, este passou a ser o caso de Will – numa solução mais improvável, à la “Quarteto Fantástico” (2015). A série original foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior e mais reciclado que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.

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  • Filme

    Disney confirma produção de terceiro spin-off de Star Wars

    23 de setembro de 2016 /

    A Disney confirmou a produção a produção de um terceiro spin-off de “Star Wars”. Em encontro público com investidores, o CEO da Disney Robert Iger revelou que o novo filme chegará aos cinemas em 2020. O filme não será uma sequência da saga principal, mas uma história completa, como “Rogue One: Uma História Star Wars”, que estreia nos cinemas no final deste ano, e o filme solo de Han Solo, ainda sem título oficial, previsto para 2018. Iger adiantou, segundo o site Deadline, que um roteirista já foi contratado para trabalhar no filme, mas não revelou quem irá escrever nem qual será o tema da produção. Desde 2015, a Disney anunciou que lançaria um filme do universo “Star Wars” por ano, até 2020. No ano que vem e em 2019 estão previstas as estreias do segundo e do terceiro episódios da nova trilogia oficial, inaugurada com “Star Wars: O Despertar da Força” (2015).

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Scarlett Johansson surge em cinco teasers impressionantes da adaptação do mangá cyberpunk

    22 de setembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou cinco teasers de “Ghost in the Shell”, que destacam a atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”)como uma policial cibernética do futuro. As cenas curtas impressionam por seguirem muito de perto o visual do mangá cyberpunk criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”). Mas já tem gente reclamando que, apesar da fidelidade, Scarlett não é, obviamente, japonesa como sua personagem, a major Mokoto Kusanagi, que no filme não terá esse nome para não provocar ainda mais. Vale observar que, numa das prévias, ela interage com uma atriz negra, a inglesa Danusia Samal (série “Tyrant”), que pode estar interpretando uma personagem que é loira no original – o corpo hospedeiro do Puppet Master (Mestre das Marionetes) – , mas, como a sinopse não foi detalhada, não é possível afirmar com certeza. De todo modo, a cultura nipônica está bem representada nos vídeos, que ainda registram uma cena com o ator japonês Takeshi Kitano (“Zatoichi”), intérprete do chefe da Major (o nome pelo qual Scarlett será chamada no filme). A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção tem supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Jurassic World
    Filme

    Jurassic World 2 será um dos filmes mais caros já feitos

    21 de setembro de 2016 /

    Steven Spielberg previu em 2013 uma possível implosão de Hollywood, causada pelo excesso de filmes de grande orçamento. E agora ele faz sua parte, como produtor, para cumprir a profecia. Em entrevista para o jornal El Pais, o diretor J.A Bayona (“O Impossível”) revelou o custo previsto para a produção de “Jurassic World 2”: “apenas” US$ 260 milhões. Há uma regra não declarada em Hollywood que, quando um filme faz muito sucesso, sua sequência seja mais cara. “Jurassic World” (2015) custou US$ 150 milhões e rendeu US$ 1,6 bilhão mundialmente. Se a informação do diretor for verídica, “Jurassic World 2” será um dos filmes mais caros já feitos e terá que render em torno de US$ 1 bilhão para se pagar. “Batman vs. Superman”, que custou US$ 10 milhões a menos, parou na marca dos US$ 873 milhões. Apesar do orçamento escandaloso, “Jurassic World” nem chega nem perto do valor gasto pela Disney para bancar o filme mais caro já produzido em Hollywood: “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” detém o recorde, tendo custado US$ 378,5 milhões para chegar aos cinemas. A expectativa é que Chris Pratt e Bryce Howard Dallas retornem para “Jurassic World 2”, cuja sinopse está sendo mantida em sigilo. As filmagens devem começar assim que Bayona encerrar a divulgação de seu novo filme, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, que estreia em 13 de outubro no Brasil, mas apenas em dezembro nos EUA. “Jurassic World 2” tem estreia marcada para junho de 2018.

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