Altered Carbon ganha mais 40 fotos e vídeo de bastidores com coreografias de ação
A Netflix divulgou 40 fotos inéditas e um vídeo legendado de “Altered Carbon”, que explora a violência e a coreografia das cenas de ação, mostrando os bastidores das gravações com o sueco Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), a mexicana Martha Higareda (“McFarlane dos EUA”) e o americano Will Yun Lee (série “Falling Water”). Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.
2ª temporada de The Handmaid’s revela novas personagens e participação de Marisa Tomei
As atrizes Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”) entraram na 2ª temporada da série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. Sweeney fará parte do elenco fixo do novo ano de produção, no papel de Eden, uma garota de 15 anos que é descrita como “religiosamente devota e obediente, alguém que simboliza a nova onda de fiéis em Gilead”. O sonho da menina é se tornar uma esposa de comandante e sua fé cega a torna perigosa às demais ao seu redor. A personagem será introduzido no quinto episódio e seguirá até quase o final da temporada. Já Tomei e Jones terão participações especiais em apenas um episódio cada uma. O papel de Tomei não foi identificado, mas acontecerá num capítulo passado nas colônias radioativas, local onde são mandadas as pessoas que não aceitam o regime totalitário de Gilead. Por sua vez, Jones viverá a mãe da protagonista Offred (Elisabeth Moss), descrita como feminista radical. No livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, que inspirou a série, Offred por vezes reflete sobre as opiniões da mãe, que um dia chegou a considerar um pouco extremistas. Mas, conforme o romance avança, ela percebe que sua mãe não estava tão errada assim. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.
Robert Dowdell (1932 – 2018)
O ator Robert Dowdell, astro da série clássica “Viagem ao Fundo do Mar”, morreu na terça-feira (23/1) de causas naturais em Coldwater, Michigan. Ele tinha 85 anos. Dowdell nasceu em 10 de março de 1932, em Park Ridge, Illinois, e trabalhou como mensageiro, guia de caça, ferroviário e engenheiro militar antes de estrear na Broadway em 1956, na peça “The Lovers”, escrita por Leslie Stevens (o futuro criador de “5ª Dimensão”). Após várias peças de sucesso e roteiros de cinema, Stevens decidiu criar sua primeira série em 1962 e convidou Dowdell a integrar o elenco. Intitulada “Stoney Burke”, a atração da rede ABC trazia Jack Lord (futuro astro de “Havaí 5-0”) no papel-título, um peão de rodeio que, acompanhado pelo parceiro Cody Bristol (papel de Dowdell), enfrentava perigos e violência no circuito das competições de cowboys. O elenco da produção era tão bom que ainda incluía Warren Oates (“Meu Ódio Será Sua Herança”) e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), mas a série só durou uma temporada. O ator continuou na folha de pagamento da ABC ao ser imediatamente escalado para uma nova série, “Viagem ao Fundo do Mar”. Desta vez, sua experiência militar foi aproveitada no papel, como o imediato Chip Morton do submarino Seaview. Embora fosse uma adaptação do filme homônimo de 1961, o personagem foi criado especialmente para a série de 1964 e ganhou status de principal coadjuvante, atrás apenas da dupla de protagonistas, o Almirante Nelson (vivido por Richard Basehart, de “Moby Dick”) e o Capitão Crane (David Hedison, de “A Mosca da Cabeça Branca”). Primeira e mais bem-sucedida das séries de ficção científica do produtor-cineasta Irwin Allen nos anos 1960, “Viagem ao Fundo do Mar” durou quatro temporadas e 109 episódios, até 1968. Originalmente concebida como uma série militar futurista, que lidava com perigos da Guerra Fria, a série evoluiu para uma sci-fi mais tradicional, com monstros marinhos e invasores do espaço. A mudança de tom foi refletida de forma visual, com a gravação a cores a partir da 2ª temporada. Após o fim da produção, Dowdell ainda foi convidado por Allen a participar de um episódio de sua quarta série do período, “Terra dos Gigantes”, e também entrou no piloto daquela que seria a quinta, “Cidade Sob o Mar”. Este projeto acabou rejeitado, mas tinha orçamento tão elevado que o piloto foi exibido nos cinemas em 1971. O ator nunca mais emplacou um papel fixo na TV, mas ainda apareceu em diversas séries até 1991, como “S.W.A.T.”, “Buck Rogers”, “CHiPs”, “Casal 20”, “Fama”, “V: A Batalha Final”, “Dinastia”, “Max Headroom” e “Hunter”. Paralelamente, teve pequenas papéis no terror “Iniciação” (1984), com Vera Miles, no filme de ação “Assassinato nos Estados Unidos” (1987), com Charles Bronson, e nas comédias “A Madrasta” (1989), de Larry Cohen, e “As Confusões De Um Sedutor” (1989), de Blake Edwards. Dowdell foi casada com a atriz Sheila Connolly (“Bandoleira por Vingança”) por 14 anos até seu divórcio em 1979. Segundo seus primos, ele achava impressionante que muitos se lembrassem de “Viagem ao Fundo do Mar” e ainda lhe pedissem autógrafo, meio século depois da exibição original.
Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação
Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.
MaddAddam: Vem aí nova série sci-fi baseada nos livros da autora de The Handmaid’s Tale
A Paramount Television e a Anonymous Content anunciaram que vão produzir uma nova série baseada na obra da escritora canadense Margaret Atwood. Autora dos livros que inspiraram a série multipremiada “The Handmaid’s Tale” e a minissérie “Alias Grace”, Atwood está em alta e a bola da vez é sua trilogia “MaddAddam” (publicada no Brasil pela editora Rocco). Assim como “The Handmaid’s Tale”, “MaddAddam” também é uma distopia. Os três livros da série (“Oryx e Crake”, “O Ano do Dilúvio” e “MaddAddam”) se encaixam no que Atwood descreve como “ficção especulativa”, abordando assuntos como catástrofes biológicas, experiências genéticas e regimes totalitários provocados por colapsos ambientais. Na trama, o mundo é apresentado como um lugar pós-apocalíptico e melancólico, habitado por criaturas biologicamente modificadas e tomadas pelo vício. Desastres ambientais e experiências genéticas ajudaram a transformar o planeta num território devastado, e as consequências são narradas pelo último sobrevivente da humanidade, que tem apenas a companhia de crianças criadas num laboratório. Em comunicado, a autora de 78 anos disse estar entusiasmada com a “deslumbrante apresentação visual” que os produtores imaginam para a adaptação. Há três anos, o diretor Darren Aronowsky (“Mãe!”) tentou desenvolver uma adaptação da trilogia para a HBO, mas o projeto não foi adiante pelo custo elevado. Ainda não há cronograma para a nova produção nem canal definido para a exibição da série, embora a Paramount tenha demonstrado interesse em investir mais em seu próprio canal pago nos Estados Unidos, lançado agora em janeiro – no lugar do antigo canal Spike.
Stranger Things só volta em 2019, mas produtor adianta o que os fãs podem esperar
As duas séries mais populares dos últimos tempos não terão episódios inéditos em 2018. Após a HBO confirmar o adiamento da temporada final de “Game of Thrones”, o produtor executivo de “Stranger Things” avisa que a série da Netflix também só voltará em 2019. “Se conseguíssemos voltar mais rápido, faríamos isso. Mas vamos fazer bem feito, o jeito certo”, disse o cineasta Shawn Levy, em entrevista à revista Glamour. Para contornar a frustração, ele deu algumas informações sobre o que os fãs poderão esperar dos próximos episódios. “Vai ser uma temporada de oito ou nove episódios. O número será ditado por quanto a história nos empolga. Já sabemos o que vai acontecer com cada um dos personagens”, avisou. Um fato adiantado é que Will (Noah Schnapp) vai poder relaxar depois de passar duas temporadas sofrendo. “Vamos dar um tempo para o Will. Não vamos fazer da vida dele um inferno pela 3ª temporada seguida. Ele vai ter que lidar com algumas coisas, mas não vai estar no fundo do poço”. Questionado sobre a possibilidade de Dustin (Gaten Matarazzo) ou Hopper (David Harbour) serem os próximos a sofrer, já que eles estiveram mais perto do Devorador de Mentes, Levy revelou que haverá outras forças em ação na próxima temporada. “Você pode assumir isso, mas provavelmente estaria errado. Vamos lidar com forças malignas que são novas”. Já a fofa parceria entre Dustin e Steve (Joe Keery) vai se repetir. “Quero vê-los mais conectados e sendo mais familiares um com o outro. Quero que eles tenham uma conexão como se eles realmente tivessem essa conexão há um ano, como se fossem irmãos”, disse Levy, acrescentando que Steve é uma figura paterna para o menino. E Billy (Dacre Montgomery), vai ter algum romance com a Sra Wheeler (Cara Buono)? “Claramente houve uma conexão ali. Karen sente uma infelicidade crescente. Acho que isso a tornará mais vulnerável a todo tipo de coisa na 3ª temporada”. O que Levy não revela de jeito nenhum é o destino do Dr. Owens (Paul Reiser). “Não tenho uma resposta direta para você ainda”. Especialmente porque Reiser está desenvolvendo um revival de sua velha série “Mad About You” (Louco por Você), e pode ficar indisponível.
Robert Zemeckis desenvolve série sci-fi inspirada no desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines
A rede NBC encomendou o piloto de uma nova série sci-fi produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”). Trata-se de “Manifest”, que tira sua premissa do desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”), a série acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles. A trama vai refletir como isso afeta suas famílias, conforme eles tentam retomar suas vidas pessoais, além do mistério sobre o desaparecimento, especialmente se isso serve a algum propósito obscuro. A premissa sugere ainda inspiração de “Lost” e “The 4400”. Para virar série, o piloto de “Manifest” precisará ser aprovado pelos executivos da emissora. Caso receba sinal verde, será a segunda série do gênero produzida por Zemeckis nos últimos meses. Ele também está por trás de “Blue Book”, uma nova versão de “Projeto Livo Azul”, sobre as investigações do governo americano a respeito da existência de Discos Voadores. Estrelada por Aidan Gillen (série “Game of Thrones”), “Blue Book” tem previsão de estreia para o fim do ano no canal pago History.
Série baseada no filme Expresso do Amanhã perde showrunner no começo da produção
A série sci-fi “Snowpiercer”, baseada no filme “Expresso do Amanhã” (2013) e na graphic novel francesa que o inspirou, mal foi oficializada e já perdeu sua principal força criativa. Segundo o site Deadline, o criador da série e showrunner Josh Friedman se desentendeu com os executivos do canal pago TNT sobre os rumos da atração. A TNT anunciou a encomenda da série no começo de janeiro, após aprovar o piloto escrito por Friedman e dirigido por Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). Mas canal e produtor não entraram em acordo sobre a continuação da história. Friedman também escreveu “Guerra dos Mundos” (2005), a série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” (2008-2009) e está envolvido com as continuações de “Avatar” (2009). A produção está agora em busca de um novo showrunner para retomar as gravações. Ele trabalhará ao lado de Derrickson, do produtor Marty Adelstein (de “Prison Break” e dono do Tomorrow Studios) e do diretor e do produtor do filme original, os cineastas Bong Joon Ho e Park Chan-wook (diretor de “A Criada”). A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma dos quadrinhos de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette e do filme do cineasta sul-coreano Bong Joon Ho. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento do trem sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação inclui Jennifer Connelly (“Noé”), Mickey Sumner (“Mistress America”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”) e Alison Wright (série “The Americans”). A data de estreia ainda não foi anunciada.
Jogador Nº 1: Vídeo destaca importância de Steven Spielberg para a história da sci-fi
A Warner divulgou um vídeo de “Jogador Nº 1” (Ready Player One), que destaca a influência do cinema de Steven Spielberg na história original de Ernie Cline. Fechando o círculo, o próprio Spielberg assina a direção da adaptação do livro. Entre declarações do escritor e do diretor, há também cenas inéditas da produção. O longa marca a volta de Spielberg ao futuro. A trama se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade prefere mergulhar no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Além de Tye Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº 1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jumanji completa três semanas em 1º lugar na América do Norte
“Jumanji: Bem-Vindo à Selva” se manteve no topo das bilheterias norte-americanas pelo terceiro fim de semana consecutivo. Mesmo com a bilheteria em queda, após um mês em cartaz, faturou mais US$ 20 milhões e atingiu duas metas importantes, ultrapassando os US$ 300 milhões no mercado doméstico e os US$ 700 milhões em todo o mundo. Trata-se de um sucesso consolidado, o que provavelmente significa novas sequências, uma vez que sucesso é algo em falta no estúdio Sony. Como nas semanas anteriores, o filme estrelado por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan não tomou conhecimento da concorrência das demais estreias amplas. Foram três, exatamente como no fim de semana passado. O drama de guerra “12 Heróis”, estrelado por Chris Hemsworth, abriu em 2º lugar, com US$ 16,5M, seguido pelo thriller de ação “Covil de Ladrões”, com Gerard Butler, que fez US$ 15,3M. Ambos os filmes estreiam em março no Brasil. O novo drama de Steven Spielberg, “The Post – A Guerra Secreta”, completou o Top 5 com US$ 12,1M. Isto significa que a terceira estreia da semana foi um grande fiasco. O romance country “Forever My Girl” abriu apenas em 10º lugar, com US$ 4,7M. Ao menos, custou somente US$ 3,5M e não deve quebrar sua distribuidora indie. Vale observar ainda que, após bater o recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme infantil “Paddington 2” reagiu nas bilheterias e subiu uma posição, passando do 7º para o 6º lugar. Esta simpática produção britânica estreia em 1 de fevereiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 20M Total EUA: US$ 316,9M Total Mundo: US$ 767,7M 2. 12 Heróis Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 16,5M Total Mundo: US$ 16,5M 3. Covil de Ladrões Fim de semana: US$ 15,3M Total EUA: US$ 15,3M Total Mundo: US$ 15,3M 4. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA: US$ 45,1M Total Mundo: US$ 55M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 113,4M Total Mundo: US$ 231,4M 6. Paddington 2 Fim de semana: US$ 8,2M Total EUA: US$ 25M Total Mundo: US$ 172,2M 7. The Commuter Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA: US$ 25,7M Total Mundo: US$ 36,3M 8. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA: US$ 604,2M Total Mundo: US$ 1,2B 9. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA: US$ 58,7M Total Mundo: US$ 126,8M 10. Forever My Girl Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M
Rachel Weisz vai estrelar ficção científica indie
A atriz inglesa Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) vai estrelar a sci-fi indie “Cloud One”, com roteiro e direção do croata Goran Dukic (“Paixão Suicida”). O enredo está sendo mantido em sigilo. As únicas informações sobre a produção é que se trata de uma ficção científica com bases realistas e que a história é inspirada num conto do israelense Etgar Keret (que dirigiu “Jellyfish”). Segundo o site da revista Variety, as filmagens vão acontecer na primavera do hemisfério Norte, entre março e junho. Weisz vai aparecer muitas vezes nos cinemas em 2018. Ela será vista a seguir em “The Mercy”, do inglês James Marsh, que estreia em fevereiro no Reino Unido, em “Disobedience”, do chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”), previsto para abril nos Estados Unidos, e “The Favourite”, do grego Yorgos Lanthimos (“O Lagosto”), esperado para o fim do ano. Nenhum destes filmes tem datas de lançamento no Brasil.
Diretor de Legião e Padre prepara série sci-fi juvenil
O diretor e roteirista Scott Stewart, responsável pelos filmes “Legião” (2010), “Padre” (2011) e “Os Escolhidos” (2013), está desenvolvendo uma série sci-fi para o canal pago Freeform. Intitulado “Augs”, o projeto se passa no futuro, quando a sociedade é dividida em duas classes: Augs, os privilegiados consumistas dos últimos aprimoramentos tecno-biológicos, que proporcionam uma visão de realidade aumentada sempre online, e os Norms, os restantes, que se tornaram uma subclasse quase invisível. A trama acompanha Gennifer Wells, uma jovem e ambiciosa Aug que se apaixona por Bodhi Bright, um adolescente misterioso recém chegado na cidade. O único problema é que ele é um Norm, o que faz com que seus amigos e familiares se voltem contra ela. Logo, ela é forçada a fazer uma escolha entre o mundo privilegiado aumentado que ela conhece e o estranho garoto que ela ama, que prefere ver as coisas através de seus olhos “não aperfeiçoados”, como elas realmente são. Mas sua escolha não será fácil, pois forças de ambos os lados conspiram para mantê-los separados. “Augs” é a primeira série criada por Stewart, mas seu filme “Legião” chegou a ganhar uma adaptação televisiva – “Dominion”, que durou duas temporadas no canal pago Syfy, com piloto dirigido pelo próprio cineasta em 2014. Desde então, ele participou da antologia de terror “Holidays” (2016) e dirigiu outro piloto: “Siren”, série de sereias assassinas que estreia em março, justamente no Freeform. Stewart vai escrever, dirigir e produzir o piloto de “Augs”, que ainda precisará ser aprovado para virar série.
Contos de Philip K. Dick que inspiraram a série Electric Dreams serão lançados pela primeira vez no Brasil
Os contos de Philip K. Dick que inspiraram a série “Electric Dreams”, da Amazon, serão publicados pela primeira vez no Brasil. Eles serão reunidos em uma coletânea da editora Aleph, com lançamento previsto para a segunda quinzena de março. Os textos foram publicados originalmente entre os anos de 1953 e 1955 e abordam vários temas presentes na obra do autor, cujas histórias renderam filmes como “Blade Runner”, “Vingador do Futuro” e “Minority Report”, além da série “The Man in the High Castle” na própria Amazon. O livro terá o mesmo título da série, “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, em inglês. A série chegou ao Brasil na última sexta-feira (12/1).












