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  • Série

    Novo trailer de The 100 mostra luta pela sobrevivência na Terra

    24 de março de 2018 /

    A rede CW divulgou mais um trailer da 5ª temporada de “The 100”. O vídeo mostra novos conflitos e a luta pela sobrevivência após o segundo apocalipse na Terra. A série vai retornar após o salto temporal de seis anos do final da 4ª temporada, que mostrou Clarke (Eliza Taylor) e uma menina (Lola Flanery) como os últimos habitantes da superfície da Terra, após Praimfaya, o fogo radioativo apocalíptico que destruiu o planeta pela segunda vez. Anos se passaram sem ela saber se o grupo de Bellamy (Bob Morley) e Raven (Lindsey Morgan) sobreviveu em sua viagem suicida para o espaço ou se o grupo de Octavia (Marie Avgeropoulos) e sua mãe (Paige Turco) conseguiu se salvar no abrigo subterrâneo, cuja entrada foi soterrada por escombros. Mas sua solidão é bruscamente interrompida pela chegada de uma nave ameaçadora, que ela nunca tinha visto. A 5ª temporada de “The 100” estreia em 24 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de Colony revela guerra entre alienígenas

    24 de março de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da série sci-fi “Colony”, estrelada por Josh Holloway (série “Lost”) e Sarah Wayne Callies (série “The Walking Dead”). A prévia mostra que a família do casal conseguiu escapar da destruição de Los Angeles, apenas para se deparar com o que parece ser uma guerra entre os próprios alienígenas invasores. Criada por Carlton Cuse (produtor das séries “Lost” e “Bates Motel”) e Ryan Condal (roteirista de “Hércules”), “Colony” apresenta uma nova ordem mundial, após a Terra ser invadida por uma raça alienígena. A série tem diversos episódios dirigidos pelo cineasta argentino Juan José Campanella, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Segredo de Seus Olhos” (2009), e mantém uma audiência fiel em torno de 800 mil telespectadores semanais. A nova temporada tem estreia marcada para 2 de maio nos Estados Unidos e será exibida no Brasil pelo canal pago TNT Series.

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  • Série

    3ª temporada de The Expanse ganha novos vídeos com bastidores, perfis de personagens e trailer

    24 de março de 2018 /

    O SyFy divulgou novos vídeos da 3ª temporada de “The Expanse”, com trailer, bastidores e perfis de personagens da atração, que é mais cara do canal pago americano. “The Expanse” é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”), Frankie Adams (do vindouro “Máquinas Mortais”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada contará ainda com participação recorrente da atriz Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) num papel descrito, por enquanto, apenas como alguém “que traz uma nova perspectiva espiritual para a série”. Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação.

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  • Filme

    Dificilmente haverá sci-fi melhor que Aniquilação em 2018

    24 de março de 2018 /

    Nada como um segundo filme para comprovar se um diretor, que acertou de primeira, é mesmo um gênio, ou apenas mais um entre os meros humanos com sorte de principiante. Alex Garland, roteirista que também virou diretor com o ótimo “Ex Machina”, brilhou em sua estreia atrás das câmeras com uma ficção científica cerebral, dramática, existencial, filosófica e feminista. E com a cerebral, dramática, existencial, filosófica e feminista “Aniquilação”, comprova que “Ex Machina” não foi uma jogada de sorte. De fato, seu novo trabalho mostra que a ficção científica moderna precisa de suas ideias e histórias para se renovar como um gênero relevante e inspirador para os fãs e o próprio cinema. Os melhores exemplares do gênero não são as viagens alucinantes da imaginação humana através do tempo e o espaço sem o mínimo compromisso com a realidade. São aqueles que colocam os dois pés no chão, sem que isso esteja evidente e debaixo dos narizes dos espectadores. São filmes que se agarram aos momentos mais discutidos e importantes de suas épocas ou costumes, dores, incertezas e preconceitos que a sociedade e, principalmente, as minorias enfrentam. São aqueles em que vemos nas telas as representações físicas de questões que se passam dentro de nós mesmos. Então é melhor você se desapegar do materialismo e da inquietante busca por respostas, porque “Aniquilação” é, sobretudo, sobre as falhas que tornam as pessoas humanas. Na verdade, sobre nossa capacidade, mesmo que inconsciente, porém inerente, de fazer merda. A autodestruição. E é só quando a alcançamos que resolvemos partir rumo à criação – um ciclo doentio, mas que justifica a existência. Baseado no primeiro livro de uma trilogia de Jeff VanderMeer, “Aniquilação” traz Natalie Portman como Lena, bióloga e veterana do exército que ainda sofre com a provável morte do marido, o militar Kane (Oscar Isaac), desaparecido há um ano após embarcar numa missão secreta. Mas o filme começa mesmo quando ele misteriosamente retorna do nada e entra em coma. Lena descobre que Kane foi o único de diversas expedições a conseguir sair vivo de uma área conhecida como “The Shimmer”, uma muralha ou uma bolha cuja estrutura visual lembra uma mistura entre a aurora boreal e a gosma de “Os Caça-Fantasmas 2”. Mas o que seria aquilo? A origem é extraterrestre? Seria um recado de Deus? Ou a resposta estaria ligada à ciência? Ou ao resultado da ação do Homem contra a natureza? Eis a questão. O importante neste momento é estudar o fenômeno e tentar impedir seu crescimento, afinal pode engolir o mundo todo em pouco tempo. Se isso é bom ou ruim, Lena entrará lá para descobrir ao lado de mais quatro mulheres, entre cientistas, geólogas e militares (Jennifer Jason Leigh, Tessa Thompson, Gina Rodriguez e Tuva Novotny). Você não precisa saber mais nada, se não quiser correr o risco de estragar a experiência de assistir a um filme que vai virar sua cabeça do avesso e te deixar pensando por um bom tempo no que acabou de ver. Ainda aqui? Ok. Daqui pra frente, encare “Aniquilação” como uma espécie de pesadelo em forma de ficção científica. Não tem sustos, mas sobra medo. À primeira vista, a razão passa longe das tentativas de compreender a trama e as sensações provocadas pelo filme começam a se tornar mais importantes que qualquer coisa que você vê na tela. Vale muito mais saber que Lena parte numa jornada rumo a uma nova vida após os erros que cometeu no passado. Não é o que está dentro do Shimmer que importa, mas o que se passa no interior de cada personagem e os segredos que elas mantêm umas das outras – características que geralmente acontecem em épicos, onde o que acontece na mente dos personagens tem uma escala maior que a imensidão de imagens que vemos na tela. “Aniquilação” não é um épico clássico como “Ben-Hur” ou “O Senhor dos Anéis”, mas são épicas as suas motivações e ambições, ao mesmo tempo intelectuais e viscerais. Por outro lado, algumas sequências são momentos de puro horror, que poucos filmes de terror conseguiram atingir. Alex Garland provoca da primeira à última cena e isso representa o talento de um diretor/roteirista com total respeito pela inteligência de seu espectador. Tanto nas discussões em torno da interpretação da história quanto nas referências que deixa durante o filme, nunca de maneira gratuita e óbvia, o cineasta traz à tona influências de “Alien: O Oitavo Passageiro”, de Ridley Scott, “Sob a Pele”, de Jonathan Glazer, “A Árvore da Vida”, de Terrence Malick, “A Fonte da Vida” e “mãe!”, ambos de Darren Aronofsky, “O Predador”, de John McTiernan, “2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick, “O Enigma de Outro Mundo”, de John Carpenter, “A Chegada”, de Denis Villeneuve, e “A.I.: Inteligência Artificial”, de Steven Spielberg. E seu ato final rende o clímax mais esquisito do ano. É verdade que os efeitos visuais nessa parte do filme poderiam ser melhores ou apresentar um acabamento mais refinado, mas Alex Garland quer mostrar coisas estranhas e inéditas aos nossos olhos. Na verdade, ao final, ninguém vai questionar se o final tem bons efeitos ou não, ou se foi lento até ali ou não, porque a imersão é tão profunda que aceitamos como real qualquer projeção imaginada pelo cineasta – resultado que não seria possível sem a presença impactante de Natalie Portman, que é uma força da natureza, a fotografia alucinógena de Rob Hardy, e a trilha horripilante de Geoff Barrow e Ben Salisbury. O tempo dirá se “Aniquilação” é melhor que aparenta e merece figurar entre os grandes filmes do século. Ou se será engolido e considerado subproduto das referências de todos os exemplares citados neste texto. Mas é difícil ignorar que o cinema precisa de mais diretores corajosos como Alex Garland, que não deixam o estúdio mexer em seus filmes e propõem desafios às plateias acostumadas a blockbusters geralmente vazios. Ele pagou seu preço, que foi o presidente do estúdio vender a obra para a Netflix, com um lançamento em streaming no Brasil, em vez da merecida tela grande em que atordoaria ainda mais. Isto não muda um fato inescapável: dificilmente haverá sci-fi melhor em 2018.

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  • Filme

    Diretores demitidos de Han Solo serão creditados no filme como produtores

    23 de março de 2018 /

    Quando Ron Howard assumiu a direção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, o status dos diretores demitidos Phil Lord e Chris Miller ficou no ar. Afinal, eles filmaram vários meses – a maior parte – da produção. Mas como seriam creditados? Codiretores? Os próprios cineastas revelaram como serão identificados no filme. “À luz das diferenças criativas, escolhemos ter um crédito de produtores executivos”, Miller contou ao público do GLAS Animation Festival na noite de sexta (23/3), ao mesmo tempo em que defendeu suas contribuições. “Ficamos muito orgulhosos das muitas contribuições que fizemos para o filme”. De acordo com o Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês), quando um filme tem vários diretores, a decisão de quem creditar é atribuída à produtora. Mas se esses diretores desejarem, poderão apresentar recursos ao DGA. Como Lord e Miller cortaram todo envolvimento com o filme, eles devem sentir que o projeto mudou muito para optarem por não receber créditos por sua direção. O anúncio da demissão surpreendeu fãs que aguardavam com curiosidade para ver o que os cineastas responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei” fariam numa galáxia muito distante. Entretanto, seu estilo de comédia, com muitas cenas improvisadas, entrou em choque com o processo de produção industrial da Lucasfilm e eles acabaram demitidos por Kathleen Kennedy em junho do ano ano passado, após filmagens de 70% do longa. “Eu acho que esses caras são hilários, mas eles vêm da animação e da comédia de esquetes, e quando você faz ‘Star Wars’ você tem uma estrutura que movimenta exércitos de pessoas. Então, literalmente, tudo se resume à adequação ao processo”, disse Kennedy, em entrevista à revista Entertainment Weekly, justificando a demissão. A demissão de diretores no meio de uma filmagem é prática bastante incomum em Hollywood. Normalmente, há um acordo de bastidores, com a utilização de um cineasta não creditado para completar a produção, e os diretores originais só tiram seus nomes dos filmes se quiserem. Foi o que aconteceu, por exemplo, em “Quarteto Fantástico”, que manteve os créditos de Josh Trank. E, dizem, também em “Guerra Mundial Z”. E provavelmente até em “Rogue One: Uma História Star Wars”, embora ninguém da produção aborde oficialmente esse assunto.

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  • Série

    Into the Badlands: Fotos revelam os personagens da 3ª temporada

    23 de março de 2018 /

    O canal pago AMC divulgou os retratos individuais da 3ª temporada de “Into the Badlands”. Além do elenco conhecido, as imagens revelam três novos personagens da produção, interpretados por Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”) e Ella-Rae Smith (“O Passageiro”). Eles se juntam a Daniel Wu (Sunny), Emily Beecham (a Viúva), Aramis Knight (M.K.), Ally Ioannides (Tilda), Oliver Stark (Ryder), Nick Frost (Bajie) e Orla Brady (Lydia), que continuam na trama, além de Sherman Augustus (série “American Odyssey”), que após uma aparição marcante na 2ª temporada será integrado ao elenco central. Mistura de distopia sci-fi e trama de artes marciais, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, em uma terra controlada por barões feudais que disputam guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”), “Into the Badlands” voltará maior em sua 3ª temporada. Lançada com 6 episódios, a série cresceu para 10 em sua 2ª temporada e terá 16 capítulos no terceiro ano. “Into the Badlands” também é exibida no Brasil pelo AMC, canal pago que recentemente ampliou sua distribuição para novas operadoras – está disponível para assinantes da Sky, Net e Claro. A estreia está marcada para 22 de abril.

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  • Série

    Impulse: Série baseada no filme Jumper ganha primeiro trailer

    23 de março de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o primeiro trailer de “Impulse”, série derivada do filme e da franquia literária juvenil “Jumper”. A prévia é muito melhor que a premissa sugere, mas, ao mesmo tempo, corresponde à expectativa do envolvimento do cineasta Doug Liman no projeto. O diretor de “A Identidade Bourne” (2002) e “No Limite do Amanhã” (2014) também dirigiu “Jumper” em 2008 e volta à franquia para comandar o episódio inaugural da série, além de assinar a produção. O filme original acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Mas ao conhecer Griffin (Jamie Bell), outro jumper, ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. Já a série é focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, também chamado de “Jumpers” e escrito em 1992, “Impulse” é baseado no terceiro livro (igualmente homônimo), publicado em 2013. A trama foi escrita por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (de “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, Henry (Maddie Hasson, da série “Twisted”), apelido de Henrietta Cole, que sempre se sentiu diferente de seus pares e deseja escapar de sua cidade pequena. Seus desejos são atendidos quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”), David James Elliott (série “Secrets and Lies”) e Callum Keith Rennie (série “Jessica Jones”). A previsão de estreia é para o verão norte-americano, entre junho e agosto.

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  • Filme

    Casal de heróis de Thor: Ragnarok vai virar Homens de Preto

    22 de março de 2018 /

    Os atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson vão repetir a parceria bem-sucedida de “Thor: Ragnarok” (2017) no próximo filme da franquia “Homens de Preto”. Segundo o site The Hollywood Reporter, os contratos ainda não foram assinados, mas ambos estão entusiasmados pela possibilidade de voltar a atuar juntos. Às vezes descrito como um spin-off, outras como reboot, o novo filme da Sony não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas originais da franquia, focando outros agentes da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” (2015) fez com “Jurassic Park” (1993). O roteiro aprovado foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção estará a cargo de F. Gary Gray, que comandou o sucesso “Velozes e Furiosos 8” (2017). E, mesmo sem título, o filme já tem data de estreia, marcada pela Sony para o dia 17 de maio de 2019 nos Estados Unidos.

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    The Rain: Novo trailer revela data de estreia da série pós-apocalíptica

    22 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “The Rain”, que revela a data de estreia da série europeia pós-apocalíptica. A prévia traz pessoas com trajes de proteção contra ameaças biológicas e avisa que, para sobreviver, é preciso evitar se molhar. “The Rain” é a primeira produção dinamarquesa da Netflix. A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, se juntam a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. A série foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de “Dark”, série alemã de suspense que virou frisson mundial. A estreia está marcada para 4 de maio na plataforma de streaming.

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  • Filme

    Vídeo da 5ª temporada de The 100 explora conflitos dos protagonistas

    21 de março de 2018 /

    A rede CW divulgou um teaser estilizado de “The 100”. O vídeo contrasta com o trailer repleto de ação e efeitos visuais grandiosos, anteriormente revelado, para se concentrar em quatro personagens: Clarke (Eliza Taylor), Bellamy (Bob Morley), Octavia (Marie Avgeropoulos) e Raven (Lindsey Morgan). A prévia ressoa as dúvidas existenciais de cada um, deixando entrever que Octavia trilhará um caminho sangrento e potencialmente conflitante com os demais. A série vai retornar após o salto temporal de seis anos do final da 4ª temporada, que mostrou Clarke e uma menina (Lola Flanery) como os últimos habitantes da superfície da Terra, após Praimfaya, o fogo radioativo apocalíptico que destruiu o planeta pela segunda vez. Anos se passaram sem ela saber se o grupo de Bellamy e Raven sobreviveu em sua viagem suicida para o espaço ou se o grupo de Octavia e sua mãe (Paige Turco) conseguiu se salvar no abrigo subterrâneo, cuja entrada foi soterrada por escombros. Mas sua solidão é bruscamente interrompida pela chegada de uma nave ameaçadora, que ela nunca tinha visto. A 5ª temporada de “The 100” estreia em 24 de abril nos Estados Unidos.

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    Filme de Han Solo pode ter participação do vilão Jabba the Hut

    21 de março de 2018 /

    Rumores indicam que o vilão mais gosmento da galáxia vai voltar a aparecer no prólogo de “Star Wars” centrado em Han Solo, 35 anos após ser estrangulado até a morte pela Princesa Leia. Jabba the Hut, responsável por escravizar Leia em “O Retorno de Jedi” (1983), teria uma aparição no novo filme, segundo o tabloide britânico The Sun. A afirmação é baseada numa declaração ambígua de Ben Morris, supervisor de efeitos especiais de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e que – detalhe – não trabalhou em “Han Solo: Uma Aventura Star Wars”. Questionado pelo tabloide sobre quais personagens digitais devem aparecer no filme, ele respondeu: “Jabba the Hutt seria um bom chute. Se eu disser mais, vou ter problemas”. Desde o lançamento do trailer, fãs tem especulado sobre a participação do vilão, principalmente pelos trajes dos guardas que aparecem em cena. Segundo o Sun, Jabba não só vai aparecer como deixará Han Solo endividado, o que explicaria a relação dos dois no primeiro filme “Guerra nas Estrelas” (1977). Claro, o Sun é o mesmo jornal que publicou, com exclusividade mundial, que Megan Fox seria a Mulher-Gato em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). “Han Solo: Uma Aventura Star Wars” tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e bastidores tumultuados de direção: Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Nightflyers: Série espacial do autor de Game of Thrones ganha primeiro vídeo

    21 de março de 2018 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o primeiro vídeo de “Nightflyers”, série de terror espacial baseada no livro homônimo de George R.R. Martin, criador das obras literárias que inspiraram “Game of Thrones”. A prévia cenas sangrentas da atração, acompanhadas por comentários da equipe, inclusive de Martin, que descreve a trama como “‘Psicose’ no espaço”. Fãs de sci-fi podem encontrar semelhanças com a trama de “Evento Horizonte” (1997), mas a obra de Martin é bastante anterior. A história original foi escrita em 1980, uma década antes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” (que originou a série da HBO), e já foi adaptada para o cinema em 1987. O resultado, por sinal, é um trash total. Desta vez, porém, não foram feitas economias na criação da cenografia e dos efeitos. Produzida na Irlanda, “Nightflyers” será ainda mais cara que “The Expanse”, até então a série de maior orçamento do SyFy. E, para bancar esse investimento, o canal pago fechou um acordo de coprodução com a Netflix, que exibirá a série fora dos Estados Unidos – inclusive no Brasil. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estando conduzindo-os a horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco inclui Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). A estreia vai acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro.

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    Sam Worthington vira criatura de sci-fi B em trailer de mais uma aquisição da Netflix

    20 de março de 2018 /

    A Netflix comprou mais uma sci-fi B. Produção da Voltage Pictures, “The Titan” ganhou um novo trailer que anuncia o lançamento do filme direto em streaming. “The Titan” marca o retorno do ator Sam Worthington (“Avatar”) para a sci-fi. Cerca de uma década após ser transformado num Exterminador do Futuro e num Na’vi, ele volta a perder a humanidade, virando um alienígena de laboratório, fruto de uma experiência para criar resistência nos primeiros astronautas de uma futura colônia em Titã (maior lua de Saturno e não as criaturas que Worthington enfrentou em dois filmes de mitologia grega). Como acontece com toda ciência de sci-fi B desde os anos 1950, há efeitos colaterais previsíveis – ele vira um simulacro de “A Mosca”. O roteiro é de Arash Amel (“Grace de Mônaco”) e Max Hurwitz (série “Hell on Wheels”), a direção é do estreante Lennart Ruff e o elenco inclui Taylor Schilling (série “Orange Is the New Black”), Tom Wilkinson (“Snowden”), Nathalie Emmanuel (série “Game of Thrones”), Agyness Deyn (série “Hard Sun”), Diego Boneta (“Antes que eu Vá”) e Corey Johnson (“Jackie”). A estreia acontece já em 30 de março na Netflix americana.

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