Diretor de Invocação do Mal vai adaptar o clássico Tommyknockers de Stephen King
Um dos poucos livros clássicos de Stephen King que permanecem inéditos no cinema vai virar uma produção de James Wan, o diretor e produtor da franquia “Invocação do Mal”. Trata-se de “The Tommyknockers”, escrito por King em 1987. Assim como “It – A Coisa”, o livro foi adaptado apenas como minissérie nos anos 1990. E Wan se juntou justamente ao produtor do filme “It”, Roy Lee, e ao produtor da versão televisiva de 1993, Larry Sanitsky, para adquirir os direitos da produção. Wan não deve dirigir o filme, mas, segundo a revista The Hollywood Reporter, está encabeçando discussões com interessados, entre estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. “É um conto alegórico de vício (Stephen estava lutando com o seu na época), a ameaça da energia nuclear, o perigo da histeria em massa e o absurdo da evolução tecnológica. Temas tão relevantes hoje quanto o dia em que o romance foi escrito. É também uma história sobre o poder eterno do amor e a graça da redenção”, escreveu Sanitsky, que detém os direitos de exibição, em uma apresentação enviado a interessados na produção e obtido pela THR. Lançado no Brasil como “Os Estranhos – Tommyknockers”, o livro foi uma das primeiras incursões de King na ficção científica, e inclui vários clichês do gênero, como a população possuída de uma cidadezinha, ao estilo de “Vampiro de Almas” (1956). Mesmo assim, vendeu mais que todos os clássicos do escritor, incluindo “It”, “O Iluminado” e “Carrie”. A história se numa cidade no Maine – obviamente – que sofre a influência do vazamento de um gás perigoso vindo de uma nave espacial desenterrada. O gás começa a transformar as pessoas, dando-lhes habilidades aprimoradas, mas também tornando-as violentas e sujeitas a objetivos alienígenas. Apenas um homem se mostra imune, graças a uma placa de aço na cabeça, e tenta impedir os demais moradores. A minissérie da rede ABC, estrelada por Jimmy Smits, Marg Helgenberger e a ex-porn star Traci Lords, foi um enorme sucesso de audiência. Vinte anos depois, em 2013, a NBC anunciou que faria outra adaptação, mas esses planos nunca saíram do papel.
Clima épico e surpresas do trailer da 2ª temporada de Westworld são de cair o queixo
A HBO divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “Westworld”. E é de cair o queixo. Épico, explosivo, tenso e surpreendente, altera momentos plácidos com surtos maníacos, como uma música do Nirvana. A comparação vem imediatamente à mente por conta da trilha escolhida, uma versão orquestral de “Heart Shaped Box”. A edição das cenas, entre idas e vindas, torna difícil precisar exatamente o que acontece – o que é uma qualidade dos melhores trailers. Mas algumas cenas são tão inesperadas que chamam mais atenção, como a caminhada de Maeve (Thandie Newton) entre samurais e a descoberta de Dolores (Evan Rachel Wood) de um mundo repleto de prédios modernos. Não faltam cowboys, índios, exército contemporâneo, tiroteios, massacres e cenas de guerra de dar vergonha à temporada de “guerra total” de “The Walking Dead”. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 22 de abril.
Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo
A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.
Rodrigo Santoro posta teaser de Westworld em seu Instagram
O ator Rodrigo Santoro divulgou um teaser de “Westworld” em seu Instagram, antecipando o lançamento do trailer completo da a 2ª temporada, que a HBO irá disponibilizar nesta quinta (29/3). O brasileiro foi destaque entre a primeira leva de fotos dos novos episódios. Na trama, ele vive o pistoleiro Hector. Além dos demais personagens, que incluem Dolores (Evan Rachel Wood), Teddy (James Marsden), Bernard (Jeffrey Wright), Maeve (Thandie Newton), o Homem de Preto (Ed Harris), Ashley (Luke Hemsworth), Charlotte (Tessa Thompson) e a recepcionista Angela (Talulah Riley), a nova temporada deve trazer três novidades interpretadas pelo libanês Fares Fares (“Rogue One: Uma História Star Wars”), o sueco Gustaf Skarsgård (série “Vikings”) e a americana Betty Gabriel (“Corra!”). A 2ª temporada de “Westworld” estreia em 22 de abril. Ready to bring yourself back online? The #Westworld Season 2 trailer drops worldwide tomorrow, March 29 at 11AM ET/8AM PT. Trailer da segunda temporada de #Westworld entra no ar amanhã ao meio dia.? #hbo #ww #hbobr #hectorescaton Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 28 de Mar, 2018 às 5:13 PDT
Criador de The Handmaid’s Tale diz que 2ª temporada ainda segue o livro de Margaret Atwood
O roteirista e produtor Bruce Miller, criador da série “The Handmaid’s Tale”, resolveu desfazer uma confusão gerada pela extensão da história numa 2ª temporada. Considerando que a 1ª temporada contou praticamente toda a trama do livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a continuação do drama de Offred é inédita, mas não foi criada do zero. Miller contou que o posfácio do livro serve como base para os novos capítulos. “As pessoas falam sobre como estamos indo além do livro, mas não na verdade não estamos”, disse o produtor, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “O livro salta 200 anos e apresenta uma discussão acadêmica em seu final, sobre o que aconteceu naquela época. Talvez isso seja tratado como um esboço, mas já está lá no livro de Margaret. Não estamos indo além do romance, estamos apenas abordando um pouco mais devagar um território pelo qual ela passou rapidamente.” A 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” estreia em 25 de abril na plataforma Hulu, que não está disponível no Brasil. Mas será exibida futuramente pelo canal pago Paramount, que está passando a 1ª temporada no país.
Ron Howard revela bastidores da gravação da trilha sonora de Han Solo
O diretor Ron Howard compartilhou em suas redes sociais uma foto e um novo vídeo dos bastidores de “Han Solo: Uma História Star Wars”, revelando a gravação da trilha sonora do filme nos estúdios Abbey Road, em Londres. A trilha foi composta por John Powell, um especialista em animações – “Kung Fu Panda”, “Como Treinar Seu Dragão”, “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”. Vale lembrar que as filmagens se encerraram em outubro – ocasião em que o cineasta revelou o título oficial do longa-metragem. Apesar do andamento atual, a produção não teve filmagens tranquilas. Originalmente, “Han Solo” estava sendo dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), mas reclamações do roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) chamaram a atenção da presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy, que optou por demiti-los. Howard assumiu a direção após cinco meses de material filmado, mas será o único creditado como diretor do longa-metragem. Passado antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977), o filme conta uma aventura do jovem Han Solo, vivido por Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”), que assume o papel desempenhado por Harrison Ford em quatro filmes da saga espacial. O elenco também destaca Donald Glover (série “Atlanta”) como o jovem Lando Calrissian e Joonas Suotamo (“Star Wars: O Despertar da Força”) como Chewbacca, além de Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Paul Bettany (“Capitão América: Guerra Civil”) e Thandie Newton (série “Westworld”). A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. #abbeyroadstudios #Solo last day of scoring with #JohnPowell. Memorable for all the right reasons Uma publicação compartilhada por RealRonHoward (@realronhoward) em 28 de Mar, 2018 às 9:47 PDT #abbeyroadstudios #soloastarwarsstory #JohnPowell is delivering us a very strong & cool score So gratifying to witness it coming to life. Uma publicação compartilhada por RealRonHoward (@realronhoward) em 27 de Mar, 2018 às 2:35 PDT
2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha trailer eletrizante
O serviço de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer oficial da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora dos últimos prêmios Emmy e Globo de Ouro. O trailer começa onde o final da temporada original terminou, com Offred grávida e sendo deportada. Mas apesar do que o destino lhe reserva, ela se sente mais livre, voltando a assumir seu nome real, June Osbourne. O resto da prévia tem ritmo eletrizante, ao mostrar a reação brutal do governo fascista de Gilead contra a rebeldia das aias, com execuções públicas e exílios em campos radioativos de trabalho forçado. As cenas ampliam o mundo distópico da escritora Margaret Atwood, ao mostrar locais e situações não abordados no romance “O Conto da Aia”, que compôs toda a temporada inaugural. Entre as novidades, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”), Greg Bryk (série “Bitten”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das mencionadas colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. “The Handmaid’s Tale” volta no dia 25 de abril nos Estados Unidos.
Pôster da 5ª temporada de The 100 separa personagens em dois grupos distintos
A rede CW divulgou o pôster da 5ª temporada de “The 100”. A imagem divide os protagonistas em dois grupos. Simbolicamente sobre a Terra, está Clarke (Eliza Taylor), que sobreviveu praticamente sozinha na superfície do planeta, e o grupo de Bellamy (Bob Morley) e Raven (Lindsey Morgan), que fugiu para o espaço durante Praimfaya, o fogo radioativo apocalíptico que destruiu o planeta pela segunda vez. Enquanto isso, o grupo de Octavia (Marie Avgeropoulos) e da mãe de Clarke (Paige Turco) aparece sob a Terra, representando o fato de ter se refugiado num abrigo anti-radioativo. Na nova temporada, o isolamento desses grupos será bruscamente interrompido pela chegada de uma nave ameaçadora, que nenhum deles já tinha visto. Além disso, a arte dá uma importante dica do tom da temporada ao ressaltar um texto que avisa que não há heróis, apenas sobreviventes. Este também foi o tema destacado no último trailer divulgado. A 5ª temporada de “The 100” estreia em 24 de abril nos Estados Unidos.
Produtor de Stranger Things garante sobrevivência de Steve na 3ª temporada da série
Aos poucos, surgem os primeiros detalhes da 3ª temporada de “Stranger Things”, que vai se passar durante o verão de 1985, um ano após os eventos do segundo ano. Durante participação no evento de TV Paleyfest, o produtor Shawn Levy fez outra revelação importante. Ele resolveu tranquilizar os fãs sobre a segurança de um dos personagens mais queridos da série: Steve. “Honestamente, o dia em que Steve Harrington morrer é o dia que em que eu saio da série. Eu não posso viver em um mundo sem Steve Harrington”, disse Levy. “E eu acho que muitos pensam assim. Steve está a salvo, pelo menos por hora”. Ele adiantou, inclusive, que o personagem vivido por Joe Keery vai continuar interagindo com as crianças da trama, como aconteceu na última temporada. “Nós definitivamente vamos ver mais de Steve Harrington na 3ª temporada, e eu vou dizer apenas que não abandonaremos a mágica do ‘Papai Steve’. Eu não quero revelar muito mais, mas eu sinto que tropeçamos em uma mina de ouro com o ‘Papai Steve'”.
Ator de Han Solo diz que diretores demitidos não estavam preparados para filmar Star Wars
A demissão dos diretores Phil Lord e Chris Miller, substituídos por Ron Howard nas filmagens de “Han Solo: Uma História Star Wars”, teria sido por incompetência. Ou, de forma mais delicada, despreparo. Quem afirma é um dos atores da produção, que revelou os bastidores conturbados da produção ao site Vulture, sob a condição de ser mantido em anonimato. Na opinião do ator (atriz?) misterioso, a dupla de diretores, responsável pela animação “Uma Aventura Lego” e a comédia “Anjos da Lei”, simplesmente não estava preparada para assumir um filme da franquia “Star Wars”. “Depois da 25ª tomada, os atores ficaram se olhando e pensando: ‘Isso está ficando estranho’. Eles [os diretores] pareciam um pouco fora de controle. Definitivamente sentiram a pressão. Com um desses filmes, há muitas pessoas em cima de você o tempo todo. O diretor-assistente era experiente e teve que intervir para ajudá-los a dirigir muitas cenas.” Um porta-voz dos cineastas respondeu aos pedidos de comentários do Vulture, afirmando que “esta informação é completamente imprecisa”, mas se recusou a aprofundar os motivos da demissão. Ainda de acordo com o ator anônimo, a equipe do longa, com a provável exceção dos atores principais, soube da demissão de Lord e Miller lento notícias na internet, assim como os fãs. “Foi uma loucura”, ele (ela?) disse. “Eles demitiram nossos chefes. Ficamos trocando mensagens: ‘Você viu as notícias? Você acha que vai haver refilmagens?’. Foi confuso. E foi uma loucura como tudo vazou para a imprensa.” Felizmente, após ser contratado às pressas, o veterano cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”) conseguiu tomar rapidamente o controle do projeto, devido a seus anos de experiência com grandes sets de filmagens. “Ele conseguiu respeito imediatamente”, disse o ator (atriz?). “Ele é muito confiante.” A fonte/agente secreto da Vulture também confirmou os rumores de que o protagonista Alden Ehrenreich sofreu para conseguir encarnar Han Solo, de modo a evocar minimamente a interpretação original de Harrison Ford. Para isso, foi preciso contratar um “coach” de atuação durante as filmagens. “Você pode ver que a atuação dele ficou mais relaxada. Ele se tornou mais como Harrison. O treinador ajudou!” Apesar de todos problemas na produção, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu superar as crises para cumprir seu cronograma de produção, – com um elenco central formado ainda por Emilia Clarke, Donald Glover, Woody Harrelson e Joonas Suotamo. A estreia está marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos,
Círculo de Fogo destrona Pantera Negra nas bilheterias da América do Norte
Após cinco semanas na liderança, o reinado de “Pantera Negra” nas bilheterias dos cinemas da América do Norte foi finalmente encerrado. Mas isso não aconteceu com um estrondo e sim com um suspiro. A estreia de “Círculo de Fogo: A Revolta” no topo do ranking foi considerada decepcionante. Com US$ 28M (milhões), o filme dos robôs gigantes da Legendary saiu-se um pouco melhor que “Tomb Raider” (US$ 23,5M) na semana passada. Mas como a produção foi orçada em US$ 155M, trata-se de uma vitória difícil de ser comemorada. Na verdade, os robozões dependem do mercado internacional para não virar sucata. Vale lembrar que o primeiro filme também foi um fiasco nos Estados Unidos e a sequência só foi aprovada devido ao desempenho na Ásia. A mesma trajetória volta se repetir agora, compensando o fracasso americano com uma abertura internacional de impacto. A China foi responsável pela maior bilheteria do filme, com US$ 65M em três dias – US$ 20M a mais que o obtido pela estreia do primeiro filme. Assim, em todo o mundo, a arrecadação chegou a US$ 150,5M. A má notícia é que as críticas foram negativas, inclusive na Ásia. A avaliação registrada no Rotten Tomatoes é de 46% de aprovação. Isto dificulta a permanência da produção no ranking dos filmes mais vistos nas próximas semanas, quando enfrentará “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. “Tomb Raider”, que abriu em 2º lugar na semana passada, teve 50% de aprovação e já caiu para o 5º lugar. Já “Pantera Negra”, mesmo caindo para o 2ª lugar, registrou novos recordes no fim de semana. Ao atingir uma arrecadação total de US$ 630,9M (milhões) em seu sexto fim de semana em cartaz, o filme superou o total de “Os Vingadores” (US$ 623,3M) para se tornar a maior bilheteria da Marvel na América do Norte. Também virou a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá. Atualmente, “Pantera Negra” ocupa o 5º lugar entre as arrecadações domésticas da América do Norte, atrás apenas de “Jurassic World” (US$ 652M), “Titanic” (US$ 659M), “Avatar” (US$ 760M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936M). No mundo inteiro, o faturamento está em US$ 1,2 bilhão, o 12º entre as maiores bilheterias globais do cinema. O Top 3 norte-americano se completa com o filme evangélico “Eu Só Posso Imaginar”. A produção orçada em apenas US$ 7M conta a história da música de rock cristão mais popular dos Estados Unidos e em duas semanas já somou US$ 38,3M. A estreia no Brasil está marcada para 24 de maio. A semana teve ainda mais três lançamentos amplos, que implodiram. “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” foi além do fracasso financeiro, ao conseguir a façanha de desagradar profundamente a crítica, normalmente fã de animações. Rendeu só 27% de aprovação e uma bilheteria de US$ 10,6M, em 4º lugar. Agora, o estúdio torce para a ojeriza não ser mundial, com estreia prevista para 31 de maio no Brasil. “Paulo – Apóstolo de Cristo” fez metade disso, US$ 5M, em 8º lugar. Sua rejeição chamou atenção por acontecer em plena Semana Santa. Para completar, a crítica o crucificou com 35% de aprovação. É mais um lançamento para maio no Brasil, no dia 3. Fechando o Top 10, o romance adolescente “O Sol da Meia-Noite”, estrelado por Patrick Schwarzenegger, o filho de Arnold, rendeu US$ 4,1M e 21% de podridão tomatal. Adaptação de mangá para meninas, que apela para o mix mórbido de amor e doença, foi considerado o pior filme romântico dos últimos tempos e será despejado no mercadão nacional em junho. Mas ainda não acabou. Steven Soderbergh lançou outro fracasso de bilheterias, que nem entrou no Top 10. “Unsane” abriu em 11º lugar. A compensação, se isso é possível, ficou por conta da boa avaliação da crítica, que aprovou o longa estrelado por Claire Foy – 78% no Rotten Tomatoes. Este não tem previsão de estreia no Brasil. Para completar, ainda houve um contraste, que entrou para a história. A animação de “Ilha de Cachorros”, de Wes Anderson, foi lançada em circuito limitado. E se tornou uma das maiores estreias de todos os tempos. Sem brincadeira, o filme dos cachorros falantes teve a maior abertura por sala já registrada entre lançamentos em mais de 20 telas. Exibido em apenas 27 cinemas, faturou US$ 1,5M, em 15º lugar, numa média de US$ 58,1 mil por tela. Para dar noção do tamanho dessa arrecadação, a média do líder da bilheteria desta semana, “Círculo de Fogo: A Revolta”, foi de US$ 7,5 mil por sala. O filme ensaiou virar polêmica, mas acabou conquistando a simpatia da maioria da crítica, com 93% de aprovação. A única coisa negativa contra seu lançamento, na verdade, é ter que esperar até 14 de junho para vê-lo nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 28M Total EUA e Canadá: US$ 28M Total Mundo: US$ 150,5M 2. Acrimony Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA e Canadá: US$ 630,9M Total Mundo: US$ 1,2B 3. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 38,3M Total Mundo: US$ 38,3M 4. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 10,6M Total Mundo: US$ 15,2M 5. Tomb Raider Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 41,7M Total Mundo: US$ 211,7M 6. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,8M Total Mundo: US$ 87,9M 7. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,6M Total Mundo: US$ 23,6M 8. Paulo – Apóstolo de Cristo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 5M 9. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 94,8M 10. Sol da Meia-Noite Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 4,1M Total Mundo: US$ 4,1M
Trailer e 44 fotos de Into the Badlands destacam muitas batalhas e novos personagens
O canal pago AMC divulgou o trailer e 44 fotos dos primeiros episódios da 3ª temporada de “Into the Badlands”. A prévia mostra muitas batalhas de espadas, novos lutadores superpoderosos e uma cartada da Viúva (Emily Beecham), que procura Moon (Sherman Augustus) para ser seu regente. Para quem não lembra, ele perdeu sua espada – e a mão – ao enfrentar Sunny (Daniel Wu) num duelo na 2ª temporada. Os novos personagens são interpretados por Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”), Ella-Rae Smith (“O Passageiro”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”) e Lewis Tan (série “Punho de Ferro”), que se juntam ao elenco composto ainda por Aramis Knight (M.K.), Ally Ioannides (Tilda), Oliver Stark (Ryder), Nick Frost (Bajie) e Orla Brady (Lydia). Mistura de distopia sci-fi e trama de artes marciais, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, em uma terra controlada por barões feudais que disputam guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”), “Into the Badlands” voltará maior em sua 3ª temporada. Lançada com 6 episódios, a série cresceu para 10 em sua 2ª temporada e terá 16 capítulos no terceiro ano. “Into the Badlands” também é exibida no Brasil pelo AMC. A estreia está marcada para 22 de abril.
Pôster de Westworld diz que o caos assume o controle da 2ª temporada
O canal pago HBO divulgou o pôster da 2ª temporada de “Westworld”, que traz um abutre robótico num cenário desértico, ao lado do chapéu do Homem de Preto (Ed Harris), acompanhando pela frase “O caos assume o controle”. Os novos episódios de “Westworld” vão mostrar o que acontece após a rebelião dos robôs que encerrou a temporada inaugural. A estreia está marcada para 22 de abril. Chaos takes control.#Westworld premieres 4.22 at 9PM on @HBO. pic.twitter.com/IA3FEXUs3n — Westworld (@WestworldHBO) March 22, 2018












