Ron Howard culpa Os Últimos Jedi pelo fracasso de Han Solo
O diretor Ron Howard voltou a abordar o fracasso comercial de “Han Solo: Uma História Star Wars” no Twitter. Ao responder a mensagem de um fã sobre as possíveis causas do fraco desempenho do filme, ele defendeu a produção, dizendo-se orgulhoso do resultado. “Eu tenho orgulho de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ e o elenco e equipe trabalharam duro para dar aos fãs um novo acréscimo (à franquia)”, escreveu Howard. “Como diretor, me sinto mal quando pessoas que eu acredito que (e as pesquisas mostram) provavelmente vão gostar do filme não o vejam numa tela grande com um som de qualidade.” “Tenho lido tantas teorias sobre o motivo de Han Solo não ter ido bem nas bilheterias — lamento dizer que alguns fãs de ‘Star Wars’ estão esnobando ‘Han Solo’ por ainda estarem aborrecidos com ‘Os Últimos Jedi’. Se for isso, estão perdendo e punindo um bom filme por algo que não é culpa dele”, completou. Apesar de ter sido um grande sucesso de bilheteria, “Star Wars: Os Últimos Jedi” dividiu as opiniões do público. Enquanto a crítica aprovou o filme, que atingiu 91% no Rotten Tomatoes, a narrativa inspirou o que há de pior no fandom, dando origem a campanhas racistas e misóginas, que elegeram Kelly Marie Tran, primeira asiática a ter destaque na franquia espacial, como alvo de um ódio capaz de dar inveja na juventude nazista. De tanto sofrer ofensas, a jovem atriz até deletou seu Instagram. Uma das teorias correntes para o fracasso de “Han Solo” leva em consideração justamente a pouca distância entre seu lançamento e a repercussão de “Os Últimos Jedi” – que chegou aos cinemas em dezembro. Vale observar que “Han Solo: Uma História Star Wars” também agradou à crítica, com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, a expectativa do mercado é que o filme se torne o primeiro “Star Wars” a dar prejuízo – de pelo menos US$ 50 milhões para a Disney-Lucasfilm.
Oito Mulheres e um Segredo também estreia em 1º lugar no Brasil
“Oito Mulheres e um Segredo” estreou em 1º lugar no Brasil em sua estreia nos cinemas. A versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” foi vista por cerca de 360 mil pessoas, rendendo R$ 6 milhões. O desempenho foi muito melhor que o esperado, considerando que seu lançamento aconteceu em metade do circuito dedicado aos blockbusters da temporada. O longa foi distribuído em apenas 570 salas, enquanto “Han Solo” abriu em 1060, por exemplo. Mesmo assim, o spin-off da franquia “Star Wars” teve arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. O filme também liderou e superou as estimativas de faturamento na América do Norte, com R$ 41,5 milhões. Mas teve dificuldades em outros mercados, onde concorreu com a estreia antecipada de “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Por isso, no mundo todo, a receita foi de US$ 53,7 milhões, segundo o site americano Box Office Mojo. Com o sucesso de “Oito Mulheres e um Segredo” no país, “Deadpool 2”, que dominou as bilheterias brasileiras nas três últimas semanas, caiu para o 2º lugar, somando mais R$ 4,3 milhões no fim de semana. O Top 3 fecha com “Vingadores: Guerra Infinita”, cujo faturamento de R$ 2,1 milhões aproxima ainda mais o longa dos US$ 2 bilhões em arrecadação mundial – marca que deve ser atingida nas próximas horas.
Netflix encomenda série sobre viagem a Marte do diretor de Planeta dos Macacos
A Netflix encomendou a série sci-fi “Away” sobre a conquista de Marte, com produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). Criada por Andrew Hinderaker (roteirista de “Penny Dreadful”), a série é descrita como uma história de amor épica e um conto emocionante de sobrevivência tendo como pano de fundo o maior esforço da humanidade – a primeira missão humana a Marte. A trama acompanha Emma Green, uma astronauta americana que deve deixar o marido e a filha adolescente para comandar uma tripulação espacial internacional, que viajará pelo espaço durante um ano, rumo a Marte. A 1ª temporada terá 10 episódios. A próxima etapa será definir o elenco e a equipe técnica para marcar o começo das gravações. Além de Reeves e Hideraker, já está determinado que “Away” terá roteiros e produção de Jason Katims (das séries “Friday Night Lights” e “Parenthood”). Hideraker trabalhou como redator em duas das séries mais recentes de Katims, “Pure Genius” e “The Path”.
Diretora da Amazon revela negociações para salvar Lucifer e bastidores do resgate de The Expanse
Após salvar “The Expanse” do cancelamento, a Amazon pode resgatar outra série do abismo. A nova chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke revelou que há conversas avançadas sobre “Lucifer” no serviço de streaming. “Nós estamos falando sobre ‘Lucifer'”, disse Salke durante uma entrevista para o site Deadline, realizada na quinta-feira passada, mas só publicada nesta segunda (11/6). “Eu sei que a divisão internacional, especialmente o grupo do Reino Unido, é bastante determinada sobre essa série. Eu ainda não chequei como está isso hoje (quinta-feira), mas ouvi conversas sobre isso ontem.” A revelação coincide com o que afirmou a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, durante sua participação na Comic Con da Austrália no fim de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Ou seja, uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. Os fãs da série, cancelada pela rede Fox, estão em campanha intensa nas redes sociais. Mas seus esforços não chegam perto do investimento feito pelos fãs de “The Expanse” para convencer a Amazon a salvar sua série favorita. Salke revelou que até aviões foram alugados para exibirem faixas de #SaveTheExpanse sobre o prédio da Amazon. “Havia aviões nos circulando, eu recebia bolos, havia um monte de coisas acontecendo”, ela revelou. Mas não foi isso que fez a Amazon optar por salvar a série. “Depois disso, pessoas realmente inteligentes, cujas opiniões eu realmente valorizo criativamente, começaram a me procurar, dizendo ‘Você viu esse programa, ‘The Expanse’, é realmente ótimo’. Confesso que não conhecia, então me dediquei a assistir os episódios e fiquei impressionada, porque a série é realmente muito bem feita, e me questionando porque ninguém estava assistindo. Ao mesmo tempo, Jeff Bezos [o dono da Amazon] começou a receber e-mails de um monte de gente, de George R.R. Martin a líderes da indústria, como o fundador da Craigslist, dizendo como a série era boa: ‘Você tem que ver, você tem que comprá-la ou salvá-la'”. Ela contou que, a partir daí e com o aval de Bezos, foi fácil fazer o negócio. “Bezos mandou um e-mail: ‘Eu estou em um evento, um seminário espacial, onde estou olhando para o elenco de ‘The Expanse’ aqui. E eu gostaria de ir até lá e anunciar o resgate da série. Posso, posso?’. Eu fui verificar com o departamento de negócios e disse que ele poderia fazer isso. Foi muito divertido assisti-lo no Twitter ao vivo”, quando o dono a Amazon fez o anúncio do salvamento da série, diante do elenco e sob uma explosão de entusiasmo. Veja o vídeo abaixo. “Ele é um grande fã, e foi divertido poder apoiar isso, não apenas para ele, mas para todas as pessoas que realmente amam essa série. Muitas pessoas realmente inteligentes disseram que amavam o programa, e eu realmente gostei quando o assisti”, concluiu. I'll just let him say it…#TheExpanse#RocinanteIsSafe#BreakingNews Thank you @JeffBezos pic.twitter.com/wxHN31zgJs — Cas Anvar (@Casanvar) May 26, 2018
Oito Mulheres e um Segredo bate recorde da franquia nas bilheterias da América do Norte
A união das mulheres fez a verdadeira Força nas bilheterias do fim de semana na América do Norte. “Oito Mulheres e um Segredo” abriu em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma arrecadação de US$ 41,5m (milhões), segundo estimativa do mercado, jogando para 2º lugar “Han Solo: Uma História Star Wars” em sua terceira semana em cartaz. A Disney esperava que o filme “Solo” segurasse o topo até a estreia de “Os Incríveis 2”, mas não deu. A reunião de estrelas como Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Rihanna se provou um atrativo muito maior que a exibição de uma “História Star Wars” que até os fãs conheciam de cor antes mesmo de entrar nos cinemas. Mas “Oito Mulheres e um Segredo” saiu-se muito melhor que o esperado por seu próprio estúdio. A produção da Warner abriu com a maior bilheteria da franquia, inaugurada com “Onze Homens e um Segredo” em 2001. O novo lançamento é o quarto filme passado no mesmo universo, mas o primeiro estrelado apenas por mulheres. E deixou para trás, em sua largada, os três longas que reuniam astros como George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon, todos com faturamento de estreia entre US$ 36 e 39m. O filme não deve se manter na liderança na disputa com “Os Incríveis 2” na próxima semana, mas deve continuar entre os mais vistos, já que foi bem aceito por crítica e público, com avaliação de 67% no Rotten Tomatoes e B+ no CinemaScore. O Top 5 ainda inclui “Deadpool 2”, consolidado como a terceira maior bilheteria tanto da semana quanto do ano, e “Vingadores: Guerra Infinita”, que avançou mais alguns passos em seu inexorável avanço rumo aos US$ 2 bilhões de arrecadação. Agora, faltam menos de US$ 2m, o que já deve ter feito a Disney encomendar fogos de artifício para comemorar nos próximos dias. Entre os dois filmes, aparece o paradoxo da semana, o terror “Hereditário”, que abriu em 4º lugar com modestos US$ 13m. Lançado com estardalhaço após construir fama de assustador no Festival de Sundance deste ano e arrancar 93% de aprovação da crítica, a obra não agradou ao público. “Hereditário” foi rejeitado com nota D+ (que não significa “demais”, mas o contrário). Sem ser uma reação tão extrema quanto a despertada por “Mãe” (nota F) no ano passado, ainda assim chama atenção, diante da tendência de avaliação positiva do público até para coisas chamadas “Transformers”. E isto deve dificultar a permanência do longa no ranking. A estreia no Brasil está marcada para 21 de junho. Terceira e última estreia ampla do fim de semana na América do Norte, “Hotel Artemis” decepcionou ao fazer apenas US$ 3,1m em 8º lugar. Mas público e crítica concordaram que o longa estrelado por Jodi Foster entrega exatamente aquilo que os trailers prometiam: uma sci-fi medíocre de tiroteios genéricos, com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes e C+ no CinemaScore. Uma cotação de lançamento típico de sci-fi de ação da Netflix – que, por sinal, não deve mesmo chegar aos cinemas do Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 41,5m Total EUA e Canadá: US$ 41,5m Total Mundo: US$ 53,7m 2. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 15,1m Total EUA e Canadá: US$ 176,1m Total Mundo: US$ 312,2m 3. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: 278,6m Total Mundo: 655,2m 4. Hereditário Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 13m Total Mundo: US$ 13m 5. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 654,7m Total Mundo: US$ 1,9b 6. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 22,5m 7. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 4,2m Total EUA e Canadá: US$ 50,2m Total Mundo: US$ 58,9m 8. Hotel Artemis Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 3,1m Total Mundo: US$ 3,1m 9. Upgrade Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 9,2m Total Mundo: US$ 9,2m 10. Alma da Festa Fim de semana: US$ 2,1m Total EUA e Canadá: US$ 50,2m Total Mundo: US$ 58,9m
Comercial revela que O Predador sofreu um upgrade
A Fox divulgou o primeiro comercial de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia mostra que a criatura sofreu upgrade desde o primeiro encontro com Arnold Schwarzenegger. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e, para quem não lembra, o trabalho marcará a volta do diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) à franquia. Ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia do novo “Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série brasileira 3% é renovada para a 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de sua primeira série brasileira. “3%” ganhará sua 3ª temporada, que será disponibilizada em 2019. A novidade foi comunicada por meio de um vídeo disponibilizado no canal do YouTube da plataforma de streaming, que pode ser visto abaixo. Mas há mais detalhes. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os episódios mais recentes mostraram que um novo Processo se aproxima, acompanhando ao mesmo tempo as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Na 3ª temporada, o Maralto enfrentará uma grave crise, com o Processo prestes a entrar em colapso, e a Causa buscará vingança. “3%” estreou em 2016 e dividiu as opiniões da crítica brasileira. Entretanto, foi elogiada pela imprensa internacional e fez sucesso entre os assinantes estrangeiros da Netflix. A 2ª temporada, liberada no final de abril, apresentou uma visível melhora técnica, graças à mudança de política da plataforma, que após a estreia da série decidiu valorizar e investir em produções desenvolvidas fora da América do Norte. Criada por Pedro Aguilera, a série ainda traz João Miguel, Zezé Mota e Celso Frateschi no elenco.
Han Solo mantém 1º lugar com pior bilheteria de Star Wars na América do Norte
Sem enfrentar grandes estreias, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu manter sua liderança nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua segunda semana de exibição, apesar da queda de 65% da arrecadação, em relação ao desempenho da estreia. A liderança, porém, não inspira comemoração. Os US$ 29m (milhões) conquistados pelo longa entre os dias 1 e 3 de junho representam a menor bilheteria de segunda semana de uma produção do universo “Star Wars”. Para preocupar ainda mais a Disney, o mercado internacional segue o mesmo padrão. A bilheteria mundial de US$ 264m até agora, pode tornar a produção mais cara de “Star Wars” (com orçamento estimado em US$ 250m) no primeiro filme da franquia a dar prejuízo. Uma pena, já que “Han Solo” não é dos piores criações desse universo – tem 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Deadpool 2” também manteve seu 2º lugar, muito próximo dos números de “Han Solo”. Mas essa posição é ilusória, já que a produção da Fox é um dos maiores sucessos do ano. Após três fins de semana, o longa atingiu quase US$ 600m de faturamento em todo o mundo. Já as estreias da semana nos cinemas norte-americanos tiveram desempenho abaixo do esperado. Mais bem-sucedido, o drama de sobrevivência marítima “Vidas à Deriva”, com Shailene Woodley, faturou US$ 11,5m e abriu em 3º lugar. Embora longe do êxito obtido pela atriz com seu drama romântico mais famoso, “A Culpa É das Estrelas”, saiu-se melhor que o esforço mais recente do gênero nas bilheterias, “Depois daquela Montanha”, igualmente marketado como combinação de romance e luta contra a natureza. A crítica aprovou “Vidas à Deriva”, com 71% de comentários positivos no Rotten Tomatoes. Mas pode segurar a curiosidade, porque a estreia no Brasil só vai acontecer em agosto. Ainda mais elogiado, o thriller de ação futurista “Upgrade” atingiu 85% na medição do Rotten Tomatoes. Mas o segundo longa dirigido por Leigh Whannell, roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, abriu na metade do número de salas destinado aos demais filmes, o que teve impacto em sua bilheteria, de apenas US$ 4,4m. Isto representou o 6º lugar no ranking semanal. Por outro lado, trata-se de uma produção de baixo orçamento, que não deve ter dificuldade para se pagar. Não há previsão de lançamento no Brasil. Para completar a lista de estreias, ainda houve o fiasco de “Action Point”, que implodiu em 9º lugar com US$ 2,3m, a pior abertura de uma comédia de Johnny Knoxville, o antigo astro de “Jackass”. A crítica jogou a pá de cal, com 19% de consideração. Sem previsão, nem deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 29,2m Total EUA e Canadá: US$ 148,8m Total Mundo: US$ 264,1m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 23,3m Total EUA e Canadá: US$ 254,6m Total Mundo: US$ 598,6m 3. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: 11,5m Total Mundo: 11,8m 4. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 10,3m Total EUA e Canadá: US$ 642,8m Total Mundo: US$ 1,96b 5. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 47,3m Total Mundo: US$ 47,3m 6. Upgrade Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 4,4m Total Mundo: US$ 4,4m 7. Alma da Festa Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 46,36m Total Mundo: US$ 54,4m 8. Breaking In Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 41,3m Total Mundo: US$ 43,8m 9. Action Point Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Overboard Fim de semana: US$ 1,9m Total EUA e Canadá: US$ 45,5m Total Mundo: US$ 57,5m
Jurassic World: Vídeo legendado e novo pôster destacam importância de Blue na continuação
A Universal divulgou um novo pôster e vídeo de bastidores de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que destacam a importância de Blue, o velociraptor de Owen, o personagem vivido por Chris Pratt. “Eu disse a Steven Spielberg que Blue é o coração da história”, conta o diretor espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”), responsável por comandar a continuação. O vídeo também aponta que a trama se divide em duas partes distintas, refletindo a forma como o filme está sendo divulgado. Vale lembrar que o primeiro trailer destacou a destruição da Ilha Nublar e um êxodo espetacular de dinossauros variados, enquanto o segundo assumiu o tom de uma história gótica de cientistas loucos, que usam manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção, como mencionado, é do espanhol Juan Antonio Bayona e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). Com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Upgrade: Sci-fi ultraviolenta do criador de Jogos Mortais ganha comerciais e cena de pancadaria
O estúdio Blumhouse divulgou dois novos comerciais e uma cena de luta de “Upgrade”, sci-fi ultraviolenta, cuja premissa pode ser descrita como uma versão cibernética de “O Corvo”. Um dos comerciais foi disponibilizado em versão red band (para maiores), devido ao excesso de violência. A trama gira em torno do personagem vivido por Logan Marshall-Green (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que testemunha o assassinato de sua esposa e fica quadriplégico após o ataque de uma gangue sanguinária. Mas, graças ao implante de um chip experimental de computador, ele não apenas recupera os movimentos, como se transforma numa máquina mortífera, dedicada à vingança. “Upgrade” é escrito e dirigido pelo australiano Leigh Whannell, que como roteirista criou as franquias “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”. A produção é seu segundo trabalho como diretor, após estrear na função em “Sobrenatural: A Origem” (2015). O elenco também inclui Benedict Hardie (“Até o Último Homem”), Harrison Gilbertson (“Ned for Speed – O Filme”), Betty Gabriel (“Corra!”) e Christopher Kirby (“Predestinado”). Premiado na seção Midnighters do Festival SXSW, “Upgrade” tem 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia vai acontecer já nesta sexta (1/6) nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Netflix renova série apocalíptica The Rain para a 2ª temporada
A Netflix renovou “The Rain”, sua primeira série dinamarquesa, garantindo uma 2ª temporada para a atração. “O fato de a 1ª temporada ter alcançado audiências em todo o mundo prova mais uma vez que histórias fortes podem transcender fronteiras”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de produções originais internacionais da Netflix, no comunicado que anunciou a renovação. O anúncio foi acompanhado por um post no Twitter, que afirma que “ninguém sobrevive sozinho”, numa referência à trama. Veja abaixo a versão brasileira. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. Lançada no começo de maio, “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. Na chuva, é melhor estar acompanhado. The Rain está renovada para a temporada 2! pic.twitter.com/EkWMETJIcL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) May 30, 2018
Jurassic World: Comerciais e pôster avisam que o parque acabou e os dinossauros escaparam
A Universal divulgou dois novos comerciais e um pôster de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que avisam que o parque acabou. Ele se foi numa grande erupção vulcânica, que varreu a ilha Nublar. Mas o velociraptor Blue sobreviveu. E cientistas pretendem criar novas espécies jurássicas a partir de suas células. Os comerciais contam toda essa história e ainda mostram que estes novos dinossauros escaparam para aterrorizar o mundo. As prévias sintetizam eventos já mostrados no primeiro trailer, que destacou a destruição da Ilha Nublar e um êxodo espetacular de dinossauros variados, e também no segundo, onde cientistas usaram manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). Com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Após desempenho abaixo do esperado, diretor pede para fãs verem Han Solo nos cinemas
A falta de impacto da estreia de “Han Solo: Uma História Star Wars”, muito abaixo das projeções do mercado e das expectativas da Disney, levaram um usuário do Twitter a perguntar francamente para o diretor Ron Howard se valia a pena ir ao cinema assisti-lo. O cineasta, que assumiu a produção no meio das filmagens, substituindo a dupla de diretores originais, Phil Lord e Christopher Miller (de “Uma Aventura Lego”), admitiu que o faturamento ficou abaixo do que a produção esperava. Mas fez um apelo para que as pessoas vejam o filme nos cinemas. E ainda lembrou que os números, que para muitos representam uma bilheteria baixa, também marcam o maior rendimento de estreia de sua carreira. “O filme não seguiu as projeções, mas representa um novo recorde pessoal para mim. Vejam o filme para ter uma opinião balanceada. E vão ver na tela grande!”, tuitou ele. Veja abaixo. Esperava-se que o filme sobre a juventude de Han Solo, personagem mais adorado da saga “Star Wars”, chegasse a US$ 170m (milhões) na América do Norte, durante o feriadão de quatro dias do Memorial Day, mas o valor total não deve passar de US$ 103m. Desde que a Disney comprou a Lucasfilm, a pior abertura norte-americana de um filme da saga “Star Wars” pertencia a “Rogue One”, com US$ 155 milhões em três dias. “Han Solo” fez US$ 84,7m entre sexta e domingo (27/5) na América do Norte, e apenas US$ 65m no mercado internacional. Sua soma mundial não superou o que “Rogue One” fez apenas nos Estados Unidos e Canadá. E a estreia não foi capaz de superar “Deadpool 2” em sua segunda semana no Brasil. Didn’t meet projections but amounts to a new personal best. check #SoloAStarWarsStory for balanced feedback & then C it on a big screen! https://t.co/QsOxOLuo22 — Ron Howard (@RealRonHoward) May 27, 2018












