Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian
O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.
Doctor Who começa a gravar sua 12ª temporada
As estrelas se alinharam e a produção da série a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/doctor-who”>”Doctor Who” entrou em ritmo normal. O perfil oficial da atração da BBC divulgou uma foto do elenco para revelar que as gravações da 12ª temporada já começaram. Anteriormente, a BBC tinha afirmado que a produção de 12ª temporada teria um hiato maior que o costume, levando mais de um ano para ser exibida. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro e um especial de Ano Novo foi exibido no dia 31. Mas, depois disso, os fãs teriam que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Rumores sugeriam uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. E isto teria ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Um meio termo deve ter sido atingido para um retorno tão rápido às gravações. Mas não será surpresa se a série retornar para uma temporada abreviada, de apenas cinco episódios. Ou, tratando a situação com o eufemismo da midseason, com a segunda parte (mais cinco episódios) da temporada encaminhada para 2020. Após o anúncio do final das operações da plataforma Crackle na América Latina, os novos episódios não tem exibição prevista para o Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. #DoctorWho is back in production! ? ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 23 de Jan, 2019 às 12:00 PST
Chris Hemsworth e Tessa Thompson são os novos Homens de Preto em 10 fotos oficiais
A Sony divulgou 10 fotos oficiais de “MIB: Homens de Preto – Internacional” – sem logotipos de revistas – , que destacam os protagonistas e alguns alienígenas da trama. O filme retoma a franquia de sucesso dos anos 1990, acompanhando a divisão dos Homens de Preto de Londres. E em vez de Tommy Lee Jones e Will Smith como os agentes K e J, a continuação volta a reunir os astros de “Thor: Ragnarok”, Chris Hemsworth e Tessa Thompson, como os agentes H e M. O elenco também conta com as participações de Liam Neeson (“Busca Frenética”) e Emma Thompson. E ela é a única intérprete que já apareceu na franquia, em “”MIB: Homens de Preto 3” (2013). Com direção de F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), a continuação/spin-off/reboot/mutação estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Festival de Berlim seleciona novo filme do diretor de Boi Neon
O Festival de Berlim 2019 selecionou mais três produções ou coproduções brasileiras, incluindo a ficção científica “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro (“Boi Neon”), para sua programação oficial. Anunciados nesta segunda (21/1), os longas serão exibidos na mostra Panorama, uma das principais exibições paralelas do festival. A trama de “Divino Amor” se passa em 2027 e apresenta uma sociedade obcecada pela religião, em que raves viraram cultos e a novidade da vez são cabines de conselhos espirituais no estilo fast food. Neste mundo, Joana (Dira Paes) vive sua fé de forma mais antiquada. Ela participa de um coletivo religioso que resiste às tendências pós-modernas de seu tempo, e tenta se aproximar de Deus enquanto ela e o marido, Danilo (Julio Machado), buscam engravidar pela primeira vez. O filme também foi selecionado para o Festival de Sundance 2019, o principal evento americano do cinema independente, que acontece entre os dias 24 de janeiro e 3 de fevereiro. As outras duas novidades brasileiras de Berlim são coproduções com outros países. “Breve Historia Del Planeta Verde”, do argentino Santiago Loza, também é uma sci-fi, em coprodução entre Brasil, Argentina, Alemanha e Espanha, e conta o que acontece quando uma jovem do interior argentino descobre a criatura alienígena que sua avó escondeu dela durante toda a sua vida. E “La Arrancada”, do amazonense Aldemar Matias, feito em parceria com Cuba e França, mostra a vida de uma atleta na ilha caribenha, acompanhando as mudanças sociais dos últimos anos no país. Eles se juntam ao documentário “Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, e a ficção “Greta”, de Amando Praça, anteriormente anunciados. Entre os títulos internacionais, a maior novidade da seleção é “Light of My Life”, estreia do ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) na direção. Trata-se de mais uma sci-fi, em que o ator-diretor tenta sobreviver ao apocalipse ao lado de Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”). A edição de 2019 do Festival de Berlim vai acontecer entre os dias 7 e 17 de fevereiro.
The First: Primeira série estrelada por Sean Penn é cancelada na 1ª temporada
O serviço de streaming Hulu cancelou “The First” após sua 1ª temporada ter encontrado dificuldades para decolar entre o público e a crítica. A série foi a primeira estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Ele interpretava um astronauta convidado a comandar a primeira missão humana a Marte, mas se encontrava dividido entre aceitar um lugar na História ou se fazer presente no momento em que sua filha problemática mais precisava do seu apoio. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” foi considerada uma decepção por ser uma série sobre viagem a Marte que passou a maior parte de seus episódios na Terra, focando nas famílias dos astronautas e na equipe da Nasa que trabalha na missão. Penn decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impediu o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Acabou fazendo uma série sem final e com 65% de aprovação, bem abaixo da média dos principais lançamentos de 2018. Além dele, o elenco destacava Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreou em 14 de setembro. Assim como a Netflix, o Hulu não revela dados de audiência, mas o preço elevado da atração necessitaria de um bom retorno de público.
Steve Carell vai estrelar série descrita como “The Office no espaço”
Steve Carell fechou um contrato milionário para voltar a estrelar uma série. Não é o revival que os fãs aguardam, mas o ator trabalhará novamente com Greg Daniels, o criador da versão americana de “The Office”. Intitulada “Space Force”, a série, por sinal, está sendo definida como “‘The Office’ no espaço”. A ideia de Daniels foi inspirada numa novidade do governo de Donald Trump, que no ano passado anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Inicialmente, Daniels pretendia discutir o projeto com o mercado, mas assim que soube que “Space Force” poderia ser estrelada por Carell, a Netflix correu para adquirir seus direitos, pagando uma fortuna para trazer o ator à bordo e impedindo um leilão. É que “The Office” é uma das maiores audiências da plataforma de streaming. Os valores não foram revelados, mas a revista The Hollywood Reporter especula que Carell receberá o salário mais alto já pago para um ator por episódio de série, superando os vencimentos dos astros de “The Big Bang Theory”. Carell e Daniels vão coproduzir a série com Howard Klein, que também produziu “The Office”. E embora nenhum roteiro tenha sido escrito, a Netflix já divulgou um teaser do projeto, que explica que “o objetivo da nova divisão militar é ‘defender satélites de ataques’ e ‘realizar outras missões espaciais relacionadas’… ou algo assim. Esta é a história dos homens e das mulheres que precisam descobrir isso”. Além de “Space Force”, Carell assinou para aparecer como convidado na 1ª temporada da série jornalística sem título que vai juntar Jennifer Aniston e Reese Witherspoon na Apple. Nenhuma das duas atrações tem previsão de estreia.
Charlotte Rampling entra no remake de Duna
A veterana atriz inglesa Charlotte Rampling, indicada ao Oscar por “45 Anos” (2015), entrou no elenco da nova adaptação de “Duna”, dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Ela se junta a Timothee Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”), previamente anunciados na produção, no papel da Reverenda Madre Mohiam, oráculo do imperador, que pode adivinhar intenções, descobrir mentiras e manipular os estados emocionais das pessoas. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme por David Lynch em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Personagens de Alita: Anjo de Combate ganham 10 pôsteres individuais
A Fox divulgou mais 10 novos pôsteres de “Alita: Anjo de Combate”, que destacam individualmente os personagens do filme, muitos deles criados com auxílio de computação digital. Entretanto, em meio a todos os papéis cibernéticos, apenas Alita tem os olhos grandes do mangá original e que caracterizam os desenhos japoneses. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, os pôsteres mostram Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Após as primeiras exibições para a imprensa, o filme está sendo elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”. A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
High Life: Sci-fi com Robert Pattinson ganha trailer belíssimo
A produtora indie A24 divulgou o pôster e o trailer americanos de “High Life”, primeira sci-fi e primeiro filme em inglês da celebrada cineasta francesa Claire Denis (“Bastardos” e “Minha Terra, África”). A prévia traz imagens belíssimas, elogios da crítica e um clima de desesperança. Na trama, prisioneiros condenados à morte trocam suas sentenças por uma missão espacial suicida para colher energia perto de um buraco negro. Paralelamente, a médica da nave realiza uma experiência própria, testando obsessivamente a capacidade da tripulação para se reproduzir no espaço. Não demora e os prisioneiros confinados se rebelam diante de um destino sombrio que alimenta desentendimentos e descamba em violência. O elenco destaca Robert Pattinson (“Mapas para a Estrelas”), Mia Goth (“A Cura”), o rapper André Benjamin (“Jimi: Tudo a Meu Favor”), a polonesa Agata Buzek (“Agnus Dei”), o alemão Lars Eidinger (“Personal Shopper”) e a francesa Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”), que interpreta a médica sádica. “High Life” teve première no Festival de Toronto, onde atingiu 86% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Premiado pela crítica no Festival de San Sebastian, o filme estreou em novembro na França e chega apenas em abril aos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Star Trek: Discovery revela nova abertura e fotos dos personagens da 2ª temporada
A plataforma CBS All Access divulgou fotos dos personagens principais, incluindo surpresas e novidades, e o vídeo da abertura da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que pode ser visto abaixo sem os créditos que acompanharão sua exibição na série. As novidades entre os personagens são o Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), que desembarca da Enterprise para comandar a Discovery, e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), seu oficial de ciências, que também é irmão adotivo da protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green). Já as surpresas incluem o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), que morreu na temporada inaugural, a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), que retorna após escapar do Universo Espelho (uma dimensão alternativa onde a Federação representa o mal), e Ash Tyler (Shazad Latif), afastado da Discovery após se revelar um klingon infiltrado. Completam a lista os tripulantes Saru (Doug Jones), Paul Stamets (Anthony Rapp) e Sylvia Tilly (Mary Wiseman). Além destes, a série também introduzirá a Número 1, oficial da Enterprise, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e uma tripulante chamada Jett Reno, interpretada pela comediante Tig Notaro (“One Mississippi”). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos, data que é homenagem à nave Enterprise, da série clássica “Star Trek”, cujo registro é NCC-1701. O primeiro episódio, por sinal, trará o encontro entre a Discovery e a Enterprise. Todos os capítulos serão disponibilizada semanalmente no Brasil pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.
Data de estreia da 2ª temporada de Star Trek: Discovery é homenagem à nave Enterprise
A nova temporada de “Star Trek: Discovery” estreia nesta quinta, dia 17 de janeiro, nos Estados Unidos. E o detalhe é que não se trata de uma data aleatória. Trata-se de uma referência à série clássica, conhecida no Brasil como “Jornada nas Estrelas”. A abreviatura da data, 17.01 corresponde ao registro da nave Enterprise, que é NCC-1701. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. O capitão original da Enterprise, Christopher Pike, será o novo capitão da Discovery a partir da 2ª temporada. E ele virá acompanhado por outros dois personagens clássicos, saídos do piloto original de “Star Trek”, gravado em 1964, que acabou recusado e refeito em 1966 com novo elenco. A tripulação original só ficou conhecida porque acabou resgatada num episódio especial da 1ª temporada da atração dos anos 1960, intitulado “The Cage”, que incluiu as cenas do piloto num longo flashback. Pike é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos), sua primeira oficial, conhecida como Número 1, por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e, como todo trekker sabe, a Enterprise original ainda inclui um oficial de ciências chamado Sr. Spock,. Ele mesmo, que vai aparecer em interpretação de Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck (vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos”, em 1963). A estreia da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” na Netflix acontece no dia seguinte, na sexta-feira (18/1). A plataforma seguirá disponibilizando os demais episódios da temporada com um dia de diferença em relação ao lançamento nos Estados Unidos.
Nightflyers: Minissérie sci-fi do autor de Game of Thrones ganha trailer legendado na Netflix
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Nightflyers”, minissérie sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”). Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo canal pago americano Syfy. Mas também uma das maiores decepções de 2018. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês em 50 anos. A série espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chega ao streaming em 1 de fevereiro.
Primeiro fracasso de 2019, Replicas registra pior abertura da carreira de Keanu Reeves
O primeiro grande fracasso de 2019 não conseguiu sequer figurar entre as 10 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte. Exibida em 2.329 salas, a sci-fi “Replicas” arrecadou apenas US$ 2,5 milhões e acabou em 12º lugar no ranking. O valor também representa a pior abertura da carreira de Keanu Reeves, que interpreta o protagonista, um cientista que perde a filha e a esposa em um acidente e tenta cloná-los. A última vez que Reeves teve um lançamento tão ruim foi em 1990 com a comédia “Te Amarei Até Morrer”, que abriu com US$ 4 milhões. Para piorar a situação, o filme também foi considerado podre pela crítica. A média no site Rotten Tomatoes aponta somente 10% de aprovação, com a maioria das resenhas destacando que o roteiro é cheio de furos e não faz sentido. Mas Reeves não deve ficar muito tempo lamentando o fracasso. Em maio, ele volta às telas no terceiro filme da franquia “John Wick”, que tem lhe rendido sucesso de público e crítica. E ele também será uma das novidades de “Toy Story 4”. Analistas esperam que a animação arrecade mais de US$ 1 bilhão no mundo. Além de Reeves, “Réplicas” conta com Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) e Emily Alyn Lind (“Quando as Luzes se Apagam”). A direção é de Jeffrey Nachamanoff (“O Traidor”) e não há previsão de estreia no Brasil.












