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  • Etc

    Franquia Alien ganha novos teasers misteriosos centrados na filha de Ripley

    6 de janeiro de 2019 /

    A conta oficial da franquia “Alien” no Instagram publicou mais dois vídeos misteriosos, após os posts que prometiam uma “expansão” do universo do famoso monstro da Fox para 2019. Desta vez, os teasers trazem muitas novidades. A principal é a confirmação de que o projeto será centrado em Amanda Ripley. A personagem é filha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) e apareceu pela primeira vez como a protagonista do videogame “Alien: Isolation”, de 2013. Ela teria sua história revelada na próxima publicação de quadrinhos “Alien: Resistance”. E também deve protagonizar um novo game. A Fox recentemente registrou o título “Alien: Blackout” para uso em jogos eletrônicos. Isto pode explicar porque os teasers trazem a hashtag #ReadPlayWatch: Read (ler) os quadrinhos, Play (jogar) o game. Mas a palavra Watch (assistir) ainda intriga os fãs, alimentando boatos de que uma série sobre os Aliens estaria sendo desenvolvida. Outra hashtag alude ao presente mês de janeiro. E isto se refere mesmo aos quadrinhos, que chegam às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Por sinal, “Alien: Resistance” é o único projeto oficializado da franquia pela Fox. Até o momento. Visualizar esta foto no Instagram. Daughter. Rebel. Hero. Her story deserves to be told… . . . . . #Whois #AmandaRipley #ReadPlayWatch #Daughter #Rebel #Hero Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 4 de Jan, 2019 às 4:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. 40 years ago, the Nostromo disappeared… In 2019, Amanda Ripley will uncover the secrets it left behind — no matter what. . . . . . #AmandaRipley #ReadPlayWatch #January Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 5 de Jan, 2019 às 12:19 PST

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  • Série

    Capitão Pike e Spock são destaques em novos vídeo de bastidores e pôsteres de Star Trek: Discovery

    6 de janeiro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um vídeo de bastidores e uma coleção de pôsteres da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. O vídeo destaca a introdução do Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), enquanto os cartazes incluem até um personagem supostamente morto, o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), além de Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), Saru (Doug Jones) e os personagens de Sonequa Martin-Green, Anthony Rapp e Mary Wiseman. Na prévia, Ason Mount lembra que Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e acabou integrado na cronologia oficial em 1966. Apesar disso, foi pouco explorado e a série mostrará uma parte desconhecida de sua história. Além dele, “Discovery” apresentará outros dois personagens do piloto original de “Star Trek”, a primeira oficial da Enterprise, conhecida como Número 1, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e o Sr. Spock, que já fazia parte da tripulação da Enterprise na época do Capitão Pike. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.

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  • Filme

    Chris Hemsworth e Tessa Thompson aparecem em nova foto de Homens de Preto – Internacional

    5 de janeiro de 2019 /

    A Sony divulgou uma nova foto de “MIB: Homens de Preto – Internacional”, que traz Chris Hemsworth e Tessa Thompson em meio a um cenário de catástrofe. O filme retoma a franquia de sucesso dos anos 1990, acompanhando a divisão dos Homens de Preto de Londres. E em vez de Tommy Lee Jones e Will Smith como os agentes K e J, a continuação volta a reunir os astros de “Thor: Ragnarok” como os agentes H e M. O elenco também conta com as participações de Liam Neeson (“Busca Frenética”) e Emma Thompson. E ela é a única intérprete que retorna do filme anterior, “”MIB: Homens de Preto 3” (2013). Com direção de F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), a continuação/spin-off/reboot/mutante estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Bastidores de Black Mirror: Bandersnatch mostram desafios da produção sem revelar segredos

    3 de janeiro de 2019 /

    A Netflix finalmente divulgou um vídeo de bastidores sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, filme interativo que estreou há uma semana (28/12). A prévia dá caras, bocas e sons às diversas frases já registradas sobre a produção da obra, numa espécie de resumo dos desafios enfrentados. Não há nenhuma novidade que não tenha sido coberta pelas reportagens sobre a produção. Há até a recusa inicial de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, ao ser abordado para materializar o projeto do primeiro filme adulto interativo da plataforma. “Primeiro pensei: ‘não, não quero fazer isso’. Depois, de forma irritante, tive uma ideia que cairia bem”, conta ele, que acabou feliz com o resultado: “É muito, muito ‘Black Mirror’. Tem vários elementos diferentes de ‘Black Mirror’, todos ao mesmo tempo, e acho que funciona”. O vídeo também lembra que a Netflix começou a introduzir elementos interativos em séries infantis, como “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais – mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato: “Mosaic”, lançada em janeiro do ano passado na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Mas o vídeo de bastidores tem pouquíssimo a falar sobre isso, provavelmente para não revelar os segredos comerciais do negócio. Há planos para lançar outros projetos a partir da tecnologia desenvolvida para “Bandersnatch”. Veja o que a Netflix preferiu contar no vídeo abaixo, que não poupa o espectador de enorme louvação sobre a própria Netflix.

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  • Série

    The Orville estreia 2ª temporada com uma das maiores audiências da série

    1 de janeiro de 2019 /

    A 2ª temporada de “The Orville” estreou com aumento considerável de audiência nos Estados Unidos. O episódio inaugural da temporada foi assistido por 4,7 milhões de telespectadores ao vivo e 5,6 milhões na soma de outras plataformas no domingo (30/12) na rede Fox, um crescimento de 67% em relação ao season finale (3,5 milhões de telespectadores) e acima da média da 1ª temporada (4,3 milhões). O público foi tão grande que só perde para os dois primeiros episódios da série. O detalhe é que eles têm algo em comum. Tanto o começo da 1ª temporada como o início da atual foram exibidos após um jogo da NFL, a liga de futebol americano. Isto ajudou a inflar a audiência. Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, que homenageia/parodia “Star Trek: A Nova Geração”. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” é exibida no Brasil pelo canal pago FX.

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  • Série

    Produção de Bandersnatch atrasa estreia da 5ª temporada de Black Mirror

    1 de janeiro de 2019 /

    A 5ª temporada de “Black Mirror” vai chegar bem mais tarde do que o esperado por conta do lançamento do filme interativo “Bandersnatch”. Em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, os produtores Charlie Brooker e Annabel Jones confirmaram que a nova temporada precisou sofrer adiamento, devido à complexidade da produção do “episódio” interativo. Além disso, “Black Mirror: Bandersnatch” já representa um lançamento da série, possibilitando uma distância maior para a disponibilização dos novos episódios. Os produtores mantém que a temporada deve ser lançada ainda em 2019, embora a Netflix não tenha oficializado a informação.

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  • Série

    Vídeo e pôster de Stranger Things revelam data da 3ª temporada

    1 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro pôster e um vídeo de “Stranger Things”, que revelam a data da 3ª temporada. Ambos parecem similares, mas não são. Enquanto o vídeo comemora a entrada de Ano Novo, numa gravação de 1985, o pôster mostra fogos de artifício em outro contexto. Basta observar que as crianças da série estão com roupas de verão para perceber que a comemoração se passa em outra época. Para reforçar, o texto em português ainda reforça que “tudo pode mudar em um verão”. Os fogos que estouram no cartaz são do feriado de 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos, e revelam que Eleven (Millie Bobby Brown) e Mike (Finn Wolfhard) continuam juntos, além de mostrar Max (Sadie Sink) bastante integrada com os meninos Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Will (Noah Schnapp). Mas não seria “Stranger Things” se a imagem não incluísse detalhes de um novo monstro gosmento entrando em cena. A arte não faz referência à principal novidade da temporada, a inauguração do primeiro shopping center da cidadezinha de Hawkins, onde Steve (Joe Keery) começará a trabalhar como balconista de uma sorveteria, ao lado de uma nova personagem, chamada Robin, que é vivida por Maya Hawk, filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). Ela estreou como atriz na minissérie britânica “Little Women”, no final de 2017, e será a principal novidade da 3ª temporada de “Stranger Things”. Os novos episódios da série estreiam em 4 de julho em streaming.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Interatividade de Black Mirror: Bandersnatch não funciona em diversos dispositivos

    29 de dezembro de 2018 /

    O filme interativo da Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch”, foi lançado “de surpresa” na sexta (28/12) e rapidamente despertou a curiosidade dos usuários do serviço de streaming, bem como da imprensa. Tem até quem acha que nem se trata de um filme, mas de um simples videogame, como apurou o site Deadline junto a especialistas. Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme/game não funciona em seus dispositivos. Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não rodam o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Também não dá para assistir a “Bandersnatch” usando o Google Chrome, Apple TV ou Amazon Fire, por motivos técnicos. Os usuários que tentarem acessar o episódio interativo nessas plataformas estão vendo algo muito anti-climático: um pequeno vídeo de personagens de outros episódios pedindo desculpas. A plataforma de streaming não explicou o motivo do filme não “rodar” nesses dispositivos. Em vez disso, divulgaram que “Black Mirror: Bandersnatch” funciona na maioria das Smart TVs, em dispositivos Roku e em consoles de videogame como o PS4 e o Xbox One.

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  • Série

    Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.

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    Mega Time Squad: Divertida comédia neozelandesa de viagem no tempo ganha trailers

    27 de dezembro de 2018 /

    A Dark Side Films divulgou o pôster e os divertidos trailers de “Mega Time Squad”, comédia sci-fi neozelandesa que atingiu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, após arrancar gargalhadas no festival Toronto After Dark. A trama acompanha um assaltante pouco esperto, que rouba uma antiga pulseira chinesa de uma loja de antiguidades numa cidadezinha neo-zelandesa. Quando sua vida corre risco, ele percebe que a relíquia possui o poder de transportá-lo magicamente de volta no tempo. Mas a cada salto de tempo, o ladrão idiota faz aquilo que todo mundo sabe que não se pode fazer numa viagem no tempo: encontrar a si mesmo. Não apenas isso: ele resolve formar uma gangue com suas diferentes versões, criadas toda vez que volta ao passado e aparece diante de si mesmo. “Mega Time Squad” foi escrita e dirigida por Tim van Dammen, que trabalhou nos efeitos visuais da comédia de terror heavy metal “Deathgasm” (2015). O elenco destaca Anton Tennet (“Ozzy”) como o ladrão viajante do tempo, além de Jonny Brugh (“O que Fazemos nas Sombras”), Hetty Gaskell-Hahn (“Shortland Street”), Arlo Gibson (“Step Dave”) e Morgan Albrecht (“Penny Black”). “Mega Time Squad” estreia nos Estados Unidos em 15 de fevereiro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia

    27 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.

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    Posts misteriosos da franquia Alien no Instagram antecipam novo projeto

    26 de dezembro de 2018 /

    A conta oficial da franquia “Alien” no Instagram publicou seis novas imagens que, além de contar uma história, prometem uma “expansão” do universo do famoso monstro da Fox para 2019. Não há maiores explicações, o que resulta em muita especulação. Vale observar que a trama descrita nos posts se passa em um planeta distante, onde uma colônia da empresa Weyland-Yutan realiza experiências secretas e acaba vítima de uma nova infestação alienígena. A empresa é a mesma que aparece nos filmes da franquia, tentando explorar o potencial bélico dos Aliens. Outro detalhe que chama atenção é uma hashtag usada nos posts, com o nome de Amanda Ripley. Ela é filha de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) e apareceu como a protagonista do videogame “Alien: Isolation”, de 2013. A personagem também deve aparecer na próxima publicação de quadrinhos “Alien: Resistance”. Assim, é possível que esses teasers sejam relacionados aos quadrinhos, que chegam às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Sabe-se que “Alien” também tem um novo game em desenvolvimento. E há rumores sobre uma série de TV. Mas não há projetos para um novo filme. Ao optar por “Alien: Covenant” em 2017, a Fox descartou a produção de “Alien 5” por Neill Blomkamp (“Elysium”). Ao mesmo tempo, o fracasso comercial de sua aposta cancelou os planos para mais uma continuação de Ridley Scott. Visualizar esta foto no Instagram. Day 1: Arrived at the facility. Weyland-Yutani has poured massive resources into this orbital facility. I’ve come to investigate rumors about accidents in a secret research program. . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 10:01 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 2: The facility is hiding a terrible secret. Highly aggressive mega-parasites with corrosive blood. They’re breeding them, using them for research. . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer #MegaParasites Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 12:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 3: Breeding program is a house of horrors. They’re torturing and killing people, using them as hosts for the larvae. Where did these people come from? . . . . . #WeylandYutani #SciFi #AmandaRipley #StockingStuffer #Larvae Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 20 de Dez, 2018 às 2:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 5: It’s worse than I thought. They are dropping these payloads on the planet below. What is the company’s aim? . . . . . #Infestation #Xeno #OfficialRecords #Colony #Nightmar #SciFi #WeylandYutani Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 21 de Dez, 2018 às 12:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Day 6: It’s a nightmare. They have infested and destroyed the Weyland-Yutani colony below. Killing all of the facility’s personnel. We have to expose this. I know they’ll try to discredit me. Or worse. Tell someone — before they do this to anyone else. . . . . . #SciFi #Breeding #Xeno #Monsters #TellSomeone #Aliens Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 21 de Dez, 2018 às 2:03 PST

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    Especial de Ano Novo de Doctor Who ganha pôster e fotos

    26 de dezembro de 2018 /

    A BBC divulgou o pôster e as fotos do especial de Ano Novo de “Doctor Who”. Primeiro especial da Doutora vivida por Jodie Whittaker, o episódio também marcará o primeiro encontro da nova versão da personagem com os vilões mais tradicionais da série: os Daleks, criaturas alienígenas obcecadas por destruição. E esta não será a única referência clássica do especial. A Doutora vai adotar um cachecol colorido, lembrando que um cachecol já foi marca do Doutor vivido por Tom Baker. Mais longevo Doctor Who de todos, Baker estrelou a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. E, depois disso, “Doctor Who” terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Crackle, da Sony.

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