Star Trek: Discovery revela nova abertura e fotos dos personagens da 2ª temporada
A plataforma CBS All Access divulgou fotos dos personagens principais, incluindo surpresas e novidades, e o vídeo da abertura da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que pode ser visto abaixo sem os créditos que acompanharão sua exibição na série. As novidades entre os personagens são o Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), que desembarca da Enterprise para comandar a Discovery, e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), seu oficial de ciências, que também é irmão adotivo da protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green). Já as surpresas incluem o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), que morreu na temporada inaugural, a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), que retorna após escapar do Universo Espelho (uma dimensão alternativa onde a Federação representa o mal), e Ash Tyler (Shazad Latif), afastado da Discovery após se revelar um klingon infiltrado. Completam a lista os tripulantes Saru (Doug Jones), Paul Stamets (Anthony Rapp) e Sylvia Tilly (Mary Wiseman). Além destes, a série também introduzirá a Número 1, oficial da Enterprise, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e uma tripulante chamada Jett Reno, interpretada pela comediante Tig Notaro (“One Mississippi”). A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos, data que é homenagem à nave Enterprise, da série clássica “Star Trek”, cujo registro é NCC-1701. O primeiro episódio, por sinal, trará o encontro entre a Discovery e a Enterprise. Todos os capítulos serão disponibilizada semanalmente no Brasil pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.
Data de estreia da 2ª temporada de Star Trek: Discovery é homenagem à nave Enterprise
A nova temporada de “Star Trek: Discovery” estreia nesta quinta, dia 17 de janeiro, nos Estados Unidos. E o detalhe é que não se trata de uma data aleatória. Trata-se de uma referência à série clássica, conhecida no Brasil como “Jornada nas Estrelas”. A abreviatura da data, 17.01 corresponde ao registro da nave Enterprise, que é NCC-1701. Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (versão 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. O capitão original da Enterprise, Christopher Pike, será o novo capitão da Discovery a partir da 2ª temporada. E ele virá acompanhado por outros dois personagens clássicos, saídos do piloto original de “Star Trek”, gravado em 1964, que acabou recusado e refeito em 1966 com novo elenco. A tripulação original só ficou conhecida porque acabou resgatada num episódio especial da 1ª temporada da atração dos anos 1960, intitulado “The Cage”, que incluiu as cenas do piloto num longo flashback. Pike é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos), sua primeira oficial, conhecida como Número 1, por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e, como todo trekker sabe, a Enterprise original ainda inclui um oficial de ciências chamado Sr. Spock,. Ele mesmo, que vai aparecer em interpretação de Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck (vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos”, em 1963). A estreia da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” na Netflix acontece no dia seguinte, na sexta-feira (18/1). A plataforma seguirá disponibilizando os demais episódios da temporada com um dia de diferença em relação ao lançamento nos Estados Unidos.
Nightflyers: Minissérie sci-fi do autor de Game of Thrones ganha trailer legendado na Netflix
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Nightflyers”, minissérie sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”). Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo canal pago americano Syfy. Mas também uma das maiores decepções de 2018. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês em 50 anos. A série espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chega ao streaming em 1 de fevereiro.
Primeiro fracasso de 2019, Replicas registra pior abertura da carreira de Keanu Reeves
O primeiro grande fracasso de 2019 não conseguiu sequer figurar entre as 10 maiores bilheterias do fim de semana na América do Norte. Exibida em 2.329 salas, a sci-fi “Replicas” arrecadou apenas US$ 2,5 milhões e acabou em 12º lugar no ranking. O valor também representa a pior abertura da carreira de Keanu Reeves, que interpreta o protagonista, um cientista que perde a filha e a esposa em um acidente e tenta cloná-los. A última vez que Reeves teve um lançamento tão ruim foi em 1990 com a comédia “Te Amarei Até Morrer”, que abriu com US$ 4 milhões. Para piorar a situação, o filme também foi considerado podre pela crítica. A média no site Rotten Tomatoes aponta somente 10% de aprovação, com a maioria das resenhas destacando que o roteiro é cheio de furos e não faz sentido. Mas Reeves não deve ficar muito tempo lamentando o fracasso. Em maio, ele volta às telas no terceiro filme da franquia “John Wick”, que tem lhe rendido sucesso de público e crítica. E ele também será uma das novidades de “Toy Story 4”. Analistas esperam que a animação arrecade mais de US$ 1 bilhão no mundo. Além de Reeves, “Réplicas” conta com Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) e Emily Alyn Lind (“Quando as Luzes se Apagam”). A direção é de Jeffrey Nachamanoff (“O Traidor”) e não há previsão de estreia no Brasil.
Visual grandioso de Máquinas Mortais esconde trama superficial
A mágica da adaptação que Peter Jackson, Fran Wash e Philippa Boyens fizeram em “O Senhor dos Anéis” já não funcionou tão bem em “O Hobbit” e desanda de vez em “Máquinas Mortais”. O livro de Philip Reeve tem uma premissa original e curiosa: um mundo pós-apocalíptico em que os aglomerados urbanos se tornaram Cidades de Tração, ou seja, cidades móveis, que vão andando de um lado para o outro tentando se alimentar das menores ou fugir das maiores. Imagine se os carros de Mad Max fossem… err… cidades… e você terá uma boa ideia do mundo habitado pelas “Máquinas Mortais”. E, visualmente, o filme é espetacular. A escala é enorme e o conceito absurdo funciona muito bem na tela grande: o design de produção, os tipos de cidades, suas engrenagens, os figurinos, a inspiração steampunk, está tudo lá, atuando de maneira muito eficiente como reforço ao roteiro. O problema são os personagens caricatos, as frases de efeito manjadas e as coincidências que precisam ocorrer para a história andar (com o perdão do trocadilho). Em “Máquinas Mortais”, as cidades são mais interessantes do que os humanos. A impressão que se tem é que o filme precisou condensar muita informação e não conseguiu equilibrá-las de maneira razoável. Toda a mitologia por trás do mundo futurista precisou ser apresentada em um off inicial (chupado do “Senhor dos Anéis”) e muitos, muitos diálogos expositivos. Os personagens principais não têm tempo para serem apresentados e isso impede uma identificação clara com eles: pretendem não ser arquetípicos, mas também não são bem desenvolvidos, tornando-se indiferentes para o público. Outros aparecem e desaparecem de acordo com a necessidade do roteiro. O supervisor de efeitos visuais de várias produções de Peter Jackson, Christian Rivers, estreia na direção de longas com um projeto ambicioso que começa muito bem, mas vai perdendo… hã… combustível à medida em que avança. Iniciando com uma sequência espetacular que apresenta o mundo, os personagens e suas situações, “Máquinas Mortais” vai perdendo empolgação, chegando a um clímax… corrido, com resoluções gratuitas jogadas na tela sem vergonha nenhuma. Os atores vão ficando cada vez mais caricatos e quando chegam os créditos, a história de vingança contra um dos líderes de Londres (uma cidade-tração gigantesca que consome as menores) se torna uma sombra distante do que prometia aquela cena de abertura. Nem mesmo a interessante alegoria do darwinismo municipal é bem aproveitada, apenas raspando na discussão de como nossas metrópoles acabam “engolindo” comunidades menores. Sobra o visual arrebatador, algumas cenas de ação eficientes e as piadinhas divertidas com nossos itens de consumo tornados peças de museu. Pena que “Máquinas Mortais” não deverá sobreviver tanto tempo assim em nossas memórias. Ironicamente, não teve forças para ir tão longe quanto pretendia…
Alita: Anjo de Combate ganha 13 novos pôsteres internacionais
A Fox divulgou 13 novos pôsteres internacionais de “Alita: Anjo de Combate”, que destacam a protagonista de espada em punho e os diversos coadjuvantes da produção, muitos deles criados digitalmente. Após as primeiras exibições para a imprensa, o filme está sendo elogiadíssimo por seus efeitos visuais, considerados “uma maravilha da computação gráfica” e um “marco da sci-fi”. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Criador de Black Mirror chuta o pau da barraca ao defender Bandersnatch
Diante de tanta badalação, grande parte da própria Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch” acabou dividindo opiniões. Muitos consideram que foi muito barulho por nada. Outros que o filme não passa de um game, com a parte dramática um pouco mais estendida do que acontece nos jogos de console. O alvoroço devido ao recurso interativo, de permitir aos espectadores fazerem escolhas que alteram o rumo da trama, foi logo substituído por reclamações sobre como as escolhas são péssimas. E com o aumento do ruído negativo, o roteirista e produtor Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, resolveu se manifestar. E de forma pouco sutil. Ele chutou o pau da barraca numa entrevista com palavrões ao site The Huffington Post. “É interessante que existam reações diferentes de pessoas diferentes, em parte com base no que elas esperam ou no que querem. Então, algumas pessoas dizem ‘Ah, eu sou uma merda nisso’, e você meio que diz ‘Não, não, está tudo bem, nós construímos para você falhar’. Estamos tentando fazer com que você falhe algumas vezes para que você tenha que dar a volta e fazer as coisas de novo. Há também algumas pessoas que pensam ‘eu não quero tomar decisões’, ‘eu não quero fazer nada disso’… bem, então foda-se! E então há algumas pessoas que pensam: ‘Ah, é muito simples como um jogo’ ou ‘jogos já fizeram isso antes’ – bem, isso não está em uma plataforma de jogos, está na Netflix. Estou bem ciente do que é um jogo de computador, obrigado.” Por ter em comum uma estrutura similar aos livros da franquia “Escolha Sua Aventura”, a editora das publicações, Chooseco, abriu um process nesta sexta (11/1) contra a Netflix por quebra de direitos autorais. Saiba mais aqui.
Astro de Vikings vai estrelar série sci-fi dirigida por Ridley Scott
O ator Travis Fimmel, que ficou conhecido por seu papel como Ragnar Lothbrok na série “Vikings”, vai voltar a estrelar outra atração televisiva. Com grande mudança de cenário e época, ele trocará a Idade Média europeia pelo futuro espacial, como protagonista da primeira série dirigida por Ridley Scott. Intitulada “Raised by Wolves”, a série se passa em outro mundo e acompanha dois androides com missão cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam aprender como controlar as pessoas. Fimmel terá o papel de Father (Pai), um dos robôs, e contracenará com uma atriz ainda não anunciada, que desempenhará o papel de Mother (Mãe). Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” é produzida por Scott e faz parte de um acordo da empresa do cineasta com o canal pago TNT. A Scott Free vai desenvolver diversas séries de sci-fi para exibição rotativa no canal. A exibição do primeiro episódio registrará a estreia de Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Scott quer garantir que a série tenha um visual cinematográfico e usará sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), no piloto da produção.
Black Mirror: Bandersnatch rende processo da editora dos livros de Escolha Sua Aventura
A editora Chooseco, que publica nos EUA os livros infantis da famosa franquia “Escolha Sua Aventura” (Choose Your Own Adventure), entrou com processo contra a Netflix por usar a estrutura patenteada por ela para lançar o filme interativo “Black Mirror: Bandersnatch”. Criados por Edward Packard, os livros de “Escolha Sua Aventura” foram originalmente desenvolvidos para estimular a criatividade das crianças. Eles permitem que leitores façam escolhas em momentos chave da narrativa, que indicam páginas a sere puladas para continuar a leitura, resultando em histórias diferentes, conforme as escolhas. Packard escreveu o primeiro livro do gênero, “Adventures of You on Sugarcane Island”, em 1970, mas ele só foi publicado em 1976, um ano depois do desenvolvimento do primeiro game interativo, “Colossal Cave Adventure”, pelo programador Will Crowther e outros. Antes de a internet virar o que é hoje, “Colossal Cave Adventure” também consistia só de textos, com opções a serem definidas pelos jogadores por meio da inclusão de comandos. Foi um grande sucesso e acabou inspirando outros jogos interativos, criando um gênero que foi denominado de “Aventura” (Adventure), devido ao título do game original. “Colossal Cave Adventure” foi um processo longo, que levou de 1975 a 1976 a ser aperfeiçoado, mas desde o começo foi compartilhado entre vários jogadores dispostos a testá-lo na arpanet, a rede de computadores precursora da internet, inspirando outros a desenvolverem seus próprios jogos. Para todos os efeitos, ficou conhecido como a primeira obra de ficção interativa do mundo, precedendo as publicações de Packard. Já o termo “Escolha Sua Aventura” só foi introduzido para apresentar o segundo livro de Packard, “Adventures of You on Deadwood City” (1977), como uma anotação na contracapa. Outro detalhe é que o editor dos livros, R.A. Montgomery, só começou a adaptar a estrutura interativa para games nos anos 1980, quando lançou uma versão de “Choose Your Own Adventure” para Atari em 1984 – antes de criar CD-Roms para a Apple em 1990. Assim, na prática, os games da arpanet precederam os livros interativos. Mas, para a Chooseco, isso não importa, já que ela alega ter o copyright da estrutura que foi usada por “Bandersnatch”. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a Chooseco decidiu processar a Netflix nesta sexta-feira (11/1), revelando que a empresa de streaming chegou a fazer uma proposta para comprar os direitos da frase “Choose Your Own Adventure” e da franquia literária, mas que nenhum contrato foi fechado. A Chooseco preferiu fechar com o estúdio 20th Century Fox, que ficou com os direitos cinematográficos e televisivos de “Escolha Sua Aventura”. Os advogados da editora ainda dizem no processo que a Netflix já usou a frase patenteada pela companhia para promover outros produtos interativos, a maioria deles do catálogo infantil da plataforma. O processo também aponta que a frase “Escolha Sua Aventura” é usada em uma das cenas de “Bandersnatch”, durante um diálogo entre o protagonista Stefan (Fionn Whitehead) e seu pai, em que ele explica a estrutura do videogame que está criando. A editora diz que, como a associação de seu nome aos produtos da Netflix não foi previamente autorizada, ela tem direito a uma compensação de pelo menos US$ 25 milhões ou uma porcentagem dos lucros do serviço de streaming com “Black Mirror: Bandersnatch”. O caso vai depender da extensão da patente da Chooseco sobre a estrutura interativa – se ela registrou o formato para audiovisual, por exemplo. De todo modo, não é a primeira vez que a Chooseco faz valer a sua patente sobre a frase “Escolha Sua Aventura”. Na década passada, a empresa processou a Chrysler pelo uso da frase na propaganda de um de seus jipes. O caso terminou em um acordo monetário entre as duas partes.
Roteirista de Bird Box vai desenvolver nova série de fantasia para a Netflix
O roteirista Eric Heisserer vai estender sua parceria com a Netflix, após o sucesso de “Bird Box”, com a produção de uma nova série de fantasia. Intitulada “Shadow and Bone”, a série é inspirada na saga literária de Leigh Bardugo, conhecida como “trilogia Grisha”, cujo primeiro livro foi lançado no Brasil com o título “Sombra e Ossos”, a tradução do nome da série – os outros dois volumes foram batizados de “Sol e Tormenta” e “Ruína e Ascensão”. A saga se passa num mundo divido entre um lado iluminado e outro em perpétua escuridão, habitado por monstros canibais. A protagonista é Alina Starkov, cartógrafa de seu regimento militar, que, durante uma expedição pelo perigoso “lado escuro” do planeta, descobre ter uma habilidade especial que a transforma em alvo de poderosas forças ocultas. Os livros de Berdugo já venderam mais de 2,5 milhões de cópias ao redor do mundo e foram traduzidos para 38 línguas diferentes. Heisserer vai escrever a adaptação e também servir como showrunner e produtor da série, ao lado da própria autora. “Shadow and Bone” terá inicialmente oito episódios e incluirá elementos do spin-off literário “Six of Crows”, que expande o “universo Grisha”. Ainda não há previsão de estreia.
Primeiras impressões de Alita: Anjo de Combate chamam filme de “maravilha” e “marco da sci-fi”
“Alita: Anjo de Combate” teve suas primeiras sessões para a imprensa, gerando repercussão extremamente positiva nas redes sociais, pouco mais de um mês antes de sua estreia. Os elogios são rasgadíssimos. De “marco da sci-fi” à “uma maravilha da computação gráfica”, que tem só um problema, como disse o editor do site JoBlo, Paul Shirley: “a vontade de ver mais, o que é um bom problema para ter”. Shirley ainda descreveu a produção como “uma jornada selvagem e visceral que oferece ação incrível, um mundo virtual imersivo e uma quantidade surpreendente de peso emocional” e ainda destacou que a protagonista, criada com ajuda de muita computação gráfica, “é totalmente desenvolvida, forte, falha, cativante e rebelde”. Hector Navarro, um freelance de Los Angeles, juntou-se ao coro, ao conclamar: “Mal posso esperar para que todos vejam! Mais adaptações de anime/mangá como essa, por favor”. Chris Sylvia, da Regal Movies, ainda destacou que o filme deve ser visto em 3D, pela forma imersiva como usa a tecnologia. “Alita chuta bundas a sério”, ele elogiou. “Deve ser experimentado em 3D.” Max Evry, editor do ComingSoon, foi quem chamou “Alita” de “um marco no gênero sci-fi, com mergulhos imersivos no mundo do futuro”. Ele também elogiou “a performance fotorrealista” de Rosa Salazar, “surpreendentemente cheia de nuances”, e repetiu o “problema” do filme. “A única queixa é que me deixou querendo mais”. Yen Yamato, do Los Angeles Times, replicou quase com as mesmas palavras, ao descrever o filme de “uma maravilha fotorrealista de computação gráfica, que ganha vida explosiva na performance incrivelmente sutil de Rosa Salazar”. A jornalista ainda acrescenta que a atriz “é carismática, hilária e uma estrela”. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Remake da série sci-fi Roswell ganha três novos trailers
A rede The CW divulgou três novos trailers do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. Mas o elenco é repleto de atores conhecidos de séries adolescentes e sobrenaturais. A prévia revela as diversas mudanças e similaridades entre o remake e o original, ao mostrar a mesmíssima história, mas com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas eram adolescentes que frequentavam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. Há até uma fala que remete diretamente à música-tema da antiga atração, “Here with Me”, de Dido – quando o protagonista diz “You’ve asked me what I am”, Dido responderia: “Oh I am what I am”… A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que afirmou ter o objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies”. Ela também produz a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.
Novos pôsteres destacam personagens novos e antigos de Star Trek: Discovery
A plataforma CBS All Access divulgou novos pôsteres da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que incluem as duas principais novidades da temporada: Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos) e Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), além de Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), Saru (Doug Jones) e a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh). Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e acabou integrado na cronologia oficial em 1966. Apesar disso, permanece pouco conhecido e “Discovery” finalmente revelará mais de sua história. Ele desembarca em “Discovery” acompanhado de outros dois personagens do piloto original de “Star Trek”, a primeira oficial da Enterprise, conhecida como Número 1, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e o Sr. Spock, que já fazia parte da tripulação da Enterprise na época de Pike. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.











