Alita: Anjo de Combate pede para não ser subestimada em novo comercial
A Fox divulgou o comercial de “Alita: Anjo de Combate” exibido no intervalo do Super Bowl na TV americana. O vídeo traz a protagonista dizendo que não é para subestimá-la, o que é um marketing metalinguístico, considerando as críticas negativas da imprensa. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, o filme traz Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Javier Bardem entra no elenco do remake de Duna
A elenco do remake de “Duna” segue crescendo. A novidade do dia é o ator espanhol Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), que abriu negociações para participar do filme. O contrato é para o papel de Stilgar, o líder rebelde de uma tribo que ajuda Paul Artreides, o personagem de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O elenco grandioso da produção também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Roteirista de Sobrenatural vai escrever remake da sci-fi Fuga de Nova York
Após o sucesso de “Halloween”, outro clássico do diretor John Carpenter vai voltar aos cinemas em nova versão. A Fox pretende lançar um remake de “Fuga de Nova York”, sci-fi de 1981 dirigida por Carpenter e protagonizada por Kurt Russell. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o remake terá roteiro de Leigh Whannell (do terror “Sobrenatural”), que nesta semana também foi anunciado como diretor de “O Homem Invisível”. Fontes ainda informaram ao site que o próprio Whannell pode dirigir o longa. O projeto do remake é antigo. Anteriormente, a Fox chegou a encondar um roteiro a Neil Cross, o criador da série britânica “Luther”, que seria dirigido por Robert Rodriguez – nos cinemas em 14 de fevereiro com outra sci-fi, “Alita: Anjo de Combate”. Diretor e roteirista do filme original, Carpenter está envolvido na nova versão como produtor executivo, assim como aconteceu com “Halloween”. O longa de 1981 mostrava a transformação da ilha de Manhattan numa enorme prisão de segurança máxima, cercada por muros gigantescos, onde os criminosos mais perigosos dos EUA eram deixados à própria sorte. A trama começa após um atentado derrubar o avião presidencial em Nova York, levando o governo a buscar ajuda de Snake Plissken, um dos mais perigosos terroristas do planeta, que precisa encontrar e salvar o presidente na prisão quilométrica em troca de sua liberdade e da própria vida, já que foi injetado com um explosivo que será detonado em 22 horas – o tempo que tem para completar a missão. Considerada uma das ficções científicas mais influentes dos anos 1980, a produção ganhou sequência, “Fuga de Los Angeles”, em 1996, e inspirou diversas cópias. Por sinal, há dois anos Carpenter venceu um processo por plágio contra o produtor Luc Besson, após a produção francesa “Sequestro no Espaço” (2012) copiar diversos conceitos de “Fuga de Nova York”, apenas trocando a ilha de Manhattan por uma prisão espacial.
Travelers é cancelada após 3ª temporada sem divulgação da Netflix
A Netflix cancelou “Travelers” após lançar a 3ª temporada da série praticamente sem divulgação. Para se ter ideia, a Netflix Brasil não divulgou um trailer legendado sequer em seu canal no YouTube para avisar que os episódios estavam disponíveis. E a versão americana da plataforma só produziu um único vídeo sobre a produção, e isso uma semana antes da estreia. Um vídeo apenas, sem legendas. Com menos destaque que produções novatas da Índia, da Polônia e da Austrália, a série tinha obtido 100% de aprovação em sua temporada inaugural na média do Rotten Tomatoes. Criação de Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão (as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”), a atração girava em torno dos últimos sobreviventes da humanidade, que enviavam suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21, e assim tentar mudar o futuro apocalíptico. Estes “viajantes” assumiam a vida de pessoas aparentemente aleatórias, destinados a morrer de causas fortuitas, trabalhando secretamente em conjunto para salvar a humanidade da destruição. Ironicamente, a falta de empenho da Netflix contrastou com o investimento feito na atração. Realizada pelo canal canadense Showcase em suas primeiras temporadas, os últimos episódios de “Travelers” foram os primeiros totalmente financiados pela Netflix. E essa iniciativa foi fruto da ótima repercussão do material inicial. Ao final, a plataforma nem se deu ao trabalho de revelar aos fãs o cancelamento. Quem fez isso foi o ator Eric McCormack nesta sexta-feira (1/2) em suas redes sociais. Protagonista e produtor da série, McCormack (mais conhecido como o Will de “Will & Grace”) publicou um vídeo para dar a má notícia. “Muitos de vocês vêm perguntando sobre a possibilidade de uma 4ª temporada, mas muitos têm dito: ‘Veja, se for só isso, que final emocionante e profundo que tivemos'”, disse o ator. “Bem, receio que seja só isso. Quem sabe o que o futuro reserva, mas o Programa de Viajantes 1, como nós o chamamos, está completo… Muito amor de 3468 para o século 21”. Além de Eric McCormack, o elenco incluía Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”). To all our fellow #Travelers… ❤️ @MacKenziePMusic @NestaCooper @JaredAbrahamson @PatrickGilmore @LeahCairns @SpenceJen @jalexbrinson @bradtravelers @Carrie_Mudd pic.twitter.com/76Y3wYmnSQ — Eric McCormack (@EricMcCormack) February 1, 2019
The Handmaid’s Tale: Teaser da 3ª temporada revela destino de Offred
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Visando criar expectativa para o trailer completo, que será lançado no domingo na TV americana, durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo revela uma grande reviravolta da trama, mostrando o destino de June/Offred (Elizabeth Moss). A prévia registra a personagem sem os trajes vermelhos de aia, assumindo novo vestuário, de cor cinza, como uma Martha – nome dado às criadas responsáveis por afazeres domésticos no mundo opressivo de Gilead. No final da temporada passada, June ficou com o destino em aberto, após entregar sua filha recém-nascida nas mãos de Emily (Alexis Bledel). Mas, em vez de se juntar à amiga em fuga de Gilead, ela toma a decisão de ficar naquele lugar opressivo para resgatar sua outra filha, a pequena Hannah (Jordana Blake). O trailer deve explicar se o novo vestuário de June é um disfarce para realizar seu objetivo ou uma nova punição, por ter “raptado” sua filha da casa do comandante Waterford (Joseph Fiennes). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay. #SBLIII pic.twitter.com/1hDBz2Giyn — The Handmaid's Tale (@HandmaidsOnHulu) February 1, 2019
Críticas oficiais chamam Alita: Anjo de Combate de “lixo”
A diferença entre os críticos geeks e os críticos de cinema radicalizou-se com o lançamento de “Alita: Anjo de Combate”. Após ser incensada pelos groupies dos sites geeks, que babaram em tuítes elogiosos após as primeiras sessões para jornalistas, a sci-fi está sendo destruída pela imprensa “séria”, que não escreve sobre bonecos de filmes. De “marco da sci-fi” e “uma maravilha da computação gráfica”, como exageraram os críticos de Twitter, o filme virou “lixo” nas publicações oficiais com mais de 280 caracteres dos críticos de cinema. Embora elogiando as sequências de ação e a expressividade de Alita – interpretada pela atriz Rosa Salazar com efeitos CGI – , o consenso é que “Alita: Anjo de Combate” não passa de um clichezão de sci-fi com personagens superficiais. O site The Wrap o classificou como “uma confusão”… “apressada, sem foco e de tom errático”. O jornal britânico The Guardian taxou a obra de “romance distópico convencional” e, acrescentou a revista Time Out, “já visto antes”. “O Big Mac do cinema”, resumiu a Variety, num alusão a junk (lixo) food. Já a revista Entertainment Weekly considerou que “chamar esse filme de lixo é um desserviço para a autenticidade dos filmes trash legítimos”. Com a publicação das primeiras críticas, o filme ganhou cotação no site Rotten Tomatoes. E é podre, com apenas 44% de aprovação. O detalhe é que, quando se aplica o filtro dos chamados “top critics” (aqueles que não publicam em sites de groupies geeks), a avaliação desaba para 29%. Lixão. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Revival da série clássica Além da Imaginação estreia em abril
O serviço de streaming CBS All Access definiu a data de estreia da nova versão da série clássica de antologia sci-fi “Além da Imaginação” (Twilight Zone). A produção que marcou a história da televisão vai retornar com a disponibilização de dois episódios simultâneos no dia 1º de abril. O remake tem produção de Jordan Peele (vencedor do Oscar por “Corra!”), que também aparecerá na introdução de cada capítulo apresentando a história fantástica que o espectador irá acompanhar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que aparecia no começo de todos os episódios originais, exibidos entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando um episódio completo por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “”Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. Como curiosidade, o remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A nova “Além da Imaginação” vai se juntar a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes entre os fãs americanos de ficção científica. Para atrair o público, o elenco da produção é uma verdadeira constelação de astros e estrelas. Os episódios vão contar com John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. O CBS All Access não é comercializado no Brasil, mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
Dick Miller (1928 – 2019)
O ator Dick Miller, que ficou conhecido por atuar em filmes cultuados dos cineastas Roger Corman e Joe Dante, morreu nesta quarta-feira (30/1) aos 90 anos, em Toluca Lake, na Califórnia. Com longa carreira no cinema, ele foi lançado por Corman, o lendário rei dos filmes B, durante os anos 1950. Reza a lenda que Miller procurou Corman para tentar emplacar um roteiro. Mas o cineasta respondeu que não precisava de roteiros e sim de atores. E assim o roteirista sem dinheiro Richard Miller virou Dick Miller, o ator de salário mínimo. De cara, ele estrelou dois westerns de Corman, “Pistoleiro Solitário” (1955) e “A Lei dos Brutos” (1956), antes de entrar nos clássicos de sci-fi e terror baratos que tornaram o nome do diretor mundialmente conhecido, como “O Conquistador do Mundo” (1956), “O Emissário de Outro Mundo” (1957), “Um Balde de Sangue” (1959), “A Loja dos Horrores” (1960), “Obsessão Macabra” (1962), “Sombras do Terror” (1963) e “O Homem dos Olhos de Raio-X” (1963), entre muitos outros. Ele também apareceu nos filmes de surfistas, motoqueiros e hippies da época, entre eles os cultuadíssimos “Os Anjos Selvagens” (1966) e “Viagem ao Mundo da Alucinação” (The Trip, 1967), ambos estrelados por Peter Fonda e dirigidos por Corman. O sucesso dos filmes baratos do diretor acabaram criando uma comunidade. Corman passou a contratar aspirantes a cineastas para transformar sua produtora numa potência, lançando mais filmes que qualquer outro estúdio de Hollywood, e isso fez com que Miller trabalhasse com Paul Bartel (em “Corrida da Morte – Ano 2000”), Jonathan Demme (em “Loucura da Mamãe”) e principalmente Joe Dante. Miller e Dante ficaram amigos desde que fizeram “Hollywood Boulevard” (1976) para Corman e essa amizade rendeu uma colaboração duradoura e cheia de clássicos, como “Piranha” (1978), “Grito de Horror” (1981), “Gremlins” (1985) e muito mais. Na verdade, todos os filmes de Dante tiveram participação do ator, até o recente “Enterrando Minha Ex” (2014). Querido pela comunidade cinematográfica, Miller também trabalhou com os mestres Martin Scorsese (“New York, New York” e “Depois das Horas”), Steven Spielberg (“1941”), Samuel Fuller (“Cão Branco”), Robert Zemeckis (“Febre de Juventude”, “Carros Usados”) e James Cameron (“O Exterminador do Futuro”). Ao atuar por sete décadas e aparecer em mais de 100 lançamentos, muitos deles reprisados até hoje na TV, tornou-se um dos rostos mais conhecidos de Hollywood. Por outro lado, por sempre interpretar papéis secundários, acabou não tendo uma projeção à altura da sua filmografia. Mas ele era reconhecido, sim, como apontou um documentário de 2014, que chamava atenção para o fato de todos já terem visto “That Guy Dick Miller” (aquele cara Dick Miller) em algum filme na vida. E ele ainda brincou com isso para batizar sua biografia de “You Don’t Know Me, But You Love Me” (você não me conhece, mas me ama). Ainda ativo, Miller tinha recém-finalizado o terror “Hanukkah”, que celebrava uma curiosidade de sua filmografia: era o sétimo filme em que o ator interpretava um personagem chamado Walter Paisley, costume inaugurado por Corman há 60 anos, em “Um Balde de Sangue”. No Twitter, o diretor Joe Dante lamentou a morte do grande parceiro. “Estou devastado em dizer que um dos meus melhores amigos e um dos meus colaboradores mais valiosos morreu”, escreveu. “Eu cresci assistindo Dick Miller em filmes dos anos 1950 e fiquei emocionado em tê-lo no meu primeiro filme”, disse. “Nós nos divertimos muito juntos e todo roteiro que eu escrevia tinha em mente um papel para o Dick – não apenas porque ele era meu amigo, mas porque eu amava vê-lo atuando! Ele deixa mais de 100 atuações, uma biografia e um documentário – nada mal para um cara que não gostava de personagens principais”, completou Dante.
Zendaya fará par romântico com Timothée Chalamet no remake de Duna
A produção do remake de “Duna” segue escalando seu elenco. A novidade do dia é a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, “O Rei do Show”), que abriu negociações para interpretar o interesse romântico do protagonista da trama, que será vivido por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O contrato é para o papel de Chani, a “garota dos sonhos” de Paul Atreides (Chalamet). No filme dirigido por David Lynch em 1984, Sean Young (de “Blade Runner”) interpretou a personagem, enquanto Kyle MacLachlan (de “Twin Peaks”) viveu o herói da história. Segundo o site Collider, a personagem apareceria menos no novo filme, mas ganharia mais destaque a partir de uma possível continuação. Além de Zendaya e Timothée Chalamet, o elenco de “Duna” contará com Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Hugh Jackman e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi da criadora de Westworld
Os atores Hugh Jackman (“Logan”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) vão protagonizar a sci-fi “Reminiscence”, primeiro longa escrito e dirigido por Lisa Joy, co-criadora da série “Westworld”. O roteiro chegou a entrar na Black List (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) de 2013. Após a repercussão de “Westworld”, chamou atenção de uma agência de talentos que buscou o comprometimento dos dois astros para levar o projeto para o mercado. “Reminiscence” será apresentado para investidores durante o Festival de Berlim, que começa no próximo dia 7 de fevereiro, e a expectativa é que atraia ofertas de grandes estúdios – e provavelmente da Netflix. A produção representará um reencontro entre Jackman e Ferguson, que trabalharam juntos em “O Rei do Show”, em 2017. A trama se passa no futuro, numa Miami parcialmente submersa pelos efeitos do aquecimento global. Jackman vive um detetive especializado em “recapturar” as memórias de seus clientes, que se sentirá incomodado ao aceitar o contrato da personagem de Ferguson, envolvendo-se mais do que deveria. Não há mais detalhes sobre a história, que o site Deadline descreve como complexa e cheia de camadas. Além de escrever e dirigir, Lisa Joy também vai assinar a produção, ao lado do marido Jonathan Nolan (co-criador de “Westworld”), Michael De Luca (produtor de “Cinquenta Tons de Cinza”) e Aaron Ryder (produtor de “A Chegada”). O longa deve ser filmado durante o período de outono nos Estados Unidos, entre setembro e novembro, e não tem previsão de estreia.
Oscar Isaac negocia virar pai de Timothée Chalamet no remake de Duna
O ator Oscar Isaac está em negociações para se juntar ao elenco de outra sci-fi famosa. O intérprete de Poe Dameron na franquia “Star Wars” foi selecionado para o remake de “Duna”. Caso o contrato seja fechado, ele vai viver Leto Atreides, pai do herói da trama, Paul Atreides, que será vivido Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Seu personagem é casado com Lady Jessica, papel interpretado por Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”). O elenco grandioso também conta com Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme por David Lynch em 1984 e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian
O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.
Doctor Who começa a gravar sua 12ª temporada
As estrelas se alinharam e a produção da série a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/doctor-who”>”Doctor Who” entrou em ritmo normal. O perfil oficial da atração da BBC divulgou uma foto do elenco para revelar que as gravações da 12ª temporada já começaram. Anteriormente, a BBC tinha afirmado que a produção de 12ª temporada teria um hiato maior que o costume, levando mais de um ano para ser exibida. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro e um especial de Ano Novo foi exibido no dia 31. Mas, depois disso, os fãs teriam que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Rumores sugeriam uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. E isto teria ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Um meio termo deve ter sido atingido para um retorno tão rápido às gravações. Mas não será surpresa se a série retornar para uma temporada abreviada, de apenas cinco episódios. Ou, tratando a situação com o eufemismo da midseason, com a segunda parte (mais cinco episódios) da temporada encaminhada para 2020. Após o anúncio do final das operações da plataforma Crackle na América Latina, os novos episódios não tem exibição prevista para o Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. #DoctorWho is back in production! ? ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 23 de Jan, 2019 às 12:00 PST








