Westworld: 3ª temporada ganha teaser misterioso
A HBO divulgou um vídeo misterioso da 3ª temporada de “Westworld”, que se apresenta como um comercial de uma empresa tecnologia. A prévia é uma propaganda da Incite, companhia fictícia, que ganhou até página na web, apresentada por seu fundador Liam Dempsey Sr. (Jefferson Mays, de “Vício Inerente”). O detalhe é que a empresa responsável pela criação dos “replicantes” da série se chama Delos. O que faz a Incite? Mistério para a nova temporada. A citação aos replicantes, nome dos androides de “Blade Runner”, reflete o fato de os robôs de “Westworld” terem mais que aparência humana. Eles também não querem “morrer” e, na 3ª temporada, estarão “vivendo” entre pessoas que desconhecem suas existências. Mas se há robôs revolucionários, como Dolores (Evan Rachel Wood), também há os que pretendem impedir seus planos, como Bernard (Jeffrey Wright). Como o cenário do Velho Oeste queimou no incêndio que devastou Malibu no fim do ano passado, a cidadezinha com cowboys não deve voltar a aparecer na série, que agora se passará no “mundo real”. De todo modo, a ideia dos criadores, Lisa Joy e Jonathan Nolan, já era introduzir a civilização do futuro, avançada o suficiente para ter criado o parque temático de Westworld. A série também vai ganhar novos intérpretes, como Aaron Paul (de “Breaking Bad”) e Vincent Cassel (“O Filme da Minha Vida”), que se juntarão a Tessa Thompson, Ed Harris, Luke Hemsworth, Thandie Newton e Rodrigo Santoro, entre outros remanescentes da produção. A estreia ainda não foi marcada, mas só vai acontecer em 2020. No futuro mesmo.
Stranger Things: Vídeos legendados revelam erros de gravação de todas as temporadas
A Netflix divulgou vídeos legendados com os erros de gravação das três temporada já exibidas de “Stranger Things”. Como a 1ª temporada foi exibida em 2016, o contexto de algumas cenas já pode ter sido esquecido. De todo modo, o elenco se diverte com todos os erros, com muitas frases interrompidas por gargalhadas, cenas que acabam em tombos, equipamentos que não funcionam, improvisos e dancinhas. Confira abaixo. “Stranger Things” já está renovada para a 4ª temporada, que deve ser exibida em 2020. Além disso, a empresa fechou um contrato milionário de exclusividade com os irmãos Duffer, criadores da atração, para que desenvolvam novas atrações.
Carrie Fisher deixou só 8 minutos de cenas inéditas para Star Wars: A Ascensão Skywalker
O cineasta Todd Fisher, responsável pelo documentário “Debbie Reynolds and Carrie Fisher Celebration of Life”, disse que o diretor J.J. Abrams só tinha 8 minutos de cenas inéditas de sua irmã, Carrie Fisher, para incluir em “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A revelação foi feita durante entrevista ao portal Yahoo!. Apesar de escasso, o material de arquivo foi de grande ajuda na construção da trama, de acordo com o irmão da atriz. “A verdade é que J.J. era um amigo próximo de Carrie. Os dois tinham um relacionamento extraordinário. Eles só tinham oito minutos de cenas arquivadas. Analisaram cada frame e conseguiram reverter em algo dentro da história, e do jeito certo. Foi como mágica”, ele contou. Embora tenha sido recriada digitalmente em “Rogue One”, Carrie Fisher vai aparecer de carne e osso em cenas inéditas no novo longa, que foram registradas pelo próprio Abrams durante a produção de “O Despertar da Força”, mas acabaram ficando de fora da versão final do lançamento de 2015. A atriz morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, justamente quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Todd Fisher também contou que a Princesa Leia, vivida por Carrie, seria originalmente o último Jedi, antes de sua morte mudar o desfecho da trilogia. Confira abaixo. Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), “Star Wars: Episódio IX” chega aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
See: Série de Jason Momoa coloca “Skol latão” no pós-apocalipse
A cerveja Skol ganhou uma publicidade inesperada, por conta do uso de um banco de som nacional em “See”, série da plataforma Apple TV+ estrelada por Jason Momoa. Um usuário do Twitter que se identifica como Erivaldoff foi quem revelou a gafe. Ele publicou a cena em que é possível ouvir claramente uma voz ao fundo gritando “Skol, Skol, Skol, Skol latão aqui”. Confira abaixo. A venda de cerveja acontece durante o terceiro episódio, em uma cena que se passa em um festival. O ambulante de certo viu no evento uma oportunidade de faturar alguns reais. SQN. O problema para o eco perdido é que a trama se passa num futuro pós-apocalíptico, seguindo um colapso da civilização e um evento de quase extinção que resultou na perda da visão da humanidade – e no fim da fabricação de cervejas, entre outras milhares de coisas. O fato de o ambulante ter parado nesse futuro é culpa do editor do som. Como nem todo os sons são captados ao vivo, no ambiente do set, muitos deles são reconstruídos em estúdio. Mas também existem bancos de dados sonoros, usados por editores para encontrar sons de passos, buzinas, enchentes, balbúrdia ou gritos prontos para uso. O responsável pela sonoplastia da série pode ter entrado num banco de dados estrangeiro e não se preocupado em entender o que estava sendo falado, e selecionado “skol latão” apenas pela ambiência. Os três primeiros episódios de “See” foram disponibilizados na sexta-feira passada (1/11), junto do lançamento internacional da Apple TV+, e novos capítulos será lançados semanalmente. A série é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e tem seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Além de Momoa, o elenco também destaca Alfre Woodard (“Luke Cage”), Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Camargo (“Penny Dreadful”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Hera Hilmar (“Da Vinci’s Demons”), Christian Sloan (“Salvation”) e Jaeden Noel (“Killjoys”). Seriado medieval da Apple TV+ usando banco de áudio brasileiro com direito s ambulante vendendo Skol latão pic.twitter.com/0B6wu450Ns — eri (@erivaldoff) November 5, 2019
Duna: Warner encomenda continuação, um ano antes da estreia do filme
A Warner já está trabalhando em uma sequência do remake de “Duna”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, Jon Spaihts (“Prometheus”) deixou o cargo de showrunner de “Dune: The Sisterhood”, série da HBO Max derivada do mesmo universo sci-fi do escritor Frank Herbert, para escrever o roteiro da continuação. Spaiths escreveu o roteiro do “Duna”, que está sendo filmado na Jordânia, em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). A notícia revela confiança do estúdio no filme de Villeneuve, que tem estreia marcada para dezembro de 2020. Por outro lado, a informação de que “Duna” seria dividido em duas partes não é nova, apenas não tinha sido oficializada. A produção é uma parceria com a Legendary Pictures e o CEO deste estúdio, Joshua Grode, revelou em julho que a trama literária seria realmente dividida em dois filmes. “Esse é o plano. Há uma plano de fundo que foi acenado em alguns dos livros [que nós expandimos]. E também, quando você lê o livro, há um ponto em que faz sentido para interromper o filme antes do final do livro”, ele explicou na ocasião. Ou seja, o segundo filme não contará a história de outro livro – como aconteceu com as minisséries do canal pago Syfy – , mas sim o final do primeiro. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy a partir de 2000. A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”).
Eternos: Set de filme da Marvel com Angelina Jolie é evacuado após descoberta de bomba
O set de “Eternos”, produção da Marvel estrelada por Angelina Jolie, que está sendo rodada nas Ilhas Canárias, precisou ser evacuado após uma bomba ser encontrada durante as filmagens. A equipe de filmagens e os atores foram mantidos a uma distância segura do local onde a bomba foi encontrada, mas o pânico se espalhou rapidamente nos bastidores, de acordo com fontes ouvidas pelo jornal britânico The Sun. “Era obviamente aterrorizante, a bomba poderia estar lá intocada durante décadas, mas quem sabe o que poderia ter acontecido se fosse tocada. Algumas das maiores estrelas do mundo estavam no set e ninguém queria se arriscar. Felizmente, os especialistas souberam lidar com a situação”, afirmou um integrante da equipe. A bomba pode ser da época da 2ª Guerra Mundial, porque a ilha espanhola abrigou uma base nazista no período. Previsto para estrear em novembro de 2020, “Eternos” tem direção da chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e ainda destaca em seu elenco Richard Madden e Kit Harington, ambos de “Game of Thrones”.
Personagens de Star Wars: A Ascensão Skywalker se reúnem em foto inédita
A Disney divulgou uma nova imagem de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Revelada durante a Celebration Chicago, convenção da franquia, a imagem reúne Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), BB-8 e C-3PO (Anthony Daniels) sob a icônica nave Millennium Falcon em um planeta de selva exuberante. Além deles, a produção também continuará as aventuras de Kylo Ren (Adam Driver), Rose Tico (Kelly Marie Tran), General Hux (Domhnall Gleeson), Maz Kanata (Lupita Nyong’o), Princesa Leia (a falecida Carrie Fisher) e Luke Skywalker (Mark Hamill), alem de trazer de volta Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e o Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), e incluir novos personagens, vividos por Dominic Monaghan (o Charlie de “Lost”), Keri Russell (a Elizabeth de “The Americans”) e outros. O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno da trama é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Mandalorian: Novo trailer revela papel de Ming-Na Wen
A Disney divulgou um novo trailer de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. A prévia revela algumas cenas inéditas, inclusive a primeira aparição da atriz Ming-Na Wen (a agente May de “Agents of SHIELD”). Ela interpreta uma assassina chamada Fennec Shand, que cruza o caminho do protagonista vivido por Pedro Pascal (“Narcos”). Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, e apresenta o personagem-título como um caçador de recompensas espacial que atira primeiro e faz perguntas depois. Vale lembrar que seu título se refere aos nativos do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pascal. O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto. Os demais intérpretes do elenco incluem Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). A série vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.
Apple TV+ estreia com preço baixo, pouco conteúdo e críticas negativas
O serviço de streaming de vídeo Apple TV+ estreou nesta sexta-feira (1/11) em todo o mundo. A ideia é competir com a Netflix e os vindouros serviços Disney+ (Disney Plus), HBO Max e Peacock, já anunciados. A prática, porém, é outra. Gigante no mercado de tecnologia, a Apple começa como uma anã no segmento de streaming. Sem catálogo de séries e filmes antigos, a plataforma oferece apenas programação original, mas o material é escasso. Tanto que chega com um preço muito mais baixo que seus rivais. No Brasil, custa R$ 9,9 mensais. Além do preço, o alcance é outro diferencial do serviço, disponibilizado em mais de 100 países já no lançamento. Entretanto, o principal atrativo deveria ser o conteúdo. A Apple TV+ estreou com episódios de quatro séries adultas, o programa de variedades “Oprah’s Book Club”, um documentário sobre a natureza e três séries infantis. Atrações adicionais serão acrescentadas todos os meses, mas o crescimento deve ser lento. Tanto que vai seguir uma estratégia de disponibilização de episódios semanais – em contraste com as maratonas de temporadas da Netflix – , para ter tempo de produzir conteúdo. O problema não se resume à pequena quantidade de opções. Ele é amplificado pela qualidade das produções, porque a maioria das séries foi destruída pela crítica. Uma das piores recepções coube àquela que deveria ser a joia da programação, “The Morning Show”, série dramática que traz Jennifer Aniston em seu primeiro papel em série desde “Friends”, ao lado de Reese Witherspoon (“Little Big Lies”) e Steve Carell (“The Office”). “Chamativa, mas frívola”, resumiu a avaliação do Rotten Tomatoes, junto de uma aprovação de 60% da crítica em geral e apenas 40% dos críticos top (dos principais veículos da imprensa americana e inglesa). Ainda mais destrutiva foi a avaliação de “See”, sci-fi épica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”), que aparenta custar tanto quanto “Game of Thrones” e obteve apenas 42% de aprovação geral e míseros 30% entre os tops do Rotten Tomatoes. A produção caríssima chegou a ser chamada de “comédia não intencional” pelo jornal britânico Telegraph. “For All Mankind” se saiu melhor. O drama de “história alternativa” em que a União Soviética chegou primeiro à lua foi considerado lento e até tedioso, mas sua materialização de um passado diferente pero no mucho (ainda é machista) rendeu comparações a “Mad Men” e esperanças na capacidade do produtor Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) para chegar logo ao cerne da trama, que avança em largos saltos temporais. Com o voto de confiança, atingiu 75% entre todos os críticos e 61% na elite. A comédia “de época” “Dickson” teve maior apoio da crítica em geral, com 76% de aprovação, mas os tops se entusiasmaram bem menos, com 57%. A série que traz Hailee Steinfeld (“Quase 18”) como uma versão adolescente punk gótica da poeta Emily Dickinson, em meio a vários anacronismos, foi a que ganhou mais elogios entusiasmados, mas também comparações pouco lisonjeiras às produções teen da rede The CW. Essa programação pode criar alguma curiosidade no público, mas, por enquanto, não demonstra potencial para virar tópicos de discussões como as primeiras séries da Netflix, “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A tarefa de gerar assinantes é nova na carreira de Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, ex-presidentes da Sony Pictures Television, que assumiram o comando do projeto de desenvolvimento de séries da Apple. A dupla foi responsável pelo lançamento de diversos sucessos como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e “The Crown”. Com a necessidade de produzir conteúdo para manter a plataforma funcionando, eles já autorizaram as produções das segundas temporadas das séries que estrearam nesta sexta. Mas essa renovação instantânea foi uma exceção, já que há bastante material sendo produzido para preencher a Apple TV+, com a missão de tornar o serviço mais atraente nos próximos meses. Entre as próximas atrações da Apple, atualmente em produção, destacam-se “Amazing Stories”, revival da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985; “Servant”, um terror psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”); “Foundation”, baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica; “Home Before Dark”, drama de mistério baseado na vida real de uma jornalista mirim (vivida por Brooklynn Prince, a estrelinha de “Projeto Flórida”), que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade; “Time Bandits”, adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”); “Life Undercover”, thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA; “Truth to Be Told”, em que Octavia Spencer (“A Forma da Água”) vive uma jornalista de podcast criminal; “Mythic Quest”, comédia sobre videogames, criada por Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”); séries ainda sem títulos dos cineastas Damien Chazelle (“La La Land”) e Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), etc. A plataforma também vai começar a disponibilizar filmes, como “Hala”, sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance, o próximo longa de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) e títulos exclusivos do estúdio indie A24 (de “Hereditário” e “Moonlight”). Há muito mais conteúdo em desenvolvimento. Mas a pressão por um lançamento rápido, antes da Disney+ (Disney Plus) (que chega em duas semanas), não ajudou a passar a melhor primeira impressão.
Astro de Game of Thrones entra na série baseada no filme Expresso do Amanhã
O ator Sean Bean, conhecido por interpretar Ned Stark em “Game of Thrones”, entrou na 2ª temporada de “Snowpiercer”, série ainda inédita que já se encontra em seu segundo ano de produção. A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma do filme homônimo do cineasta sul-coreano Bong Joon Ho, lançado no Brasil como “Expresso do Amanhã” (2013), que, por sua vez, era baseado nos quadrinhos franceses de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette (“O Perfuraneve”). A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”) e Alison Wright (série “The Americans”). O papel de Sean Bean é mantido em sigilo, mas é possível especular, pela aparição tardia, que seja equivalente ao desempenhado por Ed Harris (“Westworld”) no filme de 2013. A série foi desenvolvida por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da TNT sobre os rumos da atração e foi substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) – um dos motivos para a demora da estreia da produção. “Snowpiercer” deve chegar à TV na primavera americana (entre março e maio) de 2020.
Criadores de Game of Thrones planejavam contar a origem dos Jedi em nova trilogia Star Wars
A trilogia da saga “Star Wars” que estava sendo desenvolvida pelos roteiristas David Benioff e D.B. Weiss, a dupla que criou “Game of Thrones”, pretendia contar a origem da ordem Jedi. A história nunca foi explorada na franquia e a trama levaria a saga para muitos anos antes da família Skywalker, no auge da Velha República. A informação foi revelada pela revista Variety, ao apurar que conflitos com os executivos da Lucasfilm sobre como contar essa história foi o que levou a dupla a desistir do projeto. “Benioff e Weiss tinham planos ambiciosos para levar o universo ‘Star Wars’ em uma nova direção”, diz a reportagem, mas “desentendimentos a respeito dos planos para os filmes durante os últimos encontros” levaram ao anúncio de sua saída da produção. O que se sabe sobre as origens dos jedi é que a ordem foi criada em uma ilha, que serviu de refúgio para Luke Skywalker, conforme mostrado em “Star Wars: O Despertar da Força” e “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O último filme da trilogia atual, “Star Wars – A Ascensão Skywalker”, vai estrear no dia 19 de dezembro. Já a saga desenvolvida por D&D (como os fãs chamam David Benioff e D.B. Weiss) deveria vir a seguir, com o primeiro filme previsto para dezembro de 2022.
Stranger Things terá personagens novos em sua 4ª temporada
A 4ª temporada de “Stranger Things” terá quatro novos personagens masculinos, três deles adolescentes. Os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores, diretores e produtores da série, estão neste momento à procura dos intérpretes dos novos jovens da trama, que, segundo o site TV Line, são identificados como sendo um metaleiro, um garoto popular e outro amalucado – similar ao surfista Jeff Spicoli, interpretado por Sean Penn em “Picardias Estudantis” (Fast Times at Ridgemont High, 1982). Vale lembrar que “Picardias Estudantis” foi uma das principais influências da 3ª temporada da série, desde a inclusão de um Shopping Center suburbano como locação principal até uma cena de piscina ao som de “Moving in Stereo”, da banda The Cars. Com relação ao quarto personagem inédito, o adulto não será da cidade de Hawkins. Ele provavelmente será alguém do novo lugar em que Joyce (Winona Ryder) vai morar com as crianças – os irmãos Will (Noah Schnapp) e Jonathan (Charlie Heaton) e a “refugiada” Eleven/Onze (Millie Bobby Brown). Um teaser foi divulgado pela Netflix com a frase “Não estamos mais em Hawkins”. A próxima temporada terá oito episódios, mas ainda não possui previsão de lançamento.
Globo lança Sessão Globoplay para exibir séries da plataforma de streaming na televisão
O grupo Globo resolveu promover sua plataforma de streaming com um programa na TV aberta. Com estreia nesta sexta (1/11), a chamada “Sessão Globoplay” vai se dedicar a exibir episódios das séries internacionais disponibilizados no serviço de streaming. No primeiro programa, a emissora transmitirá o episódio inaugural de “Whiskey Cavalier”, chamada na tradução brasileira de “Jogo de Espiões”. A série estrelada por Lauren Cohan (“The Walking Dead”) tem apenas uma temporada e já foi cancelada nos Estados Unidos. Todos os 13 episódios serão exibidos, semanalmente, na Sessão Globoplay, que após queimar o material deve disponibilizar outra atração de seu catálogo de straming. Vale lembrar que a Globo exibiu com sucesso o piloto da série “Manifest” no horário da “Tela Quente”, e a produção atraiu um grande público, rendendo uma das maiores audiências do horário. O resultado foi impressionante. O piloto atingiu cerca de 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da “Tela Quente”. Isto representou audiência superior à registrada pela novela “Éramos Seis” e muito acima da performance de todas as atrações dos outros canais em seu horário. Embora siga a cartilha da Netflix de não revelar o público de sua plataforma de streaming, a Globoplay compartilhou com a imprensa que o buchicho fez “Manifest” atingir consumo 56% superior a “The Good Doctor”, que antes era considerada a série mais vista da plataforma. Segundo o jornal do grupo, a produção estrangeira passou até a novela “A Dona do Pedaço” em horas de consumo em streaming.











