A Caçada: Universal lança novo trailer e retoma estreia do filme que Trump chamou de racista
A Universal divulgou um novo trailer, poster e data de estreia para “A Caçada” (The Hunt), filme que quase desistiu de lançar. O cartaz, inclusive, faz referência ao fato de que a produção estava originalmente prevista para setembro passado, mas agora chegará aos cinemas americanos em 13 de março. O thriller satírico foi adiado em meio a uma onda de atentados nos EUA e um dia após sofrer um ataque explícito do presidente Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Tramas de caçada humana por esporte fazem parte do DND de Hollywood desde o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Mas “A Caçada” injeta crítica social no contexto. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. O trailer e o pôster demonstram que, após ponderar, o estúdio resolveu transformar o ataque de Trump em marketing. Um letreiro no meio do vídeo afirma que “o filme mais falado do ano é um que ninguém ainda viu”, enquanto o cartaz destaca frases sensacionalistas contra a produção. Para completar, a prévia ainda destaca clichês e preconceitos odiosos, seja nas falas dos direitistas pobres, que sugerem que atores não são pessoas reais, seja nos diálogos dos esquerdistas ricos, que transformam correção política numa caricatura insensível. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos, como destaca uma das falas do vídeo abaixo. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Miley Cyrus substitui Liam Hemsworth no tapete vermelho de seu novo filme
A cantora e atriz Miley Cyrus roubou a cena das estrelas da comédia “Megarromântico” (Isn’t It Romantic?), ao aparecer no tapete vermelho da première no lugar do marido, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), que estava indisposto. Desfilando num vestido vermelho com cauda, ela virou alvo preferencial dos paparazzi na noite de segunda (11/2) e respondeu perguntas dos jornalistas ao lado de Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e Priyanka Chopra (“Baywatch”), colegas de elenco de Hemsworth na comédia romântica. Indagada sobre qual foi a coisa mais romântica que já fez, Miley, que se casou com Liam em uma cerimônia familiar discreta em dezembro, respondeu: “Talvez seja o que estou fazendo: estou aqui… toda arrumada e desacompanhada para divulgar o filme do meu homem, então está ótimo. Ele me deve uma”. Miley não deu detalhes sobre a saúde do marido, justificando sua ausência ao dizer que “ele está abatido, não está se sentindo bem no momento”. “(Nós) artistas temos muita dificuldade de cuidar de nós mesmos”, disse ela. O filme foi extremamente importante para Hemsworth, “então eu tinha que estar aqui para representá-lo”, acrescentou. Usando as redes sociais, o ator pediu desculpas aos fãs por não comparecer à estreia em Los Angeles e agradeceu Miley por substituí-lo. “Lamento por não ter ido… esta noite, gente. Tratei de uns problemas de saúde bem incômodos nos últimos dois dias. Por sorte tenho a melhor garota do mundo para me representar!”, escreveu o ator no Instagram (veja abaixo), também sem dar detalhes sobre qualquer doença. “Megarromântico” gira em torno da personagem de Rebel Wilson. Ela aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher” e cresceu odiando comédias românticas. Até o dia em que leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com o bonitão vivido por Hemsworth, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo e frustrada. O grande elenco da produção ainda inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e a direção é de Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. O filme estreia nesta quarta (13/2) nos Estados Unidos, aproveitando a data do Dia dos Namorados (14/2), mas não será lançado nos cinemas brasileiros. Ele desembarca direto na Netflix por aqui, em 28 de fevereiro. Visualizar esta foto no Instagram. Sorry I couldn’t make it to the @isntitromantic premier tonight guys. Been dealing with some pretty annoying health stuff the last couple days. Lucky I have the best girl in the world to represent for me! Thanks for the support babe! I hope everyone enjoys the movie! It’s a perfect Valentine’s Day flick so if ya ain’t got nothin better to do then go see it! Love to all! Uma publicação compartilhada por Liam Hemsworth (@liamhemsworth) em 11 de Fev, 2019 às 7:44 PST
Rebel Wilson acorda num mundo de comédias românticas em divertido trailer legendado
A Netflix divulgou o divertido trailer de “Megarromântico” (Isn’t It Romantic?), uma comédia romântica irônica estrelada por Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e grande elenco. A prévia criativa como a protagonista, que aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com um bonitão, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo e frustrada. O grande elenco inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Priyanka Chopra (“Baywatch”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e a direção é de Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. Mas o mais irônico, na verdade, é que a produção seria lançada nos cinemas brasileiros. Mudança de planos e um título macarrônico, carrancudo e rrepelente depois, eis que o mesmo trailer divulgado pela Warner para os cinemas dos EUA ganha legendas em português para lembrar que comédias românticas são agora tendência de streaming. A estreia está marcada para 28 de fevereiro em streaming, duas semanas antes da data em que originalmente chegaria aos cinemas brasileiros.
Trailer do novo filme de Rebel Wilson diverte com sátira de comédias românticas
A Warner divulgou o divertido trailer de “Isn’t It Romantic?”, uma comédia romântica irônica estrelada por Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e grande elenco. A prévia criativa mostra como a protagonista, que aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com um bonitão, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo, frustrada e obcecada em repetir a tentativa. O grande elenco inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Priyanka Chopra (“Baywatch”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e dirigida por Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. A estreia está marcada para 14 de março no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Sacha Baron Cohen volta a viver Borat para zoar eleitores de Trump na TV americana
Sacha Baron Cohen retomou seu personagem Borat para zoar os eleitores de Trump, numa gravação ao estilo do filme de 2006, exibida no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça-feira (6/11). Ele voltou ao famoso bigode e guarda-roupa beje do repórter do Cazaquistão para apoiar o partido do presidente Trump em locais de votação marcados por eleitores conservadores, no dia em que aconteceram eleições nos Estados Unidos. Veja abaixo. Em sua primeira visita a um eleitor de Trump, uma mulher atendeu a porta, o que levou Borat a perguntar sobre o “homem da casa”. Quando a mulher respondeu que só ela estava em casa, ele quis saber: “Há alguém nesta casa que possa votar?” Quando ela disse que podia, ele respondeu: “Não é contra a lei? Hm”. No decorrer da conversa, a mulher provou ser uma defensora da polêmica política de “tolerância zero” da Trump, que separava as crianças que haviam entrado ilegalmente nos EUA de seus pais. “É como um acampamento”, disse ela a Borat. “Trump os alimenta três vezes ao dia como ele faz com seus próprios filhos”. Ela chamou Trump de “humanitário”. Em outra parada, um defensor de Trump corrigiu a forma como Borat chamava Trump de “Premier”. “Bem, é o presidente Trump”, disse ele. Borat pressionou o homem sobre se considerava Trump racista, mas o homem afirmou que ele não era. “Eu sou racista e ele é bonzinho”, disse Cohen. No final, ele pediu para usar o banheiro do homem e reapareceu vestindo apenas uma toalha e escovando os dentes. Borat subseqüentemente foi a área de votação. “É bom ver a democracia em ação. Só que não”, afirmou. Citando pesquisas de que a maioria dos judeus americanos votam em democratas, ele colocou bacon nas calçadas e tentou impedir um judeu ortodoxo. “Você não passará”. O homem não lhe deu atenção. Ele também perguntou a um homem perto do local de votação se ele votou “republicano ou judeu” e, em seguida, fez uma pergunta sobre os órgãos genitais de Melania Trump que o homem se recusou a responder. Borat terminou sua aparição, chamando o programa de Kimmel. “Agora, é com você, Jimmy, seu pequeno elitista, porta-voz judeu globalista de Hollywood”. Desde o fenômeno de popularidade do filme de Borat, baseado no personagem criado por Cohen no programa britânico de TV “The Ali G Show”, ele só tinha revivido o personagem uma única vez, e também foi em “Jimmy Kimmel Live!”, em 2015. Neste ano, ele voltou a chamar atenção com seus personagens inusitados no programa “Who Is America?”, em que levou políticos de direita a passarem verdadeiros ridículos, em pegadinhas que entraram para a história da televisão americana.
Isabelle Huppert será madrasta malvada em sátira erótica de Branca de Neve
A atriz francesa Isabelle Huppert, indicada ao Oscar 2017 por “Elle”, vai viver uma madrasta malvada em “Pure as Snow”, uma sátira erótica contemporânea da célebre fábula encantada da Branca de Neve. O filme será dirigido pela cineasta Anne Fontaine (“Coco Antes de Chanel”) e trará Lou de Laâge (“Respire”) como a jovem protagonista. As duas trabalharam juntas no elogiado filme “Agnus Dei” (2016) – 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A trama vai girar em torno de Claire, uma bela garota que trabalha no hotel do pai, gerido por sua temível madrasta chamada Maud. Mesmo sem querer, a menina provoca ciúmes em Maud, após o novo namorado dela se encantar pela jovem. A vilã decide dar um fim em Claire, que encontra refúgio em uma fazenda com sete belos príncipes. “Anne Fontaine modernizou este conto e deu um tom erótico, refinado e leve para o projeto. Ela também retrata suas personagens femininas de uma forma empoderada e estimulante”, declarou a co-produtora do estúdio Gaumont, Cecile Gaget, ao anunciar o projeto. As filmagens começam em abril, mas ainda não há previsão para o lançamento.
Trailer de comédia do criador de Veep satiriza a morte de Stalin
A IFC Filmes divulgou os pôsteres de personagens e o novo trailer da comédia “The Death of Stalin”. Dirigido por Armando Iannucci, criador de “Veep”, o filme é uma sátira histórica, que adapta a graphic novel francesa de mesmo nome, sobre os dias caóticos que se seguiram à morte do líder soviético Joseph Stalin em 1953. O elenco reúne um time talentoso e eclético, liderado por Jeffrey Tambor (série “Transparent”), Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”), Rupert Friend (série “Homeland”), Michael Palin (“Ferocidade Máxima”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), Simon Russell Beale (“A Lenda de Tarzan”) e as atrizes Andrea Riseborough e Olga Kurylenko (ambas de “Oblivion”). O filme teve avant-première mundial no Festival de Toronto e faz parte da programação do Festival de Sundance, mas ainda não tem estreia comercial marcada nos Estados Unidos – nem no Brasil.
Série Graves é cancelada após 2ª temporada
O canal pago americano Epix anunciou o cancelamento da série “Graves” após duas temporadas. A comédia política foi uma das primeiras produções originais do canal, lançada em 2016 junto do thriller de espionagem “Berlin Station”. Além de baixa audiência, a série não agradou a crítica. Tinha apenas 56% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 70% de “Berlin Station”, que foi renovada pra a 3ª temporada. O último episódio foi ao ar em 10 de dezembro. Criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” acompanhava Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política.
Trailer de comédia do criador de Veep satiriza a morte de Stalin
A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia “The Death of Stalin”. Dirigido por Armando Iannucci, criador de “Veep”, o filme é uma sátira histórica, que adapta a graphic novel francesa de mesmo nome, sobre os dias caóticos que se seguiram à morte do líder soviético Joseph Stalin em 1953. O elenco reúne um time talentoso e eclético, liderado por Jeffrey Tambor (série “Transparent”), Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”), Rupert Friend (série “Homeland”), Michael Palin (“Ferocidade Máxima”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), Simon Russell Beale (“A Lenda de Tarzan”) e as atrizes Andrea Riseborough e Olga Kurylenko (ambas de “Oblivion”). O filme terá première mundial no Festival de Toronto e estreia comercialmente em 20 de outubro no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Trailers da nova sátira esportiva da HBO destacam elenco grandioso
A HBO divulgou dois trailers e o pôster de seu novo documentário esportivo falseta estrelado por Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”). Após “7 Dias no Inferno” (7 Days of Hell), sobre uma partida de tênis que durou uma semana, “Tour de Pharmacy” aborda uma competição ciclista dos anos 1980, em que todos os atletas participaram dopados, numa referência ao escândalo de doping de Lance Armstrong na Tour de France. O próprio, por sinal, faz parte do elenco, listado como “informante”. A sátira combina cenas do evento fictício de 35 anos atrás com depoimentos que mostram como os atletas estão hoje. Por exemplo, Freddie Highmore (série “Bates Motel”) cresceu e virou Julia Ormond (série “Incorporated”). Mas quem rouba a cena é o lutador do WWE John Cena (“Irmãs”), de peruca loira e roupa colada, retratando um ciclista em esteroides. O elenco grandioso ainda inclui Orlando Bloom (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Daveed Diggs (série “The Get Down”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), James Marsden (série “Westworld”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Kevin Bacon (série “The Following”), Will Forte (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), Mike Tyson (“Se Beber, Não Case”) e o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), entre muitos outros. Além de Samberg, o roteirista Murray Miller e o diretor Jake Szymanski são os mesmos de “7 Dias no Inferno”. A estreia está marcada para 8 de julho.
Filme Mera Coincidência pode virar série de comédia política
Em sincronicidade com as palavras-chaves do governo de Donald Trump dos EUA, “fake news” e “fatos alternativos”, a HBO aprovou o começo de desenvolvimento de uma série de comédia baseada no filme “Mera Coincidência” (1997). Segundo o site The Hollywood Reporter, a adaptação será produzida pelo diretor do filme original, Barry Levinson, em parceria com o ator Robert De Niro, um dos astros da sátira política. “Mera Coincidência” (Wag the Dog) acompanhava os esforços de uma equipe de relações públicas para desviar a atenção do público de um escândalo sexual envolvendo o presidente americano às vésperas de uma eleição. Para tanto, o grupo resolver chamar um cineasta e criar uma guerra fictícia. Além de De Niro, o elenco ainda destacava Dustin Hoffman e Anne Heche. Na época, a trama era uma grande sátira ao escândalo sexual envolvendo o ex-presidente Bill Clinton, que quase sofreu um impeachment por ter mentido sob juramento a respeito de sua atividade sexual com a estagiária Monica Levinsky em pleno Salão Oval da Casa Branca. Mas não há dúvida de que o tom atual brincaria com as “notícias falsas” que Trump adora aludir em seu Twitter. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado, e será escrito por Rajiv Joseph (“A Grande Escolha”). Caso o projeto avance, Levinson vai dirigir o piloto.
Séries Graves e Berlin Station são renovadas
O novo canal pago Epix anunciou a renovação de suas duas primeiras séries, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, gerando mais 10 episódios para cada uma das atrações. Sátira política criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” gira em torno de Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanha as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é Thomas Shaw, responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. A crítica gostou bem mais da segunda, com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 56% da comédia. Paralelamente, o Epix prepara sua terceira série, uma adaptação do livro/filme “O Nome do Jogo” (1995).
Série Archer deve acabar na 10ª temporada
A série animada “Archer” deve acabar após completar a encomenda de seus novos episódios. Vencedora do Emmy 2016 de Melhor Série Animada, a atração foi recentemente renovada por mais três anos, que a fariam chegar até a 10ª temporada, prevista apenas para 2019. Segundo o criador Adam Reed, a ideia é terminar a série após o 10º ano. “Eu não sei se a emissora já anunciou isso, mas a ideia é fazer essas três temporadas mais curtas, de oito episódios, e totalmente diferentes entre si, e depois finalizar”, ele explicou, durante um podcast realizado na semana passada. Ainda segundo Reed, a 7ª temporada, exibida neste ano, deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para mais três anos finais. Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido pela paródia animada “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972. A série acompanha o espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. O elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Jessica Walter (série “Arrested Development”) como Malory, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a sexy espiã negra Lana Kane e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt. A 8ª temporada de Archer será exibida em 2017 nos EUA.











