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  • Filme

    Sequência de “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” é confirmada após 38 anos

    12 de junho de 2025 /

    Mel Brooks anuncia continuação da sátira de "Star Wars", com Bill Pullman e Rick Moranis de volta ao elenco

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  • Série

    HBO cancela “A Franquia” após uma temporada

    3 de janeiro de 2025 /

    Série satírica sobre filmes de super-heróis não terá continuação, apesar da equipe renomada por trás do projeto

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  • Série

    Kaley Cuoco volta a investigar serial killer nos novos episódios de “Baseado numa História Real”

    26 de outubro de 2024 /

    2ª temporada da série de comédia estreia em novembro nos Estados Unidos e chega ao Brasil pela Globoplay

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  • Filme

    “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” vai ganhar continuação após 40 anos

    18 de junho de 2024 /

    A nova comédia espacial será estrelada por John Gad e produzida pelo Amazon MGM Studios

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  • Série

    “Archer” vai acabar após 14 temporadas

    15 de maio de 2023 /

    A série animada “Archer” vai terminar em sua 14ª temporada no FXX, canal americano de humor da marca FX. A emissora revelou, nesta segunda-feira (15/5), as datas de estreia de sua nova programação, incluindo o final da animação. Paródia de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada: “Laboratório Submarino 2021” – sátira de um desenho clássico de 1972. A trama gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional, em aventuras de envergonhar o agente secreto James Bond. Segundo o criador Adam Reed, a série já esteve para acabar duas vezes antes. Originalmente, a 7ª temporada exibida em 2016 deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para continuar a história até o 10º ano de produção. Só que neste segundo momento, o protagonista, que deveria ter morrido, acaba acordando miraculosamente de seu coma, permitindo a produção de novas aventuras. Também havia a expectativa de a série se despedir na 12ª temporada, após perder uma de suas principais dubladoras, a atriz Jessica Walter (também conhecida pela série “Arrested Development”), que interpretava a mãe de Archer e faleceu em 2021, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. Além de Jessica Walter, o elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt. A 14ª temporada vai estrear em 30 de agosto na FXX e disponibilizada no streaming Hulu, no dia seguinte. No Brasil, a atração é exibida pela Netflix.

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  • Série

    “Archer” é renovada para 13ª temporada

    28 de setembro de 2021 /

    O canal pago americano FXX renovou a série animada “Archer” para sua 13ª temporada. “’Archer’ continua sendo uma das séries mais características da FX e estamos felizes em estender seu legado com outra temporada de aventuras ao redor do mundo”, disse Nick Grad, presidente de Programação Original do grupo FX. Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada: “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972. A trama gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. Segundo o criador Adam Reed, a série já esteve para acabar duas vezes. Originalmente, a 7ª temporada exibida em 2016 deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para continuar a história até o 10º ano de produção. Só que então o protagonista, que deveria ter morrido, acaba acordando miraculosamente de seu coma, permitindo a produção de novas aventuras. Havia a expectativa da série finalmente se despedir neste ano após perder uma de suas principais dubladoras. Os próximos episódios serão os primeiros que não contarão com o talento da voz de Jessica Walter. A atriz, também conhecida pela série “Arrested Development”, interpretava a mãe de Archer, a espiã mestre Malory Archer, e faleceu em março passado, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. Além de Jessica Walter, o elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt.

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  • Divulgação/NBC
    Etc

    Jim Carrey se despede do papel de Joe Biden no humorístico Saturday Night Live

    19 de dezembro de 2020 /

    O ator Jim Carrey anunciou que não vai mais interpretar Joe Biden no programa “Saturday Night Live” (SNL). Ele será substituído por outro intérprete nas sátiras ao presidente eleito dos EUA durante o restante da temporada do humorístico. Fontes do programa, ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, confirmaram que a despedida foi planejada desde o começo, porque o acordo previa que Carrey interpretasse Biden por apenas seis episódios – antes e imediatamente após a eleição – , embora isso não tenha sido divulgando abertamente quando Carrey entrou a bordo. Em um tuite anunciando sua despedida, Carrey escreveu: “Embora meu mandato devesse durar apenas 6 semanas, fiquei emocionado por ser eleito presidente no ‘SNL’… a maior honraria da comédia. Agora vou em frente, sabendo que Biden foi o vencedor porque eu matei a pau. Mas serei apenas um numa longa linha de orgulhosos e lutadores Bidens do ‘SNL’!” O “SNL” acrescentou em seu próprio tuite, “Obrigado, Jim Carrey, por aparecer quando fez diferença.” Carrey estreou no papel no primeiro episódio da 46ª temporada de “Saturday Night Live”, que se tornou uma das estreias mais assistidas do veterano programa humorístico. Exibida em 3 de outubro na rede NBC, a atração atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior abertura do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Mas o curto período de Carrey como Biden contrasta com a longa personificação de Alec Baldwin, que interpretou Donald Trump durante todo o mandato do atual presidente dos EUA. Carrey foi a terceira pessoa a interpretar Biden no SNL em 2020, após as participações de Woody Harrelson e do ex-membro do elenco Jason Sudeikis (que encarnou o ex-vice-presidente com frequência durante os anos de Barack Obama) durante as eleições primárias do Partido Democrata. Thank you to Jim Carrey for showing up when it mattered ❤️ https://t.co/tLNM0jMhyb — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) December 19, 2020

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  • Série

    Kristen Bell vai estrelar nova série de comédia na Netflix

    20 de outubro de 2020 /

    A atriz Kristen Bell, estrela das elogiadas séries “Veronica Mars” e “The Good Place”, vai estrelar sua primeira produção live-action de streaming. Ela será a protagonista e produtora executiva de “The Woman in the House”, nova atração da Netflix. Com oito episódios, a série é descrita como uma versão satírica de thrillers como “A Mulher na Janela” e “A Garota no Trem”. Na trama, Bell interpretará Anna, uma mulher de coração partido para quem todos os dias parecem iguais. Quando um vizinho bonito se muda para o outro lado da rua, ela começa a ver uma luz no fim do túnel – até que ela testemunha um assassinato horrível. A série foi desenvolvida pelo trio Rachel Ramras, Hugh Davidson e Larry Dorf, que criaram a sitcom “Nobodies” (2017-2018) e trabalharam juntos nas séries animadas “O Show do Looney Tunes” e “Mike Tyson Mysteries”. A equipe de produção ainda inclui o comediante Will Ferrell (“Festival Eurovision da Canção”), por meio da sua empresa Gloria Sanchez Productions, e Marti Noxon (criadora de “Objetos Cortantes” e “UnREAL”), que servirá como consultora criativa. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Jim Carrey como Joe Biden rende 3ª maior audiência do século no Saturday Night Live

    4 de outubro de 2020 /

    A estreia da 46ª temporada de “Saturday Night Live” foi uma das mais assistidas do veterano programa humorístico durante o século 21. Exibida no sábado (3/10) na rede NBC, a atração contou com participação do comediante Chris Rock (“Gente Grande”) como apresentador e da rapper Megan Thee Stallion como convidada musical, mas o assunto mais comentado nas redes sociais foi a primeira aparição de Jim Carrey (“Sonic – O Filme”) como Joe Biden, que entrou nos Trending Topics do Twitter com mais de 40 mil menções. Carrey irá participar de toda a temporada do programa, interpretando o candidato do Partido Democrata à eleição presidencial dos EUA. No programa inicial, ele reencenou o debate da semana passada com o presidente Donald Trump, vivido por Alec Balwin (“30 Rock”) na sátira humorística, e acertou em cheio. Além da dupla, o esquete também contou com Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”) como a senadora Kamala Harris, candidata a vice na chapa de Biden. Ao todo, o programa atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior estreia do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Em comparação com a estreia do ano passado, a transmissão da noite passada aumentou em 27% o total de espectadores (7,7 milhões contra 6,1 milhões) e em 26% a audiência da demo (1,68 contra 1,33). O “SNL” tradicionalmente tem picos de audiência durante o período que antecede as eleições presidenciais. A maior abertura deste século, 12 anos atrás, também foi durante um ano eleitoral. Na ocasião, a personificação de Sarah Palin, candidata a vice, interpretada por Tina Fey (“30 Rock”), dominou a cultura pop americana e rendeu prêmio para a atriz no Emmy. No Brasil, o “SNL” é exibido pelo canal pago Sony. Veja abaixo o começo do esquete de Carrey e Baldwin. There he is. #SNLPremiere pic.twitter.com/Mfm7tBBcKh — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) October 4, 2020

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  • Série

    Jim Carrey se transforma em Joe Biden em teaser da 46ª temporada de Saturday Night Live

    2 de outubro de 2020 /

    A rede NBC divulgou o primeiro vídeo do ator Jim Carrey (“Sonic – O Filme”) como o político Joe Biden na nova temporada do humorístico “Saturday Night Live”. Carrey dará vido ao candidato do Partido Democrata às eleições presidenciais dos EUA, ao lado da comediante Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), que viverá a candidata à vice-presidente Kamala Harris. Nos últimos anos, o “Saturday Night Live” tem se especializado em sátira política, sobretudo em período eleitoral, e costuma contar com imitações do presidente Donald Trump feitas por Alec Baldwin (“Blue Jasmine”). A 46ª temporada do programa estreia neste sábado (3/10) nos EUA. No Brasil, o “SNL” é exibido pelo canal pago Sony. Ladies and gentlemen…Joe Biden and Kamala Harris. #SNLPremiere pic.twitter.com/khYgAvXKpw — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) October 1, 2020

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  • Filme

    Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês

    10 de maio de 2020 /

    A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.

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  • Filme

    A Caçada: Terror atacado por Donald Trump ganha primeiro trailer nacional

    26 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer nacional de “A Caçada” (The Hunt), terror polêmico que quase teve seu lançamento cancelado nos EUA. Além do vídeo legendado, a atração também ganhou data de estreia no Brasil. Vai chegar aqui em 28 de maio. A estreia original do thriller satírico, que aconteceria no ano passado, chegou a ser suspensa nos EUA, em meio a uma onda de atentados violentos e um dia após sofrer um ataque virulento do presidente Donald Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. Enquanto o mais recente trailer americano aproveita a polêmica criada por Trump como ferramenta de marketing, a prévia nacional optou por ignorar completamente o intertexto político. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Nos EUA, o filme será exibido em duas semanas, a partir de 13 de março.

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    A Caçada: Universal lança novo trailer e retoma estreia do filme que Trump chamou de racista

    12 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo trailer, poster e data de estreia para “A Caçada” (The Hunt), filme que quase desistiu de lançar. O cartaz, inclusive, faz referência ao fato de que a produção estava originalmente prevista para setembro passado, mas agora chegará aos cinemas americanos em 13 de março. O thriller satírico foi adiado em meio a uma onda de atentados nos EUA e um dia após sofrer um ataque explícito do presidente Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Tramas de caçada humana por esporte fazem parte do DND de Hollywood desde o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Mas “A Caçada” injeta crítica social no contexto. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. O trailer e o pôster demonstram que, após ponderar, o estúdio resolveu transformar o ataque de Trump em marketing. Um letreiro no meio do vídeo afirma que “o filme mais falado do ano é um que ninguém ainda viu”, enquanto o cartaz destaca frases sensacionalistas contra a produção. Para completar, a prévia ainda destaca clichês e preconceitos odiosos, seja nas falas dos direitistas pobres, que sugerem que atores não são pessoas reais, seja nos diálogos dos esquerdistas ricos, que transformam correção política numa caricatura insensível. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos, como destaca uma das falas do vídeo abaixo. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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