Parente de vítima do canibal Jeffrey Dahmer está furioso com série da Netflix
O parente de uma vítima do serial killer Jeffrey Dahmer está furioso com a estreia da série “Dahmer: Um Canibal Americano” na Netflix. Eric Isbell, primo de Errol Lindsey, que foi morto pelo assassino aos 19 anos, usou as redes sociais para condenar a produção e explicar como a família se sentiu diante da recriação de fatos traumáticos. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. “Voltou a nos traumatizar repetidamente, e para quê? De quantos filmes/séries/documentários precisamos?”, ele seguiu, incluindo um vídeo que compara uma cena da série com o julgamento real de Dahmer, ocorrido em 1992. A cena em questão destaca a intérprete da irmã de Errol, Rita Isbell, e é muito semelhante ao depoimento verdadeiro. “Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal diante do homem que torturou e assassinou o irmão dela é insano. INSANO”, escreveu sobre a cena. Ele também explicou que a produção não notificou sua família de que ela seria retratada na série. “Eles não notificam as famílias quando fazem isso. É tudo registro público, então não precisam notificar (ou pagar!) ninguém. Minha família descobriu [que ia aparecer na série] junto com todo mundo”. Eric continuou suas críticas no Instagram e ressaltou que “não, minha família não está feliz”. “Descanse em paz, meu primo Errol Lindsey, e todas as outras vítimas”, concluiu. Além do garoto de 19 anos, Jeffrey Dahmer matou outros 16 homens. O serial killer seduzia ou oferecia dinheiro às vítimas, que eram drogadas, estupradas, assassinadas e devoradas. A história também chama atenção porque ele dissecava os corpos, comia órgãos, guardava ossos e praticava necrofilia com as pessoas que escolhia matar. Condenado à prisão perpétua, Dahmer morreu espancado por outro detento em 1994. Na minissérie produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), o psicopata é vivido por Evan Peters (também de “American Horror Story”) e o elenco ainda destaca Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). “Dahmer: Um Canibal Americano” foi disponibilizada na quarta (21/9) na Netflix. Like recreating my cousin having an emotional breakdown in court in the face of the man who tortured and murdered her brother is WILD. WIIIIIILD. — eric. (@ericthulhu) September 22, 2022
Trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano” culpa racismo por mortes do serial killer
A Netflix divulgou um novo trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. A prévia reforça o papel do racismo como componente primordial para a impunidade do assassino por décadas. Baseada na história real do psicopata, a série vai mostrar como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Vale lembrar que Murphy também mostrou em “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story” que um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Além de Evan Peters, o elenco de “Dahmer” conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.
Evan Peters arrepia no trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”
A Netflix divulgou o trailer arrepiante de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. O ator impressiona na prévia, mostrando a frieza e calma do famoso assassino, enquanto planeja suas carnificinas e serve um sanduíche de gente para sua vizinha. Baseada na história real do psicopata, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou a polícia, o público e a mídia, e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Por sinal, essa questão é apresentada em destaque no trailer. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.
Ator mirim de “It: A Coisa” estrela novo terror de Stephen King. Veja o trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Mr. Harrigan’s Phone”, que volta a trazer Jaeden Martell, principal ator adolescente de “It: A Coisa”, num terror de Stephen King. “O Telefone do Sr. Harrigan” é o conto que abre a antologia “Com Sangue” (If It Bleeds), lançada em 2020. A trama gira em torno de um adolescente (Martell), morador de uma cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan. Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) e traz o veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”) no papel do Sr. Harrigan. O filme é uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), e tem estreia marcada para 5 de outubro.
“The Watcher”, nova série de Ryan Murphy, ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “The Watcher”, nova produção de Ryan Murphy e seu colaborador frequente Ian Brennan (parceiros desde “Glee”). A atração gira em torno de um casal que vê a mudança para a casa de seus sonhos ameaçada por cartas aterrorizantes de um perseguidor. O vídeo de divulgação não detalha quase nada disso. Filmado como se fosse um comercial, o trailer mostra a atriz Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) como uma corretora de imóveis apresentando uma casa de alto padrão. O tom se torna mais cômico à medida que o vídeo avança, com Coolidge tentando “desligar” uma lareira ou falando que é possível colocar um corpo inteiro no pequeno elevador de serviço. É só ao final do vídeo que a personagem faz uma sugestão a respeito da temática da série, quando ela fala que é melhor deixar as cortinas fechadas, porque alguém pode estar espiando. A trama é inspirada na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A família abandonou o imóvel e o colocou para locação. Em 2017, o locatário também recebeu uma carta sinistra de “O Vigia”, ameaçando sua vida. A casa foi vendida em 2019 por US$ 959 mil e a identidade do “Vigia” nunca foi descoberta. Segundo a sinopse oficial, Dean (Bobby Cannavale, de “Mr. Robot”) e Nora Brannock (Naomi Watts, de Gypsy) acabaram de comprar a casa dos seus sonhos no idílico subúrbio de Westfield, em Nova Jersey. Mas logo depois de gastarem todas as suas economias para fechar o negócio, eles percebem que o bairro não é nada acolhedor. Há uma mulher mais velha e excêntrica chamada Pearl (Mia Farrow, de “O Ex-Namorado da Minha Mulher”) e seu irmão Jasper (Terry Kinney, de “Billions”) que se infiltram na casa dos Brannock e se escondem no elevador. Há também Karen (Coolidge), a corretora de imóveis e uma velha conhecida de Nora, que os faz sentir como se não pertencessem àquele lugar. Além disso, o bairro ainda conta com os vizinhos intrometidos Mitch (Richard Kind, de “tick, tick… BOOM!”) e Mo (Margo Martindale, de “The Americans”), que não respeitam os limites da propriedade. Mas a vida do casal principal só vira mesmo um verdadeiro inferno quando as cartas sinistras do autodenominado “O Vigilante” começam a chegar, aterrorizando os Brannocks ao ponto de ruptura, à medida que os segredos sinistros do bairro se espalham. “The Watcher” ainda não tem previsão de estreia.
Série sobre o psicopata Jeffrey Dahmer ganha primeira imagem
A Netflix divulgou a primeira imagem de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story”, nova série do produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”). A imagem mostra o ator Evan Peters (também de “American Horror Story”) caracterizado como o assassino Jeffrey Dahmer. Baseada em uma história real, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou o público e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie sobre o serial killer foi co-criada por Murphy e seu velho parceiro Ian Brennan. Entre as várias atrações concebidas em conjunto pela dupla estão “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician” – as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco de “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” conta com Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Já a direção dos episódios ficarão por conta de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”). “Monster: The Jeffrey Dahmer Story” ainda não tem previsão de estreia. A história da Jeffrey Dahmer já foi contada diversas vezes, em muitos casos em produções pouco vistas, como os filmes “Dahmer – O Canibal de Milwaukee” (1993), “Raising Jeffrey Dahmer” (2006), “The Jeffrey Dahmer Files” (2012) e a minissérie “Jeffrey Dahmer: Killer Cannibal” (2019). As versões mais famosas da história do assassino canibal são os filmes “Dahmer – Mente Assassina” (2002), no qual o serial killer foi vivido pelo ator Jeremy Renner (o Gavião Arqueiro da Marvel), e “O Despertar de Um Assassino” (2017), adaptação da excelente história em quadrinhos “Meu Amigo Dahmer”, escrita por Derf Backderf.
Naomi Watts e Chloë Sevigny vão estrelar 2ª temporada de “Feud”
As atrizes Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) e Chloë Sevigny (“Boneca Russa”) vão estrelar a 2ª temporada da quase esquecida série “Feud”, criada por Ryan Murphy (“American Horror Story”). Para quem não lembra, a 1ª temporada de “Feud” foi exibida em 2017 e se focava na famosa rivalidade entre as atrizes Bette Davis e Joan Crawford, estrelas da Era de Ouro de Hollywood. Assim como “American Crime Story”, a proposta da atração era ser uma antologia de casos conhecidos de brigas célebres – e o divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana chegou a ser cogitado como 2ª temporada. Após cinco anos sem novidades, a atração vai retornar com um novo escândalo. Intitulada “Feud: Capote’s Women”, a série vai narrar a história da confusão armada pelo famoso escritor Truman Capote (“À Sangue Frio”) com algumas das suas melhores amigas (a quem ele chamava de “cisnes”). Watts vai interpretar a socialite Babe Paley, esposa do executivo do canal CBS, Bill Paley, enquanto Sevigny dará vida à estilista, socialite, escritora e atriz C. Z. Guest. O elenco ainda conta com Tom Hollander (“Bird Box”) no papel de Capote, Diane Lane (“Trumbo – Lista Negra”) como a socialite americana e ícone da moda Nancy “Slim” Keith, e Calista Flockhart (“Supergirl”) interpretando Lee Radziwill, cunhada do presidente John F. Kennedy. Em 1975, Capote se inspirou na sua relação com essas mulheres para escrever o seu conto “La Cote Basque 1965”, publicado na revista Esquire. O conto é uma crítica à alta sociedade nova-iorquina, com direito à exposição de muitos dos segredos das suas “cisnes” – de adultério até assassinato. A publicação acabou com as amizades de Capote, assim como com a sua reputação. “Feud: Capote’s Women” foi escrita por Jon Robin Baitz (“Brothers & Sisters”) e será dirigida por Gus Van Sant (“A Pé Ele Não Vai Longe”). A série será exibida no canal americano FX. No Brasil, “Feud” será disponibilizada no serviço de streaming Star+. Ainda não há previsão de estreia. Naomi Watts será vista em breve no remake do terror “Boa Noite, Mamãe”, que estreia em setembro, e na série “The Watcher”, também criada por Murphy. E Sevigny participou recentemente do drama “Bones and All”, de Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), com estreia marcada para novembro.
Gravações de “American Horror Story 11” teriam revelado elenco
A 11ª temporada de “American Horror Story” deve contar com o retorno de alguns rostos conhecidos pelos fãs. Segundo o Deadline, os novos episódios serão estrelados por Zachary Quinto (parte do elenco da série entre 2011 e 2013), Billie Lourd (entre 2017 e 2021), Isaac Powell (em 2021) e Patti LuPone (em 2013). Além disso, trarão também outros colaboradores recorrentes do produtor Ryan Murphy, como Sandra Bernhard (“Pose”), Joe Mantello (“Hollywood” e “The Normal Heart”) e Charlie Carver (“Ratched”). Powell, Lourd, Carver e Bernhard foram fotografados por paparazzi nesta semana, durante gravações da produção nas ruas do West Village de Manhattan, na cidade de Nova York. Como sempre, o enredo está sendo mantido em sigilo, mas com base nos figurinos e cenários escolhidos para as gravações iniciais, o Deadline deduziu que a trama deve ser ambientada nas décadas de 1970 ou 1980. Apesar dessa informação, não está descartada uma confusão do site. Vale lembrar que o canal pago FX anunciou o desenvolvimento de “Studio 54: American Crime Story”, que também acontece em Manhattan neste período. Um dos donos do Studio 54 morava em West Village. As 10 temporadas já produzidas de “American Horror Story” estão disponíveis na plataforma Star+.
“9-1-1” e “9-1-1: Lone Star” são renovadas
A rede americana Fox anunciou a renovação de suas séries procedimentais “9-1-1” e o spin-off “9-1-1: Lone Star”, que voltarão para suas 6ª e 4ª temporadas respectivamente. As renovações foram feitas de última hora nesta segunda (17/5), dia do anúncio da programação do canal para o outono (nossa primavera) nos EUA. “9-1-1” foi a última criação de Ryan Murphy na Fox antes de assinar um contrato milionário de produção com a Netflix. Ele desenvolveu a série com seu parceiro habitual Brad Falchuk e também com Tim Minear. A atração explora as experiências dramáticas de policiais, bombeiros e atendentes do serviço de emergência de Los Angeles, que ao ser acionados por ligações do público se colocam em situações assustadoras, chocantes e de parar o coração. O elenco é encabeçado por Angela Bassett, Peter Krause e Jennifer Love Hewitt, e também conta com Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi e Ryan Guzman em papéis regulares na série. Mas um ator importante, Rockmond Dunbar, acabou dispensado no começo da temporada atual (encerrada no domingo, 16/5) por recusar a vacinação contra covid-19, condição estabelecida para as gravações dos episódios durante a pandemia. “9-1-1: Lone Star” tem a mesma premissa, mas se passa em Austin, no Texas, e com os protagonistas Rob Lowe e Gina Torres. A atriz de “Suits” entrou na série na 2ª temporada, após Liv Tyler desistir de seu papel de destaque na produção. As duas séries são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Star+.
Arielle Kebbel entra na série “9-1-1”
A atriz Arielle Kebbel (“Midnight, Texas”) terá um papel recorrente importante na 6ª temporada de “9-1-1”. Ela interpretará Lucy Donato, uma bombeira de Los Angeles que trabalha no quartel rival 147, mas se une ao 118 para um resgate ousado. Superconfiante, destemida, sem medo de falar o que pensa e rápida em tomar decisões de vida ou morte, ela é uma contraparte destemida de Evan “Buck” Buckley (Oliver Stark) do 118. A personagem de Kebbel será introduzida na estreia da temporada, que irá ao ar em 21 de março nos EUA, na rede Fox. Recentemente, a série perdeu um de seus protagonistas. O ator Rockmond Dunbar, presente desde a 1ª temporada, abandonou o elenco em novembro passado, após recusar a vacina contra a covid-19. “9-1-1” foi a última criação de Ryan Murphy na Fox antes de assinar um contrato milionário de produção com a Netflix. Ele desenvolveu a série com seu parceiro habitual Brad Falchuk e também com Tim Minear.
Jamie Lee Curtis vai produzir minissérie biográfica de atleta LGBTQIAP+
A atriz Jamie Lee Curtis, atualmente no topo das bilheterias dos EUA com “Halloween Kills”, vai retomar sua parceria com o produtor Ryan Murphy num projeto para a Netflix. Os dois já tinham trabalhado juntos na série “Scream Queens”, homenagem aos filmes de terror ao estilo de “Halloween”, que durou duas temporadas na rede Fox. Mas desta vez o projeto não tem a ver com terror. Trata-se de uma minissérie biográfica, batizada de “Outfielder”, que vai contar a história de Glenn Burke, primeiro jogador de beisebol profissional a se assumir gay publicamente. Como curiosidade, Burke também foi quem criou o cumprimento conhecido como “high five”. O primeiro “high five” foi feito em 1977, quando Burke tinha 19 anos de idade e deu um tapa na mão de um colega no ar, ao comemorar entusiasmado seu 30º home run (rebatida que manda a bola para fora do campo). Em entrevista para o jornal New York Times, o jogador afirmou que o preconceito dentro do esporte encurtou sua carreira. Burke só jogou três anos pelos Dodgers, mas se disse feliz por não ter que mudar quem era por causa dos outros. Ele foi o primeiro jogador Major League Baseball abertamente gay e faleceu em 1995. Em participação no podcast Hero Nation, do site Deadline, Curtis afirmou que vinha tentado tirar o projeto do papel há anos. “Outfielder” está sendo escrito e será dirigido por Robert O’Hara, que foi recentemente nomeado para o Tony de Melhor Direção pela peça teatral “Slave Play”.
Astro mirim de “It – A Coisa” vai estrelar nova adaptação de Stephen King
O ator Jaeden Martell, principal ator adolescente de “It: A Coisa”, vai estrelar uma nova adaptação de Stephen King. Ele foi escalado junto do veterano Donald Sutherland (o presidente Snow da franquia “Jogos Mortais”) em “Mr. Harrigan’s Phone”, inspirada num dos contos da antologia “Com Sangue” (If It Bleeds), lançada em 2020. “O Telefone do Sr. Harrigan” é o conto que abre o livro. A trama gira em torno do jovem Craig. Morador de uma cidade pequena, ele faz amizade com um bilionário mais velho e recluso chamado Sr. Harrigan. Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Jaeden Martell interpretará Craig e Donald Sutherland o Sr. Harrigan. A adaptação está sendo desenvolvida para a Netflix, com produção de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e do estúdio Blumhouse. Roteiro e direção estão a cargo de John Lee Hancock (“Os Pequenos Vestígios”), e as filmagens devem começar já neste mês para um lançamento em 2022. Além da adaptação de “O Telefone do Sr. Harrigan”, outros dois contos de “Com Sangue” também devem virar filmes no ano que vem. Os cineastas Darren Aronofsky (“Mãe”) e Ben Stiller (“Zoolander”) vão adaptar outros dois contos, “A Vida de Chuck” e “Rato”, respectivamente. Stephen King gravou um vídeo lendo o começo de um dos contos para divulgar a publicação, que foi lançada em abril do ano passado nos EUA. Veja abaixo.
“Impeachment: American Crime Story” ganha novo trailer
O canal pago FX divulgou um novo trailer de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir em seus novos episódios o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia destaca a importância de Linda Tripp no escândalo, que foi quem descobriu e vazou o envolvimento de Clinton com a estagiária Monica Lewinsky, informação que foi usada para tentar derrubar o presidente. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA.










