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    Bella Thorne vai estrelar romance sobrenatural pós-apocalíptico

    9 de julho de 2016 /

    A atriz Bella Thorne (“Alvin e os Esquilos: Na Estrada”) vai estrelar o que parece mais a descrição de um mash-up: um romance sobrenatural pós-apocalíptico. Segundo o site The Hollywood Reporter, a mistureba de estilos vem do livro “Break My Heart 1,000 Times”, de Daniel Waters, que será adaptado para as telas por Jason Fuchs (do carnavalesco “Peter Pan”). A trama acompanha Veronica, jovem que vive em um mundo pós-apocalíptico povoado pelos fantasmas de todos aqueles que morreram. Quando os seres do além misteriosamente tornam-se mais fortes, ela decide investigar a razão junto com um amigo. A direção está a cargo de Scott Speer (“Ela Dança, Eu Danço 4”), que acaba de filmar um romance estrelado por Thorne, “Midnight Sun”, ainda sem previsão de estreia. A adaptação de “Break My Heart 1,000 Times” também não tem data de lançamento agendada.

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    Table 19: Anna Kendrick se junta aos perdedores em trailer de comédia

    8 de julho de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Table 19”, comédia romântica estrelada por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). O filme gira em torno de uma mesa de convidados de casamento, que reúne as pessoas menos interessantes da festa. Frustrados pela descoberta da dura realidade, o grupo de perdedores resolve dar a volta por cima, com novas amizades e até o começo de um romance. Na trama, Kendrick vive a ex-namorada do padrinho, que, após levar um fora por SMS, tem a presença dispensada da festa, mas resolve ir assim mesmo, e acaba sendo colocada na mesa dos que foram convidados “meramente por cortesia” – interpretadas por Lisa Kudrow (“Vizinhos”), Craig Robinson (“É o Fim”), June Squibb (“Nebraska”), Stephen Merchant (série “Hello Ladies”) e Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”). Com roteiro dos irmãos Jay e Mark Duplass (criadores da série “Togetherness”), e direção de Jeffrey Blitz (“Rocket Science”), o filme tem estreia marcada para 20 de janeiro de 2017 nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil

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    A Bela e a Fera: Nova versão da fábula com Emma Watson ganha primeiro pôster

    7 de julho de 2016 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster de “A Bela e a Fera”, sua nova adaptação de fábula encantada. A arte destaca a rosa que levou Bela para a mansão da Fera. Assim como “Mogli, o Menino Lobo”, atualmente em cartaz, o filme é uma adaptação com atores de um desenho clássico do estúdio, portanto mais fiel à versão da própria Disney do que à fábula original. Isto o diferencia de outros filmes baseados na história medieval, como a recente adaptação francesa, com Vincent Cassel (“Em Transe”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). O filme traz Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme

    5 de julho de 2016 /

    O romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme, informou o site Deadline. As duas se relacionaram ao longo dos anos 1920, quando eram casadas, e do affair resultou uma obra-prima literária, “Orlando”, escrito por Woolf em 1928 e inspirado em Vita, sobre um poeta que viveu por muitos séculos, mudando de sexo conforme as décadas passavam. O roteiro foi escrito pela veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”) e a direção está a cargo da cineasta Chanya Button, cujo elogiado filme de estreia “Burn Burn Burn” (2015) foi indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico.

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    Namoro de Taylor Swift e Tom Hiddleston seria armação?

    5 de julho de 2016 /

    As novas fotos que mostram como a cantora Taylor Swift e o ator Tom Hiddleston (“Thor”) estão assumindo o namoro fez surgir teorias de conspiração na imprensa, de que o relacionamento seja golpe de marketing. Isto porque o casal não esconde seu afeto em público. A coluna Page Six, uma das mais tradicionais publicações voltadas ao universo das celebridades, classificou os recentes flagras de Tom com camiseta com o nome da cantora e tatuagem falsa como “bizarros”. Já o site E! News chegou a fazer uma lista de razões que levam a crer que tudo não passa de uma armação para um novo clipe da cantora. Segundo a publicação, as suspeitas começaram porque todos os flagras foram divulgados pela mesma agência de fotos, o que seria coincidência demais. Em um dos flagras, também foi possível notar o ator e a cantora lendo um caderninho de anotações juntos, o que poderia ser o roteiro disfarçado de um clipe, que estaria sendo rodado diante de todos, via câmeras de celular das testemunhas da felicidade do casal. Alimentando ainda mais a conspiração, faz dois anos que Taylor lançou seu último disco. E ela costuma lançar seus álbuns de dois em dois anos. É namoro ou atuação? Veja as novas fotos do affair para tirar suas conclusões?

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    Desculpe o Transtorno: Gregório Duvivier vira o Médico e o Monstro do besteirol brasileiro em trailer

    27 de junho de 2016 /

    A Buena Vista International divulgou o pôster e o novo trailer de “Desculpe o Transtorno”, besteirol brasileiro estrelado por Gregório Duvivier (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”). Trata-se de mais uma variação de história clássica convertida para o humor genérico brasileiro, como na época das chanchadas. Desta vez, uma brincadeira sobre “O Médico e o Monstro”, que pelo protagonismo de Duvivier poderia ter graça se rebatizado de “O Coxinha e o Mortadela”. As roteiristas, no entanto, preferem resumir o dilema do personagem como “Raquel e Ruth no mesmo corpo”, numa referência para quem se lembra de novelas dos anos 1990. Na trama, Duviver sofre de transtorno de personalidade múltipla. Ele vai dormir como Eduardo, que trabalha de terno e gravata, tem bom padrão de vida e gosto ascético, e acorda como Duca, que o trailer só mostra se divertindo, descabelado e sem realizar nada. E assim sucessivamente, até que cada uma das personalidades se apaixona por uma mulher diferente: Dani Calabresa (“Superpai”) e Clarice Falcão (“Primeiro Dia de um Ano Qualquer”). O detalhe é que ninguém do ciclo de amizades e de trabalho do transtornado percebe o que acontece até ele confessar seu problema, confirmando a falta de inteligência que afeta as comédias brasileiras. O filme já está pronto há bastante tempo – o primeiro trailer tem mais de um ano. O roteiro é de Adriana Falcão e Tatiana Maciel, que escreveram juntas outro besteirol romântico, “Fica Comigo Esta Noite” (2006), no começo da tendência. Já a direção é de Thomas Portella, que retorna ao humor de sua estreia, “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011), após exercitar os clichês do terror em “Isolados” (2014) e mostrar bom trabalho no policial “Operações Especiais” (2015). “Desculpe o Transtorno” chega aos cinemas em 15 de setembro.

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    Como Eu Era Antes de Você transforma tema polêmico em romance

    23 de junho de 2016 /

    Um dos problemas de “Como Eu Era Antes de Você” é aceitar os protagonistas como eles são apresentados. Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) aparece em cena excessivamente boba com suas roupas bregas e Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”) atua de forma exageradamente arrogante na figura do milionário tetraplégico amargurado. E há sim vários momentos-clichê que incomodam um bocado. Mas temos que dar um desconto inicialmente, por se tratar da adaptação de um best-seller popular e por esses personagens serem assim no livro de Jojo Moyes. Mas é possível se afeiçoar aos personagens e perceber o quanto a narrativa é bem amarradinha. Mal dá para sentir o tempo passar. A edição fluida, curiosamente, é de John Wilson, que já foi associado ao cinema de arte de Peter Greenaway, no auge da popularidade do autor. Claro que ver Emilia Clarke deixando de ser a poderosa Daenerys de “Game of Thrones” causa estranhamento, mas é interessante que a atriz busque personagens diferentes, por mais que não acerte em alguns – a sexy Sarah Connor no pouco amado “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, por exemplo. Por outro lado, outro integrante de “Game of Thrones” está muito bem no filme: Charles Dance, no papel do pai de Will, o personagem de Claflin. Com a evolução dos personagens, algumas más impressões se dissipam. A bobinha Louisa Clark (Emilia Clarke) vai ganhando maturidade ao aprender um pouco de arte e se afeiçoar a Will. E Will vai deixando de ser o chato de galocha e passa a dizer coisas românticas, como “Você é a única razão de eu querer acordar de manhã” ou “Vamos ficar aqui no carro por um tempo. Eu só quero me sentir como o cara que saiu com a garota de vermelho”. São coisas simples, mas que tocam os corações de muitos. Há algo no filme que a maioria dos espectadores já sabe ao entrar na sessão: o fato de que Will planeja sua própria morte. Assim, trata-se de um filme sobre despedida também, sobre os momentos finais da vida e a descoberta de momentos felizes desse rapaz que acredita que a vida não deve ser vivida se não for plenamente, de corpo inteiro, um corpo que ele não tem mais. É um tema polêmico, na verdade. Há muita gente que tem raiva de filmes como “Amor” (2012), de Michael Haneke, ou “Mar Adentro” (2004), de Alejandro Amenábar, justamente por pregar essa escolha do direito à morte. Mas é curioso como a diretora Thea Sharrock, vindo do teatro, transforma esse tema espinhoso em um filme relativamente leve, feito para plateias jovens. Assim, o que interessa mais não é a decisão de Will, mas a vida junto a Louisa e o quanto ambos são transformados a partir do momento em que se conhecem, mesmo sendo tão diferentes. Isso acaba valendo para qualquer encontro a dois que tenha uma natureza mais especial. Por isso, o filme tem apelo tão forte entre casais que, mesmo sabendo que um dia deixarão de se ver, lembrarão da relação como algo bonito, válido, rico e pra sempre.

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    Looking: Veja o trailer do telefilme que encerra a série do HBO

    21 de junho de 2016 /

    O canal pago americano HBO divulgou o trailer de “Looking: The Movie”, telefilme que encerra a trama da série sobre dilemas amorosos de personagens gays, após duas temporadas. “Looking” não chegou a virar sucesso, atraindo um público pequeno, mas fiel ao longo de suas duas temporadas, num total de 18 episódios. O capítulo final foi sintonizado por apenas 298 mil telespectadores nos EUA, em março de 2015. A trama tinha ficado em aberto, com Patrick (Jonathan Groff) lutando para escolher entre seu relacionamento atual, Kevin (Russell Tovey), e seu ex-namorado Ritchie (Raul Castillo). O tema do casamento gay deve alimentar a conclusão da trama, ao revelar que ele viajou para longe e agora retorna para São Francisco, onde reencontra seu grupo de amigos ainda à procura de amor e relacionamentos estáveis. A decisão de fechar a série com um especial segue a linha já adotada para a “Hello ladies”, que a HBO cancelou após uma única temporada em 2013.

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    Equals: Sci-fi romântica com Kristen Stewart e Nicholas Hoult ganha trailer legendado

    20 de junho de 2016 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado da sci-fi “Equals”, estrelada por Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) e Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”). A prévia destaca o casal, numa troca constante de olhares contidos e desfocados, que evoluem para uma relacionamento proibido, num futuro distópico em que sentimentos são punidos. Fãs do gênero também poderão identificar o padrão visual ascético da obra, visto anteriormente em “A Ilha” (2000) e principalmente “THX 1138” (1971), o filme de estreia de George Lucas. “Equals” se passa num futuro sem pobreza, violência e emoções. Mas a tranquilidade é abalada quando uma doença se espalha entre a população, provocando depressão, medo, amor e outros sentimentos. Entre os infectados está Silas (Hoult), que por causa da doença se torna um pária. Quando tudo parecia perdido, ele conhece Nia (Stewart), uma mulher capaz de esconder suas emoções e que entende a situação pela qual ele está passando. O elenco ainda conta com Guy Pearce (“Homem de Ferro 3”) e Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”). O roteiro é de Nathan Parker (“Lunar”), a direção de Drake Doremus (“Loucamente Apaixonados”) e a produção de Ridley Scott (“Perdido em Marte”). Exibido nos festivais de Veneza, Toronto e Tribeca, o filme tem estreia marcada para 15 de julho nos EUA e ainda tem data prevista para seu lançamento no Brasil.

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    Como Eu Era Antes de Você: Escritor tetraplégico reclama de ser citado no filme

    18 de junho de 2016 /

    O escritor tetraplégico Francesco Clark não gostou de ver seu nome e obra usados no filme “Como Eu Era Antes de Você”. O melodrama romântico cita o livro de Clark, “Walking Papers”, numa cena-chave. O motivo de sua reclamação é spoiler do final do longa-metragem. “Eu fiquei surpreso ao descobrir que, em uma cena importante do filme, o destaque é meu livro ‘Walking Papers’, que eu escrevi sobre minha experiência depois de ter sofrido uma lesão na medula espinhal, após um acidente de mergulho”, contou Clark ao site Page Six. “Não me perguntaram se meu livro poderia ser incluído no livro, nem me avisaram sobre essa inclusão. Embora a história seja baseada em uma ficção, meu livro e minha vida não são”, ele protestou. O que revoltou Clark é que o filme mostra o oposto do que ele se esforça para transmitir. “Eu trabalhei incansavelmente para mostrar para todo mundo que ser tetraplégico não é o fim da vida de ninguém, é um novo começo”, disse o escritor ao site. “Não estou tomando um posicionamento contra o suicídio assistido, estou dizendo que fiquei revoltado por me associarem a uma história que diz que a única ou a melhor saída para pessoas como eu é a morte”. Clark disse que vai continuar espalhando uma mensagem de positividade e esperança para as pessoas que sofreram ferimentos como os seus ou que conhecem e amam alguém que sofreu. “Sou um perfeito exemplo de que a vida não só continua como se torna melhor a cada dia”. Em entrevista, a escritora Jojo Moyes, autora do livro que virou o filme, que ela própria adaptou em roteiro de cinema, disse também ter se inspirado numa história real. “Li nos jornais a história de um jovem atleta que decidiu pelo suicídio assistido depois de ficar tetraplégico. Para mim, foi muito chocante. Eu não conseguia entender por que ele tinha tomado a decisão e por que os pais haviam aceitado. Então, fiz o exercício de me colocar no lugar de cada um envolvido nessa história: o jovem, os pais, a pessoa que tenta fazê-lo mudar de ideia”, ela justificou.

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    Taylor Swift é flagrada aos beijos com Tom Hiddleston

    17 de junho de 2016 /

    A fila anda. Duas semanas após o fim de relacionamento com o DJ Calvin Harris, a cantora Taylor Swift foi flagrada aos beijos com ninguém menos que Tom Hiddleston, o intérprete de Loki nos filmes de “Thor” e, segundo dizem, candidato à vaga de novo James Bond. Os dois foram vistos em clima para lá de íntimo numa praia em Rhode Island, nos EUA, onde Taylor tem uma mansão. Antes disso, eles tinham dançado animadamente na pista do Met Gala, no começo de maio. Os dois foram gravados se divertindo durante a festa oficial do baile, e os vídeos acabaram repercutindo nas redes sociais. Assim que as imagens apareceram no tabloide britânico The Sun, Calvin Harris apagou todas as fotos de Taylor de seu Instagram e ainda tirou do ar a mensagem de Twitter em que anunciava a separação amigável da cantora, que falava sobre o “amor e respeito” que ainda existiam entre ele e Taylor.

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    As Tartarugas Ninja dominam os shoppings em semana com cinco estreias nacionais

    16 de junho de 2016 /

    Mais de uma dezena de filmes chega aos cinemas nesta quinta (15/6), mas apenas três estarão disponíveis num cinema perto de sua casa. Vale destacar que nenhum deles é brasileiro, apesar das estreias nacionais somarem cinco títulos na lista. Água mole em uma situação bem conhecida, já crônica, que entretanto não gera maiores discussões: o gargalo da distribuição. Estranhamente, o tema não é abordado em entrevistas, não rende debates nem motiva protestos em festivais. Enquanto artistas se unem em defesa de um status quo ineficiente e corrupto, o cinema de uma geração inteira já se tornou invisível, sem nem sequer existir em Blu-ray. Entra e sai de cartaz sem deixar maiores vestígios que registros de críticas na internet. Maior lançamento da semana, em 791 salas, o filme “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” tem apelo exclusivo para crianças, já que inspirado em desenhos animados, repleto de personagens coloridos, e não nos quadrinhos originais – bem mais anárquicos. O roteiro é puro nonsense, o que desagradou aos adultos da crítica americana, obtendo apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, já é um avanço em relação ao primeiro filme (22%). “Como Eu Era Antes de Você”, novo romance de “doença” que teve pré-estreias lotadas no Dia dos Namorados, também chega longe, com 582 telas. A sinopse sugere uma versão romântica de “Intocáveis” (2011), o sucesso francês sobre a amizade entre um cadeirante e seu cuidador pouco ortodoxo. No lugar de um imigrante africano, surge a bela Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). E em vez de um velho milionário, há um jovem milionário, vivido pelo igualmente desejável Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”). A trama, porém, prefere o desfecho de “Mar Adentro” (2004). O juvenil “Tini – Depois de Violetta” é o terceiro e último a chegar nos shoppings, levando a 90 salas uma continuação da telenovela “Violetta”, do Disney Channel. O produto é uma espécie de “Hannah Montana” para o mercado latino, com direção do argentino Juan Pablo Buscarini, que anteriormente comandou animações e a coprodução infantil canadense “O Inventor de Jogos” (2014). O melhor filme internacional da semana, claro, não chega nem perto deste circuito, exibido em apenas duas salas de “cinema de arte” do Rio de Janeiro. O drama estoniano “Na Ventania” acompanha a vida de uma mãe e uma filha num campo de trabalhos forçados durante a 2ª Guerra Mundial. Baseado em fatos reais, mostra as deportações forçadas da população estoniana para a Sibéria, sob o regime comunista. Venceu vários prêmios internacionais, mas a fotografia em preto em branco é rejeitada pelo mercado. Ainda há dois filmes americanos e dois franceses com estreias limitada. A razoável comédia indie “Elvis e Nixon”, sobre o encontro do Rei do Rock com o Presidente dos EUA em 1970, chega em 14 salas. Já o suspense “Doonby”, com elenco televisivo e apelo de DVD, estreia em uma sala em São Paulo. Os franceses são “Doce Veneno”, remake da comédia “Um Momento de Loucura” (1977), e “Vida Selvagem”. Ambos trazem pais impulsivos. Enquanto o primeiro apela para o sexo com a filha do melhor amigo (em 11 salas), o segundo trilha a reclusão social com os filhos (em duas salas). Nenhum dos dois é especialmente memorável. Por fim, sobra para as cinco estreias nacionais – número impressionante, que poderia ser celebrado como tese da prosperidade do cinema brasileiro, #SQN – espremer-se entre 19 e 4 salas. O maior lançamento é “Big Jato”, o quarto longa do premiado diretor pernambucano Cláudio Assis (“A Febre do Rato”). Inspirado na obra homônima de Xico Sá, traz Matheus Nachtergaele (“Trinta”) em papel duplo: como o pai limpador de fossas e o tio radialista do jovem protagonista (Rafael Nicácio) de uma estranha fábula sobre o rito do amadurecimento. Repleto de escatologia e ternura, “Big Jato” foi o grande vencedor do último Festival de Brasília, onde conquistou os prêmios de Melhor Filme, Roteiro (do cineasta Hilton Lacerda, de “Tatuagem”, e Ana Carolina Francisco), Ator (Nachtergaele), Atriz (Marcelia Cartaxo) e Trilha (DJ Dolores). Coprodução entre Brasil e Argentina, “Paulina” leva a 15 telas um tópico dos noticiários atuais, acompanhando a história de uma professora estuprada por um grupo de alunos, numa região desolada da fronteira argentina. Polêmico, o filme tenta debater a importância da educação na chamada “cultura do estupro”. Dirigido pelo argentino Santiago Mitre (“O Estudante”), foi premiado em diversos festivais importantes, como Cannes, San Sebastian, Torino e Pequim. Em circuito mais restrito, o drama “Trago Comigo”, da cineasta Tata Amaral (“Hoje”), leva a cinco telas uma adaptação da série homônima da TV Cultura, juntando linguagens do teatro e documentário para narrar a experiência de um ex-preso político da ditadura (Carlos Alberto Riccelli, de “Amor em Sampa”). Menor de todos, em quatro salas, “Mundo Deserto de Almas Negras”, do estreante Ruy Veridiano, apresenta um universo paralelo, em que brancos moram na periferia e os negros são ricos, como no americano “A Cor da Fúria” (1995). Completa a programação a estreia paulista do trash “Vampiro 40°”, estrelado pelo cantor Fausto Fawcett, após lançamento restrito no Rio de Janeiro na semana passada.

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    Miley Cyrus e Liam Hemsworth estariam de casamento marcado na Austrália

    10 de junho de 2016 /

    Miley Cyrus e Liam Hemsworth estariam de casamento marcado, segundo o site da revista americana de celebridades Us Weekly. Em estado avançado de planejamento, a cerimônia deverá acontecer numa praia da Austrália, terra do ator da franquia “Jogos Vorazes”. “Eles vão se casar na praia, os pais deles estão organizando a maioria das coisas”, contou uma fonte ao site. Apesar do relacionamento não ter dado certo inicialmente – os dois se conheceram durante as filmagens de “A Última Música” (2010), noivaram e terminaram -, a fonte garante que o casal está mais unido que antes. “Eles estão realmente felizes juntos agora”, disse. Não é a primeira vez que boatos sobre o casamento do casal ocupam as páginas das publicações de celebridades. A revista Life & Style foi mais longe e afirmou que eles até já tinha casado, numa cerimônia secreta e íntima no fim de 2015, quando a cantora visitou Liam na Austrália. A revista chegou a descrever a festa, que teria sido marcada por muito choro, derramado pelos noivos durante as declarações de votos. Em abril deste ano, porém, Liam Hemsworth desmentiu que tinha reatado o noivado com Miley Cyrus, em entrevista à TV Week. Apesar disso, os dois continuam sendo fotografados juntos.

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