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  • Filme,  Música

    Amy Adams e o diretor Jean-Marc Vallée desistem de fazer cinebiografia de Janis Joplin

    18 de janeiro de 2017 /

    A notícia de que Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) estava negociando viver Janis Joplin no cinema indicava que o projeto tinha sofrido uma mudança de rumo. Agora, em entrevista ao site Collider, o diretor Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”) confirmou que nem ele nem a atriz Amy Adams (“A Chegada”) farão mais a cinebiografia. Vallé tinha sido contratado em 2014, mas ele acabou seguindo o rumo de Lee Daniels (criador da série “Empire”) e até do brasileiro Fernando Meirelles (“Ensaio Sobre a Cegueira”), que anteriormente estiveram ligados à produção. O projeto se arrasta à décadas. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel. “Estava trabalhando com Amy Adams no projeto da Janis que, por fim, não faremos e ela me convidou para sua nova aventura, uma série de TV”, disse o canadense, que dirigirá a atriz a seguir na série “Objetos Cortantes”, da HBO. Intitulado “Janis Joplin: Get It While You Can”, o filme mostraria um intenso dia na vida da cantora e Amy planejava cantar todas as canções do filme. Seu retorno à cantoria ficará agora para “Desencantada”, sequência de “Encantada” (2007) prevista para o ano que vem. A propósito, o filme de Janis que tenta contar com Michelle Williams terá outro contexto – baseia-se no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, ao terminar de gravar seu quarto álbum em 1970. O disco “Pearl” foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”.

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  • Música

    Green Day protesta contra Trump em clipe com a estética dos fanzines punks

    17 de janeiro de 2017 /

    A banda Green Day divulgou seu novo clipe de “Troubled Times”, que remete à estética dos fanzines punks para ilustrar os tempos conturbados atuais. O vídeo foi lançado na segunda (16/1) e sua exibição deixa bem claro que a data não foi escolhida por acaso, já que coincide com o feriado em comemoração a Martin Luther King Jr. nos EUA. A obra é uma colagem de elementos repetitivos, acompanhados pela letra da canção, que montam um painel político bastante incisivo. Abre com as marchas pelos direitos civis, representada pela figura de Martin Luther King Jr., que é contraposta à sua antítese, um Donald Trump satânico, para alertar que o mundo não progrediu tanto quando se imagina desde as lutas contra o racismo e os direitos femininos. A colagem faz MLK chorar, enquanto manifestantes dos dias de hoje apanham da polícia, e cercas de arame farpado se erguem sob ordens do monstro Trump, virando cordas de guitarras nas mãos de Billie Joe Armstrong. A mensagem não tem sutileza, é punk mesmo, uma visão artística de guerrilha. Mas por mais evidente que a metáfora pareça, a sequência em que cada voto eletrônico joga um ativista ou conquista civil no lixo, é fantástica, servindo para aumentar o impacto do clímax, quando o último eleitor aperta o botão que solta uma bomba atômica. Tempos conturbados, com certeza. A arte foi criada pelo artista espanhol Manu Viqueira, que usou imagens de arquivo e uma estética de xerox para manter o espírito punk vivo nestes tempos pré-apocalípticos.

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  • Música

    Documentário sobre o trágico show do Eagles of Death Metal em Paris ganha trailer

    15 de janeiro de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do documentário “Eagles of Death Metal: Nos Amis”. Além das imagens agora históricas e entrevistas com Josh Homme e Jesse Hughes, da banda Eagles of Death Metal, a prévia também mostra Bono Vox, do U2, e vai direta ao ponto, e exatamente por isso resulta emocionante. O filme lida com a tragédia do dia 13 de novembro de 2015, quando terroristas invadiram a casa noturna Bataclan Concert Hall, em Paris, durante um show da banda americana, e abriram fogo contra o público. O documentário repercute o horror daquele dia e acompanha a volta do Eagles of Death Metal ao mesmo palco, buscando superar o trauma e levantar o espírito do povo francês. “Eagles of Death Metal: Nos Amis” foi dirigido por Colin Hanks, filho de Tom Hanks. Trata-se do segundo documentário com ligação musical realizado pelo jovem Hanks, que também é ator. Anteriormente, ele dirigiu “All Things Must Pass: The Rise and Fall of Tower Records” (2015), sobre a outrora poderosa rede internacional de lojas de discos Tower Records. A estreia está marcada para o dia 13 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Filme sobre o começo da carreira de Madonna ganha fotos e vídeos de bastidores

    8 de janeiro de 2017 /

    O Instagram oficial do filme “Emmy and the Breakfast Club” divulgou as primeiras fotos e vídeos dos bastidores de sua produção. Como demonstram as imagens, trata-se de um filme sobre o começo da carreira de Madonna. A produção é independente e não autorizada, escrita e dirigida por Guy Guido, que estreia em ambas as funções. O título se refere às duas primeiras bandas de Madonna, formadas entre o final dos anos 1970 e o começo dos 1980, logo após ela chegar em Nova York. Muita gente não sabe, mas Madonna tocava guitarra e bateria antes de se tornar conhecida como cantora, e o filme abordará este período. A fase não é só musical. Também inclui a primeira tentativa de “Louise Ciconne” virar atriz, conforme demonstra um dos vídeos em que sua intérprete aparece nua – recriando cenas do filme “Um Certo Sacrifício”, feito em 1979 e que só estreou em 1985, após Madonna tentar barrá-lo. Não é difícil imaginar que a cantora seja capaz de criar novas dificuldades para o lançamento de “Emmy and the Breakfast Club”, que não tem previsão de estreia. Por enquanto, vale apontar a impressionante semelhança da atriz novata Jamie Auld com a verdadeira Madonna, a ponto de, em determinadas fotos, poder ser confundida com a própria. Um detalhe curioso: Dan Gilroy, ex-namorado de Madonna, com quem ela formou a banda The Breakfast Club em 1979, e outros músicos da época participam do filme comentando a história em tom semidocumental – o que só aumenta a estranheza da produção. Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Out 20, 2016 às 6:31 PDT Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Nov 28, 2016 às 12:50 PST Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Nov 29, 2016 às 11:13 PST Um vídeo publicado por Emmy and the Breakfast Club (@emmyandthebreakfastclub) em Dez 1, 2016 às 4:01 PST

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  • Música

    Clipe de música inédita de David Bowie cai na Terra no dia do seu aniversário

    8 de janeiro de 2017 /

    David Bowie ganhou um novo clipe inédito, no dia em que completaria 70 anos de idade e na véspera do primeiro aniversário de sua morte. O vídeo que marca o início de sua carreira póstuma acompanha a música “No Plan”, faixa que ficou de fora de seu último disco, “Blackstar”, e que está sendo lançada num EP com duas outras canções inéditas e uma reedição de “Lazarus” – a música em que o cantor referencia o renascimento após a morte. As quatro faixas fazem parte do musical “Lazarus”, peça que Bowie escreveu em seu último ano de vida e podem ser consideradas as gravações finais de sua carreira. O vídeo referencia o filme clássico “O Homem que Caiu na Terra”, estrelado por Bowie em 1976, ao destacar uma parede de televisores na vitrine de uma loja – o videowall era uma presença marcante no design futurista da sci-fi dos anos 1970. De forma a complementar a citação, a loja se chama Newton Electrical, como a empresa do personagem de Bowie, Thomas Jerome Newton, no longa de Nicolas Roeg. O endereço também é significativo, uma vez que o cantor viveu na rua Foxgrove, em Londres, na época de “Space Oddity”. Enquanto imagens de foguetes sobem ao espaço nas telinhas, a letra traz Bowie falando do além, a respeito de outro espaço, onde se encontra, um lugar onde não há música, onde nem sequer há um lugar, nem planos. De arrepiar. A direção é de Tom Hingston, artista gráfico que já assinou capas da banda Massive Attack e a abertura do filme “O Homem Mais Procurado” (2014), além de muitas campanhas publicitárias. “No Plan” foi seu segundo clipe para o cantor, após dirigir o vídeo de “Sue (Or in a Season of Crime)” em 2014.

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  • Música

    Documentário afirma que David Bowie só soube que seu câncer era terminal três meses antes de morrer

    6 de janeiro de 2017 /

    Um novo documentário sobre David Bowie, produzido pela rede BBC, afirma que o cantor britânico só soube que seu câncer era terminal apenas três meses antes de morrer. Segundo o documentário “David Bowie: The Last Five Years”, o cantor descobriu que morreria em poucos meses enquanto gravava o clipe da música “Lazarus”, que ilustra sua doença e se encerra com uma metáfora de sua saída de cena. “Soube no fim de semana da gravação que ele tinha se inteirado de que tudo havia terminado”, diz o diretor do clipe, Johan Renck, em entrevista para o documentário. Bowie veio a morrer logo em seguida à gravação, em 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter completado 69 anos e de ter lançado o 25º álbum de estúdio, “Blackstar”, um projeto repleto de simbolismos que sugerem referências à sua própria morte. “David Bowie: The Last Five Years” é dirigido por Francis Whately (que também fez “David Bowie: Five Years” sobre o auge do cantor nos anos 1970) será exibido no sábado (7/1) pela BBC, em homenagem aos 70 anos de nascimento do artista e ao primeiro aniversário de sua morte.

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  • Filme

    Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez

    5 de janeiro de 2017 /

    É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.

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  • Filme

    Sandra Giles (1932 – 2016)

    30 de dezembro de 2016 /

    Morreu Sandra Giles, atriz e pin-up de Hollywood, que estrelou diversos filmes de rock’n’roll e juventude transviada. Ela tinha 84 anos e morreu em 25 de dezembro, após uma longa batalha com uma doença autoimune. Loira platina, ao estilo de Marilyn Monroe, ela foi descoberta por um caçador de talentos enquanto trabalhava numa delicatessen, em Los Angeles. Num golpe bem orquestrado de marketing, acabou roubando os flashes dos paparazzi na première do filme “Um Amor de Professora” (1958), descendo de um cadillac inteiramente revestido de pelúcia rosa para o tapete vermelho. Ao ser mais fotografada que os astros do longa, chamou atenção da revista Life que lhe dedicou um ensaio fotográfico, intitulado “Como se tornar uma estrela”. A publicidade lhe rendeu seu primeiro papel no cinema, em “Daddy-O” (1958), um filme B em que contracenou com o cantor Dick Contino e dançou rock’n’roll. Ela apareceu em outro trash cultuado de juventude transviada, “Lost, Lonely and Vicious” (1958). E até conheceu Elvis Presley, ao participar de “Loiras, Morenas e Ruivas” (1963) num pequeno papel. Sua curta carreira ainda inclui dois outros filmes curiosos, “Sede de Crime” (1969), em que Rachel Welch era uma go-go dancer perseguida por um psicopata, e “O Justiceiro Negro” (1972), blaxploitation estrelada por Jim Brown. Mas ela fez muito mais séries que filmes, coadjuvando episódios de séries clássicas como “Peter Gunn”, “A Lei de Burke”, “The Odd Couple” e “Terra de Gigantes”. Mesmo assim, nada superou seus golpes publicitários, entre eles uma pintura nua que foi revelada na reabertura do Hotel Frontier em Las Vegas em 1966. Para completar, ela namorou o tenista Bobby Riggs durante a época da Batalha do Sexo, a partida de tênis histórica com Billie Jean King, que vai virar filme.

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  • Música

    Minissérie sobre Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash ganha primeiro trailer

    25 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano CMT divulgou o primeiro trailer da minissérie “Sun Records”, anteriormente identificada como “Millon Dollar Quartet”, dedicada à primeira geração do rock. Como a prévia destaca, a trama se passa no começo dos anos 1950 e gira em torno dos artistas mais famosos da gravadora Sun: Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash. A minissérie pretende contar a história da Sun Records, que deu origem ao rock’n’roll, destacando seus artistas, desde as primeiras sessões de Ike Turner e o surgimento do rockabilly com Carl Perkins, refletindo também a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. Chad Michael Murray (série “Agent Carter”) é o nome mais conhecido da produção, como o produtor Sam Phillips, dono da Sun Records. O resto do elenco foi preenchido com testes abertos, realizados na escola em que Elvis estudou em Memphis, cidade onde a trama acontece. Drake Milligan, que já viveu Elvis num curta de 2014, repetirá a dose na minissérie, Kevin Fonteyne (série “Masters of Sex”) será Johnny Cash, Dustin Ingram (“Cabana do Inferno”) atuará como Carl Perkins e os gêmeos Christian Lees e Jonah Lees (ambos de “O Conto dos Contos”) viverão Jerry Lee Lewis e seu primo pastor Jimmy Swaggart. A produção está a cargo de Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990. A estreia vai acontecer em 23 de fevereiro nos EUA. Além da minissérie, também está em desenvolvimento um filme sobre o mesmo tema, que pode trazer Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) no papel de Sam Phillips.

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  • Filme,  Série

    Bernard Fox (1927 – 2016)

    15 de dezembro de 2016 /

    Morreu o ator galês Bernard Fox, até hoje lembrado como o doutor Bombay na série clássica “A Feiticeira”. Ele faleceu em Los Angeles na quarta-feira (14/12), aos 89 anos, após sofrer insuficiência cardíaca. Fox, na verdade, nasceu Bernard Lawson, em 11 de maio de 1927, no País de Gales. Filho de atores de teatro, estreou nos palcos ainda bebê, quando os pais precisaram de uma criança para uma peça. Na pré-adolescência, já trabalhava como assistente de diretor de um teatro. Entre 1958 e 1959, ele estrelou a série britânica “Three Live Wires”, comédia sobre três jovens que trabalhavam no mesmo departamento de uma loja de eletrodomésticos. Mas o amor mudou o rumo de sua carreira. Após se casar com a atriz americana Jacqueline Holt, com quem contracenou numa peça, ele acabou se mudando para os EUA em 1962, onde acabou acumulando participações em séries clássicas. Ele apareceu em séries tão diferentes quanto “Combate”, “Perry Mason”, “Jeannie É um Gênio”, “O Agente da UNCLE”, “James West”, “E As Noivas Chegaram”, “Daniel Boone”, “O Rei dos Ladrões”, “Têmpera de Aço”, “A Família Dó-Ré-Mi”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Barnaby Jones”, “M*A*S*H”, “Os Gatões”, “Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “O Barco do Amor”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Assassinato por Escrito”, entre outras. Mas é mais lembrado por dois papéis marcantes. O ator teve participações recorrentes nas séries de comédias “Guerra, Sombra e Água Fresca” (1965–1971), na qual interpretou o Coronel Rodney Crittendon, um oficial britânico prisioneiro de guerra, e principalmente em “A Feiticeira” (1964–1972), onde roubou as cenas como o Dr. Bombay, um médico de bruxas que tratava doenças sobrenaturais com sintomas bizarros. Bombay costumava atender chamados de emergência de Samantha (Elizabeth Montgomery) nas horas mais impróprias, sendo geralmente convocado em seus momentos de laser – ele sempre aparecia em meio a uma nuvem de fumaça, por vezes trajado à rigor para uma noite na ópera, outras vez com traje de mergulho, equipamento de alpinismo e até enrolado em uma toalha, prestes a tomar banho. Bombay fez tanto sucesso que Bernard voltou a interpretá-lo em mais duas atrações: no spin-off “Tabitha”, dos anos 1970, centrado na filha de “A Feiticeira”, e mais recentemente na novela “Passions”, dos anos 2000, passada numa cidade onde ocorriam alguns eventos sobrenaturais. Bombay apareceu duas vezes na cidade para atender a bruxa Tabitha, inspirada na personagem de “A Feiticeira”. No cinema, ele ainda coadjuvou em “Aguenta Mão” (1966), musical de rock com a banda inglesa Herman’s Hermits, no filme derivado da série “Os Monstros”, “Monstros, Não Amolem” (1966), e nas comédias “Herbie – O Fusca Enamorado” (1977) e “De Volta aos 18” (1988). Mas sua filmografia chama mais atenção por um detalhe curioso. Ele foi o único ator de “Titanic” (1999) que já tinha afundado com o navio antes. No início da carreira, Bernard figurou como um marinheiro em “Somente Deus por Testemunha” (1958), o melhor filme sobre o naufrágio do Titanic até James Cameron dirigir a sua famosa versão. Curiosamente, seus dois personagens sobreviveram em ambas as filmagens. Seu último filme foi “A Múmia” (1999) e sua última aparição na TV aconteceu na série “Dharma & Greg” em 2001.

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    Documentário do Sepultura ganha trailer pauleira

    10 de dezembro de 2016 /

    A O2 divulgou o trailer do documentário da banda Sepultura, que acompanha os músicos no palco, nos bastidores, em viagens, em estúdio e em suas casas. E além do “som pauleira” da banda, também traz depoimentos de lendas vivas do heavy metal, que expressam sua admiração pelos brasileiros. A prévia dá uma palhinha de Phil Anselmo (Pantera), Scott Ian (Anthrax), Phil Campbell (Motorhead), Corey Taylor (Slipknot), Dave Ellefson (Megadeath) e João Gordo (Ratos de Porão). Dirigido por Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos e rendeu mais de mil horas de imagens captadas. Intitulado “Sepultura Endurance”, tem previsão de estreia para junho de 2017.

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    Documentário do Sepultura vai mostrar “lado da história” dos que ficaram na banda

    3 de dezembro de 2016 /

    Não dá pra negar que gostar de heavy metal hoje em dia é ser um pouco geek. Por isso, os integrantes da banda Sepultua escolheram a Comic-Con Experience (CCXP) para adiantar um trailer e comentar o lançamento do documentário que vai contar a história dos 32 anos de carreira do grupo, símbolo do metal brasileiro. “Vocês me viram dizendo no trailer que a gente não perdeu só o vocalista com a saída do Max Cavalera, mas a estrutura da banda toda. A gente quer mostrar o nosso lado da historia, mas a intenção não é lavar roupa suja”, comentou o guitarrista Andreas Kisser, sobre o conteúdo do filme. Dirigido por Juliana Ferraz e Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos, planejado originalmente para comemorar os 25 anos da banda. “Mas agora já são 32”, disse Juliano, que chegou a ficar 30 dias na estrada com o Sepultura durante uma turnê na América do Norte. “Ficou um registro completo porque tem show, backstage, o dia a dia da família deles e os fãs”, resumiu Juliana, sobre as mais de mil horas de imagens captadas Há 20 anos como vocalista do grupo, Derrick ouviu Kisser relembrar a sua chegada à banda, dizendo que o entrosamento só aconteceu depois que eles resolveram ir acampar na praia. “O cara está há 20 anos arrebentando e ainda chamam de o novo vocalista do Sepultura.” Com depoimentos de diferentes personalidades como Serginho Groisman e João Gordo, o documentário vai se chamar simplesmente “Sepultura” e tem previsão de estreia para maio de 2017.

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    Documentário vai contar início da carreira de Prince

    3 de dezembro de 2016 /

    O documentarista Michael Kirk vai dirigir o primeiro documentário póstumo sobre Prince. Segundo o site Screen Daily, intitulado “Prince: R U Listening?”, contará a história da ascensão de Prince no início dos anos 1980 a partir de entrevistas com músicos que o acompanharam na época (como Dez Dickerson, seu primeiro guitarrista, Andre Cymone, primeiro baixista, e a baterista Sheila E), bem como seus contemporâneos famosos, como Bono, Mick Jagger, Lenny Kravitz e Billy Idol. Kirk já documentou a Guerra Civil americana, o treinamento dos marines e atualmente dá os retoques finais em seu documentário sobre o jazzista Winton Marsalis, “Crescendo”, que ainda não tem previsão de estreia. Já o lançamento do documentário de Prince deve acontecer em abril, para coincidir com o primeiro aniversário da morte do artista. Vários outros projetos estão previstos para a data, incluindo um grande festival em Pasley Park, entre os dias 20 e 23 de abril, que contará com shows das diferentes bandas com quem Prince tocou durante sua carreira.

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