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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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  • Música

    Playlist: 12 clipes da nova geração do rock feminista

    26 de outubro de 2018 /

    Feministas estão cada vez mais estridentes. E com guitarras, mais barulhentas ainda. A seleção abaixo reúne 12 bandas da nova geração do rock feministas e LGBTQIA+ da América do Norte, Reino Unido e Austrália. A lista inclui garotas com camisetas do Bikini Kill, odes a Ellen Page, palavras de ordem, conclamação a boicotes, tatuagens, solos de guitarra, mosh, rebeldia de botas, minissaias, garotas de cabelos curtos, cabeludas, Beatlemaníacas, riot Grrls, lutadoras, bandeirosas, mães, lésbicas, atitude destroy, #MeToo e #EleNão. 1 Petrol Girls – “Touch Me Again” (Inglaterra) | 2 Dream Wife – “F.U.U.” (Inglaterra) | 3 Skating Polly – “Camelot” (EUA) | 4 Big Joanie – “Fall Asleep” (Inglaterra) | 5 Peach Club – “Bad Bitch” (Inglaterra) | 6 The Menstrual Cramps – “Boycott the Lot” (Inglaterra) | 7 Goat Girl – “The Man” (Inglaterra) | 8 VOIID – “Silly Girl” (Austrália) | 9 Yassassin – “Citizen” (EUA) | 10 Tancred – “Something Else” (EUA) | 11 GRLwood – “Bisexual” (EUA) | 12 Partner – “The ‘Ellen’ Page” (Canadá)

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  • Música

    Michael Myers toca guitarra em clipe da versão heavy metal de Halloween

    26 de outubro de 2018 /

    O tema clássico do terror “Halloween”, composto pelo diretor John Carpenter, ganhou um de seus melhores covers. O guitarrista Jason Richardson criou um arranjo heavy metal para a canção, mostrando toda sua virtuosidade técnica. Mas não ficou nisso. Ele extrapolou ao incorporar o tema no clipe de divulgação. No vídeo, Richardson aparece com o macacão e a famosa máscara do psicopata Michael Myers, andando à noite pelos subúrbios de guitarra em punho, pronto a arrancar gritos das cordas metálicas. Completa o visual clássico o registro em VHS, que evoca vídeos das antigas videolocadoras, onde se podia alugar o primeiro filme da franquia. O ex-guitarrista das banda All Shall Perish, Born of Osiris e Chelsea Grin segue atualmente em carreira solo. Por curiosidade, seu primeiro disco individual, lançado em 2016, tinha participação de outro guitarrista famoso, Jeff Loomis, atualmente na banda Arch Enemy. E este detalhe é curioso porque o psiquiatra de Michael Myers em 1978 se chamava… Dr. Loomis. Autor do tema original, Carpenter voltou à franquia para assinar a trilha da nova versão de “Halloween”, que estreou na quinta-feira (25/10) nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen ganha novo trailer e vídeo sobre seu legado

    26 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, e um vídeo em que diversos artistas atuais reverenciam seu legado. O trailer resume a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, além de abordar tópicos como a relação do cantor com sua família, a homossexualidade e sua relação complicada com a única mulher de sua vida. O vídeo também chama atenção por apresentar uma variedade de figurinos e penteados, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Diretor de Big Little Lies e Sharp Objects vai filmar história de amor de John Lennon e Yoko Ono

    23 de outubro de 2018 /

    O diretor canadense Jean-Marc Vallée, que foi indicado ao Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013), vai voltar ao cinema após assinar os fenômenos televisivos “Big Little Lies” e “Sharp Objects”. Ele vai filmar a icônica história de amor de John Lennon e Yoko Ono para o estúdio Universal. Ainda sem título oficial, o filme tem roteiro de um especialista em cinebiografias: Anthony McCarten, que também já foi indicado ao Oscar – duas vezes, por “A Teoria de Tudo” (2014) e “O Destino de uma Nação” (2017). A própria Yoko Ono será uma das produtoras, e já cedeu os direitos das músicas de Lennon para a trilha da produção. O casal se conheceu no final dos anos 1960, quando ela era uma artista plástica de vanguarda e ele um dos maiores astros da música mundial com os Beatles. Apontada por muitos como a responsável pela separação da banda, Ono ajudou Lennon a estabelecer sua bem-sucedida carreira solo e identidade como ativista social. Os dois se notabilizaram por protestos criativos contra a Guerra do Vietnã, assunto que polarizava o mundo na época. Após uma breve separação nos anos 1970, o casal reatou o romance e permaneceu inseparável até o assassinato de Lennon, em 1980.

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    Imagine Dragons lança clipe da trilha de WiFi Ralph: Quebrando a Internet

    23 de outubro de 2018 /

    A banda Imagine Dragons divulgou o clipe de “Zero”, música que faz parte da trilha sonora da animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. Dirigido pelo ubíquo Dave Meyers (que fez os últimos clipes de Camila Cabello, Ariana Grande, Kendrick Lamarr, etc), o vídeo traz os integrantes da banda num fliperama, jogando diversos jogos retrôs. Há um pouco de metalinguagem, mas as referências ao filme se limitam a mostrar Sugar Rush, o game de carros de corrida de Vanellope, que é jogado por alguns segundos. “É um filme bastante oportuno, abordando algumas das questões de identidade e solidão exclusivas dessa geração que cresceu com a internet”, comentou o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds. “A luta interna de Ralph pela autoaceitação realmente ressoou conosco, e essa música fala sobre isso”. Além de fazer parte da trilha sonora da animação, a música também estará no novo álbum da banda, intitulado “Origins”, que será lançado em 9 de novembro.

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    Bohemian Rhapsody: Vídeo de bastidores mostra ensaios musicais do elenco para virar a banda Queen

    20 de outubro de 2018 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, que mostra os ensaios musicais do elenco para interpretar os membros da banda Queen. O vídeo mostra como Brian May e Roger Taylor ensinaram seus intérpretes a tocar seus instrumentos. E Brian chega a dizer que às vezes via o resultado na tela e achava que era ele que estava lá. O filme traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, nenhum dos vídeos de bastidores traz declarações de diretor. A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trilha de Bohemian Rhapsody traz versões inéditas de hits da banda Queen

    20 de outubro de 2018 /

    A 20th Century Fox Music divulgou a trilha sonora completa de “Bohemian Rhapsody” no Spotify. Veja abaixo. O álbum traz diversos hits da banda Queen, cuja trajetória é abordada no filme. Mas se as músicas são conhecidas, alguns dos registros são inéditos. O disco traz versões ao vivo de diversos momentos da carreira do Queen, com destaque para gravações feitas no evento Live Aid, que nunca tinham sido lançadas oficialmente em áudio. Elas são: “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, a brincadeira com o público “Ay-oh”, “Hammer to Fall” e “We Are the Champions”. Também há uma versão de “Love of My Life” registrada no Rock in Rio. Além disso, algumas músicas aparecem em versões bem diferentes das registradas nos discos oficiais da banda. A “mudança” mais radical se dá em “Doing All Right”. A música aparece no primeiro álbum do Queen, de 1973. Mas a faixa que está na trilha é anterior. Antes de o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May se juntarem a Freddie Mercury, eles tinham uma banda chamada Smile, que incluía esta música em seu repertório, com vocal de Tim Staffell. A versão da trilha sonora é um resgate da gravação original, com Tim nos vocais. Outra curiosidade é uma gravação mais roqueira de “Don’t Stop me Now”, que dá mais destaque para as guitarras que o registro do disco “Jazz” (1978), soando mais próxima da execução ao vivo. Para completar, “We Will Rock You” também ganhou uma nova versão, replicando a forma como ela aparece no filme: executada inicialmente em estúdio e, em seguida, ao vivo. Este detalhismo contrasta com a recriação da gravação da música no filme. “We Will Rock You” faz parte do disco “News of the World” (1977), mas o ator Rami Malek aparece na cena que origina a canção com o visual que Freddie Mercury adotaria apenas a partir de 1980. Uma falha de continuidade que é gritante para quem é realmente fã do Queen. Veja aqui. Ao lado de Malek, o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Thom Yorke divulga nova música arrepiante da trilha de Suspiria

    19 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, vocalista do Radiohead, compartilhou uma nova composição feita para a trilha sonora de “Suspiria”. Intitulada “Open Again”, a música volta a trazer os vocais do cantor, num clima psicodélico e arrepiante. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras três músicas anteriormente divulgadas.

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    Diretor de Me Chame pelo seu Nome fará filme baseado em disco clássico de Bob Dylan

    19 de outubro de 2018 /

    O diretor Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”) está trabalhando num filme baseado no disco “Blood on the Tracks”, lançado por Bob Dylan em 1975. A produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (que produziu “Me Chame pelo Seu Nome”) comprou os direitos de adaptação do álbum e convidou Guadagnino para dirigir. O cineasta concordou, sob a condição de que Richard LaGravenese (“Invencível“) escrevesse o roteiro. “Trazer esse projeto para a vida é um sonho para mim”, disse Teixeira à revista Variety. “Nós trabalhamos por um longo tempo para encontrar o caminho certo para o trabalho de Bob Dylan e ter colaboradores como Luca e Richard são um privilégio absoluto.” A trama vai acompanha diversos personagens ao longo da década de 1970, inspirando-se nos temas principais do álbum. Em entrevista a New Yorker, LaGravenese falou sobre a abordagem: “Quando os personagens se reprimem, dramatizamos essa repressão e o que isso faz com eles. E nós dramatizamos o que acontece quando você deixa suas paixões assumirem o controle”. Curiosamente, o disco já inspirou um filme antes. Em 2007, o filme “Não Estou Lá”, que faz um apanhado simbólico da vida de Bob Dylan, adaptou os temas de “Blood on the Tracks” durante a passagem com participação de Heath Ledger (“O Cavaleiro das Trevas“). Considerado um de seus melhores discos de Dylan – e, segundo a revista Rolling Stone, o 16º melhor álbum de todos os tempos – , “Blood on the Tracks” está prestes a ganhar uma nova versão. Um box especial, chamado de “More Blood, More Tracks”, com faixas inéditas do período, será lançado em 2 de novembro. Por coincidência, é o mesmo dia em que estreia o novo filme de Guadagnino, o remake de “Suspiria”, nos Estados Unidos – e que, infelizmente, ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Relembre abaixo duas músicas famosas de “Blood on the Tracks”.

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    Milla Jovovitch estrela e produz clipe de terror da banda Parcels

    18 de outubro de 2018 /

    A atriz Milla Jovovitch (“Resident Evil”) é aterrorizada por um grupo de serial killers mascarados, suspeitamente parecidos com os integrantes da banda Parcels, no clipe de “Withorwithout”, um vídeo tenso, carregado de terror, que acompanha, em contraste, a nova música levinha do grupo indie. Com direito a pôster (veja abaixo), o clipe parece referenciar o filme “Os Estranhos” (2008), em que um casal numa casa isolada é cercado por psicopatas com facas em punho. Mas o final revela que nem tudo é o que parece. E o fato da banda estar tocando a música numa TV durante o ataque não é mera coincidência. Trata-se de inspiração para a história que a personagem de Milla irá contar à polícia, ao descrever os improváveis assassinos. O vídeo tem direção de Ben Howdeshell (criador da websérie “Project: SERA”) e também traz o ator dinamarquês Carsten Norgaard (“The Man in the High Castle”) como o marido de Milla, que, além de estrelar, também assina a produção.

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    Nasce uma Estrela é um show de talento na frente e atrás das câmeras

    17 de outubro de 2018 /

    Uma frase dita no final de “Nasce uma Estrela” pelo ator e (agora) diretor Bradley Cooper define a abordagem do filme. “Música é, essencialmente, 12 notas entre qualquer oitava. 12 notas e a oitava repete. É a mesma história sendo contada de novo e de novo. Tudo o que um artista pode oferecer ao mundo é como ele enxerga essas 12 notas.” Além de ter seu contexto na trama, é a forma como o astro justifica a repetição dos roteiros contados diversas vezes por Hollywood, incluindo seu próprio remake. A diferença estaria na interpretação de cada artista – ou cineasta. Diferentes gerações tiveram seu “Nasce uma Estrela” – este é o quarto – e, por isso, é quase um milagre que o diretor de primeira viagem não tenha oferecido o previsível mais do mesmo. Pelo contrário, conta sua versão com tanta paixão que a torna relevante para os tempos atuais, extremamente carentes de boas histórias que exalem valores básicos da humanidade, como amizade, amor, bondade, coisas que perdemos pelo caminho. E o filme de Bradley Cooper não tem medo de ser feliz ao abraçar seu romantismo exacerbado e por vezes brega. Ora, existe sentimento mais brega que o amor? Cooper não tem a mínima vergonha disso e se aproveita do momento cínico que o mundo vive para emprestar um pouco de frescor a uma fórmula tão desgastada. Entrega, assim, um filme emocionante e que vicia, porque gruda como chiclete da mesma forma que um belo refrão. Mas nada disso seria possível sem uma musa inspiradora. Neste caso, Lady Gaga, que é sim boa atriz e, mais que isso, entrega talvez a melhor performance de uma cantora famosa no cinema desde Cher em “Feitiço da Lua”, de 1987. E o melhor elogio que se pode fazer nem é esse. É que ela consegue fazer o público esquecer que está diante de Lady Gaga. Até mesmo quando sua personagem começa a ficar famosa e cantar cada vez mais. Todo mundo conhece a trama de “Nasce uma Estrela”. Músico decadente e alcoólatra (Jackson Maine) ganha uma segunda chance não na carreira, mas na vida ao abrir as portas do showbusiness para uma cantora amadora, porém promissora (Ally). Bradley Cooper optou por falar e cantar (muito bem) pra dentro, o que tem tudo a ver com Jackson Maine, personagem reprimido e autodestrutivo. Não por acaso recebeu conselhos de Eddie Vedder para cantar, embora mantenha um estilo mais Chris Cornell no quesito comportamento. Por sua vez, ele próprio se disse influenciado por Neil Young – a banda mais recente do roqueiro canadense o acompanha nas músicas. Mas é interessante como o ator engrossa a voz para revelar a surpreendente opção pela técnica: seu personagem é irmão de Sam Elliott, com seu melhor papel em anos e dono de um dos vozeirões mais imponentes e inconfundíveis de Hollywood. É visível a evolução de Cooper como ator e dá pra cravar que ele nunca esteve tão bem quanto em “Nasce uma Estrela”. Mas o que nasce de verdade aqui é um novo diretor americano talentoso, que ainda pode dar muitas alegrias para o cinema, pois mostrou dominar algo que Hollywood valoriza muito: o equilíbrio entre integridade artística e viés comercial (um recado nas entrelinhas do próprio roteiro que bate sutilmente na indústria fonográfica). Sobretudo, Cooper sabe contar uma história, mesmo que dê uma acelerada aqui e ali no processo, como um noivado que vira casamento da noite para o dia e a estreia nos palcos da personagem de Lady Gaga num piscar de olhos, que é a melhor cena do filme ao som da melhor canção feita para o cinema nos últimos anos, “Shallow”, embora tenhamos também as ótimas “Maybe It’s Time”, “I’ll Never Love Again” e “Black Eyes” – a trilha sonora está vendendo tanto quanto os ingressos de cinema. Outro momento acelerado é quando o empresário de Ally fala algumas verdades e toma uma decisão polêmica sem pensar muito ou discutir com a moça a respeito das consequências. Mas ao invés de criticar Bradley Cooper, é válida a tentativa de se colocar no lugar do artista, que costuma ser intenso e trazer tudo à flor da pele. Por exemplo, os olhares que brilham quando Jackson e Ally se encontram no início do filme. E se você prefere a primeira metade de “Nasce uma Estrela”, é porque o amor é lindo e você foi fisgado. Se a segunda metade parece mais pesada é porque a vida não é fácil e a realidade, mais cedo ou mais tarde, bate à nossa porta. Imagine, então, que essa história é sobre artistas que transparecem mil vezes mais sensibilidade em relação a um mero mortal. Até “La La Land” também se inspirou nas versões anteriores de “Nasce uma Estrela”. No filme de Bradley Cooper, essa linha tênue entre estar nas nuvens ou no inferno é refletida quando as lentes do diretor de fotografia Matthew Libatique estão seguindo Ally e Jackson, principalmente nos palcos, e se perdem entre flashes e sombras. A opção por deixar os rostos dos atores bem próximos à câmera sugere um mergulho interno, como se ela quisesse olhar dentro deles para tentar entender o que estão pensando seus personagens. Compare como o filme abre com Jackson de costas, cabisbaixo, rasgando sua guitarra, envolto pela penumbra, enquanto o final é dominado por cores fortes e Ally cantando como nunca cantou antes, até o último frame que traz Lady Gaga olhando para frente – na verdade para vocês, espectadores, que assistiram ao show. São imagens claras de transição, do ocaso de um artista ao momento em que nasce uma estrela.

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    Cena de Bohemian Rhapsody revela erro na história da criação de um dos maiores sucessos da banda Queen

    16 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um cena inédita de “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen. A cena mostra a criação do hit “We Will Rock You”, um dos maiores sucessos do grupo musical. Olhos de fãs vão reparar num anacronismo na recriação da gravação. Rami Malek (série “Mr. Robot”) aparece com o visual que o cantor Freddie Mercury só adotou três anos depois da época da canção original. Ele não tinha bigode nem cabelo curto em 1977. Além de Malek, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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