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    Kevin Clark (1988–2021)

    26 de maio de 2021 /

    Kevin Clark, que ficou conhecido aos 14 anos com o papel de Freddy “Spazzy McGee” Jones, o baterista da banda mirim do filme “Escola de Rock”, morreu nesta quarta (26/5) em um acidente de bicicleta em Chicago. Ele tinha 32 anos. O site TMZ apurou com a polícia de Chicago que Kevin estava andando de bicicleta durante a manhã quando foi atingido por um veículo. Clark ainda foi levado ao hospital, mas não resistiu. Protagonista de “Escola de Rock”, o ator Jack Black lamentou a perda do jovem nas redes sociais. “Notícias devastadoras. Kevin se foi. Muito cedo. Alma bonita. Tantas lembranças ótimas. Estou com o coração partido. Enviando amor para sua família e para toda a comunidade da ‘Escola de Rock'”, escreveu Black. “Escola de Rock” contava a história de um guitarrista decadente (Black) que arranjava emprego como professor de Ensino Fundamental e tenta retomar a carreira formando uma banda de rock com crianças. Recentemente, dois atores mirins do elenco secundário revelaram que se tornaram namorados na vida real. Mas os astros da banda tiveram destino diverso. A menina que viveu a baixista da banda mirim adotou gênero neutro na vida adulta e confessou ter caído em depressão e nas drogas por não ter feito mais nada, enquanto o guitarrista ganhou manchetes por outra carreira ligada à guitarras, isto é, a roubos de guitarras de lojas de instrumentos, até ser preso em flagrante. Kevin Clark não seguiu carreira de ator após o filme, lançado em 2003, mas ainda tocava rock como baterista em Chicago. Ele atualmente integrava a banda Jessie Bess and the Intentions, que tinha feito seu primeiro show no fim de semana passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Black (@jackblack)

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  • Música,  Série

    We Are Lady Parts: Série vai mostrar formação de banda punk muçulmana feminina

    16 de maio de 2021 /

    A plataforma Peacock divulgou o trailer de “We Are Lady Parts”, série britânica sobre a formação de uma banda punk muçulmana feminina. A prévia mostra como a banda em busca de uma guitarrista encontra uma jovem doentiamente tímida, que sob a aparência comportada é uma Lita Ford enrustida e precisa exatamente de atitude punk em sua vida – ainda que seus pais muçulmanos não entendam como ela foi se misturar com aquelas garotas agressivas. Com seis episódios, a série é uma coprodução do Channel 4 inglês. Foi criada, escrita e dirigida por Nida Manzoor, que já dirigiu episódios de “Doctor Who”, e traz em seu elenco jovem a árabe britânica Aiysha Hart (“A Descoberta das Bruxas”), como a cantora que se recusa a usar hijab, e a singapuriana Anjana Vasan (“Mogul Mowgli”) na pele da guitarrista introvertida. Um detalhe da produção é que todas as garotas tocam seus instrumentos de verdade. “We Are Lady Parts” vai estrear na quinta (20/5) no Reino Unido e em 3 de junho nos EUA.

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  • Filme,  Música

    The Sparks Brothers: Documentário de Edgar Wright resgata legado da banda Sparks

    16 de maio de 2021 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o trailer oficial de “The Sparks Brothers”, primeiro documentário musical do diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). O filme é um homenagem de fã ao legado da banda Sparks, formada pelos irmãos Ron e Russell Mael em Los Angeles no ano de 1970. Vanguardista e experimental, Sparks foi pioneiro na criação da música eletrônica e considerado um dos grupos musicais mais inovadores de todos os tempos, cuja influência pode ser traçada de Queen a Duran Duran, chegando até Suede e atualmente em The Killers e Franz Ferdinand. Ao mesmo tempo, também é uma das bandas mais subestimadas e pouco conhecidas (para não dizer completamente desconhecida) pelo grande público – apesar de ter lançado 25 álbuns. O documentário de Edgar Wright tenta fazer justiça ao legado dos irmãos Mael, por meio do resgate de sua trajetória e depoimentos de artistas influenciados por suas músicas, como Beck, Björk, Giorgio Moroder, Todd Rundgren, Nick Rhodes (Duran Duran), Jane Wiedlin (Go-Go’s), Nick Heyward (Haircut 100), Steve Jones (Sex Pistols), Vince Clarke (Erasure), Bernard Butler (Suede), Andy Bell (Ride), Alex Kapranos (Franz Ferdinand), Thurston Moore (Sonic Youth), Flea (Red Hot Chili Peppers), Tony Visconti (produtor de David Bowie), Jack Antonoff (Bleachers) e muitos outros. Exibido no Festival de Sundance com 100% de aprovação da crítica americana, o filme tem estreia comercial marcada para 18 de junho nos EUA e não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Pamela Anderson estaria furiosa com minissérie sobre sua célebre sex tape

    13 de maio de 2021 /

    A atriz Pamela Anderson estaria furiosa com os produtores da vindoura minissérie biográfica sobre seu relacionamento com o roqueiro Tommy Lee. Pelo menos é o que afirma o tabloide britânico The Sun, que citou uma fonte próxima da estrela de TV dos anos 1990. Chamada de “Pam and Tommy”, a atração da plataforma Hulu vai trazer Lily James (a Cinderela) e Sebastian Stan (o Soldado Invernal) nos papéis do baterista da banda Mötley Crüe e da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch). Mas a fonte do The Sun lamenta a escolha de elenco, dizendo que Pamela nunca falar dos dois atores. Para ela, o projeto não passaria de “uma provocação barata”. A fonte disse ainda que o mais incomoda Pamela é o fato de que “Pam and Tommy” pretende reviver um grande escândalo da vida do casal: o vazamento de uma fita de sexo, roubada por um funcionário. “Aquilo tudo foi extremamente traumático para Pamela, foi uma das experiências mais difíceis de sua vida”, disse a anônima, que se identifica como amiga da estrela. Os produtores de “Pam e Tommy” chamaram a atriz para ser consultora da série, mas ela se recusou. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou e divulgou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Música

    Cacatua de Iggy Pop vira sucesso no Instagram e ajuda hospital veterinário

    12 de maio de 2021 /

    Biggy Pop, a cacatua de Iggy Pop, virou um sucesso no Instagram com seus posts de reação à músicas. Tanto que as próprias bandas estão postando os vídeos em que Iggy Pop registra o pássaro dançando ao som das mais diferentes gravações. O post mais recente do ilustre emplumado foi publicado diretamente pela banda inglesa Sleaford Mods com exclusividade, desfalcando a lista de “reacts” do perfil oficial do bicho. Iggy adotou Biggy há 12 anos, ao encontrá-lo à venda numa estrada da Flórida. Ele não estava saudável. A dedicação que ajudou a curar a ave fez nascer uma nova paixão do cantor pela defesa dos animais silvestres. Graças a isso, Biggy foi convidado a virar patrono do Hospital de Vida Selvagem de Byron Bay, na Austrália, lar original das cacatuas. Desde o ano passado, seu Instagram também tem ajudado a divulgar os esforços dos veterinários, que graças à doações conseguiram montar uma clínica móvel, que funciona num caminhão gigante em viagens pelas estradas australianas para ajudar, tratar e salvar animais ameaçados. Detalhe: a clínica móvel traz um desenho de Biggy Pop em suas portas traseiras. Veja abaixo este e outros vídeos com a cacatua mais roqueira do mundo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sleaford Mods (@sleaford_mods) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop)

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  • Filme,  Música

    Documentário vai celebrar 25 anos de shows lendários do Oasis para 250 mil fãs

    12 de maio de 2021 /

    Os irmãos Noel e Liam Gallagher vão dar um tempo em sua briga fraternal em prol da banda Oasis. Mas não será para novas gravações ou show da retorno. Eles vão se juntar para produzir um novo documentário sobre os famosos shows do Oasis no Knebworth Park, na Inglaterra. Realizadas em 10 e 11 de agosto de 1996, os shows reuniram 250 mil fãs da banda e são considerados os maiores já realizados no Reino Unido. Realizados após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – a maior procura por um espetáculo na história britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos pelo controle da banda levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop será dirigida por Jake Scott para a Sony, que está financiando o filme, visando um lançamento para comemorar os 25 anos das apresentações. Veja abaixo um vídeo de “Columbia” gravado durante o evento histórico, que integra outro documentário: “Oasis: Supersonic”, lançado em 2016.

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  • Música

    20 shows clássicos: Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Stone Roses e mais

    9 de maio de 2021 /

    A nova seleção de shows clássicos apresenta o nascimento da cena indie. Era uma vez os anos 1980, quando o Reino Unido tinha quatro jornais de música (NME, Melody Maker, Music Week e Sounds), que resolveram se juntar na iniciativa de contabilizar os vários lançamentos de discos independentes – que começavam a se multiplicar em meados da década – numa parada de sucessos alternativa. O nome indie veio do diminutivo da tal parada independente. Em 1985, The Jesus and Mary Chain ganhou manchetes por músicas ensurdecedoras e shows destruidores – com tumultos generalizados – , que inspiraram tantas bandas quando os lendários desastres dos Sex Pistols, uma década antes. E no ano seguinte as publicações pareciam só falar em indie. Buscando se destacar, o NME decidiu exemplificar a mudança sonora que a nova cena representava com o lançamento de uma fita cassette, reunindo alguns dos artistas da época em seus primeiros singles. Batizada de “C86”, em homenagem à classe musical de 1986, a fitinha fez História, mostrando ao mundo o nascimento de bandas como Primal Scream, The Pastels, Shop Assistants e muitas outras. Sons de guitarras estridentes de Glasgow e vozes murmurantes do interior inglês depois ganhariam adjetivos como shoegazer e twee nos anos seguintes. Bandas de bubblegum ácido com garotas loiras virariam as guitar heroes daquela geração e um pequeno selo indie fundado pelo cantor do Biff Bang Pow! logo se tornaria a gravadora mais influente do Reino Unido – Creation Records. Essa história pode ser revivida nos 20 vídeos abaixo com as mais diferentes experiências de lives, desde breves aparições em estúdio de TV da época até shows lotados em palcos históricos. De Jesus and Mary Chain tocando seu primeiro single na BBC Two até o show dos Stone Roses no espaço vitoriano Empress Ballroom, na cidade de Blackpoool, quando uma nova classe, vinda do interior industrial – especialmente de Manchester – já começava a ensaiar os anos 1990. Fãs de flashbacks podem encontrar outras mostras nos atalhos abaixo, que cobrem diferentes gerações musicais (mas como são antigas, sujeitas à baixas do YouTube). > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock)     The Jesus and Mary Chain | 1985     My Bloody Valentine | 1989     The Pastels | 1988     Biff Bang Pow! | 1987     Ride | 1989     House of Love | 1987     Primal Scream | 1987     The Church | 1988     The Go Betweens | 1987     Felt | 1985     Young Marble Giants | 1980     The Shop Assistants | 1986     Talulah Gosh | 1986     Voice of the Beehive | 1989     The Darling Buds | 1989     The Primitives | 1988     Transvision Vamp | 1989     We’ve Got A Fuzzbox and We’re Gonna Use It | 1987     Sugarcubes | 1988     Stone Roses | 1989

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    Tawny Kitaen (1961–2021)

    8 de maio de 2021 /

    A atriz Tawny Kitaen, que foi musa do rock dos anos 1980 e noiva de Tom Hanks na comédia clássica “A Última Festa de Solteiro” (1984), morreu na sexta-feira (7/5) em sua casa em Newport Beach, Califórnia, aos 59 anos. Nascida Julie E. Kitaen, a californiana de San Diego foi enterrada pela família como Tawny Finley. A causa da morte não foi divulgada. Kitaen foi uma das maiores sex symbols dos anos 1980. Ela se projetou aos 23 anos como estrela de “As Aventuras de Gwendoline no Paraíso” (1984), produção francesa baseada nos quadrinhos adultos de “Sweet Gwendoline” e um dos grandes “guilty pleasures” da década. O próprio autor dos quadrinhos, John Willie, assinou o roteiro do filme como uma versão erótica de Indiana Jones, em que Kitaen encarnou a personagem-título, uma freira foragida que embarcava numa jornada pelas selvas da China com um aventureiro e sua assistente, envolvendo muita nudez, bondage e uma tribo perdida de guerreiras amazonas. No mesmo ano, ela também noivou com Tom Hanks, apenas para ser deixada de lado durante uma despedida de solteiro histórica, e estrelou seu primeiro clipe, “Back for More”, da banda Ratt. A experiência com o Ratt a transformou em estrela do heavy metal e rendeu mais que uma parceria com a banda Whitesnake. Após aparecer em três clipes do Whitesnake em 1987, ela se casou com o vocalista da banda, David Coverdale, mas o matrimônio só durou dois anos, entre 1989 e 1991 – período de mais dois vídeos com os roqueiros. Sua carreira, entretanto, foi vítima de escolhas equivocadas, como o fraquíssimo thriller “Execução Sumária” (1986), que ela coprotagonizou com Michael Paré, e o indigesto romance com um jovem doente “Crystal Heart” (1986), décadas antes desse tipo de história virar moda entre os adolescentes. Kitaen também estrelou o terror “Espírito Assassino” (1986), que fez sucesso em VHS e chegou a ganhar duas sequências, mas os fracassos de bilheteria encerraram rapidamente seus dias de protagonista. Ela se manteve no ar nos anos 1990 com diversas participações televisivas, aparecendo, entre outras atrações, nas comédias clássicas “Seinfeld”, “Um Amor de Família” (Married with Children) e em três episódios de “Hércules” como Dejanira (Deianeira), a esposa do herói interpretado por Kevin Sorbo. Nos últimos tempos, a atriz passou a ser mais vista como ela mesmo, ao participar de reality shows sobre desventuras reais, como “The Surreal Life”, “Botched” (por cirurgias plásticas que a deformaram) e “Celebrity Rehab”. Tawny Kitaen se tornou Tawny Finley ao se casar com Chuck Finley, ex-arremessador do time de beisebol California Angels em 1997. O casamento durou apenas até 2002, mas os dois tiveram duas filhas. Relembre abaixo um dos muitos clipes de rock estrelados pela atriz.

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    Lily James e Sebastian Stan viram Pamela Anderson e Tommy Lee em fotos de minissérie

    7 de maio de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Pam and Tommy”, que mostram Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. A transformação é impressionante, especialmente no caso da atriz britânica (veja mais uma foto abaixo). Com oito episódios, a minissérie vai se concentrar no relacionamento entre o baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, com direito ao famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e ainda não possui previsão de estreia.

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    Kiss vai ganhar filme biográfico da Netflix

    21 de abril de 2021 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Shout It Out Loud”, cinebiografia da banda Kiss que será dirigida por Joachim Rønning, o cineasta norueguês de “Malévola: Dona do Mal” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. O roteiro foi escrito por Ole Sanders (também conhecido como Traktor), diretor do clipe “Die Another Day”, de Madonna, a partir de um esboço concebido por William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O filme vai se concentrar na amizade entre Gene Simmons e Paul Stanley, que surgiu ainda na adolescência, quando eram apenas dois garotos desajustados do Queens, em Nova York, que resolvem formar uma banda inspirada em heróis de quadrinhos após recrutarem o guitarrista Ace Frehley e o baterista Peter Criss. Totalmente maquiados, eles foram considerados uma piada até que ligaram seus instrumentos em amplificadores decentes e deixaram todos “boquiabertos”, de acordo com Simmons. Dos porões do rock nova-iorquino às turnês de estádios lotados, Kiss bateu recorde de venda de ingressos, vendeu mais de 100 milhões de discos e deixou sua marca na História do Rock. Atualmente, a banda está no meio de sua “End of the Road Tour”, turnê de despedida que tinha sido interrompida pela pandemia. Mas há todos os motivos para imaginar que a aposentadoria será adiada mais uma vez para aproveitar a sinergia do lançamento do filme biográfico, que deverá chegar ao streaming em 2023, a tempo de comemorar os 50 anos dos primeiros shows da banda em Nova York. “Shout It Out Loud” será a segunda cinebiografia de rock da Netflix, após o lançamento de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”, em 2019.

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    Filme sobre Boy George troca produtora e agenda filmagens

    20 de abril de 2021 /

    O filme biográfico de Boy George, cantor da banda dos anos 1980 Culture Club, mudou sua produção da MGM para a Millennium Media, planejando acelerar o início dos trabalhos. O cronograma atual visa começar as filmagens em Londres durante o próximo verão europeu (nosso inverno). O próprio Boy George contou as novidades num vídeo divulgado nesta terça (20/4), no qual ainda afirma que a busca pelo elenco está em andamento. Ele chegou a revelar que Daniel Mays (“Belas Maldições”, “White Lies”) vai viver seu pai e que “há rumores de Keanu Reeves aparecendo”. Quando o projeto foi anunciado em 2019, a atriz Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) se candidatou a viver o cantor. Intitulada “Karma Chameleon”, a cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, trabalhando numa chapelaria no Blitz, club londrino onde aconteceu a explosão da cena “new romantic”, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, ele também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme de Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, focado em Freddie Mercury, e “Rocketman”, sobre Elton John, e faz parte de uma tendência que levará várias outras cinebiografias musicais aos cinemas nos próximos anos, abrangendo as carreiras de artistas tão diferentes quanto Aretha Franklin, Robbie Williams, os Ramones e os Bee Gees. Veja abaixo o vídeo do anúncio e o clipe da música que dá nome à produção.

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    Nova série de Dave Grohl explora relação de roqueiros e suas mães

    18 de abril de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “From Cradle to Stage”, nova série documental produzida por Dave Grohl, líder da banda Foo Fighters. Inspirada pelo livro homônimo da mãe do roqueiro, lançado em 2017, a série vai explorar a dinâmica da relação entre músicos de sucesso e suas mães, e contará com as participações das cantoras country Brandi Carlile e Miranda Lambert, do rapper Pharrell Williams e dos roqueiros Geddy Lee (do Rush), Tom Morello (do Rage Against the Machine) e Dan Reynolds (do Imagine Dragons) juntos de suas mães, além, claro, de Dave e Virginia Grohl. “Eu acredito que a relação entre um músico e sua mãe é muito importante porque é a base de sua compreensão do amor, que é certamente a maior musa de todo artista”, disse Grohl, em comunicado sobre o projeto. “Ter a oportunidade de viajar pelo país e contar as histórias dessas mulheres incríveis por trás da cortina não só iluminou a música que elas inspiraram, mas também me fez apreciar o amor que recebi de minha própria mãe, minha melhor amiga. Nem é preciso dizer o que todos devemos às mulheres que nos deram a vida. Sem elas, não haveria música. ” “Esta série, baseada no aclamado livro de Virginia Grohl, oferece um raro olhar sobre os momentos íntimos e inspiradores entre alguns dos maiores artistas do mundo e suas mães – bem a tempo para o Dia das Mães”, acrescentou Bruce Gillmer, Presidente de Programação de Eventos e Músicas da ViacomCBS. A estreia está marcada para o dia 6 de maio, três dias antes do Dia das Mães, na plataforma de streaming Paramount+. Além desse projeto, Dave Grohl ainda tem outro lançamento previsto para as próximas semanas: o documentário “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada à bordo das vans de turnês, que estreia na Amazon Prime Video em 30 de abril. Ele também já lançou uma série sobre a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentou o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014.

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    Ator de “O Gambito da Rainha” será empresário dos Beatles no cinema

    16 de abril de 2021 /

    O ator Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”, vai estrelar a biografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein. Intitulado “Midas Man”, o filme conta com direção do sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018). Chamado de “o quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967) é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. Passaram-se oito meses entre o dia em que ele conheceu os músicos e a assinatura do contrato, que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. “É um grande privilégio interpretar Brian Epstein, um homem que teve um impacto cultural tão importante e duradouro”, disse Jacob Fortune-Lloyd, em comunicado sobre o projeto. “Ele era uma pessoa fascinante com grande talento, ambição e coragem, e estou muito honrado por ter a oportunidade de representá-lo”. O ator também comentou que Jonas Akerlund “é a pessoa perfeita para dar vida a essa história”. “Seu trabalho é visualmente deslumbrante, visceral e ousado. Mal posso esperar para começarmos a trabalhar juntos”, completou. As filmagens acontecerão no Twickenham Studios e em locações em Londres, Liverpool e Estados Unidos. As datas da produção ainda não foram reveladas. Veja abaixo uma entrevista legendada com Epstein feita no início da Beatlemania.

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