Vida do cantor do Stone Temple Pilots vai virar filme
A vida de Scott Weiland, vocalista da banda Stone Temple Pilots, vai ganhar tratamento biográfico no cinema. De acordo com a revista americana Billboard, o longa será intitulado “Paper Heart”. A produção será baseada no livro “Not Dead & Not for Sale”, uma autobiografia que Weiland escreveu junto com David Ritz em 2011. A Dark Pictures adquiriu os direitos para o filme e a cofundadora do estúdio, Jennifer Erwin (produtora da série “Mindhunters”, da Netflix), escreverá o roteiro. “É uma honra ter a confiança para contar a história de Scott e a capacidade de retratar os lados menos conhecidos dele – o homem amoroso, o atleta do ensino médio, a alma melancólica que foi e o vocalista lendário que ele sempre será”, afirmou Erwin em comunicado. O roqueiro californiano se juntou com os irmãos Robert e Dean DeLeo em San Diego em 1989. Primeiro chamada de Mighty Joe Young, a banda acabou mudando de nome logo em seguida, inspirada pela marca de óleo combustível STP, e lançou seu primeiro álbum em 1993. O sucesso veio com o segundo álbum, lançado em 1994, com as canções “Big Empty”, “Vasoline” e “Interstate Love Song”. Enfrentando problemas com drogas, Weiland saiu e voltou do Stone Temple Pilots algumas vezes. Também formou a banda Velvet Revolver com integrantes do Guns ‘N Roses, explorou uma carreira solo e morreu de overdose em 2015, aos 48 anos.
20 shows clássicos: Stones, Kinks, Springsteen, Tom Petty, Dr. Feelgood e mais
Pipoca Moderna volta aos anos 1980 com mais 20 registros ao vivo de puro rock’n’roll. Aberta pela melhor turnê da carreira dos Rolling Stones, a década registrou a volta triunfal dos Kinks, a coroação de Bruce Springsteen como o “boss” dos EUA, o sucesso do Dire Straits na MTV, a consolidação de Tom Petty e a excepcional fase solo de Pete Townshend. Mas também deixou marcada a geração que, ignorada pela MTV, foi abraçada pelas primeiras college radios. Artistas como Dr. Feelgood, Plimsouls, Joe Jackson, Graham Parker, The Smithereens, Fleshtones e outros, que podem representar “descobertas” para os ouvintes mais novos. São cenas de shows extensos de estádio e também apresentações curtas em estúdio de TV, muitas delas verdadeiras raridades. Importante ressaltar que alguns registros são playlists, com vários vídeos individuais de um mesmo show compilados juntos, portanto preste atenção para não confundir uma apresentação de duas horas com um clipe de dois minutos. E boa diversão. Ah, se isso não for suficiente, também estão disponíveis abaixo os links para listas anteriores que cobrem outras gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock) > Shows dos 1980 – Parte 8 (indie, twee, shoegazer, dreampop, C86) > Shows dos 1980 – Parte 9 (rock, new wave, college rock) Muddy Waters & The Rolling Stones | 1981 The Rolling Stones | 1981 J. Geils Band | 1980 Ian Hunter Band | 1980 Graham Parker | 1980 Dr. Feelgood | 1980 George Thorogood | 1984 ZZ Top | 1983 The Georgia Satellites | 1989 Bruce Springsteen | 1985 Dire Straits | 1985 Tom Petty and The Heartbreakers | 1985 The Plimsouls | 1983 The Smithereens | 1987 Hoodoo Gurus | 1984 Fleshtones | 1984 Joe Jackson | 1980 The Kinks | 1982 Pete Townshend | 1986 Rod Stewart | 1984
Willow, filha de Will Smith, lança inesperado clipe roqueiro
A cantora Willow, filha dos atores Will Smith e Jada Pinkett Smith, lançou o clipe de “Lipstick”, que consolida uma inusitada guinada roqueira em sua carreira. Willow ficou conhecida aos 10 anos, quando sua brincadeira de rap pop “Whip My Hair” estourou nas paradas de sucesso. Com 21, é uma mulher completamente diferente. “Lipstick” já é o segundo single de sua conversão roqueira, após o lançamento de “Transparent” em parceria com o baterista Travis Barker, do Blink-182, no mês passado. Mas aquela música ainda tinha apelo pop. Agora, a referência é Perry Farrel (Jane’s Addiction, Porno for Pyros) e artistas mais alternativos. O novo clipe, que projeta imagens pastorais sobre seus lábios e maquiagem glitter, ainda reforça uma estética indie na nova identidade da artista. Os curiosos poderão conferir se a conversão é séria ou só uma fase com o lançamento do novo álbum da cantora, intitulado “Lately I Feel Everything”, previsto para 16 de julho. Veja abaixo também o clipe de “Transparent” com Travis Baker.
Annette: Ópera rock com Adam Driver e Marion Cotillard ganha novo trailer
A Amazon divulgou a versão americana do trailer de “Annette”, filme de Leos Carax (“Os Amantes de Pont Neuf”) que vai abrir o Festival de Cannes neste ano. A prévia destaca o estilo surreal do cineasta francês em cenas de visual impactante e interpretação exagerada dos protagonistas Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Marion Cotillard (“Aliados”). “Annette” é o primeiro filme falado em inglês de Carax, que retornará a Cannes nove anos depois de apresentar “Holy Motors” no festival. Originalmente concebida como uma ópera rock pela banda Sparks, que assina a trilha sonora original, a trama acompanha um ator de “stand up” e uma cantora da fama internacional, que formam um casal cercado de glamour. Mas o nascimento de sua primeira filha, Annette, uma “menina misteriosa com um destino excepcional” altera o rumo de suas vidas. O mais famoso festival de cinema do mundo, que habitualmente acontece em maio, este ano foi adiado devido à pandemia para o mês de julho. A exibição de “Annette” vai abrir o evento daqui a duas semanas, no próximo dia 6.
Clipe traz Miley Cyrus e superbanda em cover do Metallica
Miley Cyrus se juntou a uma superbanda formada por Elton John, WATT, Yo-Yo Ma e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) para gravar um cover de “Nothing Else Matters”, clássico do Metallica, que ainda contou com participação do atual baixista da banda, Robert Trujillo. A música teve um clipe divulgado nesta terça (22/6) sem a presença de nenhum dos músicos. O vídeo explora o clima country da versão ao mostrar um cowboy de preto num deserto ensolarado de outro mundo – ao estilo de “A Torre Negra”. A gravação de “Nothing Else Matters” é a primeira prévia de um álbum de covers do Metallica, intitulado “Blacklist” e com lançamento previsto para 10 de setembro. A produção reúne cerca de 50 artistas em gravações de suas músicas preferidas do “The Black Album”, disco mais bem-sucedido do Metallica, lançado em 1991. Todos os lucros das vendas do disco serão revertidos à instituições de caridade escolhidas pelos artistas participantes do projeto, o que também serviu de incentivo para a ampla variedade de convidados, que vão das bandas Weezer, Ghost e Cage the Elephant até o cantor Dave Gahan (Depeche Mode) e as estrelas pop St. Vincent e Rina Sawayama. Vale observar que muitos músicos gravaram a mesma faixa, resultando em, por exemplo, seis versões diferentes de “Enter Sandman” no projeto. Além do clipe, veja também um “trailer” do projeto logo abaixo.
Cynthia Erivo vai estrelar remake do musical “A Rosa”
A atriz e cantora Cynthia Erivo, que viveu Aretha Franklin na 3ª temporada da série “Genius”, está à frente de um remake do musical “A Rosa”, que projetou Bette Midler nos anos 1970. Ela vai produzir e estrelar uma nova versão do filme de 1979 para o estúdio Searchlight Pictures. Em sua versão original, “A Rosa” girava em torno de uma roqueira autodestrutiva, que lutava contra as pressões da carreira e exigências das pessoas à sua volta. A inspiração da história de Michael Cimino (“O Franco Atirador”), dirigida por Mark Rydell (“Num Lago Dourado”) e considerada por muitos a obra definitiva sobre o vício e a fama, era a vida da cantora Janis Joplin. Segundo Erivo, a nova versão vai “colocar uma lente contemporânea sobre o alto preço da fama”. A ideia de atualizar a história, somada à presença da estrela, praticamente aponta uma adaptação em ritmo de R&B, no lugar do pastiche de rock da obra original O projeto será a primeira produção da empresa recém-lançada de Erivo, batizada de Edith’s Daugher. Mas apesar do acordo de desenvolvimento já estar firmado com o Searchlight, a produção ainda não tem roteirista nem diretor determinado. Veja abaixo o trailer do filme original.
Disney+ anuncia documentário de Peter Jackson sobre os Beatles
A plataforma Disney+ anunciou a data de estreia de “Beatles: Get Back”, documentário dirigido por Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) sobre as gravações do último disco dos Beatles. O projeto de seis horas de duração será dividido em três episódios, com lançamentos nos dias 25, 26 e 27 de novembro. Repleta de cenas nunca antes vistas, o documentário resulta da descoberta de mais de 50 horas de material gravado originalmente em janeiro de 1969, enquanto os Beatles trabalhavam nas músicas do álbum “Let It Be”, seu último lançamento antes da separação. As filmagens originais do diretor Michael Lindsay-Hogg ocorreram de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 e deveriam virar um especial de televisão sobre a produção do disco. Mas a banda anunciou sua separação logo em seguida e, com a repercussão, o material acabou lançado no cinema, em maio de 1970, focando nas brigas e disputas internas que teriam levado os músicos a acabar com a banda. Entretanto, ao contrário do que foi visto em 1970, o trabalho de Jackson deve mostrar outro lado dessa história, revelando os velhos amigos John, Paul, Ringo e George em clima leve e divertido. Aparentemente, o material anterior visava explorar o fim dos Beatles de forma sensacionalista, quando a realidade foi bem diferente. A produção também incluiu o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última apresentação da banda, que se seguiu à gravação do disco. Em comunicado sobre o projeto, Jackson afirmou: “Em muitos sentidos, as cenas capturadas originalmente por Michael Lindsay-Hogg se prestavam a múltiplas histórias. Uma história de amizade, mas também de indivíduos. Uma história sobre fragilidades humanas, mas também parcerias divinas. A história detalhada do processo criativo, com o nascimento de canções icônicas sob pressão, tendo como pano de fundo o clima social de 1969”. O diretor ainda disse que este “não é um filme nostálgico, mas sim um trabalho cru, honesto e humano”. “No decorrer destas seis horas, você vai conhecer os Beatles com uma intimidade que não acreditava ser possível”, completou. Celebre Beatles: Get Back, Documentário Original em três partes. Estreia exclusiva em 25, 26 e 27 de novembro. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/1Q5ULyt2IO — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) June 17, 2021
Festival In-Edit Brasil disponibiliza mais de 50 documentários musicais online
O Festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais, começa nesta quarta (16/6) sua 13ª edição com sua programação toda online. É o segundo ano consecutivo que o evento é apresentado desta forma, devido à pandemia de coronavírus. Mais de 50 documentários serão disponibilizados ao público, que pode acessá-los no site do festival, em quatro mostras agendadas até o encerramento, no dia 27. Apenas as sessões do Panorama Mundial, com longas estrangeiros, são pagas, com ingressos a R$ 3. Já as sessões do Panorama Brasileiro, dividido em Competição Nacional, Mostra Brasil e Curtas Brasileiros são gratuitas, sujeitas a limites de visualização simultânea. Além de lançamentos do gênero, a edição deste ano presta homenagem ao cineasta D.A. Pennebaker, falecido em 2019, com uma retrospectiva especial, que inclui clássicos como “Dont Look Back”, sobre a transformação do então cantor folk Bob Dylan em roqueiro, “Monterey Pop”, sobre o famoso festival de rock de 1967, e “Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, com a fase glam de David Bowie. A programação começa a partir das 20h, quando o público poderá assistir a “Moby Doc”, de Rob Gordon Bralver. Recém-concluído, o filme conta a história do músico Moby, dando imagens a uma autobiografia publicada por ele. A lista de músicos que são temas de documentários inclui ainda a cantora punk Poly Styrene, do X-Ray Spex (“Poly Styrene: I Am a Cliche”), a banda new wave The Go-Go’s (“The Go-Go’s”), o roqueiro glam Phil Lynott, do Thin Lizzy (“Songs for While I’m Away”), e a roqueira glam Suzi Quatro (“Suzi Q”), entre outros. Entre os brasileiros, a lista inclui filmes sobre Luiz Melodia, Jair Rodrigues, João Bosco & Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro e duas bandas históricas do rock nacional, Made in Brazil e Secos & Molhados. A programação completa, com horários das sessões, pode ser acessada no site oficial do festival (https://br.in-edit.org/).
Novo clipe da banda The Pretty Reckless é parceria com Soundgarden
O novo clipe de The Pretty Reckless revela uma transformação radical na banda liderada por Taylor Momsen (a Jenny de “Gossip Girl”), que virou grunge e passou a soar como o Soundgarden. Não é por acaso. Os músicos de cabelos brancos que acompanham a jovem loira e o guitarrista Ben Phillips são o baterista Matt Cameron e o guitarrista Kim Thayil do Soundgarden. “É difícil descrever o sentimento em torno da nossa música ‘Only Love Can Save Me Now’”, disse Taylor Momsen em comunicado sobre a gravação. “A música nasceu de uma tragédia e foi trazida à vida por dois dos meus músicos favoritos de todos os tempos – Matt Cameron e Kim Thayil. Ouvi-los tocar é simplesmente surreal. Essa música representa passar pelo pior momento da minha vida e, ainda assim, é uma das minhas conquistas de maior orgulho. Significa que há esperança e que a vida tem que continuar e, o mais importante, vale a pena ser vivida”. A música teria sido inspirada pelo suicídio de Chris Cornell, cantor do Soundgarden, e pela morte de Kato Khandwala, produtor do Pretty Reckless, num acidente de moto. Vale lembrar que The Pretty Reckless foi a banda de abertura da turnê de 2017 do Soundgarden, a última de Chris Cornell. Thayil também elogiou a gravação. “Foi muito divertido passar um tempo no estúdio com Taylor, Ben [Phillips] e Matt, e ter a oportunidade de contribuir para a música do Pretty Reckless. ‘Only Love Can Save Me Now’ tem elementos do Soundgarden clássico e o riff provavelmente estaria em casa em ‘Louder Than Love'”, apontou. “Only Love Can Save Me Now” faz parte do quarto álbum do Pretty Reckless, “Death by Rock and Roll”, lançado em fevereiro após o maior hiato da banda, cinco anos desde o disco anterior.
20 shows clássicos: David Bowie, U2, INXS, Sinèad O’Connor e mais
A 13ª seleção da shows clássicos da Pipoca Moderna traz mais 20 apresentações dos anos 1980, cobrindo a evolução do pop rock com carreiras solos e guinadas musicais de astros consagrados, além de introduzir a geração que popularizou as turnês de estádios, com U2, INXS e Midnight Oil. O show australiano do INXS, inclusive, foi acompanhado ao vivo por ninguém menos que a Princesa Diana. Veja abaixo também a transformação funk de David Bowie, a impressionante estreia de Sinèad O’Connor e as melhores fases das carreiras solos de Bryan Ferry, Iggy Pop, Peter Murphy, Tom Verlaine e Julian Cope. E se isso não for suficiente, também estão disponíveis abaixo os atalhos para listas anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock) > Shows dos 1980 – Parte 8 (indie, twee, shoegazer, dreampop, C86) Lou Reed | 1984 John Cale | 1984 Iggy Pop | 1986 Tom Verlaine | 1984 Sinead O’Connor | 1988 ‘Til Tuesday | 1986 U2 | 1984 Big Country | 1986 Midnight Oil | 1989 INXS | 1985 David Bowie | 1983 Bryan Ferry | 1988 The Associates | 1986 Bolshoi | 1987 Julian Cope | 1987 Peter Murphy | 1988 Love and Rockets | 1987 The Woodentops | 1985 The The | 1983 Jonathan Richman | 1986
Música de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” ganha clipe com Brie Larson
A banda canadense Metric divulgou em seu canal do YouTube o clipe completo de “Black Sheep”, música que gravou para a trilha sonora do cultuado filme “Scott Pilgrim Contra o Mundo”. O clipe acompanha o relançamento da trilha, que chegará nas plataformas digitais em versão estendida com demos do Beck e outras faixas ainda não reveladas, no dia 9 de julho. Nas cenas do filme reunidas no clipe, quem aparece cantando é a jovem Brie Larson, que já maravilhava o público muito antes de viver a Capitã Marvel. A apresentação ainda incluía o “baixista” Brandon Routh, que foi Superman e Elektron (Atom) no cinema e na TV. Dirigido por Edgar Wright, “Scott Pilgrim Contra o Mundo” era uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Bryan Lee O’Malley sobre a luta de um nerd por uma garota cool. Luta literal, que incluía vencer todos os ex-namorados dela, a maioria com superpoderes de quadrinhos, rock e videogames. O casal central era interpretado por Michael Cera (“Juno”) e Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) e o jovem e impressionante elenco do filme ainda incluía Chris Evans (o Capitão América), Kieran Culkin (“Succession”), Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), Alison Pill (“Star Trek: Picard”), Aubrey Plaza (“Legion”), Jason Schwartzman (“Fargo”) e Bill Hader (“Barry”).
Kevin Clark (1988–2021)
Kevin Clark, que ficou conhecido aos 14 anos com o papel de Freddy “Spazzy McGee” Jones, o baterista da banda mirim do filme “Escola de Rock”, morreu nesta quarta (26/5) em um acidente de bicicleta em Chicago. Ele tinha 32 anos. O site TMZ apurou com a polícia de Chicago que Kevin estava andando de bicicleta durante a manhã quando foi atingido por um veículo. Clark ainda foi levado ao hospital, mas não resistiu. Protagonista de “Escola de Rock”, o ator Jack Black lamentou a perda do jovem nas redes sociais. “Notícias devastadoras. Kevin se foi. Muito cedo. Alma bonita. Tantas lembranças ótimas. Estou com o coração partido. Enviando amor para sua família e para toda a comunidade da ‘Escola de Rock'”, escreveu Black. “Escola de Rock” contava a história de um guitarrista decadente (Black) que arranjava emprego como professor de Ensino Fundamental e tenta retomar a carreira formando uma banda de rock com crianças. Recentemente, dois atores mirins do elenco secundário revelaram que se tornaram namorados na vida real. Mas os astros da banda tiveram destino diverso. A menina que viveu a baixista da banda mirim adotou gênero neutro na vida adulta e confessou ter caído em depressão e nas drogas por não ter feito mais nada, enquanto o guitarrista ganhou manchetes por outra carreira ligada à guitarras, isto é, a roubos de guitarras de lojas de instrumentos, até ser preso em flagrante. Kevin Clark não seguiu carreira de ator após o filme, lançado em 2003, mas ainda tocava rock como baterista em Chicago. Ele atualmente integrava a banda Jessie Bess and the Intentions, que tinha feito seu primeiro show no fim de semana passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Black (@jackblack)
We Are Lady Parts: Série vai mostrar formação de banda punk muçulmana feminina
A plataforma Peacock divulgou o trailer de “We Are Lady Parts”, série britânica sobre a formação de uma banda punk muçulmana feminina. A prévia mostra como a banda em busca de uma guitarrista encontra uma jovem doentiamente tímida, que sob a aparência comportada é uma Lita Ford enrustida e precisa exatamente de atitude punk em sua vida – ainda que seus pais muçulmanos não entendam como ela foi se misturar com aquelas garotas agressivas. Com seis episódios, a série é uma coprodução do Channel 4 inglês. Foi criada, escrita e dirigida por Nida Manzoor, que já dirigiu episódios de “Doctor Who”, e traz em seu elenco jovem a árabe britânica Aiysha Hart (“A Descoberta das Bruxas”), como a cantora que se recusa a usar hijab, e a singapuriana Anjana Vasan (“Mogul Mowgli”) na pele da guitarrista introvertida. Um detalhe da produção é que todas as garotas tocam seus instrumentos de verdade. “We Are Lady Parts” vai estrear na quinta (20/5) no Reino Unido e em 3 de junho nos EUA.












