Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees
A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Série sobre os Sex Pistols ganha primeiras fotos
O canal pago americano FX divulgou as primeiras imagens de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens destacam a recriação do visual dos músicos. A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistols” ainda não tem previsão de estreia e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.
Taylor Hawkins (1972-2022)
O músico Taylor Hawkins, baterista de longa data da banda Foo Fighters morreu na sexta-feira (25/3) aos 50 anos. O falecimento foi anunciado na conta da banda no Twitter e a causa da morte não foi revelada. “A família Foo Fighters está devastada pela perda trágica e prematura de nosso amado Taylor Hawkins”, diz o tuite. “Seu espírito musical e risada contagiante viverão conosco para sempre.” A banda estava em turnê na América do Sul quando a morte foi comunicada. A banda estava programada para se apresentar na sexta-feira em Bogotá, na Colômbia, e tocaria no Brasil no domingo. Nascido em 17 de fevereiro de 1972, em Fort Worth, Texas, Hawkins começou a chamar a chamar atenção como baterista das turnês de Alanis Morissette de 1995 a 1997, incluindo shows do famoso álbum “Jagged Little Pill”. Ele se tornou membro permanente do Foo Fighters em março de 1997, substituindo William Goldsmith antes do lançamento de “The Color and the Shape”, o disco mais vendido da banda. O baterista, que comemorou seu aniversário de 50 anos no mês passado, fez parte de todas as 12 vitórias da banda no Grammy. Ele também tinha um projeto solo, chamado Taylor Hawkins & The Coattail Riders, que lançou três álbuns entre 2006 e 2019, paralelamente a sua participação na banda de Dave Grohl. Um dos integrantes mais extrovertidos do Foo Fighters, Hawkins também teve uma pequena carreira como ator. Destaque nos clipes da banda, ele acabou interpretando o roqueiro Iggy Pop no filme “CBGB: O Berço do Punk Rock”, de 2013. Mas a carreira de “ator” começou bem antes. E no Brasil. Ele apareceu com Alanis Morissette num episódio em “Malhação”, em 1996. Na época, o músico acompanhava a cantora na turnê mundial de “Jagged Little Pill”. Recentemente, Hawkins também foi visto com os seus companheiros de banda no episódio “Kill the Fatted Calf”, da série “The Morning show”, da AppleTV+, que foi ao ar em outubro. Na ocasião, eles contracenaram com Jennifer Aniston. Seu último trabalho nas telas foi novamente junto com o resto dos Foo Fighters no filme “Terror no Estúdio 666”, lançado há poucos semanas. Na trama que mistura terror e comédia, Hawkins, Dave Grohl, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee se mudam para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. Em sua vida privada, o baterista travava uma luta contra as drogas há muitos anos, tendo sobrevivido a uma overdose de heroína que o deixou em coma por duas semanas em 2001. Além disso, assumiu que tinha problemas com álcool e drogas no documentário “Foo Fighters: Back & Forth”, de 2011. Ele deixa a esposa Allison e seus três filhos. Vários músicos foram às mídias sociais para expressar condolências à família, incluindo o guitarrista Brian May, do Queen, que postou no Instagram: “Não. Não pode ser. De coração partido. Taylor, você era uma família para nós. Nosso amigo, nosso irmão, nosso filho amado.” O guitarrista Tom Morrello, do Rage Against the Machine, tuitou: “Deus te abençoe Taylor Hawkins. Eu amei seu espírito e seu poder de rock imparável. Descanse em paz meu amigo.” Billy Idol escreveu “Tão trágico”, enquanto Miley Cyrus compartilhou uma foto de Hawkins sorrindo atrás da bateria em seu Stories. “É assim que sempre me lembrarei de você”, descreveu ela. “Meu show de amanhã é dedicado a Taylor Hawkins.” O show mencionado por Miley Cyrus vai acontecer em São Paulo, no segundo dia da apresentação do Lollapalooza. A banda Foo Fighters também tocaria no festival, com show marcado para domingo (27/3), mas a apresentação foi cancelada.
U2 vai virar série do roteirista de “Bohemian Rhapsody”
A famosa banda de rock U2 vai virar uma série da Netflix. O site The Hollywood Reporter apurou que a produtora do cineasta JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) fechou com a plataforma de streaming para desenvolver uma atração dramática sobre a história da banda. Ainda sem título, a produção está em estágios iniciais de desenvolvimento. Detalhes do envolvimento do U2 estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes do THR afirmam que a banda aceitou apoiar o projeto, que está sendo escrito por Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “Bohemian Rhapsody” (2018), filme sobre a banda Queen. A série tem produção da Warner Bros. Television e da Bad Robot, empresa de Abrams. Não está claro se a produção vai contar toda a trajetória da banda, formada por Bono Vox, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. em 1976 na cidade de Dublin, na Irlanda, ou se focará numa fase específica de sua longa carreira, que rendeu 14 álbuns de estúdio e venceu um recorde de 22 Grammys. Vale lembrar que o início da carreira do U2 já foi abordado no cinema na comédia “Killing Bono” (2011), centrada na história real de Ivan McCormick, o guitarrista que participou dos primeiros ensaios e quase integrou a banda de seu colega de aula Larry Mullen Jr.
Conheça o rock alternativo atual em 10 clipes novos
Quem disse que o rock morreu? A seleção de novos clipes independentes da Pipoca Moderna junta 9 bandas novíssimas com um monstro sagrado do rock alternativo. Além de queridinhos da crítica americana, neogrunges britânicos e ícones fashionistas do Japão, a lista inclui o clipe mais recente (deste mês) de nada menos que Pixies, formada em 1986 e influência de quase toda essa nova geração. Confira abaixo como os velhinhos dialogam com o som dos moleques de hoje. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, o quarteto Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Liz Phair, Pixies e Breeders. A banda californiana assinou com a meca indie Polyvinyl no ano passado e se mudou para Nova York, acompanhando os estudos universitários de Etta, onde atualmente trabalha em seu terceiro álbum. Vale reparar que o clipe de “Rockstar” é um tributo às comédias de rock como “Josie e as Gatinhas”, “Escola de Rock” e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal”. SNARLS | EUA Formada por colegas de faculdade, a banda indie de Columbus, Ohio, lançou seu álbum de estreia em 2020. “Fixed Gear” é o único clipe de um EP lançado no final do ano passado com produção de Chris Walla, ex-Death Cab For Cutie. OCTOBER DRIFT | INGLATERRA A banda grunge inglesa não esconde sua influência de Nirvana e Pixies. Muito antes pelo contrário. “Insects” é praticamente uma recriação do som dos anos 1990. A música faz parte do repertório do segundo álbum, previsto para o final do ano. JAWS THE SHARK | INGLATERRA O projeto grunge de Olly Bailey, produtor de turnês de rock do Reino Unido, surgiu durante a quarentena de coronavírus. Sem shows para empresariar, ele pegou a guitarra e começou as canções que integram o primeiro EP, “Another Day In Paradise”, lançado em fevereiro passado. KILLS BIRDS | EUA A vocalista Nina Ljeti veio ainda criança da Bósnia para o Canadá bem na época em que Nirvana era a sensação do momento. Ela se mudou para a Califórnia na metade da década passada para fazer cinema, chegando a dirigir meia dúzia de curtas e dois longas-metragens, entre eles “Memória” (2015) estrelado por James Franco. O ator retribuiu escalando Ljeti como Patti Smith em seu filme “Zeroville – A Vida em Hollywood” (2019). Chame de premonição, porque à frente do grunge Kills Birds ela entrega uma performance de dar orgulho à pioneira do punk. THE MYSTERINES | INGLATERRA O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado nessa sexta (11/3), junto com o novo clipe. PIXIES | EUA Com quase quatro décadas de atividade, a banda que influencia boa parte dos novos artistas desta seleção está de volta com música nova, após um silêncio de dois anos. Por curiosidade, o clipe lançado na semana retrasada é dirigido pela “nova” baixista, a argentina Paz Lenchantin, explorando o mundo das fadas que raramente é abordado pelo grupo, apesar de seu nome – Pixies são seres feéricos. HORSEGIRL | EUA “Anti-Glory” é o terceiro single do trio feminino adolescente de Chicago, que apesar do pouco tempo de atividade já caiu nas graças da crítica de rock americana. Soando como a herdeira ilegítima de Sonic Youth com Jesus and Mary Chain, a música faz parte do primeiro álbum, “Versions of Modern Performance”, que sai em 3 de junho pela respeitada Matador Records. LUBY SPARKS | JAPÃO Dreampop com distorção shoegazer e energia punk, a banda baseada em Tóquio consegue criar um som único e moderno a partir de sua fascinação pelo rock britânico de décadas atrás. Com um guitarrista e uma vocalista com carreira nas passarelas de moda, a banda também chama atenção pela beleza de seus integrantes. WET LEG | INGLATERRA Rhian Teasdale e Hester Chambers voltaram a gravar um clipe num ponto turístico de seu lar, a Ilha de Wight, conhecida por ser a locação de um famoso festival de rock anual – que em 1970 superou o público de Woodstock, assistido por cerca de 700 mil pessoas. Homenagem a uma de suas melhores amigas, “Angelica” é o quinto single da dupla feminina que encanta a crítica com um indie rock influenciado por Breeders, Pixies e pós-punk. O álbum de estreia vai sair em 8 de abril pela Domino Records. MOMMA | EUA | SNARLS | EUA | OCTOBER DRIFT | INGLATERRA | JAWS THE SHARK | INGLATERRA | KILLS BIRDS | EUA | THE MYSTERINES | INGLATERRA | PIXIES | EUA | HORSEGIRL | EUA | LUBY SPARKS | JAPÃO | WET LEG | INGLATERRA
Metal Lords: Comédia roqueira do criador de “Game of Thrones” ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Metal Lords”, comédia roqueira adolescente, que resulta da reunião de talentos aparentemente aleatórios. Por um lado, o filme é produzido por Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, que garante credenciais roqueiras inatacáveis. Por outro, traz Noah Urrea, da banda pop infanto-juvenil Now United, desafiando os protagonistas para uma competição… de rock! Do mesmo modo, a direção está a cargo de Peter Sollett, da comédia romântica roqueira “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música”. Já o roteiro foi inacreditavelmente escrito por D.B. Weiss, um dos criadores de “Game of Thrones”. Essa combinação nada, digamos, “óbvia” se reúne para filmar a conhecida história do garoto que conhece uma garota e… a convida para entrar em sua banda. Claro que esta paixão pelo rock vai precisar superar obstáculos, em especial o guitarrista que quer mais morte e destruição que love love love em seu metal pesado. Fora o figurante de luxo Noah Urrea, o elenco destaca Jaeden Martell (“It – A Coisa”) e Isis Hainsworth (“Emma.”) como o casal central, além do estreante Adrian Greensmith como o guitarrista cabeludo, sem esquecer de Joe Manganiello (“Magic Mike”), Brett Gelman (“Stranger Things”) e Sufe Bradshaw (“Veep”) entre os personagens adultos. Com direito a cenas de batalha de bastardos de bandas de high school, “Metal Lords” estreia em 8 de abril na Netflix.
Laurel Goodwin (1942–2022)
A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.
Descubra o punk rock feminino atual em 10 clipes novos
Hey ho, let’s go, a lista de novos clipes musicais independentes desta semana destaca novidades da cena punk em diversas configurações, do punk pop californiano ao ska punk, sem esquecer o hardcore. Com um detalhe: todas as músicas são entoadas por vozes femininas. A lista tem até um extra: um documentário da última turnê de um dos grupos mais veteranos da seleção, The Interrupters, que encerra a coleção de vídeos. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). THE LINDA LINDAS | EUA A banda punk pop de Los Angeles foi o maior hype do ano passado, graças à ousadia de uma música chamada “Racist, Sexist Boy” e a pouca idade de suas integrantes: as irmãs Mila e Lucia de la Garza, de 11 e 15 anos respectivamente, sua prima Eloise Wong, de 13 anos, e a amiga mais velha que faz os solos de guitarra, Bela Salazar, de 17. As irmãs que originaram a banda são filhas de Carlos de la Garza, engenheiro de som de discos de Bad Religion, Paramore e Wolf Alice, entre outras bandas, e começaram a tocar na garagem com a prima em 2018. “Talking to Myself” é o single mais recente do álbum de estreia do quarteto, “Growing Up”, previsto para 8 de abril. PANIC SHACK | PAÍS DE GALES O quinteto feminino de Cardiff se diverte com um punk colorido, ao estilo dos Rezillos, com direito até ao figurino da época. Uma curiosidade do clipe de “Mannequin Man” é que, embora mostre a banda nas ruas de Londres, elas filmaram suas participações em sua cidade natal, criando a ilusão com chroma key. A música faz parte de seu primeiro EP, “Baby Shack”, que também chega em 8 de abril. NEW ROCK CITY | EUA O guitarrista Kick e a vocalista Rossano formaram New Rock City em, claro, New York City há exatamente uma década, compartilhando uma paixão mútua pela intersecção de punk rock, glam e new wave dos anos 1970 e 1980. Suas músicas tem clara influência de Joan Jett, Billy Idol, New York Dolls e The Pretenders. O clipe de “Da Ratman!” tenta evocar o período com a recriação da atmosfera de shows em porões clássicos do rock, como o club nova-iorquino CBGB. O terceiro single do álbum “Radio 85”, previsto para o final do ano, tem produção de Matt Chiaravalle, que trabalhou com a banda Blondie – uma das atrações icônicas do CBGB. NOBRO | CANADÁ Com um punk rock clássico, veloz e barulhento, a banda de Montreal liderada pela baixista/vocalista Kathryn McCaughey vem conquistando fãs desde sua apresentação no festival canadense WayHome em 2017. “Eat Slay Chardonnay”, com refrão inspirado nos Ramones, faz parte de seu segundo EP, “Live Your Truth Shred Some Gnar”, lançado em 23 de fevereiro pelo selo Big Scary Monsters. THE LETS GO | JAPÃO O trio feminino liderado pela cantora/guitarrista Coco já atravessou várias formações desde 2006, incluindo um período com a baixista Sakura Anno, filha do líder da lendária banda punk japonesa Guitar Wolf. Após passar a maior parte de 2021 como dupla, “In My Head” é a primeira gravação da nova formação, que ganhou um clipe animado fofíssimo em homenagem à banda favorita de Coco, Mariko e da novata Manami: Ramones. DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA O nome da banda de Auckland é gíria para comportamento baixo, geralmente associado a babacas do sexo masculino. Não por acaso, faz punk rock feminista. “O nome da banda é uma oportunidade perfeita para incorporar uma inversão de papéis”, definiram os músicos em 2019. Dick Move também é uma superbanda local, formada por integrantes dos grupos Master Blaster, Shitripper, Na Noise e Dateline, que decidiram tocar juntos após uma noite de bebedeira num bar. O que começou como brincadeira virou o álbum “Chop!” em 2020. Curiosamente, só agora em março, dois anos depois do lançamento do disco, o single “Ladies Night” ganhou seu primeiro clipe. DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL O trio de Daegu é o representante hardcore da lista. As garotas e o rapaz da banda já tem dois álbuns e “National Police Sh!t” faz parte do primeiro, lançado em 2018. O detalhe é que a música foi revistada neste ano com um novo clipe, após a política interromper um show dos DGAGC em Busan. Imagens da confusão foram incorporados ao vídeo. GRUMPSTER | EUA Liderado pela cantora e baixista Falyn Walsh, o trio representa o punk pop californiano dos anos 1990 (estilo de Green Day, Blink-182, etc) com guitarras bastante distorcidas e melodias acessíveis. “Looking Good” é o segundo single gravado pelos músicos após assinarem com a Pure Noise Records no ano passado, e antecipa a preparação ao segundo álbum, após a estreia em 2019 pelo diminuto selo Asian Man Records. CATBITE | EUA Formada por ex-membros de The Snails e a vocalista/tecladista Brittany Luna em 2018, Catbite é um quarteto de ska punk da Filadélfia influenciado pela energia do movimento 2 Tone dos anos 1980, mas também pelas melodias do punk pop dos 1990. “Police Man (Kick Me in the Head)” é uma reinvenção completa de “Policeman”, única música da superbanda The Silencers, formada por integrantes do Rancid, Wix e Slackers em 1997, e foi lançada na sexta (4/3) numa coletânea de artistas da gravadora Stubborn (“Still Stubborn – Volume 2”). THE INTERRUPTERS | EUA Os três irmãos Bivona e a cantora Aimee Allen estão entre os veteranos da turma. Apadrinhados por Tim Armstrong, do Rancid, o quarteto de Los Angeles já tem três álbuns de estúdio e lançaram seu primeiro disco ao vivo de ska punk no ano passado, gravado em Tóquio. O clipe acústico é resultado de um ensaio desses shows e foi disponibilizado como bônus do documentário da turnê – que pode ser visto completo aqui abaixo. THE LINDA LINDAS | EUA | PANIC SHACK | PAÍS DE GALES | NEW ROCK CITY | EUA | NOBRO | CANADÁ | THE LETS GO | JAPÃO | DICK MOVE | NOVA ZELÂNDIA | DRINKING BOYS AND GIRLS CHOIR | COREIA DO SUL | GRUMPSTER | EUA | CATBITE | EUA | THE INTERRUPTERS | EUA
Veja 10 clipes com a nova psicodelia indie
Nesta semana, a seleção de novos clipes musicais independentes da Pipoca Moderna embarca numa viagem psicodélica, que leva o ouvinte por sons lisérgicos de décadas atrás, atravessa nuvens carregadas de guitarras shoegazer e desagua num arco-íris dreampop. Junto a artistas em começo de carreira, a lista contempla lançamentos de duas bandas veteranas, que apesar de tocar rock desde os anos 1990, ainda são consideradas “obscuras” por grande parte do público. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). MNNQNS | FRANÇA O quarteto de Rouen lançou um clipe psicodélico para anunciar seu segundo álbum, “The Second Principle”, previsto para a primavera europeia (nosso outono). Mixado por Jolyon Thomas (que já trabalhou com U2), o disco promete combinar psicodelia, pop e pós-punk para manter MNNQNS como a mais internacional das bandas francesas. ELEPHANT STONE | CANADÁ Primeiro single do EP conceitual “Le Voyage de M. Lonely dans la Lune”, a música encontra o personagem-título isolado por uma epidemia mundial, que força o resto da população do planeta a ficar em casa e o convence a deixar a Terra. O disco é o primeiro cantado inteiramente em francês pela banda psicodélica de Montreal, formada em 2009 por Rishi Dhir (ex-The Datsons e The High Dials), e foi dedicado aos fãs canadenses que falam o idioma. THE ASTEROID Nº 4 | EUA Das garagens da Filadélfia para uma viagem de ácido ao espaço sideral, a psicodelia de The Asteroid Nº 4 começou a descer em direção à Terra em meados dos anos 1990. Atualmente estacionada em São Francisco, após mais de 25 anos de estrada, a banda inspirada tanto por Pink Floyd quanto por Ride fez uma colagem criativa de cenas de filmes dos anos 1960 para divulgar o primeiro clipe do álbum “Tones of the Sparrow”, previsto para 25 de março. LOW | EUA Outro remanescente dos anos 1990, Low é hoje seu núcleo fundador: o casal Alan Sparhawk e Mimi Parker. Eles já foram mórmons praticantes e aprimoraram a prática de tocar o mais lento possível, a ponto de inspirar um novo rótulo da crítica: slowcore. O som mudou muito em 30 anos. A psicodelia de “All Night” faz parte do 13º álbum da banda, “Hey What”, lançado pela gravadora Sub Pop em setembro passado com produção de BJ Burton, que trabalhou até com a rapper Lizzo. RENATA ZEIGUER | EUA A ex-líder da banda Cantina iniciou sua carreira solo em 2018 e prepara seu segundo álbum, “Picnic In The Dark”, com novas melodias suaves de influência sessentista, previsto para 8 de abril pela Northern Spy Records. BATTLE AVE | EUA A banda nova-iorquina retorna de um hiato de sete anos em abril com “I Saw the Egg”, terceiro álbum de uma carreira quase abandonada. Curiosamente, “Fool” deveria ter entrado no último disco, mas acabou ficando de fora por não ser pessimista como as demais faixas e quase foi esquecida, até o vocalista Jesse Doherty encontrar sua demo antes de entrar em estúdio para o novo trabalho. A música aborda o amor assumido em todo seu constrangimento, tema que a banda costuma evitar, e só foi redimida porque Doherty virou um “bobão” em sua própria vida, casando-se e virando pai. JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês queria fazer uma música que todos pudessem dançar. O resultado é a microfonia shoegazer de “Still”, garantia de pista… vazia. O segundo álbum da banda, “Heart Under”, chega quatro anos após o disco inaugural, no dia 27 de maio. TALLIES | CANADÁ Formado em 2019 em Toronto, o trio segue o shoegazer/dreampop de Lush, My Bloody Valentine, The Sundays e Beach House com muita microfonia e vocais femininos melódicos, cortesia da cantora-guitarrista Sarah Cogan. EMPATH | EUA Mais rock da Filadélfia. “Elvis Comeback Special” é o quarto e último single de “Visitor”, segundo álbum da banda shoegazer, lançado há duas semanas pela Fat Possum Records. A colisão sonora de guitarras microfonadas, teclado sessentista, solo de bateria e resquícios dissonantes de melodia não devia combinar, mas é ancorada perfeitamente pelo fiapo de voz de Catherine Elicson – quase como uma faixa perdida da melhor fase do Dinosaur Jr. COLATURA | EUA O trio do Brooklyn, Nova York, faz um dreampop melódico com reminiscências das baladas femininas dos anos 1960. Banda mais nova da lista, vai lançar seu primeiro álbum, “And Then I’ll Be Happy”, no dia 22 de abril. MNNQNS | FRANÇA | ELEPHANT STONE | CANADÁ | THE ASTEROID Nº 4 | EUA | LOW | EUA | RENATA ZEIGUER | EUA | BATTLE AVE | EUA | JUST MUSTARD | IRLANDA | TALLIES | CANADÁ | EMPATH | EUA | COLATURA | EUA
Terror da banda Foo Fighters será exibido nos cinemas do Brasil
A Sony vai lançar no Brasil o filme de terror estrelado pela banda Foo Fighters. Com o título em português “Terror no Estúdio 666”, o longa será exibido nos cinemas em sessões limitadas, apenas nos dias 19 e 20 de março. Veja abaixo o trailer nacional. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos se mudam para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. Não faltam cenas sangrentas na produção, incluindo o registro de Grohl possuído e exterminando seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee. O elenco também inclui Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”).
Dave Grohl mata músicos do Foo Fighters em trailer de terror
A banda Foo Fighters divulgou no YouTube um novo trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. A nova prévia é a mais sangrenta de todas (red band) e mostra o cantor Dave Grohl matando os demais integrantes da banda de forma brutal. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após se mudarem para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para a próxima sexta (25/2) nos EUA, exatamente um ano após o lançamento de “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.
Cinebiografia de Elvis Presley ganha trailer emocionante
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Mais que isso, Luhrmann conecta os extremos, do despertar do interesse do menino Elvis Presley na música até final de sua carreira como cantor de baladas, encontrando um ponto comum pouco explorado. Em vez de artistas de blues, sua inspiração é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como o fervor religioso transmitido pelos spirituals lhe permitia entrar em transe ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade e se esforça para assumir o sotaque caipira do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 num homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser filmada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.
Diretor revela novo teaser da cinebiografia de Elvis Presley
O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) compartilhou em seu Twitter um novo teaser de sua cinebiografia de Elvis Presley, anunciando o trailer para quinta-feira. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas e dançando muito em momentos distintos da carreira do cantor – como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e no palco de um megashow dos anos 1970. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para novembro passado nos EUA. A nova data de lançamento é em 14 de julho no Brasil, quatro semanas após os EUA. Hey, it’s time to TCB!⚡️ I’ll have a trailer to share with you all on Thursday…#Elvis #TCB #ElvisMonday pic.twitter.com/NETP7mk1eA — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) February 14, 2022












