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  • Filme,  Música

    Bobby Rydell (1942–2022)

    5 de abril de 2022 /

    O cantor e ator Bobby Rydell, que foi ídolo adolescente nos anos 1960, morreu nesta terça-feira (5/4) num hospital da Filadélfia, aos 79 anos. Nascido Robert Louis Ridarelli, ele começou a carreira vencendo uma competição de talentos na TV, no programa Teen Club, de Paul Whiteman, com apenas 7 anos de idade. No mesmo ano, começou a se apresentar como cantor em boates da Filadélfia, e ao entrar na adolescência assumiu o microfone e a bateria da banda Rocco and the Saints, que contava com Frankie Avalon (“A Praia dos Amores”) no trompete. Ele assinou seu primeiro contrato (com a Cameo/Parkway Records) aos 17 anos, quando lançou seu primeiro hit, a música “Kissin’ Time” (em 1959), sob o nome Bobby Rydell. Vieram vários outros sucessos, como “Wild One” (que alcançou o 2º lugar na Billboard Hot 100 em 1959) e “Volare” (4º lugar no verão de 1960), e em 1961 ele se tornou o cantor mais jovem a encabeçar a programação da famosa boate Copacabana, em Nova York. Estava no auge da popularidade quando foi escalado para seu primeiro filme, “Adeus, Amor” (Bye Bye Birdie), em 1963. Adaptação de um musical da Broadway, o personagem de Rydell foi bastante ampliado no longa-metragem dirigido por George Sidney, permitindo que ele se destacasse em cenas com Ann-Margret. “Na peça da Broadway, o personagem não era absolutamente nada, nunca cantou, nunca dançou, não fez nada”, comentou Rydell em 2013. “Mas quando entramos no set da Columbia, meu roteiro foi ficando maior e maior a cada dia.” No mesmo ano, ele chegou a gravar o piloto de uma série de comédia, “Swingin’ Together, que acabou não indo adiante, mas, graças a sua fama, foi exibido como telefilme na rede CBS. Dedicando-se mais à música que as telas, ele emplacou mais de 20 hits no Top 20 americano, por isso teve poucos trabalhos como ator na década de 1960, com destaques para mais dois telefilmes, sete participações no “The Red Skelton Show” e atuação num episódio da série de guerra “Combate”. A fase de sucesso, porém, não resistiu à Beatlemania. E com a mudança no gosto popular entre a juventude americana, Rydell precisou lutar para se manter relevante, chegando a se juntar com Frankie Avalon e Fabian para formar um supergrupo de ex-ídolos teen da Filadélfia, chamado The Golden Boys. Rydell ainda apareceu em quatro filmes desde os anos 1970. O mais interessante foi “Mr. Rock ‘n’ Roll: The Alan Freed Story” (1999), produção para a TV sobre o DJ de rádio que cunhou a expressão “rock ‘n’ roll”. Sua despedida das telas aconteceu há poucos anos, no filme “O Comediante”, interpretando a si mesmo em 2016. Seu nome também marcou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema e da Broadway, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (transformado em filme em 1978), que batizou a escola frequentada pelos personagens como Rydell High School, declaradamente em sua homenagem. Lembre abaixo o dueto romântico de Bobby Rydell e Ann-Margret no filme “Adeus, Amor”, seguido por um dos maiores sucessos musicais da carreira do cantor.

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  • Música,  Série

    Série sobre os Sex Pistols será lançada no Brasil pela Star+

    4 de abril de 2022 /

    A plataforma Star+ confirmou oficialmente nesta segunda (4/4) que vai lançar no Brasil a série “Pistol”, sobre a banda de punk rock Sex Pistols, que tem direção do cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, que já abordou este mesmo período no roteiro do filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – , além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. Originalmente produzida pelo canal pago FX, a série estreia em 31 de maio nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento por aqui.

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  • Música

    Confira os vencedores do Grammy, em noite de Olivia Rodrigo, Jon Batiste e Foo Fighters

    4 de abril de 2022 /

    A Academia da Gravação premiou na noite de domingo os melhores da indústria musical com o Grammy 2022. E a premiação contou com uma brasileira vencedora: a pianista Eliane Elias, que venceu prêmio na categoria Melhor Álbum Latino de Jazz pelo disco “Mirror Mirror”. Foi o segundo Grammy da paulistana de 62 anos, que também foi premiada na mesma categoria em 2016 com o álbum “Made in Brazil”. O novo trabalho foi realizado em parceria com Chick Corea e Chucho Valdés. O primeiro, que faleceu em fevereiro deste ano, também foi premiado na categoria Melhor Solo Improvisado de Jazz por “Humpty Dumpty”. A jovem Olivia Rodrigo, de apenas 19 anos, foi uma das artistas mais premiadas da noite, com três Grammys: Artista Revelação, Melhor Álbum Pop e Melhor Performance Pop Solo. O mesmo número de vitórias foi conquistada por duas bandas. Uma delas foi o projeto Silk Sonic, formada por Anderson .Paak e Bruno Mars, nas categorias Canção do Ano, Gravação do Ano e Melhor Performance de R&B. A outra foi Foo Fighters, que na semana passada perdeu o baterista Taylor Hawkins, premiada por Álbum de Rock, Música de Rock e Performance de Rock. Hawkings foi homenageado por Billie Eilish e, no segmento In Memoriam, a surpresa foi uma menção à cantora sertaneja Marília Mendonça, vítima de uma acidente aéreo em novembro de 2021. A homenagem, entretanto, não incluiu uma das maiores artistas da música brasileira, Elza Soares, morta em janeiro deste ano. Mas o destaque da premiação foi Jon Batiste. Além de Álbum, Gravação e Clipe do Ano, ele se destacou com o maior número de troféus – 11 ao todo – graças à diversidade de projetos realizados, incluindo em sua lista de vitórias a trilha de “Soul”, animação da Pixar. Confira abaixo uma relação com 40 das principais categorias do Grammy – de um total de 70 troféus distribuídos para os mais diferentes gêneros e setores da produção musical. Artista Revelação Olivia Rodrigo Música do Ano “Leave The Door Open” – Silk Sonic Álbum do Ano “We Are” – Jon Batiste Melhor Album Pop “Sour” – Olivia Rodrigo Melhor Performance Pop Solo “Drivers License” – Olivia Rodrigo Melhor Performance de Grupo ou Duo Pop “Kiss Me More” – Doja Cat Featuring SZA Melhor Videoclipe “Freedom” – Jon Batiste Gravação do Ano “Leave The Door Open” – Silk Sonic Melhor Álbum de Rap “Call Me If You Get Lost” – Tyler, The Creator Melhor Performance de Rap “Family Ties” – Baby Keem feat. Kendrick Lamar Melhor Álbum Pop Tradicional “Love For Sale” – Tony Bennett e Lady Gaga Melhor Álbum de R&B “Heaux Tales” – Jazmine Sullivan Melhor Performance de R&B “Leave The Door Open” – Silk Sonic (empate) “Pick Up Your Feelings” – Jazmine Sullivan Melhor Performance de Rock “Making A Fire” – Foo Fighters Melhor Música de Rock “Waiting On A War” – Foo Fighters Melhor Álbum de Rock “Medicine At Midnight” – Foo Fighters Melhor Álbum de Rock Alternativo “Daddy’s Home” – St. Vincent Melhor Performance de Metal “The Alien” – Dream Theater Melhor Performance de Rock Latino “Origen” – Juanes Melhor Álbum de Pop Latino “Mendó” – Alex Cuba Melhor Álbum de Música Urbana “El Último Tour Del Mundo” – Bad Bunny Melhor Álbum de Blues Tradicional “I Be Trying” – Cedric Burnside Melhor Álbum de Blues Contemporâneo “662” – Christone “Kingfish” Ingram Melhor Álbum de Folk “They’re Calling Me Home” – Rhiannon Giddens with Francesco Turrisi Melhor Solo Improvisado de Jazz “Humpty Dumpty (Set 2)” – Chick Corea Melhor Álbum Latino de Jazz “Mirror Mirror” – Eliane Elias, Chick Corea e Chucho Valdés Melhor Álbum Instrumental de Jazz “Skyline” – Ron Carter, Jack DeJohnette & Gonzalo Rubalcaba Melhor Composição Instrumental “Eberhard” – Lyle Mays Melhor Álbum de Música Global “Mother Nature” – Anjelique Kidjo Melhor Música para Mídia Visual “All Eyes on Me” – Bo Burnham Melhor Álbum para Mídia Visual “The United States vs. Billy Holiday” – Andra Day Melhor Trilha para Mídia Visual “The Queen’s Gambit” – Carlos Rafael Rivera (empate) “Soul” – Jon Batiste, Trent Reznor e Atticus Ross Melhor Filme Musical “Summer of Sul (… ou Quando a Revolução Não Pôde ser Televisionada)” Melhor Álbum de Teatro Musical “The Unofficial Bridgerton Musical” – Abigail Barlow e Emily Bear Melhor Álbum de Comédia “Sincerely Louis CK” – Louis C.K Melhor Performance Country Solo “You Should Probably Leave” – Chris Stapleton Melhor Álbum de Gospel “My Savior” – Carrie Underwood Melhor Álbum Dance/Música Eletrônica “Subconsciously” – Black Coffee Melhor Remix “Passenger” – Mike Shinoda remix Melhor Álbum Falado “Carry On: Reflections for a New Generation from John Lewis” – Don Cheadle

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  • Música

    Conheça 10 novos clipes do rock indie atual

    3 de abril de 2022 /

    Os novos clipes de rock independente da seleção abaixo reúnem a nova geração do “pós-pós-punk” britânico, o “punk de arte” americano e até surpresas do outro lado do mundo. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   THE RILLS | INGLATERRA O novo clipe da banda novata de Lincoln mostra a faceta política do pós-pós-punk britânico. Ao estilo saudoso do Killing Joke, a crítica dançante às figuras da política internacional e à maneira como eleitores expressam suas opiniões online faz parte do primeiro EP do grupo, “Do It Differently”, que está previsto para 6 de maio.   SPORTS TEAM | INGLATERRA O sexteto londrino começou a revelar o conteúdo de seu segundo álbum, “GULP!”, previsto para julho. Com influências tão disparatadas quanto The Fall e The Who, o primeiro single explora a transformação das vidas pessoais em entretenimento para as massas das redes sociais.   LIFE | INGLATERRA A banda de Hull prepara seu terceiro álbum, intitulado “North East Coastal Town” em homenagem à sua cidade natal, que será lançado em junho. O primeiro single do disco, “Big Moon Lake”, é o mais parecido que Life já soou de outra banda bem conhecida do Norte inglês, The Fall.   MEAT WAVE | EUA O trio punk de garagem de Chicago já tem quatro álbuns. Lançado no final de março, “Honest Living” é seu primeiro single de 2022 e primeiro clipe em três anos.   RIP ROOM | EUA   Com a pegada de Hüsker Dü e Fugazi, a banda de San Francisco é descrita por sua gravadora como “punk de arte”. A descrição se aplica a arranjos cerebrais, com mudanças de andamento inesperadas, sem abrir mão das guitarras distorcidas, vocais agressivos e letras com crítica política e social. “Worth Repeating”, sobre a falta de imaginação que condena a humanidade a repetir os mesmos erros repetidamente, é o segundo single de “Alight and Resound”, álbum de estreia previsto para 27 de maio. FLOWVERS | INGLATERRA Mesmo quando só era conhecido por suas demos, o quarteto de Portsmouth já era chamado por parte da imprensa britânica como “o futuro do indie rock”. Com um punch não ouvido no rock inglês desde Arctics Monkeys, “When It Comes To It” é a faixa mais potente da banda, após um punhado de singles e um EP em 2020.   FOLLY GROUP | INGLATERRA A primeira banda a assinar com o Technicolor, novo selo da gravadora Ninja Tune, lançou seu segundo EP em 25 de março. “I Raise You (The Price of Your Head)” é uma das cinco faixas de “Human and Kind”. Com clipe surreal, a música do quarteto londrino foi inspirada pela pandemia e propõe uma inversão de papéis para aqueles que não se importaram em jogar com as vidas alheias. E se jogassem com a vida deles?   SUNGLACIERS | CANADÁ O pós-punk eletrônico, produzido pelo roqueiro canadense Chad VanGaalen, faz parte do segundo álbum do quarteto de Calgary, “Subterranea”, lançado em 25 de março.   BEDCHAMBER | INDONÉSIA O primeiro single desde o álbum de estreia “Geography” em 2018 comprova porque a banda de Jacarta é uma das melhores do sudeste asiático. A combinação perfeita de noise, math rock e new wave foi gravada em dezembro de 2020 e deve fazer parte do segundo disco, que ainda não recebeu um título ou data de lançamento.   LOOSE FIT | AUSTRÁLIA Marcado pelos vocais de punk rock da cantora/saxofonista Anna Langdon e um nervosismo evocado pelas cadência sincopada, “Social Graces” é inspirado pela reação à pandemia na Austrália. Alinhando-se ao pós-punk pioneiro de bandas lideradas por cantoras, como Au Pairs e The Slits, o quarteto de Sydney vai lançar seu primeiro álbum em 26 de abril.    

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  • Música

    Anthony Kiedis foge da polícia em novo clipe do Red Hot Chili Peppers

    1 de abril de 2022 /

    Red Hot Chili Peppers divulgou o clipe de “These Are the Ways”, música do novo álbum, que lembra mais The Who antigo (com um final puxado para Metallica) que a velha banda de Los Angeles. No clipe dirigido por Malia James (que já trabalhou com Niall Horan, Rita Ora e Green Day), o vocalista Anthony Kiedis interpreta um assaltante em fuga da polícia, após roubar alimentos num mercadinho. Com um total de 17 faixas, o disco “Unlimited Love” foi lançado nesta sexta (1/4) nas principais plataformas digitais de música.

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  • Filme

    Vencedor do Oscar 2022 é destaque nas estreias em streaming

    1 de abril de 2022 /

    A programação de filmes da semana destaca um vencedor do Oscar 2022 com uma das maiores aprovações da crítica internacional dos últimos meses. Por outro lado, também tem dois filmes chamativos com algumas das piores críticas do ano. Entraram na lista porque são as únicas atrações da semana com elenco de estrelas hollywoodianas e porque, apesar do que diz a imprensa (inclusive a gente), despertam inegável interesse de boa parcela do público. É só conferir a lista abaixo, com mais detalhes e trailers, pra entender quais são os filmes bacanas e quais vocês vão preferir contra todos os alertas.   DRIVE MY CAR | MUBI Vencedor do Oscar 2022 de Melhor Filme Internacional e mais 68 prêmios – 3 deles no Festival de Cannes – , o novo filme de Ryûsuke Hamaguchi (“Roda do Destino”) segue um diretor de teatro viúvo e ainda enlutado, que viaja a Hiroshima para dirigir uma peça. Para se locomover na cidade, ele passa a contar com uma motorista reticente. Mas ao longo do tempo em que passam juntos, essa estranha o ajuda a confrontar um segredo deixado por sua falecida esposa, que o assombra silenciosamente. Se por um lado é uma obra contemplativa de três horas de duração, por outro cada segundo conta, e essa duração é fundamental para a jornada dos personagens. Quem embarcar na proposta vai entender porque o filme japonês é quase uma unanimidade, com 98% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   A FELICIDADE DAS PEQUENAS COISAS | NOW Primeiro filme do Butão a concorrer ao Oscar de Melhor Filme Internacional – perdeu para “Drive My Car” – segue um jovem butanês, que sonha em se mudar para a Austrália e virar um cantor famoso, mas acaba enviado pelo governo para ser professor em Lunana, uma das regiões mais isoladas do mundo, onde deverá assumir uma escola infantil. Viajando a contragosto, ele logo descobre que aquele lugar não tem nada, nem quadro negro nem giz, mas se deixa contagiar pelas crianças, descobrindo a felicidade das pequenas coisas, conforme a moral da história explicitada pelo título. É uma história simples, que encantou a Academia pela simpatia e pela beleza da fotografia de cartão postal da região, localizada no Himalaia a quase cinco mil metros de altitude. Mas sua mensagem pode ser mais complicada do que aparenta, já que embute uma crítica ao desejo ocidental da busca pela fama e realização pessoal, evocando até o comunismo chinês, que na revolução cultural mandou 17 milhões de jovens intelectuais urbanos ao campo, para aprenderem “a felicidade das pequenas coisas”.   APOLLO 10 E MEIO: AVENTURA NA ERA ESPACIAL | NETFLIX A melhor opção “hollywoodiana” da semana é a nova animação do diretor Richard Linklater (“Boyhood”). Com clima nostálgico e “lunático”, acompanha um adolescente típico do final dos anos 1960, que aprende o que são hippies ao mesmo tempo em que é recrutado para uma missão espacial secreta da NASA. Graças a um “acidente”, os cientistas construíram um módulo lunar muito pequeno, capaz de levar apenas uma criança em seu interior. E é assim que o jovem da cidade de Houston, no Texas, vira o primeiro astronauta a pisar na Lua, a bordo da Apollo 10 e Meio, lançada no meio tempo entre a criação do módulo e o primeiro voo tripulado “oficial” até a superfície lunar em 1969. “Apollo 10 e Meio” é a segunda animação de Linklater, e usa a mesma técnica de rotoscopia empregada para capturar expressões realistas do elenco de “O Homem Duplo” (2006). O elenco da nova produção reúne Zachary Levi (“Shazam!”), Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”) e outros.   APRESENTANDO, NATE | DISNEY+ A divertida comédia infantil da Disney conta a história de Nate Foster, um menino hiperativo obcecado por musicais, que luta para conseguir papéis nas produções dramáticas de sua escola, enquanto fantasia em se tornar uma estrela da Broadway. De frustração em frustração, ele resolve arriscar tudo numa viagem para Nova York em busca de um papel e acaba viralizando de forma não intencional. Roteiro e direção são de Tim Federle, o criador de “High School Musical: A Série: O Musical”, mas o destaque é todo do estreante nas telas Rueby Wood, que viveu o protagonista Charlie na recente montagem da Broadway de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. No elenco, quem também chama atenção é Lisa Kudrow (de “Friends”), como a tia nova-iorquina derrotada, que Nate acha a pessoa mais legal de sua vida.     A PROFESSORA DE VIOLINO | FILMICCA Nina Hoss (“Fênix”) venceu o troféu de Melhor Atriz do Festival de San Sebastián como a personagem do título, que enfrenta outros professores de sua escola de música para impôr a admissão de um aluno em quem vê um grande talento. Comprometida, ela se dedica tanto para prepará-lo para o exame final que se afasta de seu próprio filho, também violinista, e de seu marido. Mas no dia do exame, os eventos têm uma virada trágica.   FILHO-MÃE | NOW Premiado em festivais internacionais, o primeiro drama do documentarista Mahnaz Mohammadi é sobre uma viúva que trabalha incansavelmente em uma fábrica falida para sustentar seu bebê e seu filho Amir de 12 anos, sem dar conta das despesas. Uma solução para suas dificuldades financeiras vem na forma de uma proposta de casamento do motorista de ônibus da fábrica. O problema é que ele tem uma filha da idade de Amir e a tradição iraniana dita que, se houver casamento, o menino não poderá compartilhar a casa da família. Sob os olhos críticos de sua comunidade e de seus colegas de trabalho hostis, a viúva se vê pressionada a tomar uma decisão, que pode salvá-la da miséria ou destruir sua família.   A MULHER QUE FUGIU | NOW O novo drama minimalista do sul-coreano Hong Sang-soo (“Certo Agora, Errado Antes”) traz novas conversas em torno de mesas com comida e bebida, e passeios na praia. Sang-soo construiu toda sua filmografia premiada com cenas parecidas, repetindo sempre o mesmo esquema, que realmente impressiona críticos e curadores de festivais, capazes de ver novidades em cada variação estrelada pela musa do diretor, Kim Min-hee. “A Mulher que Fugiu” lhe rendeu o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim de 2020. A trama, se é que se pode chamar assim, gira em torno da nova personagem de Kim Min-hee, que encontra três de suas amigas fora de Seul, enquanto seu marido está numa viagem de negócios. Elas têm uma conversa amigável, que dura 1h17.   MOONFALL – AMEAÇA LUNAR | VOD* Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo ameaçado de destruição por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas (só 38% de aprovação), o filme revelou-se um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”).   A BOLHA | NETFLIX A nova comédia de Judd Apatow (“A Arte de Ser Adulto”) satiriza os bastidores de uma superprodução de Hollywood. A trama relata como a equipe e o elenco de um blockbuster com dinossauros tenta realizar seu filme no auge da pandemia. Para conseguir esse objetivo, todos são isolados e presos em seu hotel, ficando sem contato com o mundo externo. Curiosamente, isso realmente aconteceu. A premissa é uma sátira da forma como “Jurassic World – Domínio” foi realizado, mantendo astros numa “bolha de proteção” durante toda a filmagem em Londres para evitar a contaminação. “A Bolha” exagera a situação em prol do humor. Só que a crítica americana não achou a menor graça, resultando em apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes (é o filme mais fraco da semana), apesar do elenco repleto de famosos – Pedro Pascal (“Mulher-Maravilha 1984”), Karen Gillan (“Jumanji: Próxima Fase”), David Duchovny (“Arquivo X”), Keegan-Michael Key (“O Predador”), Maria Bakalova (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), a esposa e a filha do diretor, Leslie Mann (“Mulheres ao Ataque”) e Iris Apatow (“Love”), entre outros.   BRIAN WILSON: LONG PROMISED ROAD | NOW, VIVO PLAY, VOD* O documentário musical leva Brian Wilson de volta à casa em que compôs os maiores hits dos Beach Boys para falar sobre sua inspiração e os problemas mentais que o afligiram em sua busca por realizar uma obra-prima da música pop. E apesar das imagens históricas das gravações de 1966 e depoimentos de músicos famosos, o ponto alto da produção são as reminiscências e toda a emoção transmitida pelo próprio cantor e compositor ao falar sobre “Pet Sounds”. O disco foi considerado tão bom que, ao tentar superá-lo, os Beatles criaram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, o que fez Wilson pirar ao ir além no inacabado “Smile”, mítico disco perdido de 1967, que só veio a ganhar edição oficial em 2011, completada pelo artista após sua “alta” psiquiátrica. Com direção de Brent Wilson (sem parentesco), que fez o documentário sobre doo-woop “Streetlight Harmonies” (2020), o filme foi premiado no Festival de Nashville.   * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Música

    Lily Collins celebra último show da carreira de seu pai, Phil Collins

    31 de março de 2022 /

    A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) usou suas redes sociais para fazer uma bela homenagem ao pai, o cantor Phil Collins, que anunciou sua aposentadoria no último sábado (26/3), durante um show com a banda Genesis. “Hoje marca o fim de uma era. Ter testemunhado este último show foi realmente a memória de uma vida e um evento que levarei para sempre no meu coração para sempre. Estou infinitamente grata”, ela escreveu, ao lado de várias fotos do show e dos bastidores. “Tanto amor foi deixado naquele palco e uma quantidade ainda maior foi compartilhada entre um público que não queria que acabasse. Obrigada Genesis pelas lembranças, obrigada pai por ser uma inspiração e obrigada Nic Collins por me fazer a irmã mais orgulhosa que existe. 50 anos de músicas depois e várias gerações ainda continuarão a celebrá-lo muito depois desta turnê terminar…”, completar. O artista de 71 anos usou a apresentação de Londres para anunciar que não faria mais shows, devido a sérios problemas de saúde. No encerramento da turnê “The Last Domino?”, ele se juntou ao guitarrista Mike Rutherford e ao tecladista Tony Banks para contar a notícia ao público, dizendo: “Este é o último dia da turnê e o último show do Genesis. Estou emocionado porque vocês ainda vieram nos assistir. Agora vou ter que arranjar um emprego sério”. Debilitado por seus problemas de saúde, o cantor permaneceu sentado durante a apresentação e não tocou bateria, instrumento que o consagrou como integrante do Genesis nos anos 1970. Após passar por uma série de cirurgias, ele ficou com problemas na coluna, mas nas últimas semanas se tornou ainda mais fragilizado, devido a uma pancreatite aguda e uma lesão em uma vértebra do pescoço. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins)

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    Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees

    30 de março de 2022 /

    A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).

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    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiras fotos

    29 de março de 2022 /

    O canal pago americano FX divulgou as primeiras imagens de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens destacam a recriação do visual dos músicos. A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistols” ainda não tem previsão de estreia e deve chegar no Brasil pela plataforma Star+.

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    Taylor Hawkins (1972-2022)

    26 de março de 2022 /

    O músico Taylor Hawkins, baterista de longa data da banda Foo Fighters morreu na sexta-feira (25/3) aos 50 anos. O falecimento foi anunciado na conta da banda no Twitter e a causa da morte não foi revelada. “A família Foo Fighters está devastada pela perda trágica e prematura de nosso amado Taylor Hawkins”, diz o tuite. “Seu espírito musical e risada contagiante viverão conosco para sempre.” A banda estava em turnê na América do Sul quando a morte foi comunicada. A banda estava programada para se apresentar na sexta-feira em Bogotá, na Colômbia, e tocaria no Brasil no domingo. Nascido em 17 de fevereiro de 1972, em Fort Worth, Texas, Hawkins começou a chamar a chamar atenção como baterista das turnês de Alanis Morissette de 1995 a 1997, incluindo shows do famoso álbum “Jagged Little Pill”. Ele se tornou membro permanente do Foo Fighters em março de 1997, substituindo William Goldsmith antes do lançamento de “The Color and the Shape”, o disco mais vendido da banda. O baterista, que comemorou seu aniversário de 50 anos no mês passado, fez parte de todas as 12 vitórias da banda no Grammy. Ele também tinha um projeto solo, chamado Taylor Hawkins & The Coattail Riders, que lançou três álbuns entre 2006 e 2019, paralelamente a sua participação na banda de Dave Grohl. Um dos integrantes mais extrovertidos do Foo Fighters, Hawkins também teve uma pequena carreira como ator. Destaque nos clipes da banda, ele acabou interpretando o roqueiro Iggy Pop no filme “CBGB: O Berço do Punk Rock”, de 2013. Mas a carreira de “ator” começou bem antes. E no Brasil. Ele apareceu com Alanis Morissette num episódio em “Malhação”, em 1996. Na época, o músico acompanhava a cantora na turnê mundial de “Jagged Little Pill”. Recentemente, Hawkins também foi visto com os seus companheiros de banda no episódio “Kill the Fatted Calf”, da série “The Morning show”, da AppleTV+, que foi ao ar em outubro. Na ocasião, eles contracenaram com Jennifer Aniston. Seu último trabalho nas telas foi novamente junto com o resto dos Foo Fighters no filme “Terror no Estúdio 666”, lançado há poucos semanas. Na trama que mistura terror e comédia, Hawkins, Dave Grohl, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee se mudam para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. Em sua vida privada, o baterista travava uma luta contra as drogas há muitos anos, tendo sobrevivido a uma overdose de heroína que o deixou em coma por duas semanas em 2001. Além disso, assumiu que tinha problemas com álcool e drogas no documentário “Foo Fighters: Back & Forth”, de 2011. Ele deixa a esposa Allison e seus três filhos. Vários músicos foram às mídias sociais para expressar condolências à família, incluindo o guitarrista Brian May, do Queen, que postou no Instagram: “Não. Não pode ser. De coração partido. Taylor, você era uma família para nós. Nosso amigo, nosso irmão, nosso filho amado.” O guitarrista Tom Morrello, do Rage Against the Machine, tuitou: “Deus te abençoe Taylor Hawkins. Eu amei seu espírito e seu poder de rock imparável. Descanse em paz meu amigo.” Billy Idol escreveu “Tão trágico”, enquanto Miley Cyrus compartilhou uma foto de Hawkins sorrindo atrás da bateria em seu Stories. “É assim que sempre me lembrarei de você”, descreveu ela. “Meu show de amanhã é dedicado a Taylor Hawkins.” O show mencionado por Miley Cyrus vai acontecer em São Paulo, no segundo dia da apresentação do Lollapalooza. A banda Foo Fighters também tocaria no festival, com show marcado para domingo (27/3), mas a apresentação foi cancelada.

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  • Música,  Série

    U2 vai virar série do roteirista de “Bohemian Rhapsody”

    18 de março de 2022 /

    A famosa banda de rock U2 vai virar uma série da Netflix. O site The Hollywood Reporter apurou que a produtora do cineasta JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) fechou com a plataforma de streaming para desenvolver uma atração dramática sobre a história da banda. Ainda sem título, a produção está em estágios iniciais de desenvolvimento. Detalhes do envolvimento do U2 estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes do THR afirmam que a banda aceitou apoiar o projeto, que está sendo escrito por Anthony McCarten, indicado ao Oscar por “Bohemian Rhapsody” (2018), filme sobre a banda Queen. A série tem produção da Warner Bros. Television e da Bad Robot, empresa de Abrams. Não está claro se a produção vai contar toda a trajetória da banda, formada por Bono Vox, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. em 1976 na cidade de Dublin, na Irlanda, ou se focará numa fase específica de sua longa carreira, que rendeu 14 álbuns de estúdio e venceu um recorde de 22 Grammys. Vale lembrar que o início da carreira do U2 já foi abordado no cinema na comédia “Killing Bono” (2011), centrada na história real de Ivan McCormick, o guitarrista que participou dos primeiros ensaios e quase integrou a banda de seu colega de aula Larry Mullen Jr.

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  • Música

    Conheça o rock alternativo atual em 10 clipes novos

    13 de março de 2022 /

    Quem disse que o rock morreu? A seleção de novos clipes independentes da Pipoca Moderna junta 9 bandas novíssimas com um monstro sagrado do rock alternativo. Além de queridinhos da crítica americana, neogrunges britânicos e ícones fashionistas do Japão, a lista inclui o clipe mais recente (deste mês) de nada menos que Pixies, formada em 1986 e influência de quase toda essa nova geração. Confira abaixo como os velhinhos dialogam com o som dos moleques de hoje. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, o quarteto Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Liz Phair, Pixies e Breeders. A banda californiana assinou com a meca indie Polyvinyl no ano passado e se mudou para Nova York, acompanhando os estudos universitários de Etta, onde atualmente trabalha em seu terceiro álbum. Vale reparar que o clipe de “Rockstar” é um tributo às comédias de rock como “Josie e as Gatinhas”, “Escola de Rock” e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal”.   SNARLS | EUA Formada por colegas de faculdade, a banda indie de Columbus, Ohio, lançou seu álbum de estreia em 2020. “Fixed Gear” é o único clipe de um EP lançado no final do ano passado com produção de Chris Walla, ex-Death Cab For Cutie.   OCTOBER DRIFT | INGLATERRA A banda grunge inglesa não esconde sua influência de Nirvana e Pixies. Muito antes pelo contrário. “Insects” é praticamente uma recriação do som dos anos 1990. A música faz parte do repertório do segundo álbum, previsto para o final do ano. JAWS THE SHARK | INGLATERRA O projeto grunge de Olly Bailey, produtor de turnês de rock do Reino Unido, surgiu durante a quarentena de coronavírus. Sem shows para empresariar, ele pegou a guitarra e começou as canções que integram o primeiro EP, “Another Day In Paradise”, lançado em fevereiro passado. KILLS BIRDS | EUA A vocalista Nina Ljeti veio ainda criança da Bósnia para o Canadá bem na época em que Nirvana era a sensação do momento. Ela se mudou para a Califórnia na metade da década passada para fazer cinema, chegando a dirigir meia dúzia de curtas e dois longas-metragens, entre eles “Memória” (2015) estrelado por James Franco. O ator retribuiu escalando Ljeti como Patti Smith em seu filme “Zeroville – A Vida em Hollywood” (2019). Chame de premonição, porque à frente do grunge Kills Birds ela entrega uma performance de dar orgulho à pioneira do punk. THE MYSTERINES | INGLATERRA O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado nessa sexta (11/3), junto com o novo clipe. PIXIES | EUA Com quase quatro décadas de atividade, a banda que influencia boa parte dos novos artistas desta seleção está de volta com música nova, após um silêncio de dois anos. Por curiosidade, o clipe lançado na semana retrasada é dirigido pela “nova” baixista, a argentina Paz Lenchantin, explorando o mundo das fadas que raramente é abordado pelo grupo, apesar de seu nome – Pixies são seres feéricos. HORSEGIRL | EUA “Anti-Glory” é o terceiro single do trio feminino adolescente de Chicago, que apesar do pouco tempo de atividade já caiu nas graças da crítica de rock americana. Soando como a herdeira ilegítima de Sonic Youth com Jesus and Mary Chain, a música faz parte do primeiro álbum, “Versions of Modern Performance”, que sai em 3 de junho pela respeitada Matador Records.   LUBY SPARKS | JAPÃO Dreampop com distorção shoegazer e energia punk, a banda baseada em Tóquio consegue criar um som único e moderno a partir de sua fascinação pelo rock britânico de décadas atrás. Com um guitarrista e uma vocalista com carreira nas passarelas de moda, a banda também chama atenção pela beleza de seus integrantes.   WET LEG | INGLATERRA Rhian Teasdale e Hester Chambers voltaram a gravar um clipe num ponto turístico de seu lar, a Ilha de Wight, conhecida por ser a locação de um famoso festival de rock anual – que em 1970 superou o público de Woodstock, assistido por cerca de 700 mil pessoas. Homenagem a uma de suas melhores amigas, “Angelica” é o quinto single da dupla feminina que encanta a crítica com um indie rock influenciado por Breeders, Pixies e pós-punk. O álbum de estreia vai sair em 8 de abril pela Domino Records.     MOMMA | EUA | SNARLS | EUA | OCTOBER DRIFT | INGLATERRA | JAWS THE SHARK | INGLATERRA | KILLS BIRDS | EUA | THE MYSTERINES | INGLATERRA | PIXIES | EUA | HORSEGIRL | EUA | LUBY SPARKS | JAPÃO | WET LEG | INGLATERRA

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  • Filme

    Metal Lords: Comédia roqueira do criador de “Game of Thrones” ganha trailer

    10 de março de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Metal Lords”, comédia roqueira adolescente, que resulta da reunião de talentos aparentemente aleatórios. Por um lado, o filme é produzido por Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, que garante credenciais roqueiras inatacáveis. Por outro, traz Noah Urrea, da banda pop infanto-juvenil Now United, desafiando os protagonistas para uma competição… de rock! Do mesmo modo, a direção está a cargo de Peter Sollett, da comédia romântica roqueira “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música”. Já o roteiro foi inacreditavelmente escrito por D.B. Weiss, um dos criadores de “Game of Thrones”. Essa combinação nada, digamos, “óbvia” se reúne para filmar a conhecida história do garoto que conhece uma garota e… a convida para entrar em sua banda. Claro que esta paixão pelo rock vai precisar superar obstáculos, em especial o guitarrista que quer mais morte e destruição que love love love em seu metal pesado. Fora o figurante de luxo Noah Urrea, o elenco destaca Jaeden Martell (“It – A Coisa”) e Isis Hainsworth (“Emma.”) como o casal central, além do estreante Adrian Greensmith como o guitarrista cabeludo, sem esquecer de Joe Manganiello (“Magic Mike”), Brett Gelman (“Stranger Things”) e Sufe Bradshaw (“Veep”) entre os personagens adultos. Com direito a cenas de batalha de bastardos de bandas de high school, “Metal Lords” estreia em 8 de abril na Netflix.

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