Rock in Rio será transmitido pela TV e por streaming
Rock in Rio não é só show ao vivo. É também programação televisiva. As performances musicais que acontecem no Rio de Janeiro tem transmissão na TV e no streaming, com uma cobertura de grande fôlego. Os direitos de exibição são da Globo, que escalou um time estrelado para as apresentações, composto por Marcos Mion, Didi Wagner, Didi Effe, Dedé Teicher, Bielo Pereira, Kenya Sade, Ana Clara, Malena, Thais Barja, Jonathan Azevedo, Guilherme Guedes, Laura Vicente, China, Jimmy London e o ex-BBB Rodrigo Mussi. Eles vão se revezar entre shows e canais. A Globo vai exibir compactos com os melhores momentos durante as noites de festival, com apresentação de Marcos Mion, além de trechos ao vivo dos principais shows. Mas o festival também poderá ser acompanhado com mais detalhes no Multishow e Canal Bis, que farão a transmissão ao vivo dos palcos Mundo, Sunset, Favela e New Dance Order, além de mostrar bastidores e conteúdos exclusivos no YouTube, site e redes sociais dos canais, além de render uma cobertura no site Gshow da Globo. O Multishow ainda faz a transmissão em 4K para o público crescente das Smart TVs. Por sinal, além da TV convencional, a Globoplay vai abrir o sinal do Multishow para não assinantes durante o festival. Já o Canal Bis só poderá ser acessado por streaming pelos assinantes do pacote + Canais ao Vivo. A transmissão do Rock in Rio tem produção de Karina Ajuz, direção artística de Pedro Secchin e direção de gênero de Raoni Carneiro. Já pode preparar a pipoca, que em casa não custa R$ 30, pois a transmissão já começou.
VMAs 2022: Apresentação do Måneskin sofreu censura da MTV
A MTV acabou censurando a apresentação da banda italiana Måneskin no VMAs 2022. Quem acompanhou o programa ao vivo notou cortes bizarros de cenas na performance da música “Supermodel”, numa edição que se alternava entre mostrar uma tomada geral do público do Prudential Center, local do evento na cidade de Newark, em Nova Jersey, e closes do cantor Damiano David agitando o palco. O motivo foi um acidente com o figurino da baixista Victoria De Angelis. Bastante animada durante a apresentação, ela perdeu o top, deixando os seios à mostra, e continuou tocando sem interromper a performance para se ajeitar. O detalhe é que ela já entrou no palco com o seio esquerdo à vista. Mas o mamilo estava tapado por um protetor. Quando a agitação do rock fez o top escorregar para exibir o lado direito, o seio revelado não tinha protetor. O acidente aconteceu por volta de um minuto do show. Confira no vídeo abaixo. O Måneskin venceu um troféu na premiação: Melhor Clipe Alternativo para “I Wanna Be Your Slave”. A banda vai se apresentar no Brasil na próxima semana: em 8 (Rock in Rio) e 10 (São Paulo) de setembro.
Muse lança clipe com várias referências de terror
A banda Muse divulgou o clipe de “You Make Me Fell Like It’s Halloween”, repleto de referências a clássicos de terror. A primeira referência, inclusive, é musical: uma homenagem às trilhas sintetizadas de John Carpenter. Não por acaso, o vídeo abre com um carro conversível similar ao veículo demoníaco de “Christine”, sucesso de 1983 de Carpenter. Mas assim que os personagens encapuzados adentram a casa assombrada do vídeo, também surgem citações a “O Iluminado”, “It – A Coisa” e uma infinidade de outras atrações, culminando numa inundação de máscaras icônicas – de “Sexta-Feira 13”, “Pânico” e “V de Vingança”. A direção é de Tom Teller, que já tinha trabalhado com Muse nos clipes de “Algorithm” (2018) e “Will of the People” (2022). A música faz parte do novo álbum da banda, “Will of the People”, também lançado nesta sexta (26/8).
Os 10 melhores clipes indies de julho
A seleção abaixo reúne 10 clipes de artistas da cena independente internacional, que se destacaram entre os lançamentos do mês de julho. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: individualmente, com breves informações sobre cada clipe, e via playlist (localizada no final do post) para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). | THE BIG MOON | INGLATERRA “Wide Eyes” é o cartão de visitas do terceiro álbum do quarteto londrino. O clipe traz uma intrincada troca de cumprimentos entre as integrantes da banda, enquanto a música expressa a alegria do companheirismo. A composição foi inspirada pelo otimismo sentido pela compositora Juliette Jackson ao se tornar mãe no ano passado. Não por acaso, a capa do álbum “Here Is Everything”, previsto para outubro, destaca Jackson com um barrigão de grávida. | GIRLPUPPY | EUA Girlpuppy é o nome artístico da cantora-compositora americana Becca Harvey, de 23 anos, que vai lançar seu primeiro álbum em outubro. Gravado num cenário rural com lagoas e precipícios, o clipe de “Wish” a mostra junto com amigos em clima de diversão, enquanto canta sobre a dor do rompimento de uma amizade. | MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement, Teenage Fanclub e Breeders. A banda californiana lançou seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho – um dos melhores lançamentos indies de 2022. O clipe de “Motorbike” saiu juntinho com o disco. | FAZERDAZE | NOVA ZELÂNDIA O vídeo caleidoscópico de imagens pequenas, esverdeadas e repetitivas é tão simples e indie quanto Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, que volta a gravar após longo hiato. Precursora do novo grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, ela estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira “Come Apart”, uma música sobre aceitar o fim de relações que deixam de funcionar. | MAMALARKY | EUA O clipe de “Mythical Bonds” celebra a amizade dos integrantes da banda texana com flores, tons pastéis, muitos sorrisos e olhares sonhadores, mas a cantora-guitarrista Livvy Bennett surpreende ao combinar a estética twee com escalas inesperadas de rock matemático, causando um curto-circuito nas expectativas. O primeiro álbum saiu em novembro passado. | THE VELVET HANDS | INGLATERRA As colagens animadas do clipe evocam a estética dos zines, numa referência ao espírito punk da banda, que vai de The Clash a Libertines, e de Gang of Four a Strokes no som volátil de “Holiday in My Head”. A música reflete a claustrofobia da pandemia e faz parte do segundo álbum do quarteto da Cornualha, ainda sem previsão de estreia. | CLAMM | AUSTRÁLIA O trio australiano usa telas/espelhos para se transportar por vários cenários no clipe de “Something New”, expressando a impaciência com o tempo e a busca pela novidade, descritas na letra. A gravação punk de muitas dissonâncias – com direito a saxofone no meio da distorção – faz parte do segundo álbum (“Care”), previsto para chegar em 19 de agosto. | MODERN WOMAN | INGLATERRA “Ford” é a faixa-título do EP de estreia do quarteto londrino Modern Woman. O clipe destaca a cantora Sophie Harris oferecendo caronas para homens desavisados numa estrada rural pouco trafegada, enquanto a música pega uma bifurcação sombria entre Patti Smith, Siouxsie and the Banshees e PJ Harvey. | THE HOWLERS | INGLATERRA “Nothing to Lose” é uma mostra do EP “Further Down The Line”, que chega em 30 de setembro. O trio londrino apresenta seu garage rock há três anos e o novo clipe injeta uma pegada “soulsonic” no repertório, com direito a uma dançarina com visual dos anos 1960 balançando franjas sob luzes vermelhas. | VIXEN77 | EUA A banda feminina de glam rock da Filadélfia, fortemente inspirada por Suzy Quatro e New York Dolls, celebra a nostalgia das lojas de discos no clipe de “Record Store”, cantando uma love story com vinil, traições e reviravoltas, onde o rock tem a palavra final. | PLAYLIST |
Johnny Depp é acusado de plagiar poema inteiro em letra de música
Johnny Depp vai encarar mais um processo em sua carreira cada vez mais jurídica. Ele foi acusado de plágio em sua recente incursão musical com o roqueiro Jeff Beck. Depp e Beck lançaram o disco “18” no mês passado, que reúne diversos covers e duas músicas originais. Uma delas, “Sad Motherf***in’ Parade”, foi considerada um ataque contra Amber Heard. Mas a inspiração pode ter sido bem diferente. O musicólogo Bruce Jackson denunciou à revista Rolling Stone que a letra é plágio de um “toast” obscuro, cantado por um homem negro encarcerado e documentado por ele em 1974. A letra da poesia profana original foi escrita por um homem chamado Slim Wilson que estava cumprindo uma sentença de assalto à mão armada na Penitenciária Estadual do Missouri, quando Jackson a registrou em seu livro “Get Your Ass in the Water and Swim Like Me”, dedicado à história dos “toasts” – poesia negra maldita. O livro foi lançado com o acompanhamento de um disco com gravações de toasts. A poesia que teria sido plagiada se chama “Hobo Ben”. E seus versos são, realmente, muito semelhantes aos de “Sad Motherf***in’ Parade”. No toast, “Hobo Ben”, o homem do título da música está em uma festa e diz: “’Senhoras de cultura e beleza tão refinadas, há uma entre vocês que me daria vinho?/ Estou esfarrapado, eu sei , mas eu não tenho fedor/ e Deus abençoe a senhora que vai me pagar uma bebida.’/ Hattie de quadris pesados virou-se para Nadine com uma risada/e disse, ‘O que aquele filhodamãe fedido realmente precisa, criança, é um banho.’” “Sad Motherf***in’ Parade” inclui versos semelhantes, como “Sou maltrapilho, eu sei, mas não tenho fedor”, “Deus abençoe a senhora que vai me pagar uma bebida” e “O que esse filhodamãe realmente precisa, criança, é um banho”. “As únicas duas linhas que pude encontrar em toda a letra que [Depp e Beck] contribuíram são ‘Big time motherfucker’ e ‘Bust it down to my level’”, disse Jackson à Rolling Stone. “Todo o resto é da performance de Slim no meu livro. Eu nunca encontrei nada assim. Eu tenho publicado coisas por 50 anos e esta é a primeira vez que alguém simplesmente rasgou algo e colocou seu próprio nome nela” Até o momento, nem Depp nem Beck comentaram as acusações.
Documentário sobre David Bowie ganha trailer espetacular
O estúdio indie Neon divulgou um novo trailer de “Moonage Daydream”, documentário sobre David Bowie com imagens inéditas de sua carreira e uma proposta imersiva. E as imagens apresentadas não são nada menos que espetaculares. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme teve première mundial em sessão de gala no Festival de Cannes, quando recebeu aplausos entusiasmados e críticas elogiosas – mencionadas, inclusive, na nova prévia. Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (93%), “Moonage Daydream” vai ganhar lançamento nos cinemas e em IMAX em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Um pouco depois disso, chegará em streaming pela HBO Max.
Astro de “Stranger Things” encontra Metallica e toca com a banda
O ator Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson na 4ª temporada de “Stranger Things”, encontrou os músicos do Metallica nos bastidores da apresentação da banda no Lollapalooza, que aconteceu na quinta-feira (28/7) em Chicago. Além disso, foi convidado a tocar com a banda num ensaio, repetindo sua performance da série, quando plugou uma guitarra para tocar “Master of Puppets”. Ao final, ele ganhou uma guitarra do show, autografada pelos artistas. Durante a interação, Quinn ganhou elogios. “Obrigado por fazer justiça à música”, disse o cantor James Hetfield, que ainda revelou ser fã e acompanhar “Stranger Things” desde a 1ª temporada com seus filhos. Tudo isso foi registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais pela Netflix e pelo próprio Metallica. Veja abaixo. “Stranger Things” ajudou colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após seu destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard, fazendo sua estreia só agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, no início de julho, a banda chegou a elogiar a inclusão da música na série, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. A banda também postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” virtual com a cena em que Eddie Munson toca “Masters of Puppets” na guitarra. Em “Stranger Things, o rock clássico de 1986 é executado por Eddie em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. 🤘this is for Eddie 🤘Joe Quinn met Eddie Munson's heroes: @Metallica! pic.twitter.com/y0oaSLpT6P — Netflix (@netflix) July 29, 2022
Metallica inclui cena de “Stranger Things” em show
Metallica está aproveitando ao máximo a relação entre a série “Stranger Things” e seu clássico metaleiro “Masters of Puppets”. Durante show realizado no festival Lollapalooza, na noite de quinta-feira (28/7) em Chicago, a banda projetou nos telões o trecho da série em que Eddie Munson (Joseph Quinn) toca a música na guitarra. A inclusão da cena arrancou gritos entusiasmados do público. “Stranger Things” ajudou colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após seu destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard, fazendo sua estreia agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, no início de julho, a banda chegou a elogiar a inclusão da música na série, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…”, disse o perfil oficial do Metallica no Instagram. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou o texto. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”. A banda também postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” virtual com a cena em que Eddie Munson toca “Masters of Puppets” na guitarra. Em “Stranger Things, o rock clássico de 1986 é executado por Eddie em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. Metallica performing "Master Of Puppets" while Eddie Munson is on the screens pic.twitter.com/BPRWyDQkmb — best of joseph quinn (@bestofjosephq) July 29, 2022
Novo clipe do Panic! At the Disco se inspira em “Grease”
A banda Panic! At the Disco lançou o clipe de “Middle of a Breakup”, que se inspira em cenas do musical “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978). O cantor Brendon Urie assume o lugar de Danny Zuco (John Travolta) numa garagem, fazendo a manutenção de seu carro vintage, enquanto a dançarina Leah Adler (“La La Land”) vive uma Sandy (Olivia Newton-John) morena. Ao longo do vídeo, os dois namoram, dançam e se separam. Mas sem a reviravolta final de “Grease”, em que todos se juntam no happy end. A direção é de Brendan Walter (de vários clipes do Weezer), que já havia trabalhado com a banda em “High Hopes” (2018) e no recente “Viva Las Vengeance” (2022). Já a música é totalmente diversa do estilo de “Grease”, mas lembra um som clássico: do Elvis Costello da fase de “Armed Forces” (1979). “Middle of a Breakup” é o segundo single do disco “Viva Las Vengeance”, que o Panic! vai lançar em 19 de agosto.
Em clima de “Stranger Things” e “Thor”, veja 20 shows de rock pesado dos anos 1980
Com Metallica em “Stranger Things” e Guns N’ Roses em “Thor: Amor e Trovão”, o metal e o hard rock dos anos 1980 estão de volta às trilhas e paradas de sucesso. Para acompanhar a redescoberta dos acordes elétricos distorcidos, reunimos 20 shows da era do rock de arena – e do primeiro Rock in Rio – , numa jornada pelo Túnel do Tempo musical com alguns dos artistas mais pesados e populares da época. Confira a seleção, escolha seus favoritos e dê play, que o line-up é um festival de um dia inteiro de rock’n’roll. QUEEN | 1982 PAT BENATAR | 1982 JOURNEY | 1983 QUIET RIOT | 1983 VAN HALEN | 1983 MÖTLEY CRÜE | 1983 IRON MAIDEN | 1983 JUDAS PRIEST | 1983 WHITESNAKE | 1983 GIRLSCHOOL | 1984 OZZY OSBOURNE | 1984 W.A.S.P. | 1984 AC/DC | 1985 MOTORHEAD| 1985 RED HOT CHILI PEPPERS | 1985 ANTHRAX | 1987 DEF LEPARD | 1988 BON JOVI | 1988 GUNS N’ ROSES | 1988 METALLICA | 1989
“Stranger Things” coloca “Master of Puppets” no Hot 100 da Billboard
“Stranger Things” conseguiu mais uma façanha, ao colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após aparecer em destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard. Fez sua estreia somente agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Já o maior sucesso da banda em todos os tempos é “Until It Sleeps”, que chegou em 10º lugar em sua estreia, em 1996. No início do mês, logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, a banda comentou a inclusão da música em seu perfil no Instagram, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” Na série, o rock clássico de 1986 é tocado pelo personagem Eddie (Joseph Quinn), em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”.
“Elvis” é a principal estreia dos cinemas
A produção sobre a vida e carreira de Elvis Presley é o principal lançamento da semana nos cinemas brasileiros. Um dos filmes mais aplaudidos do Festival de Cannes passado, chega com aval da filha e dos netos do cantor, que deram vários depoimentos emocionados sobre a produção. As novidades ainda incluem “Crimes of the Future”, volta do veterano cineasta David Cronenberg ao terror – que fez pessoas abandonarem o cinema em Cannes – , um drama alemão e duas produções nacionais. Confira abaixo maiores informações e os trailers de todos os títulos que entram em cartaz nesta quinta (14/7). | ELVIS | A cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) tem tudo que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases do cantor com uma recriação primorosa, atenta aos detalhes. Mais que isso, Luhrmann conecta os extremos, encontrando no despertar do interesse do menino Elvis Presley pela performance musical e fervorosa dos cultos de pastores negros a inspiração para seu transe sexual nos primeiros shows e o repertório gospel do final da carreira. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora que tentou censurá-lo. Para incorporar o furor, Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) se transforma, apresentando o gingado e o sotaque caipira do cantor com perfeição. Mais que isso: como o arco da história é ambicioso, ele precisa evoluir rapidamente na tela, de um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 até entrar na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. Para arrematar, sua performance é tão completa que, em vez de dublar, o ator canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” ainda destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, que é quem narra a história, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. | CRIMES OF THE FUTURE | A sci-fi bizarra chega sem título traduzido, mas com expectativa exagerada por marcar a volta do diretor David Cronenberg aos horrores biológicos do começo de sua carreira. De fato, lembra tanto essa fase do cineasta, que até os efeitos parecem de época, sem nenhum tratamento computadorizado. Centrado em mutações biológicas e performances de arte corporal, o filme chama mais atenção por sua ideias subversivas – frases como “cirurgia é o novo sexo” – e pela ambientação decadente, num futuro em que tudo parece antigo – sem computadores, nem celulares. Já a trama é tão nonsense quanto a de “Videodrome” (1983), e com pontas soltas sem resolução. Nesse futuro onde a tecnologia parece alienígena, as pessoas estão sofrendo mutações espontâneas, com o surgimento de novos órgãos internos. O protagonista, vivido por Viggo Mortensen (“Green Book”), é um performer conhecido por transformar seu corpo em espetáculo, extraindo, com a ajuda da esposa (Léa Seydoux, de “007 – Sem Tempo para Morrer”), suas próprias mutações diante de uma plateia extasiada. Ele também é um assistente voluntário de uma organização burocrática criada para catalogar o surgimento de novos órgãos – e sua biologia única encanta os dois encarregados desse processo, vividos por Kristen Stewart (“Spencer”) e Don McKellar (“Ensaio contra a Cegueira”). Como se não bastasse, secretamente ainda é um informante da polícia, que caça revolucionários pró-mutação, determinados a usar a notoriedade do artista para lançar luz sobre a próxima fase da evolução humana. | GAROTA INFLAMÁVEL | Primeiro filme de Elisa Mishto, o drama alemão gira em torno de uma garota mimada (Natalia Belitski, da série “Perfume”) que segue duas regras: sempre usar luvas e nunca fazer nada. Não trabalha, não estuda, não tem amigos. Nem se importa. E esse niilismo faz com que também não se importe com os outros, cometendo atos perigosos, que a levam a ser detida e ter acompanhamento médico. Durante seu tratamento, uma enfermeira da sua idade, mãe de uma criança, resolve confrontá-la. Mas, ao mesmo tempo, sofre sua influência, num contato que leva as duas ao limite dos seus respectivos mundos. | O RIO DE JANEIRO DE HO CHI MINH | O neto de um marinheiro sobrevivente da Rebelião Chibata tenta transformar em documentário a história que ouviu de seu avô quando criança. Na década de 1910, o velho era amigo de Ho Chi Minh, trouxe o futuro líder vietnamita para o Rio de Janeiro e o apresentou ao socialismo. Essa amizade mudou a história do século 20. Parece muito maluco pra ser verdade. Mas o unificador do Vietnã teve, sim, uma estadia forçada no Brasil durante alguns meses e se impressionou com a história do negro nordestino José Leandro da Silva, o Pernambuco, líder sindical ativo durante a Greve dos Marítimos. Tanto que a escreveu um texto chamado Solidariedade de Classes, inspirado pela revolta brasileira, em que discorreu sobre o racismo e a fraternidade proletária. A lembrança dessa passagem histórica pouco conhecida marca a estreia da roteirista-produtora Cláudia Mattos (“180 Graus”) na direção. | RUA GUAICURUS | A rua do título fica no centro de Belo Horizonte e é uma das maiores zonas de prostituição do Brasil, desde os anos 1950. Na região, funcionam mais de 25 hotéis, com aproximadamente 3 mil trabalhadoras do sexo. O diretor Joao Borges conseguiu permissão para acompanhar a rotina de um desses endereços, documentando o cotidiano das profissionais em situações que evocam dramas e até comédias da vida real.
Diretora de “Cinquenta Tons de Cinza” fará filme de Amy Winehouse
A produtora Studiocanal contratou a diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) para filmar a cinebiografia da cantora Amy Winehouse, que morreu em 2011, após ingerir grandes quantidades de álcool, aos 27 anos de idade. O filme vai se chamar “Back to Black”, mesmo nome do segundo álbum da artista. O disco a projetou em 2006 com hits como “Rehab” e a própria faixa-título, chamando atenção para sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também para sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. A produção tem roteiro de Matt Greenhalgh, que já escreveu duas cinebiografias musicais: “Controle: A História de Ian Curtis” (2007), sobre o cantor da banda Joy Division, e “O Garoto de Liverpool” (2009), sobre a juventude de John Lennon. “O Garoto de Liverpool” também foi dirigido por Sam Taylor-Johnson. “Back to Black” será produzido com apoio do espólio de Winehouse. Além deste filme, há outra produção em andamento sobre a vida da artista. Ainda sem título, este projeto foi escrito e será dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”), e já anunciou sua intérprete de Amy Winehouse: Noomi Rapace (“Prometheus”).












