Elenco de “Daisy Jones & The Six” quer que banda saia em turnê
A série “Daisy Jones & The Six”, disponível na Amazon Prime Video, narra a trajetória conturbada de uma banda fictícia. Porém, pode ser que a banda não seja fictícia por muito tempo. Em entrevista ao site Deadline, o elenco da série respondeu positivamente à possibilidade de eles saírem em turnê com a banda. “Nós adoraríamos”, disse Josh Whitehouse, que interpreta o baixista Eddie Roundtree. “Somos todos atores e temos horários diferentes. Estamos em lados diferentes do planeta. Não sei o quão plausível é, mas a esperança está lá [e] o desejo está lá”, explicou Sam Claflin, intérprete do vocalista Billy Dunne. “E parece haver pessoas suficientes pedindo para que aconteça”. Não se trata apenas de um rumor ou de um pedido dos fãs. O criador da série, Scott Neustadter, confirmou que existem conversas em andamento para garantir que essa turnê aconteça, embora nada tenha sido fechado até então. “Agendamento será o nosso maior obstáculo”, disse ele, repetindo o que Claflin falou. Muitos dos atores da série já estão envolvidos em outros projetos, como Suki Waterhouse, que saiu em turnê solo e vai estrelar uma produção off-Broadway. “Se pudermos descobrir um momento em que todos estejam juntos, acho que absolutamente adorariam fazer isso”, disse Neustadter, acrescentando que uma turnê completa pode ser difícil, mas “certamente algumas apresentações seriam muito divertidas… vai ser difícil descobrir o momento certo, mas espero que encontremos porque seria ótimo” O elenco não apenas tocou todas as músicas do álbum “Aurora” na série, como também já subiu ao palco para uma apresentação ao vivo. Isso aconteceu pouco antes do início das gravações e, na ocasião, a banda se apresentou para cerca de 60 pessoas em um show especial para amigos e familiares. “Acho que a banda realmente existe e somos nós”, disse Sebastian Chacon, que interpreta o baterista Warren Rojas. “Tocamos juntos por um período considerável de tempo. Realmente chegamos ao ponto em que não somos apenas capazes de fazer isso, mas também estamos muito confortáveis com isso e parece que estamos tocando juntos há muito tempo – porque estamos”. A adaptação do livro homônimo de Taylor Jenkins Reid, “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco inclui Reiley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sam Claflin (“Enola Holmes”) Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), Will Harrison “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Confira o trailer abaixo.
Lula ganha violão autografado de Chris Martin, vocalista do Coldplay
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou com Chis Martin, vocalista do Coldplay, na tarde desta quinta-feira (23/3). Ele e a Primeira-Dama Janja da Silva ganharam um violão autografado por todos os integrantes da banda. No Twitter, o político compartilhou uma foto ao lado do cantor. Segundo o presidente, eles conversaram sobre o meio ambiente, proteção da Amazônia, combate à fome, sustentabilidade e outros assuntos. O Coldplay é engajado na pauta ambiental, fazendo turnês da maneira mais sustentável possível. Eles chegaram a distribuir ingressos para os fãs que inventassem formas de ir aos shows que tivesse menos emissão de carbono Lula também brincou falando que ganhou “um violão e não uma pulseira”. Em vídeo publicado por Janja, também no Twitter, o presidente aparece ‘dando uma palhinha’ no violão. A banda utiliza milhares de pulseiras eletrônicas em seus shows, que brilham e formam um verdadeiro show de luzes. Entretanto, a produção e os próprios artistas precisaram pedir que os brasileiros devolvessem os objetos após os shows. Em um “ranking de devolução e reciclagem”, São Paulo foi a pior colocada. A reunião aconteceu no Rio de Janeiro, onde Lula está para assinar um decreto que altera a Lei Rouanet. Chris Martin foi ao encontro acompanhado por representantes da ONG Global Citizen, dedicada a acabar com a pobreza extrema. Ele e a banda Coldplay fazem shows na capital carioca nos dias 25, 26 e 28 deste mês. E esse encontro com direito até a uma palhinha do meu amor @LulaOficial? #Coldplay pic.twitter.com/CFJCjI7PZE — Janja Lula Silva (@JanjaLula) March 23, 2023 Encontro com Chris Martin e representantes da ONG Global Citizen. Falamos sobre Meio Ambiente e proteção da Amazônia. Ganhei um violão e não uma pulseira. 📸: @ricardostuckert pic.twitter.com/X751SmlkLD — Lula (@LulaOficial) March 23, 2023
Kiss prepara filme biográfico para a Netflix
A banda Kiss, que está realizando sua turnê mundial de despedida, prepara um filme biográfico para lançamento em streaming. Segundo o empresário da banda, Doc McGhee, a obra será lançada na Netflix em 2024. O projeto é intitulado “Shout It Out Loud” e deve focar nos anos de formação dos mascarados até meados de 1974, quando o quarteto nova-iorquino assinou contrato para lançar seu primeiro álbum e ainda lutava por seu sucesso. O diretor Joachim Rønning (“Malévola”) está ligado ao projeto junto com os roteiristas Ole Sanders, que dirigiu um clipe de Madonna (“Die Another Day”), e William Blake Herron (“A Identidade Bourne”). O grupo musical deve finalizar a turnê “End Of The Road” em dezembro deste ano, após mais de 230 shows. O grupo mascarado, que já passou pelo Brasil no ano passado, volta em abril com passagens por Manaus (12/4), Brasília (18/4), Belo Horizonte (20/4), São Paulo (no festival “Monsters of Rock”, em 22/4) e Florianópolis (25/4).
Trailer apresenta documentário de Scorsese sobre cantor do New York Dolls
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de “Personality Crisis: One Night Only”, documentário sobre o pioneiro do glam e do punk rock David Johansen, vocalista da banda New York Dolls, dirigido pelo cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”). Scorsese já tinha abordado a banda em sua série de ficção “Vinyl”, na HBO, e no comunicado sobre o projeto revelou que conhece Johansen há décadas. “Conheço David Johansen há décadas, e sua música tem sido importante pra mim desde que ouvi os Dolls quando filmava ‘Caminhos Perigosos'”, disse Scorsese, referindo-se ao longa de 1973, que muitos erradamente consideram seu primeiro filme. “Naquela época, e assim como agora, a música de David capta a energia e a emoção da cidade de Nova York. Costumo vê-lo se apresentar e, ao longo dos anos, conheci a profundidade de suas inspirações musicais. Depois de assistir seu show no ano passado no Café Carlyle, eu sabia que tinha que filmar porque era muito extraordinário ver a evolução de sua vida e seu talento musical em um ambiente tão íntimo. Para mim, o show capturou o verdadeiro potencial emocional de uma experiência musical ao vivo. ” A apresentação mencionada por Scorsese é a base do documentário, realizado em parceria com David Tedeschi, editor com quem o cineasta trabalhou em “Vinyl” e nos documentários “George Harrison: Living in the Material World” (2011) e “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese” (2019). No show feito no início do ano, Johansen tocou músicas das diferentes fases de toda a sua carreira e encantou o público com histórias de sua vida. O documentário combina esta performance com imagens de arquivo e cenas inéditas do cantor e dos Dolls, que assumiram estética drag queen em plenos anos 1970. Os shows da banda inspiraram o punk nova-iorquino e sua influência também foi exportada para a Inglaterra, quando um certo Malcolm McLaren, após providenciar o visual dos Dolls com sua namorada Viven Westwood, resolveu formar sua própria banda com os frequentadores de sua loja de roupas fetichistas, os Sex Pistols. A estreia está marcada para 14 de abril nos EUA e o lançamento no Brasil deve acontecer pela plataforma Paramount+.
“BBB 23” vira palco para volta do NX Zero
Após a expulsão de MC Guimê e Cara de Sapato por importunação sexual, o “BBB 23” teve outro tipo de surpresa na noite de sexta (17/3): um show da banda de rock NX Zero. Os músicos estavam parados há seis anos e fizeram seu show de retorno no palco do reality show da Globo. Para os brothers e o público que acompanhou pela Globoplay, Di Ferrero, vocalista da banda, cantou os maiores sucessos do grupo, como “Razões e Emoções”, primeiro hit, e “Aonde Estiver”, que ele fez para a ex Mariana Rios. “Enquanto vocês estavam confinados, a gente resolveu voltar para uma turnê”, anunciou o cantor. “A gente está muito feliz, que depois de seis anos sem tocar, esse é o nosso primeiro show!”, completou. Nas redes sociais, os fãs da banda surtaram, lançaram memes e encheram as timelines de comentários nostálgicos sobre a época do rock emo. A turnê anunciada vai começar em 28 de maio pelo Rio de Janeiro e já tem shows esgotados em Porto Alegre, Curitiba e Ribeirão Preto (SP). Confira a agenda abaixo. DIZER… O QUE POSSO DIZER? 🤩 É noite de @nxzerooficial no #BBB23! 🎸#RedeBBB pic.twitter.com/wo319I8jOa — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 E ESSE HINO AQUI, @nxzerooficial? 😭🫶 #BBB23 #RedeBBB #NXZERONOBBB pic.twitter.com/A6T2Z9nuUf — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 Os brothers emocionados cantando 'Cedo ou Tarde' 🫶🥹🎤 @nxzerooficial #BBB23 #RedeBBB #NXZERONOBBB pic.twitter.com/RxR0OThcp8 — Big Brother Brasil (@bbb) March 18, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NX Zero (@nxzerooficial)
Canisso, baixista dos Raimundos, morre aos 57 anos
Canisso, baixista da banda de rock Raimundos, morreu nessa segunda-feira (13/3) aos 57 anos. De acordo com informações divulgadas na sua conta do Facebook, o músico sofreu uma queda após desmaiar na manhã dessa segunda. Porém, a causa da morte ainda não foi divulgada. “É triste anunciar a morte do nosso grande mestre Canisso, ele é um ídolo para muitos e deixou um imenso legado para os fãs e aqueles que o querem bem, descanse em paz Mestre, você vive em nossos corações”, dizia a legenda de uma postagem feita no seu Instagram. José Henrique Campos Pereira (seu verdadeiro nome) nasceu em 9 de dezembro de 1965, em São Paulo. Ele se interessou por música desde a infância e sua estreia no segmento foi trabalhando como roadie em Brasília, onde foi morar na sua adolescência. Durante um festival de música organizado por sua escola, ele conheceu Digão e, em seguida, foi apresentado a Rodolfo. Os três se juntaram para formar os Raimundos no final da década de 1980. Influenciados pelo som da banda Ramones, eles começaram a se apresentar em bares e festas em Brasília. Na década de 1990, a banda encontrou o sucesso e reconhecimento merecidos, emplacando hits como “Eu Quero Ver o Oco”, “Mulher de Fases” e “A Mais Pedida” . Ao todo, os Raimundos lançaram nove álbuns de estúdio, mas seu auge foi mesmo nos anos 1990, quando se tornou uma das principais bandas de uma geração que ainda tinha Charlie Brown Jr. e Chico Science & Nação Zumbi, entre outros. Apesar do sucesso, Canisso e Rodolfo deixaram a banda em 2002, alegando que houve um “desgaste natural”. Porém, o baixista retornou em 2007. Embora continuasse na banda, Canisso nem sempre se entendia com Digão, principalmente por causa da visão política do colega. Em junho, o baixista respondeu a um comentário no Twitter que chamava os membros da banda de fascistas. “Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas”, rebateu na sua postagem. Pouco antes da sua morte, Canisso e os Raimundos fizeram uma apresentação na cidade de Rio de Sul, em Santa Catarina, no último no sábado (11/3). Eles estavam se preparando para entrar em nova turnê. vai no oculista. Eu e resto não somos, isso só acometeu os vocalistas. https://t.co/3EcOZN9Psz — CANISSO (@Khanisson) June 11, 2022
The Midnight Special: Programa musical dos anos 1970 lança canal de preciosidades no YouTube
O clássico programa musical americano dos anos 1970 “The Midnight Special” criou um canal no YouTube e começou a liberar suas preciosidades nesta segunda (6/3), começando por performances históricas de David Bowie, Ike & Tina Turner, Rod Stewart, Fleetwood Mac, The Bee Gees e Linda Ronstadt, entre outros. A iniciativa é do produtor original do programa, Burt Sugarman, que pretende disponibilizar o arquivo histórico do “The Midnight Special” em vídeos de alta definição, após várias cópias piratas de baixa qualidade circularem no YouTube. Apresentando as músicas em clipes, o material disponível já apresenta grandes raridades, como David Bowie cantando cover da banda The Who (“I Can’t Explain”) e fazendo dueto com Marianne Faifhfull numa versão de “I Got You Babe”. algumas preciosidades não são vistas há 50 anos em nenhum lugar. “’The Midnight Special’ foi um programa inovador e revolucionário que ultrapassou os limites do que era possível na televisão, já que nenhuma emissora tinha programação disponível depois da 1h da manhã naquela época”, disse Sugarman, em comunicado. “Eu insisti em apresentações ao vivo para o público, não havia playback. Estou emocionado por agora disponibilizar para todos os fãs, bem como para uma nova geração de espectadores que podem não estar familiarizados com o programa. O público pode desfrutar de horas de apresentações clássicas e entrevistas com as maiores estrelas da época.” O programa durou nove anos, de 1972 a 1981, e a lista de shows que transmitiu inclui ainda Led Zeppelin, Aerosmith, KISS, The Beach Boys, Fleetwood Mac, Aretha Franklin, Ray Charles, Johnny Cash e Loretta Lynn, assim como os comediantes Steve Martin, Billy Crystal, Richard Pryor e George Carlin, entre muitos outros. Por enquanto, apenas o episódio piloto original pode ser visto de forma completa, mas também há dezenas de clipes das apresentações, que devem crescer, conforme mais material for liberado. Veja abaixo três dos vídeos disponibilizados.
Série “Daisy Jones & The Six” é baseada na banda Fleetwood Mac?
A série baseada no livro “Daisy Jones & The Six” estreou nessa sexta (3/3), na Amazon Prime Video, e levantou muitos questionamentos na cabeça dos fãs, que notaram diversas similaridades entre a história da banda fictícia dos anos 1970 vista na série com a banda real Fleetwood Mac. Aparentemente, não foi apenas coincidência. A escritora Taylor Jenkins Reid, autora do livro que deu origem à série, admitiu que a cantora Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, tem sido uma grande fonte de inspiração em sua vida. Mas quais são as semelhanças e diferenças entre a história ficcional e a história real? Fleetwood Mac é uma banda da década de 1970, que teve seu auge após uma reformulação em 1974 com entrada da dupla folk Stevie Nicks e Lindsey Buckingham. Eles se juntaram a Mick Fleetwood e ao seu grupo, que na ocasião também incluía o casal John McVie e Christine McVie (recém-integrada no lugar do guitarrista Peter Green). Com essa formação, a banda estourou e foi responsável por grandes músicas, como “Rhiannon”, “The Chain” e “Go Your Own Way”. As semelhanças entre Fleetwood Mac e “Daisy Jones & The Six” são visíveis. Ambas as bandas são um quinteto de três homens e duas mulheres, incluindo uma mulher como vocalista. E alguns dos mesmos problemas enfrentados por Fleetwood Mac, envolvendo drogas, dinheiro, envolvimento amoroso, infidelidades, brigas internas e sucesso vertiginoso, também são vistos na trama fictícia da Amazon. Há ainda uma semelhança clara no figurino usado pela protagonista de “Daisy Jones & The Six”, interpretada por Riley Keough, e o visual de Stevie Nicks, com suas roupas de denim, calças boca de sino e cabelo comprido. Mas também existem algumas diferenças. Em “Daisy Jones & The Six” (spoiler!), a banda se separa em 1977, enquanto Fleetwood Mac durou mais do que isso. O primeiro hiato da banda aconteceu só em 1980. E mesmo assim os membros da banda continuaram a se apresentar e gravar juntos durante as décadas seguintes. Mas então de onde veio a inspiração para o livro? Em um artigo intitulado “Como Fleetwood Mac Influenciou Daisy Jones & The Six”, publicado após o lançamento do livro, a escritora explicou que o documentário do show de reencontro da banda, “The Dance”, estava passando na TV durante o verão de 1997, e foi lá que ela viu Nicks cantar “Landslide” pela primeira vez. “A iluminação estava fraca, ela estava com um vestido preto translúcido, o cabelo era grande e loiro. Ela dividia o palco apenas com Lindsey Buckingham, que estava um pouco afastado, acompanhando-a”, descreveu Reid. “Ela cantou com tanta fragilidade e, no entanto, parecia tão confiante e forte – e enquanto ela cantava, ela continuava olhando para Lindsey, sua expressão era calorosa e íntima, mas enigmática”. Reid acrescenta que “há dois anos, quando decidi que queria escrever um livro sobre rock’n’roll, eu continuava voltando para aquele momento em que Lindsey assistia Stevie cantar ‘Landslide’. Como parecia tanto com duas pessoas apaixonadas. E ainda assim, nunca saberemos realmente o que havia entre eles. Eu queria escrever uma história sobre isso, sobre como as linhas entre a vida real e a performance podem ficar borradas, sobre como cantar sobre velhas feridas pode mantê-las frescas”. Foi aí que nasceu a ideia para o livro, que tenta imaginar como seria o romance entre duas pessoas que tocam na mesma banda. É uma história ficcional, mas com um pé na realidade. “Comecei com o germe de Stevie Nicks, Lindsey Buckingham e Fleetwood Mac”, disse a autora em uma entrevista anterior concedida por seu editor. Ela também admite que começou seu processo de composição e pesquisa de “Daisy Jones & the Six” ouvindo o álbum histórico da banda, “Rumors”, e assistindo a uma “tonelada” de entrevistas arquivadas do Fleetwood Mac. “Foi o começo para mim porque é um álbum, mas… também é uma novela”, disse Reid sobre as letras das músicas. “As histórias acontecendo entre Stevie e Lindsey. E as coisas que estavam acontecendo entre Christine McVie e John McVie eram realmente fascinantes e transparecem nas músicas. Então comecei por aí.” A adaptação do livro para a série “Daisy Jones & The Six” foi feita pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco inclui Reiley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sam Claflin (“Enola Holmes”) Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), Will Harrison “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Confira o trailer abaixo.
“Gato de Botas 2” já pode ser visto em casa. Veja quais outros filmes estreiam online
Uma das maiores bilheterias de cinema do ano – e que ainda está em cartaz no Brasil – já pode ser vista no conforto do lar a partir deste sexta (24/2). A animação “Gato de Botas 2: O Último Pedido” é o maior destaque da programação das locadoras digitais (VOD), mas as plataformas de assinatura também oferecem boas opções de suspense e comédia. Confira as 10 principais novidades da semana para o cinema em casa. | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO | VOD* Um dos maiores sucessos do ano, ainda em cartaz nos cinemas, a animação da DreamWorks traz o gato de capa, espada e botas, introduzido na franquia “Shrek”, precisando defender sua última vida, após ter perdido oito delas. Ele é aconselhado a se aposentar após o diagnóstico de que sua próxima morte será definitiva, mas seu paradeiro é descoberto pelos ursos de Cachinhos Dourados e o Lobo Mau, que buscam um acerto de contas. Isso o envia em uma aventura para encontrar o místico “Último Desejo” na esperança de restaurar suas vidas perdidas. Por coincidência, a trama reflete um susto que o intérprete do gato teve na vida real. Antonio Banderas (“Dor e Gloria”) sofreu um taque cardíaco em 2017, que o levou às pressas para o hospital, onde passou por uma cirurgia para implantar três stents em suas artérias coronárias. O encontro com a própria mortalidade mudou sua perspectiva sobre a vida, como também acontece com o personagem no filme. Além da volta de Banderas como a voz oficial do personagem-título, a produção também conta com o retorno de Salma Hayek como Kitty Pata-Mansa e introduz uma série de novos personagens, com destaque para o cachorro Perro, dublado por Harvey Guillén (“What We Do In the Shadows”), a Cachinhos Dourados de Florence Pugh (“Viúva Negra”) e o Lobo Mau com a voz de Wagner Moura (“Narcos”) – curiosamente, apenas na versão em inglês. O roteiro é de Paul Fisher e a direção de Joel Crawford e Januel Mercado, todos de “Os Croods: Uma Nova Era” (2020).´ | SHARPER – UMA VIDA DE TRAPAÇAS| APPLE TV+ Sebastian Stan (o Soldado Invernal dos filmes e séries da Marvel) vive um trapaceiro acostumado a dar pequenos golpes. Porém, enxerga uma oportunidade de ouro quando sua mãe (Julianne Moore, de “Lisey’s Story”) começa a namorar com um bilionário. Ele se alia a uma cúmplice com o intuito de seduzir o filho do bilionário e roubar toda a sua fortuna. A estreia do diretor Benjamin Caron (“The Crown”) em longa-metragem traz boas reviravoltas para os fãs de thrillers criminais, e também inclui no elenco John Lithgow (“The Old Man”), Briana Middleton (“Bar Doce Lar”), Justice Smith (“Pokémon: Detetive Pikachu”) e Darren Goldstein (“Ozark”). | SRA. HARRIS VAI A PARIS | VOD* Lesley Manville (“The Crown”) vive uma faxineira viúva na Londres dos anos 1950, que se apaixona perdidamente por um vestido de alta costura da Dior. Enquanto sonha com a alta costura inviável para sua condição financeira, ela recebe a notícia de que tem direito a uma pensão pela morte do marido na guerra e entende a descoberta como um sinal para viajar até Paris e adquirir um Dior diretamente da coleção da temporada. Mas ao chegar com suas roupas simples é ridicularizada e precisa mostrar que tem condições de realizar seu sonho. A comédia edificante é baseada num romance popular de Paul Gallico (1897-1976), autor mais conhecido pela trama de desastre que inspirou “O Destino do Poseidon” (1972) e seu remake de 2006. A direção é de Anthony Fabian (“Mais de Mil Palavras”) e o elenco também destaca a premiada Isabelle Huppert (“Elle”), Lambert Wilson (“Matrix Revolutions”), Alba Baptista (“Warrior Nun”) e Lucas Bravo (“Emily em Paris”). | FANTASMA E CIA | NETFLIX A comédia de terror juvenil traz David Harbour (“Stranger Things”) no papel de um fantasma que não consegue assustar ninguém, mas se torna uma fenômeno na internet. Na trama, o jovem Kevin (Jahi Di’Allo Winston, de “Twelve”) descobre um fantasma (Harbour) na sua nova casa. Além de não sentir medo daquela presença sobrenatural, ele filma o desastrado e medroso fantasma, e posta o vídeo na internet. Os vídeos se tornam uma sensação. Mas quando o adolescente decide investigar a origem do tal fantasma, ele passa a ser perseguido pela CIA. O elenco ainda conta com Anthony Mackie (“Falcão e o Soldado Invernal”), Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”), Jennifer Coolidge (“The White Lotus”), Erica Ash (“Violet”) e Steve Coulter (“Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”). “Fantasma e CIA” foi dirigido por um especialista em comédias de terror, Christopher Landon, responsável por “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” (2015), “A Morte Te Dá Parabéns” (2017), “A Morte Te Dá Parabéns 2” (2019) e “Freaky: No Corpo de um Assassino” (2020), mas o resultado é bem mais infantil que as produções anteriores. | DURO DE ATUAR | AMAZON PRIME VIDEO Originalmente uma série com 10 episódios de 10 minutos, a produção foi adquirida pela Amazon após o fim da plataforma Quibi e reeditada como um filme. Na trama, o comediante Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) interpreta uma versão fictícia de si mesmo. Cansado de ser visto como o alívio cômico dos filmes de ação protagonizados por Dwayne “The Rock” Johnson, ele se inscreve em um curso de formação de protagonista do gênero, apenas para ficar a mercê de um instrutor psicótico – no caso, ninguém menos que John Travolta (“Pulp Fiction”). Além dele, Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 8”) também está no elenco como outra personagem fictícia, uma colega atriz de Hart. A direção é de Eric Appel (“Weird – The Al Yankovich Story”), e o roteiro foi escrito por Derek Kolstad (co-criador da franquia “John Wick”) e Tripper Clancy (“Stuber: A Corrida Maluca”). | O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU | VOD* Descoberta tardia do cinema, os quadrinhos do Pequeno Nicolau foram escritos por René Goscinny (que também criou “Asterix”) entre 1956 e 1964. Seu primeiro filme só foi lançado em 2009, e “O Tesouro” é sua terceira adaptação live-action. Cada filme traz um ator mirim diferente no papel principal – afinal, Nicolas é um menino endiabrado que não envelhece nas histórias originais. Desta vez, ele se junta à sua turma da escola para encontrar um tesouro perdido, acreditando que assim evitará que seu pai aceite um emprego em outra cidade e o separe de seus amigos. A direção é de Julien Rappeneau, que também adaptou os quadrinhos de “Largo Winch”, e o elenco destaca o jovem Ilan Debrabant (“SOS Mamãe em Férias”) como Nicolau, Audrey Lamy (“Um Amor de Mãe”) como a Mamãe e Jean-Paul Rouve (“Assim É a Vida”) como Papai. Vale lembrar que, além dos filmes, o cinema francês também produziu um longa animado do Pequeno Nicolau em 2022, que venceu o Festival de Anecy (o Cannes da animação). | OSKAR & LILLI – ONDE NINGUÉM NOS CONHECE | VOD* O premiado drama austríaco conta a história de uma mãe e dois filhos refugiados chechenos que vivem na Áustria e recebem uma ordem de deportação. As crianças não entendem porque precisam ser expulsos, já que moram na Áustria há seis anos, falam alemão e a Chechênia já se tornou um país estrangeiro para elas. Em um ato de desespero para salvar pelo menos seus filhos, a mãe corta os pulsos e precisa ser hospitalizada. Diante da comoção a ordem é temporariamente suspensa, enquanto Oskar e Lilli são levados para um orfanato contra o qual se rebelam, mas não podem lutar. Logo, eles são separados e enviados para adoção. Com atuações excelentes, especialmente das crianças, que transmitem a vulnerabilidade e a esperança presentes na trama, o filme aborda temas importantes, como refugiados, políticas de imigração e as dificuldades que as pessoas enfrentam ao deixar seus países de origem para começar uma nova vida em um lugar estranho. O tema é caro para o diretor Arash T. Riahi, ele próprio um imigrante, que nasceu em Teerã, Irã, em 1972, mas cresceu em Viena, Áustria. Ele também explorou histórias de refugiados nos longas “Exile Family Movie” (2006) e “For a Moment, Freedom” (2008), mas é mais conhecido pelo premiado documentário “Kinders” (2016), sobre crianças e adolescentes. | ALCARRÀS | MUBI O premiado drama espanhol retrata a vida de uma família de agricultores em uma pequena vila na Catalunha, que tem seu cotidiano alterado quando o proprietário de sua grande propriedade morre e seu herdeiro decide vender a terra, ameaçando de repente seu sustento. Escrito e dirigido por Carla Simón (“Verão 1993”), venceu o Urso de Ouro do Festival de Berlim passado e mais 15 premiações internacionais, além de ter recebido 11 indicações ao prêmio Goya, considerado o “Oscar espanhol”. | NOSSA SENHORA DO NILO | VOD* O drama de Atiq Rahimi (“A Pedra da Paciência”) acompanha um grupo de adolescentes ruandesas em um internato católico belga, durante os anos 1970. Embora se eduquem em francês, as estudantes não esquecem sua herança cultural, especialmente o ódio que separa as etnias tutsi e hutu, cuja convivência forçada por colonos europeus irrompeu num dos maiores genocídios da humanidade. O conflito interno entre alunas que compartilham projetos, sonhos e dormitório aos poucos reflete o sentimento crescente nas ruas do país. Venceu o Urso de Cristal de Melhor Filme para Adolescentes (maiores de 14 anos) no Festival de Berlim de 2020. | MEET ME IN THE BATHROOM | VOD* O documentário faz uma viagem imersiva pela cena musical de Nova York do início do século 21, registrando cenas inéditas de artistas como Yeah Yeah Yeahs, The Strokes, Interpol e LCD Soundsystem, que marcaram a época e influenciaram uma nova geração do rock. Com direção de Will Lovelace e Dylan Southern, que já tinham feito um documentário sobre o LCD Soundsystem (“Shut Up and Play the Hits”), o filme acabou exibido em vários festivais. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Neta de Elvis é roqueira no trailer da série “Daisy Jones & The Six”
A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou o trailer completo de “Daisy Jones & The Six”, série que traz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), neta de Elvis Presley, como cantora de rock. A prévia destaca a gravação do “hit” da banda fictícia, tocado durante sua duração, e o relacionamento turbulento da cantora com o compositor, guitarrista e outra voz da banda, vivido por Sam Claflin (“Enola Holmes”). Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama foca os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. Mas a história é contada pela protagonista após a separação dos artistas. Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Lá, ela se junta com um compositor em ascensão e ambos encontram sucesso na parceria relutante, mas conforme o relacionamento começa a evoluir, as pressões da banda ameaçam implodir suas vidas pessoais. “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). A estreia está marcada para 3 de março em streaming.
Playlist Moderna: Confira os 50 melhores clipes indies de janeiro
A seleção de clipes indies de janeiro vai do grunge às pistas de dança alternativas. Além de alguns nomes já conhecidos de quem acompanha as publicações, a relação também destaca sons menos usuais, como a psicodelia turca da Altin Gün, a cold wave alemã do Another Abyss e o dreampop australiano do Futureheaven. Mas a lista também inclui alguns veteranos famosos, como Everything But the Girl, Patrick Wolf e Ladytron, que retornam com músicas inéditas. O grande destaque, porém, é a nova gravação da dupla canadense Softcult, formada pelas gêmeas Mercedes e Phoenix Arn-Horn. A faixa “Dress” se sobressai da playlist pelo tema do abuso sexual e violações de consentimento, além do contraste sonoro entre gritos de protesto e guitarras de microfonia sinfônica, que resulta desconcertante. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge. Alguns vídeos são um pouco mais antigos (setembro e outubro) para encaixar na sequência das faixas e ressaltar a impressão de videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). Idles | Nosebleed | Snake Eyes | Zebedy | Soul Blind | Narrow Head | Altın Gün | Holy Moly & The Crackers | False Heads | Life in Vacuum | Civic | Bloomr | Tearing Up | Black Honey | Wolf Manhattan | Spirit Ghost | Holiday Ghosts | Sun Room | Death Valley Girls | The High Kicks | Hotel Lux | Master Peace | Dearly Beloved | Thus Love | Softcult | The Clockworks | The Goa Express | Somebody’s Child | Futureheaven | Korine | Another Abyss | French Police | Constant Smiles | Ladytron | Twin Ritual | Xeno & Oaklander | Silance | Nuovo Testamento | Tennis | K.Flay | Dutch Uncles | Foals | Hatchie | Tanukichan | Deary | Kraków Loves Adana | Patrick Wolf | Everything But The Girl | Gemma Cullingford | Joon
Musical de Bob Dylan vai virar filme com Woody Harrelson e Olivia Colman
O musical da Broadway “Girl From the North Country”, que é todo encenado com canções de Bob Dylan, vai virar filme. Os atores Chlöe Bailey (“Grown-ish”), Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”) vão estrelar a adaptação. O projeto tem roteiro e direção de Conor McPherson, o dramaturgo responsável pelo musical, que usa o extenso catálogo de músicas de Dylan – incluindo “Forever Young”, “All Along the Watchtower” e “Like a Rolling Stone” – para marcar uma história da era da Depressão sobre pessoas do meio-oeste dos EUA, que se cruzam em um ponto de virada em suas vida. Apesar das críticas positivas, o musical não conseguiu vender muitos ingressos em sua temporada pós-covid e saiu de cartaz após poucos meses na Broadway. A produtora Blueprint Pictures está apoiando o filme, que será levado ao mercado internacional no próximo Festival de Berlim. Passado em 1934 em Duluth, Minnesota, durante a Grande Depressão, “Girl From the North Country” acompanha um grupo de viajantes rebeldes enquanto suas vidas se cruzam em uma pousada. As coisas estão difíceis para o proprietário Nick Laine (Harrelson), cuja esposa Elizabeth (Colman) está sofrendo de demência. Enquanto isso, o banco está executando a hipoteca de sua casa e sua filha adotiva Marianne (Bailey) tem um segredo bem guardado que ninguém pode explicar. Mas quando um fugitivo Joe Scott (Tosin Cole) encontra abrigo na pousada, um relacionamento se desenvolve entre ele e Marianne que muda tudo para sempre. A produção vem com o selo de aprovação de Dylan, que permitiu o uso de suas músicas no espetáculo. “Estar associado a Conor é um dos destaques da minha vida profissional”, disse o cantor em comunicado. “Nem é preciso dizer que o homem é um gênio por montar essa coisa e estou emocionado por fazer parte da experiência. Minhas músicas não poderiam estar em melhores mãos. A peça me fez chorar no final. Eu não posso nem dizer por quê. Quando a cortina desceu, fiquei atordoado”. McPherson considerou um privilégio dar vida às canções de Dylan. “Ter a confiança de Bob Dylan para criar uma história usando suas canções incomparáveis é um grande privilégio que trouxe alegria ao meu mundo”, disse McPherson. “Mas trabalhar com esse elenco incrível para dar vida a esses personagens é quase inimaginável”.
Grammy: Prêmios de rock vão para Ozzy Osbourne, Brandi Carlile e Wet Leg
Escancarando a falta de apelo comercial do rock no século 21, a premiação das categorias roqueiras do Grammy 2023 aconteceram antes do início da transmissão televisionada da premiação. O evento, que acontece na noite deste domingo (5/2) no palco da Crypto.com Arena, em Los Angeles (EUA), consagrou o veterano Ozzy Osbourne, com mais de 50 anos de carreira, a cantora country pop Brandi Carlile e a banda indie Wet Leg entre os roqueiros premiados. Cada um deles levou dois gramofones dourados. Brandi Carlile venceu os troféus de Melhor Performance e Melhor Música de Rock por “Broken Horses”. Ozzy levou as estatuetas de Melhor Performance de Heavy Metal (“Degradation Rules”, pareceria com o guitarrista Tony Iommi, do Black Sabbath) e Melhor Álbum de Rock (“Patient Number 9”). E a banda britânica conquistou os Grammys de Melhor Performance (“Chaise Lounge”) e Melhor Álbum de Música Alternativa (“Wet Leg”). Ao receber um dos prêmios de Rock Alternativo, a cantora Rhian Teasdale abusou da sinceridade ao dizer que não sabia o que o Wet Leg estava fazendo naquele evento. A banda ainda concorre ao troféu de Artista Novo do Ano, nome oficial da categoria de Revelação, que também é disputado pela brasileira Anitta. Além desses troféus, outro grupo alternativo se destacou em categorias técnicas. A reedição especial de 20 anos do disco “Yankee Hotel Foxtrot”, da banda Wilco, venceu como Melhor Relançamento de Álbum Histórico e Melhor Texto de Encarte. A parte televisada do Grammy começa às 21h30, com transmissão no canal pago TNT e na plataforma HBO Max. Confira abaixo o agradecimento da Wet Leg e a lista de prêmios conquistados por roqueiros no Grammy 2023. Melhor Performance de Rock Brandi Carlile – “Broken Horses” Melhor Música de Rock Brandi Carlile – “Broken Horses” Melhor Álbum de Rock Ozzy Osbourne – “Patient Number 9” Melhor Performance de Heavy Metal Ozzy Osbourne Featuring Tony Iommi – “Degradation Rules” Melhor Performance de Música Alternativa Wet Leg – “Chaise Lounge” Melhor Álbum de Música Alternativa Wet Leg – “Wet Leg” Melhor Relançamento de Álbum Histórico Wilco – “Yankee Hotel Foxtrot (20th Anniversary Super Deluxe Edition)” Melhor Texto em Encarte de Álbum Wilco – “Yankee Hotel Foxtrot (20th Anniversary Super Deluxe Edition)” Melhor Box ou Projeto em Edição Limitada The Grateful Dead – “In and Out of the Garden: Madison Square Garden ’81, ’82, ’83”











