Paramore cancela turnê devido à saúde de Hayley Williams
A banda Paramore precisou cancelar a turnê de 2013 por conta da saúde de Hayley Williams. Eles já haviam adiado quatro apresentações para que a vocalista de 34 anos pudesse se recuperar de uma infecção pulmonar grave. No Instagram, Hayley lamentou não ter forças para terminar as apresentações da banda. A artista contou que precisou tomar fortes medicamentos para combater a doença, porém não foram suficientes para retomar a turnê. “Depois que minha infecção pulmonar nos forçou a adiar quatro shows, eu esperava uma semana de folga e uma rotina rigorosa de remédios permitiria que meu corpo se curasse o suficiente para terminar esta turnê com força. Tenho feito tudo o que posso para combater esta infeção para não termos de desapontar ninguém com mais notícias de desilusões e cancelamentos”, disse no perfil do Paramore. A cantora ainda destacou que precisou cancelar a turnê por recomendação médica devido a gravidade da infecção pulmonar. “Depois de lutar nos últimos shows e consultar meu médico, infelizmente estamos percebendo que já passou do ponto de querer fazer um bom show para todos vocês”, ela desabafou. “Agora estou arriscando danos a longo prazo e preciso prestar atenção ao meu corpo. Sentimos muito e agradecemos a todos vocês que foram tão pacientes conosco enquanto reagendamos e provavelmente reorganizamos os planos de viagem para ainda virem nos ver. Fisicamente não posso continuar. Eu sei que isso não é uma boa notícia para todos.” Saúde de Hayley Williams Hayley Williams já havia falado sobre os problemas de saúde em seu perfil oficial. “Ei, pessoal, acabamos de sair do palco em Seattle. Depois de falar com nossa equipe e meu médico, sei que tentar terminar esta turnê agora acarretará em um prejuízo para a minha saúde. Meus pulmões simplesmente não estão curando rápido o suficiente para acompanhar. Ficou um pouco assustador esta noite”, antecipou. A vocalista também avisou que o perfil do Paramore faria um anúncio oficial sobre o cancelamento da turnê de 2023. “Faremos com que a equipe publique uma declaração oficial o mais rápido possível, mas teremos que cancelar os últimos 2 shows da turnê para que eu possa melhorar, finalmente”, disse Hayley. “Sei que alguns de vocês já estão acampando em Portland, então eu apenas queria divulgar isso. Sinto muito por todo o caos que isso causou a alguns de vocês. Eu realmente tentei chutar essa merd*. Amo todos vocês”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por paramore (@paramore)
“Asteroid City” é principal estreia da semana nos cinemas
Interrompendo o fluxo de blockbusters semanais, o principal lançamento desta quinta (10/8) nos cinemas é um filme “de arte”: a nova obra de Wes Anderson, “Asteroid City”. Ao todo, o circuito recebe nove filmes novos, todos com distribuição muito abaixo da média dos grandes títulos das últimas semanas. Além de “Asteroid City”, as estreias de maior alcance incluem a cinebiografia musical “A Era de Ouro” e a animação russa “Gatos no Museu”. Confira abaixo todas as novidades. ASTEROID CITY O mais recente filme de Wes Anderson transporta o público para uma cidade desértica fictícia da década de 1950, palco de uma competição astronômica. O enredo metalinguístico se desenrola como uma peça teatral dentro de um programa de televisão, com Bryan Cranston (“Breaking Bad”) no papel do apresentador. O elenco estelar também inclui Jason Schwartzman (“A Crônica Francesa”), Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Adrien Brody (“O Pianista”), Tilda Swinton (“Era Uma Vez um Gênio”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Tom Hanks (“Elvis”), Willem Dafoe (“O Farol”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Margot Robbie (“Barbie”), Steve Carell (“The Office”), Maya Hawke (“Stranger Things”) e os cantores Seu Jorge (“Marighella”) e Jarvis Cocker (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”). A narrativa é tecida em torno de personagens peculiares, como Woodrow Steenbeck (Jake Ryan), um jovem astrônomo cujo pai, Augie (Jason Schwartzman), guarda as cinzas de sua esposa em um recipiente Tupperware. Augie, um fotógrafo de guerra, se sente atraído por Midge Campbell (Scarlett Johansson), uma atriz glamourosa cuja filha, Dinah (Grace Edwards), tem uma conexão especial com Woodrow. A chegada de um visitante extraterrestre desencadeia um bloqueio militar na cidade, adicionando um elemento de tensão à trama. No fundo, “Asteroid City” é uma celebração do estilo único do diretor de “A Crônica Francesa”, “O Grande Hotel Budapeste” e “A Vida Marinha com Steve Zissou”, combinando humor irônico com elementos trágicos. Cheia dos maneirismos característicos de Anderson, como o uso de cores pastéis, imagens centralizadas e um verdadeiro desfile de atores famosos, a obra é uma reflexão sobre os métodos do diretor, seus desejos artísticos e sua visão sobre o cinema. A ERA DE OURO O drama biográfico narra a vida de Neil Bogart, o empresário visionário que criou a gravadora independente mais bem-sucedida de todos os tempos, antes de morrer de forma precoce em 1982, com apenas 39 anos. Escrito, dirigido e produzido por Timothy Scott Bogart, filho do biografado, o filme é uma homenagem de filho para pai – e por isso é uma história de sexo, drogas e rock and roll que, em grande parte, ignora todos os três. A trama se concentra na fundação da Casablanca Record, que, apesar de estar frequentemente à beira do colapso, encontrou sucesso na década de 1970 com artistas como Kiss, Donna Summer, Parliament e Village People. A história é contada pela perspectiva do empresário, interpretado por Jeremy Jordan (“Supergirl”), que narra sua própria vida, reconhecendo que as pessoas se lembram mais dos artistas do que do homem por trás das cenas. E o filme seria mesmo muito melhor se desse maior atenção aos artistas, apesar da relação de Bogart com Donna Summer receber destaque, com uma cena particularmente memorável retratando a gravação de “Love to Love You Baby”. O elenco é repleto de cantores reais: Ledisi como Gladys Knight, Jason Derulo como Ronald Isley, dos Isley Brothers, o rapper Wiz Khalifa como George Clinton, Tayla Parx como Donna Summer e o cantor da Broadway Casey Likes como Gene Simmons, do Kiss, entre outros. RHEINGOLD – O ROUBO DO SUCESSO Mais uma biografia musical, mas esta aborda uma variedade de temas, desde campos de refugiados, prisões sírias e o submundo do crime. A trama é inspirada nas memórias do rapper, produtor musical e ex-presidiário Giwar Hajabia, mais conhecido como Xatar. A história é uma representação da vida de Xatar, um filho de refugiados curdos que se envolveu em uma série de atividades criminosas antes de se tornar um rapper de sucesso. Com direção de Fatih Akin (“Soul Kitchen”), um diretor alemão de origem turca conhecido por abrir um novo caminho multicultural na cinematografia alemã no início deste século, a narrativa é repleta de energia e intensidade, começando com a prisão e tortura de Xatar na Síria em 2010. O filme então retrocede para a infância de Xatar, mostrando sua família durante a revolução iraniana de 1979 e sua subsequente fuga para a Europa. A história continua a acompanhar o jovem enquanto ele se envolve em pequenos crimes, tráfico de drogas e, eventualmente, um notório roubo de ouro. A produção é estrelada pelo ator Emilio Sakraya (“Warrior Nun”), cuja atuação é sempre descrita como magnética. URSINHO POOH – SANGUE E MEL O terror de baixo orçamento, que transforma os personagens amados de A.A. Milne em assassinos sanguinários, foi produzida após a expiração dos direitos autorais do Ursinho Pooh em 2022, permitindo que qualquer pessoa pudesse usá-lo num filme sem medo de ação legal. Com um orçamento de apenas US$ 100 mil, o estreante Rhys Frake-Waterfield aproveitou o atrativo da franquia famosa para chacinar memórias infantis sem dó. Após serem abandonados por Christopher Robin, que foi para a faculdade, Pooh e Leitão se tornam selvagens e são forçados a matar e comer o burrinho Ió para sobreviver. A partir daí, a dupla jura vingança contra a humanidade. Detalhe: os personagens parecem literalmente atores iniciantes usando máscaras de borracha. Apesar de sua premissa trash, a trama não é uma comédia. Em vez disso, é uma representação violenta e perturbadora dos personagens de Milne, com a maior parte da violência sendo direcionada a mulheres. Tudo é de baixa qualidade, do design de produção de liquidação à direção incoerente. | DESTINO DAS SOMBRAS | Realizado há cinco anos, o terror capixaba só agora encontra espaço no circuito comercial cinematográfico. O filme do estreante Klaus’Berg também tem orçamento irrisório. A trama, que explora o tema do desaparecimento de crianças, se desenrola quando dois amigos decidem passar um fim de semana em um sítio rural em Colatina para fugir de problemas familiares. Recém-separado, Marcos leva também sua pequena filha. No entanto, eles logo descobrem que o local possui um passado tenebroso. Enfrentando ameaças reais e questionando relatos sobrenaturais contados pelos moradores locais, os amigos acabam presos em uma história em que passado e presente se entrelaçam, revelando um destino sombrio. O elenco inclui Raphael Teixeira (“De Perto Ela Não é Normal”), Othoniel Cibien (“Os Incontestáveis”), Suely Bispo (“Velho Chico”), Thelma Lopes (“O Cemitério das Almas Perdidas”) e Markus Konká (“Mata Negra”). O ESPAÇO INFINITO O drama brasileiro foca em Nina, interpretada por Gabrielle Lopes (“Como Nossos Pais”), uma astrofísica que, após um surto psicótico, é internada em uma clínica de reabilitação. A partir desse ponto, a narrativa acompanha a jornada de Nina em seu próprio subconsciente, em busca de um caminho de volta à realidade compartilhada. A trama aborda temas como o tratamento de transtornos psicóticos, autoconhecimento, manifestação do inconsciente, simbolismos e amor, tudo isso através da experiência vivenciada pela protagonista. A história se desenrola com Nina em um processo de autodescoberta, enquanto interage com outros pacientes da clínica e recebe visitas ocasionais de sua mãe, seu marido e seu filho. O primeiro longa de Leo Bello apresenta um olhar intimista sobre os diagnósticos e processos de cura de transtornos psiquiátricos, mas . UMA NOITE EM HAIFA O mais recente filme do diretor israelense Amos Gitai (“Ana Arabia”) é o retrato de uma noite no Fattoush, um popular bar e galeria de arte em Haifa, Israel. O filme é ambientado inteiramente dentro do bar, onde uma série de personagens de diferentes origens e condições sociais se encontram e interagem ao longo da noite. A trama se desenrola através de uma série de diálogos e interações entre os personagens, que incluem Laila (Maria Zreik), a diretora palestina da galeria, Gil (Tsahi Halevi), um talentoso fotógrafo israelense, e Kamal (Makram J. Khoury), o marido cético de Laila. Através dessas interações, Gitai tenta explorar o conflito israelo-palestino, a arte e a vida pessoal dos personagens. No entanto, a narrativa gira em torno de si mesma, sem atingir um clímax convincente ou se resolver em um final sólido e eficaz. A seu favor, Gitai tenta mostrar uma realidade diferente daquela frequentemente retratada na mídia, onde árabes e israelenses estão constantemente em conflito. O filme é notável por sua representação de um ambiente multicultural onde árabes e israelenses, heterossexuais e gays, radicais e moderados convivem. GATOS NO MUSEU A animação russa acompanha um gato de rua e seu amigo ratinho que vão parar no Museu do Louvre, em Paris, e além de enfrentar os gatos guardiões do local ainda precisam sobreviver ao fantasma do museu. O diretor é o experiente Vasiliy Rovenskiy, que assina sua sexta animação após “Animais em Apuros” (2018), “Um Panda em Apuros” (2019), “O Reino do Golfinhos” (2020), “Pinocchio – O Menino de Madeira” (2021) e “Big Trip 2” (2022). Filmando um desenho por ano, o cineasta passa longe do nível de exigência hollywoodiano. A produção é barata, com visual CGI ultrapassado. TERRA QUE MARCA Documentário português sobre trabalho rural. Exibido no Festival de Berlim, o filme tem direção de Raul Domingues (“Flor Azul”).
Jamie Reid, criador da estética punk, morre aos 76 anos
Jamie Reid, o artista e designer gráfico responsável por criar a estética punk, morreu aos 76 anos. Reid foi responsável por algumas das imagens mais icônicas do movimento punk, com obras associadas à banda Sex Pistols. Reid deixa um legado enorme e inspirador, marcado por uma carreira que desafiou e redefiniu os padrões visuais da arte e da música. A morte de Reid foi confirmada pelo seu galerista John Marchant, que o descreveu como “artista, iconoclasta, anarquista, punk, hippie, rebelde e romântico”. Impacto no movimento punk Nascido em Londres em 1947, Jamie Reid se matriculou na Wimbledon Art School aos 16 anos, mudando-se posteriormente para a Croydon Art School. Foi lá que conheceu o futuro empresário dos Sex Pistols, Malcolm McLaren. Reid ficou conhecido após ser convencido por McLaren a criar as capas dos discos dos Sex Pistols, incluindo a arte do icônico álbum “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”, bem como dos famosos singles “God Save the Queen”, “Pretty Vacant” e “Holidays in the Sun”. A icônica capa de “God Save the Queen” com a imagem de Elizabeth II desfigurada por Reid tornou-se uma de suas artes mais conhecidas, causando controvérsia na Inglaterra pelo desrespeito à rainha. Reid criou ainda o pôster do single “Anarchy in the UK”, com uma bandeira britânica rasgada, imagem que definiu status in da era punk. Dos fanzines para os museus de arte Seu estilo de colagem e a abordagem inovadora foi desenvolvimento na Suburban Press, uma publicação contracultural que ele iniciou em 1970. As letras incluídas em suas obras imitavam recortes de palavras de revistas, ao estilo de notas de resgate anônimas, enviadas por sequestradores. A estética inspirou uma geração inteira de artistas, designers e fanzineiros. Anos depois, o que chegou a ser considerado trabalho de “arteiro” acabou ganhando exposições em instituições renomadas como a Tate Britain, o Museu de Arte Moderna de Nova York e o Museu de Belas Artes de Houston. Outros trabalhos Além de suas famosas colagens, Reid também produziu centenas de pinturas abstratas. Nos anos mais recentes, colaborou com Shepard Fairey, famoso pela imagem “Hope” de Obama, e apoiou movimentos como Occupy e a banda Pussy Riot. Em 2017, criou outra versão famosa da sua obra “God Save the Queen” com Donald Trump, intitulada “God Save Us All”.
Morre John Gosling, ex-tecladista dos Kinks, aos 75 anos
John Gosling, ex-tecladista da banda britânica The Kinks, morreu aos 75 anos. A notícia foi anunciada nas redes sociais oficiais da banda, que expressou profunda tristeza pela perda. “Estamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de John Gosling. Enviamos nossas condolências à esposa e à família de John”, diz a publicação. Os membros fundadores sobreviventes dos Kinks, os irmãos Ray e Dave Davies e o baterista Mick Avory, também prestaram homenagens a Gosling, que tocou teclados e piano com a banda de 1970 a 1978. Reações e homenagens O guitarrista e vocalista Dave Davies expressou sua consternação e tristeza profunda pela morte de seu “amigo e importante colaborador da música dos Kinks”. “Tenho profundo afeto e amor por ele em meu coração sempre. Grande músico e um grande homem”, acrescentou. Mick Avory lembrou Gosling como um “querido amigo e colega”, destacando seu grande talento musical e seu fantástico senso de humor. “Ele era um membro popular da banda, nos deixa com algumas memórias felizes. Deus o abençoe…”, disse. Ray Davies, vocalista e compositor principal da banda, também compartilhou suas condolências à família de Gosling: “Descanse em paz, querido John.” Dos Kinks aos Kast Off Kinks Gosling ingressou nos Kinks em 1970, quando a formação original do quarteto de músicos se expandiu como quinteto. Em sua passagem, o tecladista tocou em clássicos como “Lola”, “Powerman”, “Celluloid Heroes”, “Strangers” e “Apeman” até sua saída em 1978, quando foi substituído por Ian Gibbons. Ele contou como foi sua audição para entrar na banda em uma entrevista de 2009: “Eles pareciam um grupo de caras tão tranquilos! Dave me entregou uma cerveja de uma caixa no meio da sala quando entrei e não havia comportamento de estrelas. Lembro-me de me sentir completamente em casa – quase como se eu sempre estivesse lá.” Após sua saída de The Kinks, Gosling foi um dos membros fundadores da banda Kast Off Kinks, composta por ex-músicos de sua antiga banda, incluindo Mick Avory, Ian Gibbons, Jim Rodford e John Dalton. Gosling permaneceu com o grupo até se aposentar em 2008. Veja abaixo o maior hit da banda nos 1970 e um show completo com Gosling nos teclados.
Baterista do Iron Maiden ficou com metade do corpo paralisado
Nicko McBrain, baterista da banda Iron Maiden, revelou que sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em janeiro deste ano. Aos 71 anos, o músico enfrentou a paralisia do lado direito do corpo, do ombro para baixo, mas diz que já está 70% recuperado. Em uma postagem no perfil oficial da banda no Twitter, McBrain compartilhou sua experiência e agradeceu o apoio que recebeu durante a recuperação. “Estava muito preocupado que minha carreira tivesse acabado, mas com o amor e apoio de minha esposa, Rebecca e família, meus médicos, especialmente Julie, minha terapeuta ocupacional, e minha família Maiden, consegui voltar para algo perto de 70% recuperado”, relatou. Retorno aos palcos Apesar do susto, ele já retomou os preparativos para a nova turnê do Iron Maiden. “Após 10 semanas de intensa terapia, estava quase na hora de começar os ensaios para nossa turnê. Sinto que é importante avisar agora em vez de antes, pois estava preocupado principalmente em fazer meu trabalho e me concentrar em voltar com 100% de condicionamento físico”, disse. Na mesma postagem, Rod Smallwood, empresário do Iron Maiden, expressou admiração pela determinação do baterista. “Nicko mostrou uma crença incrível e enorme força de vontade para se recuperar e retornar aos palcos. Estamos todos muito orgulhosos dele. Mesmo com esse set novo e musicalmente muito complexo para tocar, ele apenas abaixou a cabeça e se concentrou na recuperação”, afirmou. “É claro que estamos muito satisfeitos por ele ter lutado contra isso tão bem e ansiosos por muitas outras turnês juntos”, completou o empresário. A message from Nicko: Hello Boys and Girls, I hope this message finds you all well! The reason I'm writing to you all today is to let you know of a very serious health problem that I have been through. In January I had a stroke, thank the Lord it was a minor one referred to as… pic.twitter.com/QvIt66Sy35 — Iron Maiden (@IronMaiden) August 3, 2023
Vocalista da banda Aliados é preso por tráfico de drogas
O vocalista da banda Aliados, Gustavo Fildzz, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico nesta quarta-feira (2/8) em Santos. Ele é apontado como responsável por dois locais em Praia Grande utilizados para a plantação de maconha. Investigação e prisão A Polícia Civil informou que o cantor alegou que a droga era para consumo próprio, inclusive apresentando prescrição médica para o uso. No entanto, foram encontrados mais de 50 pés de maconha em cada local, além de plantas em crescimento. Na primeira residência, foi preso um caseiro que trabalhava para o vocalista. Ele informou que havia uma segunda casa e forneceu as chaves da residência. Ambos os imóveis eram alugados. A prisão ocorreu após aproximadamente três meses de investigação, culminando no cumprimento dos mandados de busca e apreensão na quarta-feira. Para chegar ao mandato de prisão, a polícia utilizou técnicas de investigação e monitoramento nos endereços. O cantor foi visto mais de uma vez nos locais. Sobre a banda Aliados A banda Aliados, inicialmente chamada Aliados 13, foi formada na cidade de Santos no ano 2000. O grupo de rock é composto por Fildzz (vocal), Dudu Golzi (guitarra, vocal), Rafa Borba (bateria) e Marquinhos Perez (baixo), e ainda teve como integrante, durante dois anos, o guitarrista Thiago Castanho, ex-Charlie Brown Jr. Os músicos ganharam destaque com os hits “Sorrindo”, trilha da 22ª temporada de “Malhação”, da Globo, e “Beijo, Me Liga”, tema de abertura de um seriado homônimo do Multishow. Em março deste ano, a banda se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo. A defesa de Gustavo Fildzz ainda não se manifestou sobre o caso.
Primavera Sound revela divisão dos shows em São Paulo
O Primavera Sound São Paulo 2023 divulgou a divisão de suas atrações por dia de apresentação. A organização do festival, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de dezembro no Autódromo de Interlagos, definiu que artistas tocarão em cada data. Atrações do sábado, 2 de dezembro No primeiro dia do evento, a banda The Killers será a atração principal, seguida de perto pelos Pet Shop Boys. Outros artistas que também subirão ao palco principal neste dia incluem Grimes e Marisa Monte. Além disso, o público poderá apreciar as performances de Cansei de Ser Sexy, The Hives, Black Midi, Dorian Electra, Muna, Slowdive, Àiyé, Él Mató a un Policía Motorizado, Getúlio Abelha, Marina Herlop, e MC Bin Laden. Atrações do domingo, 3 de dezembro No segundo dia do festival, The Cure será o headliner, com apresentações adicionais de Beck, Bad Religion, The Blessed Madonna, Carly Rae Jepsen, Róisín Murphy, Marina Sena, Off!, Soccer Mommy, TOKiMONSTA, Just Mustard, Mateus Fazeno Rock, Nelson D & Edgar, e Puerto Candelaria. Primavera na Cidade Além dos dois dias de festival, o Primavera Sound São Paulo também oferecerá uma série de shows que acontecerão ao longo da semana em diferentes casas noturnas da cidade, sob o título “Primavera na Cidade”. As atrações confirmadas para esses shows incluem Seun Kuti & Egypt 80, Metric, Slowdive, Black Midi e Róisín Murphy. Ingressos e informações adicionais Os ingressos do tipo “passaporte”, que dão acesso aos dois dias de evento no Autódromo, já estão à venda pelo site ticketsforfun.com.br (com taxa) ou na bilheteria oficial (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411). Além disso, a pré-venda exclusiva para clientes do Banco do Brasil interessados em garantir ingressos do tipo DIA, que dá acesso a um dia de festival (sábado ou domingo), acontecerá entre 1º e 3 de agosto. O Primavera Sound também passará pela Argentina, Paraguai e Colômbia no final do ano, apresentando artistas diferentes nos outros países. Muitos fãs ficaram decepcionados com a ausência do Blur no Brasil, já que a banda tocará uma semana antes na versão argentina do festival. O festival paulista também está mais enxuto de artistas em relação à primeira edição, que aconteceu em 2022. Além de maior, a seleção anterior também era melhor, com artistas mais relevantes da cena alternativa. Os destaques deste ano são todos veteranos, como The Cure, Pet Shop Boys, The Killers, Bad Religion, The Hives, Beck, Metric, Róisín Murphy e Slowdive, porém os mais contemporâneos que completam o line-up não são imperdíveis. Nosso line-up por dia está aqui! 💐#PrimaveraSoundSaoPaulo pic.twitter.com/3r0EZU3Zg8 — Primavera Sound São Paulo (@PsSaopaulo) July 31, 2023
Bateristas de Cure e Siouxsie and the Banshees formam supergrupo. Veja o clipe
O mundo da música foi surpreendido com o anúncio de um novo projeto que une Lol Tolhurst, ex-baterista do The Cure, e Budgie, baterista de Siouxsie And The Banshees, que se juntaram ao produtor e multi-instrumentista Jacknife Lee para lançar o álbum “Los Angeles”. O projeto original partiu de Tolhurst e Budgie, que se conhecem há décadas e têm trabalhado juntos desde 2021 em um podcast chamado “Curious Creatures”. A ideia deles, por sinal, era ainda mais interessante, já que planejavam um disco com três bateristas da geração gótica britânica dos anos 1980, incluindo David J do Bauhaus. No entanto, devido a conflitos de agenda, David J não conseguiu se juntar aos dois amigos. Assim, a dupla completou seu trio com o produtor Jacknife Lee (que já trabalhou com U2 e R.E.M.) para seguir em frente. O primeiro álbum, “Los Angeles”, será lançado no dia 3 de novembro. Primeira música traz cantor do LCD Soundsystem O supergrupo, que tem apenas o nome de seus integrantes como identificação (Lol Tolhurst x Budgie x Jacknife Lee), deu uma prévia de seu som com o lançamento da primeira música e clipe, a faixa-título “Los Angeles”, que conta com outro astro da música alternativa em participação especial. Ninguém menos que James Murphy, cantor e mentor do LCD Soundsystem, contribui com letra e vocais, fornecendo uma visão nova-iorquina sobre a metrópole californiana. O resultado é uma mistura de rock industrial e sonoridade gótica com o apelo pós-punk dançante do LCD Soundsystem. Impulsionado pelas batidas pesadas, Murphy aproveita para atacar a cidade do título. A letra é forte e direta: “Los Angeles come seus bebês! Los Angeles come seus jovens! Los Angeles, você não precisa de água! Los Angeles só precisa de armas!”. Apesar de Murphy emprestar sua voz para a música, ele não aparece no vídeo. O diretor John Liwag optou por imagens da cidade em preto e branco de alto contraste, captando skatistas e líderes de torcida, enquanto os bateristas batem tudo no estúdio e Jacknife Lee dubla a voz de Murphy. Um álbum repleto de participações especiais O líder do LCD Soundsystem participa de duas músicas do disco. E ele não é o único convidado famoso. O álbum “Los Angeles” conta com uma seleção de roqueiros amigos dos bateristas, incluindo The Edge (guitarrista do U2), Bobby Gillespie (cantor do Primal Scream), Isaac Brock (cantor e guitarrista do Modest Mouse), Mark Bowen (guitarrista do Idles) e os artistas solo Lonnie Holley (artista plástico e cantor) e Mary Lattimore (harpista).
Morre Randy Meisner, co-fundador da banda Eagles, aos 77 anos
Randy Meisner, co-fundador da banda Eagles e responsável pelo vocal em vários dos maiores sucessos do grupo, morreu aos 77 anos. A morte foi confirmada pela banda em seu site oficial, que atribuiu o falecimento a complicações decorrentes da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Uma voz inesquecível Meisner formou os Eagles em 1971, juntamente com Glenn Frey, Don Henley e Bernie Leadon. Ele tocou baixo e cantou em vários dos álbuns mais amados da banda de rock, incluindo “Eagles”, “Desperado”, “On The Border”, “One of These Nights” e “Hotel California”. Ele co-escreveu uma das canções de maior sucesso da banda, “Take It to the Limit”, que também cantou. Em uma declaração, a banda lamentou a perda: “Randy era uma parte integral dos Eagles e instrumental no sucesso inicial da banda. Seu alcance vocal era surpreendente, como é evidente em sua balada de assinatura, ‘Take It to the Limit'”. Trajetória musical Nascido em Scottsbluff, Nebraska, Meisner decidiu virar músico aos dez anos, após assistir a uma apresentação de Elvis Presley no programa “The Ed Sullivan Show”. Inicialmente, tocava guitarra, mas um de seus professores sugeriu que ele se dedicasse ao baixo, instrumento que acabou se tornando sua marca registrada. Meisner mudou-se para a Costa Oeste em busca de sucesso. Antes de seu sucesso com os Eagles, ele foi baixista da banda Poco, com os ex-membros do Buffalo Springfield, Richie Furay e Jim Messina, e foi vocalista da Stone Canyon Band, de Rick Nelson. Meisner aparece no “In Concert at the Troubadour” da Canyon Band (que co-produziu), e “Rudy The Fifth”, além de participar de “Easy to Be Free”, documentário da turnê de 1969 da Stone Canyon Band. No entanto, uma ligação que o convidou para se juntar à banda de apoio de Linda Ronstadt mudou o rumo de sua carreira. Na banda, estavam também Glenn Frey, Don Henley e Bernie Leadon, que mais tarde se tornariam com Meisner os membros fundadores do Eagles. Sucesso dos Eagles Com o Eagles, Meisner alcançou o estrelato. A banda assinou com a Asylum Records e lançou uma série de álbuns de sucesso, incluindo “Desperado”, “One of These Nights” e “Hotel California”. Meisner co-escreveu e cantou a música “Take It to the Limit”, que se tornou o primeiro single de ouro do Eagles. No entanto, a pressão de cantar a música ao vivo – algo que o tímido baixista não gostava – levou a tensões dentro da banda. Em 1977, após um desentendimento com Frey sobre a performance da música durante um show em Knoxville, Tennessee, Meisner decidiu deixar o Eagles. Por curiosidade, ele foi substituído por Timothy B. Schmit – o mesmo músico que o sucedeu no Poco. Carreira não tão solo Sua carreira solo não teve a mesma visibilidade. Ele lançou seu primeiro disco homônimo em 1978, seguido por “One More Song” em 1980, mas em 1985 e uniu a Jimmy Griffin (ex-Bread) e Billy Swan para formar a banda de country rock Black Tie. O grupo lançou seu primeiro álbum, “When the Night Falls”, em 1990, mas dois anos depois já sofreram reformulação, transformando-se em Meisner, Swan & Rich, com a saída de Griffin e a entrada de Charlie Rich Jr. O músico também voltou a se juntar com o Poco para uma turnê de reencontro em 1990, e lamentou ter sido excluído da reunião dos Eagles em 1994. Entretanto, voltou a se juntar à banda em 1998 na cerimônia de indução dos Eagles ao Rock and Roll Hall of Fame em Nova York, quando tocou “Take It Easy” e “Hotel California” com os antigos parceiros. Ele também foi convidado pelos Eagles para participar de sua turnê mundial “History of the Eagles” em 2013, mas não pôde se juntar a eles devido a seus problemas de saúde contínuos. Vida pessoal, saúde e problemas legais Meisner casou-se duas vezes. Sua primeira esposa foi Jennifer Lee Barton, com quem teve três filhos. O casal se divorciou em 1981. Em 1996, Meisner casou-se com Lana Rae. Em 2016, Lana foi morta acidentalmente por um disparo de arma de fogo em sua casa. Meisner foi detido para interrogatório, mas foi liberado após as gravações de vigilância mostrarem que ele estava em outra parte da casa no momento do disparo. Antes da morte da esposa, amigos de Meisner haviam solicitado uma tutela temporária para proteger o músico, alegando que Lana estava se aproveitando de suas dependências para mantê-lo bêbado e complacente. Após a morte de Lana, Meisner solicitou sua própria tutela, alegando que estava “mal conseguindo aceitar a perda repentina e trágica de sua amada esposa”. Ele foi enviado à força para uma clínica psiquiátrica, devido a pensamentos suicidas. Meisner lutou contra a dependência do álcool desde o final dos anos 1960. Na década de 2000, sua saúde começou a deteriorar-se, levando a uma série de pequenos ataques cardíacos que o forçaram a reduzir as turnês. Em 2008, ele se afastou completamente das performances ao vivo.
Lembre a carreira de Sinéad O’Connor em 15 vídeos
A voz de Sinéad O’Connor, que se calou nesta quarta-feira (26/7) aos 56 anos, sempre foi poderosa, ecoando uma presença de palco inconfundível. Sua abordagem sem barreiras, misturando gêneros e estilos, ajudou a criar um som que era inegavelmente seu. Do pós-punk ao funk, do folk ao pop, sua versatilidade é evidente ao longo da carreira, assim como seu talento. Sua evolução musical começou com o álbum “The Lion and the Cobra” em 1987, mas foi com o seu segundo disco, “I Do Not Want What I Haven’t Got”, de 1990, que ela alcançou o estrelato global. A canção “Nothing Compares 2 U”, escrita por Prince, se tornou um hit internacional e o vídeo da música, que apresenta um close emocional da artista, é considerado um dos mais icônicos da história da música pop. Se gravou Prince em 1990, também gravou Nirvana quatro anos depois, mostrando a amplitude de suas influências. Nascida e criada na Irlanda, Sinéad se destacou não apenas por sua voz única, mas também por sua personalidade forte e suas opiniões francas. Sua decisão de raspar a cabeça no início de sua carreira foi um ato de desafio contra as expectativas tradicionais de gênero e beleza, que a tornou uma figura inspiradora para muitos. Não por acaso, ela foi uma defensora incansável dos direitos humanos e usou sua plataforma para falar sobre questões como abuso infantil e injustiça social. Para celebrar a obra da artista, selecionamos 15 clipes marcantes que destacam a variedade sonora de sua carreira musical. Confira. Ou assista os clipes na versão Playlist:
Supla lança clipe com temática BDSM
O cantor Supla, conhecido por sua irreverência e estilo punk, lançou nesta quarta-feira (26/7) o videoclipe da música “Transa Amarrada”, que faz parte do álbum “Punks de Boutique”. O vídeo, que tem direção de Gabriela Greeb (do documentário “Hilda Hilst Pede Contato”), traz uma temática BDSM, com muitas cenas de fetiche, que refletem o teor da letra. Descrito pela assessoria de imprensa do artista como “um vídeo bem loko do Supla e dos Punks de Boutique”, a obra celebra práticas consensuais de dominação e submissão, que costumam render polêmica entre os não adeptos. Supla, entretanto, não se importa com possíveis controvérsias. “Adoramos ter feito esse trabalho e viva as fantasias sexuais. Que cada um tenha a sua e have fun”, declarou o cantor sobre a experiência vivida na gravação do clipe. Carreira em alta O lançamento do clipe vem em um momento de alta na carreira de Supla. O cantor lançou recentemente o álbum “Punks de Boutique”, o 18º de sua carreira, que tem feito sucesso nas plataformas de música. O disco, que sucede “SuplaEgo” (2020), também ganhou uma versão em vinil com um disco vermelho, que tem agradado aos colecionadores. O álbum traz 12 canções inédita, incluindo um cover punk rock de “As It Was”, hit de Harry Styles. Entre as demais faixas, destaca-se “Eu Não Sou Poeta”, cujo vídeo lançado em abril já alcançou mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.
Cantora Sinéad O’Connor morre aos 56 anos
A cantora irlandesa Sinéad O’Connor, do hit “Nothing Compares 2 U”, morreu nesta quarta-feira (26/7) aos 56 anos, ainda sem causa confirmada. “É com muita tristeza que comunicamos o falecimento de nossa querida Sinéad. Família e amigos estão devastados e pediram privacidade neste momento tão difícil”, disse a família da cantora, em nota. No ano passado, a cantora passou por um período traumático ao perder seu filho Shane O’Connor. O jovem de 17 anos foi encontrado morto na cidade de Wicklow, na Irlanda, após travar uma luta contra a depressão e pensamentos suicidas. Ele fugiu de um hospital onde estava sob vigilância médica. História de Sinéad O’Connor Sinéad Marie Bernadette O’Connor nasceu em Dublin, na Irlanda, em 8 de dezembro de 1966. Ela era filha do engenheiro Sean O’Connor e de Marie O’Connor. Conhecida por sua voz doce e visual rebelde, a cantora teve sua vida marcada por abusos na infância, tentativa de suicídio e revelação de homossexualidade no meio da conturbada carreira musical. Ela chegou a ser excomungada por protestar contra abusos sexuais de padres e membros da igreja católica, antes que a polêmica se tornasse inegável. Seu primeiro álbum foi “The Lion and The Cobra”, lançado em 1987 em homenagem à mãe que falecera há pouco tempo. O disco, com músicas de pós-punk dançante, foi aclamado pela crítica e reproduzido em diversos países da Europa e nos Estados Unidos, atraindo atenção para o estilo rebelde da jovem, que buscava esconder a beleza ao se apresentar careca. Sua careca se tornou reconhecida mundialmente com o lançamento de “Nothing Compares 2 U”, música composta para ela pelo cantor Prince (1958-2016), que se tornou o hit mais ouvido do mundo em 1990. Ainda na década de 1990, Sinéad lançou seu terceiro disco “Am I Not Your Girl?”, onde ela interpretou novas músicas de sucesso, como “Don’t Cry For Me, Argentina” e “Gloomy Sunday”. A cantora também passou a chamar atenção por protestos religiosos nesse período, e acabou conquistando uma imagem negativa no meio conservador, chegando a ser vaiada num show em tributo a Bob Dylan nos EUA. Em 1994, a artista lançou mais um álbum de destaque, “Universal Mother”, que incluía a faixa “Fire on Babylon” sobre abuso sexual infantil. Já nos anos 2000, Sinéad anunciou sua conversão à Igreja Tridente Latino, da Irlanda, passando a dedicar-se apenas à religião. Pouco depois, ela anunciou sua despedida dos palcos para cuidar da família. Pouco mais de uma década depois, a cantora descumpriu sua própria promessa e, no final de 2011, lançou seu último álbum, intitulado “Home”. Ao todo, foram dez álbuns em 37 anos de carreira, incluindo discos dedicados a canções tradicionais irlandesas. Famosa por opiniões fortes sobre a igreja, a cantora se converteu ao Islamismo e trocou seu nome para Shuhada ‘Sadaqat em 2018. Ela chegou a “enfrentar” as autoridades religiosas em outros momentos, rasgando uma bíblia em um momento marcante da carreira. Em setembro de 2019, a artista voltou a causar polêmica ao fazer acusações contra o cantor Prince, que teria agredido várias mulheres. Ela teria sido uma das vítimas. No início deste ano, Sinéad foi aplaudida de pé ao receber o prêmio inaugural de Álbum Irlândes Clássico no RTÉ Choic Music Awards. A cantora dedicou seu prêmio, por “I Do Not Want What I Haven’t Got”, para a comunidade de refugiados da Irlanda. Sinéad O’Connor deixa três filhos.
Johnny Depp teria sido encontrado inconsciente em hotel
O ator e músico Johnny Depp teria sido encontrado inconsciente em um quarto de hotel, levando ao cancelamento de duas apresentações da banda Hollywood Vampires na Europa. A notícia tem gerado preocupação entre os fãs do ator, que atualmente está em turnê com a banda. A Hollywood Vampires cancelou um show na Papp László Sport Arena, em Budapeste, Hungria, no último minuto, sem fornecer um motivo para o cancelamento. A notícia foi acompanha dos rumores de que o show foi cancelado porque Depp “desmaiou tão gravemente que um médico teve que ser chamado para o seu quarto de hotel” antes do show, conforme relatado pelo Daily News Hungary. Um funcionário do local, que deveria trabalhar no show de Budapeste, afirmou que “tudo estava pronto, o palco estava montado, a equipe de bastidores estava pronta para a festa. Não ocorreu a ninguém que poderia haver um problema, especialmente porque os membros da banda haviam feito a configuração de som programada para a tarde. Ninguém pensou muito no fato de que Johnny Depp não participou e seu microfone foi configurado por um membro da equipe, mas isso não é incomum para as estrelas.” O funcionário acrescentou mais sobre o que ouviu a respeito da condição do ator de “Piratas do Caribe” pouco antes do show em Budapeste: “Tudo o que ouvimos é que Depp estava superexcitado, ele nem mesmo conseguiu sair do hotel. Também ouvimos que chamaram um médico para ver se havia algo mais errado com ele do que simplesmente ter exagerado como uma estrela do rock.” Segundo cancelamento e declarações da banda Dias depois de cancelar o show na Hungria, a banda cancelou um segundo show na Eslováquia. Originalmente, o grupo deveria tocar no Olympic Fields, na cidade de Zvolenska Slatina, mas o concerto foi repentinamente transferido para o Anfiteatro Banska Bystrica, que fica a cerca de 32 km do local original, e no dia do show decidiram cancelar abruptamente também essa apresentação, citando trabalho “inseguro” e “incompleto” feito no local. Em uma declaração para seus fãs, a banda afirmou: “Ao chegar hoje ao local na Eslováquia para começar a montagem para a apresentação, rapidamente ficou claro que a construção da instalação estava incompleta e, portanto, insegura tanto para a banda quanto para o público em geral. A banda está muito chateada com essa recente e infeliz sequência de eventos e espera retornar quando as agendas permitirem.” A banda não comentou sobre os motivos do cancelamento de Budapeste, citando apenas um problema de “circunstâncias imprevistas”. Portanto, as alegações feitas por veículos húngaros não foram confirmadas nem contestadas até este momento. Os boatos coincidem como especulações da volta de Depp ao papel como Capitão Jack Sparrow. Se a Disney estava considerando fazer uma oferta a Depp, esse tipo de situação pode mudar tudo.











