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    Lance Reddick, ator de “The Wire” e “John Wick”, morre aos 60 anos

    17 de março de 2023 /

    O ator Lance Reddick, conhecido por seu papel como o tenente Cedric Daniels na série “The Wire” e como o concierge do hotel Continental na franquia de ação “John Wick”, morreu nessa sexta-feira (17/3). Ele tinha 60 anos. De acordo com o site TMZ, o corpo do ator foi encontrado na sua casa na região de Studio City, em Los Angeles. E, conforme apurado pelo site The Hollywood Reporter, a morte foi considerada natural, mas não foram oferecidos mais detalhes. Lance Reddick nasceu em 7 de junho de 1962, na cidade de Baltimore, no estado americano de Maryland. Inicialmente, ele estudou Música e só depois é que passou a se dedicar ao teatro. Sua estreia como ator aconteceu em 1996, quando apareceu em episódios das séries “New York Undercover” e “Swift Justice”. Outros papéis de destaque foram nos filmes “Grandes Esperanças” (1998), de Alfonso Cuarón, “Nova York Sitiada” (1998), estrelado por Denzel Washington e Bruce Willis, e “África dos Meus Sonhos” (2000), com Kim Basinger. Em 2001, ele iniciou uma participação de 11 episódios na série “Oz”, atração pioneira da HBO passada numa prisão, que ajudou a torná-lo mais conhecido. Porém, foi só no ano seguinte que Reddick estourou, ao interpretar um dos principais papéis da sua carreira: o tenente Cedric Daniels em “The Wire” – também conhecida pelo título nacional de “A Escuta”. Criada por David Simon, a série foi revolucionária ao mostrar a guerra das drogas tanto pela visão da polícia quando dos traficantes. Reddick apareceu em um total de 60 episódios da atração, entre 2002 e 2008. Com o final de “The Wire”, Reddick passou a ser visto em “Lost”, como um personagem ligado ao mistério da trama, e logo emendou um dos papéis principais na série sci-fi “Fringe” (2008-2013). Ele também apareceu em produções como “Law & Order”, “Numb3rs” e “CSI: Miami”, até voltar a se destacar como o do chefe de polícia de Los Angeles Irvin Irving, na série “Bosch” (2014-2021), um dos maiores sucessos da plataforma de streaming Amazon Prime Video. A série foi criada por Eric Ellis Overmyer, que trabalhou como produtor e roteirista em “The Wire”. De presença imponente, ele também passou a ser escalado em filmes de ação, como “Jonah Hex – Caçador de Recompensas” (2010), “Devorados Vivos” (2011), “O Ataque” (2013) e “O Hóspede” (2014). E foi nessa condição que começou a interpretar o concierge do hotel Continental em “De Volta ao Jogo” (2014), primeiro filme da franquia de ação “John Wick”, estrelada por Keanu Reeves. A princípio, o personagem de Reddick era um mero coadjuvante, mas aos poucos foi ganhando espaço à medida que a franquia avançou, e logo passou a ter envolvimento direto na trama, ao lado do protagonista. Por sinal, no momento de sua morte o ator estava ativamente envolvido na divulgação do novo filme da franquia, “John Wick 4: Baba Yaga”, que estreia na próxima quinta-feira (23/3). Entre outras produções de ação, ele também participou dos filmes “Invasão ao Serviço Secreto” (2019), “Godzilla vs. Kong” (2021) e da recente série “Resident Evil” (2022). Além de “John Wick 4: Baba Yaga”, ele também deixou trabalhos inéditos na série de “Percy Jackson e os Olimpianos”, na cinebiografia “Shirley” e no remake de “Homens Brancos Não Sabem Enterrar”.

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  • Série

    Netflix cancela “Resident Evil: A Série” após única temporada

    26 de agosto de 2022 /

    A Netflix não vai produzir a 2ª temporada de “Resident Evil: A Série”. A primeira série live-action baseada no famoso videogame foi cancelada após apenas uma temporada, que terminou com um gancho sem resolução. Segundo apurou o site Deadline, a série não atraiu todo o público que a Netflix esperava para justificar o alto custo de sua produção. A série teve o “azar” (equívoco de programação) de estrear perto de “Stranger Things” e jamais chegou ao topo do ranking das mais vistas da plataforma. Em sua primeira semana no ar, atingiu o 2º lugar, caindo para o 3º na semana seguinte e desaparecendo do Top 10 em três semanas. Para complicar, teve uma péssima recepção da crítica, com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nota do público no IMDb foi ainda pior: 3,9 (ou 39%), gerando manifestações de saudade dos filmes estrelados por Milla Jovovich. A atração apresentava uma história inédita na franquia, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, e narrada em duas cronologias paralelas. Uma parte é a história de origem, que acompanha as irmãs Jade e Billie Wesker aos 14 anos, quando se mudam para New Raccoon City e descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo. Já a segunda parte se passa em Londres, 15 anos depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, foi o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) viveram as versões adulta e adolescente de Jade, e Siena Agudong (“No Good Nick”) e Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) incorporaram as duas fases de sua irmã Billie.

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  • Série

    “Stranger Things” não consegue superar “Round 6” na Netflix

    2 de agosto de 2022 /

    A Netflix revelou os últimos números de “Stranger Things 4” no ranking das séries mais assistidas de sua programação. Após cair para o 2º lugar no levantamento passado, a série sci-fi manteve a posição nessa semana, somando mais 57,7 milhões de horas de exibição – o que a deixou novamente atrás do melodrama “Virgin River 4”, visto por 87,9 milhões de horas no topo do ranking semanal. Somando todos os números anteriores, a produção dos irmãos Duffer foi vista, ao todo, durante 1,35 bilhão de horas. E este volume agora é definitivo. Como a Netflix considera apenas os primeiros 28 dias de disponibilidade para fechar sua contabilidade, “Stranger Things 4” encerrou sua totalização de horas com a audiência da última semana. Por sinal, a produção americana contou com uma vantagem atípica para chegar a seus números, graças a uma exceção nas regras que permite somar a contabilidade de temporadas divididas em duas partes. Ao somar as partes 1 (lançada em 27 de maio) e 2 (de 1 de julho), o ranking passou a considerar, na verdade, 56 horas de consumo de “Stranger Things 4”, o dobro do tempo disponível para “Round 6” fazer História. E nem assim a produção americana superou a atração sul-coreana. “Round 6” foi vista durante 1,65 bilhão de horas, em metade do tempo de exibição de “Stranger Things 4”. Outra diferença entre as duas atrações é sua duração. Enquanto a ameaça de Vecna durou 13 horas, os jogos asiáticos se estenderam por apenas 8 horas ao todo. Em outras posições, vale observar ainda o sucesso de “Manifest”, que teve suas três temporadas rankeadas entre as 10 séries em inglês mais vistas da Netflix na última semana. Até recentemente disponível em outras plataformas, como a Globoplay no Brasil, “Manifest” foi para a Netflix como parte de um acordo para salvar a produção, que terá sua 4ª e última temporada exibida com exclusividade pela empresa – em data ainda não anunciada.

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  • Série

    “Virgin River” supera “Stranger Things” e “Agente Oculto” é filme mais visto na Netflix

    26 de julho de 2022 /

    A Netflix revelou que a estreia de “Agente Oculto” foi vista por 88,6 milhões de horas durante seus primeiros três dias de exibição. Lançado na sexta (22/7), o thriller estrelado por Ryan Gosling (“La La Land”) e dirigido pelos irmãos Russo (“Vingadores: Ultimato”) foi o filme mais visto da semana passada no streaming, num levantamento que cobriu dos dias 18 a 24 de julho. “Agente Oculto” também é um dos filmes mais caros já produzidos pela Netflix, com um orçamento na casa dos US$ 200 milhões, mas o bom desempenho, como o lançamento mais assistido da plataforma em 92 países no fim de semana, já levou a empresa a anunciar nesta terça (26/7) a produção de uma continuação e um filme derivado do longa. A semana também marcou o fim do reinado de “Stranger Things” no ranking das séries mais assistidas da plataforma. Com 74,9 milhões de horas assistidas, a 4ª temporada da sci-fi de terror dos irmãos Duffer foi superada pelo melodrama romântico de “Virgin River 4”, visto por 105,4 milhões de horas. Desde a estreia do Volume 1 de “Stranger Things 4” no final de maio, houve apenas uma outra ocasião em que a série não liderou o ranking, quando a estreia da 3ª temporada de “The Umbrella Academy” assumiu a liderança por uma semana, voltando a ser superada na semana seguinte. Com isso, “Stranger Things” foi a atração mais vista da Netflix por quase dois meses, gerando um total de 1,3 bilhão de horas de streaming. Em 3º lugar ficou “Resident Evil”, que trouxe 73,3 milhões de horas de audiência durante sua primeira semana completa de disponibilidade – após estrear em 2ª lugar na semana passada. A lista também destaca a 1ª temporada de “Manifest” em 4º lugar e as demais temporadas de “Stranger Things” entre as 10 mais vistas. Veja abaixo as listas das maiores audiências da semana na Netflix, começando com séries em inglês e seguidas por programas de TV em outros idiomas, filmes em inglês e filmes em outros idiomas.

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  • Série

    “Stranger Things” completa oito semanas como série mais vista da Netflix

    20 de julho de 2022 /

    A 4ª temporada de “Stranger Things” se manteve como a atração mais vista da Netflix por mais uma semana, assistida durante 102,3 milhões de horas entre 11 e 17 de julho, quando completou oito rodadas no topo do ranking. Com isso, a criação dos irmãos Duffer atingiu um consumo total de 1,3 bilhão de horas, recorde para séries faladas em inglês e atrás apenas do 1,6 bilhão de horas de “Round 6”. Mas como a Netflix conta apenas os primeiros 28 dias de disponibilidade, “Stranger Things” tem apenas mais dois levantamentos para atualizar seus números, dificultando a superação do recorde global da atração sul-coreana. Por sinal, a produção americana contou com uma vantagem atípica para chegar a seus números, graças a uma exceção nas regras que permite somar a contabilidade de temporadas divididas em duas partes. Ao somar as partes 1 (lançada em 27 de maio) e 2 (de 1 de julho), o ranking passou a considerar 56 horas de consumo de “Stranger Things 4”, o dobro do tempo disponível para “Round 6” fazer História. Independente disto, a série de Vecna continua muito poderosa na liderança, sem ser ameaçada por lançamentos recentes, como “Resident Evil”, que abriu em 2º lugar com 72,7 milhões de horas, e a chegada de “Manifest” na plataforma, ocupando o 3º lugar com 38,2 milhões de horas consumidas de sua 1ª temporada. Entre as atrações não faladas em inglês, a 3ª temporada da brasileira “Sintonia” abriu em 3º lugar, com 23 milhões de horas, atrás da espanhola “Prisioneiro da Madrugada” (24,2 milhões) e da sul-coreana “Uma Advogada Extraordinária” (45,5 milhões).

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    Veja o primeiro trailer de “Resident Evil: A Série”

    6 de junho de 2022 /

    A Netflix divulgou fotos e trailer legendado de “Resident Evil: A Série”, primeira série live-action passada no universo dos jogos da Capcom. A prévia apresenta cenas apocalípticas de uma história inédita na franquia, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. A trama se desenvolve em duas cronologias paralelas. Uma parte é história de origem e acompanha as irmãs Jade e Billie Wesker aos 14 anos, quando se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa em Londres 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, é o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) vivem as versões adulta e adolescente de Jade. O resto do elenco inclui Siena Agudong (“Upside Down Magic”), Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Paola Nunez (“Bad Boys Para Sempre”), Ahad Raza Mir (“Hum Tum”), Connor Gossatti (“3rd Night”), Lea Vivier (“Dam”) e Turlough Convery (“Killing Eve”). Concebida pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”), a série de oito episódios vai estrelar em 14 de julho.

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  • Série

    “Resident Evil: A Série” ganha primeiro teaser

    12 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado de “Resident Evil: A Série”, primeira série live-action passada no universo dos jogos da Capcom. A série conta uma história inédita, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. Como demonstra a prévia, a trama se passa em duas cronologias paralelas. Uma parte da história acompanhará as irmãs Jade e Billie Wesker, que aos 14 anos se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa em Londres 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, é o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) vivem as versões adulta e adolescente de Jade. O resto do elenco inclui Siena Agudong (“Upside Down Magic”), Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Paola Nunez (“Bad Boys Para Sempre”), Ahad Raza Mir (“Hum Tum”), Connor Gossatti (“3rd Night”) e Turlough Convery (“Killing Eve”). Concebida pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”), a série de oito episódios vai estrelar em 14 de julho.

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  • Série

    Netflix revela data de estreia da série live-action de “Resident Evil”

    17 de março de 2022 /

    A Netflix revelou nas redes sociais a data de estreia da série live-action de “Resident Evil”. Em uma publicação em seu Twitter oficial, o streaming divulgou pôsteres e anunciou que a produção chega em seu catálogo no dia 14 de julho. A série vai contar uma história inédita, passada no universo da franquia, que será centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, introduzido no game original da produtora Capcom, em 1996. Inicialmente um policial coadjuvante, ele foi promovido a principal antagonista, como a figura sombria que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. Nos filmes estrelados por Milla Jovovich, Wesker foi vivido por Shawn Roberts. A história será dividida em duas cronologias paralelas. Uma parte da história acompanhará as irmãs Jade e Billie Wesker, que aos 14 anos se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. Jade, com 30 anos, luta para sobreviver “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, será o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, o vilão da história. O resto do elenco inclui Ella Balinska (“As Panteras”), Tamara Smart (de “Clube do Terror”), Siena Agudong (“Upside Down Magic”), Adeline Rudolph (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Paola Nunez (“Bad Boys Para Sempre”). Concebida pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”), a série de oito episódios vai estrelar em 14 de julho. A evolução do mal. Minha nova série Resident Evil chega dia 14 de julho. pic.twitter.com/3ETVDyzz5s — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 17, 2022 Evil has Evolved. The new live action Resident Evil series premieres July 14. pic.twitter.com/f7mEH2LsjN — Netflix (@netflix) March 17, 2022

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  • Filme

    “Clifford” e “Resident Evil” são as maiores estreias de cinema

    2 de dezembro de 2021 /

    Os cinemas recebem 11 estreias nesta quinta (2/12), mas apenas duas chegam no circuito mais amplo do Brasil: o filme infantil “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” e o terror baseado em videogame “Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City”, que estreiam em cerca de 500 telas cada. Eles não são as melhores opções da semana. Mas os filmes com apelo de Oscar receberam distribuição limitada, com disponibilidade no circuito de arte de São Paulo, Rio e poucas cidades mais. Pelo menos, um deles já poderá ser visto em duas semanas em todo o pais – na Netflix. Confira abaixo todas as estreias e seus respectivos trailers.     Clifford – O Gigante Cão Vermelho   Sucesso entre as crianças nos EUA, o filme conta a origem do cachorro vermelho gigante criado em 1963 pelo autor de livros infantis Norman Bridwell (1928–2014) e diverte com os problemas causados por seu tamanho descomunal. Apesar do entusiasmo do público (nota A no CinemaScore), que já garantiu a encomenda de uma continuação, a crítica achou medíocre (52% no Rotten Tomatoes), lembrando que os roteiristas são os mesmos dos dois filmes live-action dos “Smurfs” e a direção é do responsável por “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”.     Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City   A tentativa de relançar “Resident Evil” nos cinemas com um enredo mais fiel aos games valoriza, ironicamente, os filmes estrelados por Milla Jovovich. Destruído pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e com bilheteria pífia, o reboot é game over na primeira fase.     King Richard – Criando Campeãs   Will Smith nunca buscou com tanta vontade uma indicação ao Oscar como neste filme, que conta a história real de perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams, primeiras tenistas negras campeãs mundiais. O drama edificante conta como Richard Williams lutou contra todas as expectativas raciais para apostar no talento das filhas, realizando o que diziam ser impossível. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), atingiu 91% no Rotten Tomatoes com muitos elogios para o desempenho do astro.     A Mão de Deus   Produção da Netflix que chega aos cinemas em lançamento limitado, a nova obra do italiano Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional por “A Grande Beleza”, levou o Leão de Prata do Festival de Veneza deste ano. Passada em Nápoles, na Itália, a trama inspira-se na juventude do diretor, quando Diego Maradona eletrizou a cidade como jogador do Napoli e se tornou campeão mundial pela seleção argentina. Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que o craque marcou o gol que batiza o longa, usando a “mão de deus” (dele próprio, Maradona) para vencer a Inglaterra. Ao mesmo tempo, Maradona também salvou a vida de Sorrentino, sem nunca saber. O filme conta como isto aconteceu.     Falling – Ainda Há Tempo   O primeiro longa dirigido por Viggo Mortensen, indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Green Book”, traz o astro como um homem gay casado que recebe o pai conservador em sua residência para ajudá-lo a lidar com os sintomas de Alzheimer. Visões de mundo colidem e discussões sérias são travadas, que percutem em muito drama e renderam o troféu Sebastiane, prêmio LGBTQIAP+ do Festival de San Sebastián.     Selvagem   Em clima de projeto estudantil, o longa de Diego da Costa registra uma ocupação de escola e traz muitos discursos engajados, além das participações da sumida Lucélia Santos e do rapper Rincón Sapiencia. Foi premiado em festivais fora do circuito mais tradicional do país, inclusive no Guarnicê, um dos mais antigos festivais brasileiros, realizado em São Luís, Maranhão.     Vigaristas em Hollywood   A comédia sobre golpistas veteranos que tentam um último golpe segue à risca a obrigação de incluir Morgan Freeman em seu elenco. Este é o terceiro filme similar estrelado pelo ator, que começou a mania das comédias de “ação” com velhinhos ao virar espião aposentado em “RED: Aposentados e Perigosos” em 2010. Outro detalhe também constante nesse tipo de trama é a péssima repercussão junto à crítica (33%, neste caso). A história gira em torno de produtores de cinema endividados que armam um esquema de seguros com um astro de cinema envelhecido. Robert De Niro e Tommy Lee Jones completam o elenco central.     Que Mal Eu Fiz a Deus? 2   Sequência inferior da mediana comédia francesa de 2014, tem o tipo de humor popular que faz sucesso no Brasil, especialmente na TV. Na trama, quatro genros anunciam que vão mudar de país e os sogros imaginam como impedir.     Nheengatu – O Filme   A programação se completa com a estreia de três documentários, dos quais se destacam os dois trabalhos que focam o Brasil profundo. Premiado no Festival de Coimbra, “Nheengatu – O Filme” acompanha uma jornada do diretor português José Barahona pelo Rio Negro em busca de uma linguagem perdida, que os portugueses impuseram aos nativos brasileiros durante a colonização. Encontra índios aculturados e ponderando a extinção diante do avanço do garimpo ilegal em suas terras.     Wild – Rede Selvagem   Em clima de “A Máfia dos Tigres” brasileiro, a obra de Dener Giovanini segue um jornalista investigativo em contato com um dos maiores traficantes de animais silvestres do Brasil, revelando os bastidores dramáticos dessa atividade ilegal, que movimenta bilhões de dólares todos os anos e que coloca em risco de extinção diversas espécies.     Mostra-me o Pai   Por fim, “Mostra-me o Pai” é uma produção evangélica americana com agenda específica sobre o significado da família e paternidade.

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  • Filme

    Vídeo apresenta monstros de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”

    21 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou novos pôsteres europeus e um vídeo de bastidores de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, em que o diretor Johannes Roberts (“Medo Profundo”) apresenta os monstros da produção. A prévia mostra que as criaturas são extraídas dos games originais da Capcom e alguns nunca foram vistos no cinema. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Para completar, Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) vive o vilão da história, o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. A estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo “Resident Evil” libera cena tensa de ataque zumbi

    20 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou uma cena tensa de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia a franquia baseada nos games da Capcom, que mostra Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) enfrentando um ataque zumbi. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Além deles, o elenco destaca Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    “Resident Evil” revive com trailer em clima de terror

    4 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou dois pôsteres e o segundo trailer legendado de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia nos cinemas a franquia baseada nos games da Capcom. A prévia tem clima de terror e destaca vários monstros disformes, criados por mutações genéticas. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Já o papel do vilão principal coube a Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Trailer mostra volta de “Resident Evil” aos cinemas

    7 de outubro de 2021 /

    A Sony divulgou fotos, o primeiro pôster e o trailer de “Resident Evil: Bem-Vindos a Raccoon City”, filme que reinicia nos cinemas a franquia baseada nos games da Capcom. Sem uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games, o filme é um recomeço completo, baseado nos dois primeiros games. A personagem principal é Claire Redfield, que investiga uma conspiração da Umbrella Corporation responsável por transformar Raccoon City no marco zero de uma epidemia zumbi durante os anos 1990. Baseada nos dois primeiros games, o longa traz Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Claire e Chris Redfield, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine e Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy, protagonistas clássicos dos jogos, que em março completaram 25 anos. Já os vilões são vividos por Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção zumbi. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer oficial em versões legendada e dublada em português.

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