Sete Homens e um Destino: Sete vídeos apresentam os pistoleiros do título
A Sony Pictures divulgou um novo pôster e sete vídeos do remake de “Sete Homens e um Destino”, que destaca cada um dos personagens do título. Na trama, Haley Bennett (“O Protetor”) apela para que o caçador de recompensas vivido por Denzel Washington (“O Protetor”) que a ajude a se vingar dos bandoleiros que aterrorizam sua cidade. Para tanto, ele reúne um grupo díspar de pistoleiros, com personagens interpretados por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Martin Sensmeier (série “Salem”), Manuel Garcia-Ruffo (série “Um Drink no Inferno/From Dusk Till Dawn”) e o sul-coreano Byung-hun Lee (franquia “G.I. Joe”) dispostos a realizar o impossível ou morrer tentando, com pouca ou nenhuma recompensa por seus sacrifícios. Trata-se basicamente da mesma história do western clássico de John Sturges, atualizada sob a influência de “Os Imperdoáveis” (1992) e forte revisionismo étnico. Afinal, o homem de preto vivido originalmente por Yul Brynner agora é um ator negro (Denzel), o mestiço encarnado por Charles Bronson virou índio (Sensmeier) e há até um astro asiático (Lee) em referência às raízes da trama – que, na verdade, é uma versão com cowboys do filme japonês “Os Sete Samurais” (1954), de Akira Kurosawa, por sinal creditado como autor da história original. Coube a Chris Pratt o papel equivalente ao de Steve McQueen na produção de 1960, como o anti-herói charmoso da história. Mas o elenco de mocinhos também destaca Ethan Hawke, que anteriormente estrelou “Dia de Treinamento” (2001) com Denzel, sob direção do mesmo Antoine Fuqua que assina o remake. Outros famosos da produção incluem Peter Sarsgaard (“Blue Jasmine”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Cinza”), Matt Bomer (série “White Collar/Crimes do Colarinho Branco”), Cam Gigandet (“Crepúsculo”) e Vinnie Jones (“Rota de Fuga”). O roteiro foi escrito por John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) e Nic Pizzolatto (criador da série “True Detective”), e a estreia acontece em 22 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Série Feed the Beast é cancelada
O canal pago americano AMC anunciou o cancelamento de “Feed the Beast”, série de culinária estrelada por David Schwimmer (série “Friends”) e Jim Sturgess (“O Melhor Lance”), após a exibição de sua 1ª temporada, encerrada em 2 de agosto. “Temos grande respeito e admiração por todo o time associado com ‘Feed the Beast’. Agradecemos pela oportunidade de colaborar com eles e apreciamos o talento, dedicação e cuidado. Infelizmente, a série simplesmente não atingiu os resultados esperados para seguir rumo a um segundo ano”, declarou a emissora em um comunicado seco à imprensa. Adaptação de uma série dinamarquesa criada por Kim Fupz Aakeson (roteirista de “Sentidos do Amor”), originalmente intitulada “Bankerot”, “Feed the Beast” foi desenvolvida pelo produtor Clyde Phillips (série “Dexter”) e gira em torno de dois amigos que resolvem abrir um restaurante em Nova York, mesmo estando à beira da falência. Apostando tudo no projeto, eles escondem suas verdadeiras motivações com mentiras e traições, precisando ainda lidar com fiscais corruptos e a extorsão da máfia. O elenco também incluiu a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Michael Gladis (série “Mad Men”), Christine Adams (série “Terra Nova”) e John Doman (série “Gotham”).
Veneza: François Ozon visita o cinema europeu clássico com provocação à Hollywood
Rodado em preto e branco e passado nos anos 1930, “Frantz”, do diretor francês François Ozon (“Dentro da Casa”), evoca uma produção clássica europeia. E, de fato, a história já foi filmada antes, pelo mestre alemão Ernst Lubitsch em “Não Matarás”, de 1932. Mas “Frantz” também é uma provocação a Hollywood. Por isso, o diretor não gosta que o chamem de remake. Na entrevista coletiva do Festival de Veneza, Ozon garantiu que “Frantz” não é uma refilmagem, pois, ao decidir rodar a história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, não conhecia a obra de Lubitsch. Além disso, ele promoveu mudanças significativas na estrutura narrativa, mudando o foco para a personagem feminina e a situação da Alemanha do pós-guerra. Ele também explicou que a escolha do preto e branco não se deu apenas como homenagem ao cinema da época em que se passa a trama. “Nossas memórias da guerra estão vinculadas a essas duas cores, preto e branco, os arquivos, filmes e filmagens… esse é um período de mágoa e perda então eu pensei que o preto e branco fossem as melhores cores para a história”, disse para a imprensa. “Cores são muito mais emotivas e fornecem uma ideia sobre o sentimento de alguém”, completou. E, curiosamente, algumas cenas coloridas pontuam a narrativa, para enfatizar quando os personagens finalmente voltam à vida. O cineasta lembrou ainda que há poucos filmes sobre a 1ª Guerra Mundial, porque o nazismo que levou à 2ª Guerra Mundial capturou a imaginação mundial de tal forma que tudo o que o precedeu parece pouco importante. Um dos poucos foi um clássico do próprio cinema francês, “A Grande Ilusão” (1937), de Jean Renoir. “Frantz” tem uma cena de batalha, mas não é exatamente um filme de guerra e sim sobre suas consequências. A começar por seu título, nome de um soldado alemão morto em batalha. O filme acompanha sua jovem viúva Anna, interpretada por Paula Beer (“O Vale Sombrio”), que, numa visita ao cemitério, conhece o tenente francês Adrien (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de Frantz. O filme se constrói em torno de sentimentos de culpa e da paixão latente entre Anna e Adrien, estabelecendo-se quase como um melodrama, mas com as marcas do cinema de Ozon, em sua obsessão por contar histórias, esconder segredos e visitar a dor. Além disso, Ozon continua a provocar o público com armadilhas narrativas, num jogo de aparências derivado do suspense, que leva a ponderar o que é realmente verdade e que rumos terá sua trama. Pela primeira vez filmando em alemão, o cineasta defendeu em Veneza a decisão de escalar atores que falassem os idiomas originais de seus personagens, em vez de usar intérpretes falando a mesma língua com diferentes sotaques, como é comum nos filmes americanos. E aí provocou. “Em Hollywood, há essa convenção de que todo mundo fala inglês, mas o público não quer mais isso, porque eles querem ver a verdade”, disse Ozon. “Foi muito importante usar as línguas nativas porque elas são parte da cultura de ambos os países”, continuou, acrescentando que isso fez com que Niney precisasse aprender alemão durante as filmagens, para se comunicar com Beer.
Karen Gillan completa o elenco central da continuação de Jumanji
A atriz escocesa Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) entrou no elenco de “Jumanji”, que o astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) diz ser uma continuação e não um remake do longa de 1995. Ela ficou com o principal papel feminino da produção, Martha, que Johnson descreveu anteriormente como “uma garota fodona”. Segundo o site Deadline, o papel foi bastante disputado, com atrizes do alto escalação de Hollywood cotadas para interpretá-lo. Por isso, houve mais demora para definir sua intérprete que a dos integrantes masculinos da produção. Gillian foi escolhida após ter conseguido a melhor interação com os meninos grandes do elenco. Além de Johnson, que também produz o longa, o elenco inclui Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Nick Jonas (série “Scream Queens”). Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), “Jumaji” trará uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. Johnson também disse que o filme homenageará Williams e seu personagem na produção original. A trama clássica acompanha um jogo de tabuleiro que traz criaturas e seres de outros lugares para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Lethal Weapon: Veja as fotos do elenco da série baseada no filme Máquina Mortífera
A rede americana Fox divulgou as fotos dos personagens de “Lethal Weapon”, série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. Os personagens centrais e seu relacionamento volátil são os mesmos dos filmes. Clayne Crawford (série “Rectify”) vive Martin Riggs, que chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a morte da mulher, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”) vive seu parceiro Roger Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Os dois não poderiam ser mais diferentes. E esta é a graça da produção – e também do longa original de 1987, escrito por Shane Black, o diretor de “Homem de Ferro 3”. O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Bates Motel”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, Chandler Kinney (“Gortimer Gibbon’s Life on Normal Street”) e Dante Brown (série “Mr. Robinson”) como seu filhos adolescentes, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). A série vai estrear no dia 21 de setembro nos EUA.
Vincent D’Onofrio será irmão de Bruce Willis no remake de Desejo de Matar
Os atores Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”) e Dean Norris (série “Breaking Bad”) se juntaram a Bruce Willis no remake de “Desejo de Matar”, o clássico filme de vigilante estrelado por Charles Bronson em 1974. Willis tem o papel que originalmente foi de Bronson, Paul Kersey, cuja vida é destruída por um crime violento contra sua mulher e filha. Frustrado que os criminosos não são presos, ele decide fazer justiça por conta própria. D’Onofrio irá interpretar seu irmão na trama e Norris viverá o detetive Rains, responsável pelo caso. A direção está a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). O filme começa a ser filmado em 26 de setembro, com locações em Montreal e Chicago, e ainda não há previsão para o lançamento.
Foto de set confirma spin-off de O Grande Lebowski
A atriz Susan Surandon publicou uma foto no seu Instagram que praticamente confirma um boato e tanto. A imagem mostra John Turturro no set de seu novo filme, supostamente um remake de “Corações Loucos” (Les Valseuses, 1974), de Bertrand Blier. Só que, desde que as filmagens começaram em Nova York, fala-se que o título (“Going Places”, em inglês) está sendo usado para despistar sobre o que realmente é a produção: um spin-off de “O Grande Lebowski” (1998), filme mais cultuado dos irmãos Coen, centrado no personagem de Jesus Quintana. A foto do Instagram mostra Turturro com o mesmo visual barbado de Quintana. Turturro já fala há anos sobre seu interesse em um spin-off sobre o personagem, um jogador de boliche machista, egocêntrico e pervertido. Jesus aparecia entre as excêntricas figuras do filme, que contava a história de um hippie desocupado (Jeff Bridges) que era confundido com um milionário (o recém-falecido David Huddleston). Susan Sarandon estaria no elenco da atual filmagem, junto com a Bobby Cannavale (série “Vinyl”) e a francesa Audrey Tautou (“Coco Depois de Chanel”). Além de estrelar, Turturro também está dirigindo o filme, que, por enquanto, segue sendo chamado de “Going Places”. Vale que o célebre crítico Roger Ebert chamou o longa francês, que supostamente estaria sendo refilmado, de “o filme mais misógino que consigo lembrar”. Na trama, dois criminosos abobalhados se envolvem com uma mulher sexualmente insatisfeita. A história, claro, parece caber sob medida para a personalidade de Jesus Quintana. Apesar das filmagens já estarem em pleno andamento, ainda não há previsão para sua estreia.
Sarah Paulson pode se juntar a Sandra Bullock e Cate Blanchett na versão feminina de Onze Homens e um Segredo
A atriz Sarah Paulson (série “American Horror Story”) está em negociações para se tornar a oitava integrante da versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001), segundo o site Deadline. Provisoriamente intitulado “Ocean’s Ocho”, a produção reunirá oito mulheres num novo golpe elaborado. As demais sete atrizes, anteriormente escaladas, são as poderosas Sandra Bullock (“Gravidade”), Cate Blanchett (“Carol”), Anne Hathaway (“Interestelar”) Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), a novata Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Paulson trabalhou recentemente com Blanchett no filme “Carol” (2015). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu “Onze Homens e um Segredo”, o filme terá direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e deve se centrar na personagem de Sandra Bullock. Segundo rumores, ela viveria uma ex-presidiária e irmã de Danny Ocean, o personagem de George Clooney na trilogia iniciada pelo filme de 2001. Assim, a franquia manteria o sobrenome Ocean (dos títulos originais: “Ocean’s Eleven”, “Ocean’s Twelve” e “Ocean’s Thirteen”). A nova Ocean seria responsável por reunir um grupo de especialistas com o intuito de roubar um valioso colar no Met Gala. As filmagens estão previstas para outubro na cidade de Nova York.
Fracasso de Ben-Hur dará prejuízo de pelo menos US$ 100 milhões
O péssimo desempenho de “Ben-Hur”, que abriu em 5º lugar nos EUA no fim de semana, pode dar um prejuízo de no mínimo US$ 100 milhões para os estúdios MGM e Paramount. A conta foi feita pela revista Variety, que acredita que o longa-metragem não vá passar dos US$ 30 milhões de arrecadação total no mercado doméstico, um fracasso de proporções épicas. A presença de Rodrigo Santoro como Jesus Cristo e o monopólio do lançamento nos cinemas fez com que a atração tivesse resultado um pouco melhor no Brasil, onde estreou em 2º lugar, mas a arrecadação mundial tem sido, no geral, até pior que o fracasso americano. Ao todo, “Ben-Hur” faturou apenas US$ 22 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento na quinta (18/8). Nos EUA, a conta está em vexatórios US$ 12 milhões. Detalhe: o filme custou US$ 100 milhões só para ser produzido – e as despesas de marketing e divulgação adicionam mais pânico na equação. Claro que o fracasso de um remake não é nenhuma novidade para Hollywood. Nem tampouco causa estranheza os estúdios continuarem insistindo em fracassar com a mesma fórmula sem parar para refletir. Há poucos anos, Steven Spielberg fez uma previsão sombria, apontando que o atual modelo de negócios – poucos lançamentos e todos caríssimos – arrastaria os grandes estúdios de cinema para falência, e os resultados do último verão americano pareceram um grande ensaio para essa visão apocalíptica.
Os Infiltrados, de Martin Scorsese, vai virar série do Amazon
A plataforma de streaming Amazon está desenvolvendo uma série baseada no filme “Os Infiltrados” (2006). Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido por Jason Richman, criador da série “Detroit 1-8-7” (cancelada na 1ª temporada em 2011), com participação do produtor e o estúdio do filme, respectivamente Roy Lee e a Warner. A série irá contar a terceira versão da história, que se originou como um filme policial de Hong Kong, o cultuado “Conflitos Internos”, escrito por Alan Mak e Felix Chong em 2002. Dirigido por Mak e Andrew Lau, o original é muito melhor que o superestimado remake americano e teve duas continuações, que deverão ajudar no desenvolvimento da trama seriada. O filme original abordava a máfia chinesa em Hong Kong, o remake de Martin Scorsese mudava o foco para a máfia irlandesa de Boston e a série vai focar uma gangue latina de Chicago. A premissa, porém, permanece a mesma: um policial vai se infiltrar na gangue, enquanto um criminoso começa a trabalhar disfarçado na polícia. Vale destacar que a maior diferença entre os dois filmes dizia respeito à conclusão da história. Na versão americana, mais moralista, ambos morriam, mas no filme de Hong Kong o criminoso sobrevivia para continuar a franquia. Ainda não há atores anunciados para a série, mas os protagonistas terão a dura missão de substituírem astros famosos, tanto no oriente quanto no ocidente, como Tony Leung e Andy Lau, e Leonardo DiCaprio e Matt Damon. Apesar do diretor Martin Scorsese ter se aventurado pelo universo nas séries, com as produções de “Boardwalk Empire” e “Vynil”, ele não está envolvido com a adaptação do filme, que lhe rendeu seu único Oscar – após perder por filmes muito superiores. Por sua vez, Jason Richman tem experiência com remakes, tendo escrito a versão americana de “Perigo em Bangkok” (2008), baseada no filme homônimo de 1999 dos irmãos Pang.
Veja o primeiro trailer do especial musical Hairspray Live!
A rede americana NBC divulgou o trailer de “Hairspray Live!”, seu quarto musical ao vivo, desde que inaugurou a mania desse tipo de especial de fim de ano com a montagem de “The Sound of Music Live” (A Noviça Rebelde Ao Vivo) em 2013. A produção está novamente a cargo da dupla Neil Meron e Craig Zadan, que assinou os três musicais anteriores – “The Sound of Music Live”, “Peter Pan Live” e “The Wiz Live”. A direção é de outra dupla: Kenny Leon (“The Wiz Live”) e Alex Rudzinski (que fez “Grease Live!” na Fox). E elenco inclui Jennifer Hudson (“Dreamgirls”), Ariana Grande (série “Sam & Cat”), Dove Cameron (“Descendentes”), Kristin Chenoweth (também de “Descendentes”), Garrett Clayton (série “The Fosters”), Martin Short (“O Pai da Noiva”), Harvey Fierstein reprisando o papel de Edna Turnblad, que lhe rendeu um Tony na montagem da Broadway, e a estreante Maddie Baillio como a protagonista Tracy Turnblad. Esta será a quarta encarnação diferente de “Hairspray”, que surgiu como uma comédia baseada nas memórias de juventude do diretor underground John Waters. Até então considerado maldito, Waters escreveu e dirigiu o filme em 1988, evocando o começo dos anos 1960, época do programa “American Bandstand”, em que discos de sucesso eram dançados por adolescentes na TV. Fã do programa, a gordinha Tracy consegue ser aprovada para dançar ao lado dos jovens perfeitos e começa a se destacar, causando inveja na loirinha principal. Além de incluir uma subtrama romântica, o filme também abordava o racismo do programa e a diferença da música negra para a versão pop branquinha dos sucessos da época. Waters, que costumava trabalhar com a transexual Divine em filmes adultos, a escalou como a mãe de Tracy na produção voltada para adolescentes, e isso teve um impacto pouco mensurado na época. Desde então, o papel tem sido feito por homens, sem despertar polêmica. A história se tornou tão popular que ganhou adaptação musical na Broadway. A ironia é que a versão teatral fez ainda mais sucesso e rendeu uma nova adaptação cinematográfica em 2007, com ainda mais música, dança e John Travolta no papel de Edna. “Hairspray Live!” será exibido em 7 de dezembro nos EUA.
Max Landis pode estar escrevendo remake de Um Lobisomem Americano em Londres
O roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) revelou no Twitter que está escrevendo o remake de um dos filmes de seu pai, o célebre John Landis (“O Clube dos Cafajestes”, “Os Irmãos Cara-de-Pau”). “Já que todo mundo me pergunta isso: tem só um dos filmes do meu pai que eu consideraria refazer, e já estou trabalhando nisso”, escreveu o roteirista. Ele não deu maiores pistas, mas na lista de projeto que ele está desenvolvendo aparece um filme intitulado “Moors” (charneca), que remete a uma das frases mais famosas de um filme de John Landis: “Keep clear of the moors” (evitem a charneca), dita para dois jovens americanos de férias no Reino Unido. Claro que os jovens não dão atenção aos britânicos supersticiosos, e aí um deles vira o personagem-título de “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981). Vale a dica? Um remake do clássico filme de terror de 1981 está em produção desde 2009 na Dimension Films, e já teve um roteiro escrito por Fernley Phillips (“O Número 23”).
Ben Affleck negocia estrelar e dirigir remake de Testemunha de Acusação
O ator Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) está negociando realizar uma nova versão de “Testemunha de Acusação”, clássico de suspense da escritora britânica Agatha Christie, informou o site Deadline. O livro acompanha o julgamento de um caso de assassinato com surpreendentes reviravoltas, e já foi levado às telas num clássico do cinema, dirigido pelo mestre Billy Wilder em 1957. Indicado a seis Oscars, o filme original trazia em seu elenco Tyrone Power, Marlene Dietrich, Charles Laughton e Elsa Lanchester. Se as negociações com o estúdio 20th Century Fox forem concluídas, Affleck assumirá a nova versão de “Testemunha de Acusação” como protagonista, diretor e, além disso, participará da produção do filme. O roteiro, por sua vez, será responsabilidade de Christopher Keyser (criador da série “O Quinteto”/”Party of Five”!). O projeto se junta a uma nova leva de filmes envolvendo obras e a vida de Agatha Christie, que incluem a refilmagem de “O Assassinato no Expresso Oriente” e duas cinebiografias da famosa escritora de mistérios, falecida há 40 anos.












