Netflix prepara remake de Meu Amigo Harvey, comédia clássica de 1950
A Netflix prepara um remake da comédia de fantasia “Meu Amigo Harvey”, sucesso dos anos 1950. “Meu Amigo Harvey” é, na verdade, uma peça de Mary Wright, que venceu o prêmio Pulitzer em 1944 e foi encenada na Broadway entre 1944 e 1949. Sua primeira versão nos cinemas foi um filme da Universal estrelado por James Stewart em 1950. O ator ainda reprisou o papel em 1972, numa das três adaptações televisivas já feitas da história. O personagem principal não é Harvey, mas Elwood P. Dowd, um homem excêntrico, que diz ser amigo de um coelho gigante e invisível. Ninguém consegue ver Harvey, só ele. E sua amizade com o bicho afeta cada membro de sua família e comunidade. Steven Spielberg chegou a considerar filmar um remake dessa história em 2009, com Tom Hanks foi cotado para iver o protagonista, mas o projeto não saiu do papel. Agora, a plataforma de streaming contratou os roteiristas J. David Stem e David N. Weiss, que escreveram juntos “Shrek 2” e “Smurfs”, para desenvolverem remake. Ainda não há previsão para o início das gravações ou sua disponibilização em streaming.
Guillermo Del Toro vai produzir remake do terror argentino Aterrorizados
O diretor Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar 2018 por “A Forma da Água”, vai produzir um remake do elogiado terror argentino “Aterrorizados” (2017). A refilmagem em inglês está a cargo do diretor do longa original, Demián Rugna, e contará com roteiro de Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”). Para marcar o acordo, a equipe posou para a foto abaixo. “Aterrorizados” acompanha investigadores do paranormal que tentam desvendar fenômenos sobrenaturais que têm assombrado os moradores de uma região de Buenos Aires, capital da Argentina. O remake de “Aterrorizados” não tem previsão de estreia. O filme original é inédito em circuito comercial brasileiro, mas teve première nacional no festival Fantaspoa. A produção venceu os festivais fantásticos de Austin e de Montevidéu. A versão americana será a segunda parceria de Del Toro com um cineasta argentino. Ele lançou a carreira de Andy Muschetti, ao produzir o longa-metragem baseado no curta original do diretor, “Mama”. Após estrear com o “Mama” americano em 2013, Muschetti comandou “It: A Coisa” (2017) e bateu o recorde de bilheteria do gênero terror. Veja o trailer do filme original abaixo.
Novo A Dama e o Vagabundo será “estrelado” por cachorros de verdade
A Disney não vai usar computação gráfica para criar os cachorros da versão “live-action” de “A Dama e o Vagabundo”. Pelo menos foi o que garantiu o ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) em entrevista ao site Collider. O ator é um dos poucos integrantes humanos da trama, casado com a personagem de Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Os dois são donos da Dama. Mas os cães vão falar na trama com vozes famosas. Portanto, embora não sejam criados por computador com os bichos de “Mogli, o Menino-Lobo” e o vindouro “O Rei Leão”, os cachorros terão bocas e expressões manipuladas digitalmente para parecer que conversam. O elenco de dubladores inclui Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) como a Dama, Justin Theroux (“The Leftovers”) como o Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) como a vira-lata Peg e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.
Tell Me a Story é renovada para a 2ª temporada
A plataforma de streaming CBS All Access anunciou a renovação de “Tell Me a Story” para a 2ª temporada, cerca de três semanas antes do final da primeira leva de episódios. A nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico”) parte de fábulas encantadas conhecidas para criar um thriller contemporâneo. A 1ª temporada combinou as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. “A 1ª temporada de ‘Tell Me A Story’ virou os contos de fadas convencionais do avesso, entrelaçando e modernizando três histórias clássicas em um emocionante thriller para o público de hoje, de uma forma que somente Kevin Williamson consegue”, disse Julie McNamara, Vice-Presidente Executiva de Conteúdo Original CBS All Access. “Mal podemos esperar para surpreender e entreter os espectadores com um novo conjunto de contos na próxima temporada.” Apesar dos elogios à capacidade única de Williamson para criar histórias, “Tell Me a Story” é na verdade uma adaptação da série “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense). A diferença é que a produção espanhola abordava uma fábula diferente por episódio, enquanto a versão americana estende sua história pela temporada completa. A 2ª temporada deve mesclar outras fábulas e contar histórias diferentes e com novo elenco, ao estilo das antologias do canal pago FX – “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Fargo”, etc. “Tell Me a Story” foi o primeiro trabalho de Williamson na televisão sem o envolvimento da WBTV (Warner Bros. Television), após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW – e segue referenciada no spin-off “Legacies”. O último episódio da temporada inaugural de “Tell Me a Story” será disponibilizado em 3 de janeiro nos Estados Unidos.
Remake da série sci-fi Roswell ganha novo trailer, pôster e imagens dos personagens
A rede The CW divulgou o pôster, uma coleção de imagens dos personagens e um novo trailer do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. Mas o elenco é repleto de atores conhecidos de séries adolescentes e sobrenaturais. A prévia revela as diversas mudanças e similaridades entre o remake e o original, ao mostrar a mesmíssima história, mas com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas eram adolescentes que frequentavam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. Há até uma fala que remete diretamente à música-tema da antiga atração, “Here with Me”, de Dido – quando o protagonista diz “You’ve asked me what I am”, Dido responderia: “Oh I am what I am”… A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que afirmou ter o objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies”. Ela também produz a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.
Filmagens da nova versão de As Panteras são encerradas
As filmagens da nova versão de “As Panteras” foram encerradas. E para comemorar a ocasião, a atriz e diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), responsável por comandar a nova versão da franquia, compartilhou foto com o novo trio de protagonistas: Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a britânica Ella Balinska (“A Modern Tale”) “Encerramos. Muito amor e gratidão a essas Panteras”, escreveu Banks ao lado da foto dos bastidores. Além do trio, o elenco da produção inclui Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Luis Gerardo Mendez (“Cantinflas”), além da própria Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O trabalho diante das câmeras durou pouco mais de dois meses, do início de outubro à metade de dezembro. E a estreia está marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. That’s a wrap. So much love and gratitude to these Angels #kristenstewart @naomigscott and @ellabalinska @charliesangels #charliesangels #bts #attitudeofgratitude #NextNovember why did I wear such a big hat #smiles #love #femalefilmmakers Uma publicação compartilhada por Elizabeth Banks (@elizabethbanks) em 11 de Dez, 2018 às 12:22 PST
One Day at a Time: Netflix anuncia data de estreia da 3ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a data de estreia da 3ª temporada de “One Day at a Time”. Entre imagens dos episódios passados e tuítes de fãs comentando a atração, a plataforma revelou que a série retorna no dia 8 de fevereiro. A série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizavam só para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. A 3ª temporada terá mais 13 episódios e contará com alguns convidados especiais, como as atrizes Stephanie Beatriz e Melissa Fumero (ambas de “Brooklyn Nine-Nine”) e a cantora Gloria Estefan.
Toxic Avenger: Super-herói trash vai ganhar remake de grande orçamento
O estúdio Legendary anunciou que vai produzir um remake do cultuado terrir “Toxic Avenger”, maior sucesso da Troma, produtora de filmes trash que se tornou lendária na época dos VHS. Os filmes da Troma eram rodados com baixíssimo orçamento e elenco amador, e exploravam essas limitações com muito humor, gerando paródias de produções de gênero. Lançado em 1984, “Toxic Avenger” foi a tentativa da Troma de criar um filme de super-herói. E virou franquia como se fosse da Marvel, gerando três sequências, um musical, uma série infantil e até uma revista em quadrinhos… da Marvel! Toxic Avenger era originalmente um faxineiro nerd e gentil chamado Melvin, que acaba se contaminando com o lixo radioativo de Tromaville, cidade de Nova Jersey onde se passam os filmes da Troma. A contaminação transforma Melvin num mutante repulsivo, mas também o deixa superforte, permitindo que se vingue dos valentões que o atormentavam. Adotando um esfregão de faxina como seu “martelo de Thor” e uma capa esfarrapada, ele decide ser um herói como suas inspirações em quadrinhos e passa a ser conhecido como o Vingador Tóxico, o inimigo número um da sujeira, especialmente da corrupção, que atacava com ultraviolência sádica para alegria dos espectadores sedentos por esguichos de ketchup. O personagem foi criado pelo roteirista e diretor Lloyd Kaufman (com o pseudônimo de Samuel Weil), que trabalhou na equipe original de “Rocky: Um Lutador” (1976) e ainda foi responsável por outros dois clássicos da Troma, “Class of Nuke ‘Em High” (1986), sobre os efeitos mutantes de drogas literalmente tóxicas – o lixo radioativo de Tromaville era totalmente desregulado – , e “Tromeo & Juliet” (1996), a versão de Romeu e Julieta da Troma, coescrito com um jovem estreante chamado James Gunn (ele mesmo, de “Guardiões da Galáxia”). Toxie, como o vingador do lixo se tornou conhecido, foi precursor dos filmes de super-heróis de humor negro e ultraviolência, que culminaram nos lançamentos de “Kick-Ass” e “Deadpool”, dois exemplos de como o gênero pode render com maiores orçamentos. Lloyd Kaufman e seu parceiro na direção do filme original, Michael Herz, serão produtores executivos do remake, que ainda não confirmou roteiristas nem diretor. Em 2013, Steve Pink (“A Ressaca”) chegou a desenvolver um roteiro e estava cotado para assumir a direção de um remake. Na época, até Arnold Schwarzenegger foi sondado para viver o vilão. Mas esse projeto não foi adiante. O novo “Toxic Avenger” será o primeiro longa da franquia produzido por um grande estúdio – a Legendary é a casa atual de “Godzilla” e “King Kong”. E isso pode realmente significar um elenco com nomes como o de Schwarzenegger. Relembre o trailer original abaixo.
Roteirista de Cavaleiros do Zodíaco deleta Twitter após polêmica de Andrômeda
O roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores do remake de “Cavaleiros do Zodíaco” para a Netflix, apagou seu perfil no Twitter após sofrer ataques de fãs da série original. Ele tinha usada a rede social para justificar a mudança de gênero de Shun de Andrômeda, que na nova animação será uma mulher. O perfil de Eugene Son no Twitter agora exibe apenas o seguinte aviso: “Desculpe, mas essa página não existe!”. A polêmica foi levantada pelo primeiro trailer da série, que mostrou Andromeda com traços (ainda mais) femininos. O personagem bonitinho virou uma guerreira. Son admitiu que a ideia havia sido dele, para atualizar a série para o século 21. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E disse “entender” se muitos não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida.
Jodie Foster vai dirigir e estrelar remake de Uma Mulher em Guerra
Jodie Foster definiu qual será o seu próximo filme como diretora. Ela vai dirigir e estrelar o remake de “Uma Mulher em Guerra” (Woman at War), filme que a Islândia selecionou para disputar uma vaga no Oscar 2019, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A atriz e cineasta planeja mudar locação da história da Islândia para os EUA e viver o papel principal, uma professora de música de meia idade que, durante à noite, arrisca a vida com seu ativismo ambiental, tentando impedir que uma fábrica de alumínio destrua o meio ambiente de sua localidade. Entretanto, conforme sua campanha clandestina contra a fábrica começa a surtir efeito, ela recebe a notícia de que seu antigo pedido de adoção foi aprovado, e uma bebê recém-nascida espera por ela na Ucrânia. “Este filme me empolgou além das expectativas”, comentou Foster, no comunicado da produção. “Eu estou animada para dirigir uma nova imaginação americana desta história relevante, linda e inspiradora”. “A personagem Halla é uma guerreira pelo planeta, uma mulher forte que arrisca tudo para fazer a coisa certa, mas não sem alguns imprevistos pelo caminho”, completou. “Uma Mulher em Guerra” estreou na mostra Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2018, onde acabou recebendo um prêmio paralelo. Venceu o Festival de Hamburgo (Filmfest) e prêmios de Melhor Atriz para Halldóra Geirharðsdóttir nos festivais de Montreal e Valladolid. Foi exibido também na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro, e tem 83% de aprovação na média da crítica verificada pelo site Rotten Tomatoes. O remake marcará o quinto trabalho de Foster como diretora – o último foi “Jogo do Dinheiro” (2016), com Julia Roberts e George Clooney. Como atriz, seu trabalho mais recente foi “Hotel Artemis”, lançado em setembro nos cinemas brasileiras. Ela tem dois Oscars de Melhor Atriz no currículo, por “Acusados” (1988) e “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Veja abaixo o trailer do filme islandês original, que não tem previsão de estreia comercial no Brasil.
Roteirista do remake de Cavaleiros do Zodíaco defende mudança de sexo de Andromeda
Após o trailer do remake dos “Cavaleiros do Zodíaco” revelar o novo visual dos personagens, muitos fãs do desenho original resolveram protestar nas redes sociais. Tudo porque um dos personagens, Andromeda, virou mulher. Por conta disso, o roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores da nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco”, resolveu se pronunciar. O roteirista assumiu, na rede social, que a ideia foi sua. Em uma longa explicação, ele relatou que os roteiristas queriam “mudar muito pouco” da série original ao produzir o remake, por conta dos “fortes conceitos centrais” que renderam sucesso mundial aos “Cavaleiros do Zodíaco”. Mas seria impossível ignorar as mudanças sentidas no mundo nos últimos 30 anos. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E para aqueles que não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero – que se f… – , ele “entende”. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida. Veja abaixo alguns dos tuítes originais do roteirista explicando o que o motivou a mudar o gênero de Andrômeda. "What a good day. Lemme sit down at my computer and check my Twitter mentions…" Uh-oh. I know the Saint Seiya fans have questions. Let's start with a minor question first and then get to the big one- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The big question: "Why change Andromeda?" This one is all on me. When we started developing this new updated series, we wanted to change very little. The core concepts of Saint Seiya that make it beloved are so strong. Most of it holds up well even thirty years later- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But thirty years ago, a group of guys battling to save the world with no girls around was no big deal. That was the default then. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 And maybe 30 years ago seeing women punching and kicking each other wasn't a thing. But today? Not the same. pic.twitter.com/RA46bJDeg8 — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 There are plenty of female characters in the anime and manga. Marin and Shaina are both incredible. But they're both powerful already – no one wants to see them turned into Bronze Knights- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Maybe…? But I didn't want to create a new female character that would stick out and be obvious – especially if she was not created naturally and has no character/personality except "to be the girl." — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The core concepts of Andromeda wouldn’t change. She uses her chains to defend herself and her friends – which she learned from her protective brother who taught her how to fight. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But I knew this would be controversial. I don't see it as changing the character. The original Andromeda Shun is still a great character. But this is a new interpretation. A different take. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 I know some (many?) of you already hate it. Even in Toei, Andromeda was their favorite character and this feels like a slap in the face. So if you hate it (and me) and say "This new series is NOT for me" – no problem. I understand. I appreciate your passion for Seiya. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But this is what I am going for- pic.twitter.com/BkaOvsYA0v — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Hopefully you'll check out the series when it comes to Netflix in 2019. But again, if you aren't interested and it's just a big NOPE, then I totally understand. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018
Os Cavaleiros do Zodíaco: Primeiro trailer dublado revela visual computadorizado do remake
A Netflix divulgou o primeiro trailer dublado do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual dos heróis em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.
Série clássica Galeria do Terror vai ganhar remake do criador de Teen Wolf
A famosa série de antologia “Galeria do Terror”, apresentada por Rod Serling (criador de “Além da Imaginação”) nos anos 1970, vai ganhar uma nova versão no canal pago americano SyFy. O projeto está sendo desenvolvido por Jeff Davis (criador de “Teen Wolf”) e David Janollari (produtor de “Midnight, Texas”), com produção da Universal TV. Exibida originalmente entre 1969 e 1973 na rede NBC, “Galeria do Terror” (Night Gallery, em inglês) era ligeiramente diferente da estrutura inaugurada por Serling em “Além da Imaginação”. Em vez de contar uma história completa por episódio, trazia entre duas e três tramas diferentes por capítulo, além, claro, de focar relatos de terror em vez de ficção científica. Outro diferencial era o fato de ser ancorada numa galeria de arte, onde os objetos pertenciam às histórias narradas pelo apresentador. “Galeria do Terror” será o segundo projeto de Serling com remake em produção, já que o cineasta Jordan Peele (“Corra!”) está trabalhando em uma nova versão de “Além da Imaginação” (Twilight Zone”) para a plataforma CBS All Access. O remake de “Galeria do Terror” ainda não tem previsão de estreia.












