PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Adoráveis Mulheres vai abrir o Festival do Rio

    28 de novembro de 2019 /

    A organização do Festival do Rio anunciou que “Adoráveis Mulheres”, dirigido por Greta Gerwig (“Lady Bird”), foi escolhido como filme de abertura de sua edição de 2019. Neste ano, o festival vai começar mais tarde, no dia 9 de dezembro. A mais nova adaptação de “Little Women”, romance clássico de Louisa May Alcott, volta às telas com grande elenco, formado por Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“Livre”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Eliza Scanlen (“Objetos Cortantes”), Louis Garrel (“O Formidável”), James Norton (“McMafia”), mas principalmente Saoirse Ronan e Timothée Chalamet (dupla que trabalhou com Gerwig em “Lady Bird”), que formam o par central. A história é velha conhecida do público de cinema desde os filmes mudos e já rendeu versões famosas, como “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e a primeira versão chamada de “Adoráveis Mulheres” (1994) no Brasil, que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Apesar dos títulos diferentes em português, a trama é sempre a mesma – supostamente. O romance foi baseada na própria vida da escritora e acompanha quatro irmãs que lutam contra as dificuldades para crescer no final do século 19, durante a Guerra Civil americana, entre a descoberta do amor, a inevitabilidade da morte, a superação de perdas, desilusões e outros desafios. “Adoráveis Mulheres” vai estrear comercialmente apenas em 25 de dezembro nos Estados Unidos e em 9 de janeiro no Brasil. Já o Festival do Rio vai se estender de 9 a 19 de dezembro, após sofrer adiamento de um mês e correr risco de cancelamento, devido à política cultural do governo Bolsonaro. Confira abaixo o trailer legendado de “Adoráveis Mulheres”.

    Leia mais
  • Filme

    Remake de O Fugitivo ganha sinal verde e define diretor

    27 de novembro de 2019 /

    A Warner definiu Albert Hughes como diretor do remake de “O Fugitivo”. O estúdio desenvolve a produção desde 2015, mas só agora decidiu acelerar o projeto. Hughes é mais lembrado pelos filmes que codirigiu com o irmão Allen, como a sci-fi pós-apocalíptico “Livro de Eli”, protagonizada por Denzel Washington, mas no ano passado comandou seu primeiro longa solo, a aventura “Alfa”, com Kodi Smit-McPhee. Além de Albert Hughes, a produção tem outros dois nomes envolvidos. Brian Tucker (“Linha de Ação” ) assina o roteiro, e Erik Feig está à frente da produção. Informações sobre elenco, cronograma de filmagens e previsão de estreia ainda não foram divulgadas. Para quem não lembra, “O Fugitivo” foi originalmente uma série recordista de audiência. Estrelada por David Janssen (“Os Boinas Verdes”), ficou no ar entre 1963 e 1967 e ainda ganhou um remake no ano 2000. A trama girava em torno do doutor Richard Kimble, um cirurgião de prestígio de Chicago com uma vida praticamente perfeita, que vê tudo desmoronar quando sua mulher é brutalmente assassinada e ele é acusado injustamente de ter cometido o crime. Desesperado, ele resolve fugir da justiça para conseguir as provas da sua inocência, ao mesmo tempo em que é perseguido por um agente do FBI determinado. A história já foi levada ao cinema em 1993, num blockbuster estrelado por Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Tommy Lee Jones (“Homens de Preto”). Harrison era o fugitivo da vez e Jones seu perseguidor, papel pelo qual venceu um Oscar. O ator, inclusive, reprisou seu personagem numa continuação, intitulada “U.S. Marshals – Os Federais” (1998), que não fez o mesmo sucesso.

    Leia mais
  • Série

    Nova versão de Além da Imaginação chega ao Brasil pela Amazon

    27 de novembro de 2019 /

    A nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone) vai estrear no Brasil na sexta-feira (29/11), exclusivamente pela plataforma Amazon Prime Video. Lançada em abril nos EUA, a série conquistou a crítica com 73% de aprovação no site Rotten Tomatoes e se tornou um dos maiores sucessos do serviço de streaming CBS All Access, por enquanto disponível apenas na América do Norte. Produzida e apresentada por Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), a série segue o formato de antologia fantástica da produção original, um marco da televisão, que foi ao ar entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, “Além da Imaginação” inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21, além de ter rendido mais dois remakes e até um filme (codirigido por Steven Spielberg, George Miller, Joe Dante e John Landis). Na nova versão, Jordan Peele aparece na introdução de cada capítulo, assumindo a função de apresentador exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que abriu todos os episódios do programa clássico. Em seu relançamento, a franquia clássica reuniu um elenco estelar, com participações de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Ginnifer Goodwin (“Once Upon a Time”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Emergence”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jacob Tremblay (“O Predador”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Zazie Beetz (“Coringa”), Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre muitos outros. A 1ª temporada tem apenas 10 episódios, mas a série já foi renovada para seu segundo ano de produção.

    Leia mais
  • Série

    Party of Five: Remake latino de O Quinteto ganha novo vídeo promocional

    27 de novembro de 2019 /

    O canal pago Freeform divulgou um novo vídeo promocional do remake latino de “Party of Five”, série dramática dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A prévia em tom de separação de pais e filhos resume a premissa da nova versão. A atração original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A trama girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos são latinos e seus pais foram deportados pela nova política migratória do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia vai acontecer no dia 8 de janeiro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Party of Five: Remake latino de O Quinteto ganha novo trailer e data de estreia

    24 de novembro de 2019 /

    O canal pago Freeform divulgou um novo trailer do remake latino de “Party of Five”, série dramática dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A prévia resume a premissa e revela a data de estreia. A série original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A trama girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos são latinos e seus pais foram deportados pela nova política migratória do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia vai acontecer no dia 8 de janeiro nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Séries Havaii Five-0 e Magnum P.I. terão crossover em janeiro

    23 de novembro de 2019 /

    “Crise nas Infinitas Terras” não é o único crossover de séries que vai agitar a TV aberta americana nas próximas semanas. A rede CBS vai juntar duas franquias clássicas, “Hawaii Five-0” e “Magnum P.I.”, em janeiro de 2020. O showrunner Peter M. Lenkov, que produz ambas as séries, revelou que o episódio de “Magnum PI” já foi gravado, enquanto o de “Hawaii Five-0” está em fase de conclusão. Mas o crossover entre os dois programas já ganhou data para ir ao ar: no dia 3 de janeiro, com dois episódios seguidos na programação do canal americano. As duas séries são remakes de atrações clássicas e ambas se passam no Havaí, mas seus personagens principais nunca se cruzaram, apesar das décadas de existência das franquias. O motivo é simples. O “Magnum” bigodudo original surgiu oito meses após a exibição do último capítulo da encarnação histórica de “Havaí 5-0”, em 1980. Embora a trama deva produzir o primeiro encontro entre Thomas Magnum (Jay Herndandez) e Steve McGarrett (Alex O’Loughlin), vários personagens de “Hawaii Five-0” já apareceram anteriormente em episódios de “Magnum P.I” – entre eles, Kamekona (Taylor Wily), Duke (Dennis Chun), Noelani (Kimee Balmilero), Flippa (Shawn Mokuahi Garnett) e Harry Brown (William Forsythe). No crossover, a equipe Five-0, liderada por McGarrett e Danny Williams (Scott Caan) encontrarão Magnum e sua parceira Juliet Higgins (Perdita Weeks) durante uma mesma investigação. “De certa forma, Higgins e Magnum se tornam as testemunhas que o Five-0 precisava. E assim nossos dois mundos colidem”, disse Lenkov em comunicado. “É uma história de grandes apostas que realmente parece um filme de duas horas”. Magnum (Jay Hernandez), Higgins (Perdita Weeks), TC (Stephen Hill) e Rick (Zachary Knighton) serão os personagens de “Magnum P.I.” que estarão presentes em “Hawaii Five-0”. Já os personagens da Five-0 que farão uma visita à outra série são os “novatos” Junior (Beulah Koale), Tani (Meaghan Rath) e Quinn (Katrina Law). Vale lembrar que, anteriormente, “Hawaii Five-0”, já tinha cruzado com “NCIS: Los Angeles” e com outro rescaldo dos anos 1980, “MacGyver”.

    Leia mais
  • Filme

    A Dama e o Vagabundo: Cena icônica do jantar romântico ganha vídeo

    8 de novembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo vídeo da versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, desenvolvida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A prévia destaca a cena do jantar romântico que o casal de cachorros famosamente compartilha, mas termina antes do “beijo”. Dura o suficiente, porém, para demonstrar como essa versão é pouco sutil em sua analogia racial, sobrepondo a cena do casal formado pelo vira-lata e a cadela com pedigree com comentários de um casal humano interracial no restaurante. Esta analogia se estende para outros casais e gera um grande anacronismo na produção, que impede a recriação correta da época em que a trama se passa. Por um lado, a produção buscou ser a mais realista possível, usando cachorros e verdade em vez de animação – inclusive um vira-latas abandonado, resgatado de um canil em que seria sacrificado, no papel de Vagabundo. Mas como a trama se passa em 1909, período da animação clássica da Disney, esse realismo entra em choque com a opção do filme por maior inclusão, que resultou numa mudança na etnia dos donos da Dama, agora retratados como um casal interracial abastado. Bastante comum nos dias de hoje, esse relacionamento dificilmente seria tolerado pela elite branca racista da virada do século 20 – seis anos antes de “O Nascimento da Nação” ser elogiado pela crítica americana por suas imagens de linchamentos de negros pelos cavaleiros “heroicos” da Ku Klux Klan. A opção também enfatiza didaticamente a analogia sobre as diferenças – de raça e de classe – entre o casal canino e seus donos, que até então não existia. Mas o resto da história é a mesma. Assim como no clássico animado de 1955, a história mostra o que acontece após Dama perder a atenção de seus donos, com o nascimento de um bebê, e ir parar na rua. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. É durante o reforço desse ponto de vista que o filme recria a cena icônica de espaguete romântico, que termina num dos beijos mais breves e famosos da história do cinema. A versão live-action tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O elenco de carne e osso destaca Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) e Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) como os donos de Dama, enquanto os cachorros falam com as vozes de Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) e Justin Theroux (“The Leftovers”), respectivamente nos papéis da cocker Dama e do vira-lata Vagabundo. O elenco de dubladores também inclui Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock – e a cantora Janelle Monae, que terá trabalho duplo. Além de dublar Peg, uma das cachorrinhas de rua que a Dama conhece quando é levada para o canil, Monae é responsável pela trilha sonora do filme, que vai conter regravações das músicas originais e canções inéditas. Fora das telas, ela é namorada de Tessa Thompson, a Dama. A nova versão de “A Dama e o Vagabundo” vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil no final de 2020.

    Leia mais
  • Filme

    O Homem Invisível: Trailer legendado impressiona com reinvenção completa e muita tensão

    7 de novembro de 2019 /

    A Universal divulgou os primeiros pôster, fotos e trailer legendado da nova versão de “O Homem Invisível”. E é surpreendente e impressionante. O diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, não só conseguiu reinventar a velha história do cientista que consegue se tornar invisível, como criou as bases para um suspense original extremamente tenso. Em seu filme, Whannell aproveitou apenas o conceito de invisibilidade imaginado por H.G. Wells no romance de 1897 para criar um contexto de filme de casa mal-assombrada de mentirinha, em que um homem abusivo finge a própria morte para se vingar da ex-esposa. Para isso, deixa-lhe uma fortuna com a condição de que ela mantenha a saúde mental, ao mesmo tempo em que passa a assombrá-la como “fantasma” invisível. Nisto, entra a inspiração de dois clássicos estrelados por Simone Signoret, “As Diabólicas” (1955) e “O Terceiro Tiro (1967). A situação ainda evolui: a prévia revela que a tortura psicológico logo escala para violência física, com paralelos ao comportamento agressivo masculino que dispara casos de violência doméstica e feminicídio. O trailer faz citações ao visual de bandagens, que marcou a aparição de Claude Rains na primeira adaptação da obra de Wells em 1933, e ao uso de água para enfrentar a versão de Kevin Bacon em “O Homem sem Sombra” (2000), mas num contexto que sugere apenas homenagens, já que a nova trama é 100% original e muito criativa. Vale lembrar que Johnny Depp esteve cotado para estrelar este filme. E seria um prato cheio, já que o ator foi acusado de agressão física por sua ex, Amber Heard. O Homem Invisível do título é vivido por Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”), mas suas “aparições” se dão mais por meio de efeitos. Por conta disso, a verdadeira estrela da produção é sua vítima, encarnada pela atriz Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”). O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Kung Fu: Série clássica vai ganhar remake com protagonista feminina

    6 de novembro de 2019 /

    Além de um Zorro feminino, outro reboot de franquia clássica prepara seu retorno com uma mulher no papel que pertenceu originalmente a um macho alfa. Desta vez é a série dos anos 1970 “Kung Fu”. O prolífico produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso) está desenvolvendo a nova versão, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) para a rede The CW. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. A nova versão vai se passar no século 21 e acompanhar uma mulher de descendência asiática, que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que mudará sua vida num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal invadida por crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais e virtudes Shaolin para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A premissa é mais parecida com a trama original que outros projetos desenvolvidos por Berlanti no passado. Em comum, todos tinham uma mulher como protagonista. A primeira versão, escrita por Wendy Mericle (“Arrow”), acompanharia uma monja budista nos Estados Unidos dos anos 1950. A segunda, escrita por Albert Kim (“Nikita” e “Sleepy Hollow”), teria uma descendente de Kane que, após herdar o estúdio de kung fu da família, descobre que o local é um centro secreto dedicado a ajudar os membros da comunidade de Chinatown. As duas abordagens foram recusadas pela Fox. A Berlanti Productions produz mais de 20 séries atualmente, incluindo metade da programação da CW. O remake de “Kung Fu” se junta a mais quatro projetos encomendados pela rede para a próxima temporada: “Superman & Lois” (também de Berlanti), um spin-off de “Arrow” (idem), um remake de “Walker, Texas Ranger”, estrelado por Jared Padalecki, e um prólogo da série sci-fi “The 100”. Nem todos projetos vão virar séries.

    Leia mais
  • Filme

    Duna: Warner encomenda continuação, um ano antes da estreia do filme

    5 de novembro de 2019 /

    A Warner já está trabalhando em uma sequência do remake de “Duna”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, Jon Spaihts (“Prometheus”) deixou o cargo de showrunner de “Dune: The Sisterhood”, série da HBO Max derivada do mesmo universo sci-fi do escritor Frank Herbert, para escrever o roteiro da continuação. Spaiths escreveu o roteiro do “Duna”, que está sendo filmado na Jordânia, em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). A notícia revela confiança do estúdio no filme de Villeneuve, que tem estreia marcada para dezembro de 2020. Por outro lado, a informação de que “Duna” seria dividido em duas partes não é nova, apenas não tinha sido oficializada. A produção é uma parceria com a Legendary Pictures e o CEO deste estúdio, Joshua Grode, revelou em julho que a trama literária seria realmente dividida em dois filmes. “Esse é o plano. Há uma plano de fundo que foi acenado em alguns dos livros [que nós expandimos]. E também, quando você lê o livro, há um ponto em que faz sentido para interromper o filme antes do final do livro”, ele explicou na ocasião. Ou seja, o segundo filme não contará a história de outro livro – como aconteceu com as minisséries do canal pago Syfy – , mas sim o final do primeiro. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy a partir de 2000. A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”).

    Leia mais
  • Série

    O Protetor: Personagem de Denzel Washington vai virar Queen Latifah em projeto de série

    4 de novembro de 2019 /

    A franquia “O Protetor” (The Equalizer) pode ganhar uma nova série. Caso seja aprovada, será um reboot completo, que mudará até o sexo do protagonista. Concebido originalmente como uma série dos anos 1980 estrelada por Edward Woodward, “O Protetor” foi recentemente adaptado para o cinema com sua primeira mudança significativa, que alterou a raça do personagem-título em dois filmes com Denzel Washington. No novo projeto, a personagem será uma mulher vivida por Queen Latifah (“Star”). Mas a premissa vai permanecer quase inalterada. Uma mulher enigmática, provavelmente aposentada do serviço secreto, usa seu treinamento para ajudar pessoas a sair de situações difíceis. O projeto está em desenvolvimento na rede CBS, que tem a programação mais antiga da TV americana, repleta de remakes de séries clássicas, como “Hawaii Five-0”, “MacGyver” e “Magnum”. A série original foi criada por Richard Lindheim e Michael Sloan, e exibida entre 1985 e 1989, num total de 88 episódios. A nova produção – que por enquanto recebeu encomenda apenas de piloto – está a cargo de Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e sua mulher Terri Miller (“It Takes Two”). O piloto ainda vai ser gravado e precisa ser aprovado para “O Protetor” voltar a virar série.

    Leia mais
  • Filme

    Personagens de As Panteras ganham pôsteres individuais

    3 de novembro de 2019 /

    A Sony divulgou uma coleção de pôsteres internacionais do novo “As Panteras”, que destaca individualmente as três novas agentes do misterioso Charlie Townsend, além de um Bolsey. O filme vai mostrar a formação do novo trio feminino. Apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão. Charlie, porém, tem muitas outras equipes, cada uma delas com seu próprio Bosley. O nome do assistente do trio na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel, como Patrick Stewart (“Logan”), que ilustra um dos cartazes. Outros Bosleys do filme incluem Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Matthew Rhys aparece como Perry Mason na primeira foto do reboot da série clássica

    2 de novembro de 2019 /

    A HBO divulgou a primeira foto de “Perry Mason”, reboot da série clássica da TV, que traz o ator Matthew Rhys (protagonista de “The Americans”) no papel-título. A imagem registra Rhys de chapéu, acessório típico de filme noir, ao lado de um carro antigo, confirmando que a produção é um drama de época. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. O elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie