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    Família Winchester vai voltar a se juntar em Walker, Texas Ranger

    23 de fevereiro de 2020 /

    A família Winchester vai voltar a se reunir na nova série de Jared Padalecki. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) na 6ª temporada de “Supernatural”, entrou no elenco do reboot de “Walker, Texas Ranger”. Desta vez, Pileggi viverá o pai de Padalecki, que interpreta o personagem-título da produção. “Walker, Texas Ranger” é um nova versão da famosa série homônima dos anos 1990 estrelada por Chuck Norris – e que foi exibida no Brasil com o nome do astro original em seu título, “Chuck Norris: Homem da Lei”. Em nove temporadas (entre 1993 e 2001), a “Walker, Texas Ranger” original acompanhou o veterano Cordell Walker (Norris), um Texas Ranger que acreditava nos próprios instintos e lidava com os malfeitores à moda antiga. A nova versão trará Padalecki como o mesmo Cordell Walker, que, entretanto, não será mais tão veterano – Chuck Norris tinha 53 anos no começo da série, Padalecki está com 37. Na sinopse divulgada, Walker volta para sua cidade natal após servir na força policial de elite do Texas. Pai viúvo de dois filhos, ele chega em sua casa em Austin depois de dois anos trabalhando infiltrado em um caso de alta prioridade, e acaba descobrindo que tem muito mais o que fazer em sua comunidade. Ele tentará se reconectar com seus filhos, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com seu novo parceiro (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa. O remake/reboot tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake, “Being Human”), com produção executiva do próprio Padalecki e Dan Lin (“Lethal Weapon”), e está sendo desenvolvido pelo estúdio CBS. A rede The CW é uma joint venture da Warner e da CBS e sempre encomenda produções das duas empresas. Padalecki, que é texano de verdade, ainda pode ser visto nos últimos episódios de “Supernatural”, que está atualmente em hiato e retorna em 16 de março nos EUA, para se encerrar definitivamente em 18 de maio. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    Georgiana Goes e Felipe Abib filmam comédia de fantasmas gays

    18 de fevereiro de 2020 /

    Os atores Georgiana Goes e Felipe Abib, que já trabalharam juntos em “Vai que Dá Certo” (2013), estão filmando “Poltergay”, uma comédia sobrenatural LGBTQIA+ no Rio de Janeiro. O filme é remake da comédia francesa homônima de 2006, com direção de Felipe Joffily e roteiro adaptado de Rosana Ferrão (ambos de “Muita Calma Nessa Hora”). E já começou a ser rodado num casarão antigo projetado por Sérgio Bernardes (1919-2002). Na trama, Goes e Adib vivem um casal de arquitetos que se muda para o imóvel. No passado, o local foi uma boate LGBTQIA+ badalada e agora é assombrado por fantasmas gays. Também estão no elenco Julia Lemmertz (“Pequeno Segredo”) e Joana Fomm (“Magnífica 70”). “Poltergay” é uma coprodução da Movie&Art e da 20th Century Studios (ex-Fox), comprada pela Disney no ano passado.

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    O Homem Invisível: Elisabeth Moss é aterrorizada em cena tensa do terror

    17 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou uma cena tensa de “O Homem Invisível”, que apresenta um susto de Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) no filme, além de demonstrar como a premissa foi atualizada para os dias atuais. Na nova versão da história do monstro imaginado pelo escritor H.G. Wells, que já rendeu um filme clássico de 1933 da própria Universal, o Homem Invisível é transformado numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho misógino e controlador usa a invisibilidade para aterrorizar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Adoráveis Mulheres rejuvenesce história clássica do século 19 com tom feminista

    8 de fevereiro de 2020 /

    A atriz, roteirista e diretora Greta Gerwig, que se projetou atrás das câmeras com “Lady Bird” (2017) há dois Oscars atrás, retorna à temporada de premiações com “Adoráveis Mulheres”. Diferente de seu primeiro voo solo, o novo longa da ainda jovem cineasta segue um estilo mais clássico-narrativo, talvez para se adequar melhor à adaptação do romance homônimo do século 19, embora uma coisa não tenha exatamente a ver com a outra. Mas é importante dizer que há, dentro desse registro mais tradicional, umas pequenas transgressões, brincadeiras com uso de metalinguagem, com a inteligente fusão da personagem Jo (Saoirse Ronan, como sempre ótima) com a autora do romance original, Louisa May Alcott. A adaptação não é perfeita, mas há tanta delicadeza e a personagem de Saoirse é tão querida, que se torna fácil amar a obra de Greta, por mais que a personagem de Emma Watson, Meg, não seja tão bem aproveitada. Quem também se destaca dentre as quatro irmãs é Florence Pugh, como Amy, a mais impulsiva da família e a principal rival de Jo, inclusive nas questões amorosas – ela ama o garoto que é apaixonado por Jo, Laurie (Timothée Chalamet). Para completar o quarteto de irmãs, temos a mais jovem Beth (Eliza Scanlen), que é responsável por uma das cenas mais emocionantes do filme. As quatro têm inclinações artísticas: Jo é escritora, apesar da dificuldade do mercado literário em aceitar obras de mulheres, Meg pensa em ser atriz, Amy é pintora e Beth é apaixonada por música. Jo também é a mais rebelde, até feminista. Não aceita o fato de, na época da Guerra Civil americana, a mulher teria apenas duas opções para evitar a pobreza: casar com alguém com dinheiro ou montar um bordel. Isso quem ensina é a tia March, vivida por Meryl Streep, que é solteira, mas afirma ser uma exceção por ser rica. A rebeldia de Jo e sua rejeição ao garoto rico Laurie, que ela considera apenas como um bom amigo, são os elementos que carregam as emoções do filme. Enquanto Meg, por ser o extremo oposto de Jo, aceita casar com um professor pobre e deixa de lado as pretensões de ser atriz para abraçar uma vida de família e filhos. Há também a presença de outro pretendente, vivido por Louis Garrel, mas seu personagem é pequeno e parece feito apenas para cobrir uma lacuna. Uma das características da adaptação de Greta Gerwig, diferente das versões anteriores, de George Cukor (1933), Mervyn LeRoy (1949) e Gillian Armstrong (1994), está na utilização de duas linhas temporais paralelas, numa montagem que apresenta dois momentos distintos das vidas das personagens. Às vezes, inclusive, é possível se confundir se o que estamos vendo faz parte do passado ou do presente das jovens. Esta é a principal novidade em relação às demais abordagens do livro de Alcott. Gerwig fecha seu filme com brilhantismo, ao brincar com os clichês de comédias românticas e do que se espera do destino das personagens femininas – morrer ou casar, como diz o editor vivido por Tracy Letts – e a rebeldia de Jo e sua vontade de se entregar à carreira de escritora acima de tudo. “Adoráveis Mulheres” foi indicado aos Oscar de Melhor Filme, Atriz (Ronan), Atriz Coadjuvante (Pugh), Roteiro Adaptado (Gerwig), Figurino e Trilha Sonora Original.

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    O Homem Invisível: Trailer transforma monstro clássico do cinema em machista aterrador

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou novos pôster e trailer de “O Homem Invisível”, que apresenta a premissa criativa, mas também revela demais, inclusive alguns “sustos” que deveriam ser guardados para o cinema. No novo filme, a história do monstro imaginado pelo escritor H.G. Wells, que rendeu o clássico de 1933 da própria Universal, é transformada numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para aterrorizar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    The Jesus Rolls: Filme derivado de O Grande Lebowski ganha trailer sem graça

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Screen Media Films divulgou o trailer completo de “The Jesus Rolls”, filme em que John Torturro retoma o personagem Jesus Quintana do clássico “O Grande Lebowski” (1998). Junto da prévia, o canal do estúdio no YouTube revela que o filme será lançado diretamente em VOD. Um final pífio para a saga do personagem. O trailer sem nenhuma cena engraçada ou minimamente interessante ajuda a explicar o que deu errado. Turturro falava há anos sobre seu interesse em um spin-off sobre Jesus Quintana, o jogador de boliche machista, egocêntrico e pervertido de “O Grande Lebowski”. De tanto pedir, ganhou a benção dos Coen para escrever, dirigir e logicamente estrelar um filme sobre o personagem. A produção foi rodada em 2016, quando estava sendo chamada de “Going Places”. Desde aquela época, falava-se que a trama era, na verdade, um remake de “Corações Loucos” (Les Valseuses, 1974), de Bertrand Blier, longa francês que o célebre crítico Roger Ebert chamou de “o filme mais misógino que consigo lembrar”. No filme francês, dois criminosos abobalhados se envolviam com uma mulher sexualmente insatisfeita. A prévia e a sinopse oficial confirmam a história: “Jesus Quintana (Torturro) se junta a outros desajustados, Petey (Bobby Cannavale) e Marie (Aubrey Tautou), e embarca em uma viagem sem destino cheia de crimes e romance”. O elenco da produção também inclui Susan Sarandon (“A Intrometida”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Pete Davidson (do humorístico “Saturday Night Live”), John Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”). O filme já foi lançado na Itália, após ser exibido no Festival de Roma no ano passado, onde recebeu críticas muito negativas. A estreia em VOD está marcada para 28 de fevereiro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    O Homem Invisível: Comercial transforma monstro clássico em metáfora de relacionamento tóxico

    2 de fevereiro de 2020 /

    A Universal disponibilizou na internet o comercial de TV de “O Homem Invisível”, exibido neste domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário televisivo mais valorizado dos EUA. A prévia de 30 segundos resume a premissa que impressionou no primeiro trailer – e que muitos podem ter esquecido, já que o vídeo foi disponibilizado em novembro passado – transformando a história clássica de H.G. Wells numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para atormentar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    The Jesus Rolls: Filme derivado de O Grande Lebowski ganha primeiro teaser

    30 de janeiro de 2020 /

    A Screen Media Films divulgou o pôster e o primeiro teaser de “The Jesus Rolls”, filme em que John Torturro retoma o personagem Jesus Quintana do clássico “O Grande Lebowski” (1998). A prévia revela apenas que, 22 anos depois do filme original dos irmãos Coen, Jesus continua jogando boliche. Turturro falava há anos sobre seu interesse em um spin-off sobre Jesus Quintana, o jogador de boliche machista, egocêntrico e pervertido de “O Grande Lebowski”. De tanto pedir, ganhou a benção dos Coen para escrever, dirigir e logicamente estrelar um filme sobre o personagem. A produção foi rodada em 2016, quando estava sendo chamada de “Going Places”. Desde aquela época, falava-se que a trama era, na verdade, um remake de “Corações Loucos” (Les Valseuses, 1974), de Bertrand Blier, longa francês que o célebre crítico Roger Ebert chamou de “o filme mais misógino que consigo lembrar”. No filme francês, dois criminosos abobalhados se envolviam com uma mulher sexualmente insatisfeita. A sinopse oficial confirma a história: “Jesus Quintana (Torturro) se junta a outros desajustados, Petey (Bobby Cannavale) e Marie (Aubrey Tautou), e embarca em uma viagem sem destino cheia de crimes e romance”. O elenco da produção também inclui Susan Sarandon (“A Intrometida”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Pete Davidson (do humorístico “Saturday Night Live”), John Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”). O filme já foi lançado na Itália, após ser exibido no Festival de Roma no ano passado com críticas negativas. A estreia nos EUA está marcada para 28 de fevereiro e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    The Thing vai ganhar terceira adaptação no cinema, pela primeira vez completa

    28 de janeiro de 2020 /

    A Universal Pictures e a Blumhouse Productions anunciaram o projeto de uma nova versão de “The Thing”, clássico que combina sci-fi e terror. A história que rendeu os cultuados “O Monstro do Ártico” (1951) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982), ambos chamados de “The Thing” em inglês, é baseada num conto de John W. Campbell Jr., chamado “Who Goes There?”. E o novo filme será uma versão diferenciada dos anteriores por adaptar a história completa, encontrada apenas recentemente. Originalmente publicado em 1938, o conto acompanhava um grupo de cientistas no Ártico (Antártica no filme de 1982) que passa a ser caçado dentro de sua base por uma criatura alienígena, capaz de tomar a forma humana, levantando suspeita e paranoia entre os sobreviventes, enquanto elimina um por um. O detalhe é que, em 2018, um manuscrito inédito de Campbell Jr. foi encontrado, apresentando uma versão diferente, que expandia a história dos personagens e a ambientação. Intitulado de “Frozen Hell”, a obra publicada postumamente é uma espécie de versão completa do conto original. E será este livro que ganhará adaptação pela, digamos, “primeira” vez. Em comunicado, o produtor-executivo Alan Donnes explicou a diferença e sugeriu que o longa também será influenciado pelas adaptações anteriores: “Agora, pela primeira vez, a visão completa de Campbell será realizada no cinema. O filme inédito combinará o melhor de ‘O Monstro do Ártico’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ e também dos dois contos, ‘Who Goes There?’ e ‘Frozen Hell’.” Considerado um dos melhores filmes de John Carpenter, “O Enigma de Outro Mundo” (1982) também teve uma continuação, igualmente chamada de “The Thing”, em 2011. Ainda não há detalhes sobre o elenco, produção ou estreia do novo filme.

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    Série UnReal vai ganhar versão brasileira

    25 de janeiro de 2020 /

    A série “UnReal”, que aborda os bastidores de um reality show de namoro, vai ganhar remake brasileiro. A A+E Networks International vendeu os direitos da série para produtora Floresta Produções (“Lady Night”, “Shark Tank Brasil”), que pretende desenvolver uma versão nacional para a Sony. O acordo marca a primeira venda de scripts da A+E na América Latina. “UnReal” durou quatro temporadas e acompanhava os bastidores de um reality show de relacionamentos ao estilo de “The Bachelor”, revelando as manipulações dos produtores em busca de audiência, que geralmente deixam muitos efeitos colaterais. O elenco era encabeçado por Shiri Appleby e Constance Zimmer como as produtoras principais do programa. Criada por Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro em 2015, “UnReal” foi um grande sucesso de crítica em sua 1ª temporada, recebendo duas indicações ao Emmy – inclusive de melhor atriz coadjuvante para Constance Zimmer. Entretanto, disputas internas entre as duas criadoras causaram grande fricção na 2ª temporada. A decisão de Noxon de se afastar resultou numa temporada polêmica, com tramas de puro sensacionalismo. Assim, a credibilidade conseguida foi colocada em cheque. Para complicar mais, o canal adiou a estreia da 3ª temporada em quase dois anos, criando um hiato grande o suficiente para o público esquecer da atração, o que fez com que a audiência desabasse. Para completar a auto-sabotagem, a 4ª temporada foi licenciada para a plataforma Hulu, que decidiu lançar o material inteiro de uma vez, apenas três meses após a exibição do terceiro ano na TV paga. A Lifetime, que ainda não tinha exibido o quarto ano, resolveu, então, desistir da série.

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    Anaconda vai ganhar nova versão nos cinemas

    24 de janeiro de 2020 /

    A Sony aprovou uma nova versão de “Anaconda”, filme de 1997 sobre uma cobra gigante, que foi um dos primeiros sucessos da carreira de Jennifer Lopez no cinema. O estúdio contratou o roteirista Evan Daugherty, de “Branca de Neve e o Caçador”, “Divergente” e “As Tartarugas Ninja”, para escrever a nova história. Todos os filmes citados originaram franquias – as sequências é que decepcionaram. Daugherty também é autor da trama de “Tomb Raider: A Origem”, cuja continuação está atualmente em desenvolvimento. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o novo “Anaconda” não será um remake, mas uma reimaginação da história original – ou seja, terá outra premissa e personagens. A ideia é fazer uma produção assumidamente B, mas com orçamento de filme A, tentando emular o sucesso de “Megatubarão” em 2018, que, como revela o título, era sobre um tubarão gigante. No filme de 1997, documentaristas vividos por Jennifer Lopez, Ice Cube, Eric Stoltz e Owen Wilson embarcam numa viagem pelos rios da Amazônia com o guia malucaço encarnado por Jon Voight, visando gravar uma tribo indígena isolada, quando se deparam com a cobra monstruosa do título. Destruído pela crítica na época (40% no Rotten Tomatoes), o filme acabou arrecadando mais de US$ 136 milhões e virou cult. Seu legado, porém, foi uma franquia de produções trash lançadas diretamente em vídeo – mais três “Anacondas” e um crossover, “Lake Placid vs. Anaconda” (2015), em que a cobra amazônica enfrenta o crocodilo gigante de “Pânico no Lago” (1999). Vale lembrar que, antes de escrever o primeiro “Anaconda”, os roteiristas Jim Cash e Jack Epps Jr. também tinham blockbusters no currículo, como “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), “Perigosamente Juntos” (1986) e “Dick Tracy” (1990). O novo “Anaconda” não tem previsão de estreia nos cinemas. Reveja abaixo o trailer do filme original, que atualmente pode ser assistido em vários serviços de VOD.

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    Disney vai refilmar Bambi ao estilo de Rei Leão

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney deu início ao desenvolvimento de um novo “Bambi”, baseado no clássico animado que venceu três Oscars e emociona gerações desde 1942. O estúdio contratou Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”) e Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) para escrever o roteiro da nova versão, que não será filmada em estúdio, mas criada em computador, como o remake de “Rei Leão”. Apesar do estúdio definir o recente filme de Simba como “live-action”, ele é 99,99% animado (há segundos de savana africana real em sua abertura). A ideia da Disney é replicar o sucesso de “O Rei Leão”, que mesmo contando a mesma história do desenho original de 1994 rendeu mais de US$ 1,6 bilhão de bilheteria em 2019. Além de também ser uma animação de bichos falantes, “Bambi” tem vários outros pontos em comum com “Rei Leão”, ao acompanhar a história de um animalzinho órfão que sobrevive com a ajuda de amigos na floresta. A grande diferença é que a história de “Bambi” se tornou muito, mas muito mais politizada com o passar do tempo. Basta lembrar que o antagonista do filme não é outro animal de aparência vilanesca, mas “o homem”, cuja ação criminosa inspira várias pautas sensíveis, como a defesa dos direitos dos animais, veganismo e ambientalismo. Difícil rever o incêndio na floresta, causado por caçadores, sem lembrar das queimadas na Amazônia ou da devastação da Austrália. Reveja abaixo o impacto do incêndio retratado por Walt Disney há quase 70 anos. Ainda não há previsão de estreia para o remake de “Bambi”.

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    Robert Zemeckis fecha com a Disney para dirigir versão live-action de Pinóquio

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney oficializou o cineasta Robert Zemeckis como diretor de sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Além de dirigir, ele vai reescrever um roteiro que estava em desenvolvimento, em parceria com Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), visando um início de filmagens no final de 2020. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, apesar do nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, estar praticamente confirmado. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). A Disney optou por não acelerar a produção, porque outra adaptação do personagem criado por Carlo Collodi já foi filmada e estará nos cinemas nos próximos meses. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) assina a próxima versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). O filme faz parte da programação do Festival de Berlim, que acontece em fevereiro na Alemanha. Além desse projeto, o cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix. Em compensação, a Warner já desistiu de sua ideia de filmar Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto – decisão anterior ao fracasso de “Dolittle”. Ainda não há previsão para a estreia.

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