SBT fará propaganda gratuita para o filme de Edir Macedo
A rede Record e a Igreja Universal do Reino de Deus não serão as únicas empresas engajadas na divulgação do filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo. O canal SBT também fará propaganda gratuita do filme. Segundo o UOL, o dono do SBT mandou exibir comerciais do filme sem cobrar nada. Sílvio Santos também é personagem do filme, que mostra como ele vendeu a Record para Macedo. O empresário-apresentador teria dado a ordem para veicular os comerciais após assistir ao filme. Ele recebeu uma cópia em DVD da produção, que só estreia nos cinemas daqui a três semanas. Antes mesmo da campanha publicitária começar, “Nada a Perder” já vendeu mais de 3 milhões de ingressos. Originalmente previsto como trilogia, a cinebiografia de Edir Macedo deve ser divida em dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A estreia está marcada para 29 de março.
Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Pantera Negra atinge US$ 500 milhões nas bilheterias da América do Norte
O fenômeno “Pantera Negra” segue na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo. Com o faturamento de US$ 65,7M (milhões) nos últimos três dias, o filme ultrapassou a marca espetacular de US$ 500M no mercado doméstico. E foi apenas o 10º filme da história a fazer isto. Dentre todos os filmes da Marvel, “Pantera Negra” só faturou menos que “Os Vingadores” nos Estados Unidos e no Canadá. Já no resto do mundo, a soma da bilheteria global “ainda” está em US$ 897,7M – ou seja, atrás de quatro outros filmes da própria Marvel. Isto se deve a seu sucesso local ser muito maior que o internacional. Mas ainda falta contabilizar o lançamento na China, que acontece apenas na sexta (9/3). Dependendo da repercussão chinesa, a próxima semana pode incluir a ultrapassagem de outro marco significativo, com as boas-vindas ao clube dos bilionários de Hollywood. As outras duas estreias da semana ficaram muito abaixo do desempenho do blockbuster. “Operação Red Sparrow”, que traz Jennifer Lawrence como uma espiã russa sedutora, ficou em 2º lugar ao arrecadar US$ 17M. Com orçamento de US$ 69M, é o terceiro filme consecutivo estrelado pela atriz que pode dar prejuízo, após “Mãe!” (2017) e “Passageiros” (2016). O lado positivo é que, em três dias, já fez praticamente o mesmo que “Mãe!” em toda a sua trajetória nos cinemas norte-americanos. Mas não contará com o apoio da crítica para perseverar no ranking. Divisivo, o lançamento conquistou 51% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes – medíocre. Já “Desejo de Matar” fez muito ao atingir o 3º lugar. Com Bruce Willis no papel que marcou a carreira de Charles Bronson, o remake do clássico de vingança dos anos 1970 foi destruído pelos críticos com apenas 15% de aprovação. O faturamento de US$ 13M representa um mau recomeço para a MGM, que fez deste título seu primeiro lançamento após superar sua falência. A estreia no Brasil só vai acontecer em maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 65,7M Total EUA: US$ 501M Total Mundo: US$ 897,7M 2. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 43,5M 3. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 13M Total Mundo: US$ 13M 4. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA: US$ 33,5M Total Mundo: US$ 49,5M 5. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 84M Total Mundo: US$ 101,8M 6. Aniquilação Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,6M Total Mundo: US$ 20,6M 7. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 393,2M Total Mundo: US$ 928,9M 8. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA: US$ 95,5M Total Mundo: US$ 346,1M 9. O Rei do Show Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 164,6M Total Mundo: US$ 366,8M 10. Todo Dia Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,2M
Pantera Negra mantém liderança nas bilheterias e já soma US$ 700 milhões em dez dias
Líder incontestável das bilheterias da América do Norte, “Pantera Negra” atingiu nova marca expressiva ao somar US$ 108M (milhões) nos últimos três dias, valor que representa a segunda maior arrecadação de uma segunda semana em cartaz em todos os tempos – perde apenas para “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 149,2M em dezembro de 2015). A queda de rendimento desde a estreia foi de apenas 47%, uma das menores já registradas entre os blockbusters americanos. O ímpeto é tanto que, em apenas dez dias, o filme já atingiu US$ 400M no mercado doméstico e US$ 704M em todo o mundo. E ainda não estreou na China. Apenas um lançamento faturou mais que isso pelo mesmo período: “Star Wars: O Despertar da Força”. Um detalhe curioso na amostragem das bilheterias da América do Norte é que o público da segunda semana de “Pantera Negra” foi formado em sua maioria por espectadores brancos, após negros liderarem a compra de ingressos da estreia. Latinos e asiáticos também representam fatias expressivas, o que torna o público da produção o mais diversificado entre todos os filmes de super-heróis. Das três estreias da semana na América do Norte, a comédia “A Noite do Jogo” foi a que se deu melhor, abrindo em 2º lugar, ainda que com apenas 16% do faturamento do líder. O dado mais interessante da produção é que ela se tornou uma das comédias rasgadas mais bem-avaliadas dos últimos anos. Conquistou 83% de aprovação da crítica na média apurada pelo Rotten Tomatoes, interrompendo um longo período de comédias “podres” na avaliação do site. A estreia no Brasil está prevista apenas para 10 de maio. Com aprovação ainda maior, a sci-fi “Aniquilação” não se saiu tão bem entre o público. Recebida por elogios rasgados da crítica, o novo filme de Alex Garland, diretor de “Ex Machina”, atingiu 87% no Rotten Tomatoes, mas abriu em 4º lugar, com apenas US$ 11M. E a avaliação do CinemaScore (pesquisa entre os espectadores) foi medíocre, rendendo nota C – o que dificulta a expectativa de um boca-a-boca consistente. Isto ajuda a explicar o temor da Paramount, que decidiu realizar um lançamento em menos salas e com uma janela menor, negociando-o com a Netflix para o mercado internacional. O lançamento em streaming já acontece em 12 de março. A terceira estreia foi “Todo Dia”, que tombou em 9º lugar, com faturamento de US$ 3,1M. O fiasco de bilheteria veio acompanhado por 50% de aprovação da crítica – literalmente medíocre. Trata-se do segundo romance impossível do diretor Michael Sucsy, após “Para Sempre” (2012). Desta vez, com o detalhe de acompanhar uma menor de idade que se apaixona por uma “alma”, que muda de corpo todos os dias. A ideia doentia vem de um best-seller adolescente, que segue a linha apelativa aberta por “Crepúsculo” de colocar garotas em relações abusivas com justificativas fantasiosas. Chega no Brasil em 25 de maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 108M Total EUA: US$ 400M Total Mundo: US$ 704M 2. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA: US$ 16,6M Total Mundo: US$ 21,8M 3. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 71,2M Total Mundo: US$ 71,9M 4. Aniquilação Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 11M Total Mundo: US$ 11M 5. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 320,3M 6. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 387,2M Total Mundo: US$ 915,9M 7. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA: US$ 32,2M Total Mundo: US$ 45,1M 8. O Rei do Show Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 160,7M Total Mundo: US$ 348,7M 9. Todo Dia Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M
Pantera Negra quebra novo recorde com maior bilheteria de terças na América do Norte
O filme “Pantera Negra” ainda não terminou de quebrar recordes na América do Norte. Ao faturar US$ 25,2M (milhões) na terça (20/1), conquistou a maior bilheteria já registrada neste dia da semana por um filme lançado nos Estados Unidos e no Canadá. O recorde anterior pertencia a “Deadpool”, com US$ 12,7M em 2016. A produção da Marvel agora lidera arrecadações em dois dias distintos do calendário, com as maiores bilheterias de segunda e terça do mercado doméstico em todos os tempos. Faltou pouco para incluir também o domingo. Com US$ 60M (milhões), “Pantera Negra” teve o segundo maior domingo da América do Norte, mas muito próximo do recorde de US$ 60,5M de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Os recordes anteriores ainda incluem a maior pré-estreia de todos os tempos, maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, segundo maior filme de super-herói de todos os tempos (atrás apenas dos US$ 207,4M de “Os Vingadores”), maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman), a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e maior lançamento do inverno na América do Norte. Com apenas cinco dias de exibição, “Pantera Negra já soma US$ 267,3M nos Estados Unidos e Canadá, mais que a renda total da “Liga da Justiça”, mas também que vários outros filmes da própria Marvel, como “Capitão América: Soldado Invernal” (US$ 259,7M), “Doutor Estranho” (US$232,6M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$206.3M), “Thor” (US$ 181M), “Homem-Formiga” (US$ 180.2M), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 176,6M) e “O Incrível Hulk” (US$ 134,8M).
Diretor de Pantera Negra escreve carta emocionada de agradecimento aos fãs pelos recordes
O diretor Ryan Coogler decidiu compartilhar, pelo perfil oficial da Marvel no Twitter, uma carta para os fãs, em que reflete a emoção que sentiu pelo sucesso de “Pantera Negra” nas bilheterias, agradecendo ao público, a imprensa e toda a equipe pela estreia de US$ 202 milhões na América do Norte. “No fundo, todos nós esperávamos que as pessoas vissem um filme sobre um país fictício no continente africano, formado por um elenco de pessoas com ascendência africana”, escreveu Coogler. “Mas nunca, em um milhão de anos, imaginávamos que viriam com tanta força”. “Me sinto humilde em pensar que as pessoas se importam o suficiente para gastar seu dinheiro e tempo assistindo ao nosso filme. Mas ver pessoas de todas as origens usando roupas que celebram sua herança, tirando fotos ao lado de nossos cartazes com seus amigos e familiares, e as vezes até dançando nos lobbies dos cinemas, levou a mim e a minha mulher às lágrimas”, acrescentou, em outro trecho. “Da imprensa que escreveu sobre o filme, encorajando as pessoas a virem, até as crianças que vieram com seus pais, seus mentores e seus amigos… agradeço por dar a nossa equipe o maior presente: a oportunidade de compartilhar esse filme, que fizemos com os nossos corações e almas para vocês”. Veja a íntegra abaixo. #WakandaForever #BlackPanther pic.twitter.com/DKOG3AESUn — Marvel Entertainment (@Marvel) 21 de fevereiro de 2018
Pantera Negra supera bilheteria da Liga da Justiça e é repercutido por cineastas ligados à DC Comics
“Pantera Negra” precisou de apenas quatro dias nos cinemas norte-americanos para superar o total arrecado pelo filme da “Liga da Justiça” no mercado doméstico. Somando a bilheteria de segunda, o filme da Marvel já faturou US$ 242M (milhões) na América do Norte, enquanto a adaptação dos heróis da DC Comics fez “apenas” US$ 228,7M ao todo – em 13 semanas de exibição. Para deixar claro: os valores são referentes aos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. Essa façanha gerou duas reações curiosas de diretores ligados ao universo cinematográfico da DC Comics. A cineasta Patty Jenkins, responsável por “Mulher-Maravilha”, aplaudiu o feito. “Grandes congratulações a ‘Pantera Negra’ pelo impressionante fim de semana. Muito feliz por seu sucesso incrivelmente significativo. A turma da ‘Mulher-Maravilha’ mal pode esperar por um intervalo na programação para vê-lo! Vocês estão mudando o mundo. Que coisa maravilhosa! Parabéns a todos vocês de ‘Pantera Negra’ e Ryan Coogler”, ela escreveu no Twitter. Já o diretor Rick Famuyiwa, que foi dispensado da produção do filme solo do herói Flash, não disse nada. Apenas destacou a ultrapassagem sobre a “Liga da Justiça”, de forma sutil – o que soou como um tapa de luva de pelica. Quando saiu da produção do super-herói, Famuyiwa divulgou um comunicado contrariado. “Quando fui abordado pela Warner Bros e a DC sobre a possibilidade de dirigir ‘The Flash’, eu estava animado com a oportunidade de entrar neste mundo surpreendente de personagens que eu amei desde a infância, e ainda amo até hoje”, disse Famuyiwa em um comunicado publicado pelo Hollywood Reporter. “Eu também estava animado para trabalhar com Ezra Miller, que é um jovem ator fenomenal. Eu sugeri uma versão do filme alinhada a minha voz, humor e coração. Embora seja decepcionante que não conseguimos ter entrado num acordo criativo, fico grato pela oportunidade. Vou continuar a procurar oportunidades para contar histórias que falem às novas gerações, que sejam relevantes e tenham um ponto de vista multicultural. Desejo à Warner, DC, Jon Berg, Geoff Johns e Ezra Miller tudo de melhor em sua viagem na força da aceleração”. Veja abaixo as reações à força mostrada por “Pantera Negra” nas bilheterias. Huge congrats #BlackPanther on the staggering weekend. So happy for your incredibly meaningful success. Wonder Woman posse can’t wait for break in schedule to see it! You're changing the world. What a wonderful thing! Congrats to you all @theblackpanther #RyanCoogler — Patty Jenkins (@PattyJenks) February 20, 2018 ?☕️ Uma publicação compartilhada por Rick Famuyiwa (@rickfamuyiwa) em 19 de Fev, 2018 às 4:02 PST
Pantera Negra quebra novos recordes com o feriadão nos Estados Unidos
“Pantera Negra” faturou muito mais que o projetado por sites como Box Office Mojo, Deadline e The Hollywood Reporter no fim de semana, graças a um desempenho acima da média no domingo (18/2). O filme da Marvel acabou surpreendendo com um aumento gigante de público nas sessões dominicais, que renderam US$ 60M (milhões), o segundo maior domingo de todos os tempos na América do Norte – e muito próximo do recorde de US$ 60,5M de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Com isso, as projeções foram ultrapassadas em US$ 10 milhões na venda real de ingressos. Originalmente calculada em US$ 192M (milhões), a bilheteria dos primeiros três dias de exibição de “Pantera Negra” nos Estados Unidos e no Canadá foi, na verdade, de 202M. Isto não muda os recordes anteriormente registrados: a maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, segundo maior filme de super-herói de todos os tempos (atrás apenas dos US$ 207,4M de “Os Vingadores”), maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman), a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e maior lançamento do inverno na América do Norte. Sem esquecer que na noite de quinta (15/2) já tinha quebrado o recorde de maior pré-estreia de todos os tempos. O filme se juntou ao grupo seleto de – agora – cinco produções que fizeram mais de US$ 200 milhões em sua estreia norte-americana – o citado “Vingadores”, “Jurassic World” (US$ 208,8M), “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 220M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 247,9M). Mas novos recordes caíram na segunda-feira (19/2), feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos, com o faturamento (ainda estimado) de US$ 40,16M. O valor representa a maior bilheteria já atingida neste feriadão concorrido de Hollywood, a maior arrecadação de um filme de super-herói numa segunda-feira no mercado doméstico e um recorde ainda mais impressionante: a maior bilheteria de uma segunda-feira em todos os tempos na América do Norte – superando os US$ 40,11M de “Star Wars: O Despertar da Forca” em dezembro de 2015. Somando a bilheteria de segunda, “Panterna Negra” já faturou US$ 242M na América do Norte. Mas o valor pode ainda ser maior, porque a soma da arrecadação não para de ser revisada para cima – era US$ 33,1M de manhã, disparou para US$ 40,1M à tarde. Os números oficiais só devem ser conhecidos na quarta-feira.
Pantera Negra quebra diversos recordes em estreia arrasadora na América do Norte
Conforme comemorado de véspera, “Pantera Negra” estreou em 1º lugar e de forma arrasadora nas bilheterias da América do Norte. O novo filme de super-herói da Marvel atingiu US$ 202M (valor revisado com números oficiais) em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e no Canadá. Trata-se da maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, deixando para trás o antigo campeão, “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 179,1M). De fato, a arrecadação chegou até a superar “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 191,2M). Entre todos os filmes de super-heróis já lançados, “Pantera Negra” ficou atrás apenas do recordista “Vingadores” (US$ 207,4M). Em todos os tempos, apenas quatro outros filmes tiveram estreia mais retumbante: o citado “Vingadores”, “Jurassic World” (US$ 208,8M), “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 220M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 247,9M). É digno de impressionar mesmo. Mas “Pantera Negra” não conquistou “só” a quinta maior estreia de todos os tempos e a maior abertura de um filme de herói individual. A produção também liderou diversos rankings com o estabelecimento de novos recordes. Foi a maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman) e a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e em todo o inverno na América do Norte. O recordista anterior dos dois últimos quesitos era “Deadpool” (US$ 152M). Sem esquecer que na noite de quinta (15/2) já tinha quebrado o recorde de maior pré-estreia de todos os tempos. Tem mais. “Pantera Negra” arrecadou US$ 169 milhões no mercado internacional, chegando a um total de US$ 371 milhões em todo o mundo. E isto considerando que o filme ainda não chegou à China, onde é esperado apenas em 9 de março. O sucesso não é apenas financeiro. O longa agradou em cheio ao público e à crítica, com espectadores atribuindo nota A+, o máximo de aprovação possível, na pesquisa do CinemaScore, feita na saída dos cinemas norte-americanos, além de conquistar 97% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, a mais alta já obtida por um filme de super-herói – e superior a muitos dos filmes que disputam o Oscar 2018. O resto do ranking das maiores bilheterias do fim de semana passou longe dos números apresentados pelo filme da Marvel. O infantil “Pedro Coelho”, mistura de animação e live action, ficou em 2º lugar com US$ 17,2M, enquanto “Cinquenta Tons de Liberdade” caiu da primeira posição na semana passada para o 3º lugar, com US$ 16,9M. Em 4º lugar, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” ainda comemorou um marco no mercado mundial, ao superar os US$ 900 milhões de arrecadação. Para completar, ainda houve duas estreias, que se posicionaram na parte inferior do Top 10. “O Homem das Cavernas”, nova animação de massinhas do inglês Nick Park (criador de “Wallace & Gromit”), debutou em 7º lugar com US$ 3,1M, e o “épico” bíblico de baixo orçamento “Sansão” abriu em 10º com US$ 1,9M. Ambos têm lançamentos previstos para o Brasil, mas não para já – respectivamente, em abril e agosto. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 202M Total EUA: US$ 202M Total Mundo: US$ 371M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA: US$ 48,2M Total Mundo: US$ 48,2M 3. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 76,1M Total Mundo: US$ 266,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA: US$ 377,6M Total Mundo: US$ 904,6M 5. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 36,1M 6. O Rei do Show Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 325,2M 7. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 54M Total Mundo: US$ 240,7M 9. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 21,8M Total Mundo: US$ 21,8M 10. Sansão Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 1,9M Total Mundo: US$ 1,9M
Relevante e atual, Pantera Negra não é só um filme de super-heróis
“Pantera Negra” é um triunfo em quase todos os aspectos. Não é apenas o filme mais maduro do universo cinematográfico da Marvel, iniciado há 10 anos com “Homem de Ferro”; é um dos mais relevantes, ao elencar questões raciais, sociais e políticas que foram eventualmente pinceladas em “Guerra Civil”. Que fique claro: “Pantera Negra” não é o primeiro filme da Marvel protagonizado por um herói negro como alardeiam inadvertidamente alguns veículos sem muita credibilidade, ignorando três longas de “Blade”. Mas é o primeiro filme de herói africano, e é fato que poucas vezes a riqueza da cultura negra foi retratada com tanta pujança em uma produção com este calibre – ainda mais em um universo repleto de protagonistas que variam entre um deus nórdico, um playboy milionário, um adolescente deslocado, um ladrão de bom coração, um soldado idealista e… todos brancos. Ainda que lide com o universo fictício do país de Wakanda, o filme de Ryan Coogler – diretor dos excelentes “Fruitvale Station” (2013) e “Creed” (2015) – torna-se palpável ao lidar com questões absolutamente contemporâneas – como o isolamento político de uma nação versus a tragédia da imigração sem controle. O filme tem uma energia pulsante que é visível em cada fotograma, uma força narrativa que desafia com inteligência as convenções do gênero. Mas a trama é simples em sua essência. O soberano T’Challa (Chadwick Boseman) precisa lidar com suas novas funções como Rei de Wakanda, ao mesmo tempo em que sofre as ameaças de um jovem mercenário de passado misterioso – Erik Killmoger, papel de Michael B. Jordan, parceiro constante do diretor e cuja vilania encontra respaldo e autenticidade no roteiro. Com sabedoria, o diretor dedica tempo suficiente para desenvolver seus personagens de forma absolutamente satisfatória, desde a agente secreta interpretada por Lupita Nyong’o até a fortaleza moral que é a general Okoye, responsável pela segurança do reino. Isso sem contar a jovem Shuri (Letitia Wright) uma versão adolescente do personagem Q, da saga 007, e provavelmente uma das figuras mais carismáticas já apresentadas no universo cinematográfico da Marvel. Os veteranos Forest Whitaker e Angela Bassett, por sua vez, transmitem com talento toda a sabedoria e o peso decorrente de suas ações e responsabilidades. Dentre as figuras conhecidas, Andy Serkis parece um pouco fora da casinha, enquanto Martin Freeman faz a ponte correta entre este e os outros filmes do estúdio. Como ponto negativo, é um tanto desapontador perceber que o personagem de Daniel Kaluya (de “Corra!) é o único cujas motivações giram unicamente em função de avançar a história. Visualmente, o filme se alinha à nova tendência dos filmes do estúdio, investido mais em cores, texturas e elementos gráficos impactantes – como visto em “Thor Ragnarok” e “Guardiões da Galáxia 2”, no ano passado. Junte a isso uma trilha sonora arrebatadora – um mix de canções de Kendrick Lammar e ritmos tribais com muita percussão – e o resultado é um espetáculo de imagens que ainda evoca com propriedade elementos que parecem saídos de uma versão live action de “O Rei Leão”. Enquanto faz um trabalho merecedor de aplausos em relação aos personagens, é preciso admitir que, nas cenas de ação, Coogler não vai muito além do genérico. As perseguições e lutas funcionam sem problemas, mas não trazem nada que já não tenha sido visto, por exemplo, em “Guerra Civil” ou “Soldado Invernal” – filmes do Capitão América, que embutem um viés tão dramático quanto a nova produção. O desempate acontece nos efeitos visuais, com as criações de computação gráfica mostrando-se bem artificiais, o que eventualmente prejudica alguns momentos que deveriam ser impactantes – como todo o terceiro ato e em especial o embate final entre T’Challa e Killmonger. Tudo isso, porém, pouco conta diante dos inúmeros pontos positivos que o filme vai marcando ao longo de sua exibição. Ao trazer de forma orgânica, sem soar panfletário ou forçado, temas atuais para um universo quase sempre descompromissado, “Pantera Negra” revela-se um filme não apenas antenado com o seu tempo, mas consciente de que mesmo obras criadas para o entretenimento podem discutir questões que falam diretamente a uma boa parte da humanidade. Quando, em determinado momento, o soberano de Wakanda diz que “os sábios constroem pontes, enquanto os tolos constroem muros”, compreendemos que não estamos vendo apenas um simples filme de super-heróis.
Descendentes 3 é confirmado com teaser que revela novo vilão
O Disney Channel surpreendeu os fãs da franquia “Descendentes” com a divulgação de um teaser anunciando a produção do terceiro telefilme. Mais que isso, o vídeo já revela quem será o novo vilão da história: o pai misterioso de Mal (Dove Cameron), a filha da bruxa Malévola. Não é de surpreender que a Disney planeje continuar explorando as aventuras dos filhos dos vilões das fábulas encantadas. “Descendentes 2” foi um dos maiores fenômenos de audiência do canal dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original em julho, o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores, mas, somadas as reprises, transmissões em outros canais e plataformas online, o número atingiu 21 milhões de telespectadores, e isto apenas em seu fim de semana de estreia. “Descendentes 2” também se destacou como o programa mais visto de 2017 por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora atingiu o 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, a franquia dirigida por Kenny Ortega (“High School Musical”) conta a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney. Todo o elenco está confirmado em “Descendentes 3”, assim como Kenny Ortega e as roteiristas Josann McGibbon e Sara Parriott (de comédias dos anos 1990, como “Três Solteirões e uma Pequena Dama” e “Noiva em Fuga”), que criaram a atração. Mas ainda não há previsão para a estreia da continuação.
Pantera Negra bate primeiro recorde de bilheteria em sua pré-estreia na América do Norte
Ao contrário do Brasil, em que as estreias cinematográficas acontecem às quintas-feiras, nos Estados Unidos e no Canadá os lançamentos chegam no dia seguinte. Mas a ansiedade do público para ver “Pantera Negra” fez com que as sessões especiais de pré-estreia do filme da Marvel já lotassem na noite desta quinta (15/2) na América do Norte. O resultado foi o primeiro recorde da produção. Com US$ 25,2M (milhões) arrecadados, trata-se da maior bilheteria de pré-estreia de um filme no mês de fevereiro no mercado doméstico, dobrando o número do recorde anterior, atingido por “Deadpool” (US$ 12,7M). O valor também representa ao segunda maior pré-estreia de um filme da Marvel, atrás apenas de “Vingadores 2: Era de Ultron” (US$ 27,6M) . O novo filme de heróis da Marvel deve dominar as bilheterias de todo o mundo no fim de semana. A expectativa é que o longa arrecade US$ 170M nos Estados Unidos e Canadá, de acordo com a revista Variety. Ou US$ 200M, segundo os sites Deadline e The Hollywood Reporter.
Trailer dublado de Os Incríveis 2 mostra que maior desafio da continuação é a paternidade
A Disney divulgou o trailer completo dublado de “Os Incríveis 2”. A prévia mostra o novo desafio do Sr. Incrível: ser pai. Ele deve cuidar das crianças para que sua esposa, Mulher-Elástica, possa voltar a combater o crime. Mas os problemas se revelam mais complicados que a matemática do ensino fundamental quando o bebê Zezé (Jack-Jack no original) começa a manifestar superpoderes e comportamento de supervilão ao ser contrariado. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Nada disso será ouvido nos cinemas brasileiros, mas pode ser conferido abaixo, na versão original do trailer. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.











