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    Sony confirma saída do Homem-Aranha do Universo Cinematográfico da Marvel

    21 de agosto de 2019 /

    A Sony se pronunciou oficialmente sobre a saída do Homem-Aranha do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Por meio de um comunicado publicado nas redes sociais, o estúdio se disse “decepcionado” e culpou a Disney pelo rompimento com o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. “Muitas das notícias sobre o Homem-Aranha hoje descaracterizaram discussões recentes sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Estamos decepcionados, mas respeitamos a decisão da Disney em não mantê-lo como produtor de nosso próximo filme live-action do Homem-Aranha”, diz um representante do estúdio. “Esperamos que isso possa mudar no futuro, mas entendemos que as muitas novas responsabilidades que a Disney lhe deu – incluindo os recém-adicionados personagens da Marvel [da Fox] – não lhe permitam tempo para trabalhar em propriedades que eles não controlem. Kevin é ótimo e somos gratos por sua ajuda e orientação, e agradecemos pelo caminho que ele ajudou a pavimentar, no qual vamos continuar”, finaliza o texto. A decisão foi tomada após impasse entre negociações de coprodução entre Disney e Sony. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se tornou o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony quer usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Segundo apurou o site Deadline, a Disney propôs um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os próximos filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não quer compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% sem precisar investir nenhum centavo e ainda fica com 100% do merchandising. A Disney recusou. Na prática, a saída do Aranha do MCU significa que os próximos filmes do herói não terão ligações com as tramas dos Vingadores e de outros personagens da Marvel. Vão acabar aparições como as de Nick Fury e Happy Hogan em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E o Aranha não deverá mais ser mencionado nos filmes da Marvel. Mas Tom Holland vai continuar vivendo o herói. E agora poderá encontrar Venom e outros personagens do “Aranhaverso”. O Deadline afirma que há mais dois filmes do herói no cronograma da Sony, ambos dirigidos por Jon Watts, responsável pelos dois filmes do Aranha no MCU. “Homem-Aranha: Longe de Casa” continua em exibição nos cinemas brasileiros. Much of today’s news about Spider-Man has mischaracterized recent discussions about Kevin Feige’s involvement in the franchise. We are disappointed, but respect Disney’s decision not to have him continue as a lead producer of our next live action Spider-Man film. (1/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019 We hope this might change in the future, but understand that the many new responsibilities that Disney has given him – including all their newly added Marvel properties – do not allow time for him to work on IP they do not own. (2/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019 Kevin is terrific and we are grateful for his help and guidance and appreciate the path he has helped put us on, which we will continue. (3/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019

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    Impasse entre Disney e Sony tira Homem-Aranha do Universo Cinematográfico da Marvel

    20 de agosto de 2019 /

    A Marvel Studios não produzirá mais filmes do Homem-Aranha, garantiu o site Deadline nesta segunda (20/8). O motivo é um impasse entre a Disney e a Sony para permitir novas produções conjuntas. A disputa envolveu os presidentes da Disney e da Sony e excluiu Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, disseram fontes do site. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se tornou o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony quer usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Na prática, isto significa que os próximos filmes do Aranha não terão ligações com as tramas dos Vingadores e de outros personagens da Marvel. Vão acabar aparições como as de Nick Fury e Happy Hogan em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E o Aranha não deverá mais ser mencionado nos filmes do MCU. Mas Tom Holland vai continuar vivendo o herói. E agora poderá encontrar Venom e outros personagens do “Aranhaverso”. O Deadline afirma que há mais dois filmes do herói no cronograma da Sony, ambos dirigidos por Jon Watts, responsável pelos dois filmes do Aranha no MCU. A oferta feita pela Disney para renovar a parceria é um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não quer compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% do primeiro dólar bruto, sem precisar investir nenhum centavo, disseram fontes. A Disney recusou. As discussões teriam se encerrado, mas isso também pode ser tática de um dos lados para forçar o outro a ceder. O detalhe é que Kevin Feige ama o Homem-Aranha, possivelmente o super-herói individual mais famoso da Marvel. E ele gostaria que a Disney e a Sony entrassem em acordo. Vale lembrar que o contrato da Sony é válido apenas para filmes e séries. A Marvel continua a publicar os quadrinhos e é dona de todo o merchandising do Homem-Aranha. Isto significa, na prática, que a Disney explora produtos derivados dos filmes do herói sem dividir os lucros com a Sony.

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    Homem-Aranha: Longe de Casa será relançado no cinema com cenas inéditas

    19 de agosto de 2019 /

    Virou moda. Depois de “Vingadores: Ultimato”, “Homem-Aranha: Longe de Casa” também será relançado com cenas inéditas nos cinemas. Assim como no filme anterior dos super-heróis, o relançamento vai acontecer sem que o filme tenha saído de cartaz. A nova versão terá cinco minutos de cenas inéditas e chegará aos cinemas no último fim de semana de agosto, coincidindo com o feriadão do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. Ao anunciar o relançamento, a Sony não especificou quais serão as cenas inéditas, mas deu a entender que se trata de uma nova sequência de ação. Ou o material é mais anticlimático que o exibido na “nova” versão de “Vingadores: Ultimato” ou o estúdio está apostando no fator surpresa para atrair o público. Não há informações sobre a distribuição dessa versão no Brasil ou em outros países Ao contrário do que aconteceu com filme dos Vingadores, a decisão foi tomada apenas após o novo Homem-Aranha quebrar um recorde histórico da Sony, ao ultrapassar US$ 1,109 bilhão nas bilheterias mundiais no último domingo (18/8). Com esse total, o filme do super-herói da Marvel superou a arrecadação de “007: Operação Skyfall” (US$ 1.108 bilhão) para se tornar a maior bilheteria do estúdio em todos os tempos.

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    Novo Homem-Aranha supera 007: Operação Skyfall como maior bilheteria da Sony

    18 de agosto de 2019 /

    “Homem-Aranha: Longe de Casa” comemorou uma marca histórica para a Sony neste domingo (18/8), ao ultrapassar US$ 1,109 bilhão nas bilheterias mundiais. Com esse total, o filme do super-herói da Marvel superou a arrecadação de “007: Operação Skyfall” (US$ 1.108 bilhão) para se tornar a maior bilheteria do estúdio em todos os tempos. O recorde de “Skyfall” durou sete anos. E até o lançamento do novo “Homem-Aranha” era a única produção da Sony a superar a marca de US$ 1 bilhão em faturamento mundial. Os dois filmes compartilham outro detalhe em comum. Ambos são coproduções com outros estúdios, respectivamente Disney/Marvel no longa do super-herói e MGM no filme do agente secreto. Em relação aos lançamentos da Marvel, o rendimento bilionário já se tornou bastante comum. Só neste ano, “Homem-Aranha: Longe de Casa” foi o terceiro a atingir o valor, após “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” (que quase triplicou a fatura, com US$ 2,7B e a maior bilheteria mundial de todos os tempos). Alguns rumores sobre cláusula contratual da parceria entre Marvel e Sony chegaram a circular em junho, alegando que se o filme estrelado por Tom Holland não atingisse US$ 1B nas bilheterias, a parceria seria desfeita e o Aranha voltaria a ser exclusivo da Sony, para ajudar o estúdio a lançar um universo de personagens compartilhado pelo herói. Fato ou boato, a meta de US$ 1B foi superada. E a Marvel, que não anunciou o terceiro longa do Homem-Aranha na Comic-Con, pode agora oficializar a produção na D23, a “Comic-Con da Disney”, que vai acontecer nesta semana, entre sexta (23/8) e domingo (25/8) que vem.

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    O Rei Leão vira a 9ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos

    18 de agosto de 2019 /

    “O Rei Leão” subiu mais uma posição entre os maiores faturamentos da história do cinema. A animação computadorizada da Disney somou mais de US$ 100 milhões nas últimas 48 horas e chegou a US$ 1,43 bilhão de arrecadação mundial neste domingo (18/8), ultrapassando “Vingadores: Era da Ultron” (US$ 1,40 bilhão) como a 9ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos. O longa dirigido por Jon Favreau não é o único lançamento de 2019 no Top 10. A lista é liderada por “Vingadores: Ultimato”, que atingiu US$ 2,795 bilhões e se tornou a maior bilheteria de todos os tempos. Vale reparar que, dos 10 filmes de maior receita mundial, 8 são produções da Disney. A lista inclui “Avatar” (US$ 2,789 bilhões) e “Titanic” (2,187 bilhões), que completam o Top 3, após a Fox ser incorporada ao império de mídia comandado por Bob Iger. Por sinal, fora “O Rei Leão”, as demais produções da lista da Disney foram realizadas por estúdios adquiridos por Iger nos últimos anos, incluindo Marvel (os quatro “Vingadores”) e Lucasfilm (“Star Wars: O Despertar da Força”). Além da Disney, apenas a Universal tem filmes no Top 10: “Jurassic World” (6º lugar com 1,6 bilhão) e “Velozes e Furiosos 7” (8º lugar com 1,5 bilhão). “O Rei Leão” continua em cartaz nos cinemas de todo o mundo, inclusive no Brasil, onde ainda lidera as bilheterias.

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    O Rei Leão vira 10ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos

    17 de agosto de 2019 /

    “O Rei Leão” entrou no top 10 das maiores bilheterias da história do cinema. A animação computadorizada da Disney chegou a US$ 1,351 bilhão de arrecadação mundial na sexta (16/8), ultrapassando “Pantera Negra”, que caiu para a 11ª posição. O longa dirigido por Jon Favreau não é o único lançamento de 2019 no Top 10. A lista é liderada por “Vingadores: Ultimato”, que atingiu US$ 2,795 bilhões e se tornou a maior bilheteria de todos os tempos. Vale reparar que, dos 10 filmes de maior receita mundial, 8 são produções da Disney. A lista inclui “Avatar” (US$ 2,789 bilhões) e “Titanic” (2,187 bilhões), que completam o Top 3, após a Fox ser incorporada ao império de mídia comandado por Bob Iger. Vale reparar que, acima de “O Rei Leão”, todas as produções da lista da Disney foram realizadas por estúdios adquiridos nos últimos anos, incluindo Marvel (os quatro “Vingadores”) e Lucasfilm (“Star Wars: O Despertar da Força”). Além da Disney, apenas a Universal tem filmes no Top 10: “Jurassic World” (6º lugar com 1,6 bilhão) e “Velozes e Furiosos 7” (8º lugar com 1,5 bilhão). “O Rei Leão” continua em cartaz nos cinemas de todo o mundo, inclusive no Brasil, onde ainda lidera as bilheterias.

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    Toy Story 4 é o quinto filme da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria em 2019

    15 de agosto de 2019 /

    O filme “Toy Story 4” atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria mundial na noite de quarta-feira (15/8), tornando-se o quinto lançamento da Disney a bater esta marca no ano. O longa lançado em junho se junta a O “Rei Leão”, “Alladin”, “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato” na lista dos bilionários do estúdio em 2019. “Vingadores: Ultimato”, claro, virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao ultrapassar “Avatar” no mês passado – com 2,79 bilhões de arrecadação. Na verdade, a Disney tem 5,5 filmes entre as seis maiores bilheterias de 2019. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que também ultrapassou US$ 1 bilhão, é uma coprodução com a Sony – que detém a exclusividade de sua distribuição. Até metade de agosto, nenhum outro estúdio atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria em 2019. Apenas a Disney e sua parceria com a Sony tiveram esse nível de sucesso. Trata-se de um fenômeno histórico. Até 2019, nenhum ano tinha registrado cinco filmes com faturamento superior a US$ 1 bilhão. Já foram seis. E a Disney ainda tem para lançar “Malévola: Dona do Mal” (em outubro), “Star Wars – A Ascensão Skywalker” (dezembro) e “Frozen 2” (novembro nos EUA, mas apenas em janeiro de 2020 no Brasil). A marca celebrada por “Toy Story 4” também representa o quarto filme da Pixar a ingressar no clube dos bilionários, junto a “Os Incríveis 2”, “Toy Story 3” e “Procurando Dory”. De seu total, “Toy Story 4” faturou US$ 421,8 milhões no mercado interno e US$ 579,9 milhões internacionalmente, totalizando US$ 1,002 bilhão.

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    O Rei Leão vira maior bilheteria mundial do estúdio Walt Disney

    11 de agosto de 2019 /

    A Disney comemorou mais um recorde mundial neste fim de semana. Ao atingir US$1,3 bilhão de faturamento mundial, “O Rei Leão” ultrapassou “A Bela e a Fera” (US$ 1,2B) como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio original de Walt Disney (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). O total arrecadado pela animação computadorizada do diretor Jon Favreau é de US$ 1,335 bilhão globais. O valor representa a 12ª maior bilheteria de todos os tempos. Considerando apenas os lançamentos de 2019, “O Rei Leão” só fez menos sucesso que “Vingadores: Ultimato”, conquistando o 2º lugar no mercado norte-americano (US$ 473,1M), internacional (US$ 861,5M) e mundial. O filme também é a segunda maior bilheteria do ano no Brasil, onde já foi visto por cerca de 15 milhões de espectadores e acumulou mais de R$ 220 milhões de arrecadação. Para completar, até o sábado (10/8), ainda permanecia em 1º lugar no ranking nacional.

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    Hobbs & Shaw mantém 1º lugar em semana repleta de fracassos na América do Norte

    11 de agosto de 2019 /

    O fim de semana com a maior quantidade de estreias amplas de 2019 causou grandes mudanças no ranking das maiores bilheterias da América do Norte, mas não no topo. “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” manteve o 1º lugar, porém com pouca margem de vantagem. Ao faturar US$ 25,4M nos últimos três dias, o derivado de “Velozes e Furiosos” atingiu US$ 108,5M nos Estados Unidos e Canadá. O sucesso continua muito maior no exterior. Entretanto, os 332,6M mundiais estão longe de zerar os custos da produção, orçada em cerca de US$ 200 milhões fora P&A (despesas de cópias e publicidade). Vale destacar que o filme ainda não estreou na China, onde a Universal está fazendo grande investimento promocional. “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” abriu em 2º lugar, com US$ 20,8M, numa disputa muito acirrada com o blockbuster “O Rei Leão”, que fez mais US$ 20M e ficou com o 3º posto. O terror produzido por Guillermo Del Toro não entusiasmou o mercado internacional, somando apenas mais US$ 4M em 30 países, incluindo o Brasil. Em contraste, o desempenho no exterior da animação computadorizada ajudou a Disney a superar mais um recorde. Ao atingir US$1,3B, “O Rei Leão” ultrapassou “A Bela e a Fera” como a maior bilheteria de todos os tempos do estúdio original de Walt Disney (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). Ainda inédito no Brasil, “Dora e a Cidade Perdida” decepcionou na América do Norte, tendo que se contentar com o 4º lugar (e US$ 17M) numa semana com muitas opções para o público infantil. Por outro lado, foi a estreia mais bem cotada entre a crítica, com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento nacional está marcado apenas para novembro. “Era uma Vez em Hollywood” fecha o Top 5. E o novo filme de Quentin Tarantino conseguiu uma façanha internacional, ao abrir em 1º lugar na Rússia neste fim de semana com US$ 7M, maior desempenho do diretor no país. A estreia brasileira vai (finalmente) acontecer na próxima quinta (15/8). As outras estreias americanas da semana foram “Meu Amigo Enzo” e “Rainhas do Crime”, que também foram lançados no Brasil no fim de semana. Repercutindo críticas negativas (respectivamente 46% e 18% de aprovação), ficaram com o 6º e o 7º postos. Mas os US$ 5,5M de “Rainhas do Crime” ainda entrou para a História como a pior arrecadação de uma estreia ampla da carreira da atriz Melissa McCarthy. Para finalizar a lista, registra-se a estreia de um documentário da boy band sul-coreana BTS em 10º lugar. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 25,4M Total EUA e Canadá: US$ 108,5M Total Mundo: US$ 332,6M 2. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 20,8M Total EUA e Canadá: US$ 20,8M Total Mundo: US$ 24,8M 3. O Rei Leão Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 473,1M Total Mundo: US$ 1,3B 4. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 17M Total Mundo: US$ 19,5M 5. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 108M 6. Meu Amigo Enzo Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ 9,2M 7. Rainhas do Crime Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 5,5M Total Mundo: US$ 5,8M 8. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 370,9M Total Mundo: US$ 1B 9. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 419,5M Total Mundo: US$ 989,9M 10. Bring The Soul: The Movie Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 4,4M Total Mundo: US$ US$ 4,4M

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    Katy Keene: Novo trailer da série derivada de Riverdale apresenta personagens

    4 de agosto de 2019 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer de “Katy Keene”, que, graças à duração de quase 3 minutos, é o primeiro a realmente apresentar a série, destacando seus personagens. Com tom assumido de novela, a prévia repleta de gente com padrão de beleza televisivo chega a lembrar “Melrose”. A atração é um spin-off de “Riverdale” baseado nos quadrinhos homônimos, publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. A trama ganhou uma roupagem mais moderna para a TV. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, Katy Keene é uma personal shopper aspirante que sonha em virar uma fashion designer. Ela divide seu apartamento em Nova York com um ator-dançarino gay, que deseja estourar na Broadway, e com a recém-chegada Josie, saída de Riverdale, em busca de sucesso como cantora profissional. Há ainda uma quarta melhor amiga, Pepper Smith, cujo papel é muito mal-explorado no vídeo, mas que, segundo a sinopse, quer estar sempre no centro dos acontecimentos culturais e sonha em abrir o club mais badalado de Nova York. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vive a personagem-título, Ashleigh Murray repete seu papel de Josie McCoy, de “Riverdale”, Jonny Beauchamp (a Angelique de “Penny Dreadful”) é o ator Jorge/Ginger Lopez e Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) interpreta Pepper. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). Mas eles serão coadjuvantes, assim como o personagem K.O. Kelly (Zane Holtz, da série “From Dusk to Dawn”), o namorado atlético de Katy Keene nos quadrinhos. Duas curiosidades: Ginger Lopez é uma garota nas publicações de Archie e Pepper costumava ser a melhor amiga de Josie até 1969, quando foi substituída por Valerie – a única integrante negra original da banda Josie e as Gatinhas. A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, responsável também por “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. “Katy Keene” estreia em janeiro de 2020 nos Estados Unidos e não será disponibilizada pela Netflix no Brasil, como “Riverdale”.

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    Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw estreia em 1º lugar nos EUA, mas pode dar prejuízo

    4 de agosto de 2019 /

    “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte no final de semana, mostrando a força da franquia. No entanto, os números podem oferecer uma leitura equivocada do “sucesso” da produção. A verdade é que o primeiro spin-off de “Velozes e Furiosos” abriu abaixo das expectativas do mercado, com US$ 60,8M (milhões). Esta é a pior bilheteria dos filmes da saga com participação de Dwayne Johnson. Até então, o desempenho mais modesto tinha sido justamente do filme que marcou a estreia do ator na franquia, “Velozes e Furiosos 5” (2011), com US$ 86,1M em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O derivado fica, inclusive, atrás de “Velozes e Furiosos 4” (2009), que, sem Johnson, abriu com US$ 70,9M. O filme fez mais sucesso no exterior. No mundo inteiro, “Hobbs & Shaw” atingiu US$ 180M. Entretanto, custou cerca de US$ 200M só de produção (sem os custos de P&A, despesas de cópias e publicidade, na sigla em inglês). Com orçamento de longa da Marvel, precisará de arrecadação equivalente para se pagar. Um fator positivo para as contas do estúdio Universal é que o montante internacional ainda não conta com os lançamentos na China e na Coreia do Sul, onde a franquia sempre rendeu bem. Os dois países só receberão o filme no final do mês. O 2º lugar ficou com “O Rei Leão”, que adicionou mais US$ 38,2M à sua fortuna e já soma US$ 1,1B (bilhão) ao redor do mundo. O novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, completa o Top 3 com US$ 20M e continua sem lançamento internacional. A estreia no Brasil está marcada para 15 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 60,8M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 180,8M 2. O Rei Leão Fim de semana: US$ 38,2M Total EUA e Canadá: US$ 430,8M Total Mundo: US$ 1,1B 3. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 78,8M Total Mundo: US$ 78,8M 4. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 360,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 410M Total Mundo: US$ 959,2M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 67,9M Total Mundo: US$ 118,9M 7. The Farewell Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 6,8M Total Mundo: US$ 6,8M 8. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 36M Total Mundo: US$ 53,6M 9. Aladdin Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 350,3M Total Mundo: US$ 1B 10. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 0,8M Total EUA e Canadá: US$ 71,5M Total Mundo: US$ US$ 211,7M

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    Parte 3 de La Casa de Papel bate recordes de audiência da Netflix pelo mundo

    2 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou em suas redes sociais que a Parte 3 de “La Casa de Papel” foi assistida por mais de 34 milhões de pessoas em seus primeiros sete dias de exibição. O número transforma a produção espanhola na série em língua não-inglesa mais vista da plataforma na sua semana de estreia. Outro número impressionante divulgado foi que 70% das pessoas maratonaram os oitos episódios em apenas uma semana. Isto dá um total de 24 milhões de pessoas. Em termos de comparação, 18,2 milhões completaram a 3ª temporada de “Stranger Things”, também com oito episódios, em seus primeiros sete dias. A série também bateu recordes como a mais vista em vários países, como Espanha, França, Itália, Argentina, Chile e Brasil. Nestes mercados, tornou-se a produção original da Netflix mais assistida em todos os tempos, superando inclusive produções faladas em inglês. A Netflix já confirmou a produção da Parte 4, que ainda não tem previsão de estreia. We’re going to need more masks for all of you. 34,355,956 households watched #LCDP3 in its first week, and we can’t thank you enough for being part of the gang. ? pic.twitter.com/rdNHfA4UH3 — La Casa de Papel (@lacasadepapel) 1 de agosto de 2019

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    The Man in the High Castle: Cena inédita da temporada final explora o multiverso da série

    30 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma cena completa da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia é um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

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