Estreia da série de Awkwafina bate recorde de audiência no Comedy Central
O Comedy Central comemorou a maior audiência de uma estreia do canal em três anos com o lançamento da série “Awkwafina Is Nora From Queens”. A comédia semi-autobiográfica, que teve seu primeiro capítulo exibido na quarta-feira (22/1) nos EUA, juntou o maior público de um programa estreante do canal pago americano desde “The Jim Jefferies Show”, em 2017. A diferença é que “Awkwafina Is Nora From Queens” é uma série e não um talk show. 489 mil espectadores sintonizaram o programa ao vivo, mas o número quase dobrou, chegando a 818 mil com as gravações digitais após três dias de exibição. Reprises e exibições em outros canais do conglomerado ViacomCBS inflaram ainda mais o público de estreia, que chegou a 2,2 milhões ao todo. Mas não ficou nisso. O episódio também foi disponibilizado integralmente no YouTube, onde foi visto por mais 1,7 milhão de pessoas. Ou seja, quase 4 milhões viram a estreia da primeira série estrelada por Awkwafina nos EUA. O programa ainda registrou 0,56 ponto na classificação demográfica, entre adultos de 18 a 49 anos, no Comedy Central – também a mais alta em três anos de uma estreia do canal. A série foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a vencer o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia em 2020 por “A Despedida” (The Farewell). E é inspirada na juventude da atriz, cujo nome real é Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, apesar dos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração conta com uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Antes mesmo da estreia, a série já tinha sido renovada para a 2ª temporada, demonstrando a confiança do Comedy Central no material.
Bilheterias: Bad Boys para Sempre mantém liderança pela segunda semana nos EUA
“Bad Boys para Sempre” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, após arrecadar US$ 34 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá. O filme chegou a US$ 120,6 milhões no mercado doméstico e já soma US$ 215,6 milhões em todo o mundo. Embora ainda não tenha coberto suas despesas de produção (US$ 90 milhões), o longa estrelado por Will Smith e Martin Lawrence vai chegar em mais países nesta semana, inclusive no Brasil, onde estreia na próxima quinta (30/1). A certeza de lucro é tão grande que a Sony já começou a desenvolver mais um filme da franquia iniciada em 1995. A campanha vitoriosa na temporada de premiações continua a impulsionar as bilheterias de “1917”, que recuperou o 2º lugar, empurrando “Dolittle” para baixo. Com as conquistas deste fim de semana, especificamente o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) e o ASC Award (prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia), o filme de Sam Mendes se tornou favoritíssimo ao Oscar 2020. Tanta consagração – que incluiu o PGA Award (prêmio do Sindicato dos Produtores), o Globo de Ouro e o Critics Choice de Melhor Direção – , tem despertado a curiosidade do público, que está lotando as sessões do longa distribuído pela Universal. Com isso, “1917” superou os US$ 100 milhões no mercado doméstico e os US$ 200 milhões em todo o mundo. Por coincidência, os valores de custo e arrecadação de “1917 são muito parecidos com os de “Bad Boys para Sempre”. Mas o drama de guerra está a mais tempo nos cinemas e tende a ter carreira mais longeva, graças ao burburinho em torno do Oscar. Primeiro fracasso milionário do ano, “Dolittle” caiu para o 3º lugar em sua segunda semana de exibição. O filme que custou US$ 175 milhões para ser produzido – sem considerar despesas de P&A (cópias e publicidade) – atingiu, ao todo, US$ 44 milhões na América do Norte e US$ 91 milhões no mundo. Com isso, o “melhor” lançamento da semana abriu apenas em 4º lugar. “Magnatas do Crime” (The Gentleman), que marca a volta do cineasta inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) ao ciclo criminal do começo de sua carreira, faturou US$ 11 milhões em seus primeiros três dias de exibição nos EUA e Canadá, chegando a US$ 33,5 milhões na soma mundial. Apesar do elenco repleto de astros famosos (Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Michelle Dockery, Colin Farrell e Hugh Grant), foi uma produção barata, orçada em US$ 18,4 milhões, e não corre risco de prejuízo. Vale destacar que a crítica aprovou sua estreia, com média de 72% no Rotten Tomatoes. Mas ainda não há previsão para a exibição no Brasil. A segunda novidade do ranking, por outro lado, foi amplamente execrada. “Os Órfãos” (The Turning) afundou em 7º lugar, com US$ 7,3 milhões nas bilheterias, 17% no Rotten Tomatoes e a segunda nota “F” do ano no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Curiosamente, o primeiro “F” de 2020 foi para outro terror: o reboot de “O Grito”. Assim como “O Grito”, “Os Órfãos” também é uma história batida de terror. Trata-se da enésima versão do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos – tem até versão brasileira: “Através da Sombra” (2015). E, considerando a unanimidade conquistada, trata-se provavelmente da pior adaptação de todas. Siga este link para saber mais sobre a repulsa causada por “Os Órfãos no público americano. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 34M Total EUA e Canadá: US$ 120,6M Total Mundo: US$ 215,6M 2. 1917 Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 103,8M Total Mundo: US$ 200,4M 3. Dolittle Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,6M Total Mundo: US$ 91M 4. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 11M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ 33,5M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 283,4M Total Mundo: US$ 737,4M 6. Os Órfãos Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 8,1M 7. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 501,5M Total Mundo: US$ 1B 8. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 93,7M Total Mundo: US$ US$ 146,7M 9. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 30,4M 10. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,8M Total Mundo: US$ 283,3M
Minha Mãe É uma Peça 3 bate recorde e vira maior bilheteria do cinema brasileiro
“Minha Mãe É uma Peça 3” tornou-se o filme de maior arrecadação na história do cinema brasileiro. Com os R$ 13,7 milhões registrados neste final de semana, a comédia da Downtown Filmes somou R$ 137,9 milhões nas bilheterias, superando o recorde de “Nada a Perder”, primeira parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, que faturou R$ 120 milhões em 2018. A produtora do longa comemorou a façanha no Instagram, dizendo que “a mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui!”. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar da grande bilheteria, em número de ingressos vendidos o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda está longe da produção da Igreja Universal. “Minha Mãe É uma Peça 3” foi visto por cerca de 8 milhões de espectadores, enquanto “Nada a Perder” teve vendagem de 12,1 milhões de ingressos, segundo apuração da Ancine. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” nem aparece no Top 5 dos maiores públicos do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Ou seja, o segundo filme da franquia da Dona Hermínia ainda está à frente da continuação mais recente em número de espectadores. Mas “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa ocupa atualmente o 2ª lugar entre os filmes mais vistos do país, perdendo apenas para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou no último fim de semana. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo de cinema que o governo Bolsonaro tenta impor no país, em nome de uma suposta maioria da população. A verdade incontestável é que a maioria da população brasileira prestigia um filme que celebra casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja a seguir a comemoração do recorde de bilheteria e, logo abaixo, o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. Ver essa foto no Instagram É oficial!! @minhamaeeumapeca3oficial é o filme com maior arrecadação da história do cinema brasileiro!! 💰 ⠀ A mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui! Não poderia ser diferente, né? 😂 ⠀ Obrigado, Brasil!! 🙏🏻 ⠀ #downtownfilmes #dtfilmes #cinemanacional #minhamaeeumapeca3 #minhamaeeumapeca #donaherminia #paulogustavo #recorde #bilheteria #arrecadacao Uma publicação compartilhada por Downtown Filmes (@dtfilmes) em 21 de Jan, 2020 às 1:08 PST TOP 10 #bilheteria #cinema SEGUNDA 20 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. Frozen 24. O Escândalo5. Adoráveis Mulheres6. Star Wars – A Ascensão de Skywalker7. Parasita8. Ameaça Profunda9. Miseráveis, Os10. O Farol — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 21, 2020
Bad Boys para Sempre estreia na liderança das bilheterias nos EUA
A estreia de “Bad Boys para Sempre” na América do Norte quebrou a maldição que no ano passado condenou ao fracasso as continuações de franquias antigas, como “O Exterminador do Futuro”, “Rambo” e “Homens de Preto”. De volta após 17 anos, a parceria entre Will Smith e Martin Lawrence superou as expectativas e liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. O terceiro “Bad Boys” faturou US$ 59 milhões entre quinta e domingo (18/1) e deve chegar aos US$ 68 milhões até segunda-feira, feriado nos EUA. O montante é muito maior que as estimativas do mercado – e da própria Sony Pictures – , que apontavam entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões. Mas o filme contou com impulso de críticas positivas (76% no Rotten Tomatoes) e um sólido boca-a-boca do público (nota A no CinemaScore). Com o faturamento, “Bad Boys para Sempre” se tornou a segunda maior abertura de um lançamento de janeiro em todos os tempos na América do Norte, atrás apenas de “Sniper Americano” (US$ 107 milhões), e a melhor estreia da Sony para um filme com classificação “R” (para maiores nos EUA). No mundo inteiro, a arrecadação somou US$ 106,7 milhões. Mas isto equivale apenas a um terço do mercado, já que o filme ainda não chegou em vários países. A estreia no Brasil vai acontecer no dia 30 de janeiro. Este desempenho praticamente sacramentou a produção de um quarto filme da franquia. Em compensação, a outra estreia do fim de semana, “Dolittle”, dificilmente terá sequência. A aventura infantil com bichos falantes foi destruída pela crítica – apenas 19% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Ao todo, o faturamento foi de US$ 22,5 milhões na América do Norte. Neste caso, houve uma inversão de expectativas, já que existia uma projeção de US$ 30 milhões para sua abertura. O mercado internacional reagiu um pouco melhor, elevando o total mundial a US$ 57,3 milhões. Mesmo assim, a Universal terá um prejuízo colossal com a produção, que custou US$ 175 milhões – praticamente o dobro de “Bad Boys para Sempre” – , sem contar as despesas de P&A (cópias e publicidade). Boa parte deste dinheiro deve ter ido para o salário de Robert Downey Jr., que tem o papel-título, em seu primeiro trabalho após concluir sua jornada na Marvel. O Top 3 se completa com “1917”, que virou favorito ao Oscar 2020 após vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA no sábado (18/1). Líder no fim de semana passado, o filme de guerra de Sam Mendes soma US$ 76,7 milhões na América do Norte e US$ 143,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (23/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 59,1M Total EUA e Canadá: US$ 59,1M Total Mundo: US$ 106,7M 2. Dolittle Fim de semana: US$ 22,5M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 57,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 22,1M Total EUA e Canadá: US$ 76,7M Total Mundo: US$ 143,5M 4. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 270,4M Total Mundo: US$ 711,7M 5. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 492M Total Mundo: US$ 1B 6. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ 22,9M 7. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 84,4M Total Mundo: US$ 130,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 145,9M Total Mundo: US$ US$ 277,9M 9. Like a Boss Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 16,9M Total Mundo: US$ 18,6M 10. Frozen 2 Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 464,8M Total Mundo: US$ 1,4B
Star Wars: A Ascensão Skywalker atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” entrou no clube dos bilionários na terça-feira (14/1), quando atingiu US$ 1.001 bilhão de bilheteria mundial. A produção da Lucasfilm/Disney arrecadou US$ $481,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 519,7 milhões nos demais países. Apesar desse desempenho bem-sucedido, “A Ascensão Skywalker” não deve superar os rendimentos de “Os Últimos Jedi” (US$ 1,3 bilhão), o que o transformará no filme de menor faturamento da nova trilogia – a primeira produzia pela Disney – , inaugurada por “O Despertar da Força”, em 2015. O filme teve dificuldades inesperadas ao encontrar reprovação da crítica. Também vieram à tona informações de bastidores, em entrevistas com o elenco, sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi lançado em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ao atingir US$ 1 bilhão, o filme fez aumentar o recorde da Disney, que passa a somar sete filmes bilionários lançados em 2019, um número nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Este desempenho foi resultado do êxito de “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais os êxitos de “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão), “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão) e o citado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Playmobil: O Filme sai dos cinemas como um dos maiores fracassos de todos os tempos
Depois de uma das estreias mais decepcionantes de 2019, “Playmobil: O Filme” saiu dos cinemas com apenas US$ 1,1 milhão de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá, transformando-se num dos maior fracassos de bilheteria de todos os tempos. A animação, que traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Daniel Radcliffe (o Harry Potter) entre seus dubladores, ficou apenas um mês em cartaz, após ter lançamento amplo em 2,3 mil salas de cinema da América do Norte, o que só aumenta seu fiasco. Coprodução entre França e EUA, feita para vender brinquedos da marca Playmobil, o desenho dos bonequinhos de plástico se saiu um pouco melhor no mercado internacional, onde faturou US$ 14,3 milhões. O detalhe é que seu orçamento foi de US$ 75 milhões, o que certamente acarretará num grande prejuízo para todos os envolvidos em sua produção – os co-financiadores Wild Bunch, Pathe, Dimitri Rassam e On Animation. Para sorte da STX, a empresa americana pagou apenas para distribuir o filme e não investiu em sua produção. Além do fiasco financeiro, “Playmobil – O Filme” também foi explodido pela crítica, que o considerou, em resumo, uma “versão pobre do filme da LEGO”, com somente 19% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes. P Seu desprestígio foi tão claro que seus dubladores famosos sumiram na hora de promover o filme. Não fizeram entrevistas de divulgação, nem avisaram sobre a estreia em suas redes sociais,
1917 lidera bilheteria dos EUA após vencer Globo de Ouro
O espetáculo de guerra do diretor Sam Mendes, “1917”, assumiu o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, capitalizando a divulgação de sua vitória no Globo de Ouro, no fim de semana passado. Único filme que poderia se beneficiar financeiramente da exposição televisiva do prêmio da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, “1917” faturou US$ 36,5 milhões entre sexta e domingo (12/01) nos Estados Unidos e Canadá, consagrando o planejamento bem realizado de suas estratégias de marketing e distribuição. Originalmente lançado em circuito limitado durante o Natal, para se qualificar à temporada de premiações, o filme da 1ª Guerra Mundial esperou o resultado do Globo de Ouro para ampliar seu circuito. E o cronograma se provou acertado. “1917” transformou sua vitória em impulso para superar o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que após liderar o ranking por três semanas, caiu para o 2º lugar. “1917” também conquistou US$ 19 milhões com lançamento em mais de 30 países e críticas bastante positivas, que lhe deram uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção da Universal agora aguarda as indicações ao Oscar, que serão conhecidas na segunda (13/1), para avançar em novos territórios. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, no dia 23 de janeiro. A semana ainda registrou duas estreias com ampla distribuição, a comédia “Like a Boss”, sem previsão para o Brasil, e a sci-fi “Ameaça Profunda”, que chegou aos cinemas brasileiros também neste fim de semana. Ambos decepcionaram nas bilheterias e foram destruídos pela crítica, mas só um deles era uma superprodução milionária. “Ameaça Profunda” afundou com apenas US$ 7 milhões nas bilheterias norte-americanas, ocupando a 7ª posição. No mundo inteiro, foram US$ 14 milhões. Mas custou em torno de US$ 80 milhões para ser produzido. O resultado representa o terceiro fracasso consecutivo estrelado pela atriz Kristen Stewart nas últimas semanas. Lançado há exatamente dois meses, o reboot de “As Panteras” somou, ao todo, US$ 17,7 milhões nos EUA e Canadá. E “Seberg”, que completa um mês em circuito limitado, nem sequer contabilizou bilheteria suficiente para entrar em qualquer ranking, muito menos transformar a atriz em candidata a prêmios, como alguns sonharam. Estes fracassos podem ter impacto negativa na carreira da jovem estrela, afastando-a do protagonismo de Hollywood. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. 1917 Fim de semana: US$ 36,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,2M Total Mundo: US$ 60,4M 2. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 15M Total EUA e Canadá: US$ 478,1M Total Mundo: US$ 989,5M 3. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 257,1M Total Mundo: US$ 632,5M 4. Like a Boss Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 5.
Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais
“Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Star Wars: A Ascensão Skywalker já se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” lidera as bilheterias da América do Norte – e do mundo – pela terceira semana consecutiva. Apesar da reprovação da crítica e de informações sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm, o longa já superou os US$ 450 milhões em arrecadação doméstica e está prestes a atingir US$ 1 bilhão de faturamento mundial. Ao todo, sua soma global está em US$ 918,7 milhões. Outras marcas importantes foram registradas no Top 5. Em 2º lugar, “Jumanji: Próxima Fase” ultrapassou os US$ 600 milhões de ingressos vendidos em todo o mundo. E “Frozen 2”, atualmente em 5º, somou US$ 1,3 bilhão e deixou para trás o montante mundial do primeiro longa. Segundo a Disney, a façanha de “Frozen 2” é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Só que não. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Saiba mais sobre estes números e a polêmica aqui. Para completar a discussão de recordes, a semana ainda teve um desempenho que gera preocupação. Em meio à programação repleta de blockbusters, a Sony arriscou lançar um filme de terror. E mesmo sendo a única estreia da semana na América do Norte, o reboot de “O Grito” provou-se um grande fiasco. Após ser destruído pela crítica (17% no Rotten Tomatoes) e receber a pior nota possível do público (F no CinemaScore), “O Grito” abriu em 4º lugar com US$ 11,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Sem assustar ninguém, o filme ainda bateu o recorde negativo de abertura da franquia no mercado norte-americano, abaixo até do lançamento fracassado de “O Grito 2”, em 2006. O estúdio não revelou o orçamento da produção, mas o site Deadline apurou que ela não custou menos de US$ 10 milhões, o que significa que, mesmo barato, pode dar prejuízo financeiro. Mais um para a Sony, que aumenta as dívidas geradas em outras tentativas de reviver franquias desgastadas, como “Homens de Preto” e “As Panteras”. Não foi por acaso que a empresa decidiu priorizar um novo longa do Homem-Aranha, mesmo que esta decisão tenha lhe rendido mais perdas em outro projeto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 33,7M Total EUA e Canadá: US$ 450,7M Total Mundo: US$ 918,7M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26.5M Total EUA e Canadá: US$ 236,2M Total Mundo: US$ 610,2M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 60M Total Mundo: US$ 80,4M 4. O Grito Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 17,1M 5. Frozen 2 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 449,8M Total Mundo: US$ 1,3M 6. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 46,7M Total Mundo: US$ 88,8M 7. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 130,2M Total Mundo: US$ 247,4M 8. Joias Brutas Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 36,8M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 24,5M Total Mundo: US$ 25M 10. Cats Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 57M
Recorde de Vingadores: Ultimato é atualizado e chega a 2,8 bilhões de bilheteria
“Vingadores: Ultimato” se tornou oficialmente o filme de maior bilheteria de todos os tempos em julho passado, ao arrecadar US$ 2,7 bilhões nas bilheterias e superar, a princípio, em US$ 100 mil o blockbuster “Avatar”, de 2009. O detalhe é, numa atualização do mercado, o número dos heróis da Marvel se provou ainda maior. Graças a totalizações finalizadas das bilheterias da China, a adaptação de quadrinhos adicionou mais US$ 3 milhões à sua contagem global. Embora não pareça fazer muita diferença na contabilidade recordista do longa, esses US$ 3 milhões extras ajudam o blockbuster dirigido pelos irmãos Russo a virar o primeiro filme a atingir US$ 2,8 bilhões em bilheteria mundial. Isto também aumenta mais sua diferença para os 2,7 milhões da bilheteria de “Avatar”, uma vantagem que o diretor James Cameron acreditava poder reverter num novo relançamento do longa. Além de “Vingadores: Ultimato”, a Disney teve mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão em 2019: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Graças a todo esse sucesso, a Disney bateu diversos recordes de arrecadação e fechou 2019 com mais de US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais.
Disney termina 2019 com US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais
No começo de dezembro, a Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. Mas, desde então, o estúdio teve a expansão internacional de “Frozen 2” e o lançamento de “Star Wars: Ascensão Skywalker”. E o sucesso desses dois filmes aumentou ainda mais o recorde de arrecadação. Ao fim de 2019, a Disney registrou uma receita global combinada de US$ 13.151,7 milhões entre lançamentos da Disney e da Fox. Como a aquisição da Fox pela Disney ocorreu no meio do ano, há quem prefira distinguir as receitas do antigo estúdio de Rupert Murdoch do bolo do Mickey Mouse (cujo total é de US$ 11.119,1 milhões). Mas, a partir de 2020, as receitas serão indistinguíveis. Desta contabilidade bilionária, US$ 4.328,3 milhões foram faturados no mercado norte-americano e US$ 8.823,4 milhões nas bilheterias internacionais. Este desempenho foi resultado de uma lista de blockbusters também recordista, com destaque para “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Mistério no Mediterrâneo foi a produção mais popular da Netflix em 2019
A Netflix divulgou uma lista com suas 10 atrações mais populares de 2019. A seleção não veio acompanhada por dados de audiência, mas traz algumas curiosidades. “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que voltou a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após “Esposa de Mentirinha” (2011), liderou o ranking. Em junho, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante seu fim de semana de estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. Não por acaso, a plataforma já encomendou a sequência, apesar do filme ter sido considerado medíocre pela crítica especializada (apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes). Outros títulos pouco incensados, mas que claramente foram tratados como prioridades, também aparecem com destaque na seleção. É o caso de “Esquadrão 6”, que obteve o 3º lugar, mesmo sem ter rendido o frisson de “O Date Perfeito” ou maior atenção da crítica especializada, recebendo míseros 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme de Michael Bay aparece à frente do blockbuster “Os Incríveis 2”, derradeira animação da Disney disponibilizada na plataforma. Mais prestigiada das produções da Netflix em 2019, “O Irlandês”, de Martin Scorsese, ficou em 5º lugar, mas “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, não ranqueou. Em compensação, o Top 10 inclui “Estrada Sem Lei”, que não gerou a menor repercussão (57% no Rotten Tomatoes), ao mesmo tempo em que deixa de fora todas as comédias românticas que causaram furor entre os fãs do gênero. Para completar, apenas três séries foram mencionadas: “Stranger Things” (2º lugar), “The Witcher” (6º) e “The Umbrella Academy” (9º), o que indica que filmes têm mais público que séries na Netflix. De todo modo, esta seleção muda bastante de mercado para mercado. A versão brasileira, por exemplo, encaixa nada menos que duas das tais comédias românticas na lista, além de ser liderada por “La Casa de Papel” e revelar a popularidade de “Sintonia”, única série nacional a entrar no Top 10 do país. O mais curioso na versão brasileira do ranking, porém, é a ausência do Especial do Natal do Porta dos Fundos, que deve ter explodido de acordo com o “efeito Streisand” – quando uma tentativa de proibição gera ainda mais atenção. O serviço de streaming informou que sua “parada de sucessos” baseou-se no número de lares que assistiram ao menos dois minutos de uma série, filme ou especial durante seus 28 primeiros dias de exibição na Netflix em 2019, e que lançamentos de dezembro tiveram sua inclusão baseada em estimativas de desempenho. Compare abaixo as listas dos programas mais populares da plataforma nos EUA e no Brasil. Happy almost 2020! Here’s a look at the most popular series, films, and documentaries released on Netflix in the US this year. (thread) pic.twitter.com/fSHb39DbIT — Netflix US (@netflix) December 30, 2019 E vamos de listas pra fechar o ano! Aqui os Top 10 filmes, séries e especiais mais populares de 2019. Muito feliz com @whindersson e Sintonia, meus brasileiros sendo aclamados. <3 pic.twitter.com/WY8OiTfXBi — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 30, 2019
Frozen 2 ultrapassa bilheteria total do primeiro filme na América do Norte
A animação “Frozen 2” já superou a bilheteria do primeiro filme na América do Norte. Em sua quinta semana em cartaz, a continuação atingiu US$ 416,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá, deixando para trás o total de US$ 400,7 milhões somados por “Frozen”. A nova produção da Disney também está perto de superar o longa de 2013 no mercado internacional. Em todo o mundo, “Frozen 2” atingiu US$ 1,21 bilhão neste domingo (29/12), ficando apenas 60 milhões atrás de “Frozen”, que faturou US$ 1,27 bilhão. Apesar de ter sido considerado a maior bilheteria de animação por muitos anos, “Frozen” não detém mais este recorde, tendo sido superado em 2019 pela remake de “O Rei Leão” (US$ 1,6 bilhão). Dentre as bilheterias mundiais do ano, “Frozen 2” ocupa o 3º lugar, atrás justamente de “O Rei Leão” e do filme que atingiu a maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,7 bilhão). Graças a esse desempenho, a Disney, que produziu os três longas citados, tornou-se o primeiro estúdio a somar mais de US$ 10 bilhões em bilheteria mundial num único ano. O público brasileiro, porém, ainda não viu o filme. O lançamento oficial só vai acontecer na quinta-feira (2/1) no Brasil, último país do mundo a receber a produção.











