Trailer da 7ª temporada de Once Upon a Time revela premissa do reboot da série
A rede ABC divulgou o trailer da 7ª temporada de “Once Upon a Time” na Comic-Con. A prévia destaca os paralelos entre a temporada inaugural da série e o reboot planejado pelos criadores da atração, que será centrado na versão adulta de Henry, o menino que originalmente arrastou Emma (Jennifer Morrison), a mãe que o esqueceu, para o mundo dos contos de fadas. Desta vez, é uma menina, Lucy, quem bate na porta de Henry dizendo ser sua filha e convocando-o para uma aventura fabulosa. O papel vivido pelo menino Jared Gilmore será agora encarnado por Andrew J. West (série “The Walking Dead”), enquanto Lucy tem interpretação de Alison Fernandez (intérprete da menina Jane em flasbacks de “Jane the Virgin”). O vídeo também avisa que uma nova maldição caiu sobre o reino encantado e mostra alguns personagens em trajes modernos, como Hook (o Capitão Gancho) em uniforme de policial, além de cenas clássicas de fábulas encantadas, como o sapatinho de cristal de Cinderela. O detalhe é que a Cinderela não é loira, mas negra. E, segundo a sinopse, já casada com Henry. Ela é interpretada por Dania Ramirez (“Devious Maids”). Entre as novidades do elenco, foram anunciadas ainda Gabrielle Anwar (série “Burn Notice”), Adelaide Kane (“Reign”), Mekia Cox (“Chicago Med”) e Rose Reynolds (“Poldark”), em papéis ainda não revelados. Já entre os intérpretes originais, ficaram apenas Lana Parrilla (Regina/Rainha Má), Robert Carlyle (Sr. Gold/Rumpelstiltskin) e Colin O’Donoghue (Hook/Capitão Gancho). A 7ª temporada estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Hyperion Heights”. No Brasil, “Once Upon a Time” é exibida no canal pago Sony.
Reboot da série animada DuckTales ganha nova prévia divertida
O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “DuckTales” na Comic-Con. A prévia revela uma cena completa do reboot da série animada, acompanhando o Tio Patinhas e seus sobrinhos numa viagem submarina rumo à cidade perdida de Atlantis. O destaque é para a divertida interação entre os personagens, que revela a diferença de personalidades dos sobrinhos. Mesmo assim, Patinhas demonstra ser incapaz de diferenciá-los. A voz reconhecível do Tio Patinhas é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”). Além dele, os três sobrinhos ganharam as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), e nesses tempos inclusivos há também uma sobrinha, Patricia, dublada por Kate Micucci (série “Raising Hope”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Tony Anselmo, que dubla o Pato Donald desde o “DuckTales” original, há 30 anos – sucedendo ao grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, no canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.
Trailer dublado de Diário de um Banana: Caindo na Estrada traz piadas de férias frustradas
A Fox divulgou um novo trailer dublado de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, reboot da franquia infantil, que introduz um novo elenco e mostra piadas típicas do subgênero das “férias frustradas”. Além de mostrar os personagens bem mais jovens, a produção destaca dois adultos que também já foram adolescentes famosos, Tom Everett Scott (“The Wonders: O Sonho Não Acabou”) e Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”), como os pais do menino banana – agora vivido por Jason Drucker (série “Every Witch Way”). A direção é de David Bowers, que comandou dois dos filmes anteriores, baseados nos personagens criados pelo escritor Jeff Kinney. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD. O que fez com que as sequências, “Diário de um Banana 2 – Rodrick É o Cara” (2011) e “Diário de um Banana 3: Dias de Cão” (2012) fossem lançadas em poucos cinemas. Se até aqui a franquia não teve destaque no país, não seria diferente com “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, que estreia em 10 de agosto no Brasil, três meses depois de ser exibido nos EUA e no mesmo fim de semana em que chega em Bluray no exterior.
Rapper Tyga e filho de Notorious B.I.G. vão estrelar a 3ª temporada de Scream
A série “Scream”, baseada na franquia de terror “Pânico”, vai renovar seu elenco e contar uma nova história em sua 3ª temporada. E as primeiras novidades foram reveladas, ligadas ao mundo do rap. O rapper Tyga e o filho de Notorious B.I.G., C.J. Wallace, são os primeiros nomes escalados na produção. Tyga vai interpretar Jamal, meio-irmão leal do protagonista Deion, enquanto Wallace vai viver Amir, um músico aspirante que irá rever seu sonho de carreira ao encontrar um assassino mascarado. O protagonista ainda não foi escalado, mas o personagem Deion é um jogador de futebol americano, com bolsa de estudos para faculdade, que precisará lidar com o conhecido serial killer. O reboot da série terá só seis episódios, metade da duração das temporadas anteriores, e previsão de estreia para março de 2018.
Veja uma cena completa do reboot da série animada Ducktales
O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “Ducktales”, que mostra uma cena completa do reboot da série animada, exibida durante a D23. A prévia mostra o Tio Patinhas, cuja voz reconhecível é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”), convivendo com os sobrinhos em sua mansão. Ele não se importa com a bagunça causada pelos pequenos Huguinho, Zezinho, Luisinho e Patrícia (novidade de tempos mais diversificados), mas a presença do Pato Donald em sua banheira dispara o famoso mau humor patológico. A confirmação da presença do Pato Donald nesta versão é a principal novidade da prévia, que reflete melhor os quadrinhos de Carl Barks, criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney). Na série “Ducktales” original, dos anos 1980, Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Mas nas aventuras clássicas de Barks, a presença do pato sofredor sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão promete ser mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Além de David Tennant como Tio Patinhas, os três sobrinhos ganharam a voz de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, no canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.
Ótimo vilão impede Homem-Aranha de virar comédia adolescente
O novo filme do Homem-Aranha é o segundo recomeço do herói em 15 anos, e o primeiro em parceria com o Marvel Studios, o que, se rompe a conexão com os títulos anteriores do herói, acaba exigindo do espectador um conhecimento de todos os outros lançamentos do estúdio. Afinal, os filmes da Marvel estão 100% conectados. No caso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a principal conexão é com “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que trouxe a primeira aparição do personagem dentro desse universo, e isso já interliga a produção com a trama dos Vingadores. Entretanto, ao contrário do que o marketing sugere, as aparições de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) são apenas pontuais, e o Homem-Aranha lida com situações mais corriqueiras do seu bairro, como ladrões e coisas do tipo. Isto porque, além do pretexto de estabelecer o protagonista num universo em que outros super-heróis existem, o novo reboot tem uma segunda e maior motivação: aproximar mais o herói das histórias de Stan Lee e Steve Ditko, ou seja, representá-lo como um adolescente desajeitado e com pouca popularidade na escola, destacando mais sua turma de colegial. Ironicamente, para cumprir esse objetivo simples, o roteiro opta por complicar, realizando uma simbiose entre o Peter Parker que todos conhecem e a versão Ultimate do personagem, com a inclusão de um melhor amigo, Ned Leeds (Jacob Batalon), que na verdade é um gordinho trazido da versão do universo alternativo criada pelo roteirista Brian Michael Bendis – o personagem original se chama Ganke Lee, que não é nada parecido com o jornalista adulto Ned Leeds das histórias de Stan Lee. O problema é que ele, assim como tantos outros elementos do filme, foram incluídos na trama para fazer o público rir. Fala-se numa suposta influência de John Hughes, mas mesmo a referência explícita de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) não é exatamente eficiente. O humor forçado, aliás, é uma constante em grande parte dos filmes da Marvel, mas se torna ainda mais evidente no primeiro Homem-Aranha do estúdio, escrito por especialistas em comédia (Jonathan Goldstein e John Francis Daley), como as péssimas “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e “Férias Frustradas” (2015). Para efeito de comparação, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, fez o público rir sem se esforçar tanto, com muito mais naturalidade. São dois estúdios diferentes e rivais, mas como a distância entre os dois lançamentos foi muito próxima, as diferenças se acentuam. Aliás, as cenas de ação, de pouco impacto, são outro problema que chama atenção. O que, então, funciona em “De Volta ao Lar”? Tom Holland convence como o adolescente que ganhou super-poderes e mal se contém de empolgação. Mas é Michael Keaton quem arrasa no papel do Abutre – uma escalação perfeita, logo após o ator, que já foi Batman, ter interpretado um super-herói alado, “Birdman”, no premiado filme de Alejandro González Iñárritu. Seu personagem está presente nas duas cenas que realmente funcionam no filme: a visita à casa de Liz (Laura Harrier), o interesse amoroso de Peter, e a cena no carro, em conversa com Peter. Ambas trazem elementos de suspense que até então o filme não havia explorado. Na filmografia do diretor Jon Watts, há pelo menos dois filmes dos gêneros suspense e terror, “Clow” (2014) e “A Viatura” (2015), e é bem provável que isso seja o seu forte. Também é possível considerar um acerto a escalação de Marisa Tomei como a Tia May. É inusitado ver uma mulher tão jovem e bonita fazendo o papel de uma personagem representada nos quadrinhos tradicionalmente como uma senhora idosa. Mas a May de Marisa Tomei faz um bom contraponto ao mulherengo Tony Stark, como sugere uma piada/elogio logo no início do filme. Já o que mais destoa é a opção curiosa de incluir uma cota racial na produção e mudar a caracterização de praticamente todos os colegas de escola de Peter Parker. A ideia de inserir o herói num ambiente colegial não é, de maneira alguma, um equívoco. Vendo os créditos finais, com imagens de desenhos parecidos com os de uma criança e ao som de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, percebe-se o potencial. Mas juntar esse conceito original de Stan Lee com a alta tecnologia do traje criado para o personagem por Tony Stark, num retcon radical, faz com que Peter Parker pareça às vezes um Homem de Ferro adolescente e atrapalhado. Apesar do entusiasmo palpável que provocou entre os blogueiros de quadrinhos, o resultado é menos empolgante que a impressão dominante na mídia. Ponto central da questão: a luta com o Abutre demora tempo demais para acontecer. E ela é o batismo de fogo do herói. Há outros vilões conhecidos dos fãs dos quadrinhos, mas suas aparições são muito discretas e, no máximo, funcionam como um aperitivo para um segundo filme. Ao final, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” oferece uma longa introdução para o próximo filme, pois não chega a mostrar o Aranha estabelecido como super-herói ou nas situações mais conhecidas dos leitores – não há o ambiente do Clarim Diário. Com isso, fica a obrigação de caprichar mais na sequência. Senão, os pedidos de “volta, Sam Raimi!”, por enquanto tímidos, podem ganhar volume.
Diretor do premiado terror The Eyes of My Mother vai filmar reboot de O Grito
O diretor Nicolas Pesce, do premiado terror “The Eyes of My Mother”, vai reescrever e dirigir o reboot da franquia “O Grito” para a produtora Ghost House Pictures, de Sam Raimi. Segundo o site Deadline, o novo filme é baseado num roteiro de Jeff Buhler (“O Último Trem”) e deverá reiniciar a maldição da mulher e do menino fantasma, criados pelo cineasta Takashi Shimizu no original japonês (“Ju-on”, de 2002). “O Grito” foi o segundo remake de terror japonês a estourar nos EUA. Lançado dois anos após o original – e dois anos após o estouro de “O Chamado” – , faturou US$ 187 milhões em todo o mundo, dando um lucro absurdo, diante de seu orçamento de US$ 10 milhões. O sucesso da produção é considerado um ponto de virada na produção dos terrores baratos americanos, inspirando o surgimento de diversos projetos de baixo orçamento bem-sucedidos. Pesce está atualmente trabalhando na pós-produção de seu segundo longa, o thriller psicológico “Piercing”, estrelado por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). E, por coincidência, este filme é uma adaptação do romance de um autor bem conhecido dos fãs de J-horror: Ryû Murakami, escritor de “Audição” (1999), o filme mais comentado de Takashi Miike, e diretor de “Tokio em Decadência” (1992).
Trailer de Jumanji desperta a ira dos fãs do filme original nas redes sociais
A Sony ganhou um novo problema de marketing para resolver. Os fãs do filme clássico “Jumanji” (1995) não gostaram nada do trailer da nova versão, divulgado na quinta-feira (29/9). Os protestos foram ostensivos e reverberam com força no Twitter. A situação lembra a reação negativa causada pelo reboot de “Caça-Fantasmas”, também produzido pela Sony. Assim como naquela ocasião, os fãs do original não aprovaram as mudanças feitas para atualizar a franquia. O tom dos protestos, por sinal, é o mesmo: como “Caça-Fantasmas” não era “Os Caça-Fantasmas”, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” não parece “Jumanji”. As reações sinalizam uma rejeição à ideia de remakes/reboots de filmes que marcaram gerações, recusando as reciclagens da indústria cultural. Várias manifestações seguiram a linha de que ninguém pediu para “Jumanji” ser refeito e outras tantas já torcem pelo fracasso para impedir que Hollywood persista nessa direção. Leia abaixo alguns dos tuítes mais contundentes: “Alguém traga de volta o Robin Williams dos mortos, porque o novo trailer de ‘Jumanji’ é uma desgraça”. “Esta reinicialização de ‘Jumanji’ vai flopar tão forte porque não parece nada como ‘Jumanji'”. “Eis uma sequência de ‘Jumanji’ que ninguém pediu, porque não são apenas as séries animadas da sua infância que Hollywood adora arruinar”. “Deixem ‘Jumanji’ em paz, não é preciso fazer um remake de tudo. Estou cansado dessa reciclagem maldita”. “O novo ‘Jumanji’ quer ser ‘original’ com seu fator de ação genérico e seu humor medíocre. Obrigado, mas prefiro assistir o REAL novamente”. “Acabei de assistir o trailer de ‘Jumanji’ e, cara, parece pior que ‘Baywatch’. Nem sei como isso é possível”. “Esse trailer da ‘Jumanji’ é uma abominação”. “F**-se esse trailer do novo ‘Jumanji'”. Goste-se ou não, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” chega aos cinemas em 4 de janeiro no Brasil.
Jumanji ganha trailer legendado e dublado, que apresenta a nova aventura
A Sony divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer (em versões legendada e dublada) de “Jumanji”, nova comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson (“Baywatch”), que ganhou o subtítulo “Bem-Vindo à Selva”. A prévia confirma que não se trata de um remake, mas uma nova aventura, bem diferente do clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Para começar, o tabuleiro mágico é agora um videogame. E além de serem sugados para dentro do jogo, os protagonistas também mudam de aparência. O trailer mostra como quatro adolescentes em detenção escolar se transformam em Dwayne Johnson, Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”) e precisam enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. Um dos pôsteres diz que o “jogo evoluiu” e pronto. Mas uma figura rapidamente vislumbrada nas sombras pode ser a conexão com o longa original. O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).
Pegadinha do Homem-Aranha assusta clientes de uma cafeteria de Nova York
Não são só filmes de terror que inspiram pegadinhas de sustos. Para promover o lançamento de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a Sony decidiu surpreender os clientes de uma loja da Starbucks, ao mesmo tempo em que aproveitou a ação para fazer product placement e faturar mais alguns trocados. O vídeo da brincadeira foi publicado na terça-feira (27/6) e mostra um homem fantasiado de Homem-Aranha surgindo do teto da loja para pegar um copão de café quando seu nome é anunciado. Houve, claro, diversas reações assustadas. Mas uma menina da fila acreditou de verdade que tinha encontrado o super-herói. A situação foi gravada numa cafeteria de Nova York, onde, aparentemente, o Homem-Aranha costuma pegar seu café antes de ir para a escola. Não faltou sequer uma figuração de Stan Lee. Chama atenção ainda a habilidade atlética do intérprete do herói e o fato de que sua voz soa parecida com a de Tom Holland, que vive o Aranha em seu novo filme. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Primeiras impressões de Homem-Aranha: De Volta ao Lar consagram Tom Holland
As primeiras impressões da crítica norte-americana a “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” já chegaram ao Twitter. As críticas ainda estão embargadas, mas é possível dizer que a produção agradou em cheio, pelos elogios que se espalharam pela rede social, em especial às interpretações de Tom Holland e Michael Keaton. Mas há algumas ressalvas ao roteiro. Confira abaixo alguns dos comentários sobre o longa, que estreia no Brasil em 6 de julho. “O filme é ótimo. Ele tem uma inocência que o diferencia de outras obras do universo Marvel, mas também é cheio de diversão e de cenas espetaculares” (Germain Lussier, do site Gizmodo). “Acabei de ver ‘Homem-Aranha: De volta ao lar’ e mal consigo parar de sorrir. Tom Holland é o melhor Homem-Aranha. Parece que ele saiu diretamente dos quadrinhos” (Crystal Bell, do programa MTV News). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é pura alegria. Tom Holland está perfeito. Ele vive o melhor momento de sua vida, e isso fica bem claro” (Devan Coggan, revista Entertainment Weekly). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é fantástico. Perfeitamente escalado. Realiza um trabalho impressionante ao equilibrar super-heroísmo e drama colegial. Michael Keaton é o melhor vilão do universo Marvel para os cinemas desde Loki” (Angie J. Han, do site Mashable). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é um dos melhores filmes da Marvel e o melhor filme do Homem-Aranha” (Eric Walkuski, site Joblo). “Tom Holland > Tobey, a trama de colegial funciona, a dos Vingadores não, e é um filme que se tornará referência na questão da diversidade” (Jen Yamato, do jornal Los Angeles Times). “Como um grande fã do Homem-Aranha que odiou os filmes do ‘Espetacular Homem-Aranha’, fico feliz em dizer que ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é realmente divertido” (Matt Singer, site Screen Crush). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é o terceiro melhor filme do Homem-Aranha. O elenco é bom, o tom é afável, mas o drama é… um pouco superficial, honestamente” (William Bibbiani, site Crave Online). #SpiderManHomecoming Critics: pic.twitter.com/mW0KXkT27i — Inah (@unicainah) June 24, 2017
Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha 25 novas fotos
A Sony e a Marvel divulgaram 25 novas fotos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Algumas tinham sido veiculadas anteriormente por revistas, com logotipos, cor e baixa resolução. A maioria traz Tom Holland como Peter Parker, em meio a seus colegas de escola. Mas as que chamam mais atenção são as do herói em seu “uniforme caseiro”, que é suspeitamente parecido com o traje do Aranha Escarlate nos quadrinhos – da saga do clone. As imagens do uniforme reserva também fazem propaganda explícita de uma marca de carro, patrocinadora do filme. Além de Tom Holland, as imagens também destacam os personagens de Zendaya, Jacob Batalon, Marisa Tomei, Laura Harrier, Tony Revolori, entre outros, além de cenas de bastidores com Robert Downey Jr., Michael Keaton e o diretor Jon Watts. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.
Conheça a abertura da nova versão da série animada DuckTales
O canal Disney XD divulgou um pôster e a abertura do reboot da série animada “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”. Com uma animação estilizada, que evoca o reboot do Mickey, a prévia também recicla o tema clássico do desenho original, exibido entre 1987 e 1990. A abertura também confirma que o Pato Donald terá mais destaque nesta versão, refletindo a origem da série nos quadrinhos de Carl Barks. Nos anos 1980, Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Mas nas aventuras quacksicas de Barks, o criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney), a presença de Donald sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão promete ser mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dubla o Tio Patinhas. Já o trio de sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos.












