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    BBB | Equipe de Luigi não passa pano após fala preconceituosa

    23 de janeiro de 2024 /

    A equipe de Lucas Luigi se pronunciou nesta terça-feira (23/1) após o brother usar novamente o termo “macaca” durante uma conversa no “BBB 24”. No comunicado, a assessoria do vendedor não passou pano para a fala preconceituosa e reforçou que não se trata de um pedido de desculpa. “Está em constante processo de letramento racial e, assim como muitos de nós pretos, ainda reproduz contradições impostas pelo racismo estrutural, que esse texto não dará conta de resolver. Seu objetivo é contextualizar uma realidade plural que atravessa a vivência de vários pretos e pretas no país. Não podemos esquecer que ser um preto pobre de periferia é diferente de estar sentado nas cadeiras da Academia”, declarou a equipe no Instagram. No final da publicação, a assessoria de Luigi salientou o respeito pelas mulheres negras brasileiras: “Destacamos nossa profunda admiração e respeito por todas as mulheres negras deste país, inclusive aquelas que formam a nossa equipe. Já são muitos contra nós, é hora de se unir”.   O que aconteceu? Lucas Luigi utilizou o termo polêmico pela segunda vez na segunda-feira (22/1) numa conversa com Vinicius Rodrigues e Yasmin Brunet, quando o brother tentava se referir às mulheres retintas. “Vinicius gosta de macaca. Macaca não. Gosta de preta, pretona!”, disparou o vendedor. Anteriormente, o vendedor havia usado a palavra para se referir a Leidy Elin, que prontamente o confrontou. “Se policie nas coisas que você fala. Tomara que não se repita. Isso não se brinca. É uma palavra muito pesada, muito usada lá fora. E você sabe disso, eu não preciso nem te falar. [Somos] dois pretos pobres e favelados”, alertou a sister. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucas Luigi (@lucas.luigi)

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    Ministério Público pede prisão de Júlio Cocielo por racismo

    3 de janeiro de 2024 /

    O Ministério Público Federal (MPF) anunciou nesta quarta-feira (3/1) ter pedido a condenação do influenciador Júlio Cocielo por conta de uma série de publicações feitas no antigo Twitter (hoje X), entre 2011 e 2018. O MPF identificou nove vezes em que Cocielo teria incorrido na prática de preconceito racial na rede. O processo foi aberto em 2021 e teve seu sigilo suspenso em dezembro passado. O órgão afirma “esperar a condenação do influenciador digital” com base no artigo 20 da Lei nº 7.716/89, a Lei do Racismo, que prevê pena de reclusão de um a três anos e multa. Só que, de acordo com o MPF, a pena pode ser bem maior, se aplicada para cada publicação ofensiva, além de possuir o agravante de o caso ter ocorrido em uma rede social.   O que disse Cocielo O processo foi motivado por uma publicação de Cocielo em meio a Copa do Mundo de 2018, na qual disse que o jogador francês Mbappé “conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. A repercussão negativa da fala fez com que ele publicasse um pedido de desculpas e apagasse cerca de 50 mil tweets ofensivos de seu perfil. Apesar disso, o MPF encontrou diversas publicações polêmicas, incluindo as frases: “O Brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas, mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros” e “Nada contra os negros, tirando a melanina…”.   O que diz o MPF “Ainda que o réu seja humorista, não é possível vislumbrar tom cômico, crítica social ou ironia nas mensagens por ele publicadas. Pelo contrário, as mensagens são claras e diretas quanto ao desprezo do réu pela população negra”, destacou o procurador da República João Paulo Lordelo nas alegações finais apresentadas pelo MPF na 1° Vara de Justiça Federal de Osasco (SP), em novembro deste ano. “O réu, sem qualquer sutileza, reforça estereótipos da população negra – miseráveis, bandidos e macacos – não havendo abertura, em seu discurso, que permita entrever alguma forma de sátira (…) Não é humor; é escárnio”, completou o MPF. O processo está prestes a ir a julgamento. A assessoria de Júlio Cocielo – que não tem fenótipo de branco europeu – ainda não se manifestou.

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    Cacau Protásio é alvo de ataques após vencer processo por preconceito

    27 de dezembro de 2023 /

    Isto é Brasil. Cacau Protásio virou alvo de ataques preconceituoso após vencer um processo por… ataques preconceituosos. A atriz expôs no Instagram as ofensas que recebeu devido à decisão judicial que lhe garantiu indenização de R$ 80 mil pelo Estado do Rio de Janeiro. Ela será indenizada por ofensas feitas por bombeiros em 2019, durante as filmagens do longa-metragem “Juntos e Enrolados”, no qual interpretou uma integrante da corporação. Cacau compilou uma série de comentários pejorativos em um vídeo publicado no Instagram. Na legenda, ela desabafou sobre o racismo no Brasil. “Tenho que provar que sou boa todos os dias. Tenho que falar baixo, se não sou chamada de agressiva ou barraqueira. Sou injustiçada, ofendida e agredida, mas eu ainda estou errada. Pagam para assistir à comediante branca, e poucos são os que pagam para assistir a uma preta”, desabafou. A estrela do sitcom “Vai que Cola” ainda aproveitou para apontar a falta de oportunidades no mercado e desabafou: “A Justiça para alguns, não pode ser favorável pra uma preta. Se eu faço certo, eu estou errada, se eu não faço, eu estou errada. Se eu estou errada então, eu sou massacrada. Que merd@ gente! Só quem é preto sabe do que eu estou falando…”. “Sou mulher, sou preta, sou gorda. Deus, muito obrigada por me trazer assim ao mundo”, continuou. “E outra, aos ignorantes, não achem que internet é terra sem lei”, completou. A Justiça do Rio deu razão à atriz, que foi ofendida durante a filmagem de cenas previamente autorizadas de “Juntos e Enrolados” num quartel de bombeiros da capital fluminense. Após os trabalhos, ela foi surpreendida com áudios e vídeos com ofensas racistas e gordofóbicas, disparadas por bombeiros do local. Na ocasião, a corporação lamentou o caso e disse que não compactuava com qualquer ato discriminatório. Dois bombeiros foram punidos. Um deles ficou preso durante três dias e o outro durante dez. Em entrevista ao jornal O Globo, ela confessou que quase desistiu do filme e precisou fazer terapia após a repercussão das ofensas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protasios (@cacauprotasiooficial)

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    Governo do Rio é condenado a pagar R$ 80 mil para Cacau Protásio

    26 de dezembro de 2023 /

    A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Estado pague uma indenização de R$ 80 mil para Cacau Protásio. A atriz sofreu ataques e ofensas racistas durante uma filmagem num quartel do Corpo de Bombeiros no centro da capital carioca. O caso ocorreu em novembro de 2019, durante a produção da comédia “Juntos e Enrolados”. Na época da filmagem, começaram a circular áudios e vídeos em que integrantes da corporação reclamavam da presença de Cacau no quartel com comentários racistas, homofóbicos e gordofóbicos. “Começaram a xingar, começaram a insultar e é muito doloroso ouvir”, contou Cacau Protásio ao Fantástico na ocasião. “Eu conto história, conto ficção. Eu não mereço ser agredida. Assim como ninguém merece”, acrescentou a atriz nas redes sociais.   Reação do Corpo de Bombeiros A filmagem ocorreu com autorização da corporação e contou com o acompanhamento de um bombeiro responsável. Na época, o Corpo de Bombeiros disse que não compactuava com qualquer tipo de ação discriminatória. A corporação afirmou no processo que identificou os dois agentes responsáveis pelas filmagens e os puniu. De acordo com o g1, um deles, que gravou e compartilhou as imagens foi detido por 3 dias. O outro, que gravou e compartilhou um áudio com ofensas, foi detido por 10 dias.   Governo do Rio tentou apelar O Governo do Estado do Rio de Janeiro recorreram da primeira decisão judicial do caso, que determinava o pagamento de uma indenização de R$ 30 mil. O caso foi para segunda instância, que determinou aumento no valor da indenização. A desembargadora Ana Cristina Nacif Dib Miguel, relatora do caso, disse que o valor de R$ 80 mil foi determinado porque se levou em consideração que o Estado é responsável pelas ações de seus funcionários, além da gravidade das ofensas e a repercussão do episódio.

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    Jojo Todynho registra queixa de racismo no Ceará

    17 de dezembro de 2023 /

    Jojo Todynho afirmou ter sido vítima de racismo em uma feira de Fortaleza, Ceará. Um vídeo da discussão circulou nas redes sociais nesde domingo (17/12) e a Secretaria de Segurança Pública do Ceará informou que a Polícia Civil está investigando a denúncia. A cantora relatou no Instagram que a ofensa racial ocorreu após ela se recusar a promover uma loja em troca de um presente. “Sentei aqui para comprar uma mala e veio uma senhora… ‘Esses pretos são todos arrogantes'”, disse a artista no Instagram. Ela registrou um Boletim de Ocorrência e expressou tristeza pelo incidente. Junto de uma imagem na porta de delegacia em Fortaleza, ela desabafou: “Estou muito triste, não tem nem como não ficar triste com uma situação dessa, que eu não desejo a ninguém”. Paralelamente, a acusada negou as alegações de racismo e registrou um boletim contra Jojo por calúnia.   Nota da Polícia Civil do Ceará “A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) informa que apura denúncia de crime de preconceito de raça ou cor contra artista natural do Estado do Rio de Janeiro, ocorrido na noite desse sábado (16/12), em uma feira no bairro Meireles – Área Integrada de Segurança 1 (AIS 1), em Fortaleza. O fato foi noticiado por meio de Boletim de Ocorrência (BO), registrado no 2º Distrito Policial (DP), unidade plantonista da PCCE”.

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    Globo cancela exibição da entrevista de Luísa Sonza no “Fantástico”

    14 de dezembro de 2023 /

    A Globo cancelou de vez a exibição da entrevista vazada de Luísa Sonza no “Fantástico”. A emissora havia indicado que o material seria transmitido na primeira quinzena de dezembro, porém confirmou nesta quinta-feira (14/12) que abriu mão do conteúdo. “Por uma decisão editorial do programa, a participação de Luisa Sonza no ‘Fantástico’ não será mais exibida”, informou uma nota enviada pela Comunicação da Globo. Na entrevista, a cantora se recusou a falar sobre o caso de racismo em que sofreu sanções na Justiça. Fontes do colunista Lucas Pasin afirmam que a equipe de Luísa Sonza pressionou para que a entrevista não fosse mais exibida. A Globo tentou, inicialmente, não parecer que estava “desistindo” do conteúdo, mas aceitou que o material deveria ser descartado. O caso teria gerado forte incômodo nos bastidores do “Fantástico”. A assessoria de Luísa Sonza não se pronunciou sobre o cancelamento da entrevista.   Entrevista vazada Segundo o material vazado, Luísa Sonza ficou visivelmente desconfortável ao ser questionada sobre a acusação de racismo por Poliana Abritta. A artista desconversou e afirmou que falaria sobre o ocorrido no documentário da Netflix, “Se Eu Fosse Luísa Sonza”. A cantora foi alvo de processo após pedir para uma mulher negra lhe servir água num evento realizado em 2018. Contudo, o imbróglio judicial foi finalizado em setembro deste ano com um acordo indenizatório e uma retratação pública. No mesmo período, Luísa gerou outra polêmica ao aparecer no programa “Mais Você” para expor a traição do então namorado Chico Moedas, o que foi considerado uma cortina de fumaça por inúmeros internautas.

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    Norman Lear, gênio da TV americana, morre aos 101 anos

    6 de dezembro de 2023 /

    O lendário produtor e roteirista de televisão Norman Lear, criador de séries pioneiras como “Tudo em Família”, “Good Times”, “Maude”, “Os Jeffersons” e “One Day at a Time”, que abordaram pela primeira vez questões sociais como racismo, mães solteiras e aborto na televisão dos Estados Unidos, morreu na terça-feira (5/12) de causas naturais em sua casa, em Los Angeles, aos 101 anos. Vencedor de seis prêmios Emmy por seu trabalho na televisão, Lear também era conhecido por seu empenho em favor de causas progressistas e trabalhou de forma ativa até os 90 anos.   Começo de carreira com indicação a Oscar A jornada de Norman Lear no mundo do entretenimento começou longe dos holofotes da televisão. Nascido em 27 de julho de 1922, em New Haven, Connecticut, Lear iniciou sua carreira após a 2ª Guerra Mundial, onde serviu na Força Aérea dos Estados Unidos. Após o serviço militar, ele mergulhou no mundo do entretenimento como agente de imprensa em Nova York, mas rapidamente transitou para a escrita de comédias. Seu primeiro grande trabalho foi como escritor para Dean Martin e Jerry Lewis no “The Colgate Comedy Hour”, um programa televisivo no início dos anos 1950. Norman estreou como roteirista de cinema em 1963, adaptando uma peça de Neil Simon no filme “O Bem Amado” (Come Blow Your Horn), estrelada por Frank Sinatra. O sucesso do filme estabeleceu um parceria entre o escritor e o diretor Bud Yorkin, que teve como ponto alto “Divórcio à Americana” (1967), comédia sobre um casal, interpretado por Dick Van Dyke e Debbie Reynolds, que se encontra em um processo turbulento de divórcio. Conseguindo equilibrar o humor com uma crítica social aguda, refletindo as mudanças culturais da época, o roteiro do então jovem Norman recebeu uma indicação ao Oscar, consagrando o escritor. Ele também escreveu a comédia “Quando o Strip-Tease Começou” (The Night They Raided Minsky’s, 1968), dirigida por William Friedkin (de “O Exorcista”), antes de cometer uma ousadia. Em 1971, Norman comandou seu único filme como diretor, “Uma Cidade Contra o Vício” (Cold Turkey), sátira sobre uma cidade cujos habitantes decidem parar de fumar para ganhar um desafio corporativo e o prêmio em dinheiro associado. Crítica mordaz à indústria do tabaco e à cultura do consumismo americano, o filme dividiu opiniões e encerrou a carreira cinematográfica do roteirista, mas desde então virou cult e ganhou reconhecimento por sua abordagem direta na discussão de questões sociais, um tema recorrente em muitos de seus trabalhos posteriores na televisão.   A revolução de “Tudo em Família” Nesse meio tempo, Norman levou sua parceria criativa com Bud Yorkin para os negócios. Juntos, eles fundaram a Tandem Productions, que se tornou a plataforma para o desenvolvimento das séries do roteirista, combinando visão criativa com experiência de produção. Norman também estava no lugar certo na hora certa. No início dos 1970, houve uma mudança significativa no panorama da televisão americana. As redes estavam buscando conteúdos mais relevantes e realistas que refletissem as mudanças sociais e culturais da época. Então, Norman teve a ideia de adaptar a série britânica “Till Death Us Do Part” para o público americano, com foco em questões sociais relevantes. Lear e Yorkin adaptaram o conceito, trazendo para o centro da produção questões de racismo, sexismo e política, temas até então pouco explorados na TV. E, claro, a princípio houve hesitação das redes em aceitar uma série com temáticas tão polêmicas. A ABC inicialmente pegou o projeto, mas depois o abandonou devido ao seu conteúdo controverso. Mas a CBS, sob a nova liderança do executivo Robert Wood, queria modernizar sua programação e se mostrou mais aberta a assumir riscos. Norman apresentou sua versão do sitcom britânico, rebatizado como “Tudo em Família” (All in Family) à CBS, que aceitou produzir a série, reconhecendo seu potencial para conectar-se com as mudanças da época. “Tudo em Família” (All in the Family) estreou em 12 de janeiro de 1971 e rapidamente se tornou um marco na televisão americana. Os episódios giravam em torno da família Bunker, liderada por Archie Bunker, interpretado por Carroll O’Connor. Archie é um trabalhador de classe média, morador do bairro Queens, em Nova York, e notoriamente conservador, preconceituoso e de mentalidade fechada, refletindo as tensões sociais e políticas da época. Archie Bunker foi concebido como um retrato da classe trabalhadora americana da época, resistente às mudanças sociais e culturais que estavam ocorrendo nos Estados Unidos. Ele frequentemente expressava suas visões através de declarações racistas, sexistas e homofóbicas. A genialidade da série estava justamente em usar o personagem para satirizar e desafiar essas visões, expondo a ignorância e o absurdo de seus preconceitos. Apesar de suas falhas, Archie também era retratado como um personagem capaz de evolução e mudança, o que contribuiu para a profundidade e relevância da série. Com sua abordagem única e um humor afiado, “Tudo em Família” foi não apenas um sucesso de audiência, mas também um veículo para discussões sociais profundas. E, de quebra, venceu quatro vezes o Emmy, como Melhor Série Estreante e Melhor Série de Comédia.   O universo de Norman Lear na TV Norman acabou criando um universo televisivo em torno do sucesso de “Tudo em Família”, expandido através de vários spin-offs. Este universo refletia e comentava a complexidade da sociedade americana da época. O melhor é que nada parecia forçado, já que os personagens foram introduzidos na série principal, causando repercussão suficiente para que se ramificassem em suas próprias narrativas. Por exemplo, a personagem Maude Findlay apareceu pela primeira vez em “Tudo em Família” como a prima liberal de Edith Bunker, antes de se tornar a protagonista de sua própria série, “Maude”, que estreou em 1972 e foi protagonizado por Bea Arthur no papel-título. A série destacou-se por abordar temas controversos, incluindo um episódio memorável sobre o aborto, um assunto raramente discutido na televisão naquela época. Cada spin-off abordava temas sociais do seu próprio ponto de vista único. Enquanto “Tudo em Família” se concentrava no conservadorismo e nas visões de mundo de Archie Bunker, “Maude” explorava questões feministas e liberais. Já “Good Times” e “Os Jeffersons” focavam em famílias afro-americanas, trazendo à tona questões de racismo e ascensão social. “Good Times” era tecnicamente um spin-off de um spin-off. A série surgiu em 1974 a partir de “Maude”, de onde veio a personagem Florida Evans (papel de Esther Rolle), que era a empregada da família Findlay. Florida e seu marido James Evans (interpretado por John Amos) eram os personagens centrais, vivendo em um conjunto habitacional em Chicago com seus três filhos. Eles não eram da classe média como os anteriores e lidavam com questões de pobreza, racismo e sonhos de ascensão social. Com personagens memoráveis como J.J., interpretado por Jimmie Walker, “Good Times” combinou comédia com um retrato realista dos desafios enfrentados pelas famílias negras urbanas. Mais bem-sucedida de todas as séries derivadas, “Os Jeffersons” estreou em 1975 e teve uma notável duração de 11 temporadas. A produção focava uma família afro-americana de classe média que se muda para um bairro de elite. George e Louise Jefferson, interpretados por Sherman Hemsley e Isabel Sanford, foram introduzidos em “Tudo em Família” como vizinhos de Archie e Edith Bunker. Inicialmente, George Jefferson foi concebido como um contraponto a Archie Bunker – ambos eram personagens orgulhosos e teimosos, mas com pontos de vista políticos e sociais opostos. Esta dinâmica proporcionou momentos de confronto e humor, refletindo as tensões raciais e de classe da sociedade americana. Em sua série própria, os Jeffersons se mudam para um apartamento de luxo em Manhattan após o sucesso dos negócios de limpeza a seco de George. Os episódios acompanhavam as aventuras e desafios da família em seu novo ambiente, inovando ao apresentar na TV uma família negra bem-sucedida financeiramente, e ainda ainda assim tendo que lidar com racismo e preconceito contra sua ascensão social. Pioneira em vários sentidos, a série ainda abordou relações interraciais e até questões de identidade de gênero. A última atração desse universo foi “Archie Bunker’s Place”, lançada em 1979 como uma continuação direta de “Tudo em Família”, com Archie Bunker gerenciando um bar. “Archie Bunker’s Place” tentou manter o espírito original, mas com uma abordagem um pouco mais suavizada.   Outras Criações Notáveis Além dessas séries icônicas, Lear foi responsável por outras produções de sucesso, como “Sanford and Son”, uma adaptação americana da série britânica “Steptoe and Son”, e “One Day at a Time”, uma sitcom que abordou a vida de uma mãe solteira e seus dois filhos. “One Day at a Time” só durou menos que “Os Jeffersons”. Ambas foram lançadas no mesmo ano e tiveram mais de 200 episódios produzidos, mas “Os Jeffersons” ficou um ano a mais no ar, até 1985. A trama acompanhava Ann Romano, uma mãe recém-divorciada interpretada por Bonnie Franklin, que enfrentava os desafios de criar sozinha suas duas filhas adolescentes, Julie e Barbara Cooper, interpretadas por Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli, respectivamente. O que tornou “One Day at a Time” única na época foi seu foco em uma mãe solteira e as questões que ela enfrentava, uma premissa rara na televisão dos anos 1970. A série abordava temas como feminismo, namoro, violência doméstica e problemas financeiros, tudo sob a perspectiva de uma família liderada por mulheres. Após o sucesso estrondoso na décadas de 1970, Norman Lear deixou de lado os roteiros para se concentrar na produção. Neste papel, ele esteve envolvido em filmes icônicos como “A Princesa Prometida” (1987) e “Tomates Verdes Fritos” (1991), que se tornaram clássicos cult, além da popular série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life), que também teve mais de 200 episódios produzidos nos anos 1980. Recentemente, ele ainda se envolveu no remake de “One Day at a Time”, lançado em 2017 com uma nova abordagem e relevância para o público contemporâneo. A nova versão reimaginou a trama com um contexto latino, centrando-se em uma família cubano-americana. Inicialmente produzida pela Netflix, a série durou quatro temporadas seguindo Penelope Alvarez, uma mãe solteira e veterana do exército, interpretada por Justina Machado, que cria sua filha radical Elena e seu filho sociável Alex com a ajuda de sua mãe cubana tradicional, Lydia, interpretada pela vencedora do Oscar Rita Moreno. Além disso, ao longo da série, adolescente Elena (interpretada por Isabella Gomez) passa por um processo de autodescoberta e, eventualmente, se assume como lésbica.   Tributos e legado Sua ousadia criativa e importância para a TV é considerada tão grande que o Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) batizou um prêmio com seu nome. O “Prêmio de Realização de Carreira Norman Lear” é uma homenagem concedida a produtores de televisão que demonstraram uma conquista vitalícia notável em sua profissão. Entre muitos outros tributos, ele também foi homenageado por instituições como o Television Hall of Fame e o Peabody Award, em reconhecimento ao seu trabalho pioneiro. Os tributos a Norman Lear enfatizam seu impacto profundo, com sua morte emocionando diversas personalidades e entidades nos EUA. A People for the American Way, organização que Norman co-fundou, destacou seu uso da cultura para gerar conversas e promover mudanças positivas. O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA) destacou seu compromisso com a justiça social, reconhecendo sua habilidade de usar o humor para combater o racismo e os preconceitos. Rob Reiner, que trabalhou em “Tudo em Família” e dirigiu “A Princesa Prometida”, o chamou de “segundo pai” e expressou profunda gratidão e admiração pelo genial criador. O apresentador Jimmy Kimmel descreveu Lear como alguém cuja “coragem, integridade e bússola moral inigualável” o tornaram “um grande americano, um herói em todos os sentidos”. Jane Fonda destacou seu impacto significativo no “rosto e alma da comédia americana” e sua importância pessoal para muitos, incluindo ela mesma. E George Clooney refletiu que sua morte aos 101 anos foi “cedo demais”. Ele prestou homenagem ao artista como “o maior defensor da razão do mundo” e um “amigo querido” de sua família, além de reconhecê-lo como um gigante. Até Bob Iger, CEO da Walt Disney Company, enfatizou o “impacto monumental e legado” de Lear, reconhecendo-o como um ícone e uma das mentes mais brilhantes da história da...

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    Globo pode cancelar entrevista vazada de Luísa Sonza no “Fantástico”

    27 de novembro de 2023 /

    A Globo pode cancelar a exibição de uma entrevista de Luísa Sonza no “Fantástico” após vazamento de trechos polêmicos em outubro deste ano. Na ocasião, a cantora se recusou a falar sobre o caso de racismo em que sofreu sanções na Justiça. As informações foram reveladas pela Folha de S. Paulo. “As matérias e quadros do ‘Fantástico’ são divulgadas na semana de exibição, justamente pela característica do programa. Dependendo do factual, tudo pode mudar”, declarou a emissora, sem fornecer uma data específica para a exibição da entrevista. Existe uma chance do material ser transmitido na primeira quinzena de dezembro. Luísa ficou visivelmente desconfortável ao ser questionada sobre o assunto por Poliana Abritta. A artista desconversou e afirmou que falaria sobre o ocorrido no documentário da Netflix, “Se Eu Fosse Luísa Sonza”, que estreia em 13 de dezembro. Vale lembrar que a cantora não conseguiu escapar do assunto em outubro de 2022 nas redes sociais, quando ela disse que estava “lidando com a situação [racismo] como uma oportunidade para tentar ser melhor”.   Reconheceu o erro! No início deste mês, Luísa Sonza se pronunciou pela primeira vez sobre a acusação, que sofreu em 2018. A cantora foi alvo de processo após pedir para uma mulher negra lhe servir água num evento. “Tive muita dificuldade de entender no começo, por ser uma pessoa branca e não viver isso na pele”, confessou Luísa, que passou a ler livros de Djamila Ribeiro e Silvio Almeida para assimilar o episódio. A cantora ainda revelou ter tido conversas com Tia Má e Preto Zezé sobre o assunto racial. “É importante que tragam isso pra mim, enquanto mulher branca. Cometi esse erro. Óbvio que não foi intencional, óbvio que não! Mas a gente comete isso diariamente.” O processo judicial foi finalizado em setembro deste ano com um acordo indenizatório e uma retratação pública. No mesmo período, Luísa apareceu no programa “Mais Você” para expor a traição do então namorado Chico Moedas, o que foi considerado uma cortina de fumaça por inúmeros internautas.

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    Thiago Gagliasso presta queixa criminal contra Ludmilla após ser chamado de racista

    23 de novembro de 2023 /

    O deputado estadual Thiago Gagliasso, irmão do ator Bruno Gagliasso, prestou queixa criminal contra a cantora Ludmilla nesta quinta (23/11), após ser chamado de racista. Em suas redes sociais, Ludmilla disse que ele o chamou de “macaca” durante uma festa. Ele nega o relato, que teria sido testemunhado por um amigo da cantora. Thiago mostrou sua chegada à delegacia nos Stories de seu perfil no Instagram. “Chegando aqui na delegacia, porque lugar de acusar é na internet, mas lugar de provar é na Justiça. Fui acusado de algo que não fiz, um crime que não cometi, e quem me acusou vai pagar, porque aqui não tem nenhum palhaço”, disse. Depois, ainda postou, com o boletim de ocorrência em ãos: “Saindo agora da delegacia. Porque, diferente de outras pessoas que usam o racismo para se promover, pra mim racismo é uma coisa muito séria. E ser acusado de racismo, coisa que eu não fiz, é mais ainda”. Ludmilla resolveu expor a situação após ganhar a medalha Tiradentes, honraria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para figuras públicas engajadas em causas sociais. Thiago votou contra a premiação, dando como justificativa o teor explícito de algumas das músicas da cantora. Ela foi nas redes sociais rebater: “Ele votou [contra] a medalha não foi por causa de música nenhuma, não. É porque ele é racista mesmo”. E então contou a história: “Ele é racista, sim! Sabe o que aconteceu? A gente tava na casa de uma das pessoas mais famosas desse país, e aí eu tava acompanhada de um cara. E daí, ele conhecia esse cara [Thiago]. Ele chegou nesse cara, simplesmente na minha cara: ‘Mano, tanta mina gata na festa e você tá com essa macaca’”, lembrou a artista. “A gente olhou para cara dele, a gente começou a discutir com ele e aí já veio um monte de gente falando: ‘Não, gente, calma, é que ele é assim mesmo, ele às vezes passa dos limites’”, ela relatou. “Eu falei: ‘Mano, não tem calma, para esse tipo de situação não tem calma’. Eu tava meio que sozinha, só tava com esse cara e ele me defendeu também, a gente acabou indo embora do evento.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thiago Gagliasso Ferreira (@thigagliasso)

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  • Música

    Ludmilla acusa irmão de Bruno Gagliasso de ser racista

    23 de novembro de 2023 /

    Ludmilla gerou revolta nesta quinta-feira (23/11) após expor um episódio racista que sofreu de Thiago Gagliasso, o irmão do ator Bruno Gagliasso, que é deputado estadual e alinhado ao bolsonarismo. Ele foi contra a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) de entregar à cantora a medalha Tiradentes, a mais alta condecoração do estado, por seu trabalho beneficente. Em vídeo publicado nos Stories do Instagram, a cantora deu detalhes de uma situação traumática que viveu pra contextualizar o voto contrário de Thiago. “Ele votou [contra] a medalha não foi por causa de música nenhuma, não. É porque ele é racista mesmo”. “Ele é racista, sim! Sabe o que aconteceu? A gente tava na casa de uma das pessoas mais famosas desse país, e aí eu tava acompanhada de um cara. E daí, ele conhecia esse cara [Thiago]. Ele chegou nesse cara, simplesmente na minha cara: ‘Mano, tanta mina gata na festa e você tá com essa macaca'”, lembrou a artista. “A gente olhou para cara dele, a gente começou a discutir com ele e aí já veio um monte de gente falando: ‘Não, gente, calma, é que ele é assim mesmo, ele às vezes passa dos limites'”, ela relatou. “Eu falei: ‘Mano, não tem calma, para esse tipo de situação não tem calma’. Eu tava meio que sozinha, só tava com esse cara e ele me defendeu também, a gente acabou indo embora do evento.” Por fim, Ludmilla explicou que estava sozinha no local em que viveu o episódio traumático. “Eu não estava com meus amigos, eu não estava com minha família. Então, eu fiquei muito mal e esse foi um dos piores racismos que eu já sofri na minha vida. Quem é mulher preta sabe do que eu estou falando”, completou a artista. A Ludmilla expondo o Thiago Gagliasso… Grandona sem medo! pic.twitter.com/XNLMzlOPIa — alexandre (@Iexandre) November 23, 2023

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    Mãe de Ludmilla detona Luana Piovani por criticar funkeira em hino e calar diante de racismo

    21 de novembro de 2023 /

    A mãe de Ludmilla, Silvana Oliveira, deixou um recado para Luana Piovani nas redes sociais, pedindo manifestações contra o racismo sofrido pela filha, já que a atriz usou seu espaço para criticar a funkeira em público por ocasião da falha técnica na execução do Hino Nacional. Para quem não lembra, a ex-esposa de Pedro Scooby criticou a intérprete de “Maldivas” por sua performance declamando o Hino durante o GP do Brasil de Fórmula 1. “Vergonha alheia”, escreveu ela à época. Ao relembrar a crítica, Silvana contrastou o protesto de antes com o silêncio de agora, diante do ataque racista que a cantora recebeu em pleno Dia da Consciência Negra. “E aí gente, nessa hora que a gente também acaba vendo e crendo como as pessoas são tão racistas, sabe?”, começou Silvana. “Aconteceu o problema lá do Hino, que foi uma coisa que não foi culpa dela, mas enfim, tá? Vocês querem dizer que foi culpa dela? OK, foi culpa dela, mas não foi um crime”, continuou a mãe de Ludmilla. Foi então que ela citou a atriz: “Mas aí eu vi um monte de gente branquinha falar, bater no peito. Cadê a brasileira Luana Piovani, por exemplo, é uma pessoa que tem voz, né? Poderia vir aqui pedir para os racistas pararem, dar uma trégua? Você pode fazer isso? Minha irmã, pode? Se você puder, titia agradece. É porque no dia do Hino a senhora veio com tudo, com todo seu brasileirismo. Cadê agora não tem? Ah não”, detonou. Silvana, mãe de Ludmilla, manda indireta para Luana Piovani e pede trégua para os ataqu3s racist*s. “Você pode fazer isso, minha irmã? (…) Porque no dia do hino a senhora veio com todo seu brasileirismo… cadê agora? Não tem?”. pic.twitter.com/l5kBKq8Hp6 — POPTime (@siteptbr) November 21, 2023

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    Ludmilla protesta após sofrer racismo no Dia da Consciência Negra: “Não vão me parar”

    20 de novembro de 2023 /

    Ludmilla se manifestou nesta segunda (20/11), Dia da Consciência Negra, após sofrer diversos ataques racistas no X (antigo Twitter). As agressões teriam sido promovidas inicialmente pelos fãs da mexicana Kenia Os, depois que as famosas trocaram unfollow nas redes sociais, o que explicaria muitos textos em espanhol, mas diversos brasileiros aproveitaram para demonstrar seus piores instintos. Em suas redes sociais, a cantora avisou que não permanecerá calada diante dos atos criminosos. “Não vou recuar”, escreveu, avisando que ia processar todos os racistas. “Veio à tona, nos últimos dias, um recorte do racismo que sofro em minha rotina, principalmente depois que me tornei artista. Um ódio gratuito jogado em mim por perfis racistas ‘vestidos’ de fãs, que nem de longe lembram o público que gosta de música de verdade”, escreveu. Ludmilla explicou que acionou sua equipe jurídica para identificar cada um dos responsáveis pela “enxurrada de ataques”. Ela também notificou a plataforma X, que deletou as publicações denunciadas. “Não dá mais para eu ter que responder por algo que fizeram comigo. Quem tem que falar ou mostrar a cara é quem faz isso, assim, impunimente”, continuou. “Exausta é pouco, mas não vou recuar – continuarei existindo e brilhando, doa a quem doer- e mais uma vez deixo aqui registrado: não há o que celebrar no dia 20 de novembro. Vocês não vão me parar, seus filhos da p*ta”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LUDMILLA (@ludmilla) pic.twitter.com/bR1veiaKQv — LUDMILLA (@Ludmilla) November 20, 2023

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    Ludmilla é vítima de racismo no Dia da Consciência Negra

    20 de novembro de 2023 /

    Ludmilla foi alvo de um ataque racista orquestrado nas redes sociais na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta segunda-feira (20/11). A cantora entrou para os assuntos mais comentados do X (antigo Twitter) após seus fãs exigirem respeito. Ao que tudo indica, o ataque teria sido promovido inicialmente pelos fãs da mexicana Kenia Os, depois que as famosas trocaram unfollow nas redes sociais. Algumas pessoas apontaram que a situação teria ocorrido devido a uma foto da gringa com Anitta, a suposta “rival” de Ludmilla, mas não há confirmação. O fato é que o nome de Ludmilla viralizou no X por meio de comentários ofensivos que foram disparados até pelo público brasileiro. “A Ludmilla ter cantado o hino [nacional] na [premiação do] Multishow gerou mais indignação do que o fato dela tá recebendo ataques racistas”, apontou um fã. A situação gerou revolta até em fã-clubes de outros artistas, como Pabllo Vittar, IZA, Luísa Sonza, Gloria Groove, Ana Castela, Bad Bunny e Beyoncé, além da própria Tati Quebra Barraco e do ex-BBB Paulo André. “Inadmissível! A cantora Ludmilla, que também é uma grande fã da Beyoncé, está sendo alvo de uma série de ataques com comentários racistas, e é preocupante notar que muitos brasileiros também estão se unindo a isso. Racismo é crime, e esse tipo de comportamento, tanto na internet quanto na vida real, deve ser reprimido! Ao se depararem com esse tipo de ataque, seja a quem for, não se omitam. Denunciem!”, escreveu o perfil do fã-clube de Beyoncé. “A equipe do Portal IZA não apoia e nem compactua com quaisquer crimes de ódio e RACISMO praticados por outros fandoms contra Ludmilla ou qualquer outro artista. Estamos contigo, Lud!”, acrescentou os fãs da cantora IZA. É inadmissível abrir as redes sociais e se deparar com a quantidade de ataques racistas que a LUDMILLA, grande amiga e parceira de Gloria Groove, vem sofrendo nos últimos dias. Não compactamos com tais atitudes e pedimos aos groovers que denunciem esses crimes que estão sendo… pic.twitter.com/Ct0m6zdnqo — Bonde da Gloria Groove (@bondedagg) November 20, 2023 Bad Bunny Brasil vem por meio deste tweet, demonstrar apoio a toda a fanbase e também a artista Ludmilla, que nos últimos dias vem sofrendo o CRIME de racismo por parte de outras fã bases. Lembrando que racismo É CRIME, e a internet não é terra sem lei! pic.twitter.com/7QMOyiOtZI — Bad Bunny Brasil 🇧🇷 (@BadBunnyBrasil) November 20, 2023 🚨 INADMISSÍVEL! A cantora Ludmilla, que também é uma grande fã da Beyoncé, está sendo alvo de uma série de ataques com comentários racistas, e é preocupante notar que muitos brasileiros também estão se unindo a isso. Racismo é CRIME, e esse tipo de comportamento, tanto na… pic.twitter.com/WH538abtkR — Beyoncé Brasil (@beyoncebrasil) November 20, 2023 🚨 Atenção, talismãs: A equipe do Portal IZA não apoia e nem compactua com quaisquer crimes de ódio e RACISMO praticados por outros fandoms contra Ludmilla ou qualquer outro artista. Estamos contigo, Lud 🖤 pic.twitter.com/WwXJJa69T9 — Portal IZA (@izaportal) November 20, 2023 A ludmilla ter cantado o hino na multishow gerou mais indignação do que o fato dela tá recebendo ataques racistas há 2 dias né? disseram que ela não aguentou 2 dias de hater, mas quem não aguentaria 1 hora na pele dela são vocês. ser uma mulher preta feliz e bem sucedida incomoda — jurídico ludmilla (@blckklucas) November 19, 2023 Dia de celebração ao povo preto, dia de ver várias publicações e comemorações do povo preto, e oq aparece pra mim são publicações em defesa da Ludmilla pq MAIS uma vez a mina tá recebendo ataques racistas . — Pisponelly (@ProsperaPispol) November 20, 2023 se mexeu com a lud mexeu com os sonzers!!!! LUDMILLA MERECE RESPEITO pic.twitter.com/t6V65lPtO4 — mari (@bymarisonza) November 20, 2023 Manifestamos nosso apoio a Ludmilla e seu fandom, que sempre esteve ao lado de Pabllo Vittar desde o início. O racismo é uma banalidade inaceitável e não se esqueçam que aqui não é lugar sem lei. Que a justiça seja feita.LUDMILLA MERECE RESPEITO ! pic.twitter.com/pHBO63t3B7 — Info Pabllo Vittar (@InfoPablloBR) November 20, 2023 Minha solidariedade minha garota❤️Sabemos que nada nos isenta de sofrer racismo.Sofremos e sofreremos pois ser uma mulher negra nesse mundo, vc precisa ter a força de 100. LUDMILLA MERECE RESPEITO pic.twitter.com/mpHCcBGIyv — Tati Quebra Barraco🏚 (@TatiQBOficial) November 20, 2023 INACREDITÁVEL isso estar acontecendo nos dias de hoje, a única coisa que pedimos é o RESPEITO, isso é CRIME, é INACEITÁVEL. Não iremos nos calar, lutamos por todos e não toleramos nenhum ato de racismo e preconceito! LUDMILLA MERECE RESPEITO, TODOS NÓS PRETOS MERECEMOS RESPEITO! pic.twitter.com/zqLZLZkiKP — TROPA DA LUD (@tropadalud) November 20, 2023

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