PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • TV

    Norman Lear, gênio da TV americana, morre aos 101 anos

    6 de dezembro de 2023 /

    O lendário produtor e roteirista de televisão Norman Lear, criador de séries pioneiras como “Tudo em Família”, “Good Times”, “Maude”, “Os Jeffersons” e “One Day at a Time”, que abordaram pela primeira vez questões sociais como racismo, mães solteiras e aborto na televisão dos Estados Unidos, morreu na terça-feira (5/12) de causas naturais em sua casa, em Los Angeles, aos 101 anos. Vencedor de seis prêmios Emmy por seu trabalho na televisão, Lear também era conhecido por seu empenho em favor de causas progressistas e trabalhou de forma ativa até os 90 anos.   Começo de carreira com indicação a Oscar A jornada de Norman Lear no mundo do entretenimento começou longe dos holofotes da televisão. Nascido em 27 de julho de 1922, em New Haven, Connecticut, Lear iniciou sua carreira após a 2ª Guerra Mundial, onde serviu na Força Aérea dos Estados Unidos. Após o serviço militar, ele mergulhou no mundo do entretenimento como agente de imprensa em Nova York, mas rapidamente transitou para a escrita de comédias. Seu primeiro grande trabalho foi como escritor para Dean Martin e Jerry Lewis no “The Colgate Comedy Hour”, um programa televisivo no início dos anos 1950. Norman estreou como roteirista de cinema em 1963, adaptando uma peça de Neil Simon no filme “O Bem Amado” (Come Blow Your Horn), estrelada por Frank Sinatra. O sucesso do filme estabeleceu um parceria entre o escritor e o diretor Bud Yorkin, que teve como ponto alto “Divórcio à Americana” (1967), comédia sobre um casal, interpretado por Dick Van Dyke e Debbie Reynolds, que se encontra em um processo turbulento de divórcio. Conseguindo equilibrar o humor com uma crítica social aguda, refletindo as mudanças culturais da época, o roteiro do então jovem Norman recebeu uma indicação ao Oscar, consagrando o escritor. Ele também escreveu a comédia “Quando o Strip-Tease Começou” (The Night They Raided Minsky’s, 1968), dirigida por William Friedkin (de “O Exorcista”), antes de cometer uma ousadia. Em 1971, Norman comandou seu único filme como diretor, “Uma Cidade Contra o Vício” (Cold Turkey), sátira sobre uma cidade cujos habitantes decidem parar de fumar para ganhar um desafio corporativo e o prêmio em dinheiro associado. Crítica mordaz à indústria do tabaco e à cultura do consumismo americano, o filme dividiu opiniões e encerrou a carreira cinematográfica do roteirista, mas desde então virou cult e ganhou reconhecimento por sua abordagem direta na discussão de questões sociais, um tema recorrente em muitos de seus trabalhos posteriores na televisão.   A revolução de “Tudo em Família” Nesse meio tempo, Norman levou sua parceria criativa com Bud Yorkin para os negócios. Juntos, eles fundaram a Tandem Productions, que se tornou a plataforma para o desenvolvimento das séries do roteirista, combinando visão criativa com experiência de produção. Norman também estava no lugar certo na hora certa. No início dos 1970, houve uma mudança significativa no panorama da televisão americana. As redes estavam buscando conteúdos mais relevantes e realistas que refletissem as mudanças sociais e culturais da época. Então, Norman teve a ideia de adaptar a série britânica “Till Death Us Do Part” para o público americano, com foco em questões sociais relevantes. Lear e Yorkin adaptaram o conceito, trazendo para o centro da produção questões de racismo, sexismo e política, temas até então pouco explorados na TV. E, claro, a princípio houve hesitação das redes em aceitar uma série com temáticas tão polêmicas. A ABC inicialmente pegou o projeto, mas depois o abandonou devido ao seu conteúdo controverso. Mas a CBS, sob a nova liderança do executivo Robert Wood, queria modernizar sua programação e se mostrou mais aberta a assumir riscos. Norman apresentou sua versão do sitcom britânico, rebatizado como “Tudo em Família” (All in Family) à CBS, que aceitou produzir a série, reconhecendo seu potencial para conectar-se com as mudanças da época. “Tudo em Família” (All in the Family) estreou em 12 de janeiro de 1971 e rapidamente se tornou um marco na televisão americana. Os episódios giravam em torno da família Bunker, liderada por Archie Bunker, interpretado por Carroll O’Connor. Archie é um trabalhador de classe média, morador do bairro Queens, em Nova York, e notoriamente conservador, preconceituoso e de mentalidade fechada, refletindo as tensões sociais e políticas da época. Archie Bunker foi concebido como um retrato da classe trabalhadora americana da época, resistente às mudanças sociais e culturais que estavam ocorrendo nos Estados Unidos. Ele frequentemente expressava suas visões através de declarações racistas, sexistas e homofóbicas. A genialidade da série estava justamente em usar o personagem para satirizar e desafiar essas visões, expondo a ignorância e o absurdo de seus preconceitos. Apesar de suas falhas, Archie também era retratado como um personagem capaz de evolução e mudança, o que contribuiu para a profundidade e relevância da série. Com sua abordagem única e um humor afiado, “Tudo em Família” foi não apenas um sucesso de audiência, mas também um veículo para discussões sociais profundas. E, de quebra, venceu quatro vezes o Emmy, como Melhor Série Estreante e Melhor Série de Comédia.   O universo de Norman Lear na TV Norman acabou criando um universo televisivo em torno do sucesso de “Tudo em Família”, expandido através de vários spin-offs. Este universo refletia e comentava a complexidade da sociedade americana da época. O melhor é que nada parecia forçado, já que os personagens foram introduzidos na série principal, causando repercussão suficiente para que se ramificassem em suas próprias narrativas. Por exemplo, a personagem Maude Findlay apareceu pela primeira vez em “Tudo em Família” como a prima liberal de Edith Bunker, antes de se tornar a protagonista de sua própria série, “Maude”, que estreou em 1972 e foi protagonizado por Bea Arthur no papel-título. A série destacou-se por abordar temas controversos, incluindo um episódio memorável sobre o aborto, um assunto raramente discutido na televisão naquela época. Cada spin-off abordava temas sociais do seu próprio ponto de vista único. Enquanto “Tudo em Família” se concentrava no conservadorismo e nas visões de mundo de Archie Bunker, “Maude” explorava questões feministas e liberais. Já “Good Times” e “Os Jeffersons” focavam em famílias afro-americanas, trazendo à tona questões de racismo e ascensão social. “Good Times” era tecnicamente um spin-off de um spin-off. A série surgiu em 1974 a partir de “Maude”, de onde veio a personagem Florida Evans (papel de Esther Rolle), que era a empregada da família Findlay. Florida e seu marido James Evans (interpretado por John Amos) eram os personagens centrais, vivendo em um conjunto habitacional em Chicago com seus três filhos. Eles não eram da classe média como os anteriores e lidavam com questões de pobreza, racismo e sonhos de ascensão social. Com personagens memoráveis como J.J., interpretado por Jimmie Walker, “Good Times” combinou comédia com um retrato realista dos desafios enfrentados pelas famílias negras urbanas. Mais bem-sucedida de todas as séries derivadas, “Os Jeffersons” estreou em 1975 e teve uma notável duração de 11 temporadas. A produção focava uma família afro-americana de classe média que se muda para um bairro de elite. George e Louise Jefferson, interpretados por Sherman Hemsley e Isabel Sanford, foram introduzidos em “Tudo em Família” como vizinhos de Archie e Edith Bunker. Inicialmente, George Jefferson foi concebido como um contraponto a Archie Bunker – ambos eram personagens orgulhosos e teimosos, mas com pontos de vista políticos e sociais opostos. Esta dinâmica proporcionou momentos de confronto e humor, refletindo as tensões raciais e de classe da sociedade americana. Em sua série própria, os Jeffersons se mudam para um apartamento de luxo em Manhattan após o sucesso dos negócios de limpeza a seco de George. Os episódios acompanhavam as aventuras e desafios da família em seu novo ambiente, inovando ao apresentar na TV uma família negra bem-sucedida financeiramente, e ainda ainda assim tendo que lidar com racismo e preconceito contra sua ascensão social. Pioneira em vários sentidos, a série ainda abordou relações interraciais e até questões de identidade de gênero. A última atração desse universo foi “Archie Bunker’s Place”, lançada em 1979 como uma continuação direta de “Tudo em Família”, com Archie Bunker gerenciando um bar. “Archie Bunker’s Place” tentou manter o espírito original, mas com uma abordagem um pouco mais suavizada.   Outras Criações Notáveis Além dessas séries icônicas, Lear foi responsável por outras produções de sucesso, como “Sanford and Son”, uma adaptação americana da série britânica “Steptoe and Son”, e “One Day at a Time”, uma sitcom que abordou a vida de uma mãe solteira e seus dois filhos. “One Day at a Time” só durou menos que “Os Jeffersons”. Ambas foram lançadas no mesmo ano e tiveram mais de 200 episódios produzidos, mas “Os Jeffersons” ficou um ano a mais no ar, até 1985. A trama acompanhava Ann Romano, uma mãe recém-divorciada interpretada por Bonnie Franklin, que enfrentava os desafios de criar sozinha suas duas filhas adolescentes, Julie e Barbara Cooper, interpretadas por Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli, respectivamente. O que tornou “One Day at a Time” única na época foi seu foco em uma mãe solteira e as questões que ela enfrentava, uma premissa rara na televisão dos anos 1970. A série abordava temas como feminismo, namoro, violência doméstica e problemas financeiros, tudo sob a perspectiva de uma família liderada por mulheres. Após o sucesso estrondoso na décadas de 1970, Norman Lear deixou de lado os roteiros para se concentrar na produção. Neste papel, ele esteve envolvido em filmes icônicos como “A Princesa Prometida” (1987) e “Tomates Verdes Fritos” (1991), que se tornaram clássicos cult, além da popular série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life), que também teve mais de 200 episódios produzidos nos anos 1980. Recentemente, ele ainda se envolveu no remake de “One Day at a Time”, lançado em 2017 com uma nova abordagem e relevância para o público contemporâneo. A nova versão reimaginou a trama com um contexto latino, centrando-se em uma família cubano-americana. Inicialmente produzida pela Netflix, a série durou quatro temporadas seguindo Penelope Alvarez, uma mãe solteira e veterana do exército, interpretada por Justina Machado, que cria sua filha radical Elena e seu filho sociável Alex com a ajuda de sua mãe cubana tradicional, Lydia, interpretada pela vencedora do Oscar Rita Moreno. Além disso, ao longo da série, adolescente Elena (interpretada por Isabella Gomez) passa por um processo de autodescoberta e, eventualmente, se assume como lésbica.   Tributos e legado Sua ousadia criativa e importância para a TV é considerada tão grande que o Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) batizou um prêmio com seu nome. O “Prêmio de Realização de Carreira Norman Lear” é uma homenagem concedida a produtores de televisão que demonstraram uma conquista vitalícia notável em sua profissão. Entre muitos outros tributos, ele também foi homenageado por instituições como o Television Hall of Fame e o Peabody Award, em reconhecimento ao seu trabalho pioneiro. Os tributos a Norman Lear enfatizam seu impacto profundo, com sua morte emocionando diversas personalidades e entidades nos EUA. A People for the American Way, organização que Norman co-fundou, destacou seu uso da cultura para gerar conversas e promover mudanças positivas. O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA) destacou seu compromisso com a justiça social, reconhecendo sua habilidade de usar o humor para combater o racismo e os preconceitos. Rob Reiner, que trabalhou em “Tudo em Família” e dirigiu “A Princesa Prometida”, o chamou de “segundo pai” e expressou profunda gratidão e admiração pelo genial criador. O apresentador Jimmy Kimmel descreveu Lear como alguém cuja “coragem, integridade e bússola moral inigualável” o tornaram “um grande americano, um herói em todos os sentidos”. Jane Fonda destacou seu impacto significativo no “rosto e alma da comédia americana” e sua importância pessoal para muitos, incluindo ela mesma. E George Clooney refletiu que sua morte aos 101 anos foi “cedo demais”. Ele prestou homenagem ao artista como “o maior defensor da razão do mundo” e um “amigo querido” de sua família, além de reconhecê-lo como um gigante. Até Bob Iger, CEO da Walt Disney Company, enfatizou o “impacto monumental e legado” de Lear, reconhecendo-o como um ícone e uma das mentes mais brilhantes da história da...

    Leia mais
  • TV

    Globo pode cancelar entrevista vazada de Luísa Sonza no “Fantástico”

    27 de novembro de 2023 /

    A Globo pode cancelar a exibição de uma entrevista de Luísa Sonza no “Fantástico” após vazamento de trechos polêmicos em outubro deste ano. Na ocasião, a cantora se recusou a falar sobre o caso de racismo em que sofreu sanções na Justiça. As informações foram reveladas pela Folha de S. Paulo. “As matérias e quadros do ‘Fantástico’ são divulgadas na semana de exibição, justamente pela característica do programa. Dependendo do factual, tudo pode mudar”, declarou a emissora, sem fornecer uma data específica para a exibição da entrevista. Existe uma chance do material ser transmitido na primeira quinzena de dezembro. Luísa ficou visivelmente desconfortável ao ser questionada sobre o assunto por Poliana Abritta. A artista desconversou e afirmou que falaria sobre o ocorrido no documentário da Netflix, “Se Eu Fosse Luísa Sonza”, que estreia em 13 de dezembro. Vale lembrar que a cantora não conseguiu escapar do assunto em outubro de 2022 nas redes sociais, quando ela disse que estava “lidando com a situação [racismo] como uma oportunidade para tentar ser melhor”.   Reconheceu o erro! No início deste mês, Luísa Sonza se pronunciou pela primeira vez sobre a acusação, que sofreu em 2018. A cantora foi alvo de processo após pedir para uma mulher negra lhe servir água num evento. “Tive muita dificuldade de entender no começo, por ser uma pessoa branca e não viver isso na pele”, confessou Luísa, que passou a ler livros de Djamila Ribeiro e Silvio Almeida para assimilar o episódio. A cantora ainda revelou ter tido conversas com Tia Má e Preto Zezé sobre o assunto racial. “É importante que tragam isso pra mim, enquanto mulher branca. Cometi esse erro. Óbvio que não foi intencional, óbvio que não! Mas a gente comete isso diariamente.” O processo judicial foi finalizado em setembro deste ano com um acordo indenizatório e uma retratação pública. No mesmo período, Luísa apareceu no programa “Mais Você” para expor a traição do então namorado Chico Moedas, o que foi considerado uma cortina de fumaça por inúmeros internautas.

    Leia mais
  • Etc

    Thiago Gagliasso presta queixa criminal contra Ludmilla após ser chamado de racista

    23 de novembro de 2023 /

    O deputado estadual Thiago Gagliasso, irmão do ator Bruno Gagliasso, prestou queixa criminal contra a cantora Ludmilla nesta quinta (23/11), após ser chamado de racista. Em suas redes sociais, Ludmilla disse que ele o chamou de “macaca” durante uma festa. Ele nega o relato, que teria sido testemunhado por um amigo da cantora. Thiago mostrou sua chegada à delegacia nos Stories de seu perfil no Instagram. “Chegando aqui na delegacia, porque lugar de acusar é na internet, mas lugar de provar é na Justiça. Fui acusado de algo que não fiz, um crime que não cometi, e quem me acusou vai pagar, porque aqui não tem nenhum palhaço”, disse. Depois, ainda postou, com o boletim de ocorrência em ãos: “Saindo agora da delegacia. Porque, diferente de outras pessoas que usam o racismo para se promover, pra mim racismo é uma coisa muito séria. E ser acusado de racismo, coisa que eu não fiz, é mais ainda”. Ludmilla resolveu expor a situação após ganhar a medalha Tiradentes, honraria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro para figuras públicas engajadas em causas sociais. Thiago votou contra a premiação, dando como justificativa o teor explícito de algumas das músicas da cantora. Ela foi nas redes sociais rebater: “Ele votou [contra] a medalha não foi por causa de música nenhuma, não. É porque ele é racista mesmo”. E então contou a história: “Ele é racista, sim! Sabe o que aconteceu? A gente tava na casa de uma das pessoas mais famosas desse país, e aí eu tava acompanhada de um cara. E daí, ele conhecia esse cara [Thiago]. Ele chegou nesse cara, simplesmente na minha cara: ‘Mano, tanta mina gata na festa e você tá com essa macaca’”, lembrou a artista. “A gente olhou para cara dele, a gente começou a discutir com ele e aí já veio um monte de gente falando: ‘Não, gente, calma, é que ele é assim mesmo, ele às vezes passa dos limites’”, ela relatou. “Eu falei: ‘Mano, não tem calma, para esse tipo de situação não tem calma’. Eu tava meio que sozinha, só tava com esse cara e ele me defendeu também, a gente acabou indo embora do evento.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thiago Gagliasso Ferreira (@thigagliasso)

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla acusa irmão de Bruno Gagliasso de ser racista

    23 de novembro de 2023 /

    Ludmilla gerou revolta nesta quinta-feira (23/11) após expor um episódio racista que sofreu de Thiago Gagliasso, o irmão do ator Bruno Gagliasso, que é deputado estadual e alinhado ao bolsonarismo. Ele foi contra a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) de entregar à cantora a medalha Tiradentes, a mais alta condecoração do estado, por seu trabalho beneficente. Em vídeo publicado nos Stories do Instagram, a cantora deu detalhes de uma situação traumática que viveu pra contextualizar o voto contrário de Thiago. “Ele votou [contra] a medalha não foi por causa de música nenhuma, não. É porque ele é racista mesmo”. “Ele é racista, sim! Sabe o que aconteceu? A gente tava na casa de uma das pessoas mais famosas desse país, e aí eu tava acompanhada de um cara. E daí, ele conhecia esse cara [Thiago]. Ele chegou nesse cara, simplesmente na minha cara: ‘Mano, tanta mina gata na festa e você tá com essa macaca'”, lembrou a artista. “A gente olhou para cara dele, a gente começou a discutir com ele e aí já veio um monte de gente falando: ‘Não, gente, calma, é que ele é assim mesmo, ele às vezes passa dos limites'”, ela relatou. “Eu falei: ‘Mano, não tem calma, para esse tipo de situação não tem calma’. Eu tava meio que sozinha, só tava com esse cara e ele me defendeu também, a gente acabou indo embora do evento.” Por fim, Ludmilla explicou que estava sozinha no local em que viveu o episódio traumático. “Eu não estava com meus amigos, eu não estava com minha família. Então, eu fiquei muito mal e esse foi um dos piores racismos que eu já sofri na minha vida. Quem é mulher preta sabe do que eu estou falando”, completou a artista. A Ludmilla expondo o Thiago Gagliasso… Grandona sem medo! pic.twitter.com/XNLMzlOPIa — alexandre (@Iexandre) November 23, 2023

    Leia mais
  • Etc

    Mãe de Ludmilla detona Luana Piovani por criticar funkeira em hino e calar diante de racismo

    21 de novembro de 2023 /

    A mãe de Ludmilla, Silvana Oliveira, deixou um recado para Luana Piovani nas redes sociais, pedindo manifestações contra o racismo sofrido pela filha, já que a atriz usou seu espaço para criticar a funkeira em público por ocasião da falha técnica na execução do Hino Nacional. Para quem não lembra, a ex-esposa de Pedro Scooby criticou a intérprete de “Maldivas” por sua performance declamando o Hino durante o GP do Brasil de Fórmula 1. “Vergonha alheia”, escreveu ela à época. Ao relembrar a crítica, Silvana contrastou o protesto de antes com o silêncio de agora, diante do ataque racista que a cantora recebeu em pleno Dia da Consciência Negra. “E aí gente, nessa hora que a gente também acaba vendo e crendo como as pessoas são tão racistas, sabe?”, começou Silvana. “Aconteceu o problema lá do Hino, que foi uma coisa que não foi culpa dela, mas enfim, tá? Vocês querem dizer que foi culpa dela? OK, foi culpa dela, mas não foi um crime”, continuou a mãe de Ludmilla. Foi então que ela citou a atriz: “Mas aí eu vi um monte de gente branquinha falar, bater no peito. Cadê a brasileira Luana Piovani, por exemplo, é uma pessoa que tem voz, né? Poderia vir aqui pedir para os racistas pararem, dar uma trégua? Você pode fazer isso? Minha irmã, pode? Se você puder, titia agradece. É porque no dia do Hino a senhora veio com tudo, com todo seu brasileirismo. Cadê agora não tem? Ah não”, detonou. Silvana, mãe de Ludmilla, manda indireta para Luana Piovani e pede trégua para os ataqu3s racist*s. “Você pode fazer isso, minha irmã? (…) Porque no dia do hino a senhora veio com todo seu brasileirismo… cadê agora? Não tem?”. pic.twitter.com/l5kBKq8Hp6 — POPTime (@siteptbr) November 21, 2023

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla protesta após sofrer racismo no Dia da Consciência Negra: “Não vão me parar”

    20 de novembro de 2023 /

    Ludmilla se manifestou nesta segunda (20/11), Dia da Consciência Negra, após sofrer diversos ataques racistas no X (antigo Twitter). As agressões teriam sido promovidas inicialmente pelos fãs da mexicana Kenia Os, depois que as famosas trocaram unfollow nas redes sociais, o que explicaria muitos textos em espanhol, mas diversos brasileiros aproveitaram para demonstrar seus piores instintos. Em suas redes sociais, a cantora avisou que não permanecerá calada diante dos atos criminosos. “Não vou recuar”, escreveu, avisando que ia processar todos os racistas. “Veio à tona, nos últimos dias, um recorte do racismo que sofro em minha rotina, principalmente depois que me tornei artista. Um ódio gratuito jogado em mim por perfis racistas ‘vestidos’ de fãs, que nem de longe lembram o público que gosta de música de verdade”, escreveu. Ludmilla explicou que acionou sua equipe jurídica para identificar cada um dos responsáveis pela “enxurrada de ataques”. Ela também notificou a plataforma X, que deletou as publicações denunciadas. “Não dá mais para eu ter que responder por algo que fizeram comigo. Quem tem que falar ou mostrar a cara é quem faz isso, assim, impunimente”, continuou. “Exausta é pouco, mas não vou recuar – continuarei existindo e brilhando, doa a quem doer- e mais uma vez deixo aqui registrado: não há o que celebrar no dia 20 de novembro. Vocês não vão me parar, seus filhos da p*ta”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LUDMILLA (@ludmilla) pic.twitter.com/bR1veiaKQv — LUDMILLA (@Ludmilla) November 20, 2023

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla é vítima de racismo no Dia da Consciência Negra

    20 de novembro de 2023 /

    Ludmilla foi alvo de um ataque racista orquestrado nas redes sociais na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta segunda-feira (20/11). A cantora entrou para os assuntos mais comentados do X (antigo Twitter) após seus fãs exigirem respeito. Ao que tudo indica, o ataque teria sido promovido inicialmente pelos fãs da mexicana Kenia Os, depois que as famosas trocaram unfollow nas redes sociais. Algumas pessoas apontaram que a situação teria ocorrido devido a uma foto da gringa com Anitta, a suposta “rival” de Ludmilla, mas não há confirmação. O fato é que o nome de Ludmilla viralizou no X por meio de comentários ofensivos que foram disparados até pelo público brasileiro. “A Ludmilla ter cantado o hino [nacional] na [premiação do] Multishow gerou mais indignação do que o fato dela tá recebendo ataques racistas”, apontou um fã. A situação gerou revolta até em fã-clubes de outros artistas, como Pabllo Vittar, IZA, Luísa Sonza, Gloria Groove, Ana Castela, Bad Bunny e Beyoncé, além da própria Tati Quebra Barraco e do ex-BBB Paulo André. “Inadmissível! A cantora Ludmilla, que também é uma grande fã da Beyoncé, está sendo alvo de uma série de ataques com comentários racistas, e é preocupante notar que muitos brasileiros também estão se unindo a isso. Racismo é crime, e esse tipo de comportamento, tanto na internet quanto na vida real, deve ser reprimido! Ao se depararem com esse tipo de ataque, seja a quem for, não se omitam. Denunciem!”, escreveu o perfil do fã-clube de Beyoncé. “A equipe do Portal IZA não apoia e nem compactua com quaisquer crimes de ódio e RACISMO praticados por outros fandoms contra Ludmilla ou qualquer outro artista. Estamos contigo, Lud!”, acrescentou os fãs da cantora IZA. É inadmissível abrir as redes sociais e se deparar com a quantidade de ataques racistas que a LUDMILLA, grande amiga e parceira de Gloria Groove, vem sofrendo nos últimos dias. Não compactamos com tais atitudes e pedimos aos groovers que denunciem esses crimes que estão sendo… pic.twitter.com/Ct0m6zdnqo — Bonde da Gloria Groove (@bondedagg) November 20, 2023 Bad Bunny Brasil vem por meio deste tweet, demonstrar apoio a toda a fanbase e também a artista Ludmilla, que nos últimos dias vem sofrendo o CRIME de racismo por parte de outras fã bases. Lembrando que racismo É CRIME, e a internet não é terra sem lei! pic.twitter.com/7QMOyiOtZI — Bad Bunny Brasil 🇧🇷 (@BadBunnyBrasil) November 20, 2023 🚨 INADMISSÍVEL! A cantora Ludmilla, que também é uma grande fã da Beyoncé, está sendo alvo de uma série de ataques com comentários racistas, e é preocupante notar que muitos brasileiros também estão se unindo a isso. Racismo é CRIME, e esse tipo de comportamento, tanto na… pic.twitter.com/WH538abtkR — Beyoncé Brasil (@beyoncebrasil) November 20, 2023 🚨 Atenção, talismãs: A equipe do Portal IZA não apoia e nem compactua com quaisquer crimes de ódio e RACISMO praticados por outros fandoms contra Ludmilla ou qualquer outro artista. Estamos contigo, Lud 🖤 pic.twitter.com/WwXJJa69T9 — Portal IZA (@izaportal) November 20, 2023 A ludmilla ter cantado o hino na multishow gerou mais indignação do que o fato dela tá recebendo ataques racistas há 2 dias né? disseram que ela não aguentou 2 dias de hater, mas quem não aguentaria 1 hora na pele dela são vocês. ser uma mulher preta feliz e bem sucedida incomoda — jurídico ludmilla (@blckklucas) November 19, 2023 Dia de celebração ao povo preto, dia de ver várias publicações e comemorações do povo preto, e oq aparece pra mim são publicações em defesa da Ludmilla pq MAIS uma vez a mina tá recebendo ataques racistas . — Pisponelly (@ProsperaPispol) November 20, 2023 se mexeu com a lud mexeu com os sonzers!!!! LUDMILLA MERECE RESPEITO pic.twitter.com/t6V65lPtO4 — mari (@bymarisonza) November 20, 2023 Manifestamos nosso apoio a Ludmilla e seu fandom, que sempre esteve ao lado de Pabllo Vittar desde o início. O racismo é uma banalidade inaceitável e não se esqueçam que aqui não é lugar sem lei. Que a justiça seja feita.LUDMILLA MERECE RESPEITO ! pic.twitter.com/pHBO63t3B7 — Info Pabllo Vittar (@InfoPablloBR) November 20, 2023 Minha solidariedade minha garota❤️Sabemos que nada nos isenta de sofrer racismo.Sofremos e sofreremos pois ser uma mulher negra nesse mundo, vc precisa ter a força de 100. LUDMILLA MERECE RESPEITO pic.twitter.com/mpHCcBGIyv — Tati Quebra Barraco🏚 (@TatiQBOficial) November 20, 2023 INACREDITÁVEL isso estar acontecendo nos dias de hoje, a única coisa que pedimos é o RESPEITO, isso é CRIME, é INACEITÁVEL. Não iremos nos calar, lutamos por todos e não toleramos nenhum ato de racismo e preconceito! LUDMILLA MERECE RESPEITO, TODOS NÓS PRETOS MERECEMOS RESPEITO! pic.twitter.com/zqLZLZkiKP — TROPA DA LUD (@tropadalud) November 20, 2023

    Leia mais
  • Etc

    Elon Musk chama anunciantes de inimigos da liberdade de expressão após boicote no X

    18 de novembro de 2023 /

    Após a plataforma X (antigo Twitter) virar alvo de boicote de grandes empresas devido a um comentário considerado antissemita por parte de seu dono, Elon Musk, o próprio resolveu provocar o mercado com um novo post polêmico. Promovendo o serviço Premium do X, o proprietário da plataforma de mídia social escreveu: “Premium+ também não tem anúncios em sua linha do tempo”. E então completou: “Muitos dos maiores anunciantes são os maiores opressores do seu direito à liberdade de expressão”. Entre os grupo empresariais que mandaram suspender seus anúncios no Xestão Warner Bros. Discovery, Disney, Lionsgate, Sony, Paramount, NBCUniversal e Apple. Com isso, propagandas dos lançamentos das companhias, como “Wish: O Poder dos Desejos”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” e “Assassinos da Lua das Flores” foram removidas da plataforma. Em março deste ano, Musk citou a Disney e a Apple como dois dos maiores anunciantes do X. Representantes das companhias confirmaram a suspensão, mas nenhuma declaração foi emitida para condenar os comentários de Musk. Quem se manifestou foi a Casa Branca, por meio de seu porta-voz, Andrew Bates, que criticou publicamente Musk por promover “ódio antissemita e racista” no X.   Motivo da polêmica O boicote aconteceu após o CEO e proprietário da plataforma X publicar que concordava com a acusação de um post sobre as “comunidades judaicas” promoverem “ódio contra os brancos”. “Comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio dialético contra os brancos que afirmam querer que as pessoas parem de usar contra eles”, dizia o post amplificado pela concordância de Musk, que tem a conta mais popular no X. “Você disse a verdade”, escreveu o empresário, fazendo a publicação preconceituosa viralizar. A conta original do post tem menos de 5 mil seguidores, mas a interação de Musk fez o texto ser visto mais de 1 milhão de vezes. A tese com a qual Musk disse concordar foi criada por grupos supremacistas brancos envolvidos em atividades radicais.   Crítica da Casa Branca Diante do envolvimento de Musk na divulgação da mensagem, o porta-voz da Casa Branca disse que era “inaceitável repetir a mentira hedionda por trás do ato mais fatal de antissemitismo da história americana em qualquer momento”. Bates se referiu ao assassinato em massa na Sinagoga Tree of Life em Pittsburgh em 2018, no qual 11 pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, que expressou crença na mesma teoria da conspiração antissemita do “genocídio branco”. “Condenamos esta promoção abominável do ódio antissemita e racista nos termos mais fortes, que vai contra os nossos valores fundamentais como americanos”, continou Bates. “Todos temos a responsabilidade de unir as pessoas contra o ódio e a obrigação de nos manifestarmos contra qualquer pessoa que ataque a dignidade dos seus concidadãos americanos e comprometa a segurança das nossas comunidades”, concluiu. Premium+ also has no ads in your timeline. Many of the largest advertisers are the greatest oppressors of your right to free speech. https://t.co/dVkTMaGV2b — Elon Musk (@elonmusk) November 18, 2023

    Leia mais
  • Etc

    Hollywood suspende anúncios e boicota X por falas de Elon Musk contra judeus

    17 de novembro de 2023 /

    A plataforma X (antigo Twitter) virou alvo de boicote de grandes empresas devido a um comentário considerado antissemita por parte de seu dono, Elon Musk. Entre os grupo empresariais que mandaram suspender seus anúncios estão Warner Bros. Discovery, Disney, Lionsgate, Sony, Paramount, NBCUniversal e Apple. Com isso, propagandas dos lançamentos das companhias, como “Wish: O Poder dos Desejos”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” e “Assassinos da Lua das Flores” foram removidas da plataforma. Em março deste ano, Musk citou a Disney e a Apple como dois dos maiores anunciantes do X. Representantes das companhias confirmaram a suspensão, mas nenhuma declaração foi emitida para condenar os comentários de Musk. Quem se manifestou foi a Casa Branca, por meio de seu porta-voz, Andrew Bates, que criticou publicamente Musk por promover “ódio antissemita e racista” no X.   Motivo da polêmica O boicote aconteceu após o CEO e proprietário da plataforma X publicar que concordava com a acusação de um post sobre as “comunidades judaicas” promoverem “ódio contra os brancos”. “Comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio dialético contra os brancos que afirmam querer que as pessoas parem de usar contra eles”, dizia o post amplificado pela concordância de Musk, que tem a conta mais popular no X. “Você disse a verdade”, escreveu o empresário, fazendo a publicação preconceituosa viralizar. A conta original do post tem menos de 5 mil seguidores, mas a interação de Musk fez o texto ser visto mais de 1 milhão de vezes. A tese com a qual Musk disse concordar foi criada por grupos supremacistas brancos envolvidos em atividades radicais.   Crítica da Casa Branca Diante do envolvimento de Musk na divulgação da mensagem, o porta-voz da Casa Branca disse que era “inaceitável repetir a mentira hedionda por trás do ato mais fatal de antissemitismo da história americana em qualquer momento”. Bates se referiu ao assassinato em massa na Sinagoga Tree of Life em Pittsburgh em 2018, no qual 11 pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, que expressou crença na mesma teoria da conspiração antissemita do “genocídio branco”. “Condenamos esta promoção abominável do ódio antissemita e racista nos termos mais fortes, que vai contra os nossos valores fundamentais como americanos”, continou Bates. “Todos temos a responsabilidade de unir as pessoas contra o ódio e a obrigação de nos manifestarmos contra qualquer pessoa que ataque a dignidade dos seus concidadãos americanos e comprometa a segurança das nossas comunidades”, concluiu.

    Leia mais
  • Etc

    Casa Branca critica Elon Musk por apoiar teoria de conspiração racista

    17 de novembro de 2023 /

    A Casa Branca criticou o bilionário Elon Musk nesta sexta-feira (17/11) por promover “ódio antissemita e racista” no X (antigo Twitter). O CEO e proprietário da plataforma X publicou que concordava com a acusação de que “comunidades judaicas” promoviam “ódio contra os brancos”. “Comunidades judaicas têm promovido o tipo exato de ódio dialético contra os brancos que afirmam querer que as pessoas parem de usar contra eles”, dizia o post amplificado pela concordância de Musk, que tem a conta mais popular no X. “Você disse a verdade”, escreveu o empresário, fazendo a publicação preconceituosa viralizar. A conta original do post tem menos de 5 mil seguidores, mas a interação de Musk fez o texto ser visto mais de 1 milhão de vezes. A tese com a qual Musk disse concordar foi criada por grupos supremacistas brancos envolvidos em atividades radicais.   Crítica da Casa Branca Diante do envolvimento de Musk na divulgação da mensagem, o porta-voz da Casa Branca, Andrew Bates, disse que era “inaceitável repetir a mentira hedionda por trás do ato mais fatal de antissemitismo da história americana em qualquer momento”. Bates se referiu ao assassinato em massa na Sinagoga Tree of Life em Pittsburgh em 2018, no qual 11 pessoas foram mortas a tiros por um homem armado, que expressou crença na mesma teoria da conspiração antissemita do “genocídio branco”. “Condenamos esta promoção abominável do ódio antissemita e racista nos termos mais fortes, que vai contra os nossos valores fundamentais como americanos”, continou Bates. “Todos temos a responsabilidade de unir as pessoas contra o ódio e a obrigação de nos manifestarmos contra qualquer pessoa que ataque a dignidade dos seus concidadãos americanos e comprometa a segurança das nossas comunidades”, concluiu.

    Leia mais
  • Série

    Disney+ revela primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”

    16 de novembro de 2023 /

    A Disney+ divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “Percy Jackson e os Olimpianos”. A prévia apresenta Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) como o personagem-título, conforme ele descobre um mundo mágico que desconhecida, assume seu lugar no panteão mitológico e recebe sua primeira missão – encontrar o ladrão dos raios de Zeus. As cenas também destacam Leah Sava Jeffries (“Empire”) no papel de Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) como Grover Underwood. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde forma amizade com seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e do autor da franquia literária de Percy Jackson, Rick Riordan. Já a direção é de James Bobin, que trabalhou várias vezes com a Disney – nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A estreia acontece em 20 de dezembro.

    Leia mais
  • Etc

    Jojo Todynho diz que agressões às brancas repercutem mais e Patrícia Ramos concorda

    14 de novembro de 2023 /

    Jojo Todynho causou comoção nas redes sociais nesta terça (14/11) com comentários sobre o caso de violência doméstica sofrida por Ana Hickmann. A cantora usou suas redes sociais para comparar a repercussão do caso com a acusação feita por Patrícia Ramos contra o ex-marido, para apontar como denúncias de mulheres brancas repercutem mais que as de mulheres pretas. “O acontecimento da Ana Hickmann foi um grande aprendizado para vocês entenderem que a vida não é uma margarina e para vocês pararem de acreditar, idealizar tudo que vocês veem por aí”, começou a vencedora de “A Fazenda 12”. “Engraçado, que a questão da Luísa (Sonza) e da Ana reverberaram de uma forma surreal e da Patrícia (Ramos)… Para nós, mulheres negras, as coisas são muito mais difíceis. ‘Ah, Jojo, você se justifica?’. Porque eu tenho que me justificar. Acordem para a vida, eu sou uma mulher preta”, continuou. “E as pessoas acham que é mimimi, que a gente está se vitimizando”. Ela ressaltou: “A Patrícia está sendo condenada por expor uma situação que ela vivia e que ela fez para alertar muitas mulheres”. E comparou: “Aí teve comoção para Ana, mas para Patrícia não. É só botar na balança, mulheres brancas e mulheres pretas, como é a diferença, como as coisas funcionam. Acordem para a vida”, alertou.   Reação de Patricia Ramos Para quem não lembra, Patricia Ramos registrou queixa-crime e pediu medida protetiva contra o ex-marido Diogo Vitório em 31 de outubro, e mesmo com a exibição de fotos da violência, com cortes, sangramentos e hematomas no rosto e pescoço, foi acusada nas redes sociais de querer ganhar mídia com seus relatos de violência doméstica. Em reação à fala de Jojo, ela escreveu um comentário sobre o vídeo, como se respondesse a um seguidor: “’Paty, mas você não vai falar nada?’ Abro os Stories da Jojo Todynho o e dou de cara com isso. Tá falado! Ponto!”.

    Leia mais
  • Etc

    Luísa Sonza reconhece ter sido racista após fim de processo: “Cometi esse erro”

    3 de novembro de 2023 /

    Luísa Sonza se pronunciou pela primeira vez sobre a acusação de racismo, que sofreu em 2018. A cantora foi alvo de processo após pedir para uma mulher negra lhe servir água num evento. O assunto veio à tona durante uma participação da artista no canal de Bianca DellaFancy, nesta sexta-feira (3/11). “Tive muita dificuldade de entender no começo, por ser uma pessoa branca e não viver isso na pele”, confessou Luísa, que passou a ler livros de Djamila Ribeiro e Silvio Almeida para assimilar o episódio. A cantora ainda revelou ter tido conversas com Tia Má e Preto Zezé sobre o assunto racial. “É importante que tragam isso pra mim, enquanto mulher branca. Cometi esse erro. Óbvio que não foi intencional, óbvio que não! Mas a gente comete isso diariamente.” O processo judicial foi finalizado em setembro deste ano com um acordo indenizatório e uma retratação pública. No mesmo período, Luísa apareceu no programa “Mais Você” para expor a traição do então namorado Chico Moedas, o que foi considerado uma cortina de fumaça por inúmeros internautas. “Eu gostaria muito de ter aprendido isso antes. Não é uma coisa falada, porque existe um tabu”, ponderou a artista, que também contou sobre ter vivido uma fase de negação: “‘Como assim? Eu sou a pessoa que acusa’. Até realmente aceitar que, realmente, eu cometi um ato racista”. Luísa ao ser questionada por Bianca sobre a acusação de racismo que ocorreu em 2018: “Tive muita dificuldade de entender no começo por eu ser uma pessoa branca e não viver isso na pele. Tive que estudar muito e entender até aceitar que realmente eu cometi um ato racista.” pic.twitter.com/XJweroIs6O — União Sonzers (@UniaoSonzers) November 3, 2023

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie